Funcionários foram frios e indiferentes e não deixaram que entrasse em contato
R.G.M. viajou com uma carta- convite que seu irmão fez, passando esse tempo cuidando do primeiro sobrinho que nasceu recentemente. O serviço de migração exigiu que a piauiense tivesse no mínimo 80 euros diários, em quanto permanecesse no país. Ela relata que os funcionários foram frios e indiferentes e não deixaram que entrasse em contato, por telefone, com seu irmão, que a esperava no Aeroporto Charlles De Gaulle.
Foi encaminhado um pedido para o governador Wellington Dias, para garantir a sua viagem ao país com a explicação de que não irá trabalhar ou ficar no país.
O caso foi transferido para o superintendente de Relações Exteriores do Governo do Estado, Sérgio Miranda para que seja resolvido o mais rápido possível. Ele disse que entrará em contato com o Ministério das Relações Exteriores para que seja encaminhado os documentos e esclarecimentos para que R.G.M. se encontre com sua família em Paris.
Fonte: 180graus (com informações do MN) - Foto: accomline.com
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