terça-feira, 7 de abril de 2009

Rússia inicia projeto para construir nova nave espacial

Iniciativa estabelece as bases para uma potencial nova corrida espacial com os Estados Unidos

Orion, concorrente da nova nave russa

A Agência Espacial Russa deu ordem nesta terça-feira, 7, para que começasse o trabalho de design de uma nova geração de naves espaciais capazes de levar missões para a Lua, estabelecendo as bases para uma potencial nova corrida espacial com os Estados Unidos.

A Agência Espacial assinou um contrato com a companhia RKK Energiya, controlada pelo Estado, de 800 milhões de rublos (US$ 23 milhões) para o trabalho inicial em uma nova, e reutilizável, nave que substitua a Soyuz, de 40 anos.

A nova nave russa, ainda sem nome, pode surgir como competição para a nave Órion da Nasa. Os requisitos de design para a nave russa parecem similares às especificações da Órion, levando os especialistas a darem a ela o apelido de "Orionski".

Órion deve carregar humanos para a Estação Espacial Internacional (ISS) a partir de 2015 e para a Lua, a partir de 2020.

Alexei Krasnov, o chefe dos programas espaciais tripulados da agência russa, disse na semana passada que a nave russa deve realizar seu primeiro voo antes de 2020, sem elaborar o comentário.

James Oberg, um engenheiro aeroespacial experiente que trabalhou no programa do ônibus espacial da Nasa e agora é um consultor espacial, escreveu, em um comentário, que o novo programa espacial russo pode ajudar a Nasa a conseguir fundos para levar astronautas para a Lua.

"Isso dará à Nasa o tão esperado impulso no Congresso, ecoando as motivações da corrida espacial de 1960", disse Oberg.

Energiya venceu a outra companhia estatal que constrói naves espaciais, a Khrunichev, para o pedido especial. O resultado foi anunciado no site do governo.

A empresa tem até junho de 2010 para completar o design inicial. A Energiya constrói a Soyuz e sua versão de carga, Progress, que não são reutilizáveis.

Krasnov disse que a nova nave poderá carregar uma tripulação de seis pessoas e carga de 500 quilos para orbitar a Terra. A Soyuz pode carregar apenas três. Ele também disse na semana passada que a nave deve ser capaz de levar quatro cosmonautas para a Lua.

Fonte: estadão.com.br - Foto: EFE

Manutenção em aeronaves cancelas dois voos em Campo Grande (MS)

A manutenção mecânica em aeronaves de duas companhias aéreas que atendem Campo Grande levou ao cancelamento de vôos na madrugada de hoje no Aeroporto Internacional da Capital.

Segundo a Infraero, uma aeronave da Trip que passava por manutenções em Londrina (PR) não decolou. Na Capital a aeronave faria o vôo 5410 com destino a Curitiba (PR)/Maringá/Londrina. O horário programado para o desembarque era para às 5h15.

Na Capital, a aeronave da Oncean Air também não pode decolar pelo mesmo motivo. A manutenção mecânica cancelou o vôo 6382 com destino à Cuiabá (MT) e com saída programada também para as 5h15.

Ainda conforme a Infraero, o aeroporto da Capital funciona normalmente nesta manhã sem restrições para pousos e decolagens.

Fonte: Campo Grande News

Aeroporto de Guarulhos lança publicação semanal Folha Aeroportuária

No mês de abril, será distribuída no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, a Folha Aeroportuária. A publicação será gratuita e circulará às quintas e sextas-feiras.

A Folha Aeroportuária tem 16 páginas com editorias diversificadas para manter o leitor informado sobre temas variados. O jornal é semanal, impresso em formato germânico, colorido, com tiragem de 25 mil exemplares. A impressão é feita no formato quente, que realça as cores e não solta tinta na mão dos leitores.

O Grupo Folha A1, há 13 anos no mercado editorial, é responsável pela edição da Folha Aeroportuária e do jornal Quinta Avenida. Todas as publicações do grupo têm como missão "promover, através da comunicação, a informação e propagar ações de caráter sócio cultural".

Fonte: Portal Imprensa

TAM lança serviço VIP de helicóptero ligando os aeroportos de Guarulhos e Congonhas

Viagem leva cerca de 20 minutos e é feita em intervalos de uma hora. Empresa não divulga os preços

A TAM está lançando um serviço VIP de helicóptero para o transporte de passageiros entre os aeroportos de Congonhas e Guarulhos, em São Paulo. A iniciativa é tocada pela TAM Aviação Executiva.

O serviço é oferecido aos passageiros que viajam em qualquer destino doméstico ou internacional operado pela TAM.

O transfer tem duração de aproximadamente 20 minutos e está disponível a partir das 6h (Congonhas) e 6h30 (Guarulhos), com intervalos de uma hora entre as partidas.

A solicitação do serviço é feita pelo telefone (11) 5582-9616, de segunda a sexta das 6h às 23h30 e aos sábados, domingos e feriados, das 8h às 18h. A companhia não divulga os preços, mas antecipa que dependem do tempo de antecedência da reserva.

Complementando o serviço, a empresa recolhe as bagagens no endereço indicado peloo cliente, na Grande São Paulo, com até seis horas de antecedência ao voo, que são entregues em até seis horas após o desembarque.

Fonte: Cidade Biz

Lei do Abate pronta para o combate ao tráfico na Amazônia

O combate ao tráfico de drogas e ao crime organizado é feito constantemente pelas polícias em todo o território nacional. Uma das formas de entrada dos entorpecentes no país é por via aérea e para isso a Força Aérea Brasileira (FAB) é um dos apoios mais importantes para as ações. A Lei do Tiro de Destruição, popularmente conhecida por Lei do Abate até o presente momento não derrubou nenhuma avião desde sua vigência, mas várias ações chegaram ao limite com o disparo de tiros de advertência e as ordens obedecidas por parte de pilotos no comando de vôos clandestinos.

Instituída pelo Código Brasileiro de Aeronáutica, a Lei nº. 7.565 de 19 de dezembro de 1986, e modificado pela Lei nº. 9.614, de 5 de março de 1998, no seu artigo 303, trata dos casos em que uma aeronave pode ser submetida à detenção, à interdição e à apreensão por autoridades aeronáuticas, fazendárias ou da Polícia Federal. A informação está disponível no site: www.fab.mil.br. Existe um parágrafo que explica de forma clara as como ela funciona. “Esgotados os meios coercitivos legalmente previstos, a aeronave será classificada como hostil, ficando sujeita à medida de destruição, nos casos dos incisos do caput deste artigo e após autorização do Presidente da República ou autoridade por ele delegada”, reza o artigo 2.

Desde abril de 2003, um grupo de trabalho foi montado com membros do Ministério da Defesa, do Ministério da Justiça, do Ministério das Relações Exteriores, do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República e especialistas do Comando da Aeronáutica, para estudar todos os aspectos pertinentes à regulamentação da Lei do Tiro de Destruição. Os pontos elencados foram: procedimentos de interceptação aérea, normas internacionais da aviação civil, medidas de integração de procedimentos com os países vizinhos e legislação de países interessados no tema e que mantêm normas específicas sobre responsabilidade civil de seus cidadãos, quando estes tenham apoiado direta ou indiretamente a destruição de aeronave civil.

Apoio

As ações da FAB no combate ao narcotráfico estão ligadas ao trabalho de investigação da Polícia Federal, que nas operações as aeronaves de interceptação poderão ser utilizadas. O avião radar, além de identificar vôos clandestinos, pode também fazer os primeiros passos da interceptação. Caso sejam necessários outros aviões de apoio e preparados para combate entram em ação. “Além dos A-29 Super Tucanos empregados na Base Aérea de Porto Velho, os jatos podem entrar em ação”, explica o Tenente Coronel Henry das FAB. O Super Tucano pode carregar até 1.500 quilos, que podem incluir mísseis ar-ar, bombas de emprego geral, lança-granadas e incendiárias, lança-foguetes, foguetes e bombas de exercício, duas metralhadoras (. 50 M3P) (12,7 mm), além de 04 pontos duros sob as asas e 01 sob a fuselagem para mísseis e bombas. F5 Tiger II, F2000 Mirage e outros modelos prontos para a atuação.

Passo a passo

Com a modernização do sistema de defesa aérea e controle do tráfego aéreo brasileiro, sendo o Sistema de Vigilância da Amazônia (Sivam) a principal ferramenta desse trabalho, foi provado que as principais rotas de entrada de drogas ilícitas no Brasil ocorrem por via aérea, em pequenas aeronaves, vindas das regiões reconhecidamente produtoras de entorpecentes. Essas seguem para o interior do Brasil ou para países vizinhos, a caminho da Europa e Estados Unidos, entre outros destinos da rota de exportação.

O comando da Força aérea informa que o problema vivido era a falta da regulamentação da Lei do Tiro de Destruição. As aeronaves de interceptação da FAB, responsáveis pelo policiamento do espaço aéreo, eram ignoradas por pilotos em vôo clandestinos, em suas ordens de identificação e de pouso em pista pré-determinada, como previa a legislação em vigor. Em muitas situações, apesar de ter-se chegado ao tiro de advertência, houve completa desobediência às ordens emitidas pela autoridade, caracterizando-se situação similar à resistência à prisão.

Medidas

O Governo Brasileiro, para reverter essa situação e melhorar a defesa do país, desenvolve uma série de ações, como a transferência de militares para a Amazônia e a modificação da legislação para preparar as Forças Armadas para atuar contra delitos que acontecem inclusive na região de fronteira. Com a regulamentação da Lei do Tiro de Destruição, assinada pelo Presidente da República, instrumentos adequados para as ações de policiamento do espaço aéreo brasileiro foram criados. O resultado é fruto de uma série de intercâmbios com países vizinhos, para integrar os procedimentos de interceptação aérea e, com isto, minimizar riscos de equívocos.

Execução

É de fundamental importância compreender que a Lei do Tiro de Destruição, abrange somente o caso de aeronaves suspeitas de envolvimento com o tráfico internacional de drogas. Antes de ser classificada como hostil e sujeita à medida de destruição, a aeronave deverá ser considerada como suspeita e submetida a procedimentos específicos, detalhados e seguros.

Como identificar

Aeronaves que entram em território nacional, sem plano de vôo aprovado, oriunda de regiões reconhecidamente fontes de produção ou distribuição de drogas ilícitas, ou a que omitir aos órgãos de controle de tráfego aéreo informações necessárias à sua identificação, ou não cumprir determinações dessas autoridades, caso esteja trafegando em rota utilizada na distribuição de drogas.

Caracterizada a aeronave como suspeita, ela estará sujeita a três tipos de medidas aplicadas de forma progressiva e sempre que a medida anterior não obtiver êxito, surge à possibilidade da aeronave ser considerada hostil, e ter risco de ser destruída.

Fontes: Em Rondônia / Ariquemes Online via Diário da Amazônia

Avião de empresário que se acidentou em Novo Hamburgo (RS) era novo

O empresário Carlos Gustavo Schunck, 53 anos, ficou gravemente ferido na tarde de sábado ao colidir o pequeno avião que pilotava em um barranco no Aeroclube de Novo Hamburgo. A aeronave era um modelo experimental recém-construído pelo próprio empresário, que o estaria pilotando pela segunda vez.

O acidente ocorreu por volta das 17h15min, após um voo de cerca de 20 minutos. Schunck estava em procedimento de pouso quando bateu no barranco, localizado alguns metros antes do início da pista. Depois de ser socorrido por moradores de casas próximas, ele foi levado por uma ambulância ao Hospital Geral. Na madrugada de ontem, foi transferido para a UTI do Hospital Regina, onde estava em estado grave à noite.

Aeronave foi construída por Schunk na própria garagem

Schunck, natural de Taquara e morador de Novo Hamburgo, é considerado um piloto experiente por colegas. O presidente do aeroclube, Alceu Feijó, disse que ele tem licença para pilotar aviões monomotores há mais de uma década. Costuma praticar nos finais de semana e recentemente começou a pilotar a aeronave construída por ele mesmo, um monomotor modelo Vagabundo PA-15.

– É comum que se faça isso. Compra-se a planta e monta-se o avião. Ele fez muito bem feito – diz o piloto-instrutor Darci Rabelo Filho, que estava no aeroclube na hora do acidente.

Segundo Feijó, o empresário comprou a planta de um projeto americano e construiu a aeronave na garagem de casa, ao longo de cinco anos.

O avião estava pronto havia poucas semanas e foi estreado no sábado anterior. O voo deste sábado era o segundo, conforme o presidente do aeroclube. Feijó disse que Schunck tem licença da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e que a montagem foi acompanhada por um engenheiro aeronáutico. Ontem, uma equipe do Instituto-geral de Perícias esteve no local do acidente. Hoje ocorre uma perícia de engenharia na aeronave.

A queda abalou Diego Stedile, 18 anos. Ele conhecia Carlos desde 2000 e o considera um excelente piloto.

– Ele é muito responsável em tudo, sempre. Nunca fazia nada de errado enquanto pilotava – lembra.

Para alguns vizinhos do aeroclube, a queda só foi percebida com a movimentação intensa de ambulâncias no local. Tiago Trevizani, 24 anos, não ouviu barulho algum por causa da queda, mas ficou impressionado com a quantidade de veículos que passaram ao lado da casa dele.

– Eu vi quatro ou cinco ambulâncias entrarem no aeroclube. Além disso, passou também um carro do Corpo de Bombeiros e várias viaturas da Brigada Militar – conta.

Fonte: Daniel Cardoso e Josiane Weschenfelder (Zero Hora)

Pequenos aeródromos sem fiscalização em Portugal

Instituto Nacional de Aviação Civil sem condições

A Polícia Judiciária (PJ) pede mais medidas de segurança para os pequenos aeródromos existentes no País, alegando que pistas sem fiscalização são mais susceptíveis de serem utilizadas para o tráfico de droga ou para acções terroristas. Todavia, o Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC) afirma não ter condições para fiscalizar todas essas pistas, algumas das quais em terra batida.

Em declarações à rádio TSF, uma fonte do INAC admitiu que o instituto não tem meios para fiscalizar as pequenas pistas e que pouco ou nada mudou desde o alerta lançada pela PJ para a existência de pistas de terra batida que podem ser usadas por aviões de pequeno porte sem qualquer tipo de controlo.

O relatório da PJ foi realizado há quatro anos, tendo sido referido há cerca de uma semana, depois de um caça F16 da Força Aérea Portuguesa ter forçado uma avioneta proveniente do Norte de África a aterrar no aeródromo de Castro Marim, no Algarve, por suspeita de a aeronave estar a ser usada para o tráfico de droga.

Depois de ter detectado várias pistas de aterragem sem controlo, a PJ enviou o relatório para o INAC, que admitiu não dispor dos meios suficientes para fiscalizar as pequenas pistas de aviação.

Fonte: Correio da Manhã (Portugal)

TAM inaugura dois novos terminais de carga

A TAM informou ontem que sua unidade de transporte de cargas, a TAM Cargo, inaugurou em março dois novos terminais de cargas, um em São José dos Campos, no interior de São Paulo, e outro em Rio Branco, no Acre.

A base de São José tem 314 m² e comporta 31 toneladas. A operação na cidade funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 19 horas e, aos sábados, das 8h às 14 horas. Todos os volumes são encaminhados ao Aeroporto Internacional de Guarulhos, de onde partem nos voos da TAM para seu destino final.

Já o terminal de Rio Branco tem uma área de 375,2 m², comporta 35 toneladas por mês e é três vezes maior que o antigo espaço da companhia, instalado no aeroporto da capital do Acre. Os clientes são atendidos de segunda a sexta-feira, das 8h às 19 horas, e aos sábados, das 8h às 14 horas.

Em agosto passado, a TAM Cargo já havia inaugurado em Manaus, também na região Norte, seu maior terminal de cargas, com uma área total de 11 mil m² e capacidade de 80 toneladas por dia.

Atualmente, a TAM Cargo atende, com voos diretos, 42 aeroportos brasileiros, faz coletas em mais de 400 cidades e entrega em mais de 4.200 localidades no País. O serviço TAM Cargo Internacional atinge cerca de 45 países e mais de 120 cidades espalhadas pelo Mercosul, América do Norte, Europa e Extremo Oriente.

Fonte: Agência Estado

Justiça suspende processo contra Denise Abreu, diz defesa

A defesa da ex-diretora da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Denise Abreu, informou que foi divulgada nesta segunda-feira a decisão do desembargador federal Luiz Stefanini, do Tribunal Regional Federal (TRF), concedendo habeas-corpus para suspender a ação penal contra ela, pelo crime de fraude processual. Denise é acusada de ter apresentado à desembargadora Cecilia Marcondes, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, um estudo interno como se fosse uma norma da Anac.

Em janeiro deste ano, a juíza Maria Isabel do Prado, da 1ª Vara Federal Criminal de Guarulhos alterou a acusação do Ministério Público Federal (MPF) contra a ex-diretora, que inicialmente seria de "falsificação de documento público e uso de documento falso", para fraude processual. Inicialmente a assessoria havia informado que se tratava da juíza Paula Mantovani, mas retificou a informação.

A decisão foi considerada, pela defesa de Denise Abreu, como uma "aberração processual". Segundo os advogados, a juíza não poderia ter alterado, no momento do recebimento da denúncia, a tipificação do crime, ou seja, receber a denúncia por outro crime que não o imputado pelo Ministério Público Federal. O momento processual adequado para fazer qualquer adequação na tipificação do crime seria na sentença.

Entre os erros apontados pelo desembargador, destaca-se que os crimes de fraude processual e falsidade documental são absolutamente diferentes, o que impediria a alteração na capitulação.

"Nossa defesa preliminar foi voltada para os crimes imputados na denúncia e não para o crime de fraude processual, que até então nunca havia sido cogitado. Assim, a direito de defesa foi cerceado, pois houve inovação acusatória pela juíza", afirmou o advogado Roberto Podval.

Norma

De acordo com a denúncia do MP, o estudo apresentado como uma falsa norma foi usado pela Anac no recurso 2007.03.00.010306-1, que garantiria, em tese, a segurança nas operações de pouso no Aeroporto de Congonhas.

O estudo apontava que pousos e decolagens eram proibidos em Congonhas caso a pista estivesse com uma lâmina d'água superior a 3 mm. Após o acidente com o avião da TAM, em julho de 2007, foi constatado que o estudo não era uma norma e, portanto, não havia nenhuma obrigatoriedade em segui-lo.

Segundo depoimento da desembargadora Cecília Marcondes ao Ministério Público Federal, Denise afirmou em reunião que o estudo valia como norma, que estava publicada no site da Anac.

Ainda de acordo com a magistrada, o documento foi fundamental para que a Justiça Federal liberasse a pista para pousos e decolagens de todos os equipamentos. Na decisão anterior, a Justiça havia proibido apenas a decolagem de três modelos de aeronaves (Folker 100, Boeing 737/700 e 737/800).

Uma sindicância interna instaurada na Anac mostrou que o estudo "não tinha, e nunca teve, aptidão para criar obrigações a terceiros, pois não era um ato normativo da agência, mas tão-somente um estudo, uma proposta, fruto de primoroso trabalho intelectual de um servidor".

O estudo foi elaborado pelo gerente de padrões de avaliação da Anac, Gilberto Schittini, como uma proposta para elaboração de norma. Entretanto, o documento não chegou a ser submetido à aprovação do colegiado da agência.

Fonte: Terra

Ação quer evitar colisões de aves em aviões

Foi registrada uma diminuição de mais de 70% na população de urubus-da-cabeça-preta no Aterro Sanitário de Marabá, sudeste do Pará, entre o mês de fevereiro e março deste ano. Esse decréscimo é resultado da melhoria da qualidade e eficiência da cobertura do lixo no local. Esta foi uma das medidas sugeridas pelo Grupo Ambiental, do qual fazem parte, o Núcleo de Fauna da Gerência Executiva do Ibama em Marabá, a Prefeitura do município, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e da Secretaria de Obras (SEVOP), e pela Infraero, apoiada pelo ICMBio, com o Centro Nacional de Pesquisa para Conservação de Aves Silvestres (Cemave).

De acordo com a analista ambiental do Ibama de Marabá Franciléia Lobo, a população de urubus no Aterro, em fevereiro, era estimada em cerca de 4.600 indivíduos. Isso porque foi constatado, que o Aterro do município fica na Área de Segurança Aeroportuária (ASA), a 5 km do Aeroporto, e é um dos principais atrativos dos animais para o local.

"Este é um problema de muito tempo, que não poderia ser solucionado com o sacrifício dos urubus, e sim com a retirada da fonte de atração para eles, como o lixão de Marabá, os lixos clandestinos, frigoríficos e matadouros irregulares", afirma Franciléia.

MEDIDAS

A equipe formada pelos quatro órgãos públicos continua fazendo o monitoramento dos animais tanto no aterro sanitário, como nos principais locais de foco de atração dos urubus, porém, para que os riscos de acidentes aéreos diminuam ainda mais, é preciso: a constante fiscalização dos pontos de descarte de efluentes em cursos d´água fora do padrão por frigoríficos e matadouros; o fechamento de matadouros clandestinos; o monitoramento de focos na área do entorno do aeroporto e dos pontos de descarte de lixo doméstico irregulares, fazendo a retirada imediata dos mesmos, além da informação e conscientização da população para evitar o descarte irregular de lixo nas ruas e nos contêineres.

Porém, o mais importante é a mudança de local do Aterro para uma área fora da ASA, além da recuperação ambiental do aterro atual, e que a comunidade local e os responsáveis por matadouros e frigoríficos tenham o mesmo compromisso de manter limpa a área que circunda o aeroporto, para evitar os perigos de incidentes aéreos.

Fonte: Ascom Ibama/Pará via Diário do Pará

Conheça o trabalho dos 'flanelinhas' de aviões

Fiscais de pátio do Aeroporto de Congonhas explicam rotina.

'Eu sou os olhos do comandante', diz fiscal de pátio.



Na hora de manobrar o carro, muita gente conta com a ajuda dos flanelinhas para parar direitinho na vaga. Imagine como seria estacionar um avião, sem poder errar um milímetro.

Esse é o tipo de manobra que os pilotos nunca realizam sem a ajuda dos fiscais de pátio. O SPTV recebeu uma autorização especial pra entrar na pista do Aeroporto de Congonhas.

Quem comanda as manobras dos aviões são os fiscais de pátio. No Aeroporto de Congonhas, um dos mais movimentados do Brasil, com quase 800 pousos e decolagens por dia, existem 81 fiscais. Dez deles são mulheres.

Michele Ferreira é uma delas e exerce a profissão há três anos e meio. Antes, era esteticista. “Eu sou os olhos do comandante. Se eu puxar ele muito para o lado e a asa ficar muito próxima da outra, fica bem perigoso. Tem que ser em movimentos bem leves. A nossa velocidade é a velocidade que ele vai vir”, afirma Michele Ferreira

Além de raquete de cores fortes, podem ser usadas também luvas igualmente chamativas, como as que o fiscal de pátio Eduardo Fabri usa. Ele já manobrou aviões com muita gente famosa. “Cláudia Raia, Juliana Paes. (A mão) não tremeu. A gente é treinado”, brinca.

Existe também a manobra eletrônica, que é feita com muito barulho. Cada sinal dá uma informação diferente ao piloto, para que ele pare exatamente em cima da linha amarela. Nem um milímetro errado.

Só pelos faróis, o piloto segue exatamente a linha. Desvia um pouquinho para cá, ou para lá, mas para sempre no lugar certo. “Esse é um equipamento caro e ele não pode entrar, assim, aleatoriamente. Ele tem que depender do fiscal e, algumas vezes, até das pontas de asas, para entrar com tranqüilidade dentro do box”, explica Leonardo Santoro, encarregado de pátio.

Fontes: G1 / SPTV

Economy Plus é destaque da United

Em viagens aéreas de longa distância, um dos maiores desconfortos é a falta de espaço entre as poltronas. Atenta às necessidades de seus clientes, a United Airlines oferece o Economy Plus, setor da classe econômica dos aviões com maior espaço entre as poltronas.

Instalado na parte dianteira da classe econômica dos aviões da United, o setor oferece 12,5 centímetros a mais de espaço entre as poltronas, permitindo ao passageiro trabalhar ou descansar com mais comodidade. A empresa é a única a oferecer esse serviço em viagens entre o Brasil e os Estados Unidos e destaca-se por apresentar uma alternativa aos clientes que buscam economia, mas não abrem mão da qualidade e conforto.

O gerente de Vendas da United Airlines para o Brasil, Luiz Camillo, ratifica a crescente popularidade do Economy Plus. “Oitenta por cento dos clientes que adquirem o serviço dizem que repetirão a iniciativa”, afirmou. O setor registrou alta ocupação em 2008 e segue apresentando grande procura em 2009.

O Boeing 767 com destino ao aeroporto O’Hare, em Chicago, oferece 67 assentos nesse setor e o Boeing 777 que segue para Washington disponibiliza 85 assentos.

Fonte: Brasilturis

Avião aterra de emergência nos EUA

Suspeita-se de que tenha sido atingido por um raio. Não há feridos

Um avião da Southwest Airlines com, 132 passageiros, foi forçado a regressar ao aeroporto de Long Island-MacArthur, esta segunda-feira, por falha num motor, meia hora depois de ter levantado, refere o «Newsday».

Suspeita-se que o motivo da avaria tenha sido causada por um raio. No entanto, oficiais da «Federal Aviation Administration» (FAA) não confirmam a informação. As 132 pessoas do voo 195 estão todas a salvo.

Fora de questão está a possibilidade de ter sido atingido por uma ave como aconteceu com no voo 1549 da «US Airways», em Janeiro de 2009.

Existe ainda a dúvida se o avião foi forçado a libertar combustível antes de regressar a aeroporto, como indicam oficiais do aeroporto e da FAA.

Fonte: IOL Diário

Turkish realiza voo inaugural para São Paulo

Uma das companhias aéreas mais antigas do mundo, a Turkish Airlines realizou ontem, dia 5, seu voo inaugural da nova rota Istambul-Dakar-São Paulo.

A aeronave, um Airbus A340-300, com 280 assentos em duas classes, chegou a capital paulista com cerca de 70 passageiros, e partiu às 23h45 para Turquia, com parada técnica em Dakar (Senegal), o avião decolou com cerca de 50 passageiros, sendo 17 deles um grupo de operadores que participam do voo inaugural, assim como o Brasilturis Jornal que voa a convite da companhia.

Este novo voo da Turkish, membro da Star Alliance, terá duas frequências semanais, voará do Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos, as quartas e domingos.

Fonte: Roberto Maia (Brasilturis)

NASA prestes a solucionar incêndio espacial

Imagem do fogo cilíndrico espacial

Um russo, há pouco mais de 12 anos, descobriu que o fogo no espaço se propaga dez vezes mais rápido do que na Terra. A experiência foi um alarde para a NASA, que só agora está perto de concluir um dispositivo anti-incêndio no espaço.

Na ocasião que gerou toda a preocupação, o astronauta Jerry Linenger, em 1997, deixou um cilindro de oxigênio explodir na estação espacial MIR. A velocidade da fumaça foi tão avassaladora que a NASA recomenda até hoje aos tripulantes que, em situações de incêndio, saltem das naves espaciais.

A dificuldade é que o fogo no espaço se assemelha a uma esfera, enquanto na Terra é ‘modelado’. Para conter o avanço das chamas na microgravidade, a solução está nos gases comprimidos, por serem recarregáveis e, conseqüentemente, ilimtados.

A primeira opção que tem sido desenvolvida há uma década é um sistema que mistura água e nitrogênio não-tóxico capaz de cobrir o fogo com pequenas gotículas de névoa.

A outra seria uma espécie de espuma de oxigênio e nitrogênio que se espalharia pela nave em situações de propagação de fogo. O único problema seria a falta de controle da ‘neblina’, que se espalha por todos os lugares.

A previsão da NASA é que, em 2010, os primeiros modelos que barram o incêndio no espaço sejam colocados à prova.

Fonte: Guilherme Pavarin (INFO Online) - Imagem: Divulgação/ NASA

Avião da Sonair sai da pista em Angola

Um avião da Sonair, de prefixo D-2EVH, saiu da pista nesta segunda-feira (6) no aeroporto do Uíge, em Angola, momentos após a aterrissagem, informou a Angop, fonte da Empresa Nacional de Navegação Aérea (ENANA).

Segundo o director provincial da ENANA no Uíge, Ferraz Moniz, depois da comunicação de que a aeronave aterraria às 11h07, a torre de controle prestou a assistência necessária, mas após o rebentamento dos dois pneus de trás, a avioneta despistou-se.

O aparelho levava quatro pessoas a bordo, que saíram ilesas do acidente que resultou apenas na destruição parcial da aeronave.

A pista do aeroporto do Uíge comporta dois mil metros de cumprimento e 30 de largura

Fonte: Angola Press

24 mortos após queda de avião militar na Indonésia

Na segunda-feira (6), 24 pessoas morreram após a queda de um avião militar em um hangar em uma base aérea no oeste da ilha indonésia de Java, informou o porta-voz da Força Aérea, Bambang Sulistyo.

O fato ocorreu perto da cidade de Bandung, 115 quilômetros ao sudeste da capital, Jacarta, onde aparentemente o aparelho explodiu em chamas como uma "bola de fogo gigante" antes de colidir, declarou uma testemunha à agência oficial "Antara".

Segundo a mesma fonte, o avião - um Fokker F-27 Friendship 400M, prefixo A-2703, da Tentara Nasional Indonesia-AU (Força Aérea da Indonésia) que transportava 18 passageiros e seis tripulantes - caiu contra as instalações de um aeroporto que tinha sido fechado ao tráfego pela Força Aérea.

Há duas semanas, um Boeing 737-200 da companhia aérea Sriwijaya Air com 122 passageiros efetuou uma aterrissagem forçada no aeroporto de Batam, no noroeste do arquipélago.

O de segunda-feira é o quarto acidente aéreo e o mais mortífero das últimas cinco semanas na Indonésia, um país no qual o índice de acidentes com aviões é de 2,1 por cada milhão de voos.

A Comissão Europeia proibiu em 2007 cerca de 50 companhias aéreas indonésias de sobrevoar seu espaço aéreo porque descumpriam as regulações de segurança do bloco de países.

Bruxelas reconheceu várias vezes que os esforços para melhorar a situação da Indonésia, que no final de 2008 aprovou uma lei de Segurança Aérea que seguia as recomendações européias, mas o veto do bloco foi revisado e mantido periodicamente desde então.

Fonte: EFE via G1 / ASN - Foto: Sky News - Atualizado em 11/04/09 às 19:53 hs. com número correto de mortos, dados da aeronave e foto do local do acidente.

Rússia irá entregar helicópteros militares ao Brasil

De acordo com o funcionário, o valor do contrato é de aproximadamente US$ 150 milhões.

A Rússia começará a entregar ao Brasil este ano os helicópteros de ataque Mi-35 Hind, informou hoje a agência de notícias Ria Novosti. A agência baseia a informação em uma fonte no governo russo. De acordo com o funcionário, o valor do contrato é de aproximadamente US$ 150 milhões.

O helicóptero russo ganhou, no ano passado, a licitação para fornecer os aparelhos às Forças Armadas brasileiras. Seus concorrentes eram o Augusta A-129 Mangusta e o Eurocopter AS-665 Tiger. As informações são da Dow Jones.

Fonte: Agência Estado

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Israel Aerospace anuncia joint venture com Synergy no Brasil

A empresa estatal Israel Aerospace Industries (IAI) disse neste domingo (5) que vai estabelecer uma joint venture no Brasil com o conglomerado sul-americano Synergy Group.

A joint venture será apresentada em evento aeroespacial e de defesa da América Latina, que acontecerá no Rio de Janeiro entre os dias 14 e 17 de abril.

O empreendimento conjunto irá desenvolver, integrar e auxiliar uma diversidade de produtos de defesa e aeroespaciais, e fornecer serviços comerciais de aviação.

A nova empresa também vai coordenar o trabalho local para a IAI e outros programas de defesa, marítimos e aeroespaciais na América Latina.

"A IAI acredita que os mercados civil e militar brasileiro são uma objetivo estratégico", disse em comunicado Yair Shamir, chairman da IAI.

A joint venture oferecerá veículos aéreos não-tripulados, transportadores, modernização de aeronaves para missões e combate, além sistemas e radares de vigilância inteligente e de reconhecimento avançado.

A Synergy Group possui interesses em aviação, produção de petróleo e gás, geração de energia e construção. Ela emprega mais de 15 mil pessoas, principalmente no Brasil, Colômbia e Equador e controla a Avianca.

Fonte: Gazeta do Povo

Equipe encontra 7 corpos e destroços de helicóptero na Escócia

Os corpos de sete vítimas do acidente sofrido no último dia 1º por um helicóptero no Mar do Norte foram encontrados hoje por uma equipe de mergulhadores, que localizou também os destroços do aparelho, informou hoje a Polícia britânica.

Com esta descoberta, já são 15 os corpos encontrados das 16 pessoas que morreram na tragédia, quando o helicóptero retornava à Escócia vindo de uma plataforma petrolífera.

"Como resultado do esforço, sete das oito vítimas restantes foram recuperadas pelos mergulhadores", afirmou a Polícia de Grampian (Escócia), que especificou que "continua a operação de busca do último corpo".

Segundo a fonte, estima-se que, entre os corpos encontrados hoje, estão o piloto e o co-piloto do helicóptero, identificados como Paul Burnham e Richard Menzies.

Pouco depois do acidente - ocorrido por volta das 10h de Brasília a cerca de 25 quilômetros de Peterhead, no condado de Aberdeenshire -, o Serviço britânico de Guarda Costeira encontrou oito corpos.

O aparelho, com 16 pessoas a bordo, retornava de uma plataforma petrolífera de propriedade da firma British Petroleum (BP).

Fonte: EFE via G1

Prejuizo das aéreas no Brasil foi de quase R$ 3 bilhões em 2008

Os balanços das duas principais companhias aéreas brasileiras também colaboram para o saldo negativo da aviação comercial no ano que passou. Em razão do impacto da desvalorização cambial sobre os ativos e as dívidas em dólar, com a variação na cotação do petróleo, ambas mostraram uma oscilação desfavorável como há muito não se via.

Juntas, TAM e Gol somaram um prejuízo de R$ 2,74 bilhões ( R$ 1,36 bilhão da TAM e R$ 1,38 da Gol ). Acrescentados dos outros números negativos das empresas menores, são quase R$ 3 bilhões no total. Porém, apesar de aparentemente quase idênticos no prejuízo, os balanços das maiores trazem uma diferença fundamental. Na operação propriamente dita, a TAM teve lucro de R$ 688 milhões, enquanto a Gol registrou um prejuízo de R$ 88,6 milhões.

São números que ilustram um cenário de mudanças nos últimos quatro anos. Desde 2005, a Gol passou da euforia de ser a sensação do setor aéreo e do mercado de capitais, com o seu inovador conceito low cost (tarifas baixas), para um desempenho em queda no mercado. O valor de cotação na bolsa mostra como foi esta modificação: naquela época a Gol era avaliada em R$ 13 bilhões, o dobro dos R$ 6,4 bilhões da TAM, agora está em torno de R$ 1,4 bilhão, ou dois terços do valor atual da TAM, de cerca de R$ 2,1 bilhões. A aquisição da Varig, em março de 2007, por US$ 320 milhões, voltou a ser colocada por analistas como o principal aspecto negativo para as perdas da Gol.

"A Gol perdeu o encanto de ser nova, ousada e criativa. Isso não acontece da noite para o dia, mas é natural que ocorra se não tomar cuidados extremos", avalia o presidente do Instituto Brasileiro de Estudos Estratégicos e de Políticas Públicas em Transporte Aéreo (Cepta), Respício Espírito Santo Jr, segundo declarações à Agência Estado.

Fonte: Brasilturis

domingo, 5 de abril de 2009

Infraero e Decea: últimos dias de inscrições para a área da aviação

O Departamento de Controle de Tráfego Aéreo (Decea) inscreve até terça-feira (7) e a Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) prorroga inscrições até quinta (9); salários chegam a R$ 5,6 mil. Confira as informações sobre cada concurso

Os interessados em concorrer às oportunidades da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) e do Departamento de Controle de Tráfego Aéreo (Decea) têm mais alguns dias para se candidatar.

Infraero

A Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária prorrogou o período de inscrições do concurso que visa formar cadastro reserva em diversas cidades brasileiras. Agora, é possível se inscrever até as 14h de quinta-feira, dia 9 de abril.

Para nível superior, o órgão oferece oportunidades para os cargos de analista I, analista II e analista III. Os vencimentos são de R$ 2.484,18, R$ 2.821,02 e R$ 3.203,53, respectivamente.

As vagas de analista I são para as áreas de assistente social, bibliotecário, biólogo, enfermeiro do trabalho, jornalista, publicitário, relações públicas, pedagogo e psicólogo.

Para analista II, há chances para administrador, advogado, auditor, contador, economista e médico do trabalho. Já as oportunidades no nível III são para analista de sistemas em diversas especialidades, engenheiro em diversas especialidades, arquiteto e meteorologista.

As vagas para profissionais com ensino médio completo também estão divididas em três níveis: profissionais de engenharia e manutenção, profissionais de serviços técnicos e profissionais de serviços aeroportuários. Na área de engenharia, as vagas são para desenhista/projetista, técnico em edificações, técnico em eletrônica, técnico em eletrotécnica, técnico em estradas, técnico em mecânica e topógrafo. O setor técnico oferece oportunidades para os cargos de técnico de enfermagem do trabalho, técnico em segurança do trabalho e técnico em contabilidade.

As remunerações das funções ligadas à engenharia e à parte técnica são de R$ 1.696,32. Já o salário para profissionais de serviços aeroportuários é de R$ 1.029,50.

As inscrições poderão ser efetuadas somente no site da Fundação Carlos Chagas (www.concursosfcc.com.br), organizadora do concurso. As taxas custam R$ 51,37 (nível médio) e R$ 66,37 (nível superior). Todos os inscritos serão submetidos à prova objetiva que está agendada para o dia 21 de junho. Os candidatos às vagas de nível superior deverão elaborar, ainda, uma redação nesse mesmo dia. A organizadora divulgará os horários e locais posteriormente.

Decea

Já o Departamento de Controle de Tráfego Aéreo inscreve até terça-feira, dia 7 de abril, para 148 oportunidades. As vagas estão distribuídas entre os seguintes cargos: nível médio/técnico - técnico de informações aeronáuticas, técnico em eletrônica e telecomunicação e técnico em programação operacional de defesa aérea e controle de tráfego aéreo; nível superior - administração de empresas, análise de sistemas, ciências contábeis, ciências econômicas, estatística, jurídica, tradução e intérprete, licença de pessoal/habilitação inglês e engenharia (cartográfica, civil, da computação, de produção, de telecomunicações, elétrica, eletrônica, mecânica e metalúrgica).

Os salários são de R$ 3.682,02 (nível médio/técnico) e R$ 5.629,42 (nível superior). Os interessados poderão se inscrever no site da Fundação Cesgranrio (www.cesgranrio.org.br). Os valores das taxas são de R$ 60 (nível médio) e R$ 80 (nível superior).

A seleção será constituída de provas objetivas e didáticas, além de exames médico e de aptidão psicológica. As avaliações objetivas estão previstas para o dia 17 de maio. As didáticas serão no dia 4 e/ou 5 de junho.

DADOS

3,2 mil reais é a maior remuneração prevista na seleção da Infraero
5,6 mil reais é o salário máximo previsto no concurso público do Decea

Fonte: Diário do Nordeste - Foto: Fábio Lima

Ultraleve cai em Novo Hamburgo (RS)

Aeronave estava em operação de pouso quando caiu e atingiu barranco.

Piloto do ultraleve, de 54 anos, foi internado em estado grave.


Depois de ser socorrido por moradores de casas próximas, Carlos acabou sendo levado por uma ambulância ao Hospital Geral

Um ultraleve caiu no final da tarde de sábado no Aeroclube de Novo Hamburgo. Por volta das 17h15min, após um voo de cerca de 20 minutos, o piloto Carlos Gustavo Schunck estava em procedimento de pouso quando bateu em um barranco, localizado alguns metros antes do início da pista, segundo relato de funcionários do aeroclube.

Depois de ser socorrido por moradores de casas próximas, ele acabou sendo levado por uma ambulância ao Hospital Geral, onde estaria em estado grave, mas a informação não foi confirmada pela família.

Carlos é considerado um piloto responsável e experiente por colegas do clube. Costumava praticar nos finais de semana e recentemente começou a pilotar uma aeronave do tipo experimental, ou seja, construída por ele mesmo.

— É comum que se faça isso. Compra-se a planta e monta-se o avião. Ele fez muito bem feito, a aeronave ficou muito boa e teve ajuda de mecânicos — diz o piloto-instrutor Darci Rabelo Filho, que estava no aeroclube na hora do acidente.

Segundo ele, o tempo era bom e sem vento. Por isso, é difícil de saber qual foi o motivo do acidente.

— Só a perícia poderá dizer — afirma.

A queda também abalou Diego Stedile, de 18 anos. Ele conhecia Carlos desde 2000 e o considera um excelente piloto.

— Ele é muito responsável em tudo, sempre. Nunca fazia nada de errado enquanto pilotava — lembra.

Para alguns vizinhos do aeroclube, a queda só foi percebida com a movimentação intensa de ambulâncias no local. Tiago Trevizani, 24 anos, não ouviu barulho algum por causa da queda, mas ficou impressionado com a quantidade de veículos que passaram ao lado da casa dele.

— Eu vi quatro ou cinco ambulâncias entrarem no aeroclube. Além disso, passou também um carro do Corpo de Bombeiros e várias viaturas da Brigada Militar — conta.

A família do piloto não quis conversar com a reportagem.

Fonte: Zero Hora - Foto: Miro de Souza

Modelo de aeroporto

Missão da Fiesc avalia a gestão bem-sucedida do empreendimento asiático para aplicação em Santa Catarina

A missão catarinense que visita a Ásia em busca de novos mercados e ampliação de negócios para Santa Catarina, reuniu-se com a Changi Airports International (CAI), empresa gestora do aeroporto de Cingapura, o melhor do mundo.

O objetivo era avaliar o modelo bem-sucedido de gestão para considerar sua aplicabilidade nos aeroportos regionais de Santa Catarina. Como a CAI está desenvolvendo um projeto no Aeroporto Internacional Tancredo Neves (MG) e vai enviar seus técnicos para o Brasil no final de abril, o presidente da Fiesc se comprometeu de articular um encontro com o governador do Estado, Luiz Henrique da Silveira, para ver a possibilidade do governo buscar a consultoria da empresa.

– Nós precisamos desenvolver nossos aeroportos e a gestão de produtividade e baixo custo da CAI é ideal – justificou.

Depois de conhecer todas as instalações do novo terminal do aeroporto de Cingapura, a delegação embarcou, na sexta-feira, para Bangcoc, Tailândia.

Outra visita importante durante a missão foi à Spring Singapore, agência do governo cingapuriano, ligada ao Ministério da Indústria e Comércio, que funciona como um misto de Sebrae, Inmetro e Apex. O diretor do agência, Simon Lim, explicou que Cingapura tem hoje mais de 160 mil micro e pequenas empresas (MPEs) e cabe à Spring garantir que elas se desenvolvam e entrem no mercado mundial.

– Queremos conectar algumas MPEs cingapurianas com MPEs de outros países. Isso é um desafio, mas vamos fazer esta conexão com o Brasil – disse.

Lim afirmou que uma missão da Spring visita o Brasil em junho. O diretor Institucional e Industrial da Fiesc, Henry Quaresma, aproveitou para convidar a Spring para uma reunião com o Sebrae de Santa Catarina na ocasião.

A delegação da Fiesc ainda se reuniu com a associação de materiais elétricos do país e com a Infocom Development Authority (IDA), outra agência do governo, esta de promoção de Tecnologia de Informação.

– Vamos tornar Cingapura líder mundial no setor de TI – ressaltou o diretor da agência, Boon Poh Mok.

Fonte: Simone Kafruni (Diário Catarinense)

Protesto contra ampliação de Congonhas

Para organizadores, possível obra desapropriaria 7 mil pessoas.

Morador afirma que aviões maiores aumentariam o risco de tragédias.


Moradores ouvem discurso antes de iniciarem passeata até o aeroporto

Moradores da vizinhança do Aeroporto de Congonhas, Zona Sul de São Paulo, realizaram um protesto neste domingo (5) contra uma possível ampliação da pista principal, que causaria a desapropriação de 7 mil pessoas, segundo os líderes da manifestação. Cerca de 150 manifestantes, conforme cálculos da Polícia Militar, se encontraram na Avenida Washington Luís a partir das 9h30, em frente ao local interditado desde a queda do avião da TAM em 17 de julho de 2007, e partiram às 10h45 em curta passeata até o saguão do aeroporto, do outro lado da avenida.

Munidos de apitos e com gritos de ordem “Não, não, não ampliação”, os moradores ouviram cerca de 30 minutos de discursos dos idealizadores da passeata, que estavam em um caminhão de som, antes de caminharem pacificamente até a passarela de travessia da avenida. O CET e a Polícia Militar interditaram apenas a faixa direita da pista durante a caminhada, mas foram obrigados a interromper o tráfego nos dois sentidos para os manifestantes atravessarem – eles optaram por não sobrecarregar a estrutura da passarela.

Manifestantes chegam ao saguão do aeroporto

Moradores da região, que ainda não foram notificados oficialmente sobre eventuais planos de desapropriação, querem se proteger caso algum plano vá adiante. “Estamos lutando não é de hoje, pois essa história de ampliação vem desde 2001”, afirmou Nelson Piva, de 66 anos, morador do bairro há 40 anos. “Não adianta ampliar a extensão da pista, pois a largura continuará a mesma e será imprópria para aviões de maior porte, que poderiam causar uma tragédia ainda maior com um simples pneu furado”, disse. “Não há área de escape, seria um atentado contra a vida humana.”

Chegando ao saguão do aeroporto, os manifestantes cantaram o Hino Nacional, antes de ouvirem mais 30 minutos de discursos. Com “apitaço” constante, pedindo a “não ampliação de Congonhas” e proclamando que o “povo unido jamais será vencido”, eles se dispersaram calmamente 11h35, após rezarem o Pai Nosso.

Entenda o caso

Em novembro do ano passado, o ministro da Justiça, Nelson Jobim, o governador de São Paulo, José Serra, e o prefeito paulistano, Gilberto Kassab, discutiram em Brasília a ampliação do aeroporto, para dar mais segurança aos passageiros. Eles cogitaram a construção de uma pista de 1,1 mil metros.

Quatro meses depois, o Ministério da Defesa informou que está realizando estudos sobre a possibilidade de eventual ampliação da pista, mas não há previsão de conclusão dos estudos. Não há definições ainda de quanto e de que forma a pista (ou pistas) poderá ser ampliada e se haverá necessidade de desapropriações.

A Prefeitura de São Paulo, no entanto, negou qualquer plano de desapropriação em Congonhas. Afirmou que não tem responsabilidade pela ampliação da pista ou por desapropriações eventualmente provocadas pela obra. Segundo a prefeitura, quem responde por essas questões é o governo federal. O município nega ter apresentado algum projeto relacionado ao tema.

Fonte e fotos: Denis Freire de Almeida (G1)

sábado, 4 de abril de 2009

Portugália: greve no ar, aviões em terra

Ao todo são 3 mil, os passageiros que foram já afectados pela paralisação de 24 horas dos pilotos da Portugália. A greve já obrigou ao cancelamento de 16 voos.

Apenas 22 voos seguiram hoje viagem, garante a relações públicas da transportadora aérea.

Já Nuno Queirós, do Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil, desconfia destes números. São menos – diz – enquanto faz contas aos voos que saíram de Lisboa e Porto: “sabemos que, de Lisboa, saíram dois aviões e do Porto 3 aviões, o que dá, aproximadamente 10 pilotos a voarem”.

Os pilotos reivindicam tempos máximos de trabalho para evitar erros por fadiga, e ainda pausas nos horários, alertando para o facto de estar em risco a segurança dos voos.

A greve, que se iniciou hoje, vai repetir-se em mais quatro dias deste mês, nos dias 14 e 15 e 18 e 19.

Fonte: Rádio Renascença (Portugal)

Região entre Iracemapólis e Piracicaba pode ter um aeroporto internacional de cargas

Projeto prevê a construção entre as cidades de Iracemapólis e Piracicaba

O programa do governo federal que visa aumentar a construção aeroportos no país pode contemplar a o interior de São Paulo com mais um aeroporto internacional de cargas. É o que informou o vereador Cláudio Cosenza Filho (PSDB), de Iracemapólis.

O aeroporto tem previsão de ficar entre as cidades de Iracemapólis e Piracicaba, na estrada SP-151. Segundo Cosenza, que teve acesso à possibilidade durante conversa com a ministra Dilma Rousseff, o governo trabalha em sigilo para evitar especulação imobiliária.

“Somente depois da licitação do projeto do Trem-Bala, que ligará Rio de Janeiro, São Paulo e Campinas, é que será aberta a licitação para a construção do quarto aeroporto internacional de cargas do país”, disse o vereador.

De acordo com Cosenza, o projeto está orçado em R$ 80 milhões e, a princípio, será destinado a cargas, com a possibilidade de no futuro receber voos com passageiros, também. Atualmente, o interior paulista conta com o Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, que abrange voos com cargas e passageiros.

Fonte: EPTV (editado e corrigido)

Vizinhos prometem ato contra ampliação do aeroporto de Congonhas, em SP

Mobilização deve ocorrer no domingo (5) por medo de perder imóveis.

Ministério da Defesa confirma estudo, mas não prevê desapropriação.


Moradores de bairros próximos ao Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo, planejam protestar neste domingo (5) contra uma possível ampliação da pista. O protesto será realizado às 9h30, na Avenida Washington Luís, em frente ao local interditado desde a queda do avião da TAM em 17 de julho de 2007. Os moradores afirmam que não foram notificados oficialmente sobre eventuais planos de desapropriação, mas querem se proteger caso algum plano vá adiante.

Imóveis da Rua Padre Gualandi exibem faixas de protesto contra ampliação da pista

Fachadas de casas de classe média localizadas no Jabaquara e em Moema exibem cartazes com a expressão "Não à desapropriação" e também com a palavra "Não", em letras garrafais. Moradores da favela do Jardim Aeroporto, colada ao terminal, estão menos mobilizados. Por lá não há cartazes ou placas de protesto e parte dos moradores apenas ouviu falar no assunto.

Em novembro do ano passado, o ministro da Justiça, Nelson Jobim, o governador de São Paulo, José Serra, e o prefeito paulistano, Gilberto Kassab, discutiram em Brasília a ampliação do aeroporto, para dar mais segurança aos passageiros. Eles cogitaram a construção de uma pista de 1,1 mil metros.

Quatro meses depois, o Ministério da Defesa informou que está realizando estudos sobre a possibilidade de eventual ampliação de pistas de Congonhas, mas não há previsão de conclusão dos estudos. Não há definições ainda de quanto e de que forma a pista (ou pistas) poderá ser ampliada e se haverá necessidade de desapropriações.

A Prefeitura de São Paulo, no entanto, negou qualquer plano de desapropriação em Congonhas. Afirmou que não tem responsabilidade pela ampliação da pista ou por desapropriações eventualmente provocadas pela obra. Segundo a prefeitura, quem responde por essas questões é o governo federal. O município nega ter apresentado algum projeto relacionado ao tema.

A dona-de-casa Luciane Helena Diz Conde colocou uma faixa com a palavra "Não" em frente à fachada de seu sobrado na Rua Faleiros, onde vive há nove anos. "Ainda não teve nada oficial. Certamente estão fazendo na surdina e a notícia só virá quando estiver autorizado. Ninguém quer sair. Nós gostamos daqui", afirma ela, em tom de indignação. "Nós estamos fazendo o protesto para eles perceberem."

Boatos

O professor Augusto Alves Júnior, que mora no bairro há 35 anos e não quer deixar casa

Morador na Rua Frei Farto, o professor Augusto Alves Júnior colocou uma faixa de três metros no portão de sua garagem. "De concreto, não temos nada. Só escutamos boatos, mas estamos preocupados. Vivemos aqui há 35 anos. Nossa vida gira em torno do bairro", afirmou.

A cabeleireira Creusa Ana Macedo Silva mora há 34 anos em uma casa de quatro cômodos na Rua Padre Gualandi. O imóvel, com salão de beleza, é colada ao aeroporto e fica a poucos metros de um terminal de armazenamento de combustível .

Ela afirma que o imóvel está em situação irregular porque ocupa um terreno da prefeitura, mas não há sinal de que o município vá pedir a esapropriação. "Inclusive a Eletropaulo veio e instalou novos relógios", disse ela.

Os moradores da mesma rua não colocaram faixas de protesto em suas casas. Mas Creusa sente-se ameaçada com a possibilidade de ter que mudar-se. "Como é que eu vou sair assim, de um momento para outro?", pergunta.

Fonte: Luciana Bonadio (G1) - Fotos: Roney Domingos (G1)

Catarinense e paulista morrem em acidente com monomotor no Rio Grande do Sul

Nicolau Coelho Filho morava em Florianópolis, e Marco Aurélio Fernandes Ribeiro em Blumenau

Aeronave caiu na cabeceira da pista do aeroporto, junto a uma lavoura de milho já colhida - clique nas fotos para ampliá-las

Dois moradores de Santa Catarina morreram em um acidente com um avião na manhã deste sábado em Erechim, no norte do Rio Grande do Sul. Os dois pilotos teriam decolado com o ultraleve monomotor na manhã de sábado de Governador Celso Ramos e fizeram uma escala no aeroporto de Lages, na Serra. Dali, seguiram para Erechim, onde acidentaram-se na tentativa de pousar.

As vítimas são Nicolau Coelho Filho, 56 anos, natural de Florianópolis, e Marco Aurélio Fernandes Ribeiro, 56 anos, natural de São Paulo (SP) e morador de Blumenau. Os dois estavam no ultraleve monomotor modelo Pelican 500BR com prefixo PU-NEC e deveriam participar de um encontro de ultraleves que ocorre no município gaúcho neste final de semana.

No aeroporto de Erechim os aviadores e engenheiros de vôo coordenavam a aterrissagem, que é feita por orientação visual quando os pilotos Nicolau Coelho Filho e Marco Aurelio Fernandes Ribeiro reportaram por rádio que estariam pousando na cabeceira da direita, onde estavam operando devido a orientação do vento.

No entanto, repentinamente surgiram na cabeceira da esquerda. Sem conseguir pousar, o piloto arremeteu a aeronave e fez uma curva em baixa velocidade, caindo numa lavoura de milho recém colhida, às margens da cabeceira da pista.

— Quando ele arremeteu achei que estava tudo bem, que ia tentar pousar na lavoura, quando me virei o avião caiu — contou consternado o coordenador do evento, o piloto Jason Santana Filho.

A aeronave caiu com o nariz no solo e praticamente se dobrou tombando com as rodas para cima. Os dois pilotos morreram na hora. O local foi isolado pela polícia e aguarda a chegada de uma equipe de investigação de acidentes aéreos, contratada pela Associação Brasileira de Ultraleves, que farão as investigações e determinarão o que causou o acidente, se houve alguma falha técnica no motor, ou problema com combustível.

A aeronave experimental ultraleve avançada tinha peso de até 750 quilos e capacidade para dois ocupantes. Nicolau Coelho Filho, que pilotava o ultraleve, tinha Certificado de Piloto de Recreio (CPR), uma categoria mais avançada que permite que o piloto voe em determinadas áreas de controle e faça viagens de navegação. O encontro de aviadores, que recebeu 56 pilotos e aeronaves deve continuar até o domingo, em Erechim.

Fonte e fotos: Marielise Ferreira (Diário Catarinense / Zero Hora)

Mais modesto que avião dos EUA, 'Aerolula' tem suíte de luxo

Sofá-Cama de Casal da Suíte Presidencial - Clique na foto para ampliá-la

Embora mais modesto, o Brasil, assim como os Estados Unidos, também possui o próprio avião presidencial. O 'Aerolula' foi comprado em janeiro de 2005 por US$ 56,7 milhões para substituir o modelo anterior, o obsoleto 'Sucatão'. O Airbus A319CJ FAB 001 usado pelo líder brasileiro perde em tamanho e em tecnologia para o americano Força Aérea Um, mas é dotado de importantes mecanismos como um sistema de comunicação à prova de interceptações, centro médico e suíte presidencial completa, com direito a chuveiro.

Enquanto a versão americana tem uma área total interna de aproximadamente 370 m² e capacidade para 70 passageiros e 26 tripulantes, o 'Aerolula' tem 80 m² e voa com cerca de 30 passageiros e 12 tripulantes.

O alcance máximo sem abastecimento é de 8.500 km. A distância entre as asas é de 34,1 m, o comprimento é de 33,8 m e a altura é de 11,7 m. O avião pesa 75 t.

Batizada orginalmente de Santos Dumont, a aeronave brasileira é equipada com armamentos e dispositivos de segurança para possíveis situações de emergência. Porém, os detalhes sobre os mecanismos não são completamente divulgados pela Força Aérea Brasileira (FAB), por razões de segurança.

Assim como o Força Aérea Um, o 'Aerolula' dispõe de equipamentos de comunicação que permitem que o presidente transmita dados aos comandados no solo durante os voos, funcionando como um posto de governo no ar. O Sistema de Comunicação da Presidência da República (Siscom), operado via satélite, garante a transmissão de dados e imagens sob total sigilo.

A cabine de passageiros fica na parte de trás da aeronave e tem capacidade para 20 pessoas. Os passageiros dispõem de assentos modelo classe econômica, com sistema de TV e DVD.

Isolada das demais partes do avião, entre as cabines de tripulantes e de passageiros, está a cabine presidencial, que tem capacidade para dez pessoas - o presidente, a primeira-dama e oito autoridades convidadas. Dividida em três partes, este setor abriga uma sala para reuniões, a suíte presidencial e uma área para autoridades.

A sala de trabalho serve também para refeições, basta acionar uma mesa retrátil. São quatro poltronas reclináveis e um sofá lateral com outros quatro assentos. Uma TV de 42 polegadas com tela plana recebe um ponto de transmissão via satélite e garante a comunicação das autoridades.

Ao lado, na suíte presidencial, duas poltronas executivas reclináveis e uma mesa de refeições rebaixável fazem parte do ambiente, além de um armário com espaço para oito cabides, um frigobar e TV com tela plana e DVD. No banheiro, há chuveiro, pia, vaso sanitário, armários e tomadas elétricas.

No entanto, o móvel que mais causa polêmica é o sofá-cama de casal da suíte. No dia 15 de janeiro de 2005, data da apresentação do avião ao público, em Brasília, o tenente-brigadeiro-do-ar, Luiz Carlos da Silva Bueno, disse ao jornal Folha de S.Paulo que Lula teria de emagrecer para sentir-se confortável na cama do então novo avião, que seria muito estreita.

Fontes: Jornal do Brasil / Terra - Foto: Divulgação - ABr 80.601 via Site Defesa BR

Dois novos aeroportos vão fortalecer o turismo em Alagoas

Os investimentos em logística não se limitam às rodovias. O Estado, em parceria com o Ministério do Turismo e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), vai ganhar dois novos aeroportos, com a reforma do aeroporto Freitas Melro, em Penedo, e a construção do aeródromo de Maragogi.

Desativado por motivos de segurança, o aeroporto Freitas Melro voltará a operar graças a convênio com a Anac, que prevê gastos de R$ 3,6 milhões para ampliação da pista de pouso e decolagem, reforma na pista de taxiamento e estacionamento das aeronaves. A obra, que será executada pelo DER, vai promover um incremento no turismo da região do São Francisco, e sua ordem de serviço deve ser assinada ainda no início deste ano.

Já Maragogi, o principal destino turístico do litoral Norte alagoano, vai ganhar o aeroporto Costa Dourada, obra de R$ 25 milhões, financiada com recursos do Ministério do Turismo e que promete fortalecer ainda mais o desenvolvimento da Costa dos Corais, na divisa entre Alagoas e Pernambuco.

O projeto, que se encontra em fase de licenciamento ambiental e elaboração do processo licitatório, prevê a construção de terminal de passageiros, com capacidade para 132 mil pessoas por ano, até 2010, e a construção de pista de pouso e decolagem, medindo 45x1600 metros.

Fonte: Primeira Edição - Imagem: gbarbosa.com.br

A indústria aperta o cinto

Depois da crise, a fila para comprar um jato sumiu e sobram ofertas no mercado de segunda mão

LEGACY, DA EMBRAER: diminuição na demanda fez com que a empresa reduzisse o quadro de funcionários - Clique sobre a imagem para ampliá-la

O PACOTE DE US$ 700 BILHÕES do governo americano para sanar a crise mostra que não existe bônus sem ônus. Em um discurso ao Congresso, o presidente Barack Obama disse que "não permitirá que os banqueiros peguem o dinheiro do governo e desapareçam em seus jatos privados". Desde o começo das turbulências na economia, os aviões particulares se tornaram o símbolo da ostentação dos executivos de Wall Street, que na mente da população foram os responsáveis pelo colapso econômico. Para fugir desse estigma, muitos estão vendendo seus jatos usados e quem estava na fila por um novo desistiu.

Se antes esperavam-se três anos para comprar um avião particular, hoje se leva a metade do tempo. Mais: a cada cinco jatos existentes no mundo, um está à venda. Uma aeronave era tão desejada que a espera ganhava valor de mercado, fazendo com que algumas pessoas vendessem a posição na fila por até US$ 1 milhão. "O cenário mudou", diz Ricardo Nogueira, vice-presidente da Associação Brasileira de Aviação Geral (Abag). "Com a crise, muitos desistiram de comprar e outros alongaram o prazo. A maioria das fabricantes que vendiam de quatro a seis aviões por mês, está vendendo de um a dois. Há muita disponibilidade", explica Nogueira.

Com a redução da demanda, a Embraer cortou 20% do quadro de funcionários. E não foi a única a sofrer revés. A Bombardier prevê neste ano uma queda de 10% em relação ao ano fiscal 2008/2009, quando entregou 232 jatos. A americana Boeing teve 32 encomendas canceladas.

A escassez de crédito fez com que os compradores sumissem e isso também pode ser percebido no resultado da GE Capital, responsável pelo financiamento de 1,8 mil aviões no mundo, que apresentou lucro de US$ 12,2 bilhões - US$ 700 milhões inferior ao esperado. Só no Brasil, a empresa respondia por cerca de 60% das carteiras de crédito. "Havia uma demanda excessiva e as fábricas não conseguiam aumentar a produção. A tendência é o equilíbrio", aponta José Eduardo Brandão, diretor comercial da OceanAir Jatos Executivos. "Hoje, para comprar um Global, da Bombardier, leva-se cerca de um ano e meio", diz. "Antes, levavam-se até três anos." Apesar disso os preços de jatos novos continuam iguais.

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No mercado de usados, sobram vendedores e faltam compradores. O empresário Alexandre Negrão, dono do laboratório Medley, há vários meses estaria tentando se desfazer do seu Global 5000, estimado em US$ 50 milhões. José Salim Mattar Junior, presidente da Localiza, pôs seu Citation XLS à venda, mas acabou desistindo; e Marcus Elias, controlador do Laep, fundo que detém a Parmalat, estaria vendendo seu Citation 10, um King Air e um helicóptero Agusta.

Nos Estados Unidos, as empresas em dificuldades divulgam a oferta de seus jatos como prova de que buscam cortar gastos. O fundo de investimentos Carlyle Group colocou à venda seu Gulfstream G450 por US$ 30 milhões. O Bank of America está negociando três de seus nove jatos.

Até o jornal The New York Times anunciou seu Dassault Falcon 1997 por US$ 9,5 milhões. A rede de cafeterias Starbucks está se livrando de um Gulfstream 550, de US$ 45 milhões, e de um Challenger 604 avaliado em US$ 20 milhões. Do outro lado, o Citigroup desistiu de comprar um Dassault Falcon 7X após receber uma ajuda de US$ 45 bilhões do governo americano. Na Escócia, o Royal Bank of Scotland cancelou um pedido igual.

Mas nem todos criticam os jatos. O megainvestidor Warren Buffett disse ao canal CNBC que há coisas que ele nunca teria feito sem um avião. "É um erro demonizar as aeronaves." Buffett não disse isso à toa. Motivo: ele é o maior acionista da NetJets, uma das maiores empresas de aviação executiva do mundo.

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Fonte: Carolina Guerra (IstoÉ Dinheiro)

Avião com problemas aterrissa em Moscou

Um avião Boeing-737 com 69 pessoas a bordo, que tinha sofrido uma avaria pouco depois da decolagem, em Moscou, realizou uma aterrissagem de emergência sem problemas no aeroporto de Vnukovo.

"As 69 pessoas que se encontram a bordo estão ilesas", disse um porta-voz do aeroporto.

O avião, cuja tripulação detectou uma vibração do motor esquerdo logo após a decolagem, sobrevoou uma área próxima ao aeroporto para eliminar o excesso de combustível e depois realizar a aterrissagem.

O avião tinha decolado de Moscou com destino à cidade russa de Sochi, situada às margens do Mar Negro.

Informações preliminares indicam que o avião pertence à companhia aérea Sky Express.

Fonte: EFE via G1

Ataque de avião não tripulado atribuído aos EUA mata 13 no Paquistão

Ataque é atribuído aos Estados Unidos.

Vítimas seriam três mulheres, quatro crianças e seis estrangeiros.


Pelo menos 13 pessoas morreram em um ataque com mísseis atribuídos a um avião não-tripulado dos Estados Unidos, no conflituoso cinturão tribal paquistanês fronteiriço com o Afeganistão, informou neste sábado (4) o canal local "Geo TV".

De acordo com a TV, dois mísseis atingiram de noite a residência de um homem identificado como Tariq Khan na capital da região tribal do Waziristão do Norte.

Segundo a "Geo", que não citou suas fontes, no ataque morreram três mulheres, quatro crianças e vários estrangeiros.

Fonte: EFE via G1

Está mais barato viajar de avião

Em período de baixa estação e com a proximidade da Semana Santa, companhias aéreas e empresas de turismo resolveram estimular consumidores a viajar de avião. Preços reduzidos, pagamentos facilitados e promoções via Internet agitam o setor

Viajar de avião está cada vez mais fácil. A passagem aérea de Fortaleza a São Paulo, ida e volta, por exemplo, sai por R$ 400. Para se ter uma ideia, o preço é compatível ao valor de apenas um trecho, para o mesmo destino, feito de ônibus. Esta é somente uma das diversas promoções que estão chegando ao mercado durante a baixa estação.

O período de menor movimento, a chegada do feriado da Semana Santa e o medo da crise econômica internacional aterrissar nos aeroportos brasileiros contribuíram para que as agências e companhias aéreas procurassem reaquecer o mercado”, explica o diretor da agência BR Viagens, Décio Dias.

As empresas aéreas resolveram mesmo derrubar os preços. A Gol relançou a promoção de passagens a R$ 50, que vai até 21 de maio. Também estão em promoção destinos na América do Sul, como Chile, Argentina e Uruguai, onde os preços partem de R$ 321. “O pagamento pode ser efetuado com entrada de 20% mais nove prestações no cheque ou no cartão”, disse Décio Dias.

Estratégia

Segundo a agente de viagens Jayra Rolim, na última semana a companhia mais procurada foi a WebJet, subsidiária da CVC Turismo. “A empresa lançou um ‘pacotão’ com preços bem reduzidos”, afirmou e disse que os custos dos pacotes, de no mínimo dois dias e três noites, foram rebaixados. “É uma estratégia que tem funcionado”. O pagamento pode ser feito em até 10 vezes nos cartões.

A companhia TAM também oferece facilidades. A empresa trabalha com a promoção para o período da Páscoa. São bilhetes a partir de R$ 99 (ida e volta) para os principais destinos nacionais. A campanha vale para voos até 29 de abril. A Azul Linhas Aéreas também lançou sua promoção, a “Azul25”, ou seja, 25% de desconto em qualquer passagem da empresa até o fim do mês.

O gerente de marketing da Casablanca Turismo, Regis Capibaribe, acredita que o setor estava precisando de promoções. “O trade turístico falha em não despertar o desejo de viajar nas pessoas. Hoje, nosso maior concorrente são os eletrodomésticos”, disse.

Para Capibaribe, a saída está mesmo nas promoções. “É fácil encontrar pessoas de baixa renda com uma TV de 29 polegadas e tela plana na sala, mas na hora de visitar a mãe no Rio Grande do Norte, por exemplo, acabam não indo por acreditar que a passagem é cara demais”, diz.

Mais

DICAS PARA VIAGENS PELA AMÉRICA DO SUL

>Cheque os documentos, especialmente passaporte e identidade.

> Procure saber sobre as vacinas obrigatórias em cada país.

> Conheça a moeda local e avalie qual a melhor forma de levar dinheiro.

> Estude um pouco da cultura local para evitar constrangimentos.

Fonte: Carlos Henrique Coelho (O Povo Online)

Europa constrói a nave do futuro

Chegar ao Espaço nunca foi simples. É necessário um exército de milhares de pessoas para enviar um vaivém, fazê-lo aterrar com segurança e restaurá-lo para um novo voo

Foto: O ‘Skylon’ usará oxigênio da atmosfera para queimar combustível

Por isso, a Agência Espacial Europeia (ESA) decidiu agora apostar numa tecnologia com a qual se sonha desde o início da exploração espacial: uma nave capaz de descolar de um aeroporto, como um avião comum, tornando-se um foguete tradicional assim que ultrapassa os limites da atmosfera mais densa, entra em órbita e volta ao solo na mesma pista de onde descolou.

A empresa inglesa Reaction Engines foi contratada para desenvolver as primeiras peças do Sabre, motor revolucionário que deverá equipar a nave, baptizada ‘Skylon’.

O Sabre é um motor híbrido inédito capaz de aspirar o ar enquanto está na atmosfera, como um motor a jacto, tornando-se um foguete quando atinge o Espaço.

Fonte: Correio da Manhã (Portugal)

O silêncio de um símbolo do Brasil

A interrupção do serviço de alto-falante em aeroportos deixará o Tom Jobim, no Rio, órfão de uma voz que se tornou um símbolo brasileiro para os estrangeiros.

Depois de anunciar, com seu timbre aveludado, as chegadas e partidas de voos há 32 anos, a atriz e locutora Íris Lettieri deixará a função até o fim do ano.

A mudança causou protesto até mesmo do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea). O diretor técnico Ronaldo Jenkins teme confusões.

– Uma voz como a da Íris Lettieri acalma o passageiro. Não se pode esperar que todos os funcionários das companhias aéreas tenham uma voz como a dela – afirma o dirigente.

Assíduo frequentador do aeroporto, o músico Roberto Menescal engrossa o coro contra a despedida de Íris.

– É melhor que tirem os aviões do que tirarem a voz da Íris Lettieri. Diz para deixarem, pelo menos, no Tom Jobim – brincou o artista.

A voz da locutora tem tanta importância para os frequentadores do aeroporto, que muitos passaram a gravar as chamadas dos voos como recordação de viagem – há dezenas de vídeos publicados no YouTube. Ela também tem comunidades em homenagem à sua voz “sussurrante e poderosa” no Orkut.

A assessoria de Íris informou que ela estava viajando, mas confirmou que a locutora não tinha conhecimento da interrupção do serviço. Ela renovou recentemente o contrato com a Infraero. Por conta do avanço da tecnologia, Íris grava as palavras uma a uma (números, nome de companhias aéreas e portões de embarque). As frases são montadas por computador.

Íris, 67 anos, havia sido locutora de rádio, apresentadora de telejornal, modelo e atriz antes de se tornar a voz oficial do aeroporto do Galeão. Depois disso, foi convidada a emprestar sua voz a outros aeroportos do país e a fazer comerciais de TV – tão requisitada que se acostumou a levar na bolsa uma gravação do aviso sonoro que precede o anúncio dos voos.

Fonte: Zero Hora - Foto: Revista Época

Mais:

Leia a reportagem da Revista Época (25/09/2003): Os donos da voz

Site de Íris Lettieri: www.irislettieri.com.br

Azul inaugura voo entre Navegantes e Campinas

O novo trecho foi apresentado no parque Beto Carrero World, que fica a 8 km do aeroporto de Navegantes, em SC

A empresa de aviação Azul Linhas Aéreas Brasileiras inaugurou ontem a rota diária de Campinas para Navegantes, em Santa Catarina, mostrando que precisa melhorar o serviço de check-in.

Às 5h20, horário marcado para a apresentação dos passageiros para o voo das 6h20, havia filas na frente dos balcões da empresa.

O presidente do conselho administrativo da empresa, David Neeleman, que esteve no voo junto com o presidente da empresa, Pedro Janot, admitiu que houve desorganização dos funcionários. 'Essa situação não vai se repetir. Eu não gosto de filas' , afirmou. A situação, porém, ocorreu novamente no embarque de Navegantes para Campinas, para o voo das 14h45.




Fonte: Cosmo Online

A partir de 1º de maio, SATA Internacional opera regularmente para o Canadá

O Grupo SATA informou, ontem, que a partir de 1 de Maio vai operar em formato regular entre o Canadá e o território nacional. O formato regular, possível à luz das recentes licenças concedidas, confere novo fôlego e ambição às expectativas de crescimento da SATA no mercado estratégico do Canadá e corresponde à velha e legítima aspiração do Grupo. Este novo formato regular, por contraposição com o antigo charter, permite a implementação de um modelo de distribuição, marketing e vendas mais contemporâneo e abrangente, viabilizando várias e positivas inovações.

Desde logo, é agora possível distribuir os lugares/assentos e as tarifas da SATA nos denominados Global Distribution Systems (GDSs) ou sistemas informáticos de reservas que permitem aos Agentes de Viagens e Operadores Turísticos acederem e emitirem bilhetes SATA, em tempo real.

Os voos da SATA Internacional já se encontram disponíveis nos GDS, designadamente Amadeus, Galileo, Apolo, Sabre e Worldspan, pelo que, com esta inovação, todos os Agentes de Viagens IATA no Canadá passaram a poder emitir bilhetes SATA.

Esta nova janela de oportunidade pode alargar de sobremaneira os canais de distribuição da SATA naquele país, atingindo, a partir de agora, 100% do (vasto) território Canadiano e 100% dos cerca de 5.500 agentes de viagens canadianos que partilham, via GDS, do mesmo universo informatizado.

De referir, a este propósito, que o anterior modelo charter apresentava restrições operacionais e territoriais pois não permitia a venda através dos GDSs e que, por oposição, este importante passo, consubstancia um crescimento exponencial do número de Agentes de Viagens que podem comercializar os voos da SATA.

De acordo com o Presidente do Conselho de Administração do Grupo SATA, António Gomes de Menezes, o recente estatuto alcançado para além de tornar fácil e fluida a marcação de reservas e emissão de bilhetes com a SATA, em qualquer ponto do Canadá, quer por via dos omnipresentes GDS quer por via da presença na Web, permite, ainda, o estabelecimento de acordos de code share entre a SATA e transportadoras de referência mundial, para a captação de tráfego nas gateways de Toronto e de Montreal”. António Gomes de Menezes afirma ainda, que a “SATA estuda, agora, a possibilidade de realizar acordos com Companhias que voam para outras Províncias Canadianas, que não Ontário e Quebeque, de modo a que seja mais fácil e económico para os passageiros oriundos destas Províncias voarem com a SATA a partir de Toronto e Montreal.”

Fonte: A União (Portugal)

Avião das Filipinas está há três semanas parado no aeroporto de Teresina

“Existe uma operação sigilosa e não podemos dar informações”, comentou o chefe do Posto da Anac

Um avião Gulf Stream I, G I, de procedência das Filipinas, está estacionado no aeroporto de Teresina há três semanas. A aeronave passou por inspeção especial da Polícia Federal e da Receita Federal. A Infraero e a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) não prestam informações sobre os problemas da aeronave e nem o que tinha em seu interior. “Existe uma operação sigilosa e não podemos dar informações”, comentou o chefe do Posto da Anac em Teresina, Gilson Florindo.

Até agora, não foi revelado o plano de vôo e o conteúdo que a aeronave estrangeira levava. Os pilotos não falam português e não iriam pousar em Teresina. O problema foi uma pane no avião que é antigo, de 1966. Eles fariam escala em Fortaleza para seguir para a Cidade do Panamá.

“Tudo foi feito como deveria ser. O plano de segurança para aeronaves estrangeiras foi acionado. Tudo foi feito com tranqüilidade. Mas a operação é sigilosa”, confirmou Gilson.

Chegou a suspeitar-se de tráfico de drogas na aeronave. A assessoria da Polícia Federal em Teresina não confirmou a suspeita.

Fonte: Diário do Povo via TV Canal 13 - Foto: portalverdescampos.com.br