terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Acidentes aéreos no Brasil caem 15% em 2014

País registrou 136 ocorrências em 2014; em 2013, foram 159. No mundo, número de acidentes também caiu, mas o de mortes chegou a 1320 – foi o ano mais mortal da década.


O número de acidentes aéreos no Brasil caiu 14,5% em 2014, se comparado a 2013, segundo dados do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) compilados com exclusividade para o iG. No ano passado, o País registrou 136 ocorrências. Em 2013, foram 159.

O número de mortos nesses acidentes também caiu: foram 27 no ano passado contra 29 em 2013. O índice é o menor em quatro anos, de acordo com o órgão.

"Houve uma média de 2,3 fatalidades para cada uma das 27 ocorrências. Esse número é quase todo de acidentes que acontecerem com aeronaves menores, com capacidade para poucos passageiros. Em mais de 35% das ocorrências, estavam a bordo somente pilotos", detalha Raquel de Almeida Iber, gerente de pesquisas e análise de tendências da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

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Em relação às causas, a especialista explica que normalmente há mais de um fator que contribui para as ocorrências. "Nos últimos dez anos, por exemplo, cerca de 15% dos acidentes tiveram como principal causa o julgamento de pilotagem". O termo se refere a decisões tomadas pelo piloto.

A redução de acidentes ocorre em meio a um cenário onde o número de aeronaves em movimento só aumenta. Em 2014, o setor cresceu 5,2%, indicou o Decolagem Certa (DCERTA), sistema que acompanha e verificação a regularidade de certificados e licenças de aeronaves.

O Brasil também se manteve abaixo da média em número de acidentes fatais na aviação regular em comparação com outros países. Foram 0,19 por um milhão de decolagens em 2014, enquanto a mesma média mundial foi de 0,39.

Ano trágico


A queda do voo 8501 da AirAsia, que seguia da Indonésia para Cingapura em dezembro de 2014, fechou um ano trágico para a aviação mundial. Mas será que esse foi o pior ano da história da aviação recente? Sim e não. Depende do ponto de vista.

Em termos de acidentes, 2014 registrou o número mais baixo dos últimos 80 anos, de acordo com a Aircraft Accidents Archives, cuja sede fica em Genebra. Com o desaparecimento do AirAsia, foram 111. A última vez que o mundo teve 111 acidentes foi em 1927.

Em relação às mortes, porém, os números pintam um quadro mais sombrio. Depois da tragédia com o AirAsia, o ano foi considerado o mais mortal da última década, com 1.320 mortes.

"Se você considerar números absolutos de acidentes de aeronaves, voar hoje é mais seguro", disse Kane Ray, analista do Escritório instituto Bureau Internacional de Aviação (BAAA, na sigla em inglês), um grupo de consultoria de aviação global, à CNN.

"No entanto, há mais aviões no céu, então naturalmente o número total [de acidentes] pode ser parecido com o de décadas anteriores. Mas em algumas categorias, os desastres são mais altos", continuou Ray, segundo a CNN.

Os acidentes fatais de 2014 também põem fim a um crescente registro de melhoria na segurança da aviação global. "A cada dez anos ou mais, temos um ano que é menos seguro do que outros. Infelizmente, 2014 foi um deles", disse Ronan Hubert do BAAA à CNN. Em 2013, ano mais seguro desde 1945, foram 265 mortes, de acordo com a Aviation Safety Network.

Ásia


A Ásia teve um ano particularmente brutal. Até março de 2014, por exemplo, a Malaysia Airlines apresentava um excelente recorde de segurança. Mas com o desaparecimento do voo MH370, que seguia de Kuala Lampur, Indonésia, a Pequim, China, com 239 pessoas a bordo, tudo mudou. Autoridades acreditam que a aeronave caiu no Oceano Índico. Já faz quase um ano e nada foi encontrado. Em julho, o voo 17 da mesma companhia foi derrubado no leste da Ucrânia matando todas as 298 pessoas a bordo. 

"Este é o meu pior pesadelo", twittou o CEO da AirAsia, Tony Fernandes, enquanto o voo QZ8501 da AirAsia era procurado.

Contraste


Quando desastres aéreos acontecem, eles fazem notícia. Mas, no geral, acidentes em rodovias matam mais do que no ar. Há cerca de 1,24 milhões de mortes todos os anos nas estradas de todo o mundo, apontou a Organização Mundial de Saúde em 2013. Em contrapartida, o ano mais mortífero da aviação teve 3.346 mortes, disse o BAAA. Isso foi em 1972.

Cenipa registra aumento de colisões de pássaros com aeronaves no Amazonas

O Aeroporto de Ponta Pelada, zona sul de Manaus, registrou o maior número colisões, no ano passado: 51 casos, segundo o Sigra. 

O Amazonas registrou, no ano passado, 87 ocorrências de colisões de pássaros com aeronaves, 63% a mais que o ano de 2013. Destas, 26 aconteceram no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes. Os dados são do Sistema de Gerenciamento de Risco Aviário do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) e correspondem ao período de janeiro a 21 de novembro de 2014, quando foi feito o último reporte ao Sistema de Gerenciamento de Risco Aviário (Sigra), do órgão.


O Aeroporto de Ponta Pelada, zona sul de Manaus (foto acima), registrou o maior número colisões, no ano passado: 51 casos, segundo o Sigra. Os aeroportos de Tefé e Tabatinga reportaram ao Cenipa cinco ocorrências, cada. 

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Hackers focados no segmento das viagens

Os sistemas de informação de agências e sites de viagem oferecem uma fonte rica em dados pessoais, além de formas fáceis de obter benefícios, mesmo financeiros.


Mais de 20 sites relacionados com viagens sofreram violações na segurança dos seus dados durante os últimos dois meses, de acordo com Alex Holden, CTO da Holden Security, dedicada à monitorização do comércio de dados roubados. As informações desses sites está a ser vendido em fóruns clandestinos por cibercriminosos, garante.

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Airbus prepara caixas pretas ejetáveis nos aviões


Os Airbus A350 e A380 serão equipados em um futuro próximo com caixas pretas ejetáveis e flutuantes, o que facilitará sua localização em caso de acidente no mar, informaram várias fontes nesta segunda-feira.

"A Airbus recebeu, no final do ano passado, o sinal verde da AESA (Agência Europeia de Segurança Aérea) para efetuar as modificações necessárias em seus aviões para instalar estas novas caixas pretas na parte traseira", disse à AFP uma das fontes.

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Qatar Airways testa sistema automático de rastreamento


Em meio a um ano de 2014 conturbado para a aviação no sudeste asiático, a Qatar Airways já se prepara para o futuro. Isso porque, a companhia dos Emirados Arabes Unidos planeja equipar toda a sua frota com um sistema de rastreamento automático de alta tecnologia, com o objetivo de evitar incidentes como o desaparecimento do voo MH 370 da Malaysia Airlines, no ano passado, ainda sem respostas. 

O sistema irá transmitir diretamente os dados da gravação do voo do avião para o centro de operações aéreas em solo, disse Akbar Al Baker, chefe Executivo da Qatar, em Doha. "Uma vez que todo este sistema for testado e aprovado, eu acredito que a Qatar Airways se tornará a primeira companhia aérea a introduzir essa tecnologia em um avião comercial", disse Akbar.

A Associação Internacional de Transporte Aéreo já está pressionando os reguladores da aviação para exigir sistemas de rastreamento automático em aeronaves desde a decolagem até o pouso, sem controle de pilotos. A curto prazo, a Organização Internacional de Aviação Civil está propondo que os aviões comerciais sejam obrigados a comunicar a sua posição a cada 15 minutos.​

Fonte: Mercado & Eventos: Foto: Reprodução

Airbus fica atrás da Boeing em entregas em 2014 mas supera americana em encomendas


A Airbus indicou hoje que em 2014 entregou 629 aviões a 89 clientes, oito dos quais novos, ficando assim 94 aviões abaixo das entregas da rival norte-americana Boeing, mas com perspectivas de a superar nos próximos anos, pois tem 6.386 encomendas em carteira, mais 597 que a norte-americana.

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Airbus completa voo de teste de nova versão do A330


A Airbus, fabricante europeu de aviões, anunciou ontem ter completado hoje com êxito um voo de teste de uma nova versão do Airbus A330, avião com que a TAP faz a maioria das suas rotas de longo curso, que poderá voar “missões até 15 horas”.

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Homem filma óvni em Porto Alegre que mais parece fogo voador e intriga especialistas

Esse UFO cabuloso sobrevoou a região da Usina do Gasômetro, 
em Porto Alegre. Parece fogo voador! Imagem: Vídeo/Record 

Em um dos seus passeios vespertinos, o comerciante Luiz Sérgio Cabreira se surpreendeu com algo no céu. Cabreira, que gosta de fotografar a região da Usina do Gasômetro, em Porto Alegre, filmou o momento em que um OVNI que se assemelhava a uma chama voadora plana tranquilamente no céu.

Em entrevista ao Balanço Geral, ele afirmou que primeiramente pensou ser um avião, mas quando fotografou pela primeira vez viu uma espécie de "fogo voador", bastante diferente de uma aeronave.

Ele acredita ser um UFO sobrevoando a região e revê as imagens diariamente para tentar desvendar o mistério, embora os moradores da região não acreditem na possibilidade de visita de seres de outros planetas.

O especialista em ufologia Euclides Goulart afirma que o objeto flamejante pode ser um pedaço de satélite ou um meteorito, embora a rota dele e o tempo de voo lento pode indicar um UFO voando tranquilamente.

 

Fonte: R7

Bombardier tropeça em plano de ser líder na produção de jatos comerciais


Logo depois de se tornar diretor-presidente da Bombardier Inc. em 2008, Pierre Beaudoin apostou o futuro da empresa fundada por seu avô em um par de jatos de passageiros para concorrer com os fabricados por dois titãs do setor aeroespacial global.

Por muito tempo, a Bombardier produziu aviões pequenos voltados para indivíduos endinheirados, empresas e linhas aéreas regionais. Os aviões CSeries tecnologicamente mais avançados e mais eficientes no consumo de combustível seriam os primeiros jatos da empresa com capacidade para bem mais de 100 passageiros, com a meta de abocanhar uma fatia do mercado hoje dominado pela Boeing Co. e pela Airbus Group NV.

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Ministros usaram jatos da FAB para campanha política


Ministros do governo Dilma Rousseff usaram aviões da FAB (Força Aérea Brasileira) para fazer agendas casadas durante a eleição –quando participaram, após eventos oficiais, de encontros de campanha–, revela levantamento feito pela Folha a partir de registros oficiais.

Em 25 de setembro, o ministro Arthur Chioro (Saúde) foi a Jaboatão dos Guararapes (PE) assinar um termo de compromisso em evento oficial. Depois, juntou-se ao senador Humberto Costa (PT-PE) e seguiu para uma carreata da campanha de Armando Monteiro (PTB) ao governo. O Ministério da Saúde defendeu a viagem.

Após a vitória de Dilma, no dia 12 de novembro, o então ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, compareceu a evento da CUT (Central Única dos Trabalhadores), organização ligada ao PT, em Lages (SC).

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Piloto de avião presidencial transmite cargo e pode virar ministro do STM


Responsável pelo comando e por pilotar o avião presidencial há 12 anos, o brigadeiro Joseli Francisco Parente Camelo transferiu nesta sexta-feira (9) o cargo para o brigadeiro Luiz Alberto Pereira Bianqui. Ele deixa de fazer parte das operações de voo da presidenta Dilma Rousseff e poderá assumir uma vaga no Superior Tribunal Militar (STM).

Depois de acompanhar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante oito anos e Dilma por mais quatro, o brigadeiro Camelo contabiliza aterrissagens em 92 países e cerca de 10 mil horas de voo. Para alguns territórios, chegou a viajar 30 vezes. Joseli informou que a indicação para ser ministro do STM chegará ao Planalto em breve, e será sabatinado pelo Senado Federal assim que os parlamentares voltarem do recesso, em fevereiro.

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Após 5h na pista, passageiros abrem porta de avião na China e são presos

Passageiros esperavam dentro do avião, que estava parado na pista.

Atraso na decolagem foi causado pela neve, segundo agência chinesa.

A polícia chinesa deteve 25 passageiros que abriram as portas de emergência de um avião irritados pelo atraso de mais de 5 horas provocado pela neve, informou a agência Xinhua.

Durante horas, os passageiros de um voo da China Eastern Lines que no sábado (10) saía de Kunming, cidade do sudeste, com direção a Pequim tiveram de esperar sentados dentro do avião.

Depois de pedir permissão para sair do aparelho por razões de saúde, resolveram abrir as três portas de emergência e obrigaram o aparelho a voltar ao terminal. Os incidentes na aviação são frequentes na China, onde o número de passageiros não para de crescer.

Fonte: France Presse

Veja vídeos sobre o acidente de helicóptero em Santa Mônica (PR)


Uma pessoa morre e outra fica ferida após queda de helicóptero no Paraná

Segundo PM, aeronave caiu após urubu bater em para-brisa de helicóptero.

Acidente ocorreu no sábado (10), em Santa Mônica, na região noroeste.

Foto tirada instantes após a queda do helicóptero
Foto: Divulgação/PM

Uma pessoa morreu e outra ficou gravemente ferida após o helicóptero Robinson R44 Raven II, prefixo PR-HPR, registrado para a CBM Construções Ltda., cair na rodovia PR-576, em Santa Mônica, no noroeste do Paraná, na noite de sábado (10). De acordo com a Polícia Militar (PM), a aeronave seguia de Porto Rico, também na região noroeste, para um rodeio que era realizado em um distrito de Santa Mônica. Após a queda, o helicóptero pegou fogo. O piloto morreu na hora. O copiloto, que também é dono da aeronave, sofreu queimaduras de segundo grau em 70% do corpo, ainda conforme a polícia.

A vítima foi levada para o hospital Santa Casa de Paranavaí. Na manhã deste domingo (11), o hospital informou que o paciente permane sedado e que respira com a ajuda de aparelhos. Ele corre risco de morte.

Aeronave seguia de Porto Rico para um distrito de Santa Mônica
quando caiu - Foto: Artur Bernardi/RPC Noroeste

O copiloto do helicóptero disse à polícia que o acidente foi provocado após um urubu bater no para-brisa da aeronave. Após o choque, a máquina perdeu força, esbarrou na fiação elétrica e caiu logo. O Major da Polícia Militar Ademar Paschoal, informou que o copiloto também era dono do helicóptero que caiu em Terra Boa no dia 7 de dezembro de 2014.

De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o helicóptero, fabricado para transportar três pessoas, estava com o Certificado de Aeronavegabilidade (CA) regular e a Inspeção Anual de Manutenção (IAM) venceria apenas em fevereiro de 2015.

Segundo a PM, queda foi provocada após uma ave bater contra o
para-brisa do helicóptero - Foto: Artur Bernardi/RPC Noroeste 

Quedas de helicópteros no estado


No início de dezembro de 2014, três pessoas ficaram feridas após um helicóptero cair em Terra Boa, também na região noroeste. Segundo a PM, a aeronave levantava voo, para fazer um passeio panorâmico, quando ocorreu uma pane mecânica e caiu. Ao todo, quatro pessoas estavam na aeronave. Após o acidente, o piloto fugiu sem prestar socorro às vítimas. A aeronave estava com o CA e o IAM irregulares. 

Em agosto do mesmo ano, cinco pessoas ficaram feridas na queda de um helicóptero em Candói, na região central. A aeronave fazia um voo panorâmico com visitantes e caiu de uma altura de aproximadamente 15 metros. O helicóptero estava em situação irregular, conforme aponta o Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB) da Anac. A Inspeção Anual de Manutenção (IAM) e o Certificado de Aeronavegabilidade (CA) estavam vencidos, ambos há mais de um ano.

Fontes: G1 PR / ASN

Câmera flagra momento em que avião cai em Luziânia (GO)

Avião cai em cima de casa em GO; piloto e namorada morrem

Além deles, outros dois passageiros se feriram; ambos têm estado estável.

Não havia pessoas dentro da casa no momento da queda, em Luziânia.



O avião monomotor Embraer EMB-710C Carioca, prefixo PT-NAB, caiu em cima de uma casa na noite de sábado (10), no Setor Aeroporto, em Luziânia, cidade goiana do Entorno do Distrito Federal.


O piloto João Henrique Baeta, 40 anos, morreu na hora. Sua namorada, Maysa Santos, de 36 anos, chegou a ser socorrida mas morreu a caminho do hospital (o casal na foto acima).

Outros dois homens que estavam no avião ficaram feridos e estão internados. Segundo a Secretaria de Saúde, Rodrigo Castanheira, 37 anos, passou por uma drenagem no tórax e está na unidade de neurocirurgia do Hospital de Base, onde aguardava cirurgia ortopédica até a noite de domingo (11). Márcio Barrocas, 36 anos, estava internado no hospital de Santa Maria com quadro estável e, ainda no domingo (11), tinha previsão de alta "a qualquer momento".


Na rota de colisão, a aeronave derrubou um poste e danificou a antena parabólica de uma casa vizinha à que foi atingida. Dois idosos moravam no imóvel, mas não estavam no local no momento do acidente. "Foi um estrondo horrível. Uma nuvem muito grande de poeira, as pessoas gritando, chorando", disse uma testemunha à TV Globo.

Vizinha do aeroclube de onde decolou a aeronave, a dona de casa Érica Batista diz que estranhou a trajetória do monomotor a partir da decolagem.

"Eu vi que ele passou muito baixo, o certo é subir mais alto um pouco. Quando ele passou do prédio, o motor parou. Pensei: 'nossa, esse avião vai cair'", afirma.

Investigação


O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) da Força Aérea investiga as causas do acidente. Segundo informações preliminares, o monomotor de prefixo PT-NAB levantou voo no Aeroclube de Luziânia por volta das 19h. A queda aconteceu minutos depois, atingindo uma casa a 2 km de distância do ponto de decolagem.



Os destroços do avião só foram retirados cerca de 13 horas depois da colisão, na manhã de domingo. Técnicos da Aeronáutica fizeram medições e fotos do local, que devem ser utilizadas na apuração do caso. Segundo o investigador do Cenipa Vinícius Voltoline, ainda é cedo para dizer se o monomotor teve falha mecânica.

"Não se pode descartar nenhum tipo de informação, mas a gente precisa de laudos. De qualquer forma, vamos estar fazendo os exames no motor para que, futuramente, tenhamos condição de informar", afirmou, durante visita ao local. Os destroços do avião foram levados ao aeroclube de Luziânia. Segundo a Aeronáutica, o motor vai ser retirado para análise. De acordo com o Registro Aeronáutico Brasileiro, o avião tinha condições de voar.


Fontes: G1 / ASN - Fotos: Reprodução

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Balão de gás passa próximo de rota de avião em São Paulo

Fato aconteceu nas proximidades do Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos.

Foto registra balão próximo de avião da TAM nas proximidades do Aeroporto de Cumbica 

Um balão de gás passou próximo à rota de um avião da companhia aérea TAM. O fato aconteceu nas proximidades do Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, Região Metropolitana de São Paulo, neste domingo (11).

O balão carrega a foto de um casal. Apesar do registro, em nota, a TAM informou que não houve nenhuma ocorrência envolvendo a ameaça de balões nos arredores do aeroporto de São Paulo/ Guarulhos em voos operados pela companhia neste domingo.

Em novembro do ano passado, um balão caiu perto de um avião da TAM, também no aeroporto internacional de Cumbica, em Guarulhos. O balão caiu no pátio de manobras quando a aeronave se preparava para decolar. O incidente não causou transtornos aos passageiros ou algum impacto operacional. 

Fonte: R7 - Foto: Cristiano Novais/CPN/Estadão Conteúdo

Segunda caixa-preta de avião da AirAsia é recuperada

As duas caixas-pretas do avião da AirAsia que caiu no mar de Java em 28 de dezembro com 162 pessoas a bordo já estão nas mãos dos investigadores, anunciaram nesta terça-feira as autoridades indonésias.


"O CVR (Cockpit Voice Recorder, gravadora) foi encontrado e retirado do fundo do mar", declarou um funcionário das buscas sob anonimato.

Esta caixa retangular de cor laranja, que contém as comunicações orais entre os pilotos do avião e o controle aéreo, já está a bordo do navio de guerra indonésio KRI Banda Aceh, disse a fonte.


A outra caixa-preta, a de voo FDR (Flight Data Recorder), já havia sido içada à superfície na segunda-feira, duas semanas após o desaparecimento do avião, que voava da cidade indonésia de Surabaya em direção a Cingapura, informou o diretor da Agência de Busca e Resgate, Bambang Soelistyo.

A gravadora estava embaixo dos destroços de uma asa.

O chefe do exército, general Moeldoko, havia se mostrado confiante em recuperar a segunda caixa-preta, já que ela havia sido localizada a 20 metros do FDR e emitia potentes sinais sonoros.

As caixas-pretas serão enviadas a Jacarta para ser analisadas por laboratórios especializados.

O voo QZ8501 da companhia malaia caiu no mar no dia 28 de dezembro pouco depois que a aeronave, um Airbus 320, decolou de Surabaya em direção a Cingapura.

Segundo as autoridades indonésias, o piloto pediu para ganhar altura com o objetivo de evitar uma tempestade, mas o controle aéreo não concedeu autorização devido a um tráfego intenso neste corredor de voo.

O contato entre a aeronave e o controle aéreo se perdeu pouco depois, e o avião desapareceu das telas dos radares.


Segundo um relatório preliminar da Agência Meteorológica Indonésia, as condições climáticas foram o fator que desencadeou o acidente. O gelo (nos motores) pode ter provocado a queda do avião quando ele cruzava nuvens com temperaturas entre -80 e -85º C.

No entanto, alguns especialistas colocaram em xeque esta hipótese por estimar que as informações disponíveis são insuficientes para estabelecer com precisão as causas da catástrofe, e é indispensável analisar os dados contidos nas caixas-pretas.

Os mergulhadores localizaram no domingo as caixas-pretas a 30 metros de profundidade no mar de Java, soterradas entre os destroços da fuselagem do avião. Fortes correntes dificultaram as operações.

As caixas-pretas são indispensáveis para estabelecer as circunstâncias exatas do drama: uma gravadora contém os diálogos na cabine entre os pilotos e com o controle aéreo, e a segunda os parâmetros do avião (velocidade, altitude, etc.).


Os primeiros elementos da investigação a partir da análise dos destroços do avião parecem indicar que a aeronave explodiu ao atingir a superfície do mar, segundo S.B. Supriyadi, um funcionário da Agência de Busca e Resgate.

"Explodiu pela pressão", disse em Pangkalan Bun, na ilha de Bornéu, de onde são organizadas as operações de busca com a participação de navios americanos e chineses, entre outros.

"A cabine estava pressurizada e antes que a pressão pudesse ser ajustada, caiu... e bum. Esta explosão foi ouvida por testemunhas da zona", acrescentou o funcionário.

Entre as 162 pessoas a bordo figuravam 155 indonésios, um francês (o copiloto), um britânico, três sul-coreanos, um malaio e um cingapuriano.

Até agora foram recuperados apenas 48 corpos. Não foram registrados sobreviventes.

A AirAsia Indonesia, filial da companhia malaia AirAsia, está proibida de utilizar o corredor de voo Surabaya-Cingapura até a conclusão da investigação desta catástrofe aérea, depois de tê-lo utilizado sem permissão no dia do voo, segundo as autoridades indonésias.

As autoridades indonésias suspenderam na sexta-feira dezenas de voos operados por cinco companhias aéreas nacionais por infrações parecidas.

Fonte: AFP - Imagens: Reprodução

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Mergulhadores da Indonésia conseguiram recuperar uma das caixas pretas: Veja o vídeo.

Avião da AirAsia pode ter sofrido explosão antes de cair na água.