quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Embraer lança seu primeiro 'avião apartamento'; confira fotos

Aeronave de setenta metros quadrados tem suíte master, cozinha equipada com dois ambientes, sala de estar e jantar, além de lavatório privativo.

Lineage 1000-E da Embraer, também conhecido avião apartamento

A Embraer apresentou nesta terça-feira seu primeiro avião com características de apartamento. Com 70 metros quadrados e diferentes opções de disposição e acabamento interno, o Lineage 1000-E possui suíte master com cama queen-​size e box com chuveiro, além de uma cozinha com dois ambientes totalmente equipada, sala de jantar, sala de estar, compartimento de bagagem acessível durante o voo e lavatório privativo com chuveiro. Os passageiros podem desfrutar ainda de TVs de até 42 polegadas, alto-falantes em todas as áreas, cabines e conexão de dados em alta velocidade. Como todo luxo tem seu preço, o caso do "avião apartamento" não seria diferente. O proprietário terá de desembolsar 55 milhões de dólares.

O Lineage 1000-E é uma das maiores aeronaves particulares no mercado da aviação executiva de luxo. Também é a primeira aeronave com característica de apartamento a ser fabricada no Brasil. O avião está entre as atrações da 11ª edição da Latin American Business Aviation Conference and Exhibition (Labace), no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo.

O presidente da área de jatos executivos da Embraer, Marco Tulio Pellegrini, acredita que o evento será um termômetro para avaliar o mercado de avião executiva. Ele explica que a desaceleração da economia brasileira no primeiro semestre prejudicou o comércio de aviões executivos no país. Segundo Pellegrini, o setor espera recuperar seus negócios com a exposição de novidades na feira. "Os aviões executivos são ferramentas de produtividade, de realizar negócios e estão relacionados à saúde da economia", disse.










Fonte: Veja.com (com agência EFE) - Fotos: Divulgação

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Homem acha drone perdido na praia e localiza dono no Facebook: 'Inusitado'

Veículo se perdeu após o dono, um fotógrafo de Santos, SP, realizar teste.

Fotos ajudaram o proprietário do drone a reconhecer o equipamento.

Drone foi localizado na areia de uma praia de Santos, SP

Um drone, veículo aéreo com câmera não tripulado, foi encontrado pelo pai de um rapaz nesta segunda-feira (11) em uma praia de Santos, no litoral de São Paulo, e devolvido ao dono após as fotos do equipamento terem sido postadas na rede social Facebook. As imagens ajudaram o proprietário do drone a reconhecer o veículo, que havia desaparecido no sábado (9).

O médico veterinário e também fotógrafo Tadeu Reis de Oliveira realizava apenas o segundo teste com o drone quando o veículo acabou se deslocando para longe da praia e desapareceu. “Ele foi em direção ao oceano e eu o perdi de vista. Um rapaz veio me avisar que viu o drone caindo no mar”, explica.

Tadeu afirma que não tinha esperanças de rever o drone depois dele ter sumido. “Nunca imaginei que ele pudesse ser localizado novamente”, revela. Mas o que para ele parecia quase impossível acabou ocorrendo dois dias depois, quando o aposentado Valdomir Francisco Gomes localizou o drone na areia da praia e o levou até sua casa, achando que pudesse ser um brinquedo.

Fotos do drone foram postadas no Facebook e ajudaram a achar dono

Após contar para a família o que havia achado, o filho de Valdomir, o engenheiro mecânico Paulo Keller, identificou o objeto e postou fotos no Facebook, na esperança de encontrar o dono do aparelho. “Assim que meu pai apareceu com o drone divulguei as fotos e comecei a procurar o dono. Depois de um tempo, alguns usuários me disseram quem era o proprietário”, afirma.

A atitude de Paulo foi elogiada por internautas na rede social e surpreendeu Tadeu, que não imaginava que fosse rever o drone. “Vou verificar agora se o equipamento ainda funciona, mas de qualquer forma, foi algo bem inusitado”, conclui o fotógrafo, que irá buscar o veículo nesta terça-feira (12).

Fonte: LG Rodrigues (G1 Santos) - Fotos: Paulo Keller/Arquivo Pessoal

Feira de jatos de luxo começa nesta terça em SP com exposição de 70 aviões


Cerca de 70 aviões, entre jatos e helicópteros, estarão expostos a partir desta terça-feira (12) na 11ª edição da Latin American Business Aviaton & Conference (Labace). O evento é realizado no aeroporto de Congonhas, em São Paulo.

Grandes fabricantes - como Embraer, Bombardier e Gulfstream - vão levar novidades à feira, considerada a segunda maior do setor no mundo. Entre os expositores estão, ainda, Dassault Falcon, Líder Aviação, TAM Aviação Executiva, Helibrás, Bell e Agusta.

O setor de aviação executiva registrou crescimento de 5% no ano passado, segundo o Anuário Brasileiro de Aviação Geral (Abag). No total, a frota chegou a 14.648 aviões.

O relatório da Abag mostra, porém, que, apesar do crescimento na quantidade de aviões, o número de voos nos 33 maiores aeroportos do setor diminuiu 3,7% no ano passado.

Apesar da queda do número de voos, os grandes fabricantes estão otimistas e esperam crescimento no Brasil nos próximos anos. Por isso levam à feira seus últimos lançamentos.

Brasileira Embraer aposta no Legacy 500


A brasileira Embraer levará cinco aeronaves para o evento, com destaque para o Legacy 500, novo jato executivo da empresa, que será exibido pela primeira vez com o interior completo.

A expectativa da empresa é que as vendas do Legacy 500 tornem o Brasil, muito em breve, no segundo maior mercado mundial de aviação executiva do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. Hoje, a segunda colocação é do México.

Bombardier traz pela 1ª vez ao país o Challenger 350



A canadense Bombardier vai expor, pela primeira vez no Brasil, o avião Challenger 350. O jato tem alcance de 5.926 quilômetros, sendo capaz de voar de Xangai (China) a Jacarta (Indonésia).

"É verdade que o ambiente econômico está mudando, mas estamos falando de um país que é um dos mais antigos consumidores de aviação executiva no mundo", diz o vice-presidente da Bombardier para a América Latina, Stéphane Leroy.

Para ele, mesmo em momentos em que a economia não está crescendo, os clientes desse setor (empresas, na maioria) continuam usando os jatos como diferencial competitivo. Segundo Leroy, o Brasil já é o maior mercado para a empresa na América Latina, à frente até do México.

Super Versatile Jet (SVJ) é misto de turboélice com jato médio


A Synerjet, distribuidora dos aviões da Pilatus Aircraft na América Latina, vai apresentar na feira o PC-24, que inaugura uma nova categoria de jatos executivos, chamada de SVJ (Super Versatile Jet, ou jato super versátil, em inglês).

Segundo a empresa, esse modelo combina a versatilidade de um turboélice com o tamanho da cabine e o desempenho de um jato médio. A vantagem é que pode operar em pistas muito curtas e não preparadas e, por isso, pode ter acesso a aeroportos menores.

A TAM Aviação Executiva apresenta quatro novidades na feira. A mais importante delas é um modelo em tamanho real do Bell 505 Jet Ranger X, o mais recente lançamento da Bell, inédito no Brasil.

Labace


Datas: de 12 a 14/8 
Horários: dias 12 e 13/8, das 12h às 20h; dia 14/8, das 12h às 19h 
Local: Aeroporto de Congonhas, portão 3, São Paulo (SP) 
Entrada: R$ 350 para público em geral; estudantes de aviação pagam R$ 175 e funcionários das empresas expositoras pagam R$ 50. Grátis para pilotos e mecânicos da aviação civil e para servidores públicos identificados pelo Comando da Aeronáutica, pelo Comando do Exército Brasileiro, pela Marinha do Brasil e pela Polícia Militar do Estado de São Paulo 
Estacionamento: R$ 70

Fonte: UOL - Imagens: Divulgação

McDonald’s abre restaurante em avião antigo na Nova Zelândia

Aeronave DC-3 foi reformada para acomodar 20 pessoas.


Na Nova Zelândia, um avião antigo se tornou um restaurante do McDonald’s. Nos últimos 24 anos, o avião de modelo DC-3 estava parado ao lado de uma loja da rede de fast food na cidade de Taupo, e agora foi restaurada para acomodar os consumidores, segundo informações do Daily Mail.

“O local era parte de uma concessionária de carros, a Aeroplane Car Company e o dono comprou o avião DC-3 antigo. Quando o McDonald’s comprou o terreno em 1990, a aeronave veio junto”, contou a dona do restaurante, Eileen Byrne.

O avião ganhou as cores e o logotipo do McDonald’s e um interior reformado em vermelho e prata, com capacidade para acomodar 20 pessoas. O motor foi removido, mas as hélices ainda estão intactas e o cockpit foi mantido em seu estado original.

A aeronave Douglas DC-3 foi construída em 1943 e era uma das usadas pela companhia South Pacific Airlines de 1961 a 1966.









Fontes: Terra / Daily Mail - Fotos: Reprodução/Daily Mail

Seis mitos sobre acidentes aéreos


Muita gente tem medo de voar e isso se deve em boa parte aos mitos que ouvimos sobre aviões e às manchetes sensacionalistas das grandes mídias. Você dificilmente vê uma notícia sobre um acidente de carro como destaque na primeira página de um jornal ou portal, mas acidentes aéreos estão, quando acontecem, sempre lá. 

Mas a verdade é que aviões ainda são um dos meios de transporte mais seguros do mundo. Em 2012, a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) indicou que houve apenas um acidente para cada cinco milhões de voos – um número infinitamente menor do que o de vítimas em acidentes de trânsito nas estradas.

Com essa lista, vamos desmitificar alguns dos mitos sobre aviões, para você poder viajar mais tranquilo. 

Mito 1 – O risco é grande


Créditos: Jasper James/Getty Images

Como já dissemos, acidentes de aviões podem ser considerados raros, se observarmos a quantidade de voos diários ao redor do mundo. Segundo Arnold Barnett, professor do Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT), as chances de uma pessoa morrer durante um voo é de 1 em 90 milhões. 

Comparativamente, as chances de morrer em um acidente de estrada em um veículo motorizado são de 1 em 5 mil. Ou se você prefere ser mais otimista, as chances de ganhar na Mega Sena com um jogo de sete números é de 1 em 7 milhões.

Mito 2 – Acidentes não deixam sobreviventes


Créditos: Cultura RM/Ian Nolan/Getty Images

No Brasil, cerca de 80% dos acidentes ocorrem no pouso ou na decolagem, segundo informações do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa). Raramente um acidente acontece enquanto o avião está em altitude de cruzeiro.

Segundo números do National Transportation Safety Board (NTSB), cerca de 95% dos passageiros envolvi¬dos em acidentes aéreos nos EUA entre 1983 e 2000 sobreviveram. É considerado um acidente qualquer um evento em que qual¬quer pessoa sofre morte ou lesão grave, ou em que a aeronave sofre um dano substancial.

Mito 3 – Turbulências podem ser perigosas


Créditos: Glow Images, Inc./Getty Images

Turbulências podem ser bem assustadoras. Ninguém gosta de ter o corpo balançado a 10 km de altura. Mas não se preocupe, as turbulências por si só não causam acidentes.

Aqueles chacoalhões violentos podem dar a impressão que o avião não irá aguentar o tranco, mas na verdade essas aeronaves são preparadas para aguentar muito mais do que isso.

Mito 4 – Raios podem ser perigosos


Créditos: Erik Simonsen/Getty Images

A chance de um avião ser derrubado por um raio é quase nula. O último registro de um acidente de avião causado por um raio foi em 1962, nos EUA, com um Boeing 707. De lá pra cá, a tecnologia se aprimorou muito. Além de ter pára-raios, os aviões são feitos com uma carcaça de alumínio, que faz com que a descarga elétrica do raio passe pela fuselagem e seja desviado pelo ar, continuando seu curso normalmente. 

Mito 5 – Você pode ser sugado se alguém abrir a porta


Créditos: Jump Run Production/Getty Images 

Realmente, abrir a porta de um avião pode ser bem perigoso. Mas a verdade é que é praticamente impossível conseguir abrir a porta da aeronave. Depois que a porta é fechada, a pressurização da cabine sela a porta. Então fique tranquilo: é impossível, a menos que alguém tenha uma força sobre-humana, realizar essa tarefa. 

Mito 6 – Um celular pode derrubar um avião


Créditos: John Lamb/Getty Images

Há alguns mitos e verdades aqui. O mito se baseia na tese de que as ondas eletromagnéticas emitidas pelo celular e outros aparelhos eletrônicos podem interferir nos instrumentos do avião.

Essa, no entanto, é um tese que nunca foi comprovada. O assunto inclusive já foi alvo do programa Caçadores de Mitos, da Discovery Channel, e o mito foi considerado detonado. Nunca foi registrado sequer um acidente causado pela interferência de aparelhos eletrônicos no avião. E convenhamos, se celulares fossem realmente perigosos, eles seriam confiscados no embarque e devolvidos apenas no desembarque, certo?

Por outro lado, a possibilidade teórica realmente existe. Como seria difícil para as agências reguladoras testarem todos os aparelhos eletrônicos do mercado para saber se eles podem ou não causar interferência, o mais fácil é simplesmente pedir para desligarem os celulares, nem que seja só por educação.

Fonte: Gabriel Tonobohn (discoverybrasil.uol.com.br)

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Passageiro exaltado força avião a regressar a Hong Kong


Um passageiro exaltado que viajava, no domingo (10), a bordo de um avião da Virgin Atlantic com destino a Londres obrigou o aparelho a regressar a Hong Kong, depois de ter perdido "o controle".

O passageiro de 26 anos, identificado como "Robert", teve um comportamento considerado perturbador depois de o avião estar no ar há mais de uma hora.

O avião foi forçado a voltar para Hong Kong, onde aterrou em segurança, informou a companhia aérea.

"O passageiro estrangeiro chamado Robert, com 26 anos, perdeu o controlo a bordo e não seguiu as instruções do pessoal no voo", disse um porta-voz da polícia à AFP.

"Ele estava a gritar. Quando o voo regressou a Hong Kong, o homem foi detido por violar as regras de segurança da aviação e enviado para o Hospital Princess Margaret", acrescentou.

Um porta-voz da autoridade aeroportuária de Hong Kong disse que o voo VS201, um Airbus A340, tinha partido à meia-noite. Os passageiros do voo foram enviados para hotéis em Hong Kong e vão viajar esta noite.



Fontes: jn.pt / Daily Mail

Avião da Air France faz pouso de emergência na Nigéria

Um avião da companhia francesa Air France, com 178 pessoas a bordo, teve de fazer neste domingo (10) uma aterrissagem de emergência no aeroporto internacional de Lagos, na Nigéria, após um falso alerta de problemas nos pneus. 

De acordo com um comunicado da autoridade de aviação civil nigeriana, o aparelho, que fazia a ligação entre a capital francesa, Paris, e Lagos, "aterrissou em segurança", depois de ter recebido um alerta para problemas na pressão dos pneus, indicou a autoridade de aviação civil nigeriana. 

O incidente com o aparelho, que transportava 168 passageiros e dez tripulantes, não causou feridos e as equipas de socorro chegaram ao aeroporto antes da aterragem.

"O capitão explicou mais tarde que o indicador da pressão dos pneus tinha um defeito", tendo assinalado uma anomalia que não existia. "Descobriu-se depois que a pressão dos pneus estava em perfeitas condições", adianta o comunicado. 

Fonte: noticiasaominuto.com

Marcas vistas no céu de Ribeirão não eram de cometa, dizem astrônomos

Imagens são de gases de um avião, de acordo com especialistas.

Físico havia dito ao G1 que fotos de internauta eram de corpo celeste.


Físicos e astrônomos disseram que as imagens feitas por um morador de Ribeirão Preto (SP) eram um rastro formado por gases de aeronaves e não o deslocamento de um cometa, como publicado pelo G1 Ribeirão e Franca no sábado. 

“São gases da turbina de uma aeronave condensando-se na atmosfera”, diz o físico do Observatório da Universidade de São Paulo (USP) em São Carlos (SP), Jorge Honel. O G1 havia se baseado em informações passadas pelo coordenador do Observatório Municipal de Astronomia de Franca (SP), José Antonio Barbosa. Procurado novamente pelo G1, ele confirmou o equívoco e afirmou que o registro se trata de um avião.

Clique AQUI e leia a matéria completa no G1

Irã suspende voos de Antonov 140 após acidente


Avião caiu logo após decolar e matou 39 pessoas; aeronave é fabricada no país. O presidente iraniano Hassan Rohani ordenou a suspensão de todos os voos dos aviões Antonov 140 fabricados no Irã depois do acidente aéreo que neste domingo causou 39 mortos e 9 feridos.

"O presidente pediu ao ministro dos Transportes um relatório completo e, à espera do estudo, ordenou a suspensão de todos os voos deste tipo de avião", informou a agência Irna.

Trinta e nove pessoas morreram neste domingo na queda de um avião de uma companhia aérea iraniana perto do aeroporto de Teerã, em mais um acidente que se soma à longa lista de tragédias aéreas registrada este ano.

O avião, um Antonov 140, que acabava de decolar do aeroporto Mehrabad da capital iraniana, se dirigia para a cidade de Tabass.

O aparelho caiu no bairro residencial de Azadi, um setor reservado a militares e suas famílias, a menos de 5 km do aeroporto. O Antonov 140 é um modelo construído sob licença no Irã. 

Trata-se de uma aparelho pequeno e destinado para uso regional, com uma autonomia de 2,4 mil km. Pode levar até 52 pessoas. As companhias aéreas iranianas são um dos maiores clientes deste tipo de avião.

As sanções impostas pelos Estados Unidos e os países europeus impedem ao Irã de comprar peças de reposição ou aviões ocidentais para renovar sua antiga frota.

Fonte: AFP via cenariomt.com.br - Imagem: Irva

Cai número de voos da aviação executiva

Número de voos nos 33 maiores aeroportos do setor diminuiu 3,7%, segundo associação.


Apesar de um aumento da frota e do número de destinos atendidos, o movimento de aeronaves executivas caiu no ano passado, um sinal de que o setor sentiu a desaceleração da economia. Dados divulgados pela Abag (Associação Brasileira de Aviação Geral) apontam que a frota cresceu 4,9%, somando 14.648 aeronaves, mas o número de voos nos 33 maiores aeroportos do setor diminuiu 3,7%, para 739,9 mil, no ano passado.

Os principais clientes da aviação executiva são empresas, que usam aviões e helicópteros particulares para voar a destinos hoje não atendidos pelas companhias aéreas e para ganhar agilidade no deslocamento de seus executivos.

Segundo o diretor geral da Abag, Ricardo Nogueira, a queda na movimentação é um indicador da desaceleração da economia.

— O (gasto com o) avião é o último item a chegar em um momento de expansão das empresas, mas é um dos primeiros a sair (do orçamento) em épocas de crise.

Os números do setor foram divulgados durante a solenidade de apresentação da feira Labace, o principal evento do País para a aviação executiva, que será realizada entre terça e quinta da semana que vem, em São Paulo. É na feira que as fabricantes apresentam os lançamentos aos clientes brasileiros e tentam iniciar as negociações.

A meta do setor é manter o resultado do ano passado, quando a venda de aeronaves novas e usadas somou US$ 1,66 bilhão (cerca de R$ 3,7 bilões).

Para o presidente da Abag, Eduardo Marson, o segundo semestre do ano tem se mostrado mais difícil para a economia em diversos setores. E a aviação não escapa desta tendência. 

A Labace vai apresentar ao público 65 aeronaves, duas a menos do que no ano passado. Os aviões, no entanto, são maiores e ocuparão uma área maior na feira. A previsão dos organizadores do evento é que 14 mil pessoas visitem a Labace neste ano, mantendo o público do ano passado.

Fonte: Estadão Conteúdo via R7 - Foto: Divulgação

Airbus A380: maior avião do mundo encalha e fabricante dá desconto

Lançada como o topo da indústria, aeronave é um sucesso de público, mas não atendeu às expectativas comercias.


Para ter uma ideia do tamanho e da ambição do Airbus A380, suba a grande escadaria de uma versão do avião feita para companhia Emirates, passe pelas duchas e pelas suítes de primeira classe e aí atravesse as intermináveis fileiras da classe executiva para chegar até o bar no piso superior.

Esse sofisticado semicirculo, charmosamente pouco iluminado e totalmente abastecido com bebidas caras como a vodca Grey Goose, é sem dúvida uma das características que definem este avião, que pode levar mais de 500 passageiros. A aeronave transforma qualquer jato comercial num anão.

Clique AQUI e leia a matéria completa

Queda de avião perto do aeroporto deixa 39 mortos no Irã


Trinta e nove pessoas morreram neste domingo na queda de um avião da companhia aérea iraniana perto do aeroporto de Teerã, em mais um acidente que se soma à longa lista de tragédias aéreas registrada este ano. O avião, um Antonov 140, que acabava de decolar do aeroporto Mehrabad da capital iraniana, se dirigia para a cidade de Tabass (leste).

O aparelho caiu no bairro residencial de Azadi, um setor reservado a militares e suas famílias, a menos de 5 quilômetros do aeroporto. "Havia 40 passageiros, entre eles seis crianças, e oito membros da tripulação, a bordo do avião da companhia Sepahan. Alguns passageiros foram levados para o hospital", declarou o vice-ministro dos Transportes, Ahmad Majidi.

No total 39 pessoas morreram, confirmou Majidi, citado pela agência Isna. "O avião caiu sobre algumas árvores e não há vítimas no terreno", declarou, por sua parte, Alireza Jahanguirian, chefe da Organização da Aviação Civil, citado pela agência Fars.


O piloto conseguiu evitar uma queda sobre os prédios vizinhos e um mercado lotado de gente, e jogou o avião contra um muro de concreto de uma caserna do exército. As causas do acidente ainda não são conhecidas.

Cena horripilante


"Foi uma cena horripilante. A cauda do avião caiu em uma estrada. Felizmente, caiu a 500 metros de um mercado. Se tivesse caído sobre ele, haveria muitos mais mortos", declarou uma testemunha citada pela agência Fars. A televisão estatal mostrou imagens do aparelho completamente carbonizado, com partes retorcidas e espalhadas pelos arredores.

"Estava na minha moto quando ouviu um grande barulho atrás de mim. Olhei e vi um avião que se aproximava de mim por cima. Joguei-me ao chão e o avião bateu num muro", contou uma das testemunhas. "Sou militar. Com outras pessoas, corremos para tentar salvar os passageiros, mas havia muita fumaça e houve umas duas ou três explosões fortes", relatou ainda.

O aeroporto de Mehrabad fica perto do centro de Teerã e é o principal aeroporto do país, com voos que cobrem todas as cidades iranianas. A maioria dos voos internacionais decolam do Aeroporto Internacional Imã Khomeini, situado mais a oeste da capital iraniana.

Segundo uma fonte da aviação civil, o Antonov 140 é um modelo construído sob licença no Irã. Trata-se de uma aparelho pequeno e destinado para uso regional, com uma autonomia de 2.400 km. Pode levar até 52 pessoas. As companhias aéreas iranianas são um dos maiores clientes deste tipo de avião.

As sanções impostas pelos Estados Unidos e os países europeus impedem ao Irã de comprar peças de reposição ou aviões ocidentais para renovar sua antiga frota. Em função disso, o presidente iraniano Hassan Rohani ordenou a suspensão de todos os voos dos aviões Antonov 140 fabricados no Irã. "O presidente pediu ao ministro dos Transportes um relatório completo e, à espera do estudo, ordenou a suspensão de todos os voos deste tipo de avião", informou a agência Irna.

O Irã sofreu vários acidentes aéreos nos últimos anos. O mais recente e de maior magnitude aconteceu em janeiro de 2011, quando um avião comercial caiu no norte do país, deixando 77 mortos.

Fonte: AFP via em.com.br

Imagens mostram pouso de emergência em alto mar no Havaí

Passageiro filmou toda a ação com uma pequena câmera à prova d'água.

As nove pessoas a bordo ficaram à deriva no mar por uma hora e meia.

 

O Fantástico entra a bordo de um avião no Havaí. Os alarmes dão o sinal, e os passageiros se preparam para um pouso de emergência em alto mar.

“Rápido, para a porta de trás”, avisa um passageiro.

“Ai meu Deus, cadê o colete salva-vidas?”, pergunta outro passageiro.

Um flagrante impressionante feito de dentro da aeronave. As nove pessoas a bordo têm poucos segundos para sair do avião. A água entra com velocidade e começa a tomar conta do interior da cabine. Em pouco tempo, o avião começa a afundar.

Os sobreviventes de um pouso de emergência se seguram no que podem para boiar no meio do oceano. “Segurem firme”, diz um passageiro.

Toda a ação foi filmada por um dos passageiros, o americano Ferdinand Puentes, com uma pequena câmera à prova d'água. “Está todo mundo bem?”, pergunta. “Eu comecei a filmar assim que ouvi o barulho do motor, com a câmera”, conta o sobrevivente.

Foram 30 segundos até o impacto. O acidente aconteceu em dezembro do ano passado. O avião monomotor decolou às 15h15 do aeroporto de Molokai, no Havaí, com destino à cidade de Honolulu. Dentro dele, oito passageiros e o piloto. Com apenas quinze minutos de voo, o susto.

“Ouvi um estouro muito alto e o motor parou completamente. Todas as luzes de emergência e alarmes começaram a disparar”, conta o piloto Clyde Kawasaki.

Clyde teve que pensar e agir rápido para tentar salvar todos a bordo.

Ele contou que embicou o avião para baixo para manter velocidade, e quando estava perto da água retomou à posição horizontal para tentar planar o avião o máximo possível e diminuir o impacto, pousando de barriga. E ele conseguiu. “Em todo pouso de emergência fora da pista, é aconselhável que você pouse de barriga, para que não tenha o impacto frontal. E esse impacto frontal vai levar os ocupantes da aeronave a terem machucados mais sérios”, destaca o instrutor de voo Guilherme Andrade.

Mesmo assim, Clyde, o piloto, se machucou. “Com o impacto, eu bati a cabeça no painel de controle e comecei a sangrar bastante”, conta ele.

Numa imagem, dá para ver o piloto com a cabeça ferida. “O que me preocupou mais não foi o ferimento, mas o sangue na água. Aquela é uma área de tubarões”, diz o piloto.

Apesar de todos terem sobrevivido à queda, uma passageira teve um ataque cardíaco, enquanto esperava o resgate e morreu ainda no mar. Era Loretta Fuddy, de 65 anos, a diretora da Secretaria Estadual de Saúde do Havaí.

Em 2011, ela foi pivô do escândalo que questionou se Barack Obama, o presidente americano, era mesmo nascido nos Estados Unidos.

Todos os passageiros ficaram à deriva por uma hora e meia, até a guarda costeira chegar.


Avião tem que fazer pouso forçado em Goiás


Uma família sabe bem como é a sensação de estar num avião que, de repente, tem que fazer uma aterrissagem forçada. Foi há cerca de um ano e meio, durante um voo curto que ia de Mozarlândia para Aruanã, no interior de Goiás.

“Eu comecei a filmar na brincadeira. Susany estava assustada, pressentimento ruim. Estava meu pai e o piloto na frente. Eu, meus irmãos e minha madrasta, atrás. E o engraçado de tudo foi eu filmando o desespero dela. Meu irmãozinho estava sorrindo, o outro brincando e eu filmando minha madrasta o tempo inteiro”, conta o estudante Wenceslau Filho.

Mas o medo de Susany se tornou realidade.

“Quando faltavam quatro minutos para chegar em Aruanã, nós perdemos totalmente o motor esquerdo”, diz o engenheiro Wenceslau Neto.

“Eu senti muito medo mesmo e pensei mesmo que ia morrer”, conta Susany Araújo.

Faltavam poucos metros para a pista, mas o bimotor não tinha como chegar e pousou num terreno próximo. 

“Foi um susto muito grande, medo. Meus filhos até hoje fazem brincadeira. Acho que eles não têm ainda noção real do perigo de vida que nós corremos”, conta Wenceslau.

Ninguém se machucou.

Imagens mostram outro resgate de naufrágio no Havaí


Graças às câmeras cada vez menores e mais resistentes é que é possível fazer registro de acidentes e resgates como este outro, que aconteceu também no Havaí, no domingo passado.

Um grupo de quatro adultos e quatro adolescentes saiu para uma aventura num barco. A ideia era curtir um passeio de caiaque perto da ilha de Molokai, o mesmo lugar onde o avião do início da reportagem fez um pouso forçado.

“Começou a entrar muita água no barco. Mais do que a gente conseguia tirar”, conta Francesco Forty, de 15 anos.

O barco afundou. Só deu para salvar os caiaques, que foram usados como botes para manter o grupo a salvo enquanto esperavam resgate. E, claro, as câmeras.

“Enquanto a gente esperava, tirei a câmera da mochila e comecei a filmar”, conta Mark Reeves, de 15 anos. 

“Eu tinha um celular à prova d'água, então liguei para guarda costeira e pedi ajuda”, diz Francesco Forty. 

Foi graças a um aparelho, um localizador via satélite, acionado por eles durante o naufrágio, que a guarda costeira conseguiu localizá-lo depois de duas horas à deriva em alto mar.

Um mergulhador desceu para ajudar no transporte dos náufragos. Ainda assustados, os adolescentes foram içados em duplas para dentro do helicóptero dentro de uma cesta.

“Foi um dos vídeos mais irados que já fiz!”, diz Mark. Já a salvo e bem mais tranquilos, eles foram levados para terra firme, para alívio dos pais.

“Eles ficaram traumatizados, mas eu também, porque, quem vai ter que pagar pelo barco, sou eu”, diz o dono do barco Manoa Buckman.

Pelo menos, ninguém se machucou, mas que foi um baita susto, isso foi.

Clique AQUI e assista a matéria do Fantástico.

Fonte: Fantástico (TV Globo) - Imagem: Reprodução

domingo, 10 de agosto de 2014

Queda de avião de passageiros mata dezenas de pessoas no Irã

Pelo menos 39 pessoas morreram, de acordo com a TV estatal iraniana.

Acidente ocorreu nas proximidades do aeroporto de Mehrabad, em Teerã.




Um avião caiu nas proximidades do aeroporto de Mehrabad, ao sul de Teerã, no Irã, pouco após a decolagem, informou a agência de notícias iraniana IRNA. Pelo menos 39 pessoas morreram.

Segundo os primeiros relatos da televisão estatal iraniana, todas as pessoas a bordo haviam morrido, mas já se sabe que alguns passageiros sobreviveram. Ao menos 10 pessoas foram levadas a hospitais em situação grave.



Segundo a agência, o avião caiu sobre um bloco residencial, ferindo ao menos três pessoas. O acidente foi causado por uma falha no motor. De acordo com a televisão estatal iraniana, o piloto detectou a falha, e tentou retornar ao aeroporto antes da queda.

A aeronave Hesa IrAn-140-100, prefixo EP-GPA, pertencia à companhia aérea iraniana Sepahan Airlines e se dirigia à cidade de Tabass.

O avião Hesa IrAn 140-100 é a versão iraniana do Antonov An-140-100. A aeronave tem capacidade para transportar 52 passageiros.




Fontes: Site Desastres Aéreos / G1 / Aviation Herald / Aljazeera - Fotos: AP

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

STJ nega prisão preventiva de pilotos do Legacy

Por unanimidade, os ministros negaram a medida liminar que pedia prisão imediata de Joseph Lapore e Jan Paul Paladino.

A 5ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou nesta quinta-feira, 07, pedido de prisão preventiva dos dois americanos que pilotavam o jato Legacy que se chocou com o Boeing 737 da GOL, em 2006, e ocasionou a morte de 154 pessoas que estavam a bordo do voo 1907.

Por unanimidade, os ministros negaram a medida liminar que pedia prisão imediata de Joseph Lapore e Jan Paul Paladino.

Entenderam que é preciso esperar o trânsito em julgado do processo e decidiram, após analisar dois recursos especiais sobre o caso, manter a condenação aplicada pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região: pena de três anos, um mês e dez dias de detenção, em regime aberto. 

STJ: tribunal decidiu manter a pena base fixada, em um ano e nove meses 

O TRF-1 já havia reduzido a condenação da dupla, determinada pela Justiça Federal de Mato Grosso, que inicialmente era de quatro anos e quatro meses de prisão, por homicídio culposo.

O Ministério Público Federal pedia no STJ o aumento da pena dos pilotos, enquanto a defesa pedia a redução, além de substituição da pena privativa de liberdade por pena restritiva de direitos.

O tribunal decidiu manter a pena base fixada, em um ano e nove meses, de modo a manter, também, a pena final.

A pena base é fixada na primeira fase de dosimetria. Após, são determinados agravantes e qualificadores que podem aumentar a pena final. 

O subprocurador-geral da República, Antonio Augusto Aras, defendeu no STJ que fosse aumentada a pena base, devido à violação de regras técnicas da profissão que ocasionou, de forma culposa, 154 mortes. 

"Todos os alertas foram ignorados durante uma hora", afirmou.

O assistente da acusação e advogado da associação de familiares e vítimas do acidente, ex-ministro do STJ Nilson Naves, também defendeu a majoração, ao afirmar que os pilotos causaram o segundo maior acidente aéreo da história.

A ministra relatora, Laurita Vaz, contudo, decidiu negar os recursos das duas partes. No entendimento da ministra, não foi "nada desarrazoada" a pena aplicada pelo TRF.

Ao final da sessão, no entanto, o advogado dos pilotos, Theodomiro Dias, criticou o que classificou de "contradição" no posicionamento da relatora. 

Em dezembro de 2013, em decisão monocrática, Laurita Vaz chegou a determinar a redução da pena para dois anos e quatro meses de detenção. Posteriormente, a decisão foi considerada pela própria ministra sem efeito, pois chegou ao STJ o recurso do MPF.

"A própria relatora havia dado decisão para diminuir", afirmou Dias.

Durante análise do caso, os ministros criticaram a legislação penal, mas entenderam não ser possível majorar a pena base devido à consequência gerada - no caso, 154 mortes - pois isso já havia sido levado em consideração em fase posterior da dosimetria da pena. Por maioria, decidiram manter a pena.

Atualmente, os pilotos moram nos Estados Unidos e são representados pelo advogado no processo.

A defesa encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF) recurso extraordinário para discutir a substituição da pena e o tempo total estabelecido para detenção.

Fonte: Beatriz Bulla (Estadão) via Exame.com - Foto: Wikimedia Commons

Avião da Arábia Airlines sai da pista nas Filipinas


O Boeing 747-468, prefixo HZ-AIX da Saudi Arabian Airlines, saiu da pista no Aeroporto Internacional de Manila e ficou preso na lama quando se preparava para decolar na terça-feira (5) à noite, após uma forte chuva.

Nenhum dos 298 passageiros ficou ferido, mas pelo menos outros 11 voos foram atrasados em razão de a pista ter ficado bloqueada. 

O voo SV-871 com destino a Riyadh foi cancelado e os passageiros foram levados de ônibus e hospedados em um hotel.

Fontes: Site Desastres Aéreos / gulfnews.com - Foto: AP