

Em abril, perdeu o posto de quarta companhia em participação para a novata Azul, que está em franca expansão. “A OceanAir deixa de ser uma empresa de R$ 400 milhões por ano para ser uma empresa de US$ 2 bilhões”, diz uma fonte na companhia. “A Avianca é mais antiga e mais conhecida internacionalmente e a incorporação vai facilitar negociações de compra de aviões ou de financiamento, por exemplo.”
A intenção de Efromovich de fundir todas as suas companhias aéreas da América Latina e rebatizá-las com o nome de Avianca não é nova - foi anunciada por ele no final de 2007. Mas só agora o plano sairá efetivamente do papel. Além da OceanAir, o Grupo Synergy, de Efromovich, controla também a equatoriana VIP. A nova estrutura societária será submetida à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) no mês que vem. As cores e a linguagem visual dos logotipos da OceanAir e da Avianca já são similares, mas Efromovich ainda não bateu o martelo em relação a substituir o nome OceanAir por Avianca. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Agência Estado via Abril.com
Um comentário:
Se juntar todas as aeronaves da Avianca, da OceanAir, da VIPsa, e, que não foi citado na matéria, da empresa cargueira que opera nos EUA e da empresa Angolana que ficou com os ex-Brasília da OceanAir, o grupo Sinergy é maior como empresa aérea do que a TAM ou a Gol. E ainda lembrando que a aviação é só uma PEQUENA PARTE do grupo. Com tudo isso, talvez o consumidor brasileiro abra os olhos à empresa que não coloca o LUCRO em primeiro lugar como a TAM, ou que cobra pelo serviço de bordo como a Gol. A OceanAir coloca a SEGURANÇA em primeiro lugar, o conforto é o melhor das aeronaves brasileiras, e a refeição de bordo é quente em todas as etapas, e INCLUÍDA no custo da passagem!
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