sábado, 3 de dezembro de 2022

Passageira morde homem e tenta abrir porta de avião dizendo que “foi Jesus que pediu”


Uma mulher demonstrou comportamento errático a bordo de um voo de passageiros, tentando abrir a porta da aeronave alegando que “Jesus” ​​havia dito a ela para fazer isso. Ela ainda mordeu um homem antes do voo ser desviado e ela ser presa.

O caso ocorreu a bordo do Boeing 737 MAX 8 da Southwest Airlines registrado com a matrícula N8792Q que realizava o voo WN-192 de Houston para Columbus, nos Estados Unidos, no último sábado (26).

De acordo com documentos divulgados pelo Tribunal Distrital dos EUA para o Distrito Leste de Arkansas, a passageira identificada como Elom Agbegninou, de 34 anos, caminhou até a parte de trás do avião e “olhou” para uma porta de saída.

Os comissários de bordo a instruíram a usar o banheiro da área ou retornar ao seu assento, mas Agbegninou supostamente recusou e, em vez disso, tentou abrir a porta de saída enquanto o avião estava a aproximadamente 37 mil pés (cerca de 11,28 km) de altitude.


A ação da passageira foi inibida após a intervenção dos comissários de bordo. Um passageiro que também tentou impedir a mulher de tentar a abrir a porta (ainda que não fosse possível fazer isso durante o voo) sofreu uma mordida em um de suas coxas e teve que forçar o dedo em sua mandíbula para se livrar da agressão.

A mulher já incontrolável começou a bater com a cabeça no chão da aeronave, alegando que “Jesus disse a ela para abrir a porta”. Diante dos fatos, os pilotos decidiram realizar um desvio em emergência para o Aeroporto Nacional de Bill e Hillary Clinton, em Little Rock. Após o pouso, a passageira foi removida da aeronave pelos policiais, enquanto a vítima da mordida era tratada com antibióticos e vacinas contra hepatite.

Conforme relata o Arkansas Democrat Gazette, Agbegninou compareceu perante o Juiz Magistrado dos EUA Joe Volpe, onde seu advogado expressou preocupação com sua aptidão mental para ser julgada, mostram os registros do tribunal. Volpe a entregou à custódia do US Marshals Service até que uma avaliação seja concluída. A mulher pode enfrentar uma dura pena e multa por interferir no trabalho da tripulação de cabine e por agressão a outros passageiros.

Via Juliano Gianotto (Aeroin) - Imagens via Redes Sociais

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