
Entre os deportados estão três baianas, a professora Zaineide dos Santos Pinto, a empregada doméstica Telma Araújo Queiroz e a vendedora Cíntia Santos. A polícia espanhola alega falta de dinheiro que garanta a permanência e a falta de uma carta-convite feita por pessoas que estejam nos países da Europa para ter deportado os brasileiros. A professora Cleide Pascoal, de Brasília, e o cabeleireiro Edvan Andrade dos Passos, de Aracaju, voltaram no mesmo vôo.
Por telefone, os brasileiros reclamaram da restrição de comida e bebida, de acesso ao banheiro e a objetos de higiene e remédios.
Fonte: O Globo
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