quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Curso de pilotos da PM de São Paulo tem primeira aluna

Tenente Lara Carolina Duarte foi também a primeira colocada no concurso.

Provas incluem resistência física e emocional e duram quatro meses.

Lara Carolina, em frente a um helicóptero da PM do Grupamento Aéreo de Sorocaba

Ela arruma o cabelo, se preocupa em combinar a cor do elástico com a das presilhas, e se senta para a entrevista. "A mulher, aos poucos, está alcançando locais inexplorados [na sociedade]", diz a tenente da Polícia Militar (PM) Lara Carolina Duarte, ela própria uma exploradora. Nesta semana, Lara se tornou a primeira aluna do curso de pilotos da Polícia Militar (PM) de São Paulo. Não apenas quebrou uma histórica predominância masculina no comando dos helicópteros da polícia paulista, mas também passou em primeiro lugar.

"Estamos mostrando que também somos capazes, que temos total condição de preparar e assumir funções diferentes". Em entrevista ao G1 na base do Grupamento Aéreo de Sorocaba, sua cidade natal, Lara conta que realizou um sonho duplo: ser piloto e ser policial "Desde que veio a vontade de entrar para a Polícia Militar a minha intenção era entrar para o Grupamento Aéreo. Prestei ano passado e não tive êxito, mas continuei treinando e aguardando a abertura do concurso novamente."

A prova é oferecida exclusivamente para oficiais com dois anos de experiência. A primeira fase, eliminatória, é de testes físicos: subida na corda, abdominal, corrida, natação, flutuabilidade e pórtico (travessia em altura). A segunda consiste em provas psicológicas: dinâmicas de grupo, simulações de ocorrência e entrevistas.

"Sempre quis [pilotar]. Minhas intenções, estando na polícia, eram duas: queria voltar para minha cidade, sou de Sorocaba, e dando o tempo, prestar para o Grupamento Aéreo. É uma realização profissional e pessoal, ainda mais pelo fato de não ter piloto feminino no Estado de São Paulo."

Aos 27 anos, Lara diz que treinou uma hora e meia, de cinco a seis dias por semana, para as provas físicas. "Sou da opinião de que quando a pessoa quer, ela se dedica e consegue alcançar os objetivos." 

Lara passou em primeiro lugar no concurso, que tinha oito vagas

A família achou um pouco estranho a escolha da filha pela área policial. "Não venho de uma família militar. No começo, o pessoal achou um pouco diferente, até por não ter contato direto. Mas assim que mostrei como seria a realidade, tive total apoio. Quando começou o concurso, que comecei a ir atrás desse sonho, eles apoiaram, torceram. O pessoal foi acompanhando pelas redes sociais e me ligaram para me dar os parabéns."

Já o marido divide o sonho. "Ele também é policial, mas nos conhecemos ainda no mundo civil. Temos os mesmos ideais, e a aviação é uma afinidade."

No Facebook, Lara agradeceu a recepção de todos a sua volta. "É gratificante demais ver como as pessoas receberam a notícia. Pra mim é um dos melhores momentos da vida", contou a futura piloto do Águia. 



Fonte: Giovana Sanchez (G1 SP) - Fotos: Raul Zito/G1

Polícia ainda não confirma queda de helicóptero em Alagoinha, no Agreste de Pernambuco


A Polícia Militar de Alagoinha (em destaque, no mapa acima), no Agreste de Pernambuco, realizou na manhã desta quarta-feira (3) buscas na cidade para verificar se um helicóptero realmente caiu na zona rural do município. A confirmação da queda não foi divulgada nem pela Polícia Civil nem Militar, mas desde noite dessa terça-feira (2) não se fala em outra coisa na cidade.

Informações divulgadas nessa terça diziam que um helicóptero teria caído na região da Serra do Gavião, Zona Rural do município. As informações iniciais apontavam que havia cinco ocupantes na aeronave. Mas nada foi confirmado. 

Equipes policiais chegaram a realizar buscas durante a noite, mas nenhuma aeronave foi encontrada, nem mesmo corpos ou pessoas feridas. A polícia deve continuar com as buscas, mas também vai investigar para saber de onde surgiu a informação de que um helicóptero teria caído na região. Representantes da Secretaria de Defesa Social também estão na cidade realizando buscas.

Fonte: NE10 -Mapa: Wikipédia

Brasil doa helicópteros usados para Bolívia combater plantação de coca

Voando há 30 anos, H-1H 'estão obsoletos' e já sofrem acidentes no Brasil.

Celso Amorim entrega dois H-1H da FAB a Evo Morales em Santa Cruz.


O ministro da Defesa, Celso Amorim, entrega na tarde desta quinta-feira (3) ao presidente da Bolívia, Evo Morales, dois helicópteros usados da Força Aérea Brasileira, fabricados há mais de 30 anos, e que serão empregados pelo país vizinho na erradicação de cocaína na região de Chapare.

O evento ocorre na base aérea de Santa Cruz de La Sierra, onde Amorim e Evo também irão conversar sobre a ajuda brasileira em treinamento de militares e manutenção de blindados usados pelo país vizinho, segundo informações da embaixada brasileira em La Paz.

O Brasil doará quatro helicópteros H-1H Iroquois. Os outros dois serão entregues em novembro para o combate ao narcotráfico. As aeronaves, com números de série 13843, 3205, 13024 e 13500, foram doadas pela Lei nº 12.679, sancionada pela presidente Dilma Rousseff em 25 de junho. Fabricadas há mais de 30 anos, não são mais condizentes com os usos da FAB, conforme a embaixada.

A Aeronáutica e o Ministério da Defesa não informaram quantas horas de voo as aeronaves doadas têm. Conforme o Livro Branco, a FAB conta com 24 H-1H em sua frota, usados para transporte da tropa e buscas e que, após décadas de emprego, "se encontram em fase de desativação devido à obsolescência". O Brasil deve deixar de operar H-1H em 2017.

Acidentes e 'revitalização'

Os helicópteros também já se envolveram em acidentes com mortes. Em 2008, um H-1H da Aeronáutica caiu no Ceará, deixando três mortos. Em 2010, outro teve perda total ao cair no Mato Grosso do Sul, deixando cinco feridos leves.

Antes de serem doadas, porém, os H-1H ficaram por um ano no hangar da Aeronáutica no Rio de Janeiro, em processo de revitalização dos sistemas hidráulicos, elétrico e de combustível para que pudessem ser entregues com totais condições de uso, informou o Ministério da Defesa.

A Bolívia possui 8 helicópteros, todos H-1H. Entre os objetivos da doação, segundo argumentos apresentados pelo Ministério da Defesa ao Congresso, estão “estreitar os laços de amizade e permitir a participação mais efetiva do Brasil em questões internacionais por meio de colaboração com as Forças Armadas co-irmãs”.

Para o Brasil, diz a Defesa na proposta, "em razão da existência no mercado de outras aeronaves mais modernas e de menor custo operacional", os H-1H "possuem valor residual que não compensa ao Brasil, economicamente, a sua alienação, por se tratar de equipamento fabricado há várias décadas”.

Manutenção de blindados e cooperação aérea

No encontro com Amorim, nesta tarde, Evo pretende pedir apoio do Brasil para a manutenção de carros de combate usados na Bolívia que são de fabricação brasileira, como o Urutu, e também o treinamento de pilotos. Os dois países conversam ainda sobre o uso de aviões não-tripulados (vants) da Polícia Federal e da FAB na faixa fronteira, pois os bolivianos têm interesse na troca de informações, informou a embaixada em La Paz.

O governo boliviano também tem interesse na ajuda no controle do tráfego aéreo. A ideia é que haja um sistema integrado na faixa de fronteira, para que a FAB saiba de aviões suspeitos que possam estar conduzindo drogas antes que haja a entrada no território nacional. Segundo a embaixada, a Bolívia não possui sistemas de radares.

Fonte: Tahiane Stochero (G1) - Foto: Sargento Johnson/FAB/divulgação

Agência admite mudar regra de acessibilidade em avião

A Anac (Agência Nacional de Avião Civil) admite que há falhas nas novas normas de acessibilidade - que devem ser adotadas pelas empresas aéreas, aeroportos e passageiros - e já cogita a possibilidade de mudá-las.

Ontem, numa audiência pública para debater as regras apresentadas há dois meses, a agência se comprometeu a contemplar sugestões dos presentes - cerca de 50 pessoas - e outras 400 propostas que foram feitas por e-mail.

Entre os questionamentos feitos ontem estiveram a alocação de assentos reservados, responsabilidades pelos atendimentos, normas de treinamento e limitação do número de passageiros com deficiência nos aviões.

As normas vão nortear o atendimento a pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, pessoas com mais de 60 anos, pais de bebês recém-nascidos, grávidas e crianças sem acompanhantes.

Essas pessoas foram 2,6% do total de viajantes em aviões no Brasil, entre 2009 e 2011, segundo a Anac.

"Muita coisa ainda não está clara nas medidas. Já aprimoramos, mas vamos mudar mais", afirmou Fábio Rabbani, superintendente de infraestrutura aeroportuária da Agência Nacional. "O que identificamos que está falho, vai ser mudado", completa Rabbani. 


Normas

A norma estabelece que as poltronas reservadas às pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida sejam no corredor, tenham braço removível e sejam distribuídas ao longo do avião. O regulamento quer estabelecer também que o atendimento seja feito pelos operadores dos aeroportos e pelas empresas.

O público sugeriu que empresas com experiência em lidar com pessoas com deficiência fossem contratadas.  

"Com que base vocês montaram a resolução? É preciso ouvir as pessoas com deficiência. Não há como um cadeirante acessar uma poltrona sem ajuda [como está descrito na norma] e o treinamento para os atendentes tem de ser presencial", disse o consultor Humberto Alexandre, que é cadeirante.

O representante da Gol no evento, Alberto Fajerma, reclamou da limitação de vagas para deficientes em 50% do número de comissários. "É preciso levar em conta os acompanhantes dessas pessoas. Elas podem ajudar mais que um comissário", afirmou.

O comissário de voo Paulo Ricardo Costa, da Ocean Air/Avianca, disse que a maioria dos aviões brasileiros não possuem poltronas do corredor com braços removíveis.

Até amanhã, a Anac recebe pelo email audiencia.facilitacao@anac.gov.br sugestões de modificações nas regras de acessibilidade. Não há prazo para as novas regras entrarem em vigor. Leia, também: Cineasta diz ter se sentido inseguro em desembarque.

Fonte: Jairo Marques (jornal Folha de S.Paulo) - Arte: Editoria de arte/Folhapress

Avião com material da roupa de Batman é vendido por R$ 350 mil


Um avião feito de kevlar, mesmo material usado no traje do Batman e em carros de Fórmula 1, e com o peso de uma moto Harley-Davidson (cerca de 330 kg), é a aposta da empresa Just Fly para o mercado de luxo no país.

"É um avião para quem quer ter o prazer de sair de São Paulo e chegar a Parati, no Rio de Janeiro, em apenas uma hora e gastar com combustível o equivalente ao que seria gasto em pedágio", diz o presidente da Just Fly, Luis Fernando Meyer, empresa que está trazendo a aeronave para o país.

Com mais de 1.800 modelos em operação no mundo, a CTLS pertence à categoria "avião leve esportivo". Com capacidade para duas pessoas, o avião tem autonomia de sete horas, e alcance de até 1.800 km.

O avião, que é fabricado na Alemanha, está sendo vendido no Brasil por R$ 350 mil. Segundo a Just Fly, já foram vendidos cerca de 15 modelos no país, e a expectativa é de que sejam negociadas até 30 unidades por ano.

"Esse nicho de pequenos aviões ficou por muitos anos abandonado, sem fabricação de novos modelos no país. A CTLS é uma opção para quem tem um avião monomotor antigo e quer trocar por outro com tecnologia de ponta', afirma Meyer.


Fonte: Matheus Lombardi (UOL) - Foto: Fernando Donasci/UOL

Carteira de pedidos da Embraer deve atenuar queda no 3o trimestre


A carteira de pedidos da Embraer - indicador da receita futura - deve ter encolhido de julho a setembro num ritmo menor do que no trimestre anterior, em um momento no qual analistas mostram otimismo com a possibilidade de novas encomendas na aviação comercial.

Dados da Secretaria de Comércio Exterior indicam que as exportações brasileiras de aviões nos três meses até setembro totalizaram 1,1 bilhão de dólares. Também no terceiro trimestre, a fabricante anunciou novos contratos firmes estimados em 500 milhões de dólares.

Com base nesses valores, as encomendas a entregar pela Embraer teriam encerrado setembro em pouco mais de 12 bilhões de dólares, segundo cálculos da Reuters. O chamado backlog, que está no menor nível desde a metade de 2006, diminuiu em 1,8 bilhão de dólares entre março e junho, para 12,9 bilhões de dólares.

A conta não considera eventuais entregas de jatos pela Embraer no período às clientes Trip e Azul, no Brasil, e eventuais cancelamentos de pedidos, que reduziriam o backlog da Embraer.

Alguns analistas temem que a fabricante tenha que reduzir seu ritmo de produção em 2013, embora executivos da fabricante descartem neste momento qualquer corte.

"Ainda vemos o nível de produção de jatos regionais pela Embraer como insustentável à medida que novos competidores entram no mercado", disseram os analistas do UBS em relatório na terça-feira.

A Embraer tem dito que espera fechar uma nova venda de avião comercial para cada entrega neste ano, mas a empresa ainda está longe disso devido à fraca demanda global por aeronaves menores.

O presidente-executivo da fabricante, Frederico Curado, reconheceu na semana passada, em Genebra, que está ficando mais difícil de atingir a meta de manter o backlog na aviação comercial estável em 2012.

No meio do ano, a carteira de pedidos da Embraer correspondia a cerca de dois anos de entregas na aviação comercial, comparada a mais de sete vezes para gigantes da indústria como a norte-americana Boeing.

Ainda assim, o analista Rodrigo Goes, do BTG Pactual, espera uma onda de grandes compras de aeronaves regionais por companhias aéreas dos Estados Unidos.

Ele aposta em demanda por novos jatos regionais no mercado norte-americano que pode superar 300 unidades nos próximos dois a três anos, o que poderia rapidamente recompor o backlog da Embraer. As empresas aéreas dos EUA que estão avaliando a compra de aeronaves regionais incluem Delta, American Airlines, United Continental e SkyWest.

"Permanecemos otimistas com a Embraer, dado o potencial de pedidos de companhias aéreas regionais, bem como dos resultados com programas de defesa dos EUA e do Brasil... e pela formação de backlog no segundo semestre de 2012", escreveu em relatório o analista Ronald J. Epstein, do BofA Merrill Lynch. 

BofA e BTG recomendam compra das ações da Embraer, com preços-alvo para os recibos negociados em Nova York (ADR) de 40 e de 42 dólares, respectivamente.

A Embraer deve divulgar nos próximos dias seu relatório de entregas do terceiro trimestre e o backlog de setembro.

Fonte: Cesar Bianconi (Reuters com reportagem adicional de Brad Haynes)

Piloto morre carbonizado após avião se chocar com rede de alta tensão

Avião pulverizador caiu na manhã desta quarta-feira (3) em Juquiá, SP.

Piloto não conseguiu sair do avião a tempo e acabou sendo carbonizado.


Um avião pulverizador caiu na manhã desta quarta-feira (3) no município de Juquiá, no interior de São Paulo. O piloto não conseguiu sair do avião e acabou morrendo carbonizado. O acidente aconteceu por volta das 9h, quando a aeronave trabalhava na pulverização de uma plantação de bananas na região do Vale do Ribeira.

Segundo informações do Corpo de Bombeiros de Registro, que foi acionado para atender a ocorrência, o avião sobrevoava a região de Juquiá quando colidiu com uma rede de alta tensão e pegou fogo. A aeronave caiu no canteiro lateral da rodovia Régis Bittencourt (BR-116), próximo ao km 409. De acordo com a concessionária responsável pela rodovia, não foi preciso interditar o local e também não foi registrado trânsito lento próximo ao acidente.


O G1 entrou em contato com a empresa Aéro Agrícola Caiçara, responsável pelo avião. Segundo a companhia, o piloto Cloves Vezune tinha por volta de 66 anos de idade e mais de 20 anos de experiência na área. Ele fazia a pulverização de uma plantação de banana no momento do acidente. Ainda segundo a empresa, o piloto e a aeronave estavam com a documentação normalizada. A Aero Agrícola Caiçara aguarda agora a investigação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para saber as causas do acidente.

A aeronave era o Piper PA-25-260 Pawnee C, prefixo PT-DOX.

Fontes: Mariane Rossi (G1 Santos) / Agência Estado - Fotos: Rinaldo Rori (TV Tribuna) / Daniel Ferreira (Futura Press)

Bancos soltos em aviões preocupam American Airlines

Oito aeronaves vão ser inspecionadas

Assentos são retirados de avião da American Airlines no Aeroporto Internacional Logan, em Boston

A companhia aérea American Airlines vai inspecionar oito aviões depois de dois incidentes em que os bancos se soltaram dos aparelhos, informa a Reuters. 

No sábado (29/09), uma fila inteira de bancos soltou-se na aeronave, Boeing 757-223, prefixo N635AA, que fazia o voo AA-685 de Boston para Miami. Na segunda-feira (1), o mesmo aconteceu no voo AA-443 entre Nova York e Miami, no Boeing 757-223, prefixo N639AA.

A American Airlines decidiu portanto analisar os oito Boeing 757 que tem ao seu serviço.

Segundo a porta-voz da empresa, Mary Frances Fagan, uma investigação interna aponta para um "possível problema com um determinado modelo de bancos", que não estarão a encaixar bem no aparelho. Os reguladores de segurança dos Estados Unidos também vão avaliar os incidentes.

Fontes: tvi24 / Site Desastres Aéreos / Aviation Herald - Foto: Reprodução/WZB-TV

Seleção brasileira leva um susto durante voo para a cidade de jogo contra a Argentina

A seleção brasileira levou um susto na viagem de avião para a final do Superclássico das Américas, na Argentina. Houve muita turbulência, mas não passou de um susto.

O Brasil joga pelo empate para ficar com a taça. E tomara que a partida seja mais tranquila que o voo.

O voo estava tranquilo até o avião se aproximar da Argentina, mas o aparecimento de uma enorme linha de instabilidade causada por uma frente fria obrigou o piloto a fazer um desvio de 300 quilômetros, que causou o atraso de 20 minutos.

“Essa mudança de um vento forte para um vento fraco faz a turbulência no avião”, explicou o piloto.

Depois do susto, os jogadores foram dormir tranquilos e relaxados, mas ainda com uma dúvida: qual será a formação do time que vai participar dessa decisão do Superclássico das Américas? Ainda no Brasil, Mano Menezes trabalhou com duas opções, e preferiu não divulgar qual delas pretende utilizar.

A alternativa mais cotada é de um time mais protegido, com a entrada de Arouca para aumentar para quatro o número de jogadores no meio campo e apenas dois no ataque – Lucas e Neymar. Em uma opção mais ofensiva, Arouca fica de fora e Leandro Damião entra para fazer companhia a Lucas e Neymar.


Fontes: Jornal da Globo e Bom Dia Brasil (TV Globo)

Companhia aérea esclarece polêmica envolvendo jogadores do Barcelona

Os atletas estariam incomodados com assédio de homens durante os voos


A companhia aérea Turkish Airlines garantiu que em nenhum momento houve pedido do Barcelona para que os voos da equipe tenham sempre comissárias de bordo mulheres. Ali Genc, um dos responsáveis da empresa, desconhece o assunto. — Até agora não tivemos nenhuma solicitação oficial sobre isso. 

O representante desmente assim informação da revista "Airporthaber", reproduzida pela imprensa turca. A publicação aponta que os jogadores estariam incomodados com insistentes pedidos de autógrafos e camisas por parte dos tripulantes homens. A revista ainda revela que a companhia aérea oficial do clube catalão teria garantido ao Barcelona uma tripulação nos seus voos composta por 20 aeromoças.


Perguntado sobre como será composta a tripulação nos próximos voos do Barcelona, Genc desconversou. 

— Transportaremos o Barcelona na Liga dos Campeões quando houver voo programado, então faremos o planejamento.

Fonte: EFE via R7 - Imagens: Reprodução

Barcelona passa a exigir apenas funcionárias mulheres em suas viagens de avião


De acordo com reportagem do jornal turco Hürriyet Daily News, o Barcelona solicitou uma tripulação feita somente de mulheres para as viagens de avião do clube. O motivo? Engana-se quem pensa que é machismo ou desejo por paquera dos jogadores. A exigência veio por conta do assédio que o elenco costuma enfrentar quando diante de marmanjos.

A diretoria da equipe vinha se irritando com os constantes pedidos de funcionários, que tentavam conseguir autógrafos e camisas do Barcelona dos astros da equipe.

Comissária de Bordo da Turkish Airlines

Para acatar o pedido do clube catalão, a Turkish Airlines, patrocinadora oficial do Barça, montou uma equipe com 20 mulheres para trabalhar nas viagens da equipe.

Fonte: UOL -Imagens: Reprodução

Novo terminal do aeroporto de Frankfurt abre na próxima semana


Abre em 10 de outubro e permitirá a entrada de mais 6 milhões de passageiros. As obras demoraram quatro anos e custaram 700 milhões Quatro anos depois de iniciadas, as obras para expansão do aeroporto de Frankfurt já terminaram. A nova ala A-Plus, que envolveu um investimento de 700 milhões de euros para uma expansão de 800 metros, irá permitir transportar mais seis milhões de passageiros. Operações arrancam a 10 de outubro.

O terminal 1 do aeroporto de Frankfurt passará a ser utilizado unicamente pela Lufthansa e pelos parceiros Star Alliance, de que faz parte a TAP. Com uma área total de 18 500 metros quadrados, a nova ala passa a oferecer sete posições de embarque e desembarque para aviões de grande porte como os Airbus A380 e Boeing B747. 

Com este empreendimento, as trocas de avião, em caso de escala, passam a ser mais simples e rápidos, passando dos 60 para os 45 minutos.

As alterações contribuem ainda para o aumento do espaço total de lounges da Lufthansa em Frankfurt para mais de 14 mil metros quadrados uma vez que a ala A-Plus tem cinco louges, o First Class, dois Senator e dois Business. Christoph Franz, CEO da Deutsche Lufthansa, afirma em comunicado que estes lounges vão ser muito apreciados pelos passageiros.

"Com a ala A-Plus, a nossa base em Frankfurt está de novo entre as maiores placas giratórias da Europa. Não há maneira de evitar Frankfurt, estamos no coração da Europa. Isto são boas notícias para a indústria alemã da aviação e para a região de Frankfurt/Reno-Meno, que beneficia especialmente do maior aeroporto da Alemanha", acrescentou.

Com as obras de alteração do aeroporto passarão por Frankfurt cerca de 65 milhões de passageiros por ano.

Quatro anos depois de iniciadas, as obras para expansão do aeroporto de Frankfurt já terminaram.

Fonte: dinheirovivo.pt

Mais uma vítima de acidente aéreo na Bahia é identificada

Corpo de José Nilton Ramos foi achado no domingo, no litoral de Maraú.

Restos mortais achados na segunda-feira seguem para Salvador para DNA.

O corpo encontrado no litoral de Maraú, município da região sul da Bahia, no último domingo (30), é do advogado José Nilton da Silva Ramos, um dos ocupantes da aeronave que desapareceu na região na noite do dia 24 de setembro, quando viajava para o Distrito Federal. A informação foi confirmada ao G1 pela delegada Adriana Paternostro, que está a frente das investigações, nesta quarta-feira (3). "Tive acesso ao resultado do exame da arcada dentária depois das 18h de ontem [terça-feira]. Os outros restos mortais achados provavelmente são da esposa dele, mas seguirão para Salvador porque será necessária a realização de exame de DNA", diz a delegada.

Bombeiros fotografam destroços da aeronave que desapareceu

O irmão do advogado, José Demilton, também disse em entrevista ao G1 por telefone que a identidade foi confirmada e informou que parte da família acompanhou os exames e providencia a liberação do corpo para transporte para o Distrito Federal.

O advogado de 58 anos levava o corpo da mulher de 61, vítima de afogamento na Bahia, para cerimônia de velório no Distrito Federal, onde moravam. A mulher se afogou em uma praia de Porto Seguro no dia 22 de setembro. Além de José Nilton, o piloto Joás Cardoso Ribeiro também morreu no acidente aéreo. Seu corpo foi localizado no dia 26 de setembro e foi liberado do DPT de Ilhéus no sábado (29), após realização de exames para comprovação de sua identidade.

Oitivas

A delegada Adriana Paternostro informou ainda que funcionários do aeroporto de Ilhéus, de onde a aeronave decolou antes de desaparecer, começaram a ser ouvidos nesta semana. As oitivas foram suspensas nesta quarta-feira (3) porque a delegada precisou se afastar das atividades por problemas de saúde, e a previsão é de que novas testemunhas, além do dono do bimotor e familiares das vítimas sejam ouvidos nas próximas semanas.

Clique aqui para ler a matéria completa.

Fonte: G1 - Foto: Abel Dias/TV Santa Cruz e Reprodução/Rede Bahia

Seis morrem em queda de avião na Austrália

Bimotor dos anos 1930 desapareceu no início da semana.

Destroços foram encontrados em selva australiana.



Seis pessoas que viajavam a bordo do bimotor de Havilland DH-84 Dragon, prefixo VH-UXG, dos anos 1930 que desapareceu no início desta semana na Austrália morreram, confirmou a polícia de Sydney nesta quarta-feira (3) depois que pedaços do avião foram encontrados na selva australiana.

O modelo Dragon DH-84, uma das quatro aeronaves do tipo que existem no mundo, enviou um pedido de ajuda na tarde de segunda-feira (1º).

O bimotor vermelho foi localizado ao norte da represa de Boruma e não há sobreviventes, informaram as autoridades.


O piloto Des Porter (foto acima), 68 anos, que arrecadava fundos para uma organização de caridade com voos panorâmicos, havia sobrevivido a um acidente com o mesmo avião há 58 anos, em um tragédia na qual morreram seu pai e seu irmão.


Fontes: France Presse / G1 / ASN - Fotos e vídeo via Brisbane Times

Empresa brasileira de armas não letais exporta para 40 países

Uma empresa brasileira que produz as chamadas armas não-letais já é a quinta maior do mundo no setor. Uma bomba de uso exclusivo da ONU e um avião não tripulado são produtos 100% nacionais.


Fonte: Globo News

Livro conta histórias de mulheres que pilotaram aviões de combate na 2ª Guerra

Obra reúne depoimentos de cinco pilotos que integravam equipe de órgão que dava suporte aos transportes aéreos no Reino Unido


Acaba de chegar às livrarias britânicas um lançamento com relatos históricos sobre a coragem de pilotos de aviões de combate durante a Segunda Guerra Mundial. No entanto, o novo livro, escrito pela jornalista britânica Jacky Hyams, se diferencia de outros do gênero num ponto: os cinco pilotos que enchem suas páginas com depoimentos são mulheres.

Muitos se surpreendem ao saber que havia mulheres pilotos. Elas não eram muitas e não participavam de batalhas, mas pilotavam os aviões dentro do Reino Unido - entre fábricas, unidades de manutenção e, a partir destas, para os pilotos nas frentes de batalha.

O livro de Hyams, intitulado "The Female Few: Spitfire Heroines of the Air Transport Auxiliary", é um tributo às "heroínas" que trabalhavam para o órgão que dava suporte aos transportes aéreos no país, o Air Transport Auxiliary - ou ATA.

"Um total de 1.245 pilotos e engenheiros voavam para o Air Transport Auxiliary", disse Hyams à Rádio 4 da BBC. "Destes, 15%, ou 168, eram mulheres".

Aventura 

Entre elas, estava a ex-piloto Joy Lofthouse, hoje com 89 anos. Com voz firme e cheia de vida, ela também falou à Rádio 4. "Comecei em 1943", disse. "Faltavam pilotos qualificados e eu vi um anúncio em uma revista dizendo que eles estavam oferecendo treinamento. Então, me inscrevi. Eu nem sabia dirigir carros, mas consegui ser selecionada."

Lofthouse disse que sua principal tarefa era pilotar Spitfires, mas explicou que pilotou um total de 18 modelos diferentes, a maioria monomotores. "Meu favorito era o Spitfire. Era um aviãozinho tão compacto, fácil de manobrar, suave no toque, era como se (o próprio piloto) tivesse asas e pudesse voar."

As mulheres eram pilotos civis mas, tecnicamente, voavam dentro da Royal Air Force - a Força Aérea britânica. Sua função era pegar os aviões na fábrica e levá-los às unidades de manutenção onde eram equipados com rádios e armas. Por conta disso, tinham de pilotar qualquer avião que aparecesse - mesmo os modelos que nunca haviam pilotado antes.

"Tínhamos uma pasta chamada Ferry Pilot's Notes (notas do piloto de transporte)", contou Lofthouse. "Se você se deparava com um avião que nunca tinha pilotado antes, abria a página correspondente na pasta e ela dizia exatamente as velocidades de decolagem, de aterrissagem, de perda de sustentação - quase tudo o que você precisava saber. Eu acho que não era muito diferente do que você entrar em carros de marcas diferentes hoje em dia. Não parecia muito difícil", disse a ex-piloto.

Apesar da modéstia de Lofthouse e das outras pilotos entrevistadas, Hyams ressalta que o trabalho que faziam não era seguro de maneira alguma. "O tipo de voo que faziam seria considerado impensável hoje", explicou. "Na maior parte do tempo, voavam às cegas (sem instrumentos) e no terrível clima inglês, ou seja, se você entrasse em uma nuvem ruim, podia se ver em grave perigo".

Além disso, elas voavam sem rádio. De fato, de um total de 173 pilotos da ATA mortos durante a guerra, 16 eram mulheres.

Destemidas

Uma das entrevistadas por Hyams, a ex-piloto Mary Ellis, contou que uma amiga que trabalhava para a ATA morreu em serviço Ellis pilotava um avião levando uma engenheira como passageira quando a aeronave caiu. Ela escapou com vida, recebeu alguns dias de folga para se recuperar e logo estava de volta pilotando.

Em seus depoimentos, as pilotos contaram que não havia ressentimento ou atitudes machistas por parte dos homens na época. Ao contrário. Às vezes, quando um avião aterrissava e uma mulher saía da cabine do piloto, notava-se nos homens um sentimento de admiração, elas disseram. Até porque, em certas ocasiões, as mulheres pilotavam sozinhas aviões que normalmente eram tripulados por até cinco homens.

Mas as pilotos explicaram que quando voavam tinham de se concentrar tanto no que faziam que não sobrava tempo para sentir medo. "Éramos tão jovens, nada nos assustava naquele tempo", contou Lofthouse. "Era tudo parte do esforço de guerra e sentia que tinha muita sorte em poder fazer algo tão recompensador. Eu teria adorado se pudesse ter continuado a voar, pilotando aviões mais velozes e maiores, mas a guerra terminou antes de que eu pudesse fazer isso."

Lição de Vida

Refletindo sobre o período, Lofthouse acha que a experiência fez dela e das colegas pilotos pessoas mais aventureiras. "Meu lema, mais tarde, era: melhor fracassar do que lamentar. Você sentia que podia encarar a vida e lidar com qualquer situação, porque tinha feito coisas como essas durante a guerra."

Ela confessou, no entanto, que sentiu muita saudade quando tudo terminou. "Quando tive de deixar todos os meus amigos e toda essa empolgação para trás, me perguntei: 'O que vou fazer com o resto da minha vida?'"  

Fonte: BBC Brasil via iG - Imagem: Reprodução

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Vai viajar de avião? Dores e doenças causadas por desconforto podem ser evitadas

Poltronas apertadas, falta de espaço entre elas, impossibilidade de esticar pernas, braços... tirar um cochilo tranquilo é privilégio de poucos. Viajar de avião, há muito, perdeu o glamour de outros tempos. Mais do que a desassociação do tíquete aéreo a um luxo, o que assusta o passageiro é a perda de conforto no trajeto. Dores, incômodos e o risco de desenvolver doenças mais sérias, como a trombose, são reais, mas podem ser evitadas tomando algumas precauções.

Pouco espaço entre as poltronas é queixa recorrente dos passageiros

São duas as mais importantes regras para quer bem-estar durante e após o voo: sentar corretamente e caminhar na aeronave. A cada 45 minutos de voo, recomenda-se levantar por um ou dois minutos. "Diferentemente do que se pensa, a coluna sofre mais quando estamos sentados do que em pé. Sentado, a bacia tende a rodar para trás e deixa a lordose lombar reta. Em vez de ficar em repouso, ela passa horas a fio esticada, o que leva à lesão muscular e pode causar inflamação", relata o médico Rodrigo Castro, ortopedista especialista em cirurgia de coluna.

Para chegar ao destino sem aquela incômoda sensação de corpo doído, o passageiro deve ficar atento a cinco dicas do médico. A primeira é dar preferência a aeronaves que tenham suporte para os pés. "Sem o apoio, as pernas vão ficar penduradas e o retorno do sangue nas veias não vai se dar corretamente. A congestão leva à formação de varizes e dores nas pernas", alerta. Observar a forma de se sentar é a segunda dica preciosa. Nada de deixar o corpo "enterrado" na poltrona. A nádega e a coluna torácica (a parte do meio das costas) devem estar apoiadas no encosto, não a coluna lombar [ver ilustração abaixo]. "Como as cadeiras do avião são retas, vale pedir um travesseiro, enrolar um casaco ou uma toalha de rosto logo acima da nádega", diz o ortopedista Rodrigo Castro.


O próximo passo é jogar a poltrona para trás assim que permitido. Com a cadeira reclinada, o peso do corpo vai para trás e não carrega diretamente a coluna. Quem for aproveitar a viagem para ler deve prestar atenção na posição dos cotovelos. "O ideal é apoiá-los no suporte do braço lateral, lembrando que a revista deve ir até o olho e não o contrário. Para não forçar a coluna cervical, é melhor segurar o livro no ar a olhar para baixo", aponta. Por último, o alívio para quem consegue dormir no voo se dará com o uso do apoio de cabeça - acolchoados em infláveis em forma de "c". "Em vez da dor nas costas, o passageiro poderá ganhar um torcicolo", observa.

Síndrome

Se a viagem é mais longa, logo tem quem tema a tão falada trombose venosa. A doença, de tão popular, ganhou o apelido de Síndrome da Classe Média. "Trata-se da formação de coágulos dentro da veia. Quando diagnosticada, é preciso de tratamento para evitar desde a progressão até a embolia pulmonar, que é a migração do coágulo da perna para o pulmão. Em alguns casos, pode ser fatal", esclarece o cirurgião vascular Walter Von Sohsten. A receita para se prevenir é movimentar os membros do corpo dentro da aeronave. Além de caminhadas, evitar roupas justas e compressões - como posicionar uma perna em cima da outra ou apoiar bolsas no colo - também vale.

Outro alerta do cirurgião é em relação a bebidas durante o voo. Ele explica que quanto mais álcool se bebe, naturalmente, mais se urina. Por consequência, ocorre a desidratação do corpo, e o sangue fica mais viscoso - o que pode predispor a trombose venosa. Ao contrário, a ingestão de água e suco é benéfica. "A cabine do avião é fechada e o ar, mais seco. Perde-se mais líquido. Por isso o ideal é beber bastante, mas evitar o álcool", afirma Von Sohsten.

Fonte: NE10 - Imagens: Reprodução

Jatos de água 'criam' arco-íris em lançamento de avião

Nova aeronave foi batizada depois do primeiro voo de Tóquio para Seattle.

Cena aconteceu nesta segunda (1°) no aeroporto internacional de Seattle.


Um banho de batismo em uma aeronave operada pela All Nippon Airways formou um arco-íris no aeroporto de Seattle, nos EUA, nesta segunda (1°). 




Dois caminhões de bombeiros jogaram jatos de água durante a cerimônia oficial de boas-vindas ao Boeing, depois da aterrissagem no primeiro dia de serviço da aeronave na rota Seattle-Tóquio.

Fonte: G1 - Fotos: Foto: Ted S. Warren / Lui Kit Wong

Avião da Qatar Airways faz pouso de emergência na Nigéria


O Airbus A330-302, prefixo A7-AEE da companhia aérea Qatar Airways procedente de Doha realizou neste sábado (29/09) sem problemas um pouso de emergência em Lagos, capital econômica da Nigéria, depois de detectado um problema em seus pneus, informou a aviação civil.

"O avião aterrissou sem problemas", afirmou Harold Demuren, diretor da Aviação Civil nigeriana. 

"Perdemos um dos pneus. Agora estamos rebocando a aeronave", acrescentou. O avião pousou no aeroporto Murtala Mohammed International. Demuren informou ainda que nenhum passageiro ficou ferido durante o pouso de emergência.

O voo QR592 da Qatar Airways, que Demuren identificou como um Airbus A330, cobria a rota regular entre Doha e Lagos, mas informou sobre o problema às autoridades do aeroporto nigeriano.

Fontes: Terra / Aviation Herald

Mostra em avião bate recorde de altitude


Um Antonov 225, de fabricação soviética, foi transformado em galeria de arte e entrou para o livro Guinness dos recordes por abrigar a mostra de arte mais alta do mundo. 

O Antonov é o maior avião de carga já produzido, projetado para carregar o ônibus espacial soviético Buran, tanques e outros grandes equipamentos militares, mas na Ucrânia foi adaptado para receber obras de arte.

Dentro do gigante foram expostas 500 obras de 120 artistas. As peças foram emprestadas de diversas cidades da Ucrânia. 

Num voo de exercício durante uma feira de aviação em Kiev, o Antonov chegou a 10.150 metros - oficialmente batendo o recorde. Um estímulo a mais para entusiastas da aviação - que mesmo antes do recorde, já se aglomeravam para admirar a possante aeronave.

Fonte: Terra - Foto: Reprodução

Helibras vai fornecer 14 helicópteros à Líder Aviação


O presidente da Helibras, Eduardo Marson, informou hoje que a empresa assinará um memorando de entendimento com a Líder Aviação para a venda de 14 helicópteros do modelo EC225.

As aeronaves, uma versão civil do modelo EC725, fornecido para as Forças Armadas Brasileiras, serão utilizadas pela Líder para atender às demandas da Petrobras e de outras empresas do setor, especialmente no transporte para plataformas de petróleo.

Lutz Bertling, presidente do grupo francês Eurocopter, controlador da Helibras, informou que a fabricante estará capacitada para projetar e produzir um helicóptero 100% nacional até meados de 2020.

A Helibras também assinou contrato com a brasileira Inbra Aerospace para fornecer blindagem de 48 helicópteros EC-725, que estão sendo fornecidos para as Forças Armadas Brasileiras.

Fonte: Valor OnLine - Foto: Reprodução

Conceito de avião executivo alia velocidade e conforto

O designer Samir Sadikhov desenvolveu um conceito de jato executivo que combina elementos de caças de combate supersônicos e jatos de transporte de pequeno porte. Com o nome de Falcon S, o avião apresenta turbina F119 da Pratt & Whitney - a mesma utilizada pela aeronave americana F-22 -, que permite superar a velocidade da propagação do som.

A proposta é construir um jato executivo com o desenho inspirado em caças de combate

De acordo com o designer, a aeronave tem um sistema de asas flutuantes, cauda dupla no estilo dois em um, capacidade de operar em altitudes elevadas e de realizar a travessia transatlântica. O desenho anguloso e refinado lhe confere um estilo futurista, mas ao mesmo tempo discreto. Será este o futuro da aviação comercial?

Aeronave será capaz de alcançar velocidades supersônicas

Fonte: Rafael Jandre (TechTudo) - Fotos: Reprodução

Tanque de combustível de hidroavião explode na decolagem e fere 3 no AM

Passageiros do avião tiveram queimaduras de terceiro grau, diz FAB.

Acidente aconteceu na região de Aruaú, no interior do Amazonas.


O tanque de combustível de um hidroavião Lake Buccaneer LA-4-200, de prefixo PT-LJO, explodiu na manhã desta segunda (1) no momento da decolagem, ferindo três passageiros da aeronave. O acidente aconteceu na região de Aruaú, próximo a Anavilhanas, no interior do Amazonas.

Segundo informações da tenente Areta, da Força Aérea Brasileira, o piloto, de 50 anos, o copiloto, 21, e o passageiro, de 38 anos, sofreram queimaduras de terceiro grau e foram encaminhados pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ao Pronto-Socorro mais próximo da região e depois trazidos a Manaus por um helicóptero Harpia da Aeronáutica. Eles desembarcaram no aeroporto de Ponta Pelada, Zona Sul da capital, no fim da manhã desta segunda.

Vítimas chegaram no aeroporto de Ponta Pelada para serem encaminhados ao hospital, em Manaus


Fonte e fotos: Camila Henriques/G1 AM

Anac diz que aeroporto de Cascavel não tem problemas de segurança

Órgão investiga o que aconteceu com aeronave da Azul após sair da pista.

Anac vai avaliar necessidade de ações da empresa ou do aeroporto.


A Agência Nacional de Aviação (Anac) disse, em nota, nesta segunda-feira (1º), que “não há indícios de condição de segurança inferior à estabelecida pelos requisitos técnicos de infraestrutura vigentes” no Aeroporto Adalberto Mendes da Silva, em Cascavel, no oeste do Paraná.

Segundo a Anac, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) está investigando o que aconteceu com a aeronave Azul que saiu da pista após tentar, por duas vezes, pousar no Aeroporto. O avião levava 49 passageiros e ninguém ficou ferido.

A nota diz ainda que a investigação levará em conta vários fatores além da condição climática. “A experiência do piloto ou co-piloto da aeronave, condições da aeronave, fatores de segurança e, até mesmo, condições climáticas”.

Após a conclusão, o Cenipa vai encaminhar para a Anac um relatório da investigação para a agência avaliar se há necessidade de alguma ação por parte do operador do aeródromo, no caso a Companhia de Engenharia de Transportes e Trânsito (Cettrans) ou companhia aérea.

O presidente da Companhia de Engenharia de Transportes e Trânsito (Cettrans), Paulo Porsch, também falou nesta segunda-feira (1º) sobre a suspensão temporária dos voos das empresas Azul e Trip no Aeroporto de Cascavel. Segundo ele, a Cettrans está pedindo para que as empresas voltem imediatamente a operar na cidade.

Porsch afirmou que a Anac faz vistorias no aeroporto pelo menos uma vez ao mês e que nenhuma irregularidade foi encontrada. “Se fosse o caso, certamente nós teríamos algum tipo de suspensão das atividades por conta da própria Anac. Então, novamente, o aeroporto continua operando, continua funcionando, está aberto para pousos e decolagens, inclusive, nesta segunda-feira”, disse.

Ele disse ainda que o incidente ocorrido com a aeronave da Azul foi um caso isolado. “O aeroporto tem totais condições de segurança, a pista oferece qualidade, oferece segurança para pousos e decolagens. Eventualmente, ventos e a própria neblina podem fazer com que haja alguma restrição pontual (...). Os aviões recebem eventualmente, sim, ventos cruzados quando fazem procedimentos de pouso ou decolagens, mas isso é uma condição climática, uma condição eventual”, garantiu.

Vereadores pedem explicação

Os vereadores Julio Cesar Leme da Silva, Aldino Gugu Bueno e Leonardo Mion, que fazem parte da comissão de aviação, obras públicas e urbanismo da Câmara de Vereadores de Cascavel, convocaram, em sessão realizada nesta segunda-feira (1º), o secretário de Obras Paulo Gorski e o presidente da Cettrans Paulo Porsch para comparecerem na próxima sessão de segunda-feira (8). Os parlamentares pedem explicações sobre a suspensão temporária das empresas, mesmo após as reformas no Aeroporto.

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Fonte: G1 PR - Foto: Reprodução da TV

Eurocopter cederá tecnologia para primeiro helicóptero brasileiro


O presidente da Eurocopter, Lutz Bertling, comprometeu-se nesta terça-feira a transferir tecnologia para o Brasil para o desenvolvimento do primeiro helicóptero 100% nacional, desde o design até a fabricação. 

Bertling disse que está 'preparado' para discutir com a presidente Dilma Rousseff o acordo de transferência tecnológica que teria como objetivo lançar no mercado o primeiro helicóptero totalmente brasileiro em 2020.

O responsável da Eurocopter fez o anúncio durante a inauguração de uma nova linha de produção da Helibras, filial da companhia europeia, na cidade de Itajubá, em Minas Gerais.

O ministro da Defesa, Celso Amorim, comemorou o 'compromisso' assumido pela empresa europeia, o que dará um 'grande impulso' para a indústria do país.

'A decisão da companhia francesa reflete a percepção de que o Brasil pode ser um centro de produção mundial de helicópteros, inicialmente para a América do Sul e América Latina, para vários tipos de helicópteros', disse Amorim em declarações a jornalistas.

Com a nova fábrica da Helibras inaugurada hoje, 50% das peças dos helicópteros serão fabricados em território nacional.

Durante a inauguração, a Helibras assinou um contrato com a companhia Inbra Aerospace para o fornecimento da blindagem do modelo EC725.

Inicialmente, a nova linha de produção se encarregará da fabricação de 50 helicópteros militares EC725 comprados pelas Forças Armadas em 2008 por R$ 4,96 bilhões.

Os quatro primeiros helicópteros já foram entregues, outros três estão previstos para o fim deste ano e o restante até o final de 2017.

A Helibras também vai produzir a versão civil da mesma aeronave, o modelo EC225, que está orientado para operações offshore (transporte entre o continente e as plataformas de petróleo), e o modelo AS350 Esquilo, um helicóptero de pequenas dimensões e o mais vendido no mercado nacional.

A nova unidade da fábrica tem 12.500 metros quadrados e exigiu um investimento de R$ 420 milhões. 

Para atender à demanda de produção, a Helibras dobrou o número de trabalhadores, de 300 para 700 empregados.

Fonte: EFE via G1 - Foto: Divulgação/Helibras

Atividades do Aeroclube de MS são suspensas pela Anac

Local fica impossibilitado de ministrar aulas de pilotagem, diz assessoria.

Determinação foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira. 


A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) suspendeu as atividades do Aeroclube de Mato Grosso do Sul, que fica proibido de fornecer curso teórico e prático de pilotagem ou proporcionar qualquer tipo de atividade aérea. A determinação foi publicada nesta segunda-feira (1º) no Diário Oficial da União. O G1 tentou entrar em contato com o presidente do local, Luiz David Figueiró, que não atendeu o celular e, de acordo com sua secretária, está viajando.

Segundo a assessoria da agência, o aeroclube não renovou a permissão para ministrar a capacitação. Um processo administrativo foi aberto para apurar possíveis irregularidades e uma vistoria técnica chegou a ser feita.

O aeroclube foi comunicado a respeito da determinação no dia 26 de setembro.

A Anac não informou quais problemas foram identificados, mas afirmou que é preciso apresentar solução para as faltas apontadas para que a suspensão seja revogada.

Não há, conforme a assessoria, prazo para a regularização, podendo o aeroclube a qualquer tempo fazer um pedido para reaver a autorização para aulas.

Fonte: G1 MS - Foto: www.aeroclubems.com.br

Crescimento do mercado de aviação inspira projetos inovadores

A previsão é que o tráfego aéreo vá seguir crescendo a taxas de mais de 5% ao ano pelos próximos 20 anos. Um dos projetos é de um avião híbrido. 


O mercado de aviação tem muitos planos para continuar crescendo. Projetos que até parecem obra de ficção.

A previsão é que o tráfego aéreo vá seguir crescendo a taxas de mais de 5% ao ano pelos próximos 20 anos. O maior mercado continua a ser de aviões de 100 a 200 passageiros. Mas existe algo diferente no ar.

A Feira de Aviação de Istambul é uma das principais de um mercado que procura novos fregueses para um produto menor e mais exclusivo.

Ter um avião no passado era coisa para poucos. Claro continua sendo, mas esse número aumentou - e muito - nos últimos cinco anos. Globalização, trabalho, novos mercados, necessidade de rapidez.

Um homem que vende aviões ha 25 anos diz que antes se comprava por prestígio, mas que nos últimos anos isso vem mudando. “Uma empresa, um homem de negócios tem que ter. Não é um luxo, é um investimento”, ele diz.

Quando se pensa em relação ao futuro da aviação existem sérias restrições em relação à tecnologia e ao meio ambiente. Um dos projetos é de um avião híbrido, que como um carro seja capaz de combinar motores que usem combustível e eletricidade.

Mas existe outro que talvez também se inspire nos minaretes do oriente. Estamos falando de foguetes tripulados, capazes de velocidades hipersônicas. Em vez dos 2.4 mil quilômetros por hora que o Concorde podia atingir, 6.12 mil quilômetros por hora, cinco vezes a velocidade do som. Um voo Rio-Paris em duas horas, em vez das 11 de um avião normal.

Existem obstáculos técnicos e ecológicos a esses foguetes, mas o principal ainda é o econômico. Afinal, quanto custaria uma passagem em um foguete desses?


Fonte: Bom Dia Brasil (TV Globo) - Imagem: Reprodução da TV

Caça A-29 Super Tucano será novo avião da Esquadrilha da Fumaça


A Esquadrilha da Fumaça tem novidade para 2013. Daqui a um ano, deverão começar as apresentações com o caça A-29 Super Tucano. Os novos aviões, fabricados pela Embraer, têm mais que o dobro de potência dos T-27 Tucano que hoje equipam o Esquadrão de Demonstração Aérea (EDA), nome oficial da Esquadrilha. As apresentações vão mudar, inclusive com a volta da manobra conhecida como “Lancevack”, quando o avião faz uma série de "cambalhotas" rápidas pra frente.

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Gol anuncia compra de 60 aviões da Boeing

Novas aeronaves serão entregues a partir de 2018.

737 MAX está sendo desenvolvido com ajuda de profissionais da Gol.

À esquerda, Constantino Jr., presidente do conselho de administração da Gol, 
e à direita o presidente da companhia, Paulo Kakinoff 

A empresa aérea Gol anunciou nesta segunda-feira (1º) que irá comprar 60 aviões 737 MAX da Boeing, que deverão ser entregues a partir de 2018.

"A companhia utilizará os novos aviões, principalmente, para a renovação de sua frota no futuro", diz a companhia em nota.

O gasto da Gol com a encomenda dos 60 novos aviões 737 Max será de US$ 6 bilhões, já que cada aeronave custa por volta de US$ 100 milhões. Os pedidos dos 60 aviões, que serão entregues até 2026, são todos pedidos firmes, ou seja, confirmados.

“O que temos é opção de calendarização (de alteração das datas de entrega das aeronaves)”, afirmou o presidente da Gol, Paulo Kakinoff.

Segundo ele, a forma de pagamento será definida de acordo com o momento econômico de cada entrega, podendo ser leasing, financiamento. Em relação à entrega das aeronaves, a companhia informou que duas aeronaves do novo modelo serão entregues já em 2018.

A compra – anunciada como a “maior encomenda em número de aviões de uma companhia na história da aviação da América do Sul” – feita no momento em que a empresa enfrenta resultados negativos, não foi vista como uma contradição pelo presidente da Gol.

“O prejuízo é uma questão transitória na nossa avaliação, o fato de fazer a maior compra da nossa história atesta isso. É uma renovação da nossa convicção de que é algo transitório. Para a empresa a alta dos combustíveis é um momento que estamos vivendo hoje”, disse Paulo Kakinoff. “Num horizonte de médio prazo devemos voltar a ter um ambiente competitivo saudável e sustentável que irá viabilizar o caminho para a compra que estamos anunciando hoje”, afirmou.

A Gol teve prejuízo no segundo trimestre deste ano, de R$ 354,6 milhões, e defende que os resultados são decorrentes da depreciação do real frente ao dólar, do aumento bem maior que o esperado nas despesas com combustível e o aumento dos custos das tarifas aeroportuárias nos principais aeroportos do país. 

Kakinoff abriu a entrevista coletiva de imprensa anunciando que o acordo de compra havia sido firmado minutos antes do anúncio, divulgado logo após o fechamento do mercado financeiro nesta segunda. “Estamos decidindo os nossos próximos 15 anos em relação ao tipo de equipamento com os quais devemos operar”, disse Adalberto Bogsan, vice presidente de operações da Gol.

O 737 Max está sendo desenvolvido pela fabricante norte-americana Boeing em conjunto com engenheiros e técnicos da Gol, segundo os executivos. Os destaques da compra das novas aeronaves são, segundo a Gol, a menor quantidade de combustível que ele carrega, que dá menor peso e maior performance ao avião, e as “radial tires”, pneus com menor peso e maior durabilidade. "Estas e outras inovações reduzirão o consumo de combustível e a emissão de gases poluentes em até 13%, na comparação com os Boeing 737 Next Generation (usados atualmente pela companhia)", disse a empresa.

Fonte e foto: Simone Cunha (G1)

sábado, 29 de setembro de 2012

Veja o vídeo do acidente durante show aéreo na Indonésia

 

 Editado em 03.10.12

Avião colide com prédio durante show aéreo e mata dois na Indonésia

Acidente ocorreu em Bandung, durante festa de aniversário da cidade.

Vítimas são piloto e copiloto.


Duas pessoas morreram neste sábado (29) quando o avião FFA AS/SA 202/18A3 Bravo, prefixo PK-AFL, pertencente a Indonesian Aerosport Federation, que realizava acrobacias aéreas bateu contra um edifício durante uma exibição em um aeroporto na ilha de Java, na Indonésia, informou a imprensa local. 

As vítimas são o piloto e o copiloto do pequeno avião que colidiu contra um prédio próximo ao aeroporto de Hussein Sastranegara, na cidade de Bandung, durante um espetáculo para comemorar o 202º aniversário do município.

As imagens do acidente foram captadas pelas câmaras da televisão local, que transmitia o evento "Bandung Air Show 2012".

Uma grande coluna de fumaça preta surgiu após o impacto. Esta não é a primeira vez que ocorre um acidente fatal neste evento: em 2010, o piloto Alejandro Supelli morreu quando o Cessna que dirigia se chocou contra o solo.

Fonte: EFE via G1 / ASN - Foto: AFP/Timur Matahari

Peixes, cavalos e girafas ajudam aéreas a suportar crise

O transporte de animais vivos ajudou as companhias aéreas a suportar os altos e baixos do setor de carga aérea nos últimos anos.

"É algo que se manteve relativamente constante durante a crise. Não há grande volatilidade", afirma Axel Heitmann, diretor do Terminal de Animais da Lufthansa Cargo em Frankfurt.

A Lufthansa Cargo prevê que o transporte de animais tenha crescimento de receita entre 3% e 4% neste ano, diz Heitmann. Já o volume geral de negócios da empresa nos primeiros seis meses do ano teve queda de 9,2%.


A KLM Cargo, parte da Air France-KLM, que despacha de "abelhas a girafas, de peixinhos a cavalos", diz não ter sofrido queda de demanda no segmento de carga animal.

Já no setor como um todo, a demanda de carga aérea declinou 2,8% nos sete meses até julho, de acordo com a Iata, a organização setorial do transporte aéreo.

Isso ocorre porque os animais podem ser muito valiosos, e os proprietários estão mais preocupados com segurança do que com custo.

Transportar um cavalo da Europa para a América do Norte pode custar de € 5.000 a € 8.000, ante € 800 para um cão de porte médio.

A logística é complicada. Os rinocerontes, por exemplo, só podem viajar sedados. E as girafas correm tamanho risco de ataque cardíaco que precisam ser acostumadas gradualmente ao ruído do avião antes da decolagem.

Fonte: Reuters via jornal Folha de S.Paulo - Tradução: Paulo Migliacci - Foto: Reprodução

Setor aéreo quer maior articulação com o governo

Para melhorar sua articulação com o governo, as companhias aéreas lançaram uma nova associação, a Abear. "Nossa pauta não é reivindicatória, mas desenvolvimentista", diz o presidente da Gol, Paulo Sérgio Kakinoff. Ele defende uma maior participação do setor privado nas discussões governamentais que afetam as aéreas.

"O setor é fundamental para o desenvolvimento do país. Quando falamos de inclusão social, expansão econômica dentro do território, estamos falando da expansão da aviação". Entre as pautas defendidas pela Abear está o fim da diferença de tributação do querosene de aviação entre os Estados.

Além de fatores externos, como dólar valorizado, baixo crescimento econômico e petróleo acima de US$ 100, o setor sofre com o aumento de tarifas aeroportuárias. "A vida não está nada fácil", diz Gianfranco Beting, diretor de marketing da Azul.

"Mas a vida fica mais ou menos fácil dependendo do modelo de negócios. Com aviões menores, acreditamos estar melhor posicionados para enfrentar períodos de baixa demanda", afirma Beting. A TAM não quis dar entrevista.

Fonte: jornal Folha de S.Paulo