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quarta-feira, 22 de abril de 2026
Vídeo: 26 Segundos - A terrível verdade do Voo Colgan 3407
Como o Concorde fez parte de uma festa de aniversário de US$ 500.000 em 1985
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| Concorde da British Airways (Foto: John Selway/Shutterstock) |
Parte de uma celebração de quatro dias
O grupo de Theisen consistia dele, de sua esposa e de 98 amigos, que empacotaram o lendário avião supersônico de 100 lugares para sua viagem transatlântica de retorno de Nebraska ao Reino Unido e vice-versa. Os voos do Concorde não foram a única parte luxuosa da viagem. Na verdade, enquanto estavam em Londres, os hóspedes teriam ficado no hotel Grosvenor House, onde os quartos custavam de US$ 150 a US$ 500 (US$ 433 a US$ 1.442 hoje) por noite.
A logística da viagem
O Concorde foi usado para várias outras celebrações ao longo dos anos
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| (Foto: SB_photos/Shutterstock) |
Os eventos do Concorde de hoje acontecem no terreno
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Aconteceu em 22 de abril de 1974: Tragédia com voo Pan Am 812 em Bali, na Indonésia
O voo e o acidente
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| O Boeing 707-321B, prefixo N446PA, da Pan Am, envolvido no acidente |
Busca e salvamento
Passageiros e tripulação
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| A tripulação do voo 812 da Pan Am |
Investigação
Sequência de eventos com base no relatório final
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| Exemplo de um localizador automático de direção (ADF). O ponteiro ADF aponta para a direção de um NDB (farol não direcional). |
Conclusão
Consequências
O avião 'Cliper Climax' no filme "A fantástica fábrica de chocolates"
Aconteceu em 22 de abril de 1966: Ataque cardíaco do piloto provoca a queda do voo American Flyers 280
Aconteceu em 22 de abril de 1947: A colisão aérea de Columbus, na Geórgia (EUA)
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| Um Douglas DC-3 da Delta Air Lines, semelhante à aeronave envolvida no acidente |
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| Um exemplo do Vultee BT-13 |
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| Os pontos de partida das duas aeronaves envolvidas e o ponto de impacto são mostrados sobre a região centro-oeste da Geórgia |
Após o acidente, o Conselho de Aeronáutica Civil (CAB) assumiu a investigação da causa da queda. O presidente da Delta, Collett E. Woolman , atribuiu imediatamente o acidente à falta de uma torre de controle no aeroporto.
Poucos dias após a divulgação do relatório final do CAB, o Aeroporto do Condado de Muscogee foi aprovado para receber melhorias em seus equipamentos de navegação usando financiamento federal.
terça-feira, 21 de abril de 2026
Cinco programas estranhos de aeronaves militares que os EUA abandonaram
1. Lockheed YF-12A
- Nome do Projeto: Parte do Projeto Oxcart
- Contrato: década de 1950, anunciado oficialmente em 1964
- Projeto abandonado: 1979 (como interceptador em 1968)
2. Lockheed AC-130J Ghostrider com armas laser
- Nome do Projeto: Airborne High Energy Laser (AHEL)
- Contrato: 2019
- Projeto abandonado: 2021
3. Convair X-6 movido por um reator nuclear
- Nome do Projeto: Nuclear Energy for the Propulsion of Aircraft (NEPA)
- Contrato: 1951
- Projeto abandonado: 1961
- Nome do Projeto: Advanced Medium STOL Transport (AMST)
- Contrato: 1972
- Projeto abandonado: 1980
5. McDonnell XF-85 Goblin
- Nome do Projeto: MX-472
- Contrato: 1945
- Projeto abandonado: 1949
Avião kamikaze: a história do Zero, um dos melhores caças da 2ª Guerra
Jiro Horikoshi criou um avião que fez o Japão acreditar que poderia vencer os EUA. Conheça esse engenheiro – cuja vida virou um filme indicado ao Oscar.
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| (Imagem: Rafa Nunes/Superinteressante) |
Na verdade, o Mitsubishi A6M Zero era um ponto fora da curva. Assim como seu criador, Jiro Horikoshi. Pequenino, de rosto afilado e sempre de óculos, o engenheiro era conhecido pela paixão por aviões e pela inovação obsessiva. A maior bilheteria do Japão em 2013 foi uma animação inspirada na vida de Horikoshi: Vidas ao Vento, de Hayao Miyazaki, indicado ao Oscar – que o diretor venceu em 2002 com A Viagem de Chihiro. Além de sucesso, o filme criou polêmica: um inventor de aviões de guerra ter alma de artista?
Jiro nasceu em 1903, numa cidadezinha a 120 quilômetros de Tóquio, quando o Império do Japão estava em plena expansão pelo Pacífico. O menino sonhava em ser um ás da aviação, mas um severo problema de visão redirecionou o sonho: não queria mais pilotar, mas criar aviões.
Ele sempre foi um aluno obstinado: passava horas estudando, devorando livros e revistas, inclusive em idiomas estrangeiros. “Eu mergulhava em revistas que vinham repletas de histórias das batalhas aéreas e dos aviões da grande guerra da Europa”, escreveu Jiro Horikoshi em sua autobiografia (sintomaticamente, o título do livro desvia o foco do criador para a criação: Zero Fighter – o registro de seu nascimento e glória. Não se sabe quase nada sobre sua vida pessoal).
Depois da formatura, em 1927, Horikoshi entrou no braço da Mitsubishi no setor de aviação. As empresas japonesas disputavam a tapa os pedidos da Aeronáutica, principal cliente da época. Dois anos após a admissão, foi enviado para conhecer concorrentes pelo mundo. Nos EUA, decifrou os segredos da linha de montagem. Na Alemanha, foi estagiário no projeto de um cargueiro – que acabou servindo de base para um bombardeiro no Japão.
Enquanto os chefes celebravam a transferência tecnológica, Horikoshi comemorava outro discreto contrabando. Em sua bagagem estava o elemento fundamental dos aviões do futuro.
Rumo ao Zero
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| (Imagem: Rafa Nunes/Superinteressante) |
A primeira parte desse sonho é uma aeronave que, na opinião dos especialistas, é aquela que melhor define o seu criador. O Mitsubishi A5M trazia as marcas do que ficou conhecido como “Design Horikoshi”: a fuselagem como uma peça única, do nariz até a cauda, que vai se afunilando; as asas dianteiras que surgem com a perfeição de uma pluma; o estabilizador vertical e a cauda que evoluem a partir de uma linha central. Foi um sucesso.
Até que surgiu uma nova encomenda: um avião ultraleve com artilharia pesada. Numa sociedade em que experiência é o maior cartão de visitas, é surpreendente que Jiro, com 37 anos, tenha sido escolhido para tocar o projeto. Ou nem tanto: “Os militares queriam alguém que pensasse diferente, que pudesse produzir algo completamente novo”, conta Shinji Suzuki, historiador do Departamento de Aeronáutica e Astronáutica do Japão. Horikoshi trabalhou incansavelmente no projeto durante dois anos. Virava noites na prancheta, ficou doente, de cama. Até que chegou o primeiro voo, em 1939. A nova máquina cumpria todos os requisitos: leveza, agilidade, alcance, poder. Era feita de zicral, uma evolução do duralumínio. E ganhou o nome de Mitsubishi A6M Zero, ou simplesmente Zero, referência ao ano de lançamento, 1940 – ou 2600 na contagem da Era Imperial.
A chegada do Zero garantiu ao Japão a conquista da China. “Com duas metralhadoras e dois canhões de 20 mm, os Zeros estavam mais bem armados que qualquer outro avião que os enfrentasse”, descreve Masatake Okumiya, ex-piloto da Marinha Imperial. Sua velocidade de 480 km/h permitia alcançar qualquer aeronave inimiga. Em dois meses e 22 ataques, o Japão venceu o conflito sem que nenhum dos 153 Zeros usados tivesse sido abatido.
Soberba e legado
As vitórias arrasadoras dos Zeros encorajaram as lideranças da Marinha Imperial Japonesa a dar um passo mais arriscado. “Nossa inteligência garantia que, na batalha, o Zero seria equivalente a cinco caças inimigos”, diz Okumiya. Foi com essa confiança que os japoneses escalaram a aeronave para liderar o famoso ataque a Pearl Harbor, que jogou os EUA na guerra.
Hoje há consenso de que os japoneses não esperavam vencer os americanos. A ideia era atacar primeiro para depois buscar uma saída diplomática. Só que a diplomacia nunca veio. “Fomos convencidos de que o conflito seria encerrado antes que a situação ficasse catastrófica para o Japão”, registrou Horikoshi em seu diário. “Agora, desprovidos de qualquer movimento firme do governo, estamos sendo conduzidos para a ruína. O Japão está sendo destruído.” Em 1945, os nazistas foram derrotados na Europa e os Estados Unidos se voltaram para o Pacífico – com novos e modernos aviões.
Quando as bombas atômicas caíram sobre Hiroshima e Nagazaki, a bela criação de Horikoshi já não cruzava os ares. Os últimos Zeros foram usados como munição nas missões suicidas dos tokkotai, conhecidos no Ocidente como kamikazes.
A derrota acabou com a indústria aeronáutica japonesa. Mas seus avanços foram parar em carros e até trens-bala. Numa época em que o Japão ainda engatinhava na tecnologia, a obsessão por inovação de Horikoshi, falecido em 1982, marcou. Se ele criou o maior símbolo de força do Japão Imperial, por outro lado, nunca foi entusiasta da guerra. Se depender da animação Vidas ao Vento, Jiro vai ser lembrado como um homem que, antes de qualquer coisa, só queria fazer um belo avião.
Via Roberto Maxwell (super.abril.com.br)
Aconteceu em 21 de abril de 1958: Colisão Aérea em Las Vegas - Voo United Airlines 736 x Caça da US Air Force
Aeronaves envolvidas na colisão
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| Um Douglas DC-7 da United similar ao avião acidentado |
Eventos que levaram ao acidente
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| Uma rara foto do Douglas DC-7, N6328C, da United Airlines, o avião que se acidentou |
Colisão
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| Uma representação gráfica de como teria sido a colisão |
Investigações
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| O cockpit de um DC-7. O pilar do parabrisa mais à esquerda visto aqui pode ter impedido o voo 736 de ver o F-100 |
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| O cockpit de um F-100 mostrando os suportes de metal da canópia que se acredita ter "interferido seriamente" na visualização do DC-7 |
Legado
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| Uma mudança de sinalização: a Administração de Aeronáutica Civil (CAA) se torna a FAA |
Rescaldo Legal
Locais próximos de acidente
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| Motor radial Wright Cyclone não recuperado no local do acidente do voo 3 da TWA |
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| Destroços do estabilizador vertical do voo 736 |
O local da queda do DC-7 da United Airlines, no entanto, foi limpo de todos os artefatos, exceto os menores, e está ameaçado pelo desenvolvimento. Em 1958, o local ficava a pelo menos uma milha da estrada pavimentada mais próxima; hoje, o local onde o DC-7 atingiu é adjacente ao bairro desenvolvido de Southern Highlands perto da interseção do Decatur Boulevarde a Avenida Cactus.





















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