quarta-feira, 27 de julho de 2011

Nasa lança missão a Júpiter em 5 de agosto

Sonda Juno vai investigar a formação do planeta gasoso.

Nave deve chegar ao planeta em 2016.

A Nasa decidiu lançar sua missão a Júpiter no dia 5 de agosto. A sonda espacial Juno deve chegar ao maior planeta do Sistema Solar daqui cinco anos, em 2016. O objetivo é investigar a origem, a estrutura e atmosfera do gigante gasoso. E fazer belas imagens em close do planeta. Os cientistas esperam ter, pela primeira vez, fotografias detalhadas dos pólos de Júpiter.

Composição artística mostra a sonda espacial em órbita de Júpiter
O lançamento da nave pode ocorrer entre 12h34 (horário de Brasília) até 13h33. Se as condições climáticas não permitirem, a janela de oportunidade para a decolagem fica aberta até dia 26 de agosto.

Os cientistas esperam que a nave ajude a entender a formação do Sistema Solar. Júpiter é o maior planeta de nossa vizinhança, seis vezes maior do que a Terra e com uma massa maior que duas vezes todos os outros planetas juntos. Assim como Saturno, Urano e Netuno, ele é gasoso – ao contrário de Terra, Marte, Vênus e Mercúrio.

Ao todo, a nave deve fazer 33 órbitas – o que deve durar até 2017. Ao fim de seu trabalho, ela vai cair no planeta.

Entre suas missões, a Juno deve determinar a composição da atmosfera do planeta e exatamente quanta água existe por ali. A sonda também vai estudar os pólos e o campo magnético de Júpiter.

Fonte: G1 - Imagem: NASA/JPL

Entrevista: Ivan Sant'anna conta que escreve sobre acidentes aéreos reais como se fossem ficção

O escritor, que é piloto, é autor de livros sobre grandes acidentes da aviação comercial brasileira. "Perda total" fala de três tragédias. "Caixa preta" foi o seu primeiro grande sucesso.


Fonte: Globo News

Nota do Autor

Meu envolvimento no acidente com o Fokker 100 da TAM, em 1996, é retratado num dos capítulos do livro "Perda Total".

Embraer anuncia mais 2 fornecedores para avião KC-390

A Embraer Defesa e Segurança anunciou hoje mais dois fornecedores para o cargueiro militar KC-390, que está sendo desenvolvido pela companhia. A empresa BAE Systems foi escolhida para fornecer hardware, software embarcado, projeto de sistemas e suporte à integração dos eletrônicos para comandos de voo da aeronave.


De acordo com o contrato, a BAE Systems fornecerá computadores para os comandos de voo e eletrônicos para o controle dos atuadores do KC-390. O sistema será desenvolvido em Rochester, Reino Unido, e Johnson City, no Estado de Nova York, nos Estados Unidos.

A outra empresa selecionada foi a Goodrich Corporation. Ela fornecerá os atuadores eletroestáticos (EHA), os atuadores elétricos reserva dos hidrostáticos (EBHA), os atuadores eletrônicos e os controles elétricos para o sistema primário de comandos de voo da aeronave. O início dos ensaios em voo do KC-390 está programado para 2014 e a aeronave deverá entrar em serviço até o final de 2015.

Fonte: Agência Estado via Veja.com - Imagem: Reprodução

Após ameaça de bomba, polonês pode pegar até 3 anos de prisão


O polonês responsável pela ameaça de bomba, que atrasou em quase oito horas a decolagem de uma aeronave da TAM no fim da noite de segunda-feira, poderá pegar até três anos em regime fechado por atentar contra a segurança de transporte aéreo. O estrangeiro afirmou que é funcionário de uma empresa prestadora de serviços para a Petrobras.

Em nota, a Petrobras informou que o polonês não é "empregado próprio" da estatal. "A empresa está averiguando se ele pertence a alguma empresa prestadora de serviço."

Por conta de leis internacionais, a identidade do polonês não será divulgada. Segundo a Infraero, a aeronave, que seguiria do Rio para Frankfurt, na Alemanha, só foi liberada para voo às 5h26 da manhã desta terça-feira. Entre os passageiros, estavam atletas que participaram dos Jogos Mundiais Militares. Nada foi encontrado no avião.

O estrangeiro possui visto para trabalhar no País exercendo a função de especialista em petróleo. Ele está preso no Presídio Ary Franco, em Água Santa.

Inspeção foi feita ainda de madrugada

A inspeção da Polícia Federal na aeronave entrou pela madrugada desta terça-feira. O nível de segurança no aeroporto Tom Jobim aumentou de 1 para 2, em uma escala de 3. Os passageiros permaneceram em uma área isolada, assim como a aeronave.

Por volta das 3h30, a TAM divulgou nota confirmando a ameaça de bomba. A empresa informou ainda que a aeronave e as bagagens dos passageiros foram inspecionadas pela Polícia Federal. A previsão inicial da TAM era de que o voo decolasse às 4h. Segundo a companhia, os passageiros receberam toda a assistência.

Ainda de acordo com a TAM, o voo previsto para as 21h foi cancelado após um passageiro estrangeiro ter levantado e dito que portava uma bomba. O comandante, então, teria ordenado que todos descessem do avião e acionou a Polícia Federal.

O polonês foi detido e a aeronave levada para um local chamado de área remota, nos fundos do aeroporto, próximo à Linha Vermelha. Esse procedimento é feito toda vez que há uma suspeita com o veículo.

Após o desembarque, os passageiros do voo foram levados para uma sala anexa do aeroporto, onde receberam alimentação e permaneceram até a decolagem.

Fonte: O Dia/Terra - Foto: Reprodução da TV

PF: homem que ameaçou explodir avião no RJ é polonês

Em um vídeo enviado por um internauta é possível ver os policiais federais retirando o passageiro da aeronave.

De acordo com as autoridades policiais, ele é polonês e ainda não teve o nome revelado.

Um polonês de 34 anos foi o responsável pelo tumulto em um avião da TAM que partiria na noite de segunda-feira (25) do Rio para Frankfurt, na Alemanha, segundo informou a Polícia Federal nesta terça-feira (26). O estrangeiro foi preso em flagrante após denunciar que havia uma bomba a bordo.

Um passageiro registrou o momento em que agentes da PF retiram o passageiro da aeronave e enviou ao VC no G1. Veja o vídeo abaixo:


Os passageiros tiveram que desembarcar e aguardar no setor de embarque do aeroporto, enquanto a PF e cães farejadores vasculhavam a aeronave e bagagens. O avião, que tinha decolagem marcada para as 21h de segunda, deixou o Aeroporto Internacional Tom Jobim, na Ilha do Governador, apenas às 5h36 desta terça, segundo a TAM.

Preso e bagagem destruída

Procurada pelo G1, a assessoria da Polícia Federal confirmou, por meio de nota enviada às 13h10 desta terça, que, por atentar contra a segurança de transporte aéreo, o estrangeiro continua preso e foi levado ao presídio Ary Franco, em Água Santa, no subúrbio. Além da prisão, peritos do Grupo Bombas e Explosivos (GBE), da Polícia Federal, decidiram destruir a bagagem do polonês porque o conteúdo não conferia com a descrição dada por ele.

Em nota oficial, a TAM informou que o voo só foi liberado para decolar após uma inspeção, em que nada foi encontrado. Entre tripulação e passageiros, a aeronave teria cerca de 200 ocupantes, sendo alguns deles atletas que participaram dos Jogos Mundiais Militares no Rio.

A companhia aérea divulgou uma nota sobre o assunto às 8h29. Veja a íntegra:

"A TAM informa que os passageiros do voo 8102 (Rio de Janeiro-Galeão/Frankfurt), com previsão de decolagem para ontem, 25, às 21h, precisaram ser desembarcados após uma ameaça de bomba, feita por um passageiro, detido pela Polícia Federal. Como estabelece o procedimento para estes casos, a aeronave e as bagagens foram inspecionadas por policiais e o voo foi liberado. A decolagem aconteceu às 5h36 de hoje, 26, com previsão de pouso em Frankfurt às 17h26 (horário de Brasília). Os passageiros receberam toda a assistência da companhia"‪.

Fonte: Cláudia Loureiro (G1/RJ) / Globo News

Avião da TAM é liberado para voar após suspeita de bomba

Polícia realizou varredura na aeronave, mas não encontrou nenhum explosivo


Quase sete horas após receber uma ameaça de bomba, o voo 8102 da TAM foi liberado para decolar do Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro, com destino à cidade alemã de Frankfurt, por volta das 5h30 desta terça-feira (26).

Na noite de segunda-feira, um dos passageiros da voo, já dentro da aeronave, disse que havia uma bomba dentro do avião. Ele foi detido pela Polícia Federal para prestar depoimento e todos os cerca de 200 passageiros (sendo alguns deles atletas que participaram dos Jogos Mundiais Militares no Rio) e a tripulação foram retirados.

Após uma varredura realizada por técnicos do Esquadrão Antibombas, com o auxílio de cães farejadores, o voo foi afinal liberado. Em nota, a TAM disse que seguiu o protocolo para situações como essa, colaborando com as autoridades e oferecendo orientações aos passageiros.


Fontes: Veja.com / Jornal do Brasil / Globo News

MPF apura uso de avião da FAB por religiosos do Rio

O Ministério Público Federal (MPF) instaurou inquérito civil público para apurar o uso de uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) por grupo de 25 religiosos da Arquidiocese do Rio de Janeiro, no último dia 10. A decisão foi tomada após O DIA revelar que a comitiva foi para evento em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, de carona num turbo-hélice Embraer C-97. O avião ficou oito horas à disposição deles.

Na ocasião, a FAB explicou que a aeronave usada estava a serviço do Correio Aéreo Nacional (CAN). No entanto, o programa foi suspenso quatro dias antes da viagem da comitiva por causa dos Jogos Mundiais Militares, que se realizaram no Rio entre os dias 16 e 24. A paralisação do transporte foi informada à equipe de O DIA no posto do Aeroporto da Base Aérea do Galeão, no dia 13.

A procuradora da República Marta Cristina Pires Anciães oficiou o 3º Comando Aéreo Regional e a Arquidiocese para que deem esclarecimentos sobre as condições em que o voo foi cedido. Ela quer saber ainda a regularidade do uso do serviço do correio aéreo, quem eram os religiosos que estavam na aeronave e quem fez o pedido do voo para a FAB.

Os religiosos foram a Campo Grande para a posse do novo arcebispo de lá, Dom Dimas Barbosa. A Arquidiocese do Rio prometeu devolver o valor das passagens para os cofres públicos, por meio de doação a um programa de assistência social. Até semana passada, porém, a instituição não tinha calculado o valor que seria feito como pagamento referente às passagens nem de quando faria o depósito.

Força Aérea se cala sobre voo

Dezesseis dias após pedir informações à FAB sobre que tipo de entrega foi feita pelo Correio Aéreo em Campo Grande na ocasião da viagem do grupo de religiosos, O DIA ainda não obteve resposta. Segundo a FAB, a viagem ocorreu porque "havia disponibilidade de tripulantes e horas de voo para treinamento e atendimento do pleito".

Se fossem pagar pela viagem em jato particular, a Arquidiocese desembolsaria, pelo menos, R$ 100 mil. Pelo menos dois padres do Rio foram ao evento pagando sua passagem aérea, o que custa, em média, R$ 600 pela ida e a volta, na promoção.

Fonte: Christina Nascimento (O Dia/Terra)

Morrem 2 dos sobreviventes de acidente aéreo no Marrocos

O número de mortos após a queda de um avião nesta terça-feira perto de Guelmim, no sul do Marrocos, foi elevado para 80, depois que dois dos três sobreviventes morreram nas últimas horas, informaram à Agência Efe fontes de hospitais.

O último morto, um civil filho de um oficial das Forças Armadas marroquinas, perdeu a vida nesta quarta-feira no Hospital Militar de Rabat, onde tinha sido internado depois do acidente, disseram à Efe fontes do hospital.

O segundo sobrevivente, soldado do Exército marroquino, morreu nesta terça-feira à noite, no quinto hospital militar da cidade de Guelmim, situado próximo ao Saara Ocidental, por conta de graves ferimentos na cabeça e de queimaduras em diferentes partes de seu corpo, segundo fontes médicas da cidade.

Um responsável do centro médico militar de Guelmim, que pediu anonimato, informou nesta quarta-feira à Efe que resta um único sobrevivente do acidente, um soldado de cerca de 30 anos que permanece internado na UTI do hospital.

Nesta terça-feira, um comunicado do Exército marroquino anunciou que um total de 78 pessoas, entre militares e civis, morreram no acidente e que três passageiros ficaram feridos, e especificou que as vítimas são membros das Forças Armadas Marroquinas mais 12 de seus familiares.

Homens carregam uma vítima do acidente para longe dos restos do avião, que bateu em uma montanha

Outras fontes disseram que o número total de passageiros era 80 e não 81, um erro atribuído ao fato de não terem contabilizado o ferido levado a Rabat.

O avião perdeu visibilidade quando se aproximava ao aeroporto da cidade e se chocou contra uma montanha devido ao denso nevoeiro que envolvia a região de Guelmim no momento do acidente, segundo disseram à Efe fontes do Governo provincial local.

Segundo vários a imprensa local, os militares se dirigiam a Kenitra para participar das cerimônias da Festa do Trono, no dia 31 de julho, e para que vários dos soldados, recém-graduados, apresentassem ao rei Mohamed VI seu juramento de lealdade.

Fonte: EFE via Terra - Foto: AFP

terça-feira, 26 de julho de 2011

Número de mortos em queda de avião militar no Marrocos sobe a 80

Aeronave de transporte chocou-se contra montanha em Guelmin, no sul.

Tempo ruim procovou o acidente, segundo os militares.


Oitenta pessoas morreram nesta terça-feira (26) na queda de um avião de transporte militar devido ao mau tempo perto de Guelmim, no sul do Marrocos, segundo comunicado das Forças Armadas.

O avião Lockheed RC-130H Hercules, prefixo CNA-OQ, da Royal Moroccan Air Force, se chocou contra uma montanha perto de Guelmin, uma cidade conhecida como "a porta do deserto" e situada 830 km ao sul de Rabat, a capital.

Em um registro anterior, o Exército marroquino havia dito que 78 pessoas tinham morrido e três estavam feridas. Mas uma fonte médica declarou depois que dois feridos estavam mortos e que o terceiro tinha sido registrado por engano.

A aeronave se acidentou às 10h GMT (7h00 de Brasília), a 10 km a nordeste de Guelmin, segundo o comunicado, que acrescenta que o acidente foi registrado "devido às más condições meteorológicas".


O avião fazia a ligação "Agadir (sul)-Laayoune-Dakhla (Saara Ocidental)", levando a bordo em sua maioria militares e cerca de dez civis, que seriam parentes dos militares.

Uma fonte local indicou que uma investigação foi aberta para determinar as causas exatas do acidente.

Concebido nos anos 1950, o Lockheed C-130 Hércules é um avião de transporte militar americano ainda muito utilizado em diversos países.

"É um avião militar utilizado para o transporte de tropas, e também de suas famílias. Ele é muito utilizado no Saara", segundo uma autoridade marroquina.

Este é o mais grave acidente aéreo já registrado no Marrocos. Em dezembro de 2001, um avião bimotor do tipo "Descender" da Polícia Militar desapareceu no sul do país levando a bordo pelo menos cinco pessoas, incluindo os dois pilotos.

Guelmin é uma cidade importante por suas atividades econômicas e turísticas, principalmente no âmbito do ecoturismo.

Fontes: G1 (com agências internacionais) / ASN / gulfnews.com / Daily Mail - Imagem: AFP/Getty/Reuters


Avião lança carros de guerra no ar


Fonte: TV UOL

Suposto óvni em Embu das Artes (SP) pode ser pipa, alegam moradores

Um objeto não-identificado, avistado nos céus de Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, no último sábado (23), deixou a população da cidade eufórica. Vários moradores do bairro de Santa Tereza presenciaram o suposto óvni cercado por luzes azuis.

A dona de casa Brasília da Silva é uma das testemunhas da aparição do objeto não-identificado na cidade. “Era parecido com um disco redondo, com muitas luzes azuis e estava muito alto. Todo mundo parou pra ver. Parecia cena de cinema,” afirma. O estudante Renato Silva acredita que o objeto é uma pipa. “Um amigo comentou que alguém colocou uma pipa iluminada no céu”, diz.

Em entrevista ao UOL Tabloide, Sílvio Voce, especialista em fabricação de pipas, confirma a tese de que trata-se de uma pipa. “Um concorrente meu, inclusive, fez uma pipa muito parecida com esse objeto, ela se assemelha a um relógio e possui luzes ao redor. Há 90% de chances de não ser um óvni, finaliza”.


Potencial turístico

A cidade de Embu das Artes é conhecida mundialmente por sua enorme feira de artesanato e, com a suposta aparição de um objeto não-identificado, a expectativa é que o município atraia muitos turistas, como afirma a secretária municipal de Comunicação Social, Cristina Santos. “De qualquer forma, acreditamos que muitos curiosos e interessados no assunto vão querer visitar a cidade. Todos ficaram muito chocados. Não podemos afirmar que é um óvni, porém as imagens realmente impressionam,” afirma.

Em 1996, a cidade de Varginha, em Minas Gerais, esteve sob os holofotes da mídia e dos ufólogos devido a supostas aparições de óvnis e seres de outro planeta, com base em depoimentos de moradores. Desde então, a cidade mineira tem atraído vários turistas e conta inclusive com vários objetos, como esculturas que remetem a supostas visitas de um extraterrestre.

Fontes: Letícia Veloso (UOL Tabloide) / Globo News

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Voo da American Airlines com destino a SP faz pouso de emergência; veja

Um avião da American Airlines com 246 passageiros e 14 tripulantes fez um pouso de emergência cerca de 15 minutos após a decolagem no aeroporto internacional de Dallas (EUA), na noite de domingo (24).

A aeronave, o Boeing 777-223/ER, prefixo N780AN, do voo AA-963 havia partido às 20h14 (horário local) de Dallas com destino a Guarulhos, em São Paulo. Não há relatos de feridos.

Foto mostra janelas do voo 963 com espuma jogada por bombeiros após pouso de emergência em Dallas, nos EUA
O empresário Rodrigo Magalhães Costa, que estava na aeronave, disse que em segundos o avião perdeu altitude. "Vi no painel de informações do avião a altitude baixar de 1.870 para 535 metros", disse Costa.

Ele afirma ainda que viu uma turbina pegando fogo e que houve a liberação do combustível da aeronave. Segundo a companhia aérea, um alerta de incêndio no motor direito apareceu na cabine do Boeing após a decolagem. O piloto, então, desligou o motor manualmente e o alerta desapareceu.

Em seguida, ainda segundo a American, o piloto declarou emergência à torre de controle e começou a voar em círculos à espera de autorização para pousar. Antes do pouso, parte do combustível foi liberado para reduzir o peso da aeronave.

A empresa aérea afirma que uma perícia inicial no avião não encontrou evidências de fogo no motor (Trent 800) e que os passageiros e as pessoas no solo podem ter confundido o rastro de vapor do combustível com fumaça. A American Airlines afirma que a maior parte do combustível evaporou antes de atingir o chão.

Um cinegrafista amador registrou o avião despejando o combustível no céu da cidade, no Estado do Texas, pouco antes de pousar.

Vídeo mostra avião liberdando combustível durante o voo:


Após a queda de altitude, Costa afirma que o piloto pediu para todos os passageiros apertarem os cintos porque em dois minutos faria um pouso de emergência. "O piloto heroicamente conduziu a aeronave ao solo e apareceram bombeiros e policiais por todos os lados", conta.

Segundo a companhia, apesar da liberação do combustível, o peso da aeronave no momento do pouso ainda estava bem acima do peso máximo normal, já que o avião estava cheio devido à distância da viagem que faria.

As equipes de bombeiros do aeroporto Dallas/Fort Worth se posicionaram para o pouso de emergência, e, durante o procedimento, "dois ou três pneus do avião estouraram antes dele parar", informou comunicado da American.

Tensão

Os 20 minutos após o pouso, com os bombeiros resfriando as turbinas com produtos químicos, foram de muita tensão para os passageiros. Segundo Costa, "foi uma cena de filme" --bombeiros entrando no avião com roupas metálicas em meio ao clima de tensão e ao temor de que o avião pegasse fogo.

Todos os passageiros foram retirados do avião, sem ferimentos, e levados para hotéis para passar a noite. Segundo a companhia, a aeronave foi levada para o hangar de manutenção do aeroporto para inspeção e eventuais reparos.

Os passageiros do voo 963 partiram esta manhã em outro Boeing 777, às 9h22 (hora local), com previsão de pousar em São Paulo às 21h10 (horário de Brasília).

Fonte: Martha Alves e Márcio Neves (Folha.com - com a AP) - Foto: Rodrigo Costa/Leitor

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Boeing de R$ 283 mi faz 30 anos do 1º voo; veja quem já usou




O primeiro voo do Boeing 767 foi no dia oito de abril de 1981
O Boeing 767 estreou no dia oito de abril de 1981 em uma apresentação sobrevoando o Estado de Washington nos EUA, com duração de 2h04, três anos após ter sido encomendado pela United Airlines, que se tornou a primeira companhia a contar com a aeronave em sua frota. A primeira versão foi um 767-200, cuja última entrega foi realizada em 1994. O primeiro voo comercial, já pela United Airlines, foi em 1982, em uma linha que ligava Chicago a Denver.

Trinta anos depois, mais de mil modelos foram fabricados para 65 diferentes companhias, com mais de 7,7 milhões de voos realizados. A marca de mil aeronaves foi alcançada no início deste ano, quando a fabricante entregou o milésimo 767 para a All Nippon Airways (ANA). Até maio de 2011, existiam ainda 56 pedidos de entrega. A América Airlines é a principal cliente da fabricante para o produto, com 75 aviões, um a mais que a Delta Airlines, com 74.

Existem três versões para transporte de passageiros, o 767-200ER, o 767-300ER e o 767-400ER, com capacidades para 181, 218 e 245 pessoas em média, respectivamente. Há também a versão para cargas, o 767 cargueiro, cujas dimensões são as mesmas do 767-300ER. Assim com os tamanhos, os preços também variam. O 767-200 custa US$ 144,1 milhões (R$ 225,8 milhões), enquanto que o 767-300ER sai por US$ 164,3 milhões (R$ 257,4 milhões) e a versão para cargas, US$ 167,7 milhões (R$ 262,7 milhões). O maior da família, o 767-400, também é o mais caro, avaliado em US$ 180,6 milhões (R$ 283,0 milhões).

Para a construção do 767 são utilizadas 3,1 milhões de peças de cerca de 800 fornecedores. O ar que passa pela turbina de um 767-400ER durante uma decolagem poderia encher um dirigível em apenas sete segundos. Já se as turbinas usadas pelas aeronaves fossem colocadas em um automóvel, o carro atingiria cerca de 100 km/h em menos de meio segundo. O tanque de combustível das versões 767-300ER e 767-400ER tem capacidade para armazenar 90,77 mil l.

Fichas técnicas:

Boeing 767-200ER
Número de passageiros: 181 até 255
Comprimento: 48,5 m
Altura: 15,8 m
Envergadura: 47,6 m
Peso Máximo de decolagem: 179.170 kg
Velocidade de cruzeiro: 851 km/h
Alcance: 12.195 km
Motores: Pratt & Whitney PW4000 60,200 lb e GE CF6-80C2 62,100 lb

Boeing 767-300ER
Número de passageiros: 218 até 350
Comprimento: 54,9 m
Altura: 15,8 m
Envergadura: 47,6 m
Peso Máximo de decolagem: 186.880 kg
Velocidade de cruzeiro: 851 km/h
Alcance: 11.070 km
Motores: Pratt & Whitney PW4000 63,300 lb e GE CF6-80C262,100 lb

Boeing 767-400ER
Número de passageiros: 245 até 375
Comprimento: 61,3 m
Altura: 16,8 m
Envergadura: 51,9 m
Peso Máximo de decolagem: 204.120 kg
Velocidade de cruzeiro: 851 km/h
Alcance: 10.415 km
Motores: Pratt & Whitney PW4000 63,300 pounds e GE CF6-80C63,500 pounds

Boeing 767-300F Cargueiro
Comprimento: 54,9 m
Altura: 15,8 m
Envergadura: 47,6 m
Peso máximo de decolagem: 185.060 kg
Capacidade máxima de carga: 52.700 kg
Velocidade de cruzeiro: 851 km/h
Alcance: 6.025 km
Motores: Pratt & Whitney PW4000 63,300 lb e GE CF6-80C262,100 lb

Um 767 operado pela Varig
 Clique aqui para ver mais fotos.

Fonte: Terra - Fotos: Divulgação

Morrem dois filipinos ao explodir bomba da II Guerra Mundial

Duas pessoas morreram e uma sofreu ferimentos graves ao explodir uma bomba de 100 libras da II Guerra Mundial na última quarta-feira (20) em uma zona rural da cidade filipina de Davao, ao sul, informa hoje a imprensa nacional.

Diosdado Maglasang, 49, e Ladislao Mayao, 49, morreram. O ferido foi identificado como Pablito Mayormita, 44.

Segundo divulgou preliminarmente a Polícia, os três homens encontraram o artefato em uma plantação bananeira e manipularam-no até provocar sua detonação.

O oficial Julieto da Cruz indicou ao jornal Mindanao Examiner que o dispositivo provavelmente foi lançado de um avião, no meio dos confrontos no Oceano Pacífico durante a conflagração.

A mesma fonte declarou que o lugar era palco de choques entre as forças estadunidenses e japonesas nessa época.

A Polícia reiterou aos residentes locais os perigos que entranham essas bombas, apesar de sua antiguidade.

Fontes: Prensa Latina / mindanaoexaminer.com - Foto via mindanaoexaminer.com

Lufthansa utiliza biocombustível pela primeira vez em voos regulares; testes começaram semana passada

A Lufthansa passou a utilizar biocombustível em voos regulares pela primeira vez há cinco dias. Durante os próximos seis meses, o Airbus A321-231 da Lufthansa com prefixo D-AIDG estará voando diariamente na rota Hamburgo-Frankfurt-Hamburgo com 50% de uma das turbinas abastecida com querosene biossintético. O uso do biocombustível em motores a jato foi autorizado pela American Society for Testing and Materials (ASTM).

Foto: Markus Scholz/EPA
O bioquerosene tem características semelhantes às do querosene normal e, portanto, pode ser utilizado em todos os tipos de avião sem que se façam necessários ajustes no avião ou nas turbinas. O primeiro voo da fase de testes de seis meses decolou no dia 15 de julho, às 11h15, sob número de voo LH013 de Hamburgo rumo a Frankfurt. Devido à utilização do biocombustível, as emissões de CO2 serão reduzidas em cerca de 1.500 toneladas neste período.

Christoph Franz, presidente da Deutsche Lufthansa AG, disse por ocasião do início do teste de longa duração: “A Lufthansa é a primeira empresa aérea do mundo a utilizar biocombustível em operações de voo regulares diárias. Com isso, damos continuidade à nossa já comprovada e exitosa estratégia de sustentabilidade.” E acrescentou que, como o tráfego aéreo será o único meio de transporte que dependerá de combustíveis líquidos num futuro próximo, a indústria da aviação e o meio científico têm de desenvolver e testar alternativas. Ainda de acordo com Franz, combustíveis fósseis são findáveis. Por isso, além da redução de CO2, o objetivo principal dos testes práticos de longo prazo é o de analisar os efeitos dos biocombustíveis sobre a manutenção e vida útil de turbinas.

A jatropha, planta usada na composição do biocombustível da Lufthansa - Foto: AP

O querosene biossintético utilizado pela Lufthansa é obtido com base em biomassa pura (BtL, Biomass to Liquid) e é composto por jatropha, camelina e gorduras animais. A Lufthansa também está atenta à sustentabilidade dos procedimentos de produção e fornecimento do biocombustível obtido. Os fornecedores são obrigados a comprovar a sustentabilidade de tais procedimentos e a cumprir os critérios de sustentabilidade (“Renewable Energy Directive”) adotados pelo Parlamento e Conselho Europeu. A Lufthansa garante, ainda, que a produção de biocombustíveis não concorre com a produção de produtos alimentícios e que a extração não provoca o desmatamento de florestas tropicais.

O produtor do biocombustível utilizado pela Lufthansa é oriundo da Finlândia. A Neste Oil tem longa experiência na produção de biocombustíveis e há muitos anos trabalha em conjunto com a Lufthansa.

A previsão dos custos totais de realização do projeto para a Lufthansa é de cerca de 6,6 milhões de euros. O projeto conta com mais 2,5 milhões de euros injetados pelo Ministério de Economia e Tecnologia alemão. Ele é parte integrante do projeto global “FAIR” (Future Aircraft Research), no qual, além da compatibilidade de biocombustíveis, também são analisados outros assuntos como, por exemplo, novos conceitos de propulsão e de aviões ou outros combustíveis como gás líquido (LNG).

A utilização de querosene biossintético é um elemento da estratégia de quatro colunas que a Lufthansa adotou a fim de reduzir as emissões globais no tráfego aéreo. O objetivo é alcançar as diretrizes ambientais ambicionadas por meio de uma combinação de diversas medidas como renovação contínua da frota, melhorias tecnológicas no avião ou na turbina, medidas operacionais como lavagem de turbinas ou a utilização de materiais mais leves e uma infraestrutura melhorada no âmbito dessa estratégia. A Lufthansa aumentou sua eficiência de combustível em mais de 30% desde 1991 com base em novas tecnologias. Atualmente, o consumo médio por passageiro em 100 quilômetros é de 4,2 litros de querosene.

Fonte: Portal Fator Brasil

American vai comprar 260 aviões da Airbus e 200 da Boeing

A American Airlines dividiu nesta quarta-feira um pedido de 460 aviões de corredor único avaliados em até 40 bilhões de dólares entre a Boeing e a Airbus e a Safran.

A companhia aérea deve ser a cliente-lançadora do 737 remodelado, que ainda precisa de aprovação da diretoria da Boeing.

A American ainda tem opção de compra de mais 100 aviões 737 e opções e direitos de aquisição de 365 aeronaves da Airbus.

A American começará a receber 130 unidades da atual versão do A320 a partir de 2013. A partir de 2017, a companhia aérea receberá outras 130 unidades do A320neo, com novo motor que promete 15 por cento de economia de combustível.

Disputa por mercado dos EUA

A Boeing e a Airbus competem pelo mercado global de aviões de grande porte, que é estimado em 2 trilhões de dólares nos próximos 20 anos.

No ano passado, a Airbus anunciou que iria remotorizar o A320. O avião, conhecido como A320neo, deve entrar em serviço no final de 2015.

Durante mais de um ano, a Boeing debateu se iria remodelar seu 737 ou partir para o desenvolvimento de uma nova aeronave.

Um novo avião traria mais eficiência ao mercado, mas estaria pronto apenas por volta de 2020.

Mas a demora da Boeing em tomar uma decisão deixou a porta aberta para a Airbus conseguir maciças encomendas pelo seu A320neo de clientes que não queriam esperar por uma decisão da fabricante norte-americana.

A Airbus dominou a Paris Air Show no mês passado com encomendas por seu A320neo.

Para garantir parte da encomenda da AMR - e talvez outros pedidos de empresas aéreas dos EUA -, a Boeing concordou em remotorizar seu avião. A AMR não fazia pedido por um Airbus desde o final dos anos 1980.

Assista a matéria do Jornal da Globo:


Fontes: Kyle Peterson (Reuters - com reportagem adicional de Tim Hepher, Roy Strom, Karen Jacobs, Blaise Robinson e Cyril Altmeyer) / Jornal da Globo (TV Globo) - Foto: Colin Braley (Reuters)

Irã diz ter abatido avião dos EUA espionando instalação nuclear

O Irã disse na quarta-feira que abateu um avião não-tripulado de espionagem dos EUA sobre a sua instalação nuclear de Fordu, um dia depois de o país confirmar a instalação de uma nova geração de centrífugas de enriquecimento de urânio.

"Um avião de espionagem não-tripulado dos EUA que voava sobre a cidade sagrada de Qom, perto da instalação de enriquecimento de urânio de Fordu, foi abatido pelas unidades de defesa aérea da Guarda Revolucionária", disse o deputado Ali Aghazadeh Dafsari ao Clube dos Jovens Jornalistas, ligado à TV estatal iraniana.

"O avião... estava tentando coletar informações sobre a localização da instalação", disse ele, sem dar mais detalhes nem informar quando o incidente aconteceu.

A instalação nuclear de Fordu foi construída sigilosamente dentro de uma montanha fortificada, perto de Qom. O Irã só admitiu sua existência depois de o local ser identificado por agências ocidentais de inteligência, em 2009.

Na terça-feira, a chancelaria iraniana deu a entender que confirmava o teor de uma reportagem divulgada na semana passada pela Reuters, mostrando que o Irã estava instalando mais dois modelos avançados das centrífugas usadas para refinar urânio.

O urânio enriquecido, dependendo do seu grau de pureza, pode ser usado como combustível de usinas nucleares, ou na produção de armas atômicas. Governos ocidentais acusam o Irã de ter intenções bélicas secretas, mas Teerã diz que seu objetivo é apenas gerar energia com fins pacíficos.

Em janeiro, o Irã já havia anunciado o abate de dois aviões ocidentais de reconhecimento, não tripulados, no golfo Pérsico. O Pentágono negou a notícia, mas admitiu que alguns aviões de espionagem haviam caído no passado, por problemas mecânicos.

Os EUA e Israel não descartam o uso da força militar para destruir instalações nucleares iranianas, e Teerã alerta que reagiria atacando o Estado judeu e alvos norte-americanos na região do Golfo.

Analistas dizem que a retaliação iraniana poderia vir também pelo fechamento do estreito de Ormuz, pode onde passa cerca de 40 por cento do petróleo comercializado no mundo.


A Guarda Revolucionária do Irã em 20 de julho
 Fonte: Reuters via Terra - Foto: Reuters

Avião da Azul tem problema e voo atrasa quase 1 hora

Aeronave chegou a decolar, mas teve que descer para manutenção preventiva

Passageiros do voo das 10h50 da companhia aérea Azul com destino ao aeroporto de Viracopos, em Campinas, levaram um susto ontem (20).

A aeronave chegou a decolar, mas teve que retornar ao solo por apresentar problemas e exigir manutenção preventiva. Todos os passageiros tiveram que descer e a medida provocou tumulto. O voo só saiu às 11h39.

Esta é a segunda vez, desde que começou a operar no aeroporto de Marília no dia 1º de julho, que um avião da empresa apresenta problemas e o voo sofre atraso.

No último dia 17, o ATR-72 da empresa também apresentou problemas e teve que passar por manutenção.

A empresa diz lamentar o transtorno, mas ressalta que o procedimento é uma medida de segurança.

Fonte: Taís Iatecola (Agência BOM DIA)

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Comandante do Atlantis agradece missão, mas reclama do banheiro

'Nave está tão perfeita quanto quando voou pela primeira vez'.

'A não ser a porta do banheiro', brincou Chris Ferguson.

Na primeira vez que falou ao público após o retorno à Terra o comandante da última missão do ônibus espacial Atlantis, Christopher Ferguson, fez elogios à tripulação e à nave, mas brincou reclamando da porta do banheiro.

"Obrigado por esse veículo fantástico. A nave está tão perfeita quanto quando voou pela primeira vez", disse Ferguson. "A não ser a porta do banheiro, que abriu um pouco durante a reentrada," brincou.

O comandante fez elogios aos seus colegas de missão. "Voar no espaço é um sonho, mas é um sonho que tem mais a ver com quem você o realiza do que com o que você faz. Um comandante não poderia pedir por três pessoas melhores", afirmou.

Chris Ferguson fala após o pouso na Flórida

Ele também comentou a aposentadoria da nave. "Estamos todos muito honrados de fazer parte disso. Vamos colocar o Atlantis num museu agora para as gerações que virão depois de nós (...). Quero ver aquela foto de um menino de seis anos olhando para um ônibus espacial dizendo 'papai, isso é o que eu quero fazer quando crescer',", disse Ferguson.

Fonte: G1 - Foto: Scott Audette/Reuters

Veja sequência de fotos da última aterrissagem do ônibus espacial







Fotos: NASA / AP / AFP / Reuters

Atlantis aterrissa na Flórida e põe fim à era dos ônibus espaciais

O Atlantis aterrissou sem problemas nesta quinta-feira (21) ao amanhecer na Flórida, encerrando assim a última viagem do programa dos ônibus espaciais norte-americanos, trinta anos após o primeiro voo da nave.


A Atlantis tocou a pista do Centro Espacial Kennedy, em Cabo Canaveral, às 5h57m (horário local, 09h57m GMT), 42 minutos antes do nascer do sol e com um céu claro, após a descida de 65 minutos desde a órbita terrestre.

"O Atlantis já está em casa, completou sua viagem. É um momento histórico para ser comemorado", vibrou o centro de controle de voo.

"Missão cumprida, Houston, e depois de servir ao mundo por mais de 30 anos o ônibus espacial americano ganhou um lugar na história. Estamos muito emocionados", afirmou o comandante do voo, Chris Ferguson, depois de concluir as manobras de pouso.

"Os Estados Unidos não deixarão de explorar o espaço", salientou Chris Ferguson. "Deus abençoe os Estados Unidos".

"Bem-vindo, Atlantis, e aproveitamos para felicitá-los por sua missão", acrescentou o centro de controle.

"Sentimos hoje muitas emoções, mas algo é indiscutível: os Estados Unidos não deterão a exploração espacial", enfatizou o comandante.

"O ônibus entrou no porto pela última vez, pondo um ponto final em sua viagem", concluiu o controlador.

Quase como uma última saudação à nave, pouco antes da chegada do Atlantis, a Estação Espacial Internacional (ISS) passou sobre a vertical do Centro Kennedy e ficou visível por cerca de quatro minutos.

Na véspera, menos de 24 horas da volta do Atlantis, astronautas e engenheiros da Nasa não conseguiam conter a emoção com o fim próximo. Horas antes da entrada do ônibus espacial na atmosfera, a estação de televisão da Nasa mostrou imagens ao vivo do centro de controle da missão e da Terra vista a partir do Atlantis, que desacoplou com sucesso da ISS, iniciando a manobra de volta.

Durante a missão de quase oito dias atracado à ISS, o Atlantis e seus quatro astronautas deixaram lá várias toneladas de alimentos e equipamentos para que a estação orbital e sua tripulação permanente de seis pessoas contem com provisões durante um ano.

Por sua vez, o Atlantis lotou seu compartimento de carga com 2,57 toneladas de resíduos e material usado que estavam na ISS.

No espaço e na Terra, a quarta-feira foi um dia de nostalgia.

"Minha prioridade, agora, é garantir que a nave e a tripulação cheguem à pista de pouso com toda a segurança", declarou então à CNN o ex-astronauta Charles Bolden, chefe da agência espacial americana.

Antes de os astronautas dormirem, o comandante da missão, Chris Ferguson, leu uma citação de Gene Kranz, o diretor de voo famoso por salvar os astronautas do Apolo 13, depois que um tanque de oxigênio explodiu durante viagem à Lua.

"Rezo para que nosso país encontre algum dia a coragem para aceitar o risco e os desafios para terminar o trabalho que começamos", disse Ferguson, considerando a citação de Kranz "muito apropriada".

O ônibus espacial, a máquina voadora mais complexa jamais construída, permitiu especialmente colocar em órbita o Hubble, o primeiro telescópio espacial que revolucionou a astronomia, e, além disso, construiu a ISS entre 1998 E 2010.

O Atlantis percorreu 8,5 milhões de quilômetros durante sua trigésima terceira e última missão, totalizando 202,67 milhões de quilômetros no total.

Como parte do programa de ônibus espaciais, cinco naves (Atlantis, Challenger, Columbia, Discovery e Endeavour) integraram a frota dos primeiros veículos espaciais reutilizáveis do mundo.

O conjunto dos cinco ônibus percorreu um total de 872,9 milhões de quilômetros e efetuaram mais de 21.000 voltas ao redor da Terra.

As cinco naves totalizaram 1.333 dias no espaço.

Além do protótipo Enterprise, que nunca voou, só três ficarão expostos, agora, em museus, depois da destruição do Columbia e do Challenger em acidentes que provocaram a morte de seus tripulantes.

O acidente do Challenger em 1986 e o do Columbia em 2003 deixaram 14 mortos no total.

Em momentos de austeridade fiscal, o presidente Barack Obama decidiu pôr fim ao programa dos ônibus espaciais, 30 anos depois do primeiro voo, o do Columbia, em 12 de abril de 1981. Cada uma das 135 missões, desde essa época, custaram entre 450 e 500 milhões de dólares.

A partir do regresso da Atlantis, a Nasa passará a depender dos Soyuz russos até o desenvolvimento de uma nova nave espacial americana, não antes de 2015, o mais tardar. Várias empresas privadas estão competindo para oferecer um meio de transporte de astronautas e carga em direção à ISS.

Veja o vídeo completo do último pouso do Atlantis:


Fonte: AFP - Foto: Pierre Ducharme - Vídeo: NasaTV

terça-feira, 19 de julho de 2011

Paquistão: Avião não tripulado caiu perto de refinaria de petróleo


Um avião não tripulado caiu hoje (19) perto de uma refinaria de petróleo em Karachi, após ter colidido com um pássaro, informou a Marinha paquistanesa.

"Um 'drone' da marinha paquistanesa caiu depois de colidir com um pássaro", disse à agência AFP o porta-voz da marinha, Irfan Ul Haq, ao indicar que o avião não tripulado caiu perto de uma refinaria de petróleo, mas sem causar danos.


O exército paquistanês utiliza os aviões não tripulados para vigilância na luta contra os talibãs e a rede Al-Qaeda.

Fonte: Agência Lusa - Fotos: Reprodução/NDTV / Reuters

iPhone 4 resiste a queda de 4 mil metros e continua fazendo ligações

Aparelho saiu do bolso de paraquedista durante pulo, caiu em cima do telhado de uma construção e, mesmo assim, continuou funcionando

Um iPhone 4 caiu do bolso de um paraquedista a mais de 4 mil metros de altura e, surpreendentemente, "sobreviveu".

O paraquedista americano Jarrod McKinney disse que estava com pressa para sair do avião durante um pulo e esqueceu de deixar o aparelho em um lugar seguro, de acordo com a CNN.

Ao chegar ao chão e perceber que estava sem seu smartphone, McKinney usou um aplicativo de rastreamento GPS para achá-lo, e descobriu que seu iPhone tinha caído no telhado de uma construção próxima de onde ele estava.

O instrutor Joe Johnson decidiu ligar para o número de McKinney de brincadeira, e ficou surpreso quando percebeu que o telefone estava tocando.

O aparelho, que já tinha caído de uma prateleira e estava com o vidro de proteção quebrado, ainda funcionava - fazia e recebia ligações. Agora, com a parte da frente e de trás destruídas, McKinney pretende consertar, e, até lá, usa a conexão Bluetooth do seu caminhão para fazer ligações.


Fonte: Olhar Digital - Fotos: Reprodução/CNN

Voo 1907: MPF pede aumento de pena de pilotos e controladores


O Ministério Público Federal (MPF) em Mato Grosso apresentou ao Tribunal Regional Federal (TRF) no Distrito Federal apelações contra as sentenças aplicadas aos pilotos e controladores de voo envolvidos no acidente entre um boeing da Gol e um jato Legacy em 2006. A colisão com o voo 1907 causou a morte de 154 pessoas. O MPF defende o aumento da pena aplicada aos pilotos americanos Joseph Lepore e Jan Paul Paladino, condenados a quatro anos e quatro meses de prisão em regime semi-aberto, e ao controlador de voo Lucivando Tibúrcio de Alencar foi condenado a três anos e quatro meses também em semi-aberto.

A prisão deles foi substituída pela prestação de serviços comunitários, além da proibição de exercerem as profissões. Além disso, o MPF quer a condenação do controlador de voo Jomarcelo Fernandes, que foi absolvido. Nos recursos, o MPF sustenta que "não foi reconhecida a má-fé processual dos réus, não foi fixado valor mínimo para reparação dos danos, não foi aplicada a devida causa de aumento de pena e a substituição da pena de prisão pela prestação de serviços comunitários foi indevida".

O MPF quer o aumento das penas por entender que eles "além de exporem a perigo o transporte aéreo nacional e causarem a morte de 154 pessoas, o fizeram violando regra técnica das suas profissões de pilotos. Dessa forma, o MPF entende que é cabível a aplicação de duas causas de aumento de pena: em um terço, por conta das 154 mortes, e em mais um terço, porque o crime foi cometido por conta da violação de regra técnica no exercício da profissão".

O acidente

O voo 1907 da Gol, que fazia a rota Manaus-Rio de Janeiro, com escala em Brasília, caiu no norte do Mato Grosso, em 29 de setembro de 2006 e matou os 148 passageiros e seis tripulantes. O acidente ocorreu após uma colisão com um jato executivo Legacy, fabricado pela Embraer, que pousou em segurança numa base aérea no sul do Pará.

Os pilotos do Legacy, os americanos Joseph Lepore e Jan Paul Paladino, são acusados de não terem acionado o Sistema de Alerta de Tráfego e Prevenção de Colisão (TCAS), equipamento responsável pelo contato entre a aeronave e as torres de transmissão. A denúncia do Ministério Público Federal, apresentada em maio de 2007, relata que o transponder do avião da Gol permaneceu ligado durante todo o voo, mas o do Legacy, a partir de um certo momento, foi desligado. O transponder é um aparelho que interage com os radares secundários do controle aéreo e com outros transponders, fornecendo informações sobre a posição e o deslocamento das aeronaves.

A sequência de erros que causou o acidente passou também por uma falha de comunicação entre controladores brasileiros e pilotos do jato, que, sem entender as instruções, teriam posto a aeronave na mesma altitude do voo da Gol, 37 mil pés. Em maio de 2007, os pilotos e quatro controladores de voo foram denunciados pelo Ministério Público Federal por crime de atentado contra a segurança do transporte aéreo nacional. Os americanos foram absolvidos da acusação de negligência em dezembro de 2008, mas, em 2010 a Justiça anulou a absolvição e ordenou o reinício do julgamento.

Em maio de 2011, eles foram condenados pela Justiça de Mato Grosso a quatro anos e quatro meses de prisão em regime semiaberto por expor a perigo aeronave própria ou alheia e pelo ato ter resultado em morte. A pena, no entanto, foi convertida em prestação de serviço comunitário e proibição do exercício da profissão e seria cumprida nos Estados Unidos, onde os pilotos residem.

Em 2008, os controladores de voo Leandro José Santos de Barros e Felipe Santos dos Reis foram absolvidos sumariamente de todas as acusações pela Justiça Federal. Jomarcelo Fernandes dos Santos também foi isentado do crime, em maio de 2011. Na mesma decisão, a Justiça de Mato Grosso condenou Lucivando Tibúrcio de Alencar a prestar serviços comunitários por atentado contra a segurança do transporte aéreo.

Na Justiça Militar, a ação penal militar para apurar a responsabilidade de cinco controladores que trabalhavam no dia do acidente - quatro denunciados pelo MPF e João Batista da Silva - só foi instaurada em junho de 2008. Em outubro de 2010, quatro deles foram absolvidos - apenas Jomarcelo Fernandes dos Santos foi condenado por homicídio culposo, mas recebeu o direito de apelar em liberdade. Ele recorreu ao Superior Tribunal Militar (STM) e aguarda julgamento.

Fontes: Terra / Band

PF abre inquérito para investigar queda de avião com 16 mortos em PE

Ministério Público Federal determinou que investigação passasse à PF.

Superintendência no Recife confirmou que novo delegado apura o caso.


A Polícia Federal abriu um inquérito para apurar as causas do acidente aéreo da Noar, que deixou 16 mortos quando um avião da empresa caiu em um terreno baldio próximo à praia de Boa Viagem, no Recife, na quarta-feira (13).

A Superintendência da PF em Pernambuco confirmou que o delegado federal Renato Cintra, chefe da Delegacia de Defesa Institucional, foi designado para assumir o caso.

A abertura de uma investigação pela PF só ocorreu após determinação do Ministério Público Federal (MPF) em Pernambuco. O pedido foi feito no dia seguinte à tragédia, dia 14, segundo o MPF.

Apesar de já haver inquérito instaurado pela Polícia Civil do estado, o procurador da República Marcos Antonio da Silva Costa disse entender que o crime em questão é de competência federal para ser investigado.

Para o procurador, “são de competência federal a investigação, processo e julgamento dos crimes que provocaram ou contribuíram para a queda de avião do serviço público de navegação aérea”.

Para o MPF, os crimes em questão estão incluídos na Constituição como ofensa a serviço federal e consumação de crimes a bordo de aeronave.

Cauda do avião da empresa Noar é vista no local da queda
O Ministério Público diz que, caso a Justiça Federal receba o caso, a Justiça do Estado será comunicada para que o inquérito da Polícia Civil seja remetido à Polícia Federal. Por enquanto, os dois inquéritos correm em paralelo, com independência. A PF informou que os peritos federais estiveram no local da tragédia no dia do acidente.

Fontes: G1 / Jornal Hoje (TV Globo) - Foto: João Carlos Mazella (Fotoarena/AE)

Lanchar nos aeroportos pode custar o dobro do que no shopping

O brasileiro que faz um lanche está pagando o dobro. É o efeito da falta de concorrência nas praças de alimentação dos aeroportos.


Durante as férias escolares, muita gente está viajando. Quem escolheu o avião tem se surpreendido: os preços nas praças de alimentação estão até 100% mais caros do que nos shoppings ou nas lanchonetes de rua.

No Brasil inteiro, as praças de alimentação ficam lotadas nos aeroportos, principalmente no período das férias. A tensão do embarque parece aumentar ainda mais a fome dos passageiros. “A fome é de ansiedade”, disse uma passageira.

Dentro dos aeroportos, são muitas as opções de alimentação, todas mais caras do que no comércio dos shoppings ou das ruas das cidades a quilômetros de distância. O passageiro não tem muita alternativa. “Não tem como eu sair daqui”, disse um carioca. “Não tem jeito, tem de comer. Sou obrigado a pagar mais caro”, reclama um senhor.

Em um lanche básico no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, os preços são os seguintes: um café expresso custa R$ 3,50; pão de queijo, R$ 5,90; e refrigerante, R$ 4,80. Em uma loja da mesma cadeia, mas no shopping, os preços são diferentes. O café custa R$ 2,80. No caso do pão de queijo, o mini custa apenas R$ 0,50 a unidade. O copo com seis sai a R$ 4. O refrigerante está a R$ 3,30. “No shopping ainda vão cobrar 10%. Vai sair mais caro ainda”, calcula um passageiro.

Em São Paulo, um refrigerante custa de R$ 2,50 a R$ 3 nas lanchonetes da cidade. No aeroporto, custa R$ 5,30. A diferença entre o preço mais barato praticado na cidade e o do aeroporto chega a 112%.

Em Curitiba parece que o pãozinho de queijo paga taxa de embarque. Na praça de alimentação do aeroporto custa R$ 3,20, e na sala de embarque passa para R$ 3,50. Em Goiânia, beber água no aeroporto também sai caro: a garrafinha pequena custa R$ 3. Nas lanchonetes da cidade, sai de R$ 1 a R$ 1,50. “Está caro”, diz uma jovem.

Lanchar no aeroporto pode até aliviar a ansiedade da viagem, mas a conta pode dar indigestão. “É mais salgado do que o salgadinho”, brinca uma passageira.

A Infraero explica que não tem qualquer ingerência sobre os preços praticados pelos estabelecimentos comerciais dos aeroportos. Como em qualquer outro espaço público explorado pela iniciativa privada, as lojas são licitadas – ganha a licitação quem oferecer o maior preço, sem levar em conta o valor que ele vai cobrar dos clientes. O Procon diz que o comerciante tem o direito de cobrar quanto quiser, assim como o consumidor tem o direito de comprar onde quiser.

Fonte: Bom Dia Brasil (TV Globo)

Infraero cria central de monitoramento para evitar tumultos no aeroporto de Brasília

A promessa do governo é de que o Centro de Monitoramento seja implantado em todas as cidades que vão receber os jogos da Copa do Mundo. A Infraero, a polícia, a Receita Federal, a Anvisa e as companhias aéreas vão compartilhar das informações.


Fonte: Globo News

Suíço kamikaze joga avião contra a casa da mãe

Um homem morreu após jogar um pequeno avião bimotor Diamond Aircraft DA42 que alugara 45 minutos antes contra a casa da mãe, na cidade de Oberhallau (Suíça). Minutos antes da colisão, o kamikaze ligou para a mãe da cabine da aeronave e disse: "Você está em casa? Vou dar um pulo aí agora".


Então, Konrad Schmidt, de 47 anos, sobrevoou a residência três vezes antes do choque. O corpo de Konrad foi encontrado por bombeiros nos escombros. A mãe dele Rosemary, 68, conseguiu sobreviver. No momento da colisão, a idosa estava no porão. Ela foi retirada da casa por vizinhos.

Testemunhas disseram não haver a possibilidade de ter ocorrido um acidente.

"Ele fez os sobrevoos e alinhou (na direção da casa). E então fez (jogou o avião). Foi como um mini 11 de Setembro", disse uma delas, de acordo com o "Daily Mail".

Rosemary e o filho tinham sérios problemas de relacionamento havia alguns anos, disseram vizinhos à polícia.

A residência terá que ser demolida.


Fonte: Daily Mail via Fernando Moreira (oglobo.globo.com/blogs/pagenotfound) - Fotos: EPA

Confira a foto mais pesada em resolução já tirada de um Boeing

Já pensou ver uma foto tirada em bilhões de pixels de seu avião favorito, para que você explore até os mínimos detalhes de sua estrutura? Pois isso já é possível. Graças a um novo recurso interativo, a sensação de proximidade com a imagem como se ela estivesse presente é impressionante. A ferramenta destaca mais de 70 características do Boeing Next-Generation 737. Você pode clicar em cada parte - como o desvio da pista de pouso e luz mostrado acima - para obter um olhar mais atento e uma explicação de sua função.

A ideia é permitir que usuários de zoom sobre o hardware, como a barbatana dorsal que aumenta a estabilidade lateral do 737, o skid cauda que permite pousos mais curtos ou a luz anti-colisão embutido na asa. "O que esta tecnologia nos permite fazer é trazer as pessoas tão perto do 737 quanto possível, sem pé direito ao lado do avião", disse Anthony Ponton, gerente de marca. A imagem interativa, que contém 17 gigapixels, está disponível online com mais de 70 funcionalidades destacadas para as pessoas a explorar, seja por diversão ou trabalho.


Fonte: Amanda Cardoso (Avião Revue)

Boeing de príncipe herdeiro da Tailândia está apreendido em Munique

Devido a uma disputa legal entre o espólio de uma construtora alemã e o governo tailandês, Boeing do príncipe herdeiro da Tailândia foi apreendido em Munique. Avião continuará retido até decisão judicial.


Para tentar solucionar a controvérsia em torno da apreensão do avião do príncipe herdeiro tailandês no aeroporto de Munique, a vice-ministra alemã das Relações Exteriores, Cornelia Pieper, recebeu na sexta-feira (15/7) o ministro do Exterior da Tailândia, Kasit Piromya, em Berlim.

Pieper declarou sentir muito "pela inconveniência causada ao príncipe herdeiro devido à apreensão do avião", mas disse que "o caso se encontra nas mãos da Justiça". Em declaração, o ministério em Berlim afirmou que o caso não deve afetar as boas relações entre os dois países.

Dívida em aberto

Na última terça-feira, o Boeing 737, pilotado várias vezes pelo próprio príncipe herdeiro tailandês, Maha Vajiralongkorn, foi apreendido por ordem judicial no aeroporto de Munique, a pedido do administrador da insolvência da construtora alemã Walter Bau, Werner Schneider.

O motivo são dívidas que o Estado tailandês teria com a empresa, devido à construção de uma via expressa de 26 quilômetros para o aeroporto Don Muang, em Bangcoc. A briga judicial começou há mais de 20 anos.

Segundo Werner Schneider, "houve várias violações de contrato por parte do governo tailandês". Em 2007, acresceu Schneider, a construtora já insolvente entrou com pedido de reparação de danos, que já somam 30 milhões de euros. O governo tailandês, no entanto, se recusou a pagar, explicou Schneider.

De quem é o avião?

Em entrevista à TV pública alemã ZDF, o ministro do Exterior Kasit afirmou que, diferentemente do relatado por Schneider, o avião não pertenceria ao governo tailandês, mas "a uma pessoa em nome do príncipe".

Ele acrescentou que seu governo "não está contente" com a conduta do representante da construtora Walter Bau, especialmente porque a Tailândia não pretende abdicar da sua responsabilidade de respeitar as exigências do administrador.

Na conversa com Kasit, Pieper declarou ter feito alusão "aos repetidos pedidos feitos por membros do governo em Berlim e do Ministério do Exterior alemão ao governo tailandês para que pagasse a dívida em aberto com o administrador da insolvência".

"Tendo em vista a apreensão do avião e a exigência do administrador da insolvência", Cornelia Pieper disse esperar que o caso seja resolvido rapidamente.

Fonte: DW via ABN News