terça-feira, 27 de maio de 2014

MPF pede prisão de pilotos do jato que colidiu com avião da Gol em 2006

Parecer requer extradição dos EUA; pedido será avaliado por Laurita Vaz.

Acidente no Mato Grosso causou a morte de 154 passageiros e tripulantes.


O Ministério Público Federal (MPF) enviou parecer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) no qual pede a prisão preventiva dos pilotos norte-americanos Joseph Lepore e Jean Paul Paladino, que conduziam o jato Legacy que, em 2006, colidiu com um avião da Gol no Mato Grosso. O acidente provocou 154 mortes, entre passageiros e tripulantes.

No parecer apresentado nesta segunda-feira (26) ao tribunal superior, a subprocuradora-geral da República Lindôra Maria Araujo pede que a ministra Laurita Vaz, do STJ, determine a prisão porque ambos moram nos Estados Unidos e não têm comparecido à Justiça conforme estipulado após o acidente. Para isso, ela requer a extradição dos Estados Unidos para o Brasil ou a instauração de um processo contra os pilotos na Justiça norte-americana.

"É legítima e necessária a decretação da prisão preventiva de Joseph Lepore e Jan Paul Paladino, medida indispensável para que os sentenciados, ora foragidos, sejam submetidos à pena imposta pela Justiça brasileira, assim como para que se viabilize futuro pedido de extradição", afirma.

O MP já tinha pedido para que seja restabelecida para os pilotos a pena de 4 anos e 4 meses no regime semiaberto (quando há possibilidade de deixar o presídio durante o dia para trabalhar) fixada, em 2011, pela Justiça Federal de Sinop (MT).

Os pilotos recorreram e o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) reduziu a punição aos pilotos para 3 anos, 1 mês e 10 dias. Em dezembro do ano passado, a própria ministra Laurita Vaz reduziu ainda mais a pena dos norte-americanos. Por meio de uma decisão individual, ela fixou a punição em 2 anos e 4 meses de detenção, mas depois a determinação foi suspensa.

No parecer, Lindôra afirma que a pena atual é de 3 anos, 1 mês e 10 dias e que ambos vivem liberdade nos Estados Unidos e, embora tenham se comprometido em 2006 a voltar para o Brasil quando chamados pela Justiça, "jamais o fizeram e jamais o farão".

Para Lindôra, os pilotos mostram "desdém" pela Justiça Brasileira. "Para fazer valer a autoridade da decisão proferida pela Justiça brasileira e a fim de evitar a completa impunidade dos agentes neste caso, são cabíveis pelo menos duas medidas alternativas de cooperação pena internacional [extradição ou transferência do processo para os Estados Unidos]."

Para a procuradora, não se pode ampliar "ainda mais a sensação de impunidade neste caso, já firmada no seio das famílias dos 154 mortos no maior incidente da aviação brasileira de todos os tempos".



Lindôra cita que o Tratado de Extradição firmado em 1961 permite que os pilotos sejam enviados ao Brasil para cumprir pena. "O Tratado de Extradição entre o Brasil e os Estados Unidos não veda a extradição de norte-americanos para o Brasil, uma vez que cria, tão-somente, uma hipótese de recusa facultativa da entrega." Ela pede que o Ministério da Justiça inicie os procedimentos para pleitear a extradição ao governo dos EUA.

Caso a extradição seja negada, ela sugere que seja pleiteada a instauração de um novo processo contra eles nos Estados Unidos. A procuradora cita que há cerca de dez anos um brasileiro foi julgado no Rio de Janeiro por um crime comeido em Nova Iorque e acabou condenado.

Defesa dos pilotos

O advogado Theodomiro Dias, que defende os pilotos, afirmou que "não há o menor sentido num pedido de prisão nesse momento do processo". Ele lembrou que ainda há recursos pendentes de julgamento. "Nada aconteceu de novo e eles não são foragidos. Pelo contrário, estão participando dos atos processuais."

Ainda conforme o advogado, não cabe pedido de prisão preventiva em crime culposo, quando não não há intenção. "Por isso o pedido é descabido. E ainda que houvesse a previsão de prisão preventiva em crime culposo e uma decisão transitada em julgado [sem possibilidades de recurso], esse crime não está no rol dos crimes que ensejam extradição."

Pena maior

Em outro pedido enviado no mês passado ao STJ e ainda não analisado, a subprocuradora afirmou que as penas dos pilotos do Legacy devem ser ampliadas porque eles "ficaram quase uma hora sem verificar o painel da aeronave", o que gerou "consequências gravíssimas" e a morte de 154 pessoas.

Para o MPF, "não restam dúvidas de que os réus não observaram regras técnicas da profissão, pois, como pilotos profissionais, voaram quase uma hora sem observar o equipamento anticolisão (transponder)".

"O crime cometido pelos pilotos não pode ser valorado como um simples crime de trânsito, haja vista que a negligência dos sentenciados ocasionou a morte de 154 pessoas e o sofrimento de diversas famílias", diz Lindôra Maria Araujo.

Ao STJ, a defesa dos pilotos argumenta que o TRF-1 usou o mesmo fato, a inobservância de regras técnicas da profissão, para duas causas de aumento de pena diferentes, o chamado "bis in idem". Os advogados também questionaram que não obtiveram direito de converter a pena de prisão em restrição de direitos.

Fonte: Mariana Oliveira (G1) - Fotos: Reprodução / AE

Dados de satélite sobre avião desaparecido são divulgados

Comunicação entre satélites e o voo MH370 da Malaysia Airlines serviu como base para governo da Malásia determinar queda sobre o Oceano Índico.

Estudantes se reúnem em torno de obra de arte tridimensional, baseada no voo 370 da
Malaysia Airlines, desaparecido desde 8 de março, pintada em Makati (Filipinas)
Foto: Romeo Ranoco/Reuters

O governo da Malásia e a empresa britânica de satélites Inmarsat publicaram nesta terça-feira a informação técnica sobre o avião da Malaysia Airlines que desapareceu em 8 de março com 239 pessoas a bordo e jamais foi encontrado, embora acredite-se que tenha caído no Oceano Índico.

O documento, com 47 páginas, reúne os dados recolhidos via satélite sobre o voo MH370 da Malaysia Airlines. As primeiras informações foram registradas após a decolagem em Kuala Lumpur, à 0h6m43s (13h6m43s em Brasília). O último contato foi às 7h15m1s (20h15m1s em Brasília), já fora da rota original que devia levar a aeronave a Pequim.

Os dados da Inmarsat foram fundamentais para que analistas de vários países determinassem que o avião, um Boeing 777-200, caiu no sul do Oceano Índico. O Departamento de Aviação Civil da Malásia assinalou em comunicado que a divulgação cumpre a promessa de transparência feita pelo Ministério de Transporte em 19 de maio.

Críticas

Familiares dos passageiros e da tripulação desaparecida acusaram várias vezes as autoridades malaias de ocultar informação e de terem iniciado as buscas pelo avião tarde demais. O voo MH-370 desapareceu das telas de controle de radar 40 minutos depois da decolagem e mudou de rumo em uma "ação deliberada", segundo a Malásia, atravessando a Península de Malaca no sentido contrário ao trajeto inicial até sumir sobre o Índico.

Desde então as operações de busca não encontraram nenhum destroço do avião nem as caixas-pretas. A procura foi encerrada na superfície marinha, mas prosseguem as buscas feitas pelo submarino robô Bluefin-21, que rastreia o solo marinho com um sonar e assim consegue criar um mapa do que está debaixo da água a partir dos obstáculos encontrados pelas ondas sonoras. Depois de apresentar problemas, semana passada o equipamento voltou a operar.

Fonte: veja.com

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Qual o treinamento para dirigir um trator de pushback?

Apesar de parecer, a operação de pushback não é tao complexa, requerendo muito mais treinamento prático do que teórico e uma dose cavalar de atenção e cuidado. O treinamento é dado no próprio aeroporto (eu mesmo já dei treinamento, mesmo sem ser na verdade tratorista) pela empresa.

 

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Veículo da TAM que reboca aviões vai economizar 150 litros de combustível por hora

Novo trator de pushback começou a ser usado no Aeroporto de Cumbica, em São Paulo, e até o fim do ano estará no Galeão, no Rio.

Um novo trator de pushback (veículo que transporta os aviões nas pistas dos aeroportos por meio de encaixe) começou a ser usado pela TAM este mês em São Paulo e promete gerar uma economia de 150 litros de Querosene de Aviação (QAV) por hora. Isso porque, durante o traslado, o veículo permite que uma parte do motor do avião fique desligada, sem gastar combustível.

A TAM é a primeira empresa aérea do mundo a usar o Towbarless, produzido na França, que já está operando no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos. No Galeão, do Rio, entrará em operação até o fim do ano. O trator diminui até 75% do tempo de translado da aeronave do Finger à área de manutenção e pode alcançar 30 quilômetros por hora, 20% mais que o tempo gasto hoje.

"Esse trator é mais ágil, mais econômicos, mais seguro e é o primeiro do tipo no Brasil", afirma o diretor de serviços aeroportuários da TAM, Carlos Osório. "Outra vantagem desse equipamento é que ele pode ser usado em qualquer aeronave, independentemente do modelo", diz.

Junto com outras ações previstas para operações em solo nos próximos 12 meses, a companhia aérea espera economizar 9 milhões de galões de QAV por ano nos dois aeroportos. A previsão de investimento é de R$ 12 milhões entre o segundo semestre de 2014 e início de 2015.

O trator começou a ser usado no mesmo dia do início das operações no Terminal 3 do Aeroporto de Cumbica. Segundo o diretor, Guarulhos é o principal hub da Latam. "É onde temos a operação mais complexa e onde visibilizamos maior ganho operacional. Já o Galeão tem distâncias muito grandes e, como podemos transitar com até 30 quilômetros por hora, ganho tempo", explica.

Fonte: Mônica Reolom (O Estado de S. Paulo) - Foto: Divulgação

Canadá relaxa regras sobre uso de eletrônicos durante voos


Seguindo o exemplo de Estados Unidos e Europa, o Canadá relaxou as regras sobre o uso de aparelhos eletrônicos em aviões. A medida é um pedido antigo dos passageiros, que cada vez mais trocam revistas por tablets durante os voos.

Usar dispositivos como smartphone, tablet, videogame, câmera e laptop será liberado da decolagem ao pouso, conforme informou a ministra dos Transportes, Lisa Raitt, mas há restrições.

No caso de aparelhos que transmitem informações, como os smartphones e tablets, o uso de internet ou da linha telefônica só está liberado enquanto a aeronave estiver no chão. Durante o voo, só podem ser usados em modo avião.

Os EUA anunciaram medidas semelhantes em outubro do ano passado e a União Europeia, em dezembro. O Brasil caminha junto, pois a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) assegurou ao Olhar Digital que também haverá liberação por aqui.

Fonte: Redação Olhar Digital (com CBCNews) - Foto: Reprodução

Super-helicóptero vai transportar o sucessor de Obama

Por 1,2 bilhão de dólares, a Casa Branca começa a renovar a frota de helicópteros que transporta o presidente americano.


Quando Barack Obama precisa voar no Marine One, o nome dado a qualquer helicóptero que transporte o presidente americano, ele embarca em aeronaves que, em alguns casos, foram projetadas nos anos 70. 

Agora, por 1,2 bilhão de dólares, a Casa Branca vai começar a trocar toda a frota de helicópteros presidenciais. Os novos aparelhos Sikorsky VH-92 vão trazer o que há de mais avançado em tecnologia. 

Segundo a descrição da Sikorsky, eles vão combinar interior de avião executivo com equipamentos de helicóptero de combate.

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Pintura do avião da seleção agrada críticos de arte e divide torcedores


A pintura do avião que transportará a seleção brasileira durante a Copa, revelada com exclusividade pelo UOL Esporte nesta segunda-feira, agradou críticos de arte, mas não boa parte dos torcedores.

O Boeing 737 da Gol, patrocinadora da seleção, recebeu um grafite assinado por Otávio e Gustavo Pandolfo, cujo trabalho é conhecido em diversos países pela assinatura "OSGEMEOS".

Enquanto não estiver sendo usado pela seleção, o avião poderá ser visto transportando passageiros comuns.  

O artista brasileiro Artur Lescher, conhecido por suas obras tridimensionais e que também é curador de arte, aprovou o convite aos grafiteiros: "Queria eu ter feito, achei super legal". Lescher disse ter, inclusive, se surpreendido com a escolha incomum de artistas cuja obra é "de rua".

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sexta-feira, 23 de maio de 2014

Caminhão, helicóptero ou drone? Conheça o Black Night

Veículo de fins militares pode voar no máximo a até 10 metros de altura.




A Advanced Tactics, empresa de tecnologia que presta serviços ao exército americano, informou que concluiu com sucesso a primeira bateria de testes com o Black Knight Transformer, um veículo híbrido que reúne as características de um caminhão, de um helicóptero e de um drone.

O objetivo é auxiliar Exército, Marinha e Aeronáutica dos Estados Unidos por ser capaz de decolar e pousar com facilidade em qualquer lugar. O veículo seria utilizado em missões que exigem remoção de pessoas ou reabastecimento de carga em acampamentos militares.


Os testes foram realizados no sul da Califórnia. A estabilidade e a altitude foram controladas pelo piloto automático. Já o aumento e diminuição de potência eram de responsabilidade humana. Durante os testes, os especialistas decidiram limitar o Black Knight Transformer a voar, no máximo, a até 10 metros de altura por medidas de segurança.




Fonte: Terra - Fotos: Divulgação

Após barulho em avião, voo é cancelado no Aeroporto de Goiânia

Segundo passageiro, som semelhante a 'buzina de moto' ocasionou pane.

Azul informou que fato ocorreu por conta de 'manutenção não programada'.

Imagem: Reprodução da TV

O voo 2443 da companhia aérea Azul, que partiria do Aeroporto de Goiânia para Minas Gerais na manhã desta quinta-feira (22) foi cancelado devido a problemas técnicos. O avião ATR-72 já estava pronto para decolar quando, segundo os passageiros, o piloto informou a todos sobre a pane. O fato ocorreu depois que um barulho diferente foi ouvido dentro da aeronave.

"Na hora que acionava [o barulho], ficava um som tipo de uma buzina de moto", explica o administrador de empresas Eduardo Castro. O voo iria fazer uma escala em Uberlândia, antes de chegar a Belo Horizonte, seu destino final.

Em nota enviada ao G1, a assessoria de imprensa da Azul informou que o cancelamento ocorreu por conta de uma "manutenção não programada".

Os passageiros ficaram cerca de 40 minutos dentro do avião até serem informados de que teriam de sair por conta do problema e voltar ao saguão do aeroporto. Depois disso, a aeronave foi levada para o pátio da empresa, onde passou por uma manutenção.

A companhia ofereceu alimentação e encaminhou os passageiros para a sala de embarque enquanto os mecânicos tentavam fazer os reparos necessários. No entanto, 4 horas depois, eles foram informados que o voo havia sido cancelado.

A Azul ofereceu duas opçãos aos passageiros: um embarque em outro voo às 17h ou continuar a viagem por terra. Segundo a companhia, a maioria optou pela segunda medida e foi de van até o destino. "É uma opção melhor do que a outra, que é pegar voos mais tarde", afirmou a dentidas Vaneida Dustamantes. 

Após voo ser cancelado, avião foi levado para manitenção
Foto: Reprodução/TV Anhanguera

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Fonte: G1 GO, com informação da TV Anhanguera

Aviões passam próximos em pouso e decolagem simultâneos nos EUA

Voo com 161 a bordo descia enquanto jato com 50 levantava voo.

Pistas são cruzadas, e proximidade chegou a algumas dezenas de metros.


Dois aviões quase colidiram quando decolavam no dia 24 de abril no Aeroporto de Newark, nos Estados Unidos, noticiou a rede CNN nesta terça-feira (20).

Um avião Embraer ERJ-145 operado pela empresa ExpressJet recebeu autorização para decolar no mesmo momento em que um Boeing 737 da United Airlines pousava numa pista perpendicular.

Num site que publica transmissões do controle de tráfego aéreo, é possível ouvir o áudio do momento do incidente. Na gravação, fica claro que a torre de comando de Newark deu instruções para o 737 “dar a volta” e circundar o aeroporto. Também foram dadas instruções para que o piloto do ERJ-145 ficasse atento para o avião maior. “Sim, estávamos descendo com o nariz e ufa, ele passou realmente perto”, respondeu o comandante alertado.

O 737 passou a cerca de 123 metros na vertical e 46 metros na horizontal do Embraer. A emissora CBS informa que jatos de passageiros devem manter uma distância mínima de 2 milhas (mais de 3 km). Havia 161 pessoas a bordo do 737, que vinha de San Francisco, e 50 no ERJ-145, que voava para Memphis.

A United disse que “está trabalhando” com a autoridade de segurança áerea americana (NTSB). A entidade informou que não houve feridos ou qualquer tipo de dano por causa do incidente. O relatório final que apontará as causas do que ocorreu pode demorar meses para sair.

Site da emissora CNN mostra ilustração do momento em que
os aviões passaram próximos - Foto: Reprodução/CNN

Fonte: G1, em São Paulo

terça-feira, 20 de maio de 2014

Piloto morre após bater em avião pilotado pelo pai no Distrito Federal

De acordo com a polícia, Frederico Medeiros de Melo, de 33 anos, sobrevoava uma região de fazendas quando bateu em outra aeronave.


O piloto do ultraleve Rans S-6ES Coyote, prefixo PU-PFU, morreu, nesta segunda-feira (19), no Distrito Federal, depois de bater, no ar, num outro avião pequeno, pilotado pelo pai dele.

A aeronave caiu de bico no chão em uma chácara, próximo à BR-251, área rural de São Sebastião. O prefixo PU-PFU confirma que era um aparelho experimental, proibido para fins comerciais, mas muito usado para lazer e treinamento de pilotos - um tipo de ultraleve.

O acidente foi por volta das 14h30. De acordo com a polícia, Frederico Medeiros de Melo, de 33 anos, sobrevoava uma região de fazendas, no entorno do Distrito Federal, quando bateu em outra aeronave. O local da queda é um descampado.

Para os especialistas, sinal de que o piloto pode ter tentado um pouso de emergência. “Não sei dizer se foi na asa, mas topou um no outro. Um desequilibrou um pouquinho e conseguiu equilibrar de volta. Aí o outro desequilibrou. O outro que equilibrou veio atrás do outro ver o que tinha ocorrido. Ele rodou um pouquinho aqui baixinho, mas depois se mandou”, conta Maria Aparecida Bastos, testemunha do acidente.



Apesar da batida em pleno ar e mesmo com algumas partes da fuselagem danificadas, a segunda aeronave conseguiu voar. Até pousar no Aeroclube de São Sebastião, interior do Distrito Federal, a aeronave foi guardada dentro de um hangar. A Polícia Civil isolou a área e abriu inquérito para investigar as causa do acidente.

Mas o alívio após o pouso, não durou muito tempo. Ubiratan de Melo, de 62 anos, soube que o piloto do outro avião estava morto. Esse piloto era o filho dele. “Ficando comprovado que o pai foi o causador do acidente, ele responderá por homicídio culposo, só que numa situação dessa ele não é apenado, a pena dele já é muito mais grave do que a pena da Justiça. Ele perdeu um filho”, afirma o delegado Erito Pereira da Cunha.


Fontes: G1 / ASN - Fotos: Reprodução da TV / Daniel Ferreira (D.A.Press) / Corpo de Bombeiros / R7

Avião britânico enviado para busca de nigerianas tem problema técnico

Aeronave ajudaria na busca das mais de 200 nigerianas sequestradas.

Avião foi forçado a pousar no Senegal para passar por reparos.

Foto: EPA/Cpl Laura Bibby (RAF) / MOD

A Grã-Bretanha informou nesta segunda-feira (19) que uma aeronave militar de vigilância despachada para ajudar na busca das mais de 200 alunas nigerianas sequestradas quebrou durante o trajeto.

O avião, um RAF Sentinel (foto acima), foi acionado no domingo, depois que a Nigéria aceitou a oferta de ajuda do primeiro-ministro britânico, David Cameron. O artefato deveria se juntar a aeronaves dos Estados Unidos na procura das estudantes, raptadas no mês passado pelo grupo islâmico Boko Haram.

“O Sentinel se atrasou no trajeto por causa de um problema técnico que está sendo investigado”, disse uma porta-voz do Ministério da Defesa britânico à Reuters. “No momento não podemos informar o tempo de chegada previsto para a aeronave.”

A mídia local relatou que o avião, que a Grã-Bretanha disse que será operado de Accra, em Gana, foi forçado a pousar no Senegal para passar por reparos.

Fonte: Reuters via G1

Avião desaparecido na Malásia pode ter sido derrubado por acidente durante exercícios militares

Queda teria sido encoberta e dados confusos desviaram as buscas.

Um livro lançado nesta segunda-feira (19) no Reino Unido sugere que o avião da companhia aérea Malaysia Airlines, desaparecido misteriosamente em 8 de março sem deixar rastro, pode ter sido derrubado acidentalmente durante exercícios militares dos Estados Unidos e Tailândia.


Flight MH-370 — the Mystery (Voo MH-370 — o mistério, em tradução livre), escrito pelo jornalista e escritor anglo-americano Nigel Cawthorne, afirma que o acidente foi encoberto e que inclusive foram fornecidos dados confusos para desviar a busca da aeronave para locais errados, segundo publicaram hoje jornais britânicos sobre o livro.

Para os familiares das 239 pessoas de 14 países diferentes que viajavam no avião, um Boeing 777 que desapareceu há 72 dias, a publicação deste livro chega "cedo demais" e é "bastante insensível', de acordo com o Daily Mirror.

Segundo seu autor, os parentes dos passageiros do MH-370 nunca saberão "com segurança" o que se passou realmente com o avião. Cawthorne sustenta a teoria no depoimento de um funcionário de uma plataforma petrolífera da Nova Zelândia, Mike McKay, que assegurou ter visto um avião em chamas cair no Golfo da Tailândia.

Além disso, no momento em que se perdeu a comunicação com o piloto, no Mar da China Meridional, eram realizados exercícios militares, segundo Cawthorne diz em seu livro.

A mãe de um dos passageiros, o australiano Rod Burrows, afirmou que "não há absolutamente nenhuma resposta" sobre o ocorrido, o que é "devastador para as famílias".

"Existem tantas teorias que só quero acreditar em uma, que todos estavam inconscientes e não perceberam o que ocorria. Isso me ajuda a me manter sã. Tudo o que quero é que alguém encontre um pedaço do avião", disse Irene Burrows ao Daily Mirror.

Segundo Cawthorne, que vive em Londres, os países envolvidos nos exercícios militares puderam encobrir as provas enviando as equipes de resgate para lugares errados.

"Apesar de tudo, não se encontraram destroços no oceano Índico, o que em si mesmo é suspeito", argumenta o autor. O escritor especula, além disso, que a caixa-preta pode ter sido lançada na costa da Austrália para confundir as equipes de busca.


Fonte: EFE via R7 - Imagens: Reprodução

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sábado, 17 de maio de 2014

Queda de avião no Laos mata 22, entre eles membros do governo

A bordo estavam os ministros da Defesa e Segurança Pública.

Prefeito da capital do país também viajava na aeronave.




O avião militar Antonov 74TK-300, prefixo RDPL-34020, do Governo do Laos, no qual viajavam o ministro da Defesa, Douangchae Phichit, e outros representantes do Estado, caiu neste sábado (17) na província de Xiang Kuang, no norte do país, deixando, pelo menos, 22 mortos.

As autoridades não confirmaram o número de mortos ou sobreviventes no acidente com a aeronave, na qual viajavam mais de 20 pessoas, segundo o Ministério da Defesa.

Além de Phichit, o ministro da Segurança Pública, Thongban Saengaphon, o prefeito de Vientiane, Soukan Mahalat, e o chefe do departamento de Propaganda do Partido Comunista de Laos, Chuang Sombounkhan, morreram, segundo o jornal "Bangcoc Post".

O ministro da Defesa do Laos, Douangchay Phichit
Foto: Arquivo/AP Photo

O avião partiu pela manhã de Vientiane com destino a Xiang Kuang, para que os representantes do Estado comparecessem a eventos militares, que foram adiados por causa do acidente.

Em outubro do ano passado, 49 pessoas morreram, entre tripulação e passageiros de 11 nacionalidades, quando um avião da companhia Lao Airlines caiu no sul do país.


Oficial tira fotos do local do acidente com avião militar do Laos
Foto: Reuters

Clique AQUI para ver mais fotos do local do acidente.

Clique AQUI e AQUI para assistir as reportagens.

Fontes: G1 / ASN

Avião da TAM estoura pneu ao pousar e para no final da pista

Voo com 144 passageiros decolou de Congonhas e pousou em Rio Preto.

Passageiros foram retirados aos poucos; voos podem sofrer atrasos.

Foto: Nilson Clemente (TEM VC)

Um problema durante o pouso do Airbus A320-233, prefixo PR-MAA, da companhia aérea TAM assustou passageiros na manhã deste sábado (17), no aeroporto de São José do Rio Preto (SP).

O voo JJ3740 decolou às 7h55 de Congonhas com 144 passageiros a bordo e chegou ao interior de São Paulo por volta das 8h40. Ao pousar, o pneu estourou e o avião parou somente no fim da pista (foto acima). 

De acordo com um dos passageiros, o empresário Wander Neto, a aeronave balançou muito na decolagem. “Ao decolar, a cabine trepidou mais do que o normal. Mas o voo foi tranquilo. Somente na hora de aterrissar, ouvimos um forte estrondo e o avião começou a balançar demais, principalmente perto da cabine, só parando no fim da pista”.

Passageiro mostra equipes na pista, ao lado do avião
Foto: Wander Neto

Foto: Reprodução da TV

Segundo o passageiro, o piloto informou que o pneu dianteiro havia estourado e, por isso, houve o incidente. "Não houve pânico, os passageiros estão calmos e estamos recebendo assistência", completa Neto. Os passageiros foram retirados aos poucos da aeronave através de um ônibus. 

Leia também: Passageiros reclamam de demora para evacuação de aeronave da TAM.


Clique AQUI para assistir a reportagem.

Clique AQUI para ler mais informações.

Fontes: Site Desastres Aéreos / Natália Clementin (G1 Rio Preto e Araçatuba)

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Avião em pane aterrissa com segurança no Aeroporto dos Guararapes (PE)

Aterrissou, às 12:05 desta quinta-feira, no Aeroporto Internacional dos Guararapes - Gilberto Freyre, o voo 3800 da TAM, que fazia o trecho Curitiba-Rio- Recife. Pouco antes do meio dia, o comandante da aeronave, um Airbus A320, que transportava 171 passageiros e seis tripulantes, entrou em contato com a torre de controle e informou sobre uma pane no avião.

Um plano de emergência foi montado e aeronave conseguiu chegar ao sol de forma segura, sem que ninguém ficasse ferido. De acordo com a Infraero, foi feito um pouso de emergência e o avião aterrissou na área verde da pista, sendo em seguida rebocado para o hangar, a fim de passar por manutenção.

Os passageiros que prosseguiriam viagem para Brasília foram realocados em outras aeronaves. Ainda segundo a Infraero, a pista de pouso ficou interditada até as 12h10, o que não teria causado prejuízo para o tráfego aéreo, uma vez que não havia pousos ou decolagens previstos. No Hospital da Aeronáutica, a equipe médica ficou de prontidão para atender possíveis ocorrências.

Fonte: diariodepernambuco.com.br

Itamaraty confirma condenação de brasileiro por ameaçar voo nos EUA

Francisco Fernando Cruz foi condenado a 12 meses e um dia.

Estudante está preso em Miami desde 9 de janeiro.

O Itamaraty confirmou nesta sexta-feira (16) a condenação do brasileiro Francisco Fernando Cruz (foto ao lado), preso no dia 9 de janeiro em Miami, nos Estados Unidos, por enviar emails à polícia e à TAM Linhas Aéreas com ameaça de bomba em um avião da empresa. Segundo o Itamaraty, o estudante, de 23 anos, foi condenado pela Justiça norte-americana a doze meses e um dia de prisão.

Na quinta-feira, em entrevista ao G1, Cláudia Cruz, mãe do estudante, informou que o filho tinha sido condenado a cinco meses de prisão. Cláudia afirma que o consulado em Miami explicou que a pena, na prática, é menor do que 12 meses e um dia, visto que ele já cumpre prisão. Segundo o Itamaraty, Francisco será solto em janeiro.

Cláudia diz que o filho entrou em contato após a decisão e disse que estava consciente da punição. “Ele estava tranquilo e disse para eu não ficar preocupada. Ele sabe que errou e me falou que poderia ser pior. Nós estamos no processo de aceitar. Sabemos que a punição era preciso, afinal, ele errou e tinha que pagar por isso”, diz a cabeleireira, que mora em Sorocaba.

Em nota, o Consulado-Geral do Brasil em Miami informou que segue acompanhando o caso no intuito de prestar a assistência cabível ao brasileiro e sua família e que não divulgará informações adicionais a respeito do caso no intuito de preservar a privacidade dos envolvidos.

Entenda o caso

O sorocabano foi preso no dia 9 de janeiro em Miami, nos Estados Unidos. Segundo o FBI, Francisco, que morava nos EUA há dois anos, havia enviado no dia 8 um e-mail ao Departamento de Polícia de Miami (MDPD) e à TAM Linhas Aéreas alertando sobre a existência de uma bomba em um avião da empresa.

A mensagem informava: "Flight must not take off. Targeted. It will go down. Retaliation. Cargo is dangerous. Be advised" (Voo não deve decolar. Marcado. Vai cair. Retaliação. Carga é perigosa. Estejam avisados). Segundo a polícia americana, o Departamento de Polícia de Miami rastreou a origem da mensagem e concluiu que ela foi enviada de um computador na Montclair State University, em Montclair, Nova Jersey.

A polícia teve acesso às imagens que mostram o terminal de computador usado para enviar a mensagem. "A segurança pública de quem viaja é fundamental, e quaisquer ameaças feitas para perturbá-la serão investigadas sem impunidade", declarou JD Patterson, diretor do MDPD.

Na época, a assessoria da TAM Linhas Aéreas afirmou que foi notificada pelas autoridades do EUA sobre a suposta presença de bombas a bordo de uma de suas aeronaves. “Para garantir a segurança dos clientes e da tripulação, a companhia, como já fez em outras circunstâncias de alarme falso, reforçou a inspeção de todas as cargas despachadas, assim como aos passageiros”, diz a nota. Ainda segundo a TAM, após investigações, foi confirmada que a ameaça era falsa. "Nenhum risco foi detectado à segurança do voo JJ8043. A aeronave decolou normalmente, no horário previsto", completava a nota.

Fonte: G1 Sorocaba e Jundiaí - Foto: Reprodução/Facebook

FAB diz que avião da Azul não corria risco de colidir durante decolagem

Piloto decidiu frear bruscamente para evitar batida; voo seguia para Maceió.

A Força Aérea Brasileira (FAB) disse nesta quinta-feira, 15, por meio de nota, que o avião da Azul com destino a Maceió (AL) não corria o risco de colidir contra outra aeronave no Aeroporto de Aracaju. Na tarde desta quarta, um piloto da companhia aérea freou bruscamente o avião na hora da decolagem para evitar a batida.

Segundo a FAB, os tráfegos conhecidos no momento do incidente eram o da aeronave da Azul, que decolaria da pista 11, e um helicóptero que se aproximava do aeródromo pela direita.

O órgão garante que o trajeto feito pelo helicóptero era um "procedimento normal" e "não cruzaria a rota de decolagem que seria utilizada pela aeronave da Azul". De acordo com a FAB, "em função de trajetos totalmente distintos, não havia risco de colisão entre as duas aeronaves".


Empresa divulga nota

São Paulo, 15 de maio de 2014 – “A Azul Linhas Aéreas Brasileiras informa que a aeronave que faria o voo 4101, que faz a rota entre Aracaju e Maceió teve sua decolagem abortada por sua tripulação após receber indicação de potencial conflito de tráfego devido à indicação da presença de outra aeronave em sua trajetória. Após o ocorrido, a aeronave retornou ao terminal onde foi posteriormente inspecionada pelos técnicos de manutenção e liberada para o voo com atraso de uma hora. A companhia lamenta eventuais transtornos aos seus Clientes e ressalta que tal ação foi uma manobra de caráter preventivo, executada sem colocar em risco a segurança dos ocupantes e sem causar danos à aeronave.”

Fontes: O Estado de S. Paulo / primeiraedicao.com.br - Foto: Reprodução

Em Londres, piloto consegue pousar avião com asa quebrada

Momento de tensão durante um voo de Londres à Itália. Os passageiros perceberam que uma das asas simplesmente havia quebrado no ar.


Nesta quinta-feira (15), os 61 passageiros do voo WX-281 entre Londres e a cidade italiana de Florença, passaram por um tremendo susto a bordo da aeronave em que viajavam, o British Aerospace Avro 146-RJ85, prefixo EI-RJI, da empresa Cityjet, companhia regional da Air France.

De acordo com o jornal National Post, os ocupantes do avião ouviram um estrondo forte e perceberam a anormalidade. A tripulação foi avisada, que repassou a mensagem ao capitão.

Em poucos minutos, o avião pousou de forma segura e nenhum dos 61 passageiros ficou ferido.

 

Fontes: RedeTV / Aviation Safety - Foto via Twitter @seenfromatrain

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Portugal: Pequeno avião faz aterrissagem de emergência e deixa dois feridos leves

O avião Reims-Cessna F150L, prefixo CS-AYJ, operado pela Leávia, fez uma aterrissagem de emergência na zona de Possanco, perto da Comporta, no concelho de Alcácer do Sal (no mapa ao lado, no detalhe), no Distrito de Setúbal nesta quinta-feira (15). 

Os dois passageiros, um casal na casa dos 30 anos, ficaram feridos sem gravidade e nem sequer chegaram a ser transportados ao hospital.

As causas do acidente são ainda desconhecidas das autoridades.

A Rádio Renascença sabe que tudo começou com um telefonema de uma testemunha ocular para a Proteção Civil às 15h28 (hora local) dando conta do avistamento de um avião – aparentemente – em dificuldades.

Quando procuravam a aeronave, as autoridades receberam a informação por parte do piloto de que teria conseguido aterrissar.



Clique AQUI para assistir a reportagem.

Fonte: Rádio Renascença (Portugal) - Mapa via Wikipédia - Foto via tvi24

Piloto da Azul freia avião que estava decolando para evitar colisão no ar

Outra aeronave apareceu na rota do avião que estava prestes a sair do Aeroporto de Aracaju; choque aconteceria 20 segundos após a decolagem. Um piloto da companhia aérea Azul teve de frear bruscamente o avião na hora da decolagem para evitar uma colisão com outra aeronave no Aeroporto de Aracaju, em Sergipe. O voo sairia às 12h35 desta quarta-feira, 14, com destino a Maceió, em Alagoas.

Segundo o relato do piloto aos passageiros do voo, se a medida não tivesse sido tomada as aeronaves teriam colidido 20 segundos após a decolagem. Um dos passageiros do voo da Azul, o alagoano Luciano Cabral, filmou o momento em que o piloto descreve por que tomou a decisão de abortar a partida e postou em seu Facebook.

Amigos, hj tive um grande susto... Estava no avião em
Procedimento de decolagem numa velocidade que já passava 150km e o piloto fez um freio de emergência pq viu uma outra aeronave vindo em nossa direção..segundo o piloto em aproximadamente 20 segundos seria uma colisão frontal !!! Agradecimentos e rezando pelo habilidade do piloto da Azul !!! Valeu mesmo ! Vejam o vídeo onde após parar o avião o piloto veio explicar oq aconteceu para os passageiros ! Hj as orações são de agradecimento !!!!



O piloto explica no vídeo que a aeronave à frente não era visível porque operava "por instrumentos". Apenas o Sistema Anticolisão de Tráfego (TCAS) identificou a possível batida. O equipamento, que se comunica com outras aeronaves, informa ao piloto os procedimentos para evitar uma colisão.

Como o avião da Azul estava no chão, a solução encontrada pelo comandante foi a de acionar o freio. "(A aeronave) estava em torno de 120 metros da gente, a 1 quilômetro de distância do nosso prolongamento. Deus me livre, a gente acertaria ele em 20 segundos depois de decolar", diz o piloto. "Então tivemos que abortar a decolagem. Essa é uma decisão muito rápida."

Conflito de tráfego

Em nota, a Azul afirmou que teve a decolagem abortada "após receber indicação de potencial conflito de tráfego" por causa "da presença de outra aeronave em sua trajetória". A aeronave foi inspecionada por técnicos e liberada para o voo com atraso de uma hora. A companhia disse "lamentar eventuais transtornos" e ressaltou que a ação foi "de caráter preventivo".

Procurada para explicar o incidente, a Aeronáutica, responsável pelo controle de tráfego aéreo, disse na noite desta terça que "está averiguando" o caso.

 

Fonte: Mônica Reolom (O Estado de S. Paulo)

Nota do Autor: Segundo apuração deste Blog, a aeronave era o Embraer ERJ-195AR, prefixo PR-AXN.

Avião bimotor aterrissa de "barriga" em Santa Inês (MA)

A aeronave é propriedade de um empresário do ramo de postos de combustível.




O avião Piper PA-31T Cheyenne II, prefixo PT-LNG, pousou "de barriga" na pista principal do Aeroporto João Silva, em Santa Inês, interior do Estado do Maranhão, na manhã de terça-feira (13). O incidente aconteceu por volta das 10h, após o trem de pouso do avião não ter sido acionado pelo piloto. Seis pessoas estavam no avião, e ninguém ficou ferido. A pista foi liberada algumas horas depois.

A Agência Nacional de Aviação Comercial (Anac) foi informada sobre o incidente.

A aeronave é propriedade de um empresário do ramo de postos de combustível do Maranhão e partiu de São Luís com destino a Santa Inês.

"O avião está com todas as revisões em dia. Sei que foi um incidente causado pelo piloto, mas não coloco a culpa nele, pois todos nós somos passíveis de erro. Esse profissional trabalha há muitos anos pra mim, e, graças a Deus, todos estão bem", disse o empresário João Rolim.

Fontes: Imirante.com / ASN - Fotos: Reprodução / Notas do Daniel Aguiar

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Aeronave faz pouso forçado no aeroporto de Sinop (MT)

Com falha no trem de pouso de uma aeronave monomotor, piloto faz pouso forçado no Aeroporto Presidente João Figueiredo em Sinop.


O avião é o Cessna 210N Centurion, prefixo PT-WHT e pertence a uma empresa do estado. A bordo estavam o piloto, o copiloto e mais dois passageiros.

De acordo com as informações, o piloto havia iniciado o pouso quando uma falha mecânica fez com que o trem de pouso dianteiro recolhesse, provocando um choque contra o chão do bico da aeronave, que foi arrastando na pista até parar. As pessoas que estavam abordo não se machucaram e passam bem.

Devido ao imprevisto, os voos ficaram suspensos por aproximadamente 1h, tempo suficiente para remoção da aeronave da pista.

O Corpo de Bombeiros foram comunicados e estiveram acompanhando o caso. A aeronave permanecerá no aeroporto até a perícia concluir o trabalho. 

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Fontes: cenariomt.com.br / ASN - Foto: Só Notícias

Nenhum aeroporto da Infraero ficará 100% pronto para a Copa


Dos oito aeroportos administrados pela Infraero com previsão de obras para a Copa do Mundo, nenhum ficará 100% pronto antes do início da competição, daqui a 29 dias.

São eles: Afonso Pena (Curitiba), Confins (Belo Horizonte), Deputado Luís Eduardo Magalhães (Salvador), Eduardo Gomes (Manaus), Galeão (Rio de Janeiro), Marechal Rondon (Cuiabá), Pinto Martins (Fortaleza) e Salgado Filho (Porto Alegre).

O levantamento da reportagem foi feito com base na "matriz de responsabilidades", documento no qual o Brasil lista o que pretende fazer para a Copa, e em informações da Infraero -que já trabalha oficialmente com dois cronogramas para as obras, um pré e outro pós Copa.

Os atrasos mais graves estão em Fortaleza, Porto Alegre e Curitiba.

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Novo relatório do acidente do voo Rio-Paris confronta Air France e Airbus


A construtora aeronáutica Airbus e a companhia aérea Air France mantêm suas diferenças sobre as causas do acidente que em 2009 provocou a morte dos 228 ocupantes de um voo entre Rio de Janeiro e Paris, após a publicação de um relatório que aponta os pilotos como responsáveis.

A Air France anunciou nesta quarta-feira que pedirá a nulidade desse estudo, elaborado por sete analistas e que indicou que o comportamento dos pilotos fez com que o aparelho caísse no Atlântico no dia 1º junho de 2009, poucas horas após decolar do Rio.

A companhia aérea considerou que a perícia, encomendada pelos juízes relatores do caso a pedido da Airbus, "foi feita de forma unilateral", sem que a companhia "fosse convidada a participar de sua elaboração".

"Os elementos deste relatório fazem uma apresentação parcial falseada das causas do acidente, o que atenta contra os direitos fundamentais e de defesa da Air France", acrescentou a companhia aérea.

Segundo a companhia, o estudo "omite vários elementos que concernem ao funcionamento do avião".

Tanto a Air France, proprietária da aeronave que caiu, como a Airbus, construtora do aparelho, foram indiciadas na causa que segue aberta na França.

O relatório em questão, revelado ontem por diversos meios de comunicação, muda a tese dos dois estudos oficiais feitos até agora e que sustentavam que no dia do acidente falharam elementos técnicos e humanos, o que apontava para uma responsabilidade compartilhada entre a empresa e a companhia aérea.

Esta nova perícia afirma que pode "estabelecer-se claramente o predomínio de fatores humanos nas causas do acidente".

Além disso, os membros da tripulação não aplicaram o procedimento previsto para este tipo de situação.

O relatório se referia diretamente à responsabilidade da companhia aérea e criticava "a ausência de direções claras por parte da Air France" e a "insuficiente formação dos pilotos", também imputável à companhia.

De acordo com as conclusões do Escritório de Investigação e Análise (BEA) emitidas em 2012, o acidente aconteceu depois que o gelo bloqueou as sondas de medição da velocidade do A330, o que fez com que os pilotos desconhecessem esse dado quando atravessavam uma área de turbulências.

Nesse momento não aplicaram o protocolo adequado e elevaram o rumo do avião, até que este perdeu sua horizontalidade, deixou de planar e se colocou em situação de queda livre.

Uma circunstância que não souberam interpretar os pilotos, que acharam que estavam subido quando, na realidade, o avião perdia altura.

Depois do acidente, o modelo de sondas de medição de velocidade que equipava o avião foi mudado em todos os aparelhos, o que prova, segundo a Air France, que não se pode descartar os fatores técnicos como causadores do acidente.

No cenário da disputa entre o fabricante e a companhia aérea está o pagamento das multimilionárias indenizações às famílias das vítimas.

Fonte: EFE via Terra

Austrália destina R$ 203 milhões para busca de avião malasiano


O governo australiano destinou o equivalente a R$ 203 milhões para ajudar nas buscas pelo avião da Malaysia Airlines desaparecido desde 8 de março de 2014, segundo o jornal International Business Times AU.

Em comunicado emitido em Camberra – capital da Austrália -, o governo planeja continuar as buscas pela aeronave por mais dois anos com esse orçamento.

A Austrália tem liderado as operações de busca pelo avião, principalmente no sul do Oceano Índico, aproximadamente 2 mil quilômetros a sudoeste de Perth, cidade localizada na costa oeste do país.

Apesar das buscas na região, até hoje nenhum vestígio concreto da aeronave foi localizado. O avião decolou de Kuala Lumpur, na Malásia, com destino a Pequim, na China; transportava 239 pessoas e deveria ter pousado seis horas depois no país.

Fonte: Epoch Times - Foto ilustrativa: Charaka Ranasinghe/Wikimedia Commons

10 questões ainda não respondidas sobre o avião desaparecido

A busca pelos supostos restos do voo MH370 da Malaysia Airlines continua no sul do Oceano Índico, mas algumas questões importantes sobre o desaparecimento da aeronave continuam sem respostas. 


O Boeing 777, que decolou da capital malaia, Kuala Lumpur, em direção a Pequim no dia 8 de março, levava 239 pessoas a bordo, a maioria delas chinesas.

Já se sabe que o avião abandonou a sua rota original e que um aparelho que permite a localização da aeronave, o chamado transponder, foi desligado.

Nesta semana, o governo da Malásia também afirmou que novos dados confirmam que o avião caiu em algum ponto do sul do Oceano Índico, onde imagens de satélite identificaram dezenas de objetos que se acredita que sejam destroços do avião.

Porém, alguns detalhes, assim como as razões por trás do ocorrido, ainda permanecem um mistério. A BBC preparou uma lista de dez perguntas em relação ao caso que intrigam leigos e especialistas.

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Air France recorre para anular contra-análise de acidente com voo Rio-Paris

Relatório atribuiu queda do AF 447 a 'reação inapropriada da tripulação'.

Voo que ia do Rio de Janeiro a Paris caiu em junho de 2009, matando 228.


A Air France anunciou nesta quarta-feira (14) que vai apresentar um recurso para anular o relatório de contra-análise judicial que havia sido solicitado pela fabricante europeia Airbus no âmbito da investigação sobre o acidente com o voo Rio-Paris em junho de 2009.

"A Air France constatou que essa contra-análise foi feita de maneira unilateral e não contraditória, em violação ao princípio de processo justo, já que a companhia não foi convidada a participar dos trabalhos dos especialistas", indicou a direção da empresa à AFP.

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