Na terça-feira, 1º de março de 1988, o voo 206 da Comair, operado pela aeronave Embraer EMB-110P1 Bandeirante, prefixo ZS-LGP (foto acima), voando de Phalaborwa para Joanesburgo, na África do Sul.
Na aproximação ao Aeroporto Jan Smuts de Joanesburgo, o avião sofreu uma explosão em voo, caindo em uma área industrial perto de Germiston, matando os 15 passageiros e dois tripulantes a bordo.
Enquanto a aeronave atingiu o solo a cerca de 7 NM (13 km) a sudoeste do aeroporto, a cabine foi encontrada a quase 820 pés (250 m) dos destroços principais.
Os relatórios indicaram um dispositivo explosivo a bordo; a cabine foi encontrada a um quarto de quilômetro de distância do resto da fuselagem, apesar do voo ter sido relativamente baixo no momento do acidente. Um mineiro a bordo havia feito um grande seguro de vida pouco antes do voo. Não houve sobreviventes.
Uma investigação descobriu que uma bomba foi detonada quando a aeronave fez sua aproximação, causando a separação violenta. Acredita-se que um trabalhador da mina que estava em uma crise conjugal e financeira tenha detonado a bomba composta de nitroglicerina e nitrato de amônio.
Ele havia feito um grande seguro de vida antes de embarcar no voo. Este foi o terceiro acidente mais mortal na África do Sul na época.
A Comair continuou a usar o código de voo em uma rota diferente entre Durban e Joanesburgo até seu colapso financeiro em 2022.
Por Jorge Tadeu (Site Desastres Aéreos) com Wikipédia e ASN
Nenhum comentário:
Postar um comentário