quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Avião da US Airways faz pouso de emergência na Filadélfia (EUA)

Voo era procedente da Irlanda.

Após desembarque na pista passageiros foram isolados e escaneados.

Passageiros deixam o avião na pista do aeroporto

Um Boeing 757 da US Airways que operava um voo procedente da Irlanda fez um pouso de emergência nesta quarta-feira no Aeroporto Internacional da Filadélfia, nos Estados Unidos, devido a uma ameaça não revelada, afirmaram a polícia e a companhia aérea.

"Houve algum tipo de ameaça feita, mas nada especificado", disse uma porta-voz do Departamento de Polícia da Filadélfia.

Ao invés de seguir o procedimento habitual de desembarque, os passageiros foram isolados e escaneados, e a bagagem foi inspecionada, segundo a polícia.



Clique AQUI e veja mais fotos do local do incidente.

O voo 777 pousou em segurança e sem incidentes ao seu destino por volta de 14h (15h no horário de Brasília), disse o porta-voz da US Airways Andrew Christie.

"Estávamos cientes de um possível problema de segurança com o voo e por excesso de cautela a aeronave taxiou para um local remoto, onde foi recebida por policiais e pessoal de emergência", disse Christie.

Todos os 171 passageiros e oito tripulantes saíram do avião pelas escadas e foram levados ao terminal de ônibus, acrescentou o porta-voz da companhia aérea.


Fontes: Reuters via G1 / ABC - Fotos: Matt Rourke (AP) / Reprodução 

Avião indonésio colide com vaca durante pouso

O Boeing 737-800, prefixo PK-LKH, da companhia aérea Lion Air, com 117 passageiros a bordo, saiu da pista durante o pouso após ter colidido com uma vaca, informou esta quarta-feira (7) a mídia local.







O incidente ocorreu na ilha de Sulawesi. O porta-voz da autoridade aeroportuária de Gorontalo especificou que nenhum dos 117 passageiros que estavam a bordo do avião ficou gravemente ferido. O animal morreu em resultado da colisão.

Após o incidente, o aeroporto foi fechado temporariamente.

Fontes: Rádio Voz da Rússia / Aviation Herald / Daily Mail - Fotos: Agências Internacionais

Parentes de vítimas do avião da Gol pedem licenças de pilotos cassadas

Representantes dos parentes das vítimas do acidente do Voo 1907 da Gol devem entrar com ação na Organização da Aviação Civil Internacional (Icao, na sigla em Inglês) para conseguir com o governo dos Estados Unidos (EUA) a cassação da licença dos pilotos norte-americanos Joseph Lepore e Jan Paul Paladino. Os dois conduziam o Legacy 600 que colidiu com o avião da Gol, matando 154 pessoas. O acidente aconteceu no dia 29 de setembro de 2006, no norte de Mato Grosso. Após a colisão, o Legacy pousou em segurança em uma base aérea no sul do Pará.

A ação foi uma das propostas analisadas nesta quinta-feira, durante reunião com representantes da Advocacia-Geral da União (AGU) para tratar da questão. Em julho, os parentes das vítimas do voo da Gol cobraram do governo medidas para assegurar o cumprimento de decisão da Anac que cassou a licença dos pilotos norte-americanos. A Oaci é uma agência especializada das Nações Unidas que trabalha com a organização dos transportes aéreos, de modo a favorecer a segurança. Ela também é responsável pelo desenvolvimento dos princípios e técnicas de navegação aérea internacional.

O advogado que representa os parentes das vítimas, Guilherme Naves, disse que, "pelo organismo da Icao, devido ao acordo bilateral entre Brasil e Estados Unidos, a Icao teria que tomar conta disso. Estamos estudando a possibilidade de entrar com uma ação para que o governo norte-americano cumpra a decisão da Anac (Agência Nacional da Aviação Civil) que puniu os pilotos".

Brasil e os Estados Unidos são signatários da Convenção de Chicago, que regulamenta a aviação civil internacional. Um dos artigos, que trata das regras de tráfego aéreo, determina que os Estados- membros da convenção devem se "comprometer a processar todos os infratores dos regulamentos em vigor".

Após investigações sobre o acidente, a Anac puniu, em 2012, os pilotos e chegou a comunicar a Federal Aviation Administration (FAA), que é a autoridade aeronáutica dos Estados Unidos. Contudo, Joseph Lepore e Jan Paul Paladino não sofreram punições nos Estados Unidos e continuam pilotando. O órgão norte-americano teria informado que, de acordo com a legislação em vigor no país, o prazo para aplicar a sanção, de até seis meses após o acidente, já estava prescrito.

No início de 2013, a AGU contratou um escritório de advocacia nos EUA para estudar a legislação norte-americana e elaborar um documento questionando a possibilidade de pedir aplicação da sanção com base na data de publicação do relatório final de investigação. De acordo com Naves, a AGU informou que os resultados ainda são "inconclusivos".

"A gente esperava ter acesso ao parecer jurídico do escritório para saber se houve ou não a prescrição da punição", reclamou Naves, que disse que ainda não teve acesso à documentação solicitada pela AGU. "Isso é fundamental para que a gente tenha um norte a seguir; para saber por que que é inconclusivo (o resultado da investigação do escritório norte-americano), por que o FAA não pode cumprir a decisão tomada pela Anac. Esse parecer pode juntar elementos para que eu possa levar à Icao e, com base nesse parecer jurídico, a organização determine que o FAA cumpra a decisão que foi tomada pela Anac no Brasil". 

Durante a reunião, Naves disse que também foi aventada a possibilidade de saber se existem processos civis correndo contra os pilotos e pedir sua execução nos EUA, o que poderia forçar os pilotos a chegar a um acordo com os parentes das vítimas. "Isto poderia representar uma troca: eles deixariam de pagar indenização para receber a cassação das licenças", observou. Uma terceira possibilidade seria pedir a extradição dos pilotos para que eles tenham a licenças cassadas. "Com a condenação no Brasil, se poderia cassar a licença dos pilotos".

Para o perito em aviação Roberto Peterka, os pilotos foram responsáveis pelo acidente. "Eles não cumpriram os procedimentos operacionais estabelecidos e descumpriram legislações próprias do desempenho das atividades como piloto", disse. Peterka que atuou como assistente de acusação durante o julgamento avalia que a solução não virá em curto prazo. "Justamente por se tratar de dois países, existe muita burocracia, muita coisa para se estudar a este respeito", sentenciou.

Em outubro de 2012, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) condenou os pilotos norte-americanos à pena de três anos, um mês e dez dias de prisão. A decisão alterou a condenação anterior, da Justiça Federal em Sinop (MT), de quatro anos e quatro meses, em regime semiaberto, pena que foi transformada em prestação de serviços comunitários. O Ministério Público Federal e os representantes das vítimas recorreram e aguardam o Superior Tribunal de Justiça (STJ) fazer novo julgamento.

Fonte: Agência Brasil via Terra

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Piloto que usou avião no dia anterior teria informado sobre perigo à TAM

O piloto José Carlos Brosco, ouvido nesta quarta-feira (07), disse que teve dificuldade de pousar na pista de Congonhas, porque estava escorregadia.


Nesta quarta-feira (07) começaram a ser ouvidas testemunhas de acusação no processo do acidente com o avião da TAM, há seis anos, no aeroporto de Congonhas.

Os pilotos não conseguiram frear a aeronave, que atravessou a pista e bateu em um prédio na avenida que passa lado do aeroporto de congonhas. Cento e noventa e nove pessoas morreram.

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Na quarta-feira (07), em seu depoimento, a desembargadora Cecília Marcondes, do Tribunal Regional Federal, disse que liberou o pouso de determinadas aeronaves em Congonhas com base em documentos apresentados pela Anac, que mostravam que a pista era segura. A desembargadora disse que foi enganada pela agência.

Outra testemunha ouvida foi o piloto José Carlos Brosco, que um dia antes do acidente usou a mesma aeronave. E ele contou que encaminhou à TAM um relatório de perigo porque teve dificuldade de pousar na pista de Congonhas, que estava escorregadia.

Fonte: Bom Dia Brasil (TV Globo) - Imagem: Reprodução da TV

Colecionador de Araraquara mantém 10 aviões e 400 motos raras em casa

Hobby começou há 50 anos quando ele comprou primeira aeronave.

Cerca de 90% das peças dos veículos são produzidas por ele mesmo.

Firechild, de 1943, foi o primeiro avião comprado pelo colecionador

Um engenheiro mecânico de Araraquara (SP) encontrou no ar e na estrada um dos passatempos favoritos: colecionar aviões e motocicletas. São 10 aeronaves e 400 veículos de modelos raros. Para mantê-los em funcionamento, o colecionador montou uma oficina na própria casa onde produz 90% das peças. Graduado em engenharia aeronáutica e mecânica, Murilo Leonardi começou o hobby há 50 anos. Mas só colecionar não era suficiente e o gosto pelas alturas fez com que ele comprasse o próprio avião.

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“O primeiro que comprei foi uma aeronave americana de acrobacias. Você tendo o próprio avião vai onde você quer. É diferente de pegar um de aeroclube, que pode quebrar em uma manobra e você prejudicar um número enorme de pessoas”, contou.

O araraquarense possui atualmente dez aeronaves. O Firechild (1943), usado no treinamento de pilotos da Força Aérea americana na Segunda Guerra Mundial é o que mais chama a atenção.

Para poder decolar e pousar quando quiser, o engenheiro aviador comprou uma fazenda e fez uma pista só para ele. Depois que ficou sem espaço para guardar toda a coleção, ele construiu o próprio hangar com capacidade para armazenar até 20 aviões.

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Fonte: G1 São Carlos e Araraquara - Foto: Felipe Lazzarotto/EPTV

Sem voos comerciais, aeroportos do interior ganham expansão

Aeroportos que não conseguem atrair empresas aéreas estão sendo contemplados pelos governos estadual e federal em obras de expansão.

Em São Paulo, enquanto Congonhas e Guarulhos operam no limite, não têm linhas cidades como Araraquara, Piracicaba, Franca, São Carlos, Sorocaba, Votuporanga, Ourinhos, Barretos e Avaré.

Boa parte dessas cidades teve linhas entre 1975 e 1999, quando as empresas eram obrigadas pelo governo a assumir rotas deficitárias.

Na prática, passageiros de linhas rentáveis subsidiavam voos com baixa demanda. Os aviões tinha ainda menor autonomia de voo-eram obrigados a fazer mais escalas.

Nos anos 1990, o mercado foi desregulado. Restaram poucas linhas comerciais no interior, como em Ribeirão Preto, que de janeiro a junho teve 540 mil passageiros, e São José do Rio Preto, com 360 mil.

Se as companhias aéreas não apostam na viabilidade de rotas menos procuradas, o setor público tem mais crença nos aeroportos regionais.

O Programa de Investimentos em Logística: Aeroportos, do governo federal, prevê R$ 7,3 bilhões para 270 aeroportos regionais -hoje há 135 municípios com voos regulares.

O governo federal afirma que, se a iniciativa privada não vê demanda, pode voltar ao modelo intervencionista. "Vamos subsidiar a diferença entre a passagem de ônibus e a do avião. Para voos regionais, nós vamos bancar", disse Dilma Rousseff em abril.

Não está claro se subsídios seriam pagos por passageiros de linhas rentáveis -que ficariam mais caras- ou se o dinheiro virá dos impostos.

No caso estadual, o desembolso está mais adiantado.

Tiveram expansão recente, entre outros, os aeroportos de Avaré (pistas), Dracena (abertura de área de giro), Franca (terminal e pátio), Piracicaba (pátio), São Manuel (área de giro) e Votuporanga (terminal). Eles tiveram até junho, respectivamente, 804, 383, 1.190, 1.056, 688 e 1.339 passageiros, todos em voos particulares.

Em todos os 26 aeroportos que gere no interior, o Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (Daesp) investiu ao menos R$ 140 milhões em obras desde 2011. Segundo o órgão, "com as obras, aeroportos como Franca e Votuporanga têm a expectativa de receber aviação comercial, [mas] a decisão depende das companhias. A responsabilidade do Daesp é oferecer infraestrutura."

Em outros aeroportos, o Daesp cita o interesse na aviação executiva. Cinco deles devem ser objeto de concessão.

Para o diretor de planejamento da Azul, Marcelo Bento, o maior gargalo não está no interior, mas nos destinos que já têm voos regulares. Ele apoia os subsídios. "Todo voo quando começa dá prejuízo." 

Fonte: Ricardo Mioto e Mariana Barbosa (jornal Folha de S.Paulo) - Imagem: Silva Junior/Folhapress

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Avião com destino aos EUA faz pouso de emergência em Amsterdã

Airbus 330 saiu na manhã desta quarta-feira (7) de Paris, na França.

Segundo a Delta Airlines, flaps das asas não foram recolhidos no voo.



O Airbus A330-300, prefixo N814NW, da companhia aérea americana Delta Airlines com destino a Detroit teve que fazer nesta quarta-feira um pouso de emergência no aeroporto de Amsterdã-Schiphol, depois que os flaps das asas não foram recolhidos após a decolagem no aeroporto Charles de Gaulle de Paris.

"O voo 99 com destino a Detroit não pôde recolher os flaps depois de decolar do aeroporto parisiense", disse à AFP uma porta-voz da Delta Airlines, que informou que a aeronave transportava 298 passageiros e 11 tripulantes a bordo.

"Por precaução, o avião foi desviado para um aeroporto alternativo", disse.

Os flaps são dispositivos que permitem aumentar a capacidade das asas quando o avião está a baixa velocidade, em particular durante a decolagem ou aterrissagem.

Fonte: AFP via G1 / Aviation Herald - Fotos: AP

Helicóptero militar é derrubado e oito soldados morrem no Iêmen

General responsável por defesa de instalações de petróleo estava a bordo.

Membros de tribos teriam feito o ataque, segundo liderança tribal.





Um helicóptero Mil Mi-8 do Exército do Iêmen foi derrubado nesta terça-feira (6) no Iêmen por membros de tribos, matando oito soldados, anunciou uma liderança tribal.

A bordo do helicóptero estava o general Hussein al-Mashaba, encarregado da defesa das instalações petroleiras, indicou esta fonte.

Membros de tribos armados enfrentaram recentemente soldados do Exército em Wadi Abida, no leste da província de Marib. As forças de segurança protegiam a equipe de manutenção que tentava reparar um oleoduto de exportação atacado com explosivos na semana passada, disse o líder tribal à AFP.

Fontes: France Presse via G1 / ASN - Foto via huffpost.com

'Queremos que a Justiça seja implacável', diz pai de vítima

'O lucro da TAM não pode se sobrepor à segurança'

"O lucro da TAM não pode se sobrepor à segurança das pessoas". Foi assim que o presidente da Afavitam (Associação de Familiares e Amigos das Vítimas do Voo TAM JJ 3054), Dario Scott, defendeu a importância do julgamento de ex-diretores da TAM e da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) a partir desta quarta-feira (7). Marco Aurélio dos Santos de Miranda e Castro, à época diretor de Segurança de Voo da TAM, Alberto Fajerman, que era vice-presidente de Operações da TAM, e Denise Maria Ayres Abreu, então diretora da Anac, são acusados de atentado contra a segurança aérea – a pena pode chegar a seis anos.


Fonte: TV UOL

Relembre o acidente da TAM que matou 199 pessoas em 2007

Relembre como foi o acidente com o voo JJ 3054 da TAM, que matou 199 pessoas em São Paulo no dia 17 de julho de 2007. O julgamento de três réus acusados de atentado contra a segurança aérea começa nesta quarta-feira (7). Pela primeira vez na história dos desastres aéreos no país ex-diretores de companhias aéreas serão levados ao tribunal, dizem especialistas.

Julgamento da TAM começa hoje em SP; pela 1ª vez diretores são réus

Alberto Fajerman, Denise Abreu e Marco Aurélio Castro, julgados por atentado
 contra a segurança aérea - Fotos: Raimundo Pacco e Alan Marques/Folhapress

Começa nesta quarta-feira (7) o julgamento dos três réus acusados de atentado contra a segurança aérea no caso do acidente com o voo JJ 3054 da TAM, que matou 199 pessoas no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, no dia 17 de julho de 2007. Pela primeira vez na história dos desastres aéreos no país, ex-diretores de companhias aéreas serão levados ao tribunal.

Marco Aurélio dos Santos de Miranda e Castro, à época diretor de Segurança de Voo da TAM, Alberto Fajerman, que era vice-presidente de Operações da TAM, e Denise Maria Ayres Abreu, então diretora da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), podem ser condenados a até seis anos de prisão.

Na primeira etapa do julgamento, que acontece nos dias 7 e 8, serão ouvidas as testemunhas de acusação arroladas pelo Ministério Público Federal. São elas: ex-diretores da Anac, uma desembargadora e pilotos. 

De acordo com o Ministério Público Federal, Castro e Fajerman "não providenciaram o redirecionamento necessário das aeronaves para outro aeroporto, mesmo após inúmeros avisos de que a pista principal do aeroporto estaria escorregadia, especialmente em dias de chuva".

Já Denise teria liberado a pista de Congonhas sem que o serviço de grooving (ranhuras que facilitam a frenagem das aeronaves) fosse executado.

Julgamento sem precedentes

Para Décio Corrêa, piloto e presidente Associação Brasileira das Entidades de Formação Aeronáutica, no entanto, é difícil estabelecer a culpa da cúpula no acidente.

"É inédito. Não me lembro de nenhum caso no país em que um executivo de aviação seja julgado. Isso porque, no meu entendimento, a autoridade deles para exatamente na porta do avião", afirma.

Para Côrrea, apenas indícios de "compra de peças sucateadas, manutenção negligente e utilização de ferramentas descalibradas" poderiam levar à condenação dos diretores. "Isso seria uma gestão criminosa do avião, mas parece que não foi o caso."

Por outro lado, Priscila Dower Mendizabal, presidente da comissão de Direito Aeronáutico da OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil – São Paulo), destaca a importância de que a culpa não recaia apenas sobre os pilotos e controladores, como costuma acontecer.

"Um acidente nunca é culpa de apenas um fator: são várias as causas. É preciso que se analise a cadeia de fatores contribuintes. O piloto é apenas a ponta da situação", diz. "Ninguém sabe quais as condições que ele enfrenta. É fácil para criticá-lo. Mas e sua fadiga? A escala de trabalho permitiu que ele estivesse descansado? Ele conseguiu dormir antes do voo?"

Priscila diz que se trata de um caso sem precedente, tanto aqui quanto no exterior, mas que pode ter um resultado contra-producente. "A condenação de diretores ou pilotos apresenta um problema, porque inibe futuras investigações. Se eu sou piloto e sei que serei punido, a tendência é que não colabore."

Já Luiz Roberto Stamatis de Arruda Sampaio, advogado que já representou mais de 20 familiares de vítimas de acidentes aéreos –incluindo os dois da TAM, em 1996 e 2007, e o da Air France, em 2009– defende que o julgamento de diretores é, no mínimo, "salutar", já que "as autoridades e executivos das aéreas muitas vezes concorrem decididamente para os acidentes".

"Nos casos anteriores, ninguém era sequer denunciado. Muitas vezes os envolvidos acabavam procurando jogar a culpa nas costas do piloto morto, e tudo acabava em pizza", afirma.

O problema, ressalta Cláudio Jorge Pinto Alves, professor titular do departamento de Transporte Aéreo do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica), é a necessidade de apontar culpados. "Eu sinto que houve uma politização do acidente", afirma. "A investigação nunca deve ser voltada para a punição. O objetivo deve ser descobrir o que provocou a tragédia para poder prevenir futuros casos. A punição dos réus não colabora para tornar a aviação civil mais segura, pelo contrário, provoca medo e contribui para que futuras investigações fiquem 'emperradas'."

Defesa

Segundo Roberto Podval, advogado de Denise, o julgamento é "absolutamente ilógico" e a ré está sendo usada de "bode expiatório".

"Não me parece razoável que uma única diretora da Anac seja responsável pela queda do avião. As perícias indicam que houve falha dos pilotos", diz.

Para Paola Zanelato, advogada de Fajerman e Castro, "nenhuma das condutas atribuídas" aos clientes aconteceram por atos deles.

Veja as etapas do julgamento

 7 e 8 de agosto
Serão ouvidas seis testemunhas da acusação

11 e 12 de novembro
Serão ouvidas seis testemunhas da defesa

3,9 e 10 de dezembro
Serão ouvidas 15 testemunhas da defesa

Sem data
Oitiva dos réus

Fonte: Justiça Federal

Infográfico: Veja como foi o pouso do Airbus da TAM, segundo dados das caixas-pretas.

Fonte: Gil Alessi (UOL)

Veja também: 

Testemunhas começam a depor sobre o acidente da TAM.

Julgamento do acidente da TAM é pedagógico para país, diz advogado de famílias das vítimas.

Avião da TAM tem bico amassado por choque com ave em voo BH-Rio

TAM diz confirma impacto com 'ave' e diz que desembarque foi normal.

Passageira relata que viu urubus em volta da aeronave durante pouso.

Urubu teria atingido parte dianteira do avião

Um avião da TAM pousou no aeroporto Santos Dumont, no Centro do Rio, com sua parte dianteira amassada. O voo JJ 3759 saiu de Confins, em Belo Horizonte (MG), às 14h48 desta terça-feira (6) e aterrissou às 15h38 na capital fluminense, segundo a companhia. A suspeita, segundo passageiros, é que um urubu tenha atingido a aeronave durante a descida. A repórter Isabela Scalabrini, da TV Globo em Minas Gerais, registrou o amasso no bico do avião (veja imagem acima).

Bico do avião ficou amassado

Procurada pelo G1, a TAM confirmou que a aeronave foi atingida por uma ave, mas não detalhou a espécie. "Os passageiros desembarcaram normalmente e a aeronave seguiu para manutenção", informou a companhia aérea, por meio da assessoria de imprensa.

Uma passageira do voo disse que, durante o processo de pouso, viu urubus ao lado esquerdo da aeronave. Segundo Isabela Scalabrini, o avião derrapou para o mesmo lado quanto tocou a pista do aeroporto Santos Dumont. No entanto, os passageiros não sentiram nenhum choque no ar, na descida.

Fonte: G1 Rio - Fotos: Isabela Scalabrini/ TV Globo

Polícia investiga procedência de avião abandonado em Herculândia (SP)

Aeronave com capacidade para seis pessoas foi encontrada em fazenda.

Dentro só havia o banco do piloto, os demais foram retirados.

Avião foi encontrado abandona na pista rural em uma fazenda

Um avião fez um pouso forçado na área rural de Herculândia (SP). Segundo a Polícia Civil, o avião foi encontrado nesta terça-feira (6) à tarde em uma fazenda de cana-de-açúcar arrendada para uma usina. O avião estava em uma pista de pouso usada pela usina para pousos e decolagens de aviões agrícolas.

A polícia acredita que este pouso forçado não tenha sido feito hoje, já que o motor do avião está frio. Os policiais foram chamados e ao chegar ao local encontraram o avião abandonado, com a hélice torta.

A chave de partida do avião estava no chão e as portas abertas. A aeronave, que tem capacidade para quatro passageiros e 2 tripulantes, só tinha banco do piloto. Os outros bancos foram retirados, provavelmente para realizar o transporte de alguma mercadoria, mas, não havia nada dentro do avião.

A polícia fez a perícia no avião e pelo número do prefixo vão tentar identificar a procedência. A polícia suspeita que o avião era utilizado para algum transporte ilegal, já que foi abandonado no local.

Polícia não encontrou nenhuma mercadoria dentro da aeronave

Avião só tinha o banco do motorista na parte interna

Clique AQUI para assistir a reportagem.

Fonte: G1 Bauru e Marília - Fotos: Claudemir Lima/ TV Câmara de Tupã

Vídeo hilariante das reações de um homem que tem medo de voar


Via Daily Mail

Avião fez pouso de emergência em região metropolitana de Moscou

Um Antonov An-24, da Marinha da Rússia, fez pouso de emergência hoje (7) pela manhã em território recentemente integrado na área metropolitana de Moscou, perto do povoado de Ostafievo, segundo notificou o porta-voz da Direção-geral para Moscou do Ministério do Interior da Rússia.

Não houve relatos sobre vítimas. O número de pessoas a bordo está sendo verificado. Para o local de incidente foi enviada uma equipe de emergência.


Fontes: portuguese.ruvr.ru / ASN - Imagem: Reprodução

Avião monomotor faz pouso forçado no Brejo paraibano, diz polícia

Não há informações sobre feridos.

Caso aconteceu em Solânea.




O avião monomotor Cessna 172G Skyhawk, prefixo PT-CQR, realizou um pouso forçado de emergência na manhã desta terça-feira (6) em Solânea, no Brejo paraibano.

De acordo com a Polícia Militar, o acidente foi registrado por volta das 9h, em um campo de aviação desativado. Ainda segundo a polícia, não há registros de feridos. Apenas o piloto e o copiloto estavam na aeronave no momento do acidente.

O aeroplano teria partido mais cedo de Mossoró, no Rio Grande do Norte, com destino ao município de Guarabira, e precisou realizar o pouso forçado por motivo ainda desconhecido.

O pouso aconteceu no futuro campus III da Universidade Estadual da Paraíba, em um espaço de aproximadamente 500 metros quadrados.

Fontes: G1 PB / Márcia Dias (PB Agora) / ASN - Fotos: diariodobrejo.com)

Incêndio fecha aeroporto no Quênia

Fogo atingiu Aeroporto de Nairóbi, o mais movimentado da África Oriental.

Voos devem ser retomados ainda nesta quarta, do terminal de carga.




Um grande incêndio atingiu na manhã desta quarta-feira (7) o Aeroporto de Nairóbi, no Quênia, um dos mais movimentados da África Oriental.

As chamas levaram as autoridades locais a fechar o complexo.

Os voos devem ser retomados ainda nesta quarta-feira, a partir do terminal de carga.

O fogo começou por volta das 5h locais (23h da terça, 6, em Brasília), e teria destruído a área de embarque, informou a imprensa local.

Não há informações sobre as causas do incêndio, que já foi controlado.

O aeroporto Jomo Kenyatta da capital queniana foi isolado por integrantes das forças de segurança, e todas as operações aéreas foram canceladas.

Até o momento, as autoridades não anunciaram a existência de nenhuma vítima.



Clique AQUI para assistir a reportagem.

Fonte: G1 - Fotos: AFP / AP

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Avião aborta decolagem e sai da pista da Tailândia

Foto via Twitter de @bakoyoko

Foto: Methee Muangkaew

O Boeing 737-8AS (WL), prefixo HS-DBM, da Nok Air, que realizava o voo DD7411, sai da pista logo após abortar a decolagem no Aeroporto Trang (TST/VTST), em Tambon Khok Lo, na Província de Trang, na Tailândia, nesta terça-feira (6).

Todos os 142 ocupantes (passageiros e tripulantes) saíram ilesos do incidente.

Clique AQUI e veja mais fotos do local do incidente.

Boeing sai da pista durante a aterrissagem no Japão


O Boeing 737-9B5, prefixo HL7599, operado pela Korean Airlines, ao finalizar o voo KE763 - entre Seul (Coreia do Sul) e Niigata (no Japão) - acabou saindo da pista enquanto pousava no aeroporto de Niigata, no Japão, nesta segunda-feira (5).

O avião se projetou para fora da pista 10 por cerca de 40 metros e o trem de pouso dianteiro ficou preso na grama. Nenhum ferimento foi relatado entre passageiros e a tripulantes.

Fontes: ASN / Aviation Herald - Foto via Aviation Herald

Avião monomotor cai em fazenda de Paragominas, nordeste do Pará

Acidente aconteceu por volta das 19h30 deste domingo, 4.

Empresário da região que pilotava a aeronave morreu na queda.

Monomotor incendiou na queda. O piloto, Francisco Feliciano, morreu
Foto: Reprodução/ TV Liberal

O avião monomotor Embraer EMB-711ST Corisco II, prefixo PT-RHI, caiu neste domingo (4), por volta das 19h30, em Paragominas, nordeste do estado. Uma pessoa morreu no acidente.

O avião caiu em uma fazenda, em área de mata de difícil acesso, distante cerca de 3km da cidade de Paragominas.

Segundo o Corpo de Bombeiros, o monomotor teria saído de Tomé-açú com destino a Paragominas. Havia apenas uma pessoa a bordo: Francisco Soares Feliciano, de 53 anos, empresário da região, que pilotava a aeronave.

Clique AQUI para assistir a reportagem.

Fontes: G1 PA / ASN

Helicóptero militar americano cai em Okinawa, no Japão, durante exercício

Governo japonês afirma que três, de quatro pessoas a bordo, sobreviveram.

Acidente pode intensificar a desaprovação de moradores por americanos.

Um helicóptero militar americano combate o foco no local do acidente em 
que outro helicóptero militar americano caiu na ilha de Okinawa, no Japão

O helicóptero militar americano Sikorsky HH-60 Pave Hawk, da United States Marine Corps, caiu na ilha de Okinawa, no sul do Japão, nesta segunda-feira (5), de acordo com forças americanas no Japão. O incidente pode estimular o ódio sobre a concentração de bases militares na ilha.

O ministro da Defesa do Japão confirmou que três das quatro pessoas a bordo tinham sobrevivido ao acidente, mas a Força Aérea americana afirmou em comunicado que o estado de pelo menos quatro pessoas a bordo era desconhecido.

Local da queda do helicóptero

Não houve vítimas entre os moradores locais, de acordo com um funcionário japonês. A força aérea relatou que um helicóptero HH-60, da base aérea de Kadena, em Okinawa, caiu em uma área de treinamento dos fuzileiros navais americanos e que equipes locais estavam trabalhando no resgate e no controle do fogo. O helicóptero conduzia uma missão de treinamento no momento do acidente.

Anteriormente, uma emissora privada havia dito que o modelo do helicóptero era um CH-46. "Isso é realmente lamentável. Nós estamos pedindo ao lado americano por informações rápidas", disse o ministro da Defesa Itsunori Onodera. "Planejamos pedir enfaticamente por investigações da causa do acidente e medidas para prevenir outras ocorrências."

O primeiro-ministro Shinzo Abe quer mudar a base aérea dos fuzileiros navais americanos para uma área menos populosa da ilha, mas a forte oposição dos moradores de Okinawa está atrasando o plano.

Os moradores da ilha, que acolhe a maior parte das forças militares americanas no Japão, há muito tempo ressentem o que muitos veem como uma cota injusta do fardo pela aliança militar EUA-Japão. Muitos associam as bases americanas com acidentes, crime e poluição.

Fontes: Reuters via G1 / ASN - Foto: Reuters/Kyodo / KABC Photo

Dois funcionários morrem durante inspeção realizada com uso de helicóptero

Dois trabalhadores que inspecionavam linhas de energia suspensos por um helicóptero, morreram nesta segunda-feira (5) em um acidente em Martin County, a 36 milhas a noroeste de Midland, no estado do Texas, nos EUA.

Segundo as autoridades locais, havia dois trabalhadores que foram suspensos por cabos a partir de um helicóptero, que atingiu uma linha de transmissão e sofreram uma descarga elétrica que os matou.

Os trabalhadores estavam inspecionando linhas de energia quando foram eletrocutados. Autoridades dizem que os homens caíram de uma altura de 200 pés.


O helicóptero Hughes 369, de propriedade de Haverfield Aviation, pousou em segurança após o acidente (foto acima).

O Gabinete do Xerife do Condado de Martin, juntamente com a OSHA e a FAA estão investigando o acidente. Os nomes dos trabalhadores ainda não foram liberados.

Clique AQUI e assista a reportagem (em inglês).

Fontes: ASN / newswest9.com - Foto: reprodução

Dois mortos em acidente com avião de pequeno porte no no sul da Geórgia (EUA)

Um homem e uma mulher morreram no último domingo (4) em um acidente de avião de pequeno porte.

A FAA (Federal Aviation Administration) informou que o avião Beech A36 Bonanza, prefixo N1831W, registrado para a empresa APS Aviation LLC, caiu no domingo à tarde (hora local) perto de Alma, cerca de 70 km a noroeste de Brunswick, no estado da Geórgia.


Sid Shah, de 58 anos (na foto acima, ao lado do avião), e Shama Gamkhar foram as vítimas fatais do acidente. As autoridades não tinham certeza da idade da mulher, e o porta-voz da FAA informou que os investigadores acreditam que Shah e Gamkhar eram marido e mulher.

O avião estava voando a partir de Fernandina Beach, na Flórida, para Lawrenceville, na Geórgia, quando o acidente aconteceu. O avião pousou em uma área rural e colidiu contra um grupo de árvores.

As autoridades estão investigando a causa do acidente.



Fontes: ASN / wtoc.com - Fotos: Reprodução

Publicado decreto que regulamenta uso de helicópteros oficiais no RJ

Viagens só podem ser feitas em missões oficiais ou questões de segurança.

Em julho, MP abriu investigação sobre suposto uso indevido por Cabral.


Foi publicado nesta segunda-feira (5) no Diário Oficial um decreto que regulamenta o uso dos helicópteros oficiais do governo do estado do Rio, como mostrou o RJTV. De acordo com a publicação, as aeronaves podem ser utilizadas pelo governador, vice-governador, chefes de poderes, secretários e presidentes de autarquias. No início de julho, o Ministério Público do Rio de Janeiro abriu investigação para apurar denúncia de que o governador Sérgio Cabral estaria usando o helicóptero oficial para fins particulares. A denúncia foi publicada pela Revista “Veja”.

No dia 29 do mesmo mês, Cabral pediu desculpas por ter declarado que isso sempre foi uma "prática comum", disse que sua família não utilizava mais o transporte e que iria criar "um protocolo de uso desse recurso".

De acordo com o decreto, as viagens só podem ser feitas para missões oficiais ou questões de segurança. A Subsecretaria Militar da Casa Civil vai definir as recomendações de segurança.

A autoridade que pedir o helicóptero deverá informar a data e o horário do voo, o tempo de permanência no destino, o motivo do deslocamento e a relação das pessoas que viajarão no helicóptero. Todas as aeronaves públicas deverão estar identificadas com logotipo do governo do estado. E o descumprimento dessas regras vai gerar abertura de sindicância.

Segundo a reportagem de "Veja", o governador e a família usavam a aeronave para ir, em fins de semana, a Mangaratiba, na Região Metropolitana do Rio, onde o governador tem uma casa de praia. Um piloto declarou à revista já ter levado para Mangaratiba cabeleireira, médico, prancha de surfe, amigos dos filhos. 

Ainda de acordo com a revista, o helicóptero é utilizado por Sérgio Cabral, diariamente, para ir do Leblon, onde mora, até o Palácio Guanabara, sede do governo, em Laranjeiras, ambos na Zona Sul da cidade. As viagens custariam, por ano, R$ 3,8 milhões aos cofres público, segundo a "Veja".

Clique AQUI para assistir a reportagem.

Fonte: G1 Rio - Imagem: Reprodução da TV

Google Maps percorre o interior do avião A380

Usando o Google Street View, o internauta pode visualizar todos os ambientes do A380, incluindo suítes, salões, SPA e até mesmo a cabine do piloto.


O Google Maps tem chegado a lugares inusitados. Dessa vez, mapeou o interior de um modelo de avião enorme e luxuoso: o A380 da Airbus, enquanto estava estacionado em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

Usando o Google Street View, o internauta pode visualizar todos os ambientes do A380, incluindo suítes, salões, SPA e até mesmo a cabine do piloto. Para ver o nível inferior, clique no botão "E". Para ver o topo, aperte o botão "B".

Pelas imagens é possível ter uma ideia do tamanho do Airbus de 404 milhões de dólares. São 72,7 metros de comprimento e 252 toneladas de peso. O modelo suporta um peso total de 592 toneladas.

Esse modelo já vendeu 106 unidades, das 262 encomendadas pela Airbus. Um dos maiores clientes é a Emirados, de Dubai. A companhia área é uma das mais elogiadas por quem tem muito dinheiro pra voar. 

Fonte: Vanessa Daraya, de Info via Exame.com - Foto: Yasuyoshi Chiba/AFP

Chinês falha em tentar voo com avião caseiro que ele construiu

Ding Shilu gastou R$ 753 para construir a aeronave.

Na construção, ele usou componentes de motocicletas e bicicletas.



O chinês Ding Shilu, de 65 anos, falhou na tentativa de levantar voo com um avião caseiro que ele construiu em Shenyang, na província de Liaoning, na China.

Ding gastou cerca de 2 mil yuans (R$ 753) para construir a aeronave de 5 metros de comprimento, 4,5 metros de altura.

Ele contou que usou componentes de motocicletas e bicicletas. Ding havia começado o projeto há quatro anos.

Fonte: G1 - Fotos: Sheng Li/Reuters

Justiça começa a ouvir testemunhas de acidente com avião da TAM

A Justiça Federal em São Paulo começa a ouvir nesta quarta-feira, a partir das 14h, oito testemunhas de acusação do acidente com o avião da TAM, no Aeroporto de Congonhas, em julho de 2007, na zona sul da capital paulista. A explosão do Airbus causou a morte de 199 pessoas.

As testemunhas foram arroladas pelo Ministério Público Federal (MPF) e vão ser ouvidas pelos juiz federal Márcio Assad Guardia, da 8ª Vara Federal Criminal de São Paulo. A imprensa não poderá acompanhar os depoimentos.

Fonte: Terra

Piloto passa mal e avião faz pouso de emergência em Salvador (BA)

Um avião teve que fazer um pouso de emergência em Salvador na madrugada desta terça-feira (6) após o piloto passar mal.

Segundo informações da Rádio CBN, o avião da TAM partiu do Rio de Janeiro, com destino a Paris, e fez uma parada no aeroporto baiano.

Foto: Lucio Tavora – Agência A Tarde/AE

O homem foi encaminhado a um hospital e, segundo informações da própria companhia, ele precisou de reanimação e foi colocado em observação.

A aeronave era o Airbus A330-200, prefixo PT-MVC, que realizava o voo JJ-8054 entre o Rio de Janeiro e Paris, com 136 passageiros a bordo.

A viagem foi cancelada e os passageiros foram acomodados em um hotel nas proximidades do Centro de Convenções de Salvador à espera do voo seguinte, o JJ 9378, que partiu da capital baiana rumo a Paris às 12h40.

Em comunicado, a TAM lamentou "o transtorno experimentado pelos passageiros" e afirmou que "está prestando toda a assistência necessária tanto aos seus clientes quanto ao seu funcionário".

Clique AQUI para assistir a reportagem da Globo News.

Fontes: Terra / Globo News / G1 / Estadão / A Tarde - Atualizado em 007.08.13 às 12:23 hs. 

domingo, 4 de agosto de 2013

TAM tem 164 funcionários por avião enquanto Ryanair, só 29

É a quarta empresa com maior número ficando atrás somente da Singapore Airlines (225), Lufthansa (189) e Air France (176).

Um relatório realizado pela Brasil Plural indica que a TAM é umas companhias com maior número de funcionários por aeronave. Segundo os dados, a empresa tem 164 empregados por avião. É a quarta empresa com maior número ficando atrás somente da Singapore Airlines (225), Lufthansa (189) e Air France (176).

A GOL é a sétima com maior número de profissionais por avião, 120. Entre as empresa com menos funcionários por avião estão a Ryanair, com 29, a Vueling Airlines (33) e a Easyjet (40). Veja tabela abaixo:
Gráfico

Demissões

Na última terça-feira (30), a TAM informou que fará uma reestruturação no quadro de tripulantes e que demitiria cerca de mil funcionários da tripulação (pilotos, copilotos e comissários).

Em nota, a empresa explicou que objetivo do ajuste é garantir a sustentabilidade do negócio, “que convive com alta significativa dos custos (dólar e combustível), o que a levou a reduzir a oferta, no acumulado de 2011 até agora, em 12% no mercado doméstico.”

Após reunião com o Sindicato Nacional dos Aeronautas, a TAM reduziu o número de postos de trabalho que será cortado, passando de mil para 811. E complementou dizendo que além de de cumprir integralmente a Convenção Coletiva, irá oferecer um Programa de Licença Não-Remunerada (LNR) e um Programa de Demissão Voluntária (PDV).

A LNR estará aberta para tripulantes de todos os equipamentos e terá validade de 18 meses, prorrogáveis por 12 meses. Nos 6 primeiros meses, o funcionário licenciado e seus familiares diretos contarão com plano de saúde e, durante o período da licença, com benefícios de bilhetes aéreos iguais aos dos funcionários ativos da empresa.

Já o PDV será oferecido para tripulantes de aeronaves da família Airbus 320 (A319/A320/A321). Incluirá uma indenização adicional para os que aderirem ao programa, além de seis meses de plano de saúde e três passagens aéreas para o funcionário e seus familiares diretos.

Fonte: Karla Santana Mamona (Infomoney)