As principais notícias sobre aviação e espaço você acompanha aqui. Acidentes, incidentes, negócios, tecnologia, novidades, curiosidades, fotos, vídeos e assuntos relacionados.
Visite o site Desastres Aéreos, o maior banco de dados de acidentes e incidentes aéreos do Brasil.
A aeronave Beechcraft 58 Baron, prefixo PR-CCS, da empresa CCS Patrimonial, que tem a propriedade associada ao deputado federal Cláudio Cajado (PP) realizou um pouso forçado na tarde desta segunda-feira, (14). A situação ocorreu no aeroporto de Irecê, centro-norte da Bahia.
O episódio ocorreu quando o parlamentar cumpria agenda e atos de campanha na região. Ele passou pelos municípios de Ipupiara e Brotas de Macaúbas durante a manhã antes de seguir viagem.
Mesmo com o pouso de emergência, não houve feridos no incidente. O parlamentar ainda não se pronunciou sobre o ocorrido. Apesar do susto durante a manobra de emergência, não houve registro de feridos
Ninguém ficou ferido no acidente, que aconteceu na madrugada deste domingo (13) em Parelhas. Além do cantor, outros cinco passageiros estavam na aeronave, além de dois tripulantes.
O jato executivo Cessna 550 Citation Bravo, prefixo PP-WMO, com o cantor Rey Vaqueiro pegou fogo após sair da pista durante um pouso na madrugada deste domingo (13) na cidade de Parelhas, na Região Seridó do Rio Grande do Norte, onde o artista tinha apresentação marcada.
Estavam na aeronave o cantor e outras cinco pessoas, além do piloto e copiloto. Ninguém ficou ferido. A aeronave pertence ao empresário Yvens Watila Oliveira da Silva, irmão do cantor Wesley Safadão.
(Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros)
O avião ficou destruído. O Corpo de Bombeiros informou que acionou o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) para investigar a causa do acidente.
De acordo com o Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB), a aeronave, de matrícula PP-WMO, é do modelo 550 Bravo, da Cessna, com capacidade para oito passageiros. Ele foi fabricado em 2006.
Rey Vaqueiro havia se apresentado na cidade de Moreno, em Pernambuco, horas antes e tinha apresentação marcada em Parelhas às 2h30.
Cantor, equipe e tripulação foram levados para o Hospital Municipal de Parelhas para avaliação médica. Eles conseguiram deixar a aeronave antes do fogo se espalhar.
Acidente avião Rey Vaqueiro em Parelhas, RN (Foto: Divulgação)
Nas redes sociais, o prefeito de Parelhas, Tiago Almeida, publicou uma foto com o artista e também parte da equipe de saúde que o atendeu.
"Hoje, diante de uma situação que ninguém esperava viver, profissionais de saúde e toda uma equipe se mobilizaram para cuidar, acolher e fazer o possível diante de uma emergência tão delicada", disse o prefeito.
Em nota nas redes sociais, o cantor informou que ele e a equipe estão bem e que receberam "todos os cuidados médicos necessários".
(Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros)
Por conta do acidente, o cantor cancelou os shows deste domingo (13) nas cidades de Custódia e Canhotinho, em Pernambuco. Novas datas serão divulgadas em breve.
Segundo o Corpo de Bombeiros, as duas turbinas ficaram em chamas no acidente. Ao todo, foram cinco horas de combate ao fogo.
"As equipes realizaram o combate ao incêndio e o resfriamento das turbinas, enquanto o combustível remanescente era consumido", informou, em nota, a corporação.
O pouso acontecia no aeródromo de uma mineradora em Parelhas. Minutos antes, uma primeira aeronave com parte da equipe do cantor já havia pousado sem nenhuma intercorrência.
(Foto: Divulgação)
De acordo com o Corpo de Bombeiros, a pista no local estava apta e não apresentava problemas para pouso ou decolagem.
Nove bombeiros atuaram no combate às chamas. Além de apagar o fogo da aeronave, a equipe trabalhou para evitar que as chamas se espalhassem pela área da mata.
PERFIL: Quem é Rey Vaqueiro, cantor que se envolveu em acidente aéreo no RN
De acordo com o delegado responsável pela ocorrência, pelas condições da aeronave, não há sobreviventes.
O avião de pequeno porte Cessna 402B, prefixo N401NA, caiu em uma região de fazenda, a cerca de 20 km da área urbana de Água Boa (MT), nesta quinta-feira (10). O Corpo de Bombeiros informou que três pessoas foram encontradas mortas no local. A identidade delas não foi divulgada.
De acordo com o delegado Carlos Alberto, responsável pela ocorrência, pelas condições da aeronave, não há sobreviventes. Também não foi possível identificar a origem, o destino e quantas pessoas ao todo estavam na aeronave.
"O estado em que a aeronave foi encontrada impossibilitou, inicialmente, sua identificação. Por esse motivo, não foi possível, até o momento, confirmar informações sobre eventual plano de voo, local de origem ou destino da aeronave, tampouco a identidade das pessoas que estavam a bordo", disse.
Em um vídeo gravado no local, é possível ver que a aeronave foi destruída pelo fogo (veja acima). O avião é um Cessna, prefixo N401NA e não tem registro na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
(Foto: Reprodução)
Uma equipe do Corpo de Bombeiros realizou o combate das chamas no local. A área foi isolada para o trabalho da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e da Polícia Civil.
O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) foi comunicado e deverá participar dos trabalhos periciais complementares, juntamente com os demais órgãos responsáveis pela investigação.
Aeronave da Boliviana de Aviación retornou ao Aeroporto Internacional de Guarulhos 30 minutos após a decolagem; avião pousou em segurança e não causou nenhum incidente.
Um avião da companhia aérea Boliviana de Aviación precisou realizar um pouso de emergência, na noite desta segunda-feira (31), no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, 30 minutos após a decolagem.
O Boeing 737-7Q8, registrado sob a matrícula CP-2924, decolou em São Paulo às 18h41, no horário de Brasília, e realizou o pouso de emergência às 19h11.
O Aeroporto de Guarulhos afirmou que, seguindo os protocolos de segurança, acionou a equipe de emergência e a aeronave pousou sem causar incidentes. A motivação do pouso não foi informada.
O momento da aterrisagem foi registrado durante uma transmissão ao vivo no canal Aviação Guarulhos JPD. Quando a aeronave pousa, é possível ver a aproximação de veículos de emergência na pista.
Nas imagens, é possível ver o avião se aproximando e tocando a pista para o pouso. Também é possível ver que tinha muita água na área e chovia. O vídeo não mostra o momento em que a aeronave sai da pista. Assista acima.
O voo LA3858 havia saído do Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, com destino a Cascavel. Ao todo, 145 passageiros e seis tripulantes estavam a bordo.
Às 10h desta terça-feira (1°), o avião foi retirado da e o aeroporto reaberto. As causas do incidente ainda serão apuradas.
Avião pousou em área escorregadia, segundo piloto (Foto: Reprodução/ Redes sociais)
Após ultrapassar o limite da pista, a aeronave parou em uma área de lama ao lado do pavimento.
➡️✈️ O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos tem como finalidade a prevenção de futuros acidentes, sem determinar culpa ou responsabilidade.
Conforme o Cenipa, investigadores foram acionados para realizar a Ação Inicial da ocorrência envolvendo a aeronave.
(Foto via catve.com)
Nela, os profissionais aplicam técnicas específicas para a coleta e confirmação de dados, a verificação dos danos causados à aeronave ou pela aeronave, além do levantamento de outras informações que podem contribuir para entender a situação.
"Nessa etapa, reúnem-se elementos que subsidiarão as fases posteriores da investigação, as quais têm por finalidade identificar possíveis fatores contribuintes e, quando aplicável, permitir a emissão de Recomendações de Segurança voltadas à prevenção de novas ocorrências", detalhou, em nota, o Cenipa.
Avião sai da pista em Cascavel (Foto: RPC Cascavel)
Por causa do incidente, a Latam cancelou o voo que faria o trajeto de volta de Cascavel para Guarulhos. Segundo a empresa, os passageiros estão sendo acomodados em outras operações a partir de Foz do Iguaçu, no Oeste do Paraná.
A companhia informou que está prestando assistência aos passageiros e tripulantes e colaborando com as autoridades na apuração do caso.
"A Latam reitera que adota todas as medidas de segurança técnicas e operacionais para garantir uma viagem segura para todos", diz a companhia.
A Latam informou que enviará um equipamento para a retirada da aeronave, com previsão de chegada por volta das 19h. Até que os procedimentos de segurança sejam concluídos, o Aeroporto Regional de Cascavel permanece fechado para pousos e decolagens.
Via Kethleen Simony, Amanda Guedes, g1 PR e RPC Cascavel, UOL e ASN
Pista do Aeroporto Santos Dumont foi liberada ainda na noite de quinta-feira (27); ninguém ficou ferido.
Um avião de pequeno porte saiu da pista na tarde desta quinta-feira (27) no Aeroporto Santos Dumont, no Centro do Rio. Até as 20h58, 15 chegadas foram alteradas para o Galeão e 66 partidas foram canceladas. Entre os afetados estão voos da ponte aérea.
Segundo a Infraero, a aeronave, o Embraer 500 Phenom 100, prefixo PS-VEE, da VEE One – Manutenção e Serviços Ltda., saiu da pista durante o procedimento de pouso, às 16h10 desta quinta-feira, e parou na área gramada. Não houve feridos. Na aeronave, estavam um piloto e um tripulante.
(Foto: Reprodução/Youtube Aviation TV)
"O Plano de Emergência do Aeroporto foi acionado imediatamente e as operações do aeroporto foram suspensas para remoção da aeronave que está na área gramada ao lado da pista. Equipe do Corpo de Bombeiros também dão suporte e técnicos do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) estão se dirigindo ao aeroporto para iniciar as investigações sobre a causa da saída da pista", informou a Infraero.
A aeronave envolvida no incidente está registrada em nome da VEE One Manutenção e Serviços Ltda., empresa sediada em Campinas (SP) e especializada em manutenção de aviões.
O avião de pequeno porte que saiu da pista no Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, e foi parar em uma área gramada perto do campo de aviação, foi retirado do local na noite desta quinta-feira (27). A aeronave teria apresentado uma falha no trem de pouso, segundo apuração da CNN Brasil.
O avião de prefixo PS-VEE foi retirado pelo Corpo de Bombeiros por meio de um içamento que o colocou em uma carreta com segurança. Ninguém ficou ferido.
Via g1, CNN, ANAC e ASN - Fotos: Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro
Rompimento de pneu durante pouso bloqueou temporariamente a pista; três voos foram desviados e outros três tiveram atrasos.
Um problema durante o pouso de uma aeronave provocou o bloqueio temporário da pista do Aeroporto Internacional Marechal Rondon, em Várzea Grande, na manhã desta quinta-feira (27). Três voos com destino ao terminal foram desviados para outros aeroportos e outros três que partiriam do local sofreram atrasos.
Segundo a Centro-Oeste Airports (COA), concessionária responsável pelo aeroporto, uma aeronave da aviação geral teve um dos pneus rompidos durante o procedimento de pouso no início da manhã.
Por causa da ocorrência, a pista de pousos e decolagens precisou ser temporariamente bloqueada para a retirada da aeronave.
A concessionária informou que acionou o Plano de Remoção de Aeronaves Interditadas (PRAI) e prestou suporte para que a aeronave fosse retirada da pista.
Seis voos foram afetados
Durante o período em que a pista permaneceu bloqueada, três voos que tinham como destino o Aeroporto Marechal Rondon precisaram ser desviados para outros aeroportos.
Outros três voos que estavam previstos para decolar do terminal registraram atrasos. A concessionária não informou quais voos foram afetados nem para quais aeroportos as aeronaves foram desviadas.
Após a retirada da aeronave, a pista foi liberada e as operações foram retomadas normalmente.
A COA orienta os passageiros com viagens previstas para esta quinta-feira a consultar diretamente as companhias aéreas para verificar possíveis alterações nos horários dos voos.
A aeronave Beechcraft G58 Baron, de prefixo PR-FCW, realizou um pouso de emergência na manhã desta quarta-feira (26), no Aeroporto de Cascavel, no Oeste do Paraná.
A aeronave havia saído do estado de Goiás com destino a Sarandi, também no Paraná. Por volta das 9h, foi emitido um alerta após ser identificado um problema operacional no trem de pouso do nariz da aeronave.
Assim que percebeu a falha, o piloto acionou os procedimentos de emergência e seguiu para o Aeroporto de Cascavel, onde realizou o pouso com segurança.
Cinco pessoas estavam a bordo da aeronave. Equipes do Samu e da Defesa Civil foram mobilizadas e permaneceram de prontidão durante a operação.
O pouso de emergência também provocou impactos na operação do aeroporto. Por conta da ocorrência, um voo da LATAM teve o horário de chegada ou partida atrasado.
Apesar do problema no trem de pouso, a aeronave conseguiu pousar em segurança.
A gestora aeroportuária, Jocemara Lopes, afirmou que o Aeroporto de Cascavel está preparado para qualquer tipo de emergência com aeronaves.
“O piloto verificou que estava com problema no trem de pouso e pediu para a estação prestadora de serviço de tráfego priorizar o pouso aqui em Cascavel. Falou da emergência que estava acontecendo, acionamos todo nosso aparato de segurança e atendemos essa aeronave com efetividade”, explicou Jocemara.
Voo de resgate aconteceu às 22h25 desta terça-feira (25) na capital potiguar, segundo Zurich Airport Brasil, concessionária do aeroporto.
Aeronave que realizou pouso de emergência em Natal e imagem do flightradar do trajeto (Imagens: Foto 1: Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi | Foto 2: flightradar)
Os passageiros do voo entre Buenos Aires e Madri que permaneciam em Natal após um avião da companhia aérea Plus Ultra fazer um pouso de emergência embarcaram em uma nova aeronave para seguir viagem para Madri na noite desta terça-feira (25), dois dias após o incidente.
Os passageiros ficaram mais de 48 horas na capital potiguar. O comandante do voo PUE502 avião declarou emergência na noite de domingo (23) após o avião da companhia aérea espanhola apresentar uma falha técnica.
Aeronave da Plus Ultra que pousou no Aeroporto Internacional de Natal (Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi)
Ao todo, havia 312 pessoas no avião, o Airbus A330-202, prefixo EC-NUL, da Plus Ultra, entre passageiros e tripulantes.
Segundo a Zurich Airport Brasil, concessionária que administra o Aeroporto Internacional de Natal, o voo de resgate dos passageiros ocorreu às 22h25 desta terça-feira (25) e foi realizado pela própria Plus Ultra.
A previsão inicial era de que o voo de resgate ocorresse na noite de segunda-feira, o que não ocorreu.
Após o desembarque, a companhia providenciou quatro ônibus e tentou encontrar hotéis e pousadas para acomodar os passageiros durante a madrugada. No entanto, não conseguiu vagas para todo o grupo.
Os passageiros permaneceram no saguão do aeroporto à espera de uma solução para seguir viagem. Eles receberam vouchers de hospedagem, mas, segundo os relatos, os documentos não tinham nomes. O grupo também reclamou da falta de alimentação durante a espera.
A situação provocou irritação entre alguns passageiros, que fizeram um protesto no terminal e cobraram uma solução para a continuidade da viagem. “Estamos aqui sem nada, sem notícias”, disse Esteban Mordi, passageiro argentino.
A passageira espanhola Solanche Goméz também criticou a situação: “Não tem outra palavra, isso é uma vergonha”, afirmou.
Polícia Militar foi acionada (Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV)
O avião da Plus Ultra precisou fazer um pouso de emergência na noite de domingo (23) no Aeroporto Internacional de Natal. A Zurich Airport Brasil informou que o pouso aconteceu após o comandante do voo PUE502 declarar emergência.
"Os protocolos de segurança foram acionados e a aeronave pousou em Natal, em segurança, às 19h14", informou a Zurich Airport Brasil.
De acordo com a concessionária, passageiros e tripulação desembarcaram normalmente, "sem impactos às operações do aeroporto".
Como é a Plus Ultra
Companhia espanhola opera em vários países da América Latina (Imagem: Divulgação/Plusultra.com)
A Plus Ultra Líneas Aéreas é uma companhia aérea espanhola sediada em Madri e especializada em voos de longa distância entre a Espanha e a América Latina. A empresa mantém operações para destinos como Buenos Aires, Bogotá, Cartagena, Santiago, Quito, Caracas, Lima, Havana e Santo Domingo. Também há uma rota entre Tenerife e Caracas e voos para Malabo, na Guiné Equatorial.
Fundada em 2011, iniciou as operações comerciais em 2015. Além dos voos regulares, também atua com fretamentos e no modelo ACMI, no qual fornece aeronave, tripulação, manutenção e seguro para outras empresas.
A frota atual é composta por sete Airbus A330. Segundo a empresa, cada aeronave tem capacidade para entre 275 e 299 passageiros, distribuídos nas classes Econômica e Executiva.
Atualmente, a companhia é alvo de investigação. Durante a pandemia de covid-19, em 2021, a Plus Ultra recebeu um pacote de ajuda financeira de 53 milhões de euros concedido pelo governo espanhol. O caso ganhou novas proporções em 2025, quando a Justiça da Espanha passou a investigar suspeitas de lavagem de dinheiro relacionadas ao uso dos recursos do resgate.
(Imagem: Getty Images)
Segundo o jornal El País, o presidente da empresa, Julio Martínez Sola, e o CEO, Roberto Roselli, chegaram a ser detidos no âmbito da investigação. Em julho de 2026, os dois deixaram seus cargos.
O ex-primeiro-ministro espanhol José Luis Rodríguez Zapatero e suas duas filhas também são investigados. O processo segue sob sigilo.
Recentemente, o juiz da Corte Nacional espanhola José Luis Calama pediu à polícia um levantamento detalhado sobre a evolução do capital social da empresa desde sua fundação até a atualidade. Segundo relatório divulgado pelo El País, a investigação dá atenção especial à entrada de investidores venezuelanos no quadro societário em 2017.
Antes do episódio em Natal, já havia registro de um problema técnico envolvendo uma aeronave da empresa. Em setembro de 2018, um Airbus A340 que fazia a rota entre Lima, no Peru, e Madri apresentou uma falha durante o trajeto e precisou retornar à capital peruana.
Via Inter TV Cabugi, g1 RN, Metrópoles, UOL e flightradar24
O empresário Inácio Carlos Urban e o mecânico Rogério Dalla Santa, foram condenados por homicídio culposo pela morte de Rodrigo Carlos Pereira, de 39 anos, em 2020. Decisão estabelece pena de 1 ano e 4 meses de detenção, mas foi revertida ao pagamento de multa.
Avião em que Rodrigo estava (Foto: PM/Divulgação)
A Justiça de Minas Gerais condenou o empresário Inácio Carlos Urban, ligado ao setor do agronegócio, e o mecânico Rogério Dalla Santa pela morte do piloto agrícola Rodrigo Carlos Pereira, de 39 anos. O acidente aéreo aconteceu em fevereiro de 2020, na zona rural de Coromandel, no Alto Paranaíba.
A sentença foi assinada na segunda-feira (24) pela 1ª Vara Cível, Criminal e de Execuções Penais de Coromandel. Inácio e Rogério foram condenados por homicídio culposo — quando não há intenção de matar —, com aumento da pena pela inobservância de regra técnica da profissão.
🔎 Inobservância significa a falta de cumprimento ou o descumprimento de uma regra, lei, norma ou ordem.
A pena fixada para cada um dos condenados foi de 1 ano e 4 meses de detenção, em regime inicialmente aberto. Como preencheram os requisitos legais, a pena de prisão foi substituída pelo pagamento de prestação pecuniária: 25 salários mínimos para Inácio Carlos Urban e 10 salários mínimos para Rogério Dalla Santa.
Além disso, a Justiça determinou o pagamento solidário de R$ 250 mil à viúva e aos filhos do piloto, como reparação mínima por danos morais. Os condenados poderão recorrer da decisão em liberdade.
O g1 entrou em contato com o advogado de Inácio e Rogério, Brian Epstein Campos, mas não havia obtido resposta até a última atualização desta reportagem.
Entenda as responsabilidades segundo a Justiça
De acordo com a denúncia do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e a sentença, a queda do avião agrícola Embraer EMB-202A, modelo Ipanema, foi provocada por uma pane seca causada por falhas graves e recorrentes no sistema de combustível e pela falta de manutenção adequada.
Rogério Dalla Santa ("Titanic"): Realizava intervenções mecânicas na aeronave sem ter a habilitação técnica exigida pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). No dia do acidente, fez procedimentos no motor e no sistema de alimentação, mas não registrou as intervenções nos diários de bordo e prontuários da aeronave. Com isso, liberou o avião para voo sem verificar a quantidade de combustível consumida ou perdida durante os testes.
Inácio Carlos Urban: Como proprietário da aeronave e empregador do piloto, foi responsabilizado por confiar tarefas de manutenção e gerenciamento a uma pessoa sem qualificação legal. Também foi apontado que houve falta de fiscalização, já que a aeronave operava sem os registros técnicos obrigatórios e em desacordo com as normas da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e de segurança do trabalho.
Ação do MPT e liminar contra a empresa
Além da condenação criminal, o caso também motivou uma Ação Civil Pública (ACP) movida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT). O órgão obteve uma liminar que obrigou o grupo econômico Farroupilha, ligado ao empresário, a adotar imediatamente rotinas rigorosas de manutenção nas máquinas e aeronaves usadas na aviação agrícola.
A decisão da Justiça do Trabalho estabeleceu que o grupo deve:
Submeter as aeronaves a inspeções regulares por profissionais legalmente habilitados;
Anexar ao processo os relatórios de manutenções preventivas e corretivas;
Comprovar a qualificação formal dos mecânicos responsável pelas aeronaves.
Em caso de descumprimento das obrigações, foi fixada multa de R$ 20 mil por item descumprido. Na decisão trabalhista, o juiz Sérgio Alexandre Resende Nunes apontou "evidente risco para a integridade física dos pilotos da empresa" diante da informalidade nas manutenções.
Relembre o acidente
O acidente aconteceu no dia 7 de fevereiro de 2020, na zona rural de Coromandel. Segundo a Polícia Militar (PM), o avião pilotado por Rodrigo Carlos Pereira aplicava inseticida em uma lavoura da Fazenda São Francisco quando caiu na pista de pouso, durante a aterrissagem.
Funcionários da propriedade socorreram o piloto e o levaram para o pronto-socorro municipal de Coromandel. Porém, o hospital informou ao g1 que o trabalhador já chegou à unidade sem vida.
Testemunhas contaram aos militares que o avião havia decolado do aeroporto da cidade e seguia para a propriedade, onde aplicaria produtos químicos nas plantações.
Operação no aeródromo foi suspensa durante a tarde da quarta-feira (26).
(Foto: Thales Augusto Almeida)
A operação do Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, foi suspensa por algumas horas na tarde desta quarta-feira (26). Segundo a administração do aeródromo, um avião com dois ocupantes apresentou problemas durante o pouso, às 15h49. Ninguém ficou ferido.
Imagens mostram a aeronave tombada na pista, que precisou ser fechada para a remoção do bimotor e uma inspeção pelas equipes do terminal (veja vídeo aqui). O incidente ocorreu um dia depois que um Cirrus SR22 caiu e pegou fogo em Mateus Leme, na Grande BH.
(Foto: Imagens cedidas a O TEMPO)
Trata-se do avião Hawker Beechcraft C90GTi King Air, de prefixo PP-ADU, do Grupo Adubos Real. Conforme o Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB), da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o veículo está em situação regular para voos privados, com Certificado de Verificação de Aeronavegabilidade (CVA) válido até 26 de agosto de 2027.
Ainda de acordo com o RAB, a aeronave pertence a uma empresa controlada pelo Banco Safra, mas é operada pelo Grupo Adubos Real.
Momento do pouso de emergência do King Air C90GTi hoje no Aeroporto da Pampulha
Em nota, a Força Aérea Brasileira (FAB), por meio do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), informou que acionou investigadores para realizar a ação inicial da ocorrência envolvendo o bimotor de matrícula PP-ADU.
"Nessa etapa, reúnem-se elementos que subsidiarão as fases posteriores da investigação, as quais têm por finalidade identificar possíveis fatores contribuintes e, quando aplicável, permitir a emissão de recomendações de segurança voltadas à prevenção de novas ocorrências", completou o órgão.
Segundo os bombeiros, o piloto e único ocupante, de 29 anos, teria saído após a queda e populares que estavam no local o retiraram em segurança. Ele foi levado para uma UPA em Mateus Leme.
O avião monomotor de pequeno porte Cirrus SR-22 G3 Grand, prefixo PR-VMI, da WA1 Aeronaves Compartilhadas Ltda., caiu no distrito de Serra Azul, em Mateus Leme, na manhã desta terça-feira (25). Segundo informações preliminares do Corpo de Bombeiros, a aeronave teria pegado fogo antes de cair em uma área de mata.
(Foto: TV Globo/Reprodução)
Ainda segundo os bombeiros, o piloto, de 29 anos, era o único ocupante e teria sido socorrido por populares após a queda. Ele foi conduzido para uma UPA de Mateus Leme e, em seguida, transferido para o Hospital João XXIII, na capital mineira.
No vídeo é possível ver o momento em que a aeronave já esta caindo com o sistema de paraquedas ativado (veja acima) e muita fumaça sendo liberada. Este sistema é um equipamento de série deste modelo de aeronave que ajuda a reduzir o impacto de eventual queda. Após cair no solo, o monomotor pega fogo por completo.
Avião de pequeno porte cai e pega fogo na Grande BH (Imagem: Reprodução)
Ainda segundo os bombeiros, a aeronave saiu do aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, e seguia para Bom Despacho.
O g1 entrou em contato com a Motiva, que informou que "o monomotor decolou por volta das 7h45. Durante a operação, não houve qualquer comunicação entre o piloto e a Torre de Controle do Aeroporto da Pampulha relatando emergência, pane ou outra ocorrência".
Cirrus Design SR22
A aeronave de prefixo PR-VMI, um Cirrus Design SR22, aparece com situação normal no Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB). O avião é de uso particular e tinha o Certificado de Verificação de Aeronavegabilidade (CVA) válido até 26 de setembro de 2026. O cadastro informa ainda que não havia nenhuma restrição registrada para a aeronave.
O Cirrus SR22 de 2013 conta com um sistema de paraquedas para toda a aeronave, chamado CAPS (Cirrus Airframe Parachute System). Ele é equipamento de série nos modelos SR da Cirrus.
O avião foi fabricado em 2013 e tem cinco assentos, com espaço para um piloto e quatro passageiros. A aeronave tem peso máximo de decolagem de 1.633 kg e é equipada com um motor. O registro informa também que o avião está autorizado a operar de acordo com as regras previstas no RBAC 91.
Entenda como funciona o paraquedas que reduziu a velocidade da queda de avião na Grande BH
O sistema, chamado CAPS (Cirrus Airframe Parachute System), é integrado à fuselagem do Cirrus Design SR22, mesmo modelo da aeronave de prefixo PR-VMI envolvida no acidente. Por meio de um foguete balístico, o paraquedas é lançado para fora da aeronave e aberto.
Quando aberto totalmente, o avião continua descendo, mas com uma velocidade menor. A ideia é reduzir a força do impacto e aumentar as chances de sobrevivência de quem está a bordo.
Conforme a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o equipamento só pode ser usado em emergências, como perda de motor sem possibilidade de pouso imediato, incapacitação do piloto e outras situações em que não será possível pousar a aeronave com segurança.
Equipe do Cenipa recolhe destroços e coleta vestígios onde avião caiu e pegou fogo na Grande BH
Uma equipe do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) esteve nesta quarta-feira (26) no local onde o avião Cirrus SR22 caiu e pegou fogo, na zona rural de Mateus Leme, na Grande BH. O sistema de paraquedas da aeronave reduziu o impacto da queda e fez com que o piloto, Gustavo Couto de Salles Victor Filho, de 29 anos, saísse praticamente ileso (veja vídeo acima).
Segundo a Força Aérea Brasileira (FAB), os investigadores avaliaram os danos causados ao monomotor e ao entorno, coletaram informações que vão ajudar na análise do caso e recolheram destroços. A apuração do órgão serve para evitar que acidentes semelhantes aconteçam.
"Nessa etapa, reúnem-se elementos que subsidiarão as fases posteriores da investigação, as quais têm por finalidade identificar possíveis fatores contribuintes e, quando aplicável, permitir a emissão de Recomendações de Segurança voltadas à prevenção de novas ocorrências", explicou a FAB, em nota.
Piloto Gustavo Couto de Salles Victor Filho, de 29 anos, saiu praticamente ileso de queda de avião após acionar paraquedas de aeronave (Foto: Reprodução/Redes sociais)
O piloto era o único ocupante do avião, que caiu na manhã de terça-feira (25). Ele foi socorrido, inicialmente, por lavradores da região, a quem pediu água.
"Foi bom ver que ele não tinha se machucado. Ele conversou e pediu água. Demos a ele água", contou Mateus Macieira, que ajudou no resgate.
Segundo o Corpo de Bombeiros, Gustavo Couto de Salles Victor Filho foi levado para atendimento médico consciente e orientado, sem queixas de dores ou escoriações. Ele foi transferido da UPA de Mateus Leme para o Hospital João XIII, em Belo Horizonte, onde recebeu oxigênio devido à inalação de fumaça e ficou em observação, tendo alta no mesmo dia.
"O sentimento é só de agradecer a Deus por ter dado toda a iluminação e dar tudo certo, a porta estar aberta na hora certa, eu poder respirar, o paraquedas ter funcionado, tudo certo. É só agradecer a Deus mesmo por mim e pela minha família", disse Gustavo em entrevista à TV Globo.
Via Maria Carolina Martins, Francielly Santiago, TV Globo, BH24 horas, Metrópoles e ASN
Aeronave de pequeno porte fez pouso de emergência na GO-174, entre Montes Claros de Goiás e Diorama, após o piloto relatar perda de potência causada por pane elétrica.
Avião faz pouso forçado em Montes Claros de Goiás (Foto: Divulgação/Polícia Militar)
Uma aeronave de pequeno porte fez um pouso forçado na GO-174, no trecho entre Montes Claros de Goiás e Diorama, região oeste de Goiás. A cena inusitada assustou quem transitava pela rodovia. Segundo a Polícia Militar, o piloto informou que o motor do avião perdeu potência após uma pane elétrica e que teria considerado o local com menor risco para realizar a manobra.
O caso aconteceu na quinta-feira (20) e, nas imagens, é possível ver a aeronave sendo manobrada para o acostamento da GO-174 com a ajuda de outras pessoas (veja vídeo acima).
Priscila Peres passava pelo local no momento da ocorrência e gravou parte da cena. Ao jornal O Popular, ela contou que o avião havia acabado de pousar quando passou pela rodovia.
“Passei, ele tinha acabado de pousar e estava todo mundo ajudando a tirar ele da pista”, disse.
De acordo com a PM, os militares foram acionados e, quando chegaram ao local, constataram que a aeronave já não estava na pista de rolamento. O avião havia sido levado para um local seguro, na entrada do Aterro Sanitário Municipal.
As equipes fizeram a fiscalização da aeronave e verificaram a documentação pessoal do piloto, as autorizações de voo, o plano de trajeto e a justificativa para o deslocamento.
Na sequência, os militares acompanharam o deslocamento da aeronave até uma área segura, fora da rodovia. Segundo a equipe, não foram constatadas irregularidades ou impedimentos legais, e os militares prestaram suporte ao piloto.
A ocorrência foi registrada para providências e diligências posteriores, com imagens do local e da aeronave anexadas ao registro.
A Polícia Militar fiscalizou os documentos da aeronave e do piloto no aterro sanitário municipal (Foto: Divulgação/Polícia Militar e Arquivo pessoal/Priscila Peres)
Incidente aeronáutico
A Força Aérea Brasileira (FAB) informou que foi oficialmente notificada, na quinta-feira (20), sobre um evento envolvendo a aeronave de matrícula PS-IAI, em Montes Claros de Goiás.
Segundo a FAB, após a coleta inicial e a análise técnica dos dados disponíveis, a ocorrência foi classificada como um incidente aeronáutico.
As informações sobre o caso ainda estão sendo reunidas e serão divulgadas posteriormente por meio de um reporte no Painel SIPAER, disponível no site do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA).