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sábado, 16 de agosto de 2025
Vídeo: VASP 280 - Pra Onde Foi O Dinheiro?
Aconteceu em 16 de agosto de 2000: O sequestro do voo VASP 280 no Paraná
O sequestro do voo 280 foi uma ação de sequestro e roubo ocorrido durante o voo 280 da VASP, em 16 de agosto de 2000, e levado a cabo por Marcelo Moacir Borelli e mais quatro comparsas, com objetivo de roubar malotes de dinheiro pertencentes ao Banco do Brasil, e que estavam no bagageiro da aeronave sob custódia da empresa de transporte de valores TGV.
O voo partiu de Foz de Iguaçu às 15h32 rumo à São Luís do Maranhão e faria escalas em Curitiba, Rio de Janeiro e Brasília.
O Boeing 737-2A1(Adv), prefixo PP-SMG, da VASP (foto acima), estava com 67 pessoas a bordo, sendo 61 passageiros e seis tripulantes. Entre os passageiros estavam Marcelo Moacir Borelli. Ele, juntamente com outros quatro comparsas, planejaram o sequestro da aeronave.
Na primeira parte da viagem, entre Foz e Curitiba, o sequestro começou e os bandidos fizeram o piloto levar o Boeing até a cidade paranaense de Porecatu, no Norte do Paraná, divisa com o estado de São Paulo.
"Depois de uns dez minutos, cinco homens encapuzados e armados com pistolas anunciaram o assalto e disseram que iam levar o dinheiro do banco, que não era para ninguém ficar preocupado", afirmou o turista italiano Gabrielli Chiari, 55.
Ele visitou Foz com a mulher e a filha, e ia conhecer o Rio de Janeiro na sequência do voo. "Eles pediram para todos colocarem as mãos para trás. Um deles estava muito nervoso, com duas pistolas nas mãos e gritando."
Nesse momento, houve um disparo. "Todo mundo ficou em pânico, mas eles disseram que não era para se preocupar porque o tiro tinha sido um acidente", disse o técnico de seguros Wilson Rocha, 32. O líder do grupo pediu então que "o funcionário do BC se apresentasse". Um passageiro na primeira fila se levantou e apresentou um papel. "Ele (o ladrão) reclamou que eram "só R$ 5 milhões", mas disse que tudo bem", relatou Rocha.
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| Marca do disparo no interior da aeronave (Reprodução: TV Globo) |
"O que ficou na cabine era piloto. Ele conhecia os instrumentos e orientou o desvio de rota. Depois, orientou o pouso", afirmou a comissária de bordo Vitória Regina de Simas. Ela criticou o fato de os malotes serem transportados em voos de carreira. "Meu Deus, isso atrai ladrão. O tiro passou do lado da minha cabeça", afirmou.
Após pousar no pequeno aeroporto local, os assaltantes colocaram os malotes de dinheiro em duas caminhonetes Ford Ranger, com cúmplices que aguardavam no local. Eles fugiram sem serem localizados e, levando aproximadamente R$ 5 milhões.
Após a situação e fuga dos bandidos, o comandante do voo levou o avião ao aeroporto de maior porte mais próximo, que era o de Londrina, a 90 km de Porecatu.
Lá, a aeronave foi periciada e os passageiros remanejados aos seus destinos. Entre eles, havia 30 turistas estrangeiros que voltavam de férias de Foz do Iguaçu. Ninguém se feriu no incidente.
As Polícias Civil e Militar em Porecatu fizeram uma varredura na região, mas localizaram apenas uma das caminhonetes Ranger abandonada.
A Polícia Federal tentou fazer um retrato falado dos sequestradores, com base em informações dos tripulantes e alguns passageiros, e logo chegou em um suspeito, Marcelo Moacir Borelli, que tinha no seu extenso "currículo" dois outros assaltos à TGV, a empresa responsável pelo transporte do dinheiro a bordo do Vasp 280.
Entre os vários pontos intrigantes da ação, estão o conhecimento do carregamento pelos bandidos, que normalmente é feito de forma sigilosa justamente para prevenir assaltos. Os sequestradores sabiam até em que bagageiro do avião a carga iria ser carregada.
Outro ponto obscuro é: como as armas foram parar a bordo? Os passageiros passam por inspeção de raio-x e detectores de metal quando embarcam.
Isso levanta a possibilidade de que alguma pessoa, das mais de 20 que tem acesso ao avião enquanto o mesmo está no pátio, possa ter colocado as armas a bordo antes do embarque. Outra possibilidade é que as armas possam ter sido colocadas em outros aeroportos por onde a aeronave tenha passado antes.
Marcelo Borelli e os outros assaltantes foram presos tempos depois, mas o dinheiro nunca mais foi recuperado. Em 11 de janeiro de 2007, Marcelo Borelli acabou falecendo por complicações da AIDS. Ele cumpria pena de 117 anos na Penitenciária de Piraquara, região metropolitana de Curitiba.
A aeronave Boeing 737-200, matrícula PP-SMG, após a falência da VASP, foi desmanchada em 18 de Outubro de 2011, após ter ficado muitos anos inativa no Aeroporto de Congonhas, na cidade de São Paulo, tendo sido vendida como sucata.
Essa mesma aeronave foi vítima de outro sequestro, ocorrido em 22.02.1975: leia a história completa AQUI.
Por Jorge Tadeu (Site Desastres Aéreos) com Wikipédia, Cultura Aeronáutica, Folha de S.Paulo e foz.portaldacidade.com - Fotos: JetPhotos / G1
Aconteceu em 16 de agosto de 1991: Acidente no voo 257 da Indian Airlines - Uma tragédia evitável
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| O Boeing 737-2A8 Advanced, prefixo VT-EFL, da Indian Airlines, envolvido no acidente |
Vídeo: Mayday Desastres Aéreos - Northwest Airlines 255 Sem Sinal
Aconteceu em 16 de agosto de 1987: Tragédia no voo 255 da Northwest Airlines - Silêncio alarmante
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| Aeroporto Metropolitano de Detroit na década de 1980, em um dia muito mais ensolarado. O saguão da Delta está marcado com uma seta vermelha (mpar21 no Flickr) |
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| Única foto disponível do Capitão Maus (Arquivo CONUS) |
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| Cecelia Cichan, a única sobrevivente |
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| O acidente com o voo 1141 da Delta Airlines |
Aconteceu em 16 de agosto de 1972: A queda do DC-3 da Union of Burma Airways - O acidente de Thandwe
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| Um DC-3 da Union of Burma Airways similar ao avião acidentado |
Aconteceu em 16 de agosto de 1965: A queda do voo 389 da United Airlines - O Segredo do Mar
Aeronave
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| Um dos primeiros 727 da United, no mesmo padrão de pintura do N7036U, acidentado em 1965 |
| Cockpit de um United 727-22 (há 2 altímetros aqui para ambos os pilotos). Acredita-se que ambos os pilotos interpretaram mal sua altitude em 10.000 pés |
Sequencia do acidente
| Diagrama mostrando a face do projeto do altímetro de três ponteiros citado no acidente. A altitude exibida aqui é de 10.180 pés. |
Investigação
Causa provável
Por que comissários se sentam nas mãos ou cruzam os braços durante o voo?
| Comissária de voo: Tripulantes de cabine costumam sentar sobre as mãos ou ficar de braços cruzados durante pousos e decolagens (Imagem: Thinkstock/Getty Images) |
O que é a posição?
Cruzar os braços
Mudança de acordo com o assento
De que é feita uma caixa-preta? Como ela funciona? Entenda por que equipamento é fundamental para investigar a queda de um avião
- um chassi ou interface projetada para proteger o dispositivo e facilitar a gravação e reprodução;
- um farol localizador subaquático;
- a carcaça do núcleo ou "unidade de memória de sobrevivência a choques" feita de aço inoxidável ou titânio;
- é dentro dessa estrutura que ficam armazenadas as gravações, geralmente em chips.
- um gravador de voz do cockpit (CVR - gravador de voz da cabine) para vozes do piloto e sons;
- um gravador de dados de voo (FDR) que captura informações sobre parâmetros, incluindo altitude, velocidade do ar, direção e empuxo do motor.
Quais são as minúsculas asas na lateral dos motores de aeronaves?
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| (Foto: Maria Fonseca Oficial/Shutterstock) |
O que eles chamaram?
O que eles fazem?
Eles são instalados em todas as aeronaves?
Resumindo
sexta-feira, 15 de agosto de 2025
Quais aviões da Segunda Guerra Mundial tinham 4 motores?
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| (Foto: US Department of Defense) |
Itália fascista: Piaggio P.108 Bombardiere
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| (Foto: Ericg at English Wikipedia/Wikimedia Commons) |
Japão Imperial: Kawanishi TB (Toyo Bakugeki) / KX-9 e Nakajima G10N Fugaku (富岳 ou 富嶽; "Monte Fuji")
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| (Imagem: Secret Projects (Reino Unido)) |
Alemanha nazista: Messerschmitt Me 264 e Junkers Ju 390
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| Junkers JU-390 |
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| Messerschmitt 264 |
Estados Unidos da América: B-17 Flying Fortress, B-24 Liberator, B-29 Superfortress
Pode-se dizer que o B-24 é o menos anunciado do grupo, não importa que o Liberator tivesse um alcance maior, maior velocidade e uma carga útil maior do que seu companheiro de armas "Flying Fort". Quando escrevi um artigo sobre o Liberator para a 19FortyFive em maio de 2023, meus editores da época deram o título "B-24 Liberator: O bombardeiro esquecido da Segunda Guerra Mundial?"
Quanto ao B-17, ele teve um começo pouco auspicioso, quase sendo destruído em sua infância por um executivo com deficiência de visão, conforme explicado pelo Museu Nacional da Força Aérea dos Estados Unidos: "Este avião, embora destinado a mudar a aparência da guerra aérea, inicialmente falhou em convencer o Estado-Maior do Exército de seus méritos e capacidades. Como resultado, o Estado-Maior determinou que a maior parte dos fundos para a compra de bombardeiros fosse gasta em Douglas B-18s bimotores mais baratos, em vez dos B-17s quadrimotores mais caros, acreditando que o último tipo era um luxo caro e desnecessário."
Grã-Bretanha: Avro Lancaster e Handley Page Halifax
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| (Foto: United Kingdom Government/Wikimedia Commons) |
União Soviética: Petlyakov Pe-8 (Петляков Пе-8)
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| (Foto: SDASM Archives/Wikimedia Commons) |



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