O acidente que parou São Paulo - Fokker 100 #EdiçãoEspecial - No vídeo de hoje uma edição especial de uma das histórias mais vistas do canal - O acidente com o Fokker 100 da TAM em São Paulo.
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domingo, 5 de abril de 2026
sexta-feira, 3 de abril de 2026
História: A aposta mortal no cockpit do Voo Aeroflot 6502
Em 20 de outubro de 1986, uma aposta no cockpit entre o capitão e o primeiro oficial levou ao acidente mortal do voo 6502 da Aeroflot.
Depois de ser mantida em segredo por anos pela KGB, a angustiante história do voo 6502 da Aeroflot finalmente emergiu, mostrando como a tolice de um homem matou 70 pessoas. Na segunda-feira, 20 de outubro de 1986, o voo número 6502 da Aeroflot decolou do Aeroporto Internacional de Koltsovo (SVX) no que hoje é chamado de Yekaterinburg com destino ao Aeroporto de Grozny na República Chechena com escala no Aeroporto Internacional Kurumoch (KUF) em Samara.
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| O TU-134A podia transportar 72 passageiros (Foto: Steve Knight via Flickr) |
A aeronave, um avião Tupolev 134A de sete anos com número de série 62327, estava voando em algum lugar sobre os Montes Urais quando o capitão Alexander Kliuyev apostou o primeiro oficial Gennady Zhirnov que ele poderia pousar o avião usando apenas instrumentos. A dupla concordou em fechar as janelas da cabine para garantir que Kliuyev não pudesse ver o chão.
O Controle de Tráfego Aéreo disse a ele para abortar o pouso e dar a volta
Agora, sem contato visual com nada fora do cockpit e ignorando os conselhos de tráfego aéreo, para fazer uma aproximação de farol não direcional (NDB), Kliuyev continuou o pouso apenas por instrumentos. Enquanto a uma altitude de pouco mais de 200 pés e com avisos sonoros avisando-o de sua proximidade com o solo, Kliuyev teimosamente ignorou o aviso e os conselhos dos controles de tráfego aéreo de que ele deveria abortar o pouso e dar a volta e continuar independentemente. Tendo calculado erroneamente a velocidade e a altitude da descida quando o avião atingiu a pista, ele capotou de costas e pegou fogo.
Capitão Alexander Kliuyev foi condenado a 15 anos de prisão
Dos 94 passageiros e tripulantes a bordo, sessenta e três pessoas morreram durante o acidente e mais sete foram enviadas para hospitais posteriormente. Milagrosamente das 14 crianças a bordo do voo predestinado, todas sobreviveram. Mesmo que o primeiro oficial Zhirnov não tenha tentado evitar o acidente, ele tentou salvar o maior número possível de pessoas, mas depois morreu de parada cardíaca a caminho do hospital.
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| Era um voo de pouco mais de 1.200 milhas (Imagem: GCmaps) |
O capitão Alexander Kliuyev foi a julgamento pelo acidente um ano depois e foi condenado a quinze anos de prisão. O tribunal decidiu que o acidente era evitável, concluindo que muitas pessoas morreram por causa da arrogância de Kliuyev. A pena de prisão foi posteriormente reduzida, com Kliuyev cumprindo apenas seis da sentença de 15 anos.
Sobre o Tupolev 134
O Tupolev Tu-134 é um avião a jato de fuselagem estreita construído na União Soviética para rotas de curta e média distância de 1966 a 1989. Capaz de operar a partir de aeródromos não pavimentados, o jato bimotor traseiro foi inspirado no Sud Aviation Caravelle, construído na França . O líder soviético Nikita Khrushchev ficou tão impressionado com o pouco ruído da cabine do Caravelle que ele orientou o pioneiro e engenheiro aeroespacial Andrei Tupolev a construir um avião semelhante para a estatal Aeroflot.
Projetado para rotas de curta e média distância, o TU-134 foi inicialmente configurado para transportar 56 passageiros em uma única classe. Em 1968, a Tupolev lançou uma versão alongada do avião, o TU-134A, com motores novos e mais potentes, capazes de transportar 72 passageiros. No total, 854 Tu-134s foram construídos entre 1966 e 1989, sendo a Aeroflot, a maior operadora.
Edição de texto e imagens por Jorge Tadeu (Site Desastres Aéreos)
quinta-feira, 2 de abril de 2026
Vídeo: PH RADAR 76 - Acontecimentos da Aviação
Neste episódio do PH RADAR, Beccari e o Comandante Milton Parnes falam a respeito de três acidentes que ocorreram nesta semana, o Cessna 152 que caiu logo após decolagem em Manaus, o CRJ da Air Canada e o Hercules C130 na Colômbia, a pergunta é o que está acontecendo na aviação mundial?
Via Canal Porta de Hangar de Ricardo Beccari
Vídeo: O Acidente de PIRACICABA - Excesso de Peso
Comentando o relatório final do acidente com o King Air PS-CSM em Piracicaba.
terça-feira, 31 de março de 2026
A explosão de um avião de passageiros que mudou para sempre a forma como são tratadas as famílias das vítimas de desastres aéreos
Na fotografia acima, veem-se os destroços do voo TWA 800, que foram armazenados num hangar em Calverton, Nova Iorque, enquanto os investigadores analisavam a causa da explosão do avião, que teve lugar pouco depois de ter descolado do Aeroporto Internacional John F. Kennedy, a 17 de julho de 1996.
Nos dias que se seguiram à colisão entre um helicóptero militar e um avião de passageiros em Washington DC, no final de janeiro, e ao acidente com um avião de transporte médico em Filadélfia, já em fevereiro, os investigadores federais expressaram rapidamente as suas condolências às famílias das vítimas e estabeleceram parcerias com organizações sem fins lucrativas para fornecer informação e apoio.
Mas nem sempre as coisas foram assim.
Enquanto as autoridades da área da aviação e as equipas de segurança nos transportes se concentravam na recuperação dos destroços e na reconstituição das causas dos acidentes, as famílias das vítimas eram muitas vezes deixadas frustradas pela falta de informação e pelo ritmo lento das investigações, que costumam demorar cerca de um ano.
Há 30 anos, um avião de passageiros explodiu pouco depois de ter partido do Aeroporto Internacional John F. Kennedy, em Nova Iorque, deixando as autoridades perante uma investigação difícil, complexa, ao mesmo tempo que as famílias exigiam respostas.
Da tragédia e dos esforços incansáveis dos advogados de defesa, resultou uma lei do Congresso dos Estados Unidos da América que obrigava o governo a fornecer apoio às famílias das vítimas após os desastres aéreos.
Voo TWA 800
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| Uma parte da asa do voo TWA 800, alguns dias depois da tragédia, a flutuar no Oceano Atlântico, junto a Long Island, Nova Iorque (JON LEVY/AFP/Getty Images) |
Em 1996, o voo TWA 800, que tinha Paris como destino, transportava 230 pessoas quando explodiu, poucos minutos depois de ter levantado voo, matando todos aqueles que seguiam a bordo. Com a ajuda da Marinha dos EUA, da Guarda Costeira dos EUA e de embarcações de pesca contratadas para o efeito, os investigadores conseguiram recuperar mais de 95% da aeronave. E, quase um ano depois, os restos mortais de todos aqueles que perderam a vida com a explosão do avião.
A tragédia, que desencadeou uma das maiores e mais caras investigações na área da aviação de que há memória, também gerou uma onda de teorias da conspiração, embora o NTSB, a agência dos EUA responsável pela investigação de acidentes em transportes, a tenha acabado por classificá-la como um acidente, uma vez que não encontrou provas de sabotagem.
Após a explosão do voo TWA 800 em 1996, e de uma investigação exaustiva que durou quatro anos, a equipa de Frank Hilldrup, um responsável do NTSB que integrou a equipa original de investigadores, determinou que a provável causa da explosão foi um curto-circuito elétrico, que detonou vapores no depósito de combustível da asa central, embora nunca tenham determinado, de uma forma definitiva, de onde veio a faísca inicial.
Os familiares das vítimas da tragédia do voo TWA 800 terão enfrentado dificuldades para obter informações das autoridades, apesar de alguns compreenderem a complexidade do acidente.
“Assistimos a uma enorme, a uma tremenda, destruição”, contou Jose Cremades, familiar de uma das vítimas, em 1997, depois de ter visto os destroços da aeronave que acabaram por ser reunidos. “O avião estava mesmo partido em pedaços pequenos, e temos de compreender a complexidade, a dimensão, desta tarefa, que o FBI e o NTSB estão a levar a cabo. Penso que estão a fazer um ótimo trabalho”.
Apoio às famílias
A explosão levou à criação de legislação específica, conhecida como “Aviation Disaster Family Assistance Act”, que mudaria para sempre a forma como são tratadas as famílias e os entes queridos das vítimas de acidentes aéreos.
“A lei exige que as companhias aéreas desenvolvam e mantenham planos que respondam às necessidades das famílias dos passageiros envolvidos em acidentes aéreos”, pode ler-se num documento do NTSB. “A lei também exige que, no mínimo, o plano da companhia aérea inclua dezoito garantias plasmadas na lei”.
Segundo a mesma lei, o NTSB é “responsável por coordenar os recursos do governo federal para apoiar os governos locais, estaduais e tribais, as organizações de apoio em desastres e a transportadora aérea, de modo a satisfazer as necessidades das famílias”.
Peter Goelz, antigo diretor do NTSB, disse à CNN, em 2000, que o “Aviation Disaster Family Assistance Act” foi criado quando “ficou claro” para aquele organismo, para o Congresso, assim como para outras entidades, “que as famílias mereciam ter acesso a mais informações a cuidados mais direcionados após um desastre deste género”.
“Por isso, quando acontece um desastre, os familiares são os primeiros a receber a informação vinda do governo, antes da imprensa. São atualizados com regularidade. O que estamos a tentar fazer é não agravar a tragédia”, disse Goelz.
Depois da recente colisão em Washington DC, a lei foi colocada em prática pelo NTSB. Todd Inman, desta agência, explicou o seguinte na altura: “Reunimo-nos com as famílias. Há mais de uma centena de familiares que estão a receber informações. Faz parte da lei que define o apoio às famílias”.
Inman concretizou que as famílias receberam informações do médico legista, do chefe dos bombeiros, do presidente do NTSB e da unidade de apoio às famílias da companhia aérea.
A American Airlines fez logo chegar ao terreno a sua equipa de apoio às famílias, denominada CARE Team. Segundo a companhia, trata-se de um grupo com treino específico para dar apoio aos familiares dos passageiros e dos membros da tripulação após um acidente.
“Até agora, a American Airlines mobilizou 175 membros da CARE Team para Washington DC e Wichita, Kansas. Todos os membros da equipa foram designados para o apoio às famílias”, explicou Andrea Koos, da American Airlines.
A CARE Team, que está disponível 24 horas por dia para as famílias, também é responsável pela marcação de viagens para os familiares e ajuda a encontrar serviços direcionados para o cuidado de crianças, idosos e animais de estimação.
A lei também encarrega o NTSB de designar uma “organização independente sem fins lucrativos”, como a Cruz Vermelha, para coordenar o “cuidado emocional, o cuidado psicológico e os serviços de apoio às famílias” das vítimas dos acidentes ou dos seus familiares.
À procura de respostas
O senador democrata Tim Kaine, da Virgínia, que tem sido um forte crítico do congestionamento no Aeroporto Nacional Reagan, alertando que era apenas uma questão de tempo até acontecer uma colisão fatal, disse acreditar que o NTSB determinaria o que levou ao acidente no final de janeiro.
“Acredito que o NTSB irá a fundo na questão. Tenho a sensação de que já sei algumas coisas que eles vão descobrir. Estou confiante de que nos darão respostas. Nessa altura, o Congresso e a administração norte-americano terão de nos dar soluções, com base nas recomendações desta agência”, disse na altura a Jake Tapper, da CNN, no programa “State of the Union”.
O NTSB trabalhará para emitir um relatório preliminar sobre a causa da colisão, enquanto os familiares também lidam com as suas perdas.
“Estou pura e simplesmente em choque neste momento”, afirmou à CNN Andy Beyer, que perdeu a filha e a esposa neste acidente. “É demasiada dor e sofrimento. A um ponto em que não consigo sequer aproximar-me da porta do quarto da minha filha em casa”.
Via CNN (Portugal)
segunda-feira, 30 de março de 2026
Vídeo: Por que o Jato da Panair não saiu do chão no Galeão?
Em 20 de agosto de 1962, o Brasil testemunhava seu primeiro acidente com uma aeronave a jato. O Douglas DC-8-33 da Panair do Brasil, prefixo PP-PDT, tentou decolar do Rio de Janeiro rumo a Lisboa, mas algo deu terrivelmente errado na corrida de decolagem.
Via Canal Aviões e Músicas com Lito Souza
sábado, 28 de março de 2026
Vídeo: O Acidente Aéreo com o time do Alianza Lima
O time do Alianza Lima de 1987 ficou conhecido como Los Potrillos (Os Pôneis), porque era um time bastante jovem e cheio de energia. Na terça feira dia 8 de dezembro de 1987, o Alianza tinha que jogar contra o Deportivo Pucallpa em Ucayali pela próxima rodada do Torneio Descentralizado de 87. Como no domingo, 6, o time do Alianza Lima tinha jogado contra o campeão de 1986, o time do San Agustín empatando em zero a zero, resolveram fretar um avião para fazer a viagem de ida e volta no mesmo dia do jogo e diminuir o cansaço da equipe com uma longa viagem. O avião, que foi alugado pela equipe do Alianza Lima, era um Fokker F-27 da Marinha Peruana de registro AE-560 com apenas 10 anos de idade e perto de 6 mil horas de voo.
sexta-feira, 27 de março de 2026
Quase 600 mortes: sucessão de falhas causou acidente mais fatal da aviação
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| Destroços do 747 da KLM que colidiu com o avião da Pan Am em Tenerife no ano de 1977 (Imagem: Domínio Público) |
Em 1977, acontecia o pior acidente da história da aviação, que deixou 583 mortos ao todo. Dois Boeings 747 se chocaram ainda na pista do aeroporto de Tenerife, a maior das ilhas Canárias da Espanha.
Uma sucessão de falhas e problemas de comunicação dos envolvidos foram considerados como os principais fatores contribuintes para o acidente.
Bomba explodiu em aeroporto
Uma bomba explodiu no aeroporto de Las Palmas, na ilha de Gran Canaria no arquipélago espanhol. Com isso, todo o tráfego foi desviado para a ilha de Tenerife.
As duas ocorrências envolvidas foram as do voo KLM 4805, que havia partido de Amsterdã (Holanda), e Pan Am 1736, que decolara de Los Angeles (EUA) com escala em Nova York (EUA). Ambos tinham como destino o aeroporto onde houve uma explosão.
Esses e outros aviões precisaram se aglomerar nas pistas de manobra de Tenerife aguardando até o momento para decolarem rumo à outra ilha. Foi nesse momento, com a liberação para os voos sendo retomados aos poucos, que os problemas tiveram início.
O acidente
Com uma pista de manobra bloqueada devido à fila de aviões que se levantaram no local, o avião da KLM foi autorizado a entrar na pista de descolagem e a percorrer até o final para fazer uma manobra e partir no sentido oposto. Essa operação é popularmente chamada de cavalo de pau, onde o avião gira 180 graus na cabeceira antes de decolar.
Logo atrás dele, estava o avião da Pan Am, que sairia da pista principal no acesso do número três para a pista de manobra, deixando o espaço livre para o avião da KLM. Entretanto, ele errou na saída, e possivelmente ao acessar o número quatro.
Quando o avião da KLM terminou de se posicionar na pista, aplicou potência nos motores, iniciando a descolagem. Naquele momento, havia uma neblina muito forte no local, e o avião da Pan Am ainda não tinha liberado o local.
A algumas centenas de metros de distância, os comandantes do avião norte-americano viram as luzes da KLM vindo em sua direção. Mesmo com os esforços, não deu tempo de sairrem da frente.
Os pilotos do KLM 4805 pretendiam forçar a descolagem, mas o avião ainda não tinha velocidade suficiente. O nariz saiu do chão, mas a cauda bateu na pista e se chocou com o Pan Am 1736, caindo em seguida.
Todos os 234 passageiros e 14 tripulantes daquele avião morreram. Das 396 pessoas a bordo da aeronave da Pan Am, 61 conseguiram sobreviver.
Série de erros causado tragédia
A falta de compreensão plena da expressão em inglês pelos tripulantes do avião da KLM e drivers foi um dos fatores atribuídos à fatalidade. Os pilotos entenderam que estavam autorizados a decolar, quando, na verdade, ainda não estavam.
Junto com isso, os controladores não deveriam entender que os pilotos avisaram que já estavam decolando, quando deveriam estar parados na posição de espera. A falta do uso de uma fraseologia padrão contribuiu para esse erro.
A forte neblina também dificultou a visibilidade da pista. Com isso, não era possível ver o avião da Pan Am manobrando e o da KLM decolando a longa distância.
Uma falha na comunicação via rádio também foi considerada uma das causas do acidente. Mesmo após o avião da KLM acelerar, os pilotos da Pan Am pretendiam anunciar que ainda estavam na pista. No entanto, não ficou claro para os pilotos da KLM qual era a situação da aeronave da Pan Am, e aconteceu as questões.
Veja lista dos acidentes aéreos com mais fatalidades:
- Desastre de Tenerife: 583 mortes
- Voo 123 da Japan Air Lines: 520 mortes
- Colisão aérea de Charkhi Dadri: 349 mortes
- Voo 981 da Turkish Airlines: 346 mortes
- Voo 182 da Air India: 329 mortes
- Voo Saudia 163: 301 mortes
quinta-feira, 26 de março de 2026
Vídeo: Dassault Falcon 10X A nova era do jato executivo
Fomos convidados pela Dassault para o rollout do novo jato big size o Dassault Falcon 10X, um jato superlativo! Veja um pouco como foi este grande evento realizado na sede da Dassault Falcon em Bordeaux, na França e conheça os diferenciais desta máquina maravilhosa o Falcon 10X comentado por Milton Parnes e Ricardo Beccari neste episódio.
Via Canal Porta de Hangar de Ricardo Beccari
quarta-feira, 25 de março de 2026
Vídeo: Learjet da TAM: O erro no pouso em Uberaba em 1982 (Relatório Final)
O dia em que os soviéticos "invadiram" o Triângulo Mineiro. Um acidente cercado de segredos, política e falhas operacionais graves.
Por que a data do acidente é um mistério nas bases internacionais? Analisamos o pouso do PT-KZY em Uberaba, os ferimentos dos diplomatas da URSS e as lições de segurança que afetaram a aviação executiva brasileira.
terça-feira, 24 de março de 2026
Vídeo: O FRACASSO dos AVIÕES MONOJATOS
Os monojatos pareciam ser o futuro da aviação executiva: mais econômicos, com operação single pilot e desempenho superior ao dos turboélices. Mas por que tantos projetos promissores falharam antes mesmo de chegar ao mercado?
Neste vídeo, vamos explorar a história por trás dos principais jatos leves que nunca entraram em produção — como o Diamond D-Jet, VisionAire Vantage, Eclipse 400, Epic Victory e muitos outros — até chegarmos ao único sucesso da categoria: o Cirrus Vision Jet.
Entenda os desafios técnicos, financeiros e de mercado por trás do conceito dos VLJs (Very Light Jets) monomotores, e o que esperar do futuro com novos projetos como o Flaris LAR01 e o Stratos 716X.
Via Canal Aero Por Trás da Aviação
Avião x veículo na pista: o que pode causar esse tipo de acidente?
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| Avião da Air Canada com a parte dianteira destruída no Aeroporto La Guardia, em Queens, Nova York, EUA (Imagem: Reuters/Bing Guan) |
Avião x veículo na pista
Presença de veículos na pista não é normal e costuma ocorrer em situações específicas. Equipes de manutenção podem entrar para remover objetos estranhos (FOD, sigla em inglês para detritos na pista) ou para checar buracos e o acúmulo de borracha dos pneus no asfalto.
Qualquer ingresso na pista depende de autorização expressa da torre de controle. A liberação precisa indicar claramente a pista e o caminho de acesso, e só depois disso veículos e aeronaves podem se posicionar na área com segurança.
Quando há um veículo na pista, a área passa a ser considerada impraticável para operações. Na prática, a pista não deveria ser usada para pousos e decolagens enquanto o carro estiver ali, e uma nova autorização é necessária para liberar a aeronave para decolar.
Falhas de coordenação e comunicação estão entre os fatores que podem levar a uma colisão. O risco aumenta quando há troca de frequências, instruções mal compreendidas ou quando um veículo entra na pista sem a liberação correta, situação conhecida como "incursão em pista".
A operação no solo depende de diferentes frequências de rádio e de disciplina no uso delas. Em geral, há uma frequência para autorização do plano de voo (clearance), outra para controle de solo —que coordena o deslocamento no pátio e taxiamento— e a da torre, responsável por liberar a entrada na pista e a decolagem.
Alguns aeroportos usam sistemas de vigilância e alerta de superfície para detectar risco iminente. Essas ferramentas podem identificar situações perigosas automaticamente, mas funcionam como uma camada extra de segurança e não substituem o trabalho dos controladores.
O caso de Nova York
Um avião CRJ-900 da Air Canada Express colidiu com um caminhão de bombeiros durante o pouso no aeroporto LaGuardia, em Nova York. A aeronave vinha de Montreal e, segundo a Air Canada, levava 72 passageiros e quatro tripulantes.
A aeronave colidiu com um caminhão de bombeiros tripulado por policiais, segundo informações da NBC News. O caminhão estava atendendo a uma ocorrência quando foi atingido pela aeronave na pista 4 do aeroporto.
O piloto e o copiloto ficaram gravemente feridos e chegaram a ser resgatados, mas não resistiram. Dezenas de outras pessoas que estavam a bordo ficaram feridas, de acordo com a imprensa norte-americana. Um sargento e um policial sofreram fraturas e foram encaminhados, em condições estáveis, a um hospital.
O acidente levou ao fechamento do aeroporto, com voos desviados e cancelamentos. Dados do Flightradar24 indicaram que a colisão aconteceu às 23h37 (horário local) e que a aeronave atingiu o veículo a cerca de 39 km/h; a FAA informou que o terminal deveria ficar fechado até a tarde.
Via UOL - Com informações de reportagem publicada na coluna de Alexandre Saconi em 12/02/2025 e de reportagem dm 23/03/2026.
Vídeo: O acidente de helicóptero com o jogador Fernandão do Internacional
O acidente com o jogador Fernandão. No vídeo de hoje, Lito Sousa conta a história do acidente que vitimou o famoso jogador de futebol Fernandão.
Via Canal Aviões e Músicas com Lito Souza
sexta-feira, 20 de março de 2026
Vídeo: Um EMAIL de uma senhora de 80 ANOS me fez descobrir esse acidente
O Avião da FAB Engolido pela Amazônia: O Mistério do C-47
Um avião militar da FAB perdido na escuridão da Amazônia, sem instrumentos de navegação e com o combustível acabando. Conheça a trágica e heroica história do Douglas C-47 (Voo 2040) que desapareceu na Ilha de Marajó, no Pará, em 1948.
quarta-feira, 18 de março de 2026
Vídeo: Como é um Acidente Aeronáutico?
No vídeo de hoje acompanhamos Dani em um treinamento de acidente aeronáutico em aeroporto regional, tivemos fogo, resgate de passageiros, drones e muito mais, acompanhe!
segunda-feira, 16 de março de 2026
Vídeo: “O Voo” Real - Pouso Invertido em Ezeiza!
A internet está repleta de vídeos sobre o filme “O Voo”, de 2012, incluindo muita polêmica sobre a possibilidade real de um pouso de emergência invertido com um MD-80, como aparece no filme. Longe dessa discussão – você sabia que já houve mesmo uma aterrisagem em emergência que terminou com o avião “pousando invertido”??? Sabe quando foi isso? E em que circunstâncias? Uma história real, mas quase inacreditável, que você vai descobrir nos mínimos detalhes, incluindo o depoimento direto, exclusivo, do próprio piloto!
domingo, 15 de março de 2026
Vídeo: "O Maior Avião a Hélice do Mundo"
Ele é o maior avião a hélice já colocado em serviço! São 64,40m de envergadura e 57,90m de comprimento! Pode decolar com um peso total de até 250 toneladas!!! Um legítimo gigante, com quatro dos mais potentes motores turboélices já construídos, cada um acionando duas hélices contra-rotativas! E, mesmo com esse tamanho todo, voa a 740km/h e consegue decolar e pousar em pistas de qualquer tipo, em apenas 1.500m! Quem é esse gigante e qual a sua história?
sábado, 14 de março de 2026
Vídeo: Ela foi sugada pelo motor do avião
No vídeo de hoje Lito Sousa conta o triste caso em que uma mulher foi sugada pelo motor de um avião enquanto trabalhava.
sexta-feira, 13 de março de 2026
Vídeo: Voo Bamerindus - Como uma família de bilionários sumiu no PR
Parapsicólogos encontraram o avião
Conheça a história real e detalhada do acidente com o Embraer Seneca PT-EVQ em 1981, que vitimou a cúpula do Banco Bamerindus. Por que o relatório sumiu dos bancos de dados? Como o erro de uma única letra no prefixo quase apagou essa história para sempre? Em meio a uma operação de busca sem precedentes no Paraná, parapsicólogos e milhares de voluntários tentaram localizar os destroços na Serra das Furnas.
quinta-feira, 12 de março de 2026
Vídeo: PH RADAR 75 - Acontecimentos da Aviação
Passageiros sem educação agora vão tomar multa!
Hercules C-130 da Força Aérea Boliviana cai e sua carga, muito dinheiro!
Dubai estreia com serviço de carro voador
Governo do Brasil diz que colocara caças Grippen para defender espaço aéreo brasileiro.
Via Canal Porta de Hangar de Ricardo Beccari
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