
A solenidade foi discreta e durou pouco mais de meia hora, na sede da estatal, em Brasília, com a presença de funcionários da Infraero. Gaudenzi revelou que, em sua carta de demissão ao ministro da Defesa, Nelson Jobim, afirmou que não seria a pessoa mais indicada para conduzir essa etapa de privatização, por discordar da alternativa. "Escrevi ao ministro que não poderia fazê-lo com entusiasmo, por discordar da tese", afirmou.
Já o presidente interino da Infraero fez um discurso curto e não mencionou sua posição sobre a política de privatização dos aeroportos. Limitou-se apenas a agradecer o convívio com Gaudenzi e lembrou que a presidência do antecessor foi marcada pelas ações de recuperação de imagem da Infraero, abalada pelo caos aéreo e pelos dois trágicos acidentes da Gol e da TAM, ocorridos em 2006 e 2007.
Fonte: Agência Estado
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