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quinta-feira, 20 de agosto de 2026

Ônibus atinge asa de avião da Gol durante embarque no Aeroporto Internacional de SP, em Guarulhos

Aeronave estava no pátio remoto quando foi atingida pelo veículo durante uma manobra; avião foi retirado de operação para inspeção e manutenção.

Ônibus atinge asa de Boeing da Gol durante embarque no Aeroporto de Guarulhos
(Foto: Reprodução/Instagram Mpacyr Lopes)
Um vídeo que circula nas redes sociais registrou o momento em que a asa do Boeing 737 MAX 8, prefixo PR-XMS, da companhia aérea Gol acabou sendo atingida por um ônibus durante o processo de embarque na manhã desta quarta-feira (19), no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo.

Nas imagens, é possível ver que a aeronave estava no pátio remoto do aeroporto quando o primeiro ônibus com passageiros de um voo com destino a Assunção, no Paraguai, atingiu o winglet, estrutura localizada na ponta da asa esquerda, do Boeing.

"É esse aqui. Olha lá, a asa está em cima do ônibus", afirmou o passageiro Moacyr Lopes durante a filmagem. Na publicação sobre o incidente, ele ainda escreveu: "Sorte do dia: um ônibus bate na asa do seu avião".


A companhia áerea Gol informou que a aeronave que faria o voo G3 7480, entre o Aeroporto de Guarulhos (GRU) e Assunção (ASU), no Paraguai, teve a ponta da asa esquerda atingida por um ônibus da administradora aeroportuária antes da decolagem.

"Em razão da ocorrência, uma outra aeronave foi designada para o voo, que decolou às 09h54 e pousou na capital paraguaia às 11h41 (hora local), sem intercorrências. Todas as ações referentes à operação foram tomadas com foco na Segurança, valor número 1 da GOL", disse a empresa ao g1.

Em nota, a GRU Airport confirmou que um veículo operacional do aeroporto teve contato com uma aeronave durante uma manobra na área do pátio.

"Após a ocorrência, a aeronave foi retirada de operação para inspeção e manutenção, conforme os protocolos de segurança", informou a concessionária.

Via g1

RS: Avião que saiu de Novo Hamburgo entra na rota de Airbus da Azul e força desvio em Caxias do Sul

Registro foi no fim da manhã desta terça-feira; piloto da Azul vai reportar caso às autoridades.

(Imagem: Câmera Aeroporto Porto Alegre Br Amigos/Reprodução)
O avião Airbus A320-251N (neo), prefixo PR-YRV, da Azul que ia de Caxias do Sul para Campinas, em São Paulo, precisou fazer uma manobra logo após a decolagem para desviar de um avião de pequeno porte que havia decolado de Novo Hamburgo. O incidente foi logo depois das 11 horas desta terça-feira (11). A Azul reforça o voo transcorreu normalmente, sem risco para os passageiros, e que “a aeronave não efetuou qualquer manobra evasiva”.

Serviços de monitoramento de voo mostram o histórico do caso. O avião Cirrus SR22-GTS G6 Platinum, de prefixo PR-BMD, decola de Novo Hamburgo para Vacaria. O piloto é autorizado pelo controle de tráfego aéreo para seguir praticamente em linha reta. No entanto, na altura de Caxias, ele acaba passando na rota de decolagem do jato da Azul.

O piloto da Azul percebe o avião à frente e faz uma manobra para a direita ao invés da curva à esquerda que é habitualmente feita na saída de Caxias em direção a São Paulo. Ao desviar, o piloto da Azul questiona a origem e o destino do avião e diz que vai reportar o caso às autoridades. O momento foi registrado pelo canal Camera Aeroporto Porto Alegre BrAmigos no YouTube.


O piloto questiona se a controladora de voo tem conhecimento “de tráfego” próximo ao avião da Azul e relata que “passou a 100, 200 pés abaixo da posição”. A diferença entre a rota da Azul e o ponto onde passou o avião de pequeno porte foi de aproximadamente 60 metros. A manobra de desvio de rota do avião da Azul foi autorizada e não ofereceu risco aos passageiros.

O caso será investigado pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) a partir de um Relatório de Prevenção (Relprev) que deve ser produzido a partir do relato do piloto da Azul.

Por meio de nota, a Azul Linhas Aéreas informou nesta quarta-feira (12) que “o voo AD4991 (Caxias do Sul-Viracopos) operou normalmente, cumprindo seu trajeto original e pousando em Viracopos com total segurança e sem intercorrências”.

A companhia diz ainda que “de acordo com a tripulação e com os registros de voo, a aeronave não efetuou qualquer manobra evasiva. Todas as comunicações com os órgãos de controle de tráfego aéreo ocorreram em conformidade com os procedimentos e protocolos previstos, dentro dos padrões operacionais estabelecidos e sem qualquer risco à segurança da operação, valor primordial para a Azul”.

SP: controlador evita colisão de avião da Latam com dois jatos em Guarulhos

A interrupção ocorreu após uma ordem do controle de tráfego aéreo e evitou uma possível colisão entre os aviões.

(Imagem: Reprodução/FlightRadar24)
Um avião da Latam Airlines Brasil precisou abortar uma decolagem enquanto outros dois jatos comerciais cruzavam a mesma pista no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, na manhã de sábado (15).

A interrupção ocorreu após uma ordem do controle de tráfego aéreo, que evitou uma possível colisão entre os aviões. O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) apura o ocorrido.

O caso envolveu o voo LA8019, da Latam, operado pelo Airbus A320-214 de matrícula PR-MHM, que tinha como destino Mendoza, na Argentina. No momento do incidente, havia neblina na região do aeroporto.

Gravações da comunicação entre a tripulação e a torre de controle mostram que o LA8019 recebeu, inicialmente, autorização para decolar pela pista 10L. Pouco depois, no entanto, antes de autorizar o cruzamento da pista pelos outros dois aviões, o controlador cancelou a autorização dada ao Airbus da Latam.

“8019, desconsidere. Cancele a autorização para decolagem”, informou o controlador.

O piloto respondeu à chamada e confirmou o recebimento da nova instrução: “Ciente, cancelada autorização do 8019”.

Após essa comunicação, o controle de tráfego aéreo passou instruções a outros aviões que operavam no aeroporto. Entre eles, autorizou que um Boeing 787-8 da American Airlines, procedente de Miami, e um Airbus A330-900 da Delta Air Lines, vindo de Nova York, cruzassem a pista 10L durante o taxiamento até o pátio.

Apesar do cancelamento anterior registrado na fonia, o Airbus A320 do voo LA8019 iniciou a corrida para decolagem pela pista.

Dados do site de rastreamento de voos Flightradar24 analisados pela reportagem indicam que o avião começou a acelerar por volta das 8h24, no horário de Brasília, e chegou a aproximadamente 129 km/h.

Na sequência, quando os aviões da American Airlines e da Delta começaram a cruzar a pista, o controlador voltou a chamar o LA8019 e determinou imediatamente a interrupção da decolagem.

“8019, cancele autorização de decolagem! Repito, cancele autorização de decolagem!”, afirmou.

“8019 abortou decolagem”, respondeu o piloto.

A aeronave reduziu a velocidade e permaneceu no solo, enquanto os outros dois aviões concluíram o cruzamento da pista e seguiram o taxiamento até o pátio.

Após a interrupção da manobra, houve um novo diálogo entre o controlador e a tripulação do LA8019. O controlador afirmou que a autorização para decolagem já havia sido cancelada quando o Airbus ainda estava na cabeceira da pista.

“Você está sobre a pista, mas eu tinha cancelado sua autorização de decolagem ainda na cabeceira”, questionou.

O piloto contestou: “Negativo, você tinha autorizado e eu pedi o ajuste do QNH 1019”, disse.

O controlador então reforçou que havia dois aviões cruzando a pista e determinou que o LA8019 permanecesse na posição e aguardasse novas instruções.

Após o ocorrido, o Airbus retornou à fila de espera e decolou para Mendoza com mais de quarenta minutos de atraso.

Em nota, a Força Aérea Brasileira (FAB) informou que os dados referentes à ocorrência estão sendo coletados e analisados pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA).

Procurada, a Latam Airlines Brasil confirmou que o avião interrompeu a decolagem após a solicitação do controle de tráfego aéreo e disse que procedimento foi efetuado em segurança.

A companhia informou que está em contato com as autoridades e à disposição para fornecer esclarecimentos.

Em nota, a concessionaria GRU Airport disse que o incidente não impactou as operações de pousos e decolagens no Aeroporto de Guarulhos (SP).

A NAV Brasil, responsável pela Torre de Controle do Aeroporto de Guarulhos (SP), confirmou que o avião da Latam iniciou a corrida de decolagem sem autorização do controlador, no momento em que os jatos da American Airlines e da Delta, autorizados pela torre, cruzavam a pista 10L.

Segundo a empresa, o controlador percebeu a situação e interveio imediatamente, seguindo os procedimentos operacionais previstos e impedindo o prosseguimento da decolagem.

A empresa afirmou ainda que todas as ações foram adotadas para garantir a segurança das operações.

Via Matheus Christov (Band)

domingo, 16 de agosto de 2026

Aconteceu em 16 de agosto de 2000: O sequestro do voo VASP 280 no Paraná

O sequestro do voo 280 foi uma ação de sequestro e roubo ocorrido durante o voo 280 da VASP, em 16 de agosto de 2000, e levado a cabo por Marcelo Moacir Borelli e mais quatro comparsas, com objetivo de roubar malotes de dinheiro pertencentes ao Banco do Brasil, e que estavam no bagageiro da aeronave sob custódia da empresa de transporte de valores TGV. 

O voo partiu de Foz de Iguaçu às 15h32 rumo à São Luís do Maranhão e faria escalas em Curitiba, Rio de Janeiro e Brasília. 

Boeing 737-2A1(Adv), prefixo PP-SMG, da VASP (foto acima), estava com 67 pessoas a bordo, sendo 61 passageiros e seis tripulantes. Entre os passageiros estavam Marcelo Moacir Borelli. Ele, juntamente com outros quatro comparsas, planejaram o sequestro da aeronave.

Na primeira parte da viagem, entre Foz e Curitiba, o sequestro começou e os bandidos fizeram o piloto levar o Boeing até a cidade paranaense de Porecatu, no Norte do Paraná, divisa com o estado de São Paulo. 

"Depois de uns dez minutos, cinco homens encapuzados e armados com pistolas anunciaram o assalto e disseram que iam levar o dinheiro do banco, que não era para ninguém ficar preocupado", afirmou o turista italiano Gabrielli Chiari, 55.

Ele visitou Foz com a mulher e a filha, e ia conhecer o Rio de Janeiro na sequência do voo. "Eles pediram para todos colocarem as mãos para trás. Um deles estava muito nervoso, com duas pistolas nas mãos e gritando."

Nesse momento, houve um disparo. "Todo mundo ficou em pânico, mas eles disseram que não era para se preocupar porque o tiro tinha sido um acidente", disse o técnico de seguros Wilson Rocha, 32. O líder do grupo pediu então que "o funcionário do BC se apresentasse". Um passageiro na primeira fila se levantou e apresentou um papel. "Ele (o ladrão) reclamou que eram "só R$ 5 milhões", mas disse que tudo bem", relatou Rocha.

As persianas do avião permaneceram fechadas. Um dos ladrões ficou no cabine de comando, e os outros circularam entre os passageiros.

"O que ficou na cabine era piloto. Ele conhecia os instrumentos e orientou o desvio de rota. Depois, orientou o pouso", afirmou a comissária de bordo Vitória Regina de Simas. Ela criticou o fato de os malotes serem transportados em voos de carreira. "Meu Deus, isso atrai ladrão. O tiro passou do lado da minha cabeça", afirmou.

Após pousar no pequeno aeroporto local, os assaltantes colocaram os malotes de dinheiro em duas caminhonetes Ford Ranger, com cúmplices que aguardavam no local. Eles fugiram sem serem localizados e, levando aproximadamente R$ 5 milhões.

Após a situação e fuga dos bandidos, o comandante do voo levou o avião ao aeroporto de maior porte mais próximo, que era o de Londrina, a 90 km de Porecatu. 

Lá, a aeronave foi periciada e os passageiros remanejados aos seus destinos. Entre eles, havia 30 turistas estrangeiros que voltavam de férias de Foz do Iguaçu. Ninguém se feriu no incidente.

As Polícias Civil e Militar em Porecatu fizeram uma varredura na região, mas localizaram apenas uma das caminhonetes Ranger abandonada. 

A Polícia Federal tentou fazer um retrato falado dos sequestradores, com base em informações dos tripulantes e alguns passageiros, e logo chegou em um suspeito, Marcelo Moacir Borelli, que tinha no seu extenso "currículo" dois outros assaltos à TGV, a empresa responsável pelo transporte do dinheiro a bordo do Vasp 280.

Entre os vários pontos intrigantes da ação, estão o conhecimento do carregamento pelos bandidos, que normalmente é feito de forma sigilosa justamente para prevenir assaltos. Os sequestradores sabiam até em que bagageiro do avião a carga iria ser carregada. 

Outro ponto obscuro é: como as armas foram parar a bordo? Os passageiros passam por inspeção de raio-x e detectores de metal quando embarcam. 

Isso levanta a possibilidade de que alguma pessoa, das mais de 20 que tem acesso ao avião enquanto o mesmo está no pátio, possa ter colocado as armas a bordo antes do embarque. Outra possibilidade é que as armas possam ter sido colocadas em outros aeroportos por onde a aeronave tenha passado antes.

Marcelo Borelli e os outros assaltantes foram presos tempos depois, mas o dinheiro nunca mais foi recuperado. Em 11 de janeiro de 2007, Marcelo Borelli acabou falecendo por complicações da AIDS. Ele cumpria pena de 117 anos na Penitenciária de Piraquara, região metropolitana de Curitiba.

A aeronave Boeing 737-200, matrícula PP-SMG, após a falência da VASP, foi desmanchada em 18 de Outubro de 2011, após ter ficado muitos anos inativa no Aeroporto de Congonhas, na cidade de São Paulo, tendo sido vendida como sucata.

Essa mesma aeronave foi vítima de outro sequestro, ocorrido em 22.02.1975: leia a história completa AQUI

Por Jorge Tadeu da Silva (Site Desastres Aéreos) com Wikipédia, Cultura Aeronáutica, Folha de S.Paulo e foz.portaldacidade.com - Fotos: JetPhotos / G1

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Avião suspeito da Bolívia é interceptado após pouso forçado no MS

Aeronave foi encontrada abandonada e sem nenhum tripulante nesta sexta (31); matrícula e plano de voo também não foram identificados.


A Força Aérea Brasileira (FAB) interceptou, na manhã desta sexta-feira (31), uma aeronave suspeita que partiu do sul da Bolívia e sobrevoava o território nacional.

O avião Cessna 210 Centurion teria realizado um pouso forçado em uma pista não preparada, a cerca de 200 km ao norte de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Um helicóptero da PM foi deslocado até o local, mas o avião foi encontrado abandonado, sem nenhum tripulante.

Sem plano de voo, sem contato com os órgãos de controle de tráfego e com matrícula não identificada, a aeronave foi classificada como suspeita.

Força Aérea Brasileira atuou na ocorrência (Foto: Reprodução/FAB)
Segundo a FAB, dois caças A-29 Super Tucano, empregados pelo Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), realizaram as Medidas de Policiamento do Espaço Aéreo (MPEA).

Durante a abordagem, os pilotos da FAB realizaram todas as fases das medidas de policiamento. Devido à falta de colaboração da aeronave interceptada, que descumpriu recorrentemente as ordens da Defesa Aeroespacial, foi realizada a medida de Tiro de Detenção (TDE) — último recurso militar de interceptação aérea no Brasil para impedir o voo ilícito de uma aeronave classificada como hostil.

A ação foi realizada em conjunto com a Polícia Federal e a Polícia Militar do Mato Grosso do Sul.

Via Helena Barra, da CNN Brasil*, Julia Farias, da CNN Brasil, em São Paulo e ASN

Avião faz pouso forçado em fazenda às margens da BR-364 em MT e PM investiga suspeita de ligação com tráfico

Aeronave foi encontrada com o trem de pouso danificado em Alto Garças (MT), mas policiais não localizaram ocupantes, drogas ou qualquer material ilícito.

Aeronave foi encontrada abandonada após um pouso forçado em uma fazenda localizada
às margens da BR-364, na zona rural de Alto Garças, neste sábado (25) (Foto: Reprodução)
A aeronave Beechcraft 58 Baron, prefixo PT-LVZ, foi encontrada abandonada após um pouso forçado em uma fazenda localizada às margens da BR-364, na zona rural de Alto Garças (MT), neste sábado (25). A Polícia Militar foi acionada diante da suspeita de que o avião pudesse ter sido utilizado no transporte de drogas, mas, durante as buscas, não encontrou entorpecentes, tripulantes ou qualquer responsável pela aeronave. Assista acima

Segundo a PM, a denúncia indicava que o avião estava próximo à pista de pouso da Fazenda Ruaro, na altura do km 35 da rodovia, com acesso por cerca de 12 quilômetros de estrada de terra.


Ao chegar ao local, equipes do 1º Pelotão de Alto Garças, com apoio de policiais de Alto Araguaia, encontraram a aeronave fora da pista e com o trem de pouso quebrado, o que indica que o piloto pode ter perdido o controle durante a aterrissagem.

Os militares realizaram buscas na área, mas não localizaram vítimas nem pessoas ligadas ao avião. Também não foram encontrados entorpecentes ou outros objetos que confirmassem a suspeita inicial de envolvimento com o tráfico de drogas.

A ocorrência foi registrada e o caso será apurado pelas autoridades competentes para identificar a origem da aeronave, as circunstâncias do pouso forçado e o paradeiro dos ocupantes.

Via g1

Avião faz pouso forçado em aeroporto desativado de Belo Horizonte

Avião faz pouso forçado no Aeroporto Carlos Prates (Foto: Reprodução/TV Globo)
O avião Cessna A152 Aerobat, prefixo PR-KRU, da VelAir Escola de Aviação Civil, fez um pouso forçado, no antigo Aeroporto Carlos Prates, na Região Noroeste de Belo Horizonte. Nesta segunda-feira (27), o Globocop fez imagens da aeronave no local.

De acordo com a Prefeitura de Belo Horizonte, atual dona do terreno, o incidente foi registrado na última sexta-feira (24). A Guarda Municipal informou que a retirada da aeronave está prevista para ocorrer nos próximos dias.

O Aeroporto Carlos Prates foi desativado em 2023, após análise do Ministério de Portos e Aeroportos e um histórico de acidentes. Em dezembro de 2014, a prefeitura anunciou que um novo bairro será construído na área, com mais de quatro mil unidades habitacionais.

Em consulta ao sistema da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a situação do avião é normal. E o Certificado de Verificação de Aeronavegabilidade está válido até 10/11/2026.


A Força Aérea Brasileira (FAB) informou que o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) foi oficialmente notificado, no último sábado (25), sobre o ocorrido. E que, "após a coleta inicial e a análise técnica dos dados disponíveis, a ocorrência foi classificada como incidente aeronáutico".

O operador é a Velair Escola de Aviação Civil, que tem base no Aeroporto da Pampulha. O g1 entrou em contato com a empresa e, até a última atualização desta reportagem, não havia obtido retorno.

(Foto: Reprodução/TV Globo)
Via g1 e ASN

Operação destrói avião usado por facções no garimpo ilegal em Roraima

Medida impede que o avião volte a ser utilizado por criminosos, o que reduz a capacidade logística e financeira dos grupos.

Operação destrói avião usado por facções no garimpo ilegal em Roraima (Foto: Divulgação PRF)
Uma operação integrada das forças de segurança destruiu uma avião Beechcraft 58 Baron utilizado para abastecer o garimpo ilegal no município de Caroebe, no Sul de Roraima. A ação ocorreu na tarde de sexta-feira (24) e reuniu equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF), da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE/PCRR), do Departamento de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública de Roraima (DEINT/SESP-RR), da Força Nacional, do Ibama e da Casa de Governo.


Durante as diligências, os agentes localizaram um avião em uma pista de pouso clandestina. Segundo as forças de segurança, a aeronave apresentava modificações típicas de facções criminosas que atuam no narcogarimpo, como a retirada dos assentos. Isso para ampliar a capacidade de carga.

De acordo com a operação, a adaptação permitia o transporte de grandes quantidades de combustível de aviação. Além de mantimentos, equipamentos, armamentos e drogas destinados ao abastecimento de acampamentos de mineração ilegal e ao tráfico de entorpecentes.

(Foto: Arquivo pessoal)
Como o local apresentava dificuldades de acesso e não havia condições técnicas para remover a aeronave com segurança, as equipes decidiram inutilizar o avião. A destruição ocorreu por meio de uma incineração controlada, conforme os protocolos ambientais e a legislação vigente.

Ainda segundo as forças de segurança, a medida teve como objetivo impedir que o equipamento voltasse a ser utilizado por organizações criminosas, reduzindo a capacidade logística e financeira dos grupos que atuam na Amazônia Legal.

Por fim, a operação faz parte das ações integradas de combate ao garimpo ilegal, aos crimes ambientais e ao crime organizado em Roraima.

Via roraimaemtempo.com.br e g1

domingo, 19 de julho de 2026

Avião com deputado faz pouso forçado em fazenda no Maranhão

Um avião que transportava o deputado federal Hildo Rocha (MDB-MA) precisou fazer um pouso forçado neste sábado (18/7). O caso foi relatado pelo próprio deputado nas redes sociais.


O avião de pequeno porte Neiva EMB-810D Seneca III, prefixo PT-VQG, registrado para a empresa Imperamaq Locações e Construções Ltda., que transportava o deputado federal Hildo Rocha (MDB-MA) realizou um pouso de emergência na tarde deste sábado (18) em uma fazenda na zona rural de Timon, no leste do Maranhão. Apesar do susto, ninguém ficou ferido. As informações foram confirmadas pelo Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão ao Cidadeverde.com.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, a aeronave apresentou falha em um dos motores logo após decolar de Teresina, no Piauí. O piloto conseguiu realizar um pouso forçado em segurança em uma propriedade rural localizada no município maranhense.

Além do deputado, estavam a bordo dois pilotos e outros dois passageiros. Conforme o Corpo de Bombeiros, todos saíram ilesos e não houve necessidade de atendimento médico.

Segundo as informações repassadas ao Cidadeverde.com pelo Corpo de Bombeiros do Maranhão, equipes da corporação foram acionadas para a ocorrência e constataram que o pouso ocorreu sem vítimas. As circunstâncias que provocaram a falha mecânica deverão ser investigadas pelos órgãos responsáveis pela aviação civil.


Em vídeo publicado nas redes sociais após o incidente, Hildo Rocha afirmou que todos os ocupantes da aeronave saíram ilesos e agradeceu pelas mensagens de apoio.

"Graças a Deus foi apenas um susto, uma aterrissagem forçada no avião que eu vinha de Teresina para a cidade de Balsas. Minha agenda continua normalmente. Agradeço a Deus pelo dom da vida e por não ter tido nenhum mal sequer a qualquer pessoa, nem aos tripulantes, nem aos passageiros que estavam dentro do avião", afirmou o deputado.

A aeronave havia partido de Bacabal (MA), fez uma parada para abastecimento em Teresina e seguia viagem quando apresentou o problema técnico. Após o incidente, o deputado Hildo Rocha e os demais ocupantes seguiram viagem por outros meios para cumprir agenda política em São Pedro dos Crentes, no sul do Maranhão.

O caso será apurado para identificar as causas da falha no motor que levou ao pouso de emergência.

Via Cidadeverde.com, O Imparcial e ANAC

Helicóptero faz pouso forçado na zona rural em José de Freitas, no Piauí

Aeronave aterrissou de forma emergencial no quintal de uma residência após apresentar problema mecânico durante o voo.


O helicóptero Aérospatiale AS 350B2 Ecureuil, prefixo PR-CNS, registrado para a empresa Canopus Construções Ltda., teve que realizar um pouso forçado no quintal de uma residência no povoado Canastra, zona rural de José de Freitas, no Norte do Piauí, na manhã desta quinta-feira (16). Apesar do susto, ninguém ficou ferido. A informação foi confirmada ao Portal O Dia pelo secretário municipal de Segurança Pública de José de Freitas, George Lancaster. A aeronavem pertence a uma construtora.

Segundo as primeiras informações, uma peça da aeronave teria se desprendido durante o voo. Ao perceber o problema mecânico, o piloto manteve o helicóptero em baixa altitude e procurou um local seguro para realizar o pouso de emergência, conseguindo aterrissar no quintal de uma residência da comunidade.

As pessoas que estavam a bordo (seis, segundo informações de populares) seriam moradores de Teresina e de União. As causas do incidente ainda deverão ser apuradas. Até o momento, não há informações sobre o que provocou o desprendimento da peça nem sobre as condições da aeronave após o pouso. Equipes do 16º Batalhão da Polícia Militar também foram deslocadas para a área.

(Foto: Reprodução/Redes Sociais)
A Secretaria da Segurança Pública do Piauí (SSP-PI) vem por meio desta nota informar que o pouso forçado registrado na manhã desta quinta-feira (16), entre os municípios de União e José de Freitas, envolveu um helicóptero particular após a identificação de um problema técnico.

Esclarece ainda que, o secretário da Segurança Pública, Antonio Luiz, estava em um helicóptero da Polícia Militar do Piauí, distinta da envolvida na ocorrência, e que o pouso da aeronave da PM-PI se deu apenas para prestar apoio.

Via portalodia.com, TV Meio Norte e ANAC

quinta-feira, 16 de julho de 2026

Avião carregado de cocaína faz pouso forçado em Goiás

Funcionário da fazenda onde o pouso foi feito avisou a polícia quando viu o avião pegando fogo. Foram encontrados cerca de 300 kg escondidos na mata.


Um avião Cessna carregado de cocaína fez um pouso forçado em uma fazenda em Itarumã, na região sudoeste de Goiás. De acordo com apuração da TV Anhanguera, o caseiro da propriedade viu o avião pegando fogo e acionou a polícia, que encontrou cerca de 300 kg de cocaína escondidos em uma área de mata perto de onde o avião fez o pouso. O piloto não foi encontrado.

O pouso aconteceu nesta quarta-feira (15), na zona rural do município. O Batalhão Rural foi acionado por causa do incêndio, mas quando chegou ao local encontrou a aeronave e a carga de droga escondida na mata.

(Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Nas imagens, a parte central do avião aparece completamente destruída pelas chamas. De acordo com apuração do repórter Cássio Ramos, a hipótese da polícia é que o piloto escondeu a droga logo depois que o avião começou a pegar fogo e fugiu.

Uma perícia ainda deve identificar o tipo de aeronave que pegou fogo, para onde estava indo, de onde partiu e quem seria o destinatário da carga de droga.


Via g1 e SBT

domingo, 12 de julho de 2026

Avião da Azul que iria para Manaus declara emergência e retorna para Viracopos, em Campinas (SP)

A concessionária Aeroportos Brasil Viracopos relatou que a aeronave declarou emergência e o pouso ocorreu de forma segura às 9h41, deste sábado (11).

Voo AD2943 declarou emergência e retornou para Viracopos, em Campinas
 (Imagem: FlightRadar24/reprodução)
O avião Airbus A320-251N, prefixo PR-YYA, da Azul, que decolou de Campinas (SP) e tinha como destino Manaus (AM), fez um pouso de emergência às 9h41 deste sábado (11), no aeroporto Viracopos. A informação foi confirmada pela concessionária Aeroportos Brasil Viracopos.

Em nota ao g1, a Azul negou que se tratava de um pouso de emergência. Segundo a empresa, era uma solicitação, de forma preventiva, de prioridade para pouso. A companhia ainda disse que o pouso foi motivado por motivos técnicos na aeronave, mas não citou quais.

"Assim que piloto do voo AD2943 declarou emergência, o aeroporto acionou imediatamente todos os protocolos de contingência", afirma a concessionária do aeroporto.

Nos áudios obtidos pela EPTV, afiliada da TV Globo, o piloto disse à torre de pouso que estava com uma "falha no sistema hidráulico amarelo" da aeronave e pediu para realizar um checklist no equipamento — escute no áudio abaixo.


"Pan-Pan, estamos com falha do sistema hidráulico amarelo da aeronave, a gente vai manter essa posição, ainda não sei quantas esferas ainda vamos fazer na presente posição", disse o piloto à equipe do aeroporto de Campinas.

Devido à falha, o piloto declarou PAN-PAN, um código usado para informar que há um problema operacional e solicitar prioridade para pouso.

Diferentemente do Mayday, que indica uma emergência grave e risco iminente, o PAN-PAN sinaliza uma situação que exige atenção, mas que não coloca a aeronave em perigo imediato.


A concessionária também informou que apenas um voo foi impactado por causa da ocorrência, sendo desviado para o Aeroporto de Guarulhos e que a operação de pousos e decolagens foi retomada normalmente após o pouso da aeronave.

A Azul afirmou que os clientes impactados receberam a assistência e foram reacomodados em outra aeronave, que decolou com destino a Manaus, e lamentou eventuais transtornos.

Via g1, R7 e ASN

sexta-feira, 10 de julho de 2026

Avião monomotor faz pouso forçado na PI-229 entre Jaicós e Campo Grande do Piauí; ocupantes saem ilesos


O avião monomotor Cessna 172A Skyhawk, de prefixo PT-BGW, da Aerosae Serviço Aéreo Especializado Ltda., operado pela Topocart realizou um pouso forçado na tarde de quarta-feira (8) na rodovia estadual PI-229, no trecho entre os municípios de Jaicós, na região da Chapada do Vale do Itaim, e Campo Grande do Piauí, no sudeste do estado. Os dois ocupantes da aeronave saíram ilesos após a manobra.

A ocorrência foi registrada por volta das 16h, nas proximidades das fábricas de cerâmica, a cerca de cinco quilômetros da sede de Jaicós, no sentido Campo Grande do Piauí. O pouso chamou a atenção de motoristas que trafegavam pela rodovia no momento da operação.


De acordo com informações preliminares, a aeronave havia decolado de Caruaru, no Agreste Central de Pernambuco, e tinha como destino o Aeroporto Regional de Picos. Durante o deslocamento, o piloto identificou uma situação de emergência elétrica e precisou alterar para realizar um pouso seguro.

Segundo os relatos iniciais, o piloto chegou a tentar realizar o pouso no aeródromo de Jaicós, mas, diante das circunstâncias e da necessidade de uma intervenção rápida, não houve tempo suficiente para concluir a aproximação até a pista do local. Com isso, a decisão foi direcionar a aeronave para um trecho da PI-229 que apresentava condições mais adequadas para a realização do pouso forçado.


A manobra foi realizada com sucesso e os dois ocupantes não sofreram ferimentos. Não houve registro de colisão com outros veículos ou danos a terceiros que utilizavam a rodovia no momento da ocorrência.

Relatos preliminares indicam que a condução do piloto foi determinante para a realização de um pouso controlado. A escolha do local e a execução da manobra evitaram maiores consequências diante da situação enfrentada durante o voo.


Após o pouso, equipes da 3ª Companhia do 20° Batalhão Polícia Militar foram acionadas e estiveram no local para auxiliar na organização do trânsito, garantir a segurança dos motoristas e acompanhar os procedimentos iniciais relacionados à aeronave.

O caso deverá ser acompanhado pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), órgão responsável por apurar ocorrências envolvendo aeronaves civis, que irá analisar as condições do voo, identificar possíveis fatores contribuintes e verificar.


Via Portal Info Newss e ANAC - Fotos: InfoNewss

segunda-feira, 6 de julho de 2026

Fragmento de drone é encontrado em avião da Aerolíneas Argentinas que pousou no Galeão

Caso, que ocorreu dia 1º de junho, está sendo investigado pelo Cenipa.


Um fragmento compatível a uma peça de drone foi encontrada no Boeing 737-8SH, prefixo LV-GGK, da Aerolíneas Agentinas, que pousou no Aeroporto Internacional do Galeão, na Zona Norte, na última semana, informou o RIOgaleão neste domingo (5).

O caso ocorreu no último dia 1º de junho, no avião que fez o voo AR-1268. Segundo a concessionária que administra o aeroporto, a equipe de manutenção da companhia aérea reportou a identificação do um fragmento compatível com peça de drone na aeronave.

"Não é possível determinar em que momento do voo ocorreu o possível impacto. Na data, não havia nenhuma operação autorizada com drones na área do aeroporto. O caso está sendo investigado pelo CENIPA", acrescentou o Riogaleão.

Fragmento de drone foi encontrado em avião da Aeroníneas Argentinas no Galeão
(Foto: Reprodução/SpotterPrado)
O Cenipa informou que já foi notificado da ocorrência. "Após a coleta e a análise técnica dos dados, a ocorrência foi classificada como incidente aeronáutico e tratada em conformidade com os protocolos estabelecidos no Anexo 19 à Convenção sobre Aviação Civil Internacional e na Norma do Sistema do Comando da Aeronáutica (NSCA) 3-13, que estabelece os Protocolos de Investigação de Ocorrências Aeronáuticas da Aviação Civil Conduzidas pelo Estado Brasileiro", informou o Centro.

Via g1, R7 e flightradar24

Voo da Latam é cancelado após pane durante decolagem no Aeroporto de Teresina (PI)

Aeronave apresentou falha técnica na pista antes da decolagem; voo foi cancelado 40 minutos depois.


Um voo da Latam com destino ao Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, foi cancelado na madrugada desta segunda-feira (6) após a aeronave apresentar uma pane técnica durante o procedimento de decolagem no Aeroporto Senador Petrônio Portella, em Teresina.

O voo estava programado para partir às 2h40, mas a decolagem foi interrompida após uma frenagem brusca ainda na pista. Em seguida, o comandante informou aos passageiros que havia sido identificada uma falha técnica na aeronave.

Após o incidente, os ocupantes permaneceram cerca de 40 minutos dentro do avião enquanto a companhia realizava avaliações junto à equipe técnica. Ao fim da análise, a Latam optou por cancelar o voo por questões de segurança.

A interrupção da viagem provocou apreensão entre os passageiros, que relataram momentos de tensão durante a tentativa de decolagem. Segundo relatos, a expectativa era de que a aeronave levantasse voo, mas a frenagem inesperada causou preocupação entre quem estava a bordo.

Segundo um passageiro, “o avião foi decolar e de repente teve uma freada brusca. O piloto avisou que estava com problema técnico, aguardamos por cerca de 40 minutos dentro da aeronave e em contato com São Paulo resolveram cancelar o voo por medida de segurança”, disse o passageiro, que estava com a família decolando de Teresina para São Paulo.

Segundo ele, foram momentos bastante apreensivos. “Pensei que não sairia vivo, foram instantes de muita tensão”, disse. 

Após o cancelamento, a companhia informou que os passageiros receberiam novas opções de voos para seguir viagem ao destino final.

Até publicação desta reportagem, a Latam ainda não havia divulgado a causa da pane técnica nem informações sobre quando a aeronave será liberada para operar.

Via Isaac da Silva (GP1), e Cidade Verde - Foto: Reprodução 

domingo, 5 de julho de 2026

Avião se choca com animal de pequeno porte durante decolagem em aeroporto de Ilhéus, na Bahia

Tripulação seguiu os protocolos de segurança da empresa e pousou normalmente em Guarulhos, destino final do voo.

(Imagem: flightradar24)
A aeronave Airbus A320-214, prefixo PR-MYN, da companhia aérea Latam, se chocou com um animal de pequeno porte no aeroporto de Ilhéus, na Bahia, durante o procedimento de decolagem do voo LA 4603 nesta sexta-feira (3).

Em contato com a Jovem Pan, a empresa afirmou que a tripulação seguiu os protocolos de segurança da companhia para esse tipo de ocorrência, mas não precisou alterar o plano de voo.

Ainda segundo a companhia, o avião pousou normalmente em Guarulhos e dentro do horário esperado, sem causar inconvenientes para os passageiros da aeronave.

Confira a nota da Latam na íntegra:

“A LATAM Airlines Brasil informa que a aeronave que operou o voo LA 4603 (Ilhéus–São Paulo/Guarulhos), nesta sexta-feira (03/07), colidiu com um animal de pequeno porte durante o procedimento de decolagem.

Em conformidade com os protocolos de segurança da companhia para esse tipo de ocorrência, a tripulação informou os órgãos de controle de tráfego aéreo envolvidos e a companhia. O voo prosseguiu normalmente até São Paulo/Guarulhos. O pouso ocorreu dentro do horário previsto e em total segurança, assim como o desembarque dos passageiros.

A LATAM reforça que todas as decisões operacionais são sempre tomadas com base em rigorosos protocolos de segurança, preservando, em todos os momentos, a integridade de seus clientes e tripulantes.”

Via Jovem Pan e flightradar24

quinta-feira, 2 de julho de 2026

Logo após decolar de Guarulhos, avião Airbus A321 é desviado e acaba de pousar de volta na origem

A trajetória do voo nessa tarde de hoje (Imagem: AirNav Radar)
Um avião que decolou do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, nesta tarde de terça-feira, dia 30 de junho, foi logo desviado e levado para um pouso de volta na origem.

No vídeo disponibilizado a seguir, que mostra a live diária do canal “Golf Oscar Romeo” no YouTube, é possível assistir ao pouso buscando o horário de 16h37:


Como visto nas cenas acima, o voo era o LA-3244, feito pelo Airbus A321-231 de matrícula PT-MXN, da LATAM Brasil. Ele decolou de Guarulhos às 16h06, mas, quando estava chegando a 8 mil pés de altitude, a subida foi interrompida e a trajetória de voo foi alterada.

Os pilotos colocaram o avião em trajetória de espera em voo (órbita), porém, 10 minutos depois, já direcionaram o A321 de volta para o aeroporto.

Apesar do retorno, o pouso foi realizado sem intercorrências, às 16h38, e sem nenhum chamado de prioridade, como quando é declarada urgência (“PAN PAN”) ou emergência (“MAYDAY”).

O AEROIN entrou em contato com a LATAM para solicitar mais informações e a companhia reportou o seguinte:

“A LATAM Airlines Brasil informa que o voo LA3244 (São Paulo/Guarulhos–Porto Seguro), desta terça-feira (30/6), precisou retornar ao aeroporto de origem após um episódio de bird strike (colisão com pássaro), fato totalmente alheio ao controle da companhia. Após a substituição da aeronave, o voo prosseguiu viagem, com previsão de chegada a Porto Seguro às 20h38 (horário local). A companhia ressalta que segue rigorosamente os mais elevados padrões técnicos e operacionais, tendo a segurança dos clientes e tripulantes como prioridade absoluta.”

quarta-feira, 1 de julho de 2026

Aconteceu em 1 de julho de 1970: O sequestro do voo Cruzeiro do Sul 105 por terroristas da ALN


O Brasil vivia a ressaca do título na Copa do México, mas esse assunto não podia estar mais distante da cabeça dos quatro jovens de 19 a 24 anos que se reuniram na Praça Quinze, no Centro do Rio, para dar o passo que mudaria suas vidas pra sempre. 

Dez dias após o "capitão do Tri", Carlos Alberto Torres, levantar a taça Jules Rimet no Estádio Azteca, em 1970, os namorados Colombo Vieira e Jessie Jane e os irmãos Eiraldo e Fernando de Palha Freire só pensaram em um voo da companhia Cruzeiro do Sul com destino a Buenos Aires. Não porque queria curtir um tango na Argentina. Armados com dois revólveres e uma pistola, eles pretendiam concluir a viagem ouvindo mambo em Cuba.

A missão havia sido iniciada uma semana antes, no apartamento onde Colombo morava, na Rua Doutor Sardinha, no bairro de Santa Rosa, em Niterói. De passagens em mãos, eles se encontraram na Praça Quinze e partiram para o Aeroporto do Galeão. Os dois revólveres, de calibres 38 e 45, estavam sob o vestido de Jessie, enquanto uma pistola Bereta fora escondida num sapato de Eiraldo.


Como a segurança nos aeroportos era quase inexistente, era fácil embarcar no avião Sud Aviation SE-210 Caravelle VI-N, prefixo PP-PDX, da Cruzeiro do Sul (foto acima), com as armas. 

A aeronave estava pronta para operar o voo 105, um voo internacional de passageiros do Rio de Janeiro com destino a Buenos Aires, na Argentina, com escala programada em São Paulo, levando a bordo  sete tripulantes e 30 passageiros.

A tripulação era composta por: Harro Cyranka (comandante), Herman Schindler (1° oficial), Wilson Fernandes Sanches (2.° oficial), Irene Alves de Medeiros, Maria Nilma Moreira, Luís Carlos Valença e Rossini de Medeiros (comissários).

No momento em que o grupo sequestrador invadiu a cabina de comando do PP-PDX, o comandante Harro Cyranka já estava prevenido, através de informações de uma das comissárias, de que havia a bordo alguns passageiros em atitudes suspeitas.

A possibilidade do desvio da rota, que naquele instante se confirmava, foi realmente levantada pela aeromoça. Eram 10h50m quando foi dada, através do painel do avião, a ordem de desafivelar os cintos, ocasião em que a comissária faria a sua primeira distribuição de bombons, chicletes, algodão e saquinhos plásticos para contra enjoo. 

Preocupou-se com uma conversa que julgou suspeita de dois dos passageiros, que discutiam moderadamente detalhes de uma operação qualquer. Em princípio, ela apenas se interessou por causa de observações que um fazia ao outro à sua passagem. Por causa disso, voltou ao local onde os dois estavam, por algumas vezes, levando refrigerantes e outras bebidas, até ter fortalecida a sua suspeita inicial.

Colombo e Jessie estavam sentados na parte da frente, enquanto os irmãos Palha Freire se acomodaram nos fundos. O grupo esperou quinze minutos após a decolagem para agir. 

O voo já se aproximava de São Paulo, quando Jessie foi ao banheiro, tirou os revólveres do vestido e entregou o calibre 38 para o namorado. O rapaz se está, foi até a cabine do piloto e, indicou a arma, ordenou que o comandante retornasse para o Galeão, enquanto a parceira, de pé diante da cabine, dava ordens aos passageiros para ninguém reagir.

Começava o sequestro do Caravelle PP-PDX. Os quatro envolvidos no sequestro eram integrantes da Ação Libertadora Nacional (ALN), principal grupo de combate armado criado para enfrentar a ditadura militar. O plano deles era trocar todos os passageiros do voo por 40 presos políticos do regime, entre eles, o pai de Jessie, Washington Alves, e a irmã de Colombo, Iná Medeiros. Depois, fugiriam todos para Cuba. 

Na época, não era algo raro que guerrilheiros tomassem o controle de voos comerciais para buscar abrigo na ilha de Fidel Castro. Mas os jovens ambiciosos (e ingênuos) que protagonizaram a ação no Caravelle queriam levar com eles dezenas de combatentes tirados de circulação pelos organismos de repressão militar.

Ao dar meia volta, o comandante Harro Cyranka informou à torre de controle que o avião estava sendo sequestrado e começou a transmitir conforme as exigências dos quatro guerrilheiros. Eles desejavam, além de trocar passageiros por presos políticos, a leitura de um manifesto em cadeia nacional de rádio. 

Segundo um depoimento de da sequestradora Jessie, o piloto chegou a alertar o grupo de que eles conseguiram mais chance de vencer em seu plano se fosse para um aeroporto como o de Manaus, onde o aparato de segurança era menor. No Galeão, ele disse, os militantes certamente seriam presos pelos órgãos de coerção. Ainda de acordo com a própria sequestradora, isso mostra o quão despreparados eles estavam.

O avião cercado por forças de segurança, que tentam entrar na aeronave durante o sequestro,
em 1970 (Foto: Arquivo/Agência O Globo)
A chefia do Galeão, então, acionou as tropas da Força Aérea Brasileira (FAB) que vinham recebendo treinamento específico para aquele tipo de situação. Às 10h45, quando o Caravelle parou sobre a pista no Rio, a primeira coisa que os militares fizeram foi metralhar o trem de pouso. Não havia forma mais clara de dizer que as autoridades não permitiriam que a aeronave decolasse de novo.

O avião foi completamente cercado por carros do Corpo de Bombeiros, além de viaturas ansiosas, duas vítimas e dezenas de agentes da repressão. A partir de então, todas as exigências feitas pelos guerrilheiros paravam na decisão das autoridades, que se negavam a negociar. 

Enquanto isso, dentro do avião, a tensão aumentou junto com o calor, já que o ar condicionado estava desligado. Alguns passageiros se ofereciam para ajudar na negociação, outros passavam mal. Para aliviar os ânimos, o comediante Renato Corte Real, parceiro de Jô Soares, assumiu o interfone de bordo e realizou um show de cerca de dez minutos, com piadas que arrancaram risos até dos terroristas.

O clima no terminal de passageiros, ainda vazio, era de tensão entre funcionários da Cruzeiro do Sul e das outras empresas. A aeromoça Sônia, que voou no dia anterior com o comandante Cyranka, tentou chegar até a aeronave para encorajá-lo, sendo obstada pela segurança da pista. Harro Cyranka, primeiro piloto a cobrir a rota Rio-Porto Alegre em voo direto, segundo a aeromoça, estaria reagindo calmamente.

"Ele é o terceiro comandante mais voado do mundo. E sua calma é impressionante. Cyranka é o piloto mais antigo da empresa, talvez o mais hábil entre os comandantes brasileiros", declarou Sônia.

Na pista, às 14h40m – a 20 minutos do fim do prazo dado pela FAB – oficiais começaram a andar por baixo da aeronave, dando a entender que buscavam meios de penetrar. O comandante Cyranka, percebendo o movimento sob a cabina, fez gestos largos, sugerindo que eles deveriam se afastar. Cinco minutos depois, mais duas ambulâncias rodeavam o avião. 

Apenas duas aeronaves se encontravam na pista prontas para levantar voo: uma da TAP, com saída prevista para Lisboa às 15h15m e outra da Pan American – voo 202 – para Brasília, Port of Spain e Nova Iorque.

Quarenta e um passageiros, muitos deles irritados, esperavam este último voo. A Pan American pressionada, e após retardar bastante o voo 202, decidiu consultar a Base Aérea do Galeão sobre a possibilidade de autorizar o embarque. 

Um oficial pediu que a companhia esperasse alguns minutos, “meia hora, no máximo”, porque o avião da Cruzeiro do Sul seria logo liberado. A empresa transmitiu a informação aos passageiros e despachou as bagagens. 

Ás 15h10m, para surpresa dos que se achavam na estação de passageiros, a aeronave sequestrada começou a ser lavada com água ejetada por pequenas mangueiras. E, à distância, pode-se observar um homem subir na fuselagem do Caravelle.

"O presidente Médici deu ordem para a tripulação não decolar. O avião ficará na pista até o resgate dos passageiros". A frase do operador de tráfego Bezoni prenunciou o ataque ao Caravelle.

Tropas lançam fumaça química antes de tentar pegar aeronave (Foto: Arquivo/Agência O Globo)
Às 15h10m, todos entenderam a razão da lavagem: a água ejetada na fuselagem, uma espécie de cola, serviria como fixador da espuma marrom com que a aeronave seria banhada. As mangueiras de lona, desenroladas dos tratores, começaram a espalhar sobre o dorso do aparelho, em jatos fortíssimos, grande quantidade de espuma. A aeronave, em poucos minutos, ficou coberta por uma camada marrom, como se fosse chocolate.

Segundo o pessoal da FAB isso impediria que os sequestradores alvejassem alguém do lado de fora, pois lhes anularia a visão; os passageiros, igualmente, nada veriam. Somente o comandante Cyranka e o primeiro-oficial Schindler, através da janela da cabine, podiam ver o que se passava na pista. 

Coberta a aeronave, praças e oficiais da FAB forçaram as portas de emergência, para arrombá-las. Os agentes tentaram invadir o Caravelle, mas não conseguiram tirar as portas de emergência.

O mesmo plano foi repetido uma segunda vez, mas, de novo, sem sucesso. Só na terceira tentativa, os militares entraram na aeronave. 

Como os sequestradores não podiam ver o que estava ocorrendo fora, sete pontos do aparelho foram atacados simultaneamente: as duas portas da frente, próximas da cabina de comando; as quatro saídas de emergência, duas de cada lado, sobre as asas; e a porta traseira. 

Empunhando porretes, quebravam os vidros das janelas, para lançar pó químico dentro do avião. Um mulato, de camisa azul, após galgar a asa esquerda, esmurrou as portas, furiosamente. Outro, louro e magro, dava coronhadas na fuselagem. Nuvens de fumaça branca, que atingiam 10 metros de altura, escondiam parte do avião, bloqueando a visão do pessoal confinado na varanda da estação. Quando se dissipavam, outras nuvens eram formadas. 

Dentro desse clima, três ônibus penetraram na pista, em intervalos regulares, para recolher passageiros, e levá-los ao setor militar do aeroporto. Ouviu-se três tiros: um surdo como se ecoasse dentro do avião e os outros mais fortes.

Um homem trajando macacão verde desceu ferido, e foi carregado para uma ambulância. Duas outras ambulâncias, recolhendo outras pessoas, seguiram em alta velocidade para o setor militar. 

E novas nuvens de fumaça, menos espessas, foram lançadas sobre a área, sobrevoada por dois caças. Houve um murmúrio de espanto quando, do alto da escada interna, junto da cabina, um homem de camisa clara, parecendo membro da tripulação, se atirou no cimento da pista, de cabeça.

Às 15h40m, água pura ejetada por mangueiras dos bombeiros lavou a fuselagem do Caravelle, parecendo que tudo havia terminado. As portas do avião, escancaradas após a operação, voltaram a ser fechadas pelos praças da FAB. Das 12 viaturas dos bombeiros, quatro se retiraram lentamente, fazendo soar as sirenas. E alguns funcionários do aeroporto, antes mantidos à distância, foram olhar o Caravelle sem ser molestados.

Durante a tomada do avião, um dos terroristas feriu-se gravemente na cabeça e alguns passageiros sofreram pancadas e contusões, entre eles o comediante Renato Corte Real. O comandante Harro Cyranka recebeu ferimento perfurante numa das pernas (há relatos que ele recebeu um tiro disparado por Jessie Jane, que teria feito dois disparos, tendo o outro atingido de raspão um dos passageiros).

Houve tiroteio intenso, no qual Eiraldo de Palha Freire foi baleado. Ele morreu três dias depois. Segundo a Aeronáutica, o guerrilheiro faleceu devido ao tiro, mas, durante a Comissão Nacional da Verdade, em 2014, ficou preso que o integrante da ALN foi um óbito em decorrência da tortura após ser capturado.


Finda a operação militar, todos, sem exceção, foram levados para o hospital, tripulantes e passageiros. Nenhum militar foi ferido, mas todos foram também para o hospital, fiscalizando o atendimento. 

Foram medicados: um passageiro, ferido de leve na perna, que logo liberado para o depoimento na Base Aérea; o ator Renato Corte Real, com ferimento leve na altura da boca – que o fez perder a dentadura – e crise nervosa, logo sanada, a ponto de fazê-lo agradecer e pedir desculpas aos oficiais; o comandante Cyranka, que foi imediatamente levado para a sala de operações; o segundo-oficial Wilson, ferido no rosto; a comissária Nilma, também levemente ferida na testa; e o sequestrador que foi identificado mais tarde como sendo o passageiro Eiraldo Palha Freire. 

Esse chegou ao hospital dado como morto. Veio deitado em decúbito dorsal, com a própria camisa enrolada no pescoço amparando o sangue que lhe escorria. Foi levado às pressas para a mesa de operações e verificou-se que a bala não atravessou o crânio, tendo entrado pelo ouvido, batido provavelmente num osso, e descido pelo pescoço. 

A mulher do grupo sequestrador, Jessie Jane, – que recebeu cinco pontos na nuca – chegou enrolada numa toalha, pois no desembarque, empurrada de um para outro lado, teve as roupas rasgadas. Apenas esses tiveram maiores cuidados médicos, reduzindo-se o tratamento dos demais a doses fortes de calmante.

Por volta das 20 horas é que eles foram, então, levados para depor sobre a tentativa do sequestro. À medida que iam sendo liberados, podiam escolher o hotel de preferência. A bagagem, enquanto se sucediam os acontecimentos, foi levada para o interior do aeroporto. Acalmada a situação, alguns oficiais comentavam mais serenos que fora outra vitória do Brasil. 

Jessie, Fernando e Colombo à esquerda, no banco dos réus, durante o julgamento, em 1970
(Foto: Arquivo/Agência O Globo)
Os quatro sequestradores foram levados ao Centro de Investigações da Aeronáutica (CISA), na Base Aérea do Galeão, onde tiveram início como sessões de interrogatório mediante tortura. Na madrugada de 2 de julho de 1970, foram transferidos ao Destacamento de Operações de Informação - Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-CODI), na Tijuca, onde as sevícias continuaram. 

De acordo com Jessie Jane, os agentes pensavam que Eiraldo era seu namorado, e, portanto, a colocavam de frente para ele, na tentativa de confirmar informações. Mas a guerrilheira, que depois da ditadura se tornou professora de História, conto que ambas ficaram o tempo todo em silêncio.

O Ministério Público pediu pena de morte para os três militantes que sobreviveram, alegando que os disparos foram para eles no momento da reação militar que causou a morte de Eiraldo. O Conselho Especial de Justiça da Aeronáutica, porém, não suspeitou com a tese e, em novembro de 1970, os condenou à prisão: 24 anos de prisão para Colombo, 18 anos para Jessie e 12 anos para Fernando.

Nos primeiros anos, Jessie e Colombo permaneceram presos em locais distintos: ela no Presídio Talavera Bruce, em Bangu, na Zona Oeste do Rio, e ele no Instituto Penal Cândido Mendes, na Ilha Grande, em Angra dos Reis. O contato entre os namorados se dava apenas por cartas, até que, em 1972, a dupla conseguiu autorização judicial para se casar e, em 1975, obtiveram permissão para visitas íntimas. Em 1976, nasceu Leta Vieira de Sousa, filha do casal, que viveu os primeiros meses de vida no presídio, até ser enviada para a casa da avó. Hoje, ela é arquiteta e urbanista.

Jessie e Colombo foram libertados em 1979, quando o regime militar deu início à flexibilização política e foi aprovado a Lei da Anistia. Nos anos seguintes, o ex-guerrilheiro foi assessor da Aquidiocese de Volta Redonda e do Sindicato dos Metalúrgicos de Volta Redonda. Ele morreu em 25 de abril de 2021, aos 71 anos. Já sua companheira se formou em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF), tem mestrado pela Universidade de Campinas (Unicamp) e doutorado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), da qual é, hoje, professora.

Colombo e Jessie dando entrevista após deixarem prisão, em 1979 (Foto: Wilson Alves/Agência O Globo)
O casal de sequestradores e o episódio do sequestro e seus aperfeiçoamentos são tema da série documental do Globoplay "Jessie e Colombo".


Por Jorge Tadeu (Site Desastres Aéreos) com ASN, Jornal do Brasil, Opinião Sem FronteirasO Globo