sábado, 6 de fevereiro de 2010

Foto do Dia

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Vista de dentro do cockpit do Airbus A320-214, prefixo N451AV, da Avianca, em aproximação para o Aeroporto Internacional de Miami (MIA), na Flórida, EUA, em 2009.


Foto: Pablo Andres Ortega Ch. - Aviacol Spotters
(Airliners.net)

Burocracia põe em risco operações aéreas da PM do Rio

Ficaram apenas nas promessas as metralhadoras Minimi, com capacidade para efetuar 200 disparos em apenas 15 segundos, óculos de visão noturna e outros equipamentos, todos específicos para operações policiais com helicóptero e previstos nos planos da Secretaria de Segurança desde os Jogos Pan-Americanos de 2006. Segundo reportagem de Ana Claudia Costa, um ofício do governador Sérgio Cabral enviado ao Ministério da Defesa, em novembro do ano passado, pedindo para que seja alterada a portaria número 23 do Exército - que permite apenas às Forças Armadas e à Polícia Federal o uso de determinados armamentos - ainda está sem resposta. Segundo o ministério, a solicitação está em análise.

O pedido de empréstimo de armas similares feito em outubro passado pelo secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, ao comando do Terceiro Comando Aéreo Regional (Comar), da Aeronáutica, também não teve retorno. Ambas reivindicações foram feitas dias após a queda do helicóptero da Polícia Militar, abatido por tiros em outubro durante um confronto com traficantes no Morros dos Macacos, em Vila Isabel. A Secretaria de Segurança também aguarda a chegada de dois helicópteros da FAB que não estão sendo mais usados. As aeronaves AF-55 seriam adaptadas para o trabalho das polícias Civil e Militar.

Policiais civis do Serviço Aéreo Policial (Saer), que enfrentam as armas de guerra do tráfico durante as operações, defendem o uso de alguns armamentos hoje restritos às forças federais. O piloto da Polícia Civil Adonis Lopes argumenta que a metralhadora Minimi (calibre .223), por exemplo, tem maior precisão e ajudaria a proteger os policiais que estão em operação em terra.

Fonte: Agência O Globo via Yahoo! Notícias

Filho e genro de deputado federal morrem em acidente de ultraleve

‘Estou dilacerado’, disse Arolde de Oliveira ao G1.

Aeronave caiu numa lagoa em Jacarepaguá.



Os dois homens que morreram em um acidente de ultraleve na tarde deste sábado (6) eram o filho e o genro do deputado federal e ex-secretário de Transportes do Rio, Arolde de Oliveira.

Os dois estavam sobrevoando a Zona Oeste do Rio quando a aeronave caiu em uma lagoa. As vítimas foram identificadas como Sérgio Riberio de Menezes, de 43 anos, genro de Arolde, e Benoni Assis Vieira de Oliveira, de 45 anos, filho do deputado.

“Estou dilacerado”, disse Arolde ao G1. “Eles saíram para voar e fotografar a cidade. Estava um dia lindo, tranquilo. Houve uma fatalidade que a gente não entende. Perdi dois filhos”, lamentou, muito abalado, o ex-secretário.

Segundo informações dos bombeiros, a aeronave caiu numa lagoa que fica no terreno do Clube Céu de Ultraleve, em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio.

Bombeiros informaram que apenas a perícia poderá afirmar o motivo da queda.

O chamado chegou no Corpo de Bombeiros às 18h35. Um helicóptero da corporação foi usado para auxiliar o resgate. Segundo as primeiras informações, piloto e passageiro teriam morrido afogados.

Fonte: Patrícia Kappen (G1)

Bombeiros descartam possibilidade de aeronave ter caído em Campo Largo (PR)

Com informações do Portal Campo Largo Digital

Foi descartado a possíbilidade da queda de uma aeronave na região de Reitinho, em Bateias, Campo Largo, Paraná.

Na tarde de quinta-feira (4), por volta das 17h30 e 18h, moradores da região do Retirinho em Bateias, escutaram o som de um avião, e logo após uma explosão. Há moradores também que afirmam terem visto uma bola de fogo em baixo de uma torre de alta tensão.

Com esses relatos, equipes de resgate terrestre do Corpo de Bombeiros iniciaram um trabalho de busca desde a tarde de quinta-feira.

Equipes do Corpo de Bombeiros, utilizando o helicoptero da Policia Rodoviária Federal, fizeram um sobrevoo pelo período de 40 minutos na região, e nada sendo localizado.

Após período de sobrevoo, e a não confrmação do desaparecimento de nenhuma aeronave, foi descartada a possibilidade da queda de uma aeronave, e assim, todas as equipes do Corpo de Bombeiro (ABTR, ambulância com Socorristas , equipe do GOST) se deslocaram a seus postos.

Informações da COPEL que no horário informado pelos moradores ocorreu uma queda de energia, possívelmente, uma descarga elétrica próximo a torre pode ter ocorrido, e assim resultado no som e na explosão vista pelos moradores.

Para mais informações, acompanhe pelo Twitter:

www.twitter.com/campolargo

Fonte e fotos: Portal Campo Largo Digital

Queda de pequeno avião mata três na Argentina

O pequeno avião Pipper Arrow, prefixo LV-AZR, de propriedade do Aeroclub La Puntilla (DOP), de Mendoza, que havia partido na manhã deste sábado (6) do Aeroclube de Mendoza, entre 12 e 12:15 (hora local) caiu em Mendoza, província no oeste da Argentina, e matou as três pessoas que estavam a bordo, informou a Defesa Civil.

O acidente aconteceu perto da cordilheira dos Andes (foto acima), no distrito de Potrerillos, a cerca de 80 km cidade de Mendoza, capital da província homônima.

O diretor de Defesa Civil, Rafael Garay, informou que as três vítimas são homens. Dois morreram ainda no local do acidente e o outro, quando era levado ao hospital.

Os pilotos e ex-diretores do Aeroclube de Mendoza (foto acima), Luis Giorgio e Rogelio Hidalgo são dois dos mortos, o terceiro ocupante ainda não foi identificado.

Ainda não há uma versão oficial para a causa do acidente. A imprensa local especula que o avião teria batido em uma montanha antes de cair.

Fontes: Terra / mdzol.com - Fotos: Walter Moreno / mdzol.com

Endeavour pronto para levar os últimos componentes à ISS

O ônibus espacial Endeavour e sua tripulação de seis astronautas já estão preparados para o primeiro voo de 2010 até a Estação Espacial Internacional (ISS), onde levarão os últimos grandes componentes.

A missão ocorre em um momento em que se discute a modificação dos objetivos de exploração tripulada da Nasa: o presidente Barack Obama pediu ao Congresso que abandone o programa Constellation, que previa um retorno dos americanos à Lua até 2020.

Além do fim do Costellation e da incerteza do que vai acontecer, 2010 será também o último ano dos voos de outros três ônibus espaciais da frota após cinco missões previstas. O primeiro deles foi lançado em 1981.

O principal objetivo da missão de 13 dias da Endeavour é levar e instalar o Nódulo 3, também chamado de Tranquility, e a cúpula de observação, fabricados para a Nasa pelo grupo europeu Thales Alenia Space, de Turim.

O lançamento do Endeavour está previsto para o domingo, dia 7 de fevereiro, às 09h39 GMT, no Centro Espacial Kennedy, próximo ao Cabo Canaveral.

"Até o momento todos os preparativos se desenvolvem perfeitamente", indicou na quinta-feira Jeff Spaulding, diretor de testes da Nasa, durante uma coletiva de imprensa.

A contagem regressiva começou, como estava previsto, na quinta-feira às 07h00 GMT.

As previsões meteorológicas também são positivas: existem 70% de possibilidades de que haja condições favoráveis no momento do lançamento, disse Kathy Winters, a meteorologista da base aérea de Cabo Canaveral.

Com a instalação do Tranquility - de 18 toneladas, 7 metros de largura e 4,5 de diâmetro - e da cúpula - de 1,9 tonelada, 1,5 metro de largura e 2,9 de diâmetro - a ISS ficará 90% completa, informou a Nasa.

A instalação desses módulos na Estação requer três caminhadas espaciais de seis horas e meia cada uma com dois astronautas por vez.

O Tranquility terá um sistema de suporte de vida mais sofisticado instalado até agora no espaço.

Inclui um sistema de saneamento e controle atmosférico, assim como um compartimento para a tripulação tomar banho.

O módulo tem ainda um sistema de ligação com outros compartimentos habitáveis e veículos de tranporte para astrounautas ou carga.

A cúpula também será acoplada ao Tranquility. Com seis janelas dos dois lados e uma janela central, todas com obturadores de proteção contra micrometeoritos, oferecerá uma vista incomparável da Terra a partir da ISS.

A cúpula também terá uma função chave com sua estação de trabalho robotizada, de onde serão controladas as operações de manutenção da ISS e instalação de outras estruturas no futuro.

A Estação Internacional é um projeto do qual participam 16 países, a um custo de 100 bilhões de dólares, financiado em sua maior parte pelos Estados Unidos.

Uma vez que os ônibus espaciais deixem de voar, os Estados Unidos dependerão exclusivamente dos Soyuz russos para transportar astronautas à ISS.

Para reduzir esse período de dependência e os custos, Obama quer estimular o desenvolvimento de de sistemas de transporte espacial por empresas privadas, que seriam subcontratadas pela Nasa para levr seus astronautas.

Fonte: AFP via Yahoo! Notícias - Fotos: NASA / Chip Somodevilla (AFP)

Fornecedores da Embraer buscam diversificação

Para não sucumbir à crise que ainda afeta a aviação, empresas brasileiras do setor aeronáutico estão buscando oportunidades em outros mercados, como naval, defesa e petróleo e gás. A ideia é reduzir a dependência da Embraer, única cliente de muitas delas. No fim de 2009, a fabricante de aeronaves informou a fornecedores que comprará menos peças neste ano, numa tentativa de equilibrar os estoques no cenário de vendas menores. A expectativa é que as compras de peças programadas para 2010 caiam 23%.

A Winnstal, criada em 1998 para só atender a Embraer, nunca havia recorrido a outros mercados. Com a crise na aviação, passou a fabricar peças para as indústrias de telefonia móvel, automobilística e de equipamentos agrícolas. "Queremos baixar a 40% a representatividade da Embraer no nosso faturamento neste ano ou, no mais tardar, em 2011", diz o diretor-presidente da Winnstal, Ney Pasqualini Bevacqua, que também busca clientes nos segmentos de Petróleo e Gás, tratores e motocicletas.

A Friuli, que em 2008 tinha 90% do faturamento vinculado à Embraer, conquistou clientes nas áreas de defesa, naval e petróleo e gás e reduzir para 56% sua dependência. No ano passado, a empresa fechou contrato com a gigante do setor petrolífero Halliburton, responsável por 5% da sua receita. Agora, quer trabalhar com a Petrobras. "A ideia inicial era diversificar a atuação no setor aeronáutico e aeroespacial. Mas depois, com a crise chacoalhando esses mercados, resolvemos abrir o leque", afirma o presidente da Friuli, Gianni Cucchiaro.

Fonte: jornal O Estado de S. Paulo

Infraero realiza obras no Aeroporto de Congonhas

As chuvas que desde o final do ano passado castigam a cidade de São Paulo obrigaram a Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) a repavimentar a pista de taxiamento e o pavimento do pátio do Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo (SP).

Em nota, a empresa estatal informou que alguns trechos da pista e do pátio sofreram desgaste na camada asfáltica, causando desagregação do piso, infiltrações e fissuras.

Os reparos foram iniciados esta semana e ocorrerão em duas fases. De acordo com a Infraero, a primeira etapa deve ser encerrada até o próximo dia 12, véspera do feriado de Carnaval. A segunda fase deverá ocorrer entre 20 e 26 de fevereiro, dependendo das condições meteorológicas.

As obras estão sendo realizados após o encerramento das operações do aeroporto, entre 23h e 5h30. O serviço exige a interdição do local e alterações no procedimento de manobra das aeronaves, mas a Infraero garante que isso não compromete em nada o nível de segurança do local. Em média, o aeroporto recebe uma média diária de 530 operações de pouso e decolagens.

Fonte: Terra - Foto: iG

Aeroporto Afonso Pena pode entrar no PAC 2

Infraero faz acordo com governos locais para estudar a construção da terceira pista em São José dos Pinhais

Deixada de fora do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e do plano de investimentos visando a Copa do Mundo de 2014, a construção da terceira pista do Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, poderá finalmente decolar com o chamado PAC 2.

Na manhã de ontem, o presidente da Infraero, estatal que administra os aeroportos, Murilo Marques Barboza, assinou um “Termo de Cooperação Técnica” com o governo do Paraná e com a prefeitura de São José dos Pinhais para a realização de estudos para a construção da nova pista. O documento, no entanto, não menciona prazos para o início das obras ou valores, ficando apenas no plano das intenções.

Estudos técnicos preliminares indicam que a obra para a construção da terceira pista no Afonso Pena demandaria investimentos de até R$ 300 milhões e demoraria entre três e cinco anos para ficar pronta. O projeto ampliaria a capacidade operacional do Afonso Pena de 14 para 28 aeronaves por hora.

De acordo com o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, que sobrevoou ontem a área para uma inspeção e participou da assinatura do protocolo, o documento recoloca a discussão sobre a terceira pista na agenda dos governos federal, estadual e municipal. O ministro afirma que até março vai propor a inclusão da obra na segunda edição do PAC. “Se for aprovada a inclusão e todos cumprirem a sua parte, o governo federal garante os recursos para a construção. Mas é preciso deixar claro que 15% da área ainda depende da desapropriação, além do estudo de impacto ambiental da obra”, pondera.

Demanda antiga

A construção da terceira pista é uma reivindicação que mobiliza o empresariado paranaense há mais de uma década. A Federação das Indústrias do Paraná (Fiep) acredita que a obra pode trazer vantagens econômicas ao estado, com a transformação do aeroporto em “hub” regional, uma espécie de concentrador no atendimento aeroportuário de todos os estados do Sul do país.

Para tentar contribuir com o avanço da questão, a Fiep promoveu em maio de 2008 um encontro com empresários, parlamentares da bancada federal paranaense e o superintendente de planejamento e gestão da Infraero, Eduardo Xavier Balla­­rin. À época, ele admitiu que a obra consta no plano diretor da Infraero, mas considerou que ela poderia “esperar mais alguns anos”. “Curitiba tem o quinto aeroporto de um total de 67 no país. Existem outros que exigem investimentos mais urgentes por questões estratégicas e econômicas”, disse Ballarin na ocasião.

Em novembro de 2009, o superintendente do Afonso Pena, Antonio Pallu, considerou que não há demanda para uma obra do porte da construção da terceira pista. “Os estudos que temos indicam que a pista atual ainda tem capacidade para o nível de operações.”

O terminal, projetado para aten­­der 3,5 milhões de passageiros ao ano, opera atualmente com um fluxo de passageiros 40% acima de sua capacidade. A execução completa do plano de in­­vestimento para a modernização do Afonso Pena para a Copa de 2014 deve investir R$ 70 mi­­lhões na modernização e am­­plia­­ção do terminal de passageiros e reforma do pátio de aeronaves.

Obra depende da desapropriação de 15% da área

Fonte: Alexandre Costa Nascimento (Gazeta do Povo) - Foto: Infraero

Alemão que está "morando" no aeroporto de Natal (RN) receberá ajuda da família

O turista alemão Klaus Gutschmidt, 50 anos, que está morando no Aeroporto Internacional Augusto Severo, pode estar perto de voltar para casa. De acordo com o cônsul da Alemanha no Rio Grande do Norte, Axel Geppert, os familiares do europeu se comprometeram em enviar recursos para que ele possa voltar à Alemanha.

Geppert afirmou que a polícia alemã entrou em contato com a família de Klaus, que está ciente da situação do estrangeiro no Brasil. Apesar disso, não há uma data certa para o retorno. "Eles não especificaram quando vão enviar o dinheiro para a compra da passagem".

O cônsul afirma ainda que, como a família se comprometeu em ajudar, o alemão não poderá receber ajuda da União por impedimentos legais. Klaus Gutschmidt está há cerca de seis semanas no Aeroporto, depois que ficou sem hospedagem, ao ter se desentendido com a natalense que conheceu pela internet e de ter sido assaltado em Ponta Negra.

Ele passa suas noites dormindo em cima de um papelão e usando uma mala como travesseiro, no segundo piso doterminal em Parnamirim. Klaus está recebendo auxílio de funcionários do local, que perceberam suas presença no saguão há cerca de um mês. Graças à ajuda de uma funcionária, o alemão conseguiu permissão do aeroporto tomar banho no banheiro do estacionamento. Ele também chegou a ser atendido no posto médico do Augusto Severo, já que apresentava inchação e feridas nos pés.

Gutschimdt tinha revelado que entrou em contato com a empresa de energia solar na qual trabalha, em uma cidade pequena da Alemanha, mas a empresa que não teria depositado o dinheiro referente às férias, e por isso ele não teria recursos para retornar. O alemão não pode ser deportado, ao menos por enquanto, porque tem visto válido para permancer no Brasil até 15 de março. Também não há indícios de que ele tenha cometido algum crime no Brasil.

Fonte: Diário de Natal via Portal UAI - Foto: Fábio Cortez (DN/DA Press)

Equipes de resgate encontram caixas-pretas de avião etíope

No último dia 27, fontes militares anunciaram que um navio americano, que cooperava nos trabalhos de busca, já tinha localizado as caixas-pretas. Horas depois, no entanto, disseram que só haviam captado ondas que poderiam provir delas.

As autoridades libanesas confirmaram que foram encontradas as caixas-pretas do avião etíope que caiu em 25 de janeiro no Mar Mediterrâneo próximo a Beirute, mas ainda não conseguiram resgatá-las, informou neste sábado à Agência Efe o ministro de Transporte libanês, Ghazi Aridi.

"Foi encontrado o local e agora estão trabalhando ali", insistiu o funcionário. Ele acredita que a curto prazo possam ser recuperadas as caixas-pretas para se verificarem as causas do acidente no qual morreram 90 pessoas.

O ministro Aridi acrescentou que o local se encontra a cerca de 45 metros de profundidade. "Foi definida a localização, mas ainda há passos técnicos pendentes para se chegar ao ponto exato das caixas-pretas", acrescentou.

Além disso, o ministro disse não acreditar que demorem muito as equipes de resgate para poder recuperá-las.

No último dia 27, fontes militares anunciaram que um navio americano, que cooperava nos trabalhos de busca, tinha localizado as caixas-pretas no fundo do mar a cerca de 1,3 mil metros de profundidade. Horas depois, no entanto, disseram que só haviam captado ondas que poderiam provir delas.

O avião da Ethiopian Airlines caiu poucos minutos depois de decolar do aeroporto internacional Rafik Hariri de Beirute.

O acidente foi atribuído ao mau tempo que pairava nos céus de Beirute naquele dia. Até agora, só foram encontrados 16 corpos, além de restos de outros, e apenas 13 deles foram identificados.

Entre as vítimas, está a esposa do embaixador da França no Líbano, Marla Sánchez Pietton.

Participam das buscas navios norte-americanos e franceses, além do Exército libanês e de todos os organismos locais concernidos.

Pouco antes, o ministro Aridi deu uma entrevista coletiva hoje na qual mostrou fotos tiradas do fundo marinho onde se viam manchas de restos do avião.

Anteriormente, fontes militares libanesas tinham dito à Agência Efe que várias partes do avião foram encontradas pelas equipes de resgate próximo ao litoral da cidade de Naame, a 18 quilômetros ao sul de Beirute, e que estavam sendo fotografadas antes de retirá-las.

Fonte: EFE via EPA

Não cabe mais ninguém

Guarulhos: o maior aeroporto da América do Sul completa 25 anos obsoleto, desconfortável e cheio de problemas. Passar por ali é um inferno

Caos Aéreo
Passageiros esperam até duas horas para poder embarcar

O Aeroporto Internacional de São Paulo é o território mais cosmopolita do Brasil. Cerca de 140 mil pessoas – entre passageiros vindos de 144 cidades e 26 países, funcionários e visitantes – circulam diariamente pelo local. Fincado em Cumbica, bairro do município de Guarulhos a 25 quilômetros do centro da capital paulista, o aeroporto é o mais movimentado da América do Sul e o segundo no ranking da América Latina. Só perde para o da Cidade do México. Sete de cada dez viajantes vindos do Exterior ou que voam para fora do Brasil, passam por Cumbica. Os números superlativos, no entanto, revelam uma estrutura superada. Nos horários de pico, o fluxo de gente costuma exceder em mais de 50% a capacidade dos terminais e os passageiros são obrigados a enfrentar cerca de duas horas de fila tanto no check-in quanto no desembarque internacional – enquanto os órgãos internacionais recomendam uma espera de, no máximo, 30 minutos. Nos últimos dias, ISTOÉ esmiuçou o cotidiano da principal porta de entrada e saída do País. Ouviu especialistas, autoridades do governo, funcionários e passageiros. A equipe de reportagem passou 24 horas consecutivas no aeroporto, entre a quarta-feira e a quinta-feira da semana passada. Testemunhou todo tipo de sentimento e reação: ansiedade, emoção, cansaço, descontração, indignação.

“Os serviços prestados em Cumbica são péssimos”, avalia Anderson Correia, diretor da Sociedade Brasileira de Pesquisa em Transporte Aéreo. “O conforto e a forma de operação em alguns espaços, como as salas de embarque remotas (em que os passageiros são levados de ônibus às aeronaves) e as de restituição de bagagens, receberiam notas D ou E, segundo critérios internacionais. Estão próximas do colapso.” Viajantes como a paranaense Tatiane Souza, 30 anos, sentem na pele o que essas notas representam. “Foi um absurdo a forma como trataram a minha família”, diz. Por mais de 24 horas, ela tentou embarcar com o marido e os filhos para a Espanha. O calvário começou quando o avião que os trazia de Curitiba não aterrissou em Guarulhos no horário previsto. Quando finalmente a família conseguiu chegar, o embarque para Madri estava encerrado. Juscelino, marido de Eliane, conta que faltavam 25 minutos para o voo decolar, mas os funcionários da TAM não permitiram a entrada dos retardatários.

Juscelino relata que, depois de muita discussão, eles foram levados para um hotel. Passava de 2h e não havia mais vagas. A família só conseguiu se hospedar em outro local, às 4h da manhã. A viagem foi remarcada para a noite seguinte e os aborrecimentos não cessaram. O aeroporto continuava desconfortável, cheio de filas, mal iluminado. Na sala de embarque havia cerca de 200 pessoas, mas apenas 75 cadeiras. Alguns tentavam descansar se recostando nas paredes. Outros esticavam as pernas – ou o corpo todo – sobre os ladrilhos. Antes de deixar o Brasil, os Souza tiveram de esperar mais de três horas sentados no chão frio. Os 45 dias de férias acabaram ali, literalmente, em solo brasileiro.

A sensação de impotência e descaso que os passageiros experimentam é decorrência do crescimento vertiginoso e desordenado do aeroporto. Desde a inauguração, em 1985, o número de viajantes foi multiplicado por dez e o de pousos e decolagens aumentou quase cinco vezes. Mas os investimentos em infraestrutura foram escassos. O terceiro e o quarto terminais de passageiros, previstos desde a concepção de Cumbica, não saíram do papel até agora. Apenas um deles está em fase de licitação. Se tudo der certo, deve ser inaugurado em 2014, às vésperas da Copa do Mundo. Um estudo do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea), divulgado recentemente, mostra que a situação de sete dos 12 aeroportos que servirão as cidades-sede da competição é preocupante. O de Brasília, por exemplo, fechou o ano passado com 12,2 milhões de passageiros – movimento 22% superior a sua capacidade. Mesmo que as obras planejadas sejam concluídas no prazo, é provável que sejam insuficientes. “Nosso maior desafio não é a Copa nem a Olimpíada, é atender ao aumento da demanda normal e as pessoas que já estão voando”, afirma Murilo Marques Barboza, presidente da Infraero, estatal que administra os aeroportos.

Um dos principais entraves no Brasil é que os voos estão concentrados em determinados horários, como no início e no fim do dia. Se fossem distribuídos de maneira uniforme, o desconforto seria menor. Na quarta-feira passada, entre 5h e 6h, 1.950 pessoas chegaram do Exterior. Na primeira etapa do desembarque, a imigração, tiveram de passar pela Polícia Federal. Há 18 guichês nos dois terminais. O que significa que cada funcionário teve de atender, em média, 108 passageiros que aterrissaram naquele intervalo. Na outra etapa do desembarque, a da restituição das bagagens, há 12 esteiras. Entre cada uma delas existem 12 metros de espaço. No entorno de cada esteira ficaram amontoados, em média, 162 passageiros com seus carrinhos. Vencida essa fase, considerada por muitos a mais sofrida, ainda é necessário passar pela alfândega. Nove em cada dez passageiros vão para a ala dos que não têm “nada a declarar”. Percorrem, em fila única, com seus carrinhos pesados, um corredor de cerca de dois metros de largura antes de ser liberados. Esse desgaste, no entanto, não ocorre em certos períodos do dia. Entre 2h30 e 5h da quinta-feira, o desembarque internacional ficou vazio – às moscas.

O processo de desembarque, em geral, é ainda mais estressante porque os viajantes passam muitas horas dentro do avião. A professora Marli Roma, 50 anos, aguardava ansiosa a filha adolescente que chegaria do Canadá, depois de 15 horas de voo. “Onde você está?”, perguntava pelo celular. “Minhas malas não chegam, mãe.” Beatriz, 18 anos, levou mais de uma hora para desembarcar. Surgiu esbaforida empurrando um carrinho pesado. Teve de parar no caminho porque esbarrou numa porta estreita e derrubou a bagagem.

Cumbica foi projetado com a intenção de operar no mercado doméstico. Mas rapidamente o governo cedeu às companhias aéreas, que pressionaram para transferir os voos internacionais do Galeão, no Rio de Janeiro, para São Paulo – o centro financeiro do País. As áreas de imigração e alfândega tiveram de ser improvisadas para atender à demanda cada vez maior. A falta de planejamento é evidente. “Para dar maior celeridade, é necessário alterar a logística e o layout do desembarque”, opina Seiken Tasoko, inspetor-adjunto da Receita Federal. Para efeito de comparação: o Aeroporto Internacional Gatwick, em Londres, tem dois terminais e duas pistas de pousos e decolagens – assim como Cumbica – e atende 50% mais passageiros. “A diferença é que, em Gatwick, os terminais e o pátio das aeronaves são mais bem aproveitados e há mais saídas rápidas das pistas”, avalia o comandante Ronaldo Jenkins, diretor do Snea.

Mesmo nos trechos nacionais, em que não é preciso passar pelos controles da Polícia e da Receita, os passageiros penam. A empresária Gisele Ribeiro, 22 anos, levou duas horas para fazer o check-in para a capital do Amazonas na noite da quarta-feira. “Nunca peguei uma fila tão grande em toda a minha vida, que inferno”, reclama. Segundo Francisco Luiz Xavier de Lemos, presidente do Sindicato Nacional dos Aeroportuários, parte da lentidão é fruto da falta de fiscalização. “Muitas vezes, há filas enormes no check-in, e metade dos boxes das empresas aéreas não tem funcionários”, diz. “As esteiras ficam rodando vazias porque as companhias não colocam gente para levar as malas.” Para ninguém sair prejudicado, o aeroporto tem de funcionar como uma orquestra. Se alguém falha, os efeitos são imediatos. “Cumbica precisa incorporar as melhores ferramentas de gerenciamento de pistas e terminais”, acredita Respício do Espírito Santo Júnior, presidente do Instituto Brasileiro de Estudos Estratégicos e de Políticas Públicas em Transporte Aéreo. Segundo ele, um “choque tecnológico” é fundamental para melhorar a movimentação das aeronaves e o conforto dos passageiros.

Os viajantes ficam tanto tempo dentro dos aeroportos que muitos deles se transformaram em shopping centers. Em Cumbica, há 197 pontos comerciais. A receita bruta, que inclui tarifas aeroportuárias e arrecadação com o comércio, foi de R$ 680 milhões no ano passado. Tem de tudo: chaveiro, consultório dentário e até uma sala ecumênica – onde há uma rosa dos ventos pregada na parede, com o leste destacado, para orientar os muçulmanos. A professora baiana Deise Viana, 26 anos, se sentiu obrigada a experimentar uma das cabines do Fast Sleep, uma espécie de hospedaria expressa. Pagou R$ 145 para dormir entre cinco e oito horas. Deise voltava do Chile e perdeu a conexão para Salvador porque o voo em que estava foi desviado para o Rio de Janeiro. Deise esbravejou, mas não teve ajuda da companhia aérea. Tentou reclamar à Agência Nacional de Avião Civil (Anac). Passava das 22h e ela deu com a cara na porta. Ainda que Deise quisesse apelar para Deus, também não conseguiria. Até a sala ecumênica estava fechada.


Fonte: Solange Azevedo e Alan Rodrigues com a colaboração de Hugo Marques (Revista IstoÉ) / Fotos: Cia. de Foto

Faça as suas perguntas aos astronautas da NASA

A NASA está convidando o público a enviar perguntas aos astronautas via Twitter, que serão respondidas a partir do espaço.

O astronauta Mike Massimino aceita as perguntas para a tripulação através da sua conta do Twitter até dia 11 de fevereiro. Massimino estará em Houston na missão de controle do lançamento do ônibus espacial Endeavour.

Dia 11 de Fevereiro às 2h24 (hora local) (6h24 de Brasília), durante cerca de 20 minutos, Massimino vai servir de interlocutor entre o público e os astronautas, que estarão respondendo às questões. O evento será transmitido ao vivo pela internet via NASA TV.

O público está convidado a enviar perguntas para a tripulação desde hoje para a conta de twitter de Mike Massimino.

A missão tem duração prevista de 13 dias e será a última grande operação de construção do International Space Station (ISS).

Fonte: i-Online (Portugal) - Foto: NASA

Nave de carga russa se acopla com sucesso à Estação Espacial Internacional

A nave de carga russa Progress M-04M se acoplou com sucesso nesta sexta-feira (5) à Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), informou o Centro de Controle de Voos Espaciais (CCVE) da Rússia.

"O procedimento aconteceu em regime automático", explicou à agência "Interfax" o porta-voz do CCVE, Valeri Lindin, que destacou que, pela primeira vez na história da ISS, há quatro naves russas enganchadas à plataforma ao mesmo tempo: as Soyuz TMA-16 e TMA 17 e as Progress M-03M e M-04.

Lindin explicou que a abertura da escotilha entre a nave recém chegada e a ISS acontecerá por volta das 6h de Brasília, assim que for concluído o processo de equiparação de pressões entre os dois.

A nave de carga, que foi lançada na quarta-feira passada da base de Baikonur (Cazaquistão), levou à plataforma espacial 1,1 tonelada de combustível, 49 quilos de oxigênio, 363 quilos de água, 133 quilos de alimentos e 98 quilos de equipamentos médicos, roupas e artigos de higiene.

Atualmente, a tripulação da ISS é integrada pelos russos Maxim Surayev e Oleg Kotov, os americanos Jeff Williams e Timothy Creamer, e o japonês Soichi Noguchi.

Fonte: EFE via EPA

Vídeo revela detalhes de acidente espacial que matou sete pessoas, ocorrido há 24 anos

Um vídeo amador guardado por 24 anos em um porão revela detalhes sobre a explosão da nave espacial Challenger, que explodiu 73 minutos depois do lançamento em 1986, nos Estados Unidos, e matou sete pessoas, incluindo a professora Christa McAuliffe, que seria a primeira civil a visitar o espaço.

O vídeo tem quase quatro minutos e estava na casa de um optometrista americano - médico especialista em diagnosticar problemas de visão e receitar lentes.

As cenas mostram Jack Moss e sua esposa relatando problemas na subida da nave antes do momento apontado pela Nasa (agência espacial americana) como início das falhas que acabaram com a destruição do aparelho no ar.

O médico doou a fita ao Arquivo da Exploração Espacial, uma ONG (Organização Não Governamental) dias antes de sua morte, em dezembro do ano passado.

Uma cópia da fita será enviada aos especialistas da Nasa. Investigadores do acidente apontaram na década de 80 que a agência tinha o hábito de ignorar alguns problemas




Fonte: R7

Nota do Autor: "revela detalhes"... (Quais ???)

Americano é preso após correr nu em aeroporto em Phoenix

Apesar do incidente, nenhum voo foi afetado.

Incidente aconteceu no aeroporto de Sky Harbor
.

O norte-americano Daniel Green, de 27 anos, foi preso nesta sexta-feira (5) em Phoenix, no estado do Arizona (EUA), após ser flagrado correndo nu em dois terminais do Aeroporto Internacional de Sky Harbor, segundo reportagem da emissora de TV “ABC 15”.

De acordo com a polícia, o caos começou quando Green parou seu carro na frente de um terminal, saiu do veículo e começou a tirar suas roupas. Antes que os agentes conseguissem prendê-lo, o suspeito saiu correndo pelado pelo aeroporto.

Green foi detido acusado de conduta contrária à ordem pública, exposição indecente e colocar outras pessoas em risco. Apesar do incidente, nenhum voo foi afetado, conforme a emissora de TV “ABC 15".

Fonte: G1 - Foto: Reprodução/ABC 15

Modelo de helicóptero que caiu no hospital em MS era usado no Vietnã

O helicóptero Bell H-1H da Força Aérea Brasileira que caiu ontem (5) a tarde no pátio do HR (Hospital Regional) estava em operação no Esquadrão Pelicano, sediado em Campo Grande, desde meados dos anos 90.

Conhecido como “Sapão”, o helicóptero atua nas operações de resgate e salvamento da Força Aérea desde a década de 60. O governo brasileiro comprou 68 “sapões” entre 1967 e 1997, quase todos utilizados pelos Estados Unidos na Guerra do Vietnã (1963-1975).

Hoje, há 44 aeronaves em uso, principalmente na Amazônia. O esquadrão Pelicano, possui 6 aeronaves, que fazem operações de resgate terrestre, fluvial e marítimo e levam socorro e mantimento a comunidades isoladas.

Quando estão com pouca carga são capazes de transportar até dez pessoas. O UH-1H deixou de ser fabricado em 1978.

Apesar de estar em operação há muito tempo, o helicóptero tem constantes manutenções, porém, está com sua vida útil quase no fim.

Até 1989, quando o Exército Brasileiro montou sua frota própria, os helicópteros da Aeronáutica serviram para o transporte das tropas terrestres. Nos anos 90 cogitou-se de desativar a frota, mas temendo perder pilotos, a Aeronáutica decidiu mantê-la.

Em 2003, o comando da Aeronáutica tentou contratar a empresa americana Bell Helicopters para fazer a modernização da frota de helicópteros, mas sem pesquisar preços, o que levou a CGU (Controladoria Geral da União) a investigar a licitação, que acabou sendo suspensa. Em 2008, a Vector Aerospace, empresa do Canadá, assinou contrato para oferecer suporte aos helicópteros.

A perícia, feita pela FAB, para definir as causas do acidente ocorrido hoje a tarde levará cerca de 30 dias para ficar pronta e será feita a partir da analise dos equipamentos, já que o helicóptero não possui caixa-preta. Fontes militares dizem que a causa mais provável seria uma falha mecânica.

Acidentes

Nos últimos oito anos, aviões e helicópteros da FAB estiveram envolvidos em pelo menos sete acidentes. O mais recente envolvendo um helicóptero H-1H foi em novembro de 2008, quando três militares morreram e outros três ficaram feridos, na cidade de Icapuí, no interior do Ceará.

A aeronave modelo H-IH fazia a rota entre Natal, no Rio Grande do Norte, e Fortaleza e teria tentado um pouso forçado em um campo de futebol na periferia da cidade. Um incêndio acabou matando os três militares.

Em 2005, dois militares morreram devido a queda de um helicóptero, também do Esquadrão Pelicano. O acidente ocorreu durante uma missão de treinamento realizada nas proximidades da pista de pouso da Base Aérea de Campo Grande.

Fonte: Pantanal News - Foto: Campo Grande News

FAB vai ressarcir prejuízos de donos de carros destruídos por helicóptero

A Força Aérea Brasileira irá ressarcir totalmente os prejuízos financeiros dos dois funcionários do Hospital Regional que tiveram seus carros danificados devido a queda de um helicóptero na tarde de ontem, em Campo Grande, segundo informações da base Aérea de Campo Grande.



O helicóptero caiu na tarde de ontem no momento em que estava decolando para fazer o resgate de Sotênia Espíndola da Silva, de 69 anos, que foi picada por uma corsa preto, de placa HRP 6876 na quinta-feira e estava ilhada na região do Pantanal. Porém, pouco depois de decolar o avião caiu sobre um Corsa preto, de placa HRP 6876 e a hélice da aeronave acabou atingindo um Uno Azul, de placas 8523. Com o acidente os carros ficaram bastante danificados e os proprietários dos veículos preocupados com o prejuízo. A Base Aérea informou que a Força Aérea Brasileira irá ressarcir todos os prejuízos dos donos.

Segundo a assessoria da Base Aérea informou que os dois proprietários dos carros farão o orçamento dos prejuízos e que também farão um relatório de todos os gastos que tiveram com os veículos. Essas informações serão levadas até a FAB que ficará responsável por ressarcir todos os gastos dos donos dos carros.

Dentre as pessoas que será ressarcida está Irineide Silva Costa, dona do Uno e que trabalha na Assessoria de Direção Técnica do Hospital. Ela conta que, no momento ficou bastante preocupada, mas que já se acalmou pelo fato da Base Aérea ter afirmado que todos os prejuízos serão ressarcidos. Como o seu carro ficou bastante danificado, ela acredita que os prejuízos ficarão em torno de R$ 12 mil.

“Foi uma correria, quando eu vim ver o carro já estava completamente destruído. Eu fiquei preocupada na hora, mas o pessoal da Base Aérea disse que eu serei ressarcida em todos os gastos, eles disseram para eu ir procurá-los na segunda-feira. Ficou muito destruído a parte de cima do carro, acho que os gastos vão ficar em R$ 12 mil, o outro dono do carro que trabalha aqui no Hospital também vai ser ressarcido, o carro dele ficou bastante destruído”, afirma a mulher.

Levantamentos

O Helicóptero que caiu ontem no Hospital Regional foi retirado por um caminhão guincho na tarde de ontem. Os destroços foram levados para a Base Aérea de Campo Grande.

A respeito das causas do acidente, a Base Aérea informou que será feito uma Investigação de Acidente Aéreo que pode durar até 90 dias. Segundo a assessoria, essa investigação não tem caráter punitivo, mas sim de precaução para evitar que outros incidentes como esse ocorram. Como o Helicóptero é americano, algumas peças terão que ser levadas para o exterior para que sejam analisadas.

Apesar do susto, já que muitas pessoas acompanhavam o momento da decolagem do helicóptero, civis e nem tripulantes sofreram ferimentos.

Fonte: Paulo Xavier (Midiamax) - Fotos: Alessandra de Souza e Paulo Xavier

Bombeiros não localizam aeronave que teria caído no Paraná

Bombeiros voltaram, na manhã de ontem, à localidade de Retirinho, em Bateias, área rural de Campo Largo, onde teria caído uma aeronave de pequeno porte, mas não encontraram nenhum vestígio do avião.

A Polícia Militar, que auxiliou as buscas, acredita que o estrondo ouvido por moradores da região se tratava de uma explosão na torre de alta tensão. O mistério começou quando o morador de uma chácara afirmou ter visto um monomotor sobrevoando o morro por volta de 18h de quinta-feira e ouvi um estrondo.

Por conta disso, ele deduziu que a aeronave tinha caído. Além de bombeiros e policiais militares, o helicóptero da Polícia Rodoviária Federal (PRF) auxiliou nas buscas. O trabalho recomeçou no início da manhã e foi interrompido às 11h.

Fonte: Janaina Monteiro (Paraná Online)

Localizada cauda de avião que caiu no Líbano

Este pedaço da cauda foi localizado em 26 de janeiro

Equipes de busca localizaram a cauda de um avião da Ethiopian Airlines que caiu no Mediterrâneo em janeiro e estão perto de encontrar a caixa-preta da aeronave, de acordo com o ministro de Transportes do Líbano, Ghazi Aridi. Em 25 de janeiro, o Boeing 737 caiu 25 minutos depois de partir da cidade de Beirute durante uma tempestade. Todas as 90 pessoas a bordo morreram e 15 corpos já foram encontrados.

Segundo Aridi, a cauda do avião foi localizada a 45 metros da costa da vila de Naameh, ao sul do aeroporto de Beirute. Ele acrescentou que mergulhadores do exército libanês e equipes de resgate estavam fotografando a área para tentar encontrar a caixa-preta e o restante dos corpos.

Aridi disse que o sinal da caixa-preta estava ficando mais nítido. O dispositivo geralmente é instalado na parte posterior do avião. "Estamos muito mais perto do alvo principal", avaliou o ministro, ressaltando que recuperar a caixa-preta e os dados de voo é um processo "muito complicado" e delicado que precisará de tempo.

Fonte: AP via Agência Estado - Foto: AFP

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Foto do Dia

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Aparentemente, passar por baixo da fita é mais fácil em voo invertido. Will Curtis impressiona a multidão no Tattoo Air, na Base da RAF em Fairford (FFD/EGVA), na Inglaterra, em 16 de julho de 2005, pilotando o seu Sukhoi Su-26M2, prefixo G-SIID.

Foto: Phil Cooke - FlightLineImages (Airliners.net)

Jobim quer apresentar modelo de concessão de aeroportos em abril

Nelson Jobim, ministro da Justiça: novas regras vão permitir à estatal levantar recursos no mercado para investir

As regras para a concessão dos aeroportos estarão prontas em abril, segundo anunciou ontem o ministro da Defesa, Nelson Jobim, em entrevista ao Valor. Esse novo marco regulatório permitirá que empresas privadas administrem alguns aeroportos do país e a Infraero, ao se tornar também uma concessionária, disponha de ativos que são pré-condição para a abertura do seu capital. Com isso, a empresa poderá captar recursos no mercado para investir.

Atualmente, a Infraero administra 67 aeroportos federais, 80 unidades de apoio à navegação aérea e 32 terminais de logística de carga. Toda essa infraestrutura pertence à União – com exceção de alguns casos, como o do aeroporto de Congonhas, o segundo mais movimentado do país, de propriedade do Estado de São Paulo. Como não possui ativos, a estatal não consegue tomar empréstimos para bancar os investimentos necessários à modernização dos aeroportos, que se tornou ainda mais urgente com as definições do Brasil como sede da Copa do Mundo de futebol de 2014 e da Olimpíada de 2016 no Rio de Janeiro.

“A Infraero não tem propriedade, ela é gestora, então, ninguém vai colocar dinheiro lá dentro”, explicou o ministro. Com a adoção do modelo de concessão, a estatal receberá concessões de aeroportos e, assim, passará a ter um patrimônio. “O aeroporto não precisa ser propriedade da Infraero, mas ela precisa ter uma concessão. Hoje, ela não tem nada. A concessão é um patrimônio”, disse Jobim.

Ele deixou claro que a administração de alguns aeroportos será entregue à iniciativa privada, mas ele informou que a decisão sobre o que vai ser concedido ainda não foi tomada. Em 2008, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva prometeu a dois governadores – José Serra (São Paulo) e Sérgio Cabral (Rio de Janeiro) – licitar, para o setor privado, a gestão de dois aeroportos: Galeão, no Rio, e Viracopos, em Campinas. Jobim assegurou que não se trata de privatização. “Não é privatização. É concessão.”

Os estudos para a modelagem do sistema de concessão de aeroportos estão sendo feitos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), com a ajuda de uma empresa de consultoria. A base do novo modelo será inspirada no aeroporto de São Gonçalo do Amarante (RN), que está sendo construído com a ajuda do Batalhão de Engenharia e Construção do Exército. “Estamos terminando a pista (de 3 mil metros) e trabalhando na modelagem de concessão de um terminal”, contou o ministro.

As mudanças em estudo preveem, entre outras medidas, a instituição de mais aeroportos de conexão (os chamados “hubs”) – hoje, funcionam assim apenas os de Guarulhos, Congonhas e Brasília – e a possibilidade de construção de um terceiro aeroporto em São Paulo. O governo quer também descongestionar o tráfego aéreo na capital paulista por meio da expansão do aeroporto de Viracopos e do aprimoramento dos terminais de cidades vizinhas, como Jundiaí, São José dos Campos, Sorocaba e Santos.

O BNDES estima que o setor de transporte aéreo crescerá, no Brasil, cerca de 7% ao ano nos próximos 15 anos. Trata-se de uma estimativa conservadora quando se observa o crescimento ocorrido nos últimos anos. O tráfego aéreo doméstico brasileiro, medido pelo número de assentos-quilômetros utilizados pagos, indicador empregado pela Agência Nacional da Aviação Civil (Anac), cresceu 17,4% em 2008. Em relação ao ano 2000, o movimento quase triplicou – salto de 174,5%.

Na entrevista ao Valor, o ministro Nelson Jobim informou que, por causa de questionamentos do Tribunal de Contas da União (TCU), o governo rescindiu os contratos que previam a realização de obras nos aeroportos de Vitória, Goiânia, Macapá e Guarulhos. As obras serão retomadas. “Fizemos vistoria judicial. Depois, rescindimos os contrato e vamos fazer uma nova licitação. Isso está caminhando.”

Fonte: Cristiano Romero e Raymundo Costa (Valor Econômico) via Portal Vermelho

Embraer abre centro de serviços para jatos Phenom na Califórnia

A Embraer designou a Clay Lacy Aviation (CLA) o centro de serviços autorizado para os jatos Phenom 100 e Phenom 300 no sul da Califórnia. A CLA tem 32.400 metros quadrados e é uma das maiores bases de manutenção do oeste dos Estados Unidos certificada pela Federal Aviation Administration (FAA).

"Com a nomeação desta nova base de apoio, a Embraer atende à demanda por serviços autorizados para o Phenom no mercado do sul da Califórnia. A reputação da Clay Lacy como provedora de serviços de primeira linha para a aviação executiva, aliada à sua localização no Aeroporto Van Nuys, torna-a a escolha ideal para apoiar nossos clientes de jatos Phenom", disse o diretor de Suporte ao Cliente para os EUA, Canadá, México e Caribe – Aviação Executiva, Scott Kalister.

Fonte: Mercado & Eventos - Foto: Divulgação/Embraer

Empresas vão ajudar nas obras do Aeroporto de Resende

Parada: Pista foi interditada em setembro do ano passado, por motivos de segurança relacionadas à grade de proteção

As obras de segurança no aeroporto de Resende, determinadas pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), devem começar nas próximas duas semanas, segundo a Secretaria de Obras do município. Para isso, falta apenas acertar um dos parceiros da construção - a Votorantim já confirmou participação, mas o segundo apoio ainda está indefinido e deverá ser prestado pela Volkswagens ou pelo Exército brasileiro.

Segundo o secretário de Obras, Rubens Almada, neste primeiro momento, para liberação do aeroporto, será construído um muro de alvenaria e também serão instaladas cercas para cobrir todo o perímetro da pista.

- Essa foi uma das determinações da Anac, para garantirmos a segurança do aeroporto e assegurarmos que não vai ter ninguém indevido na pista. Houve um atraso para o início das obras, mas isto já deve estar resolvido em, no máximo, duas semanas e a construção poderá ser iniciada - explicou o secretário.

Ele também revelou que, num segundo momento, a prefeitura pretende refazer toda a sinalização do aeroporto, para que sejam permitidos pousos e decolagens após as 18 horas.

- Hoje, os aviões só podem usar nosso espaço durante o dia. Vamos instalar a sinalização por instrumentos, e assim daremos mais opções para os empresários da região que queiram utilizar o nosso aeroporto - contou Rubens.

Segundo o gerente de serviços do aeroporto, Coronel Marco Antônio, a Votorantim irá entrar com a parte dos materiais necessários à obra. A assessoria da empresa confirmou que o valor da ajuda será de R$ 200 mil.

O apoio para as demais necessidades, como contratação de mão-de-obra, ainda está indefinido, de acordo com Rubens Almada - será fechado nas próximas semanas com a Volkswagen, que também possui uma unidade em Resende, e o Exército, já com vistas aos Jogos Militares de 2011.

- Tudo indica que será o próprio exército que vai nos ajudar - adiantou o secretário.

Interdição

A Anac enviou um ofício à prefeitura de Resende no dia 29 de setembro anunciando a interdição do aeroporto. Segundo o documento, durante uma vistoria realizada nas dependências do Aeroporto, técnicos da Agência constataram falhas na cerca de arame em torno do local, o que motivou a interdição, por motivos de segurança.

De acordo com nota enviada pela Anac, após a realização das reformas solicitadas, a agência deverá fazer outra vistoria para verificar se pode liberar o local. O aeroporto, ainda segundo a nota, está interditado para as operações de pouso e decolagem por um período de 180 dias contados a partir de 16 de setembro ou até que as adequações sejam feitas.

No dia seguinte ao aviso, a prefeitura avisou à agência sobre o projeto de construção do muro. Na época, a obra estava orçada em R$ 700 mil.

Fonte: Diário do Vale

Alemão de Viracopos é enviado de volta para casa

A passagem foi bancada pelo governo brasileiro, já que o Consulado-Geral Alemão alegou que não tinha recursos

Müller durante sua estadia prolongada no saguão: governo da Alemanha se negou a repatriá-lo

Demorou, mas finalmente acabou a novela do alemão Heinz Müller, de 46 anos, que morou 13 dias no Aeroporto Internacional de Viracopos, e mais de três meses no Hospital de Clínicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) até ser transferido para a Clínica Fazenda Palmeiras, em Amparo.

Hoje (05) à noite ele embarcou num avião da Lufthansa, no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, com destino a Frankfurt, na Alemanha. A passagem foi bancada pelo governo brasileiro, já que o Consulado-Geral Alemão alegou que não tinha recursos para pagar pela deportação e que a família dele também não tinha condições de comprar a passagem. Agora, ele só poderá voltar ao Brasil se ressarcir a União pelo gasto.

Fonte: Delma Medeiros (Agência Anhangüera de Notícias) via Cosmo Online - Foto: Gustavo Magnusson/AAN

Tribunal autoriza passeata neonazista em alusão aos ataques de Dresden

Mais acima, os B-17 aliados atacando a cidade de Dresden, com o resultado na foto a seguir

O Tribunal Administrativo de Dresden, na Alemanha, autorizou hoje a manifestação neonazista convocada para o próximo dia 13 de fevereiro, por causa do 65º aniversário dos bombardeios aliados sobre a capital saxã poucos meses antes do fim da Segunda Guerra Mundial.

A câmara aceitou o recurso apresentado por uma organização juvenil (ultradireitistas da região) que desejam concentrar 6 mil pessoas na manifestação.

Com isso revogou a resolução das autoridades de Dresden, que pretendiam autorizar unicamente uma concentração em um lugar isolado, sob o argumento de que a manifestação pela cidade envolve graves riscos de conflitos entre neonazistas e os opositores de esquerda.

Em anos anteriores nas comemorações do aniversário, a cidade foi já palco de conflitos, apesar das fortes operações de segurança.

Na noite de 13 para 14 de fevereiro de 1945, a cidade foi alvo de uma operação de aviação aliada que causou a morte de 35 mil pessoas e arrasou boa parte da capital saxã.

Dresden foi assim marcada como "cidade mártir" de bombardeios considerados pela maioria dos historiadores como uma represália cruel que castigou a população civil.

Fonte: EFE via G1 - Fotos: anselm.edu

Sócio quer captar US$ 1 bilhão para comprar fatia de Piñera na Lan Chile

Família Cueto, que já detém 25% da companhia aérea, tenta fortalecer o caixa para arrematar as ações do presidente eleito do Chile

A briga pelas ações da Lan Chile em poder de Sebastián Piñera, presidente eleito do Chile, entrou em sua fase decisiva. A família Cueto, sócia do empresário na companhia aérea, planeja captar 1 bilhão de dólares para fortalecer sua posição na disputa pelos papéis. A captação deve ser feita por meio da Costa Verde Aeronáutica, a holding dos Cueto que já detém 25% da companhia aérea chilena. Os planos são de lançar 500 milhões de ações ao preço de 2 dólares por papel, de acordo com a agência de notícias Bloomberg.

Piñera controla 26% da Lan Chile por meio de duas holdings. A fatia à venda refere-se aos 19% que detém por meio da Axxion. Outros 7% pertencem à Santa Cecília, holding cuja titularidade foi transferida para a sua esposa, Cecília Morel, durante a campanha que o elegeu o próximo presidente do país. A manobra despertou críticas da oposição, para quem a Lan Chile exerce, na prática, um monopólio privado da aviação comercial no país. Não cairia bem, portanto, que o proprietário desse monopólio fosse o presidente chileno. Em resposta aos ataques, Piñera prometeu se desfazer de sua participação na empresa até a sua posse, em 11 de março.

Nesta sexta-feira (5/2), sua holding Axxion efetivamente autorizou a diretoria a negociar a venda das ações da Lan Chile. A família Cueto tem o direito de preferência na compra, e, por isso, recebeu 20 dias da Axxion para decidir se vai ou não ficar com os papéis, segundo o jornal chileno La Nación. Horas depois, porém, os Cueto já sinalizaram sua disposição de brigar pelas ações, ao comunicar a intenção de levantar 1 bilhão de dólares para fortalecer seu caixa. A quantia é aproximadamente igual ao que qualquer um precisaria desembolsar para comprar os 19% da Axxion na Lan Chile. A única dúvida é se os investidores estão dispostos a apoiar a operação, em um momento de forte turbulência mundial devido à crise das dívidas públicas da Europa.

Fatia cobiçada

Embora sejam os favoritos para arrematar a fatia de Piñera, os Cuetos não são os únicos na disputa. Segundo apurou o Portal EXAME, a TAM também se articula para comprar as ações. O banqueiro André Esteves, do BTG Pactual e membro do conselho de administração da TAM, teria mobilizado um grupo de bancos de investimento para apoiar a família Amaro, controladora da empresa brasileira, na tentativa. Procurada pela reportagem, a empresa afirmou que não comentaria o assunto e limitou-se a lembrar que já mantém um acordo de compartilhamento de voos com os chilenos, bem como um acordo para a manutenção de aeronaves.

Cada vez mais perto da posse como presidente, Piñera começa a ser questionado também sobre o que fará com os 7% da Lan Chile que detém por meio da Santa Cecília. Embora tenha declarado que as ações não lhe pertencem – e sim à sua mulher –, os observadores não descartam a possibilidade de que essa fatia também seja vendida, a fim de acabar com os conflitos de interesse.

Fonte: Portal Exame

TAM diz que atraso doméstico teve influência de nevasca nos EUA

A TAM informou há pouco que o alto índice de voos domésticos com mais de 30 minutos de atraso registrado em janeiro, de 23,9%, foi impulsionado "pelas fortes nevascas nos Estados Unidos e na Europa, que prejudicaram pouso e decolagens dos voos da companhia nessas rotas".

Por meio de comunicado, a TAM acrescentou que os fenômenos climáticos registrados nos Estados Unidos e na Europa "influenciaram negativamente a pontualidade das conexões com voos domésticos" nos aeroportos internacionais do Rio (Galeão) e Guarulhos (Cumbica).

O desempenho da TAM nas rotas internacionais também foi destaque negativo em janeiro.

A TAM afirmou ainda que a pontualidade também foi prejudicada pelas fortes chuvas que fecharam alguns dos principais aeroportos do país.

Nesta tarde, a Anac informou que vai aumentar a fiscalização sobre a operação da TAM que, pelo quarto mês consecutivo, foi a empresa aérea que registrou o maior índice de atrasos nos voos domésticos.

A empresa contesta os critérios utilizados pela Infraero para apurar os índices de pontualidade, alegando que há "distorções" que são publicadas e divulgadas pela Anac, e informa que pediu a revisão da metodologia do levantamento, mas reclama que até janeiro nada havia mudado.

"Entre essas distorções, as tabelas contabilizavam como sendo da companhia atrasos ocorridos em operações de empresas parceiras, inclusive em aeroportos onde a TAM nem mesmo opera", argumenta a companhia.

Fonte: Alberto Komatsu (Valor Online) via O Globo

Nevascas cancelam voos nos EUA

Mau tempo causou caos no transporte no nordeste do país.

Americanos esperam mais tempestades neste sábado (6).

As fortes nevascas e ventos provocaram caos no transporte público nos EUA nesta sexta-feira (5). As companhias aéreas americanas cancelaram centenas de voos no nordeste do país, e espera-se mais tempo ruim.

Os dois principais aeroportos de Washington, o Reagan National e o Dulles International, iniciaram medidas para evitar o acúmulo de neve, e se prevê que grande parte dos voos do sábado sejam cancelados.

A companhia Delta Airlines cancelou mais de 200 voos e conexões na costa leste e não operará na região de Washington no sábado, disse um porta-voz à "CNN".

Carrinho de compras abandonado nesta sexta-feira (5) em estacionamento de supermercado na cidade americana de Indianapolis ápós nevasca

Outros 375 voos de United e United Express, que operam principalmente com conexões locais, também foram cancelados, igual a 148 da American Airlines.

A Southwest cancelou a maioria de seus voos da sexta-feira, todos seus serviços para no sábado e alguns da manhã do domingo, que se dirigem a Baltimore, Filadélfia e Washington, segundo seu site.

Na maioria das companhias aéreas, os viajantes podem voltar a reservar seus voos, sem pagar comissões extras, para na segunda-feira e na terça-feira, ou durante a próxima semana.

Sob a neve, moradores passeiam cães nesta sexta-feira (5) em South Roanoke, no estado americano da Virgínia

Milhões de americanos se preparam para a chegada de uma grande tempestade de inverno que poderia descarregar mais de meio metro de neve em Washington e arredores, e que poderia ser a maior desde 1922.

Há previsão de 50 a 76 centímetros de neve e visibilidade baixa entre a Virginia e o sul de Nova Jersey, o que levou órgãos públicos na região de Washington a fecharem quatro horas antes do normal.

Obama

O presidente Barack Obama, que em outras ocasiões fez graça com a reação em Washington a pequenas quantidades de neve, desta vez está levando a tempestade a sério. "Acho que até um havaiano transplantado para Chicago (cidade muito fria) tem suficiente respeito por uma previsão de quase dois pés (61 centímetros) de neve", disse Robert Gibbs, porta-voz da Casa Branca.

"E, sendo do Alabama, tenho a satisfação de lhes informar que irei sair da estrada para assistir todos vocês tentando dirigir", brincou Gibbs com os jornalistas.

Os museus Smithsonian e o Zoo Nacional ficarão fechados no sábado na capital.

A notícia da tempestade fez escolas fecharem e causou longas filas em supermercados, já que muita gente quis se abastecer para um fim de semana em que as atenções estão voltadas para o Super Bowl, partida mais importante de futebol americano, no domingo.

Virginia, Maryland e o Distrito de Columbia (Washington) declararam estado de emergência por causa da neve. Isso permite que os governos estaduais ativem agências de emergência, como a Guarda Nacional.

A enorme tempestade deve cobrir de branco as cidades de Baltimore, Washington e Filadélfia, além de levar fortes chuvas às Carolinas e a Geórgia.

Há previsão de frio excepcional para depois da tempestade, na semana que vem, no Nordeste dos EUA, maior mercado mundial do combustível de calefação, e no Meio-Oeste, onde há grande demanda por gás natural.

Fonte: G1 (com agências internacionais) - Fotos: AP

Ursos panda nascidos nos Estados Unidos chegam a China

Dois ursos panda - nascidos em zoológicos dos Estados Unidos - chegaram nesta sexta-feira à China, como parte de um programa de reprodução da espécie, conhecida por sua escassa atividade sexual.

A China, onde os ursos pandas são considerados um tesouro nacional, se nega a vendê-los a outros países e optou por um sistema de empréstimo de animais adultos para que se reproduzam em zoológicos do mundo todo, com a condição de que os filhotes voltem ao fazer dois anos.

A festiva chegada de Mei Lan e Tai Shan a Chengdu, na província de Sichuan, foi transmitida ao vivo pelo canal estatal de televisão CCTV.

Veja a matéria sobre o transporte dos Pandas: FedEx transporta Pandas gigantes dos Estados Unidos para a China com o novo Boeing 777F.

Os dois pandas chegaram à China em um avião de carga especialmente preparado para eles, com 75 quilos de bambu em uma viagem de 14 horas.

Durante a cerimônia de boas vindas, o cônsul norte-americano na China, David Brown, nomeou Mei Lan e Tai Shan "embaixadores da boa vontade". "Assim como seus pais e a outros pandas emprestados pela China, eles ocupam um lugar especial nas relações entre os dois países", afirmou.

Mas se a chamada "diplomacia do panda" está funcionando, as relações diplomáticas entre Pequim e Washington estão tensas em termos comerciais, devido ao anúncio da venda de armas americanas a Taiwan e do encontro previsto entre o presidente Barack Obama e Dalai Lama, a quem a China acusa de buscar a independência do Tibete.

Tai Shan nasceu no zoológico de Washington há quatro anos e meio, enquanto Mei Lan nasceu no zoológico de Atlanta há três anos. Pequim havia autorizado a extensão da estadia dos pandas nos EUA.

"Mei Lan deverá agora começar a a trabalhar tão rápido quanto possível", segundo os especialistas de fertilidade citados pelo jornal estatal Global Times.

"Queremos que o façam bem", falou ao jornal Hou Rong, chefe do centro de pesquisa sobre pandas de Chengdu.

Os especialistas esperam animá-la com a ajuda de exercícios sexuais, incluindo filmes "pornôs" de pandas. "Preferimos deixá-los que observem e aprendam com os outros pandas", acrescentou Hou.

"Se Mei Lan não escolher nenhum par, teremos que recorrer a uma inseminação artificial", indicou ao jornal Yang Xiaoxiao, funcionário do centro reprodutivo.

Após a ameaça de extinção dos pandas nos anos 1980, o governo chinês estabeleceu reservas para proteger os que vivem em estado selvagem e implantou programas de criação em cativeiro.

Atualmente, existem cerca de 1.600 em estado selvagem, três quartos deles nos arredores de Sichuan. Estima-se que 180 foram criados em cativeiro na China e 32 vivem em zoológicos no exterior, informou a CCTV.

Fonte: AFP - Fotos: AP / Jiang Guopeng (Xinhua)

Para Lula, vazamento do novo preço do Rafale prejudica negócio

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ficou muito irritado com o vazamento da informação da redução do preço do pacote de 36 aviões que está sendo negociado para a Força Aérea Brasileira. Para o presidente Lula, o valor apresentado "ainda é insuficiente" para fechar o contrato. Por isso o Palácio do Planalto, embora insista que há uma "assumida preferência" pelo modelo francês Rafale, quer continuar negociando e insiste que só fechará o contrato se o preço cair ainda mais.

"Tem de reduzir mais. Tem de melhorar as condições", afirmou um auxiliar direto do presidente Lula ao ressaltar que esta questão "é muito mais do que preço e contra-preço". Por conta desta insatisfação que chamou de "plantação de informação", que poderia levar os franceses "a se acomodarem", o presidente Lula avisou e reiterou que o contrato não está fechado e que as negociações ainda estão em curso, podendo levar ainda algum tempo.

O argumento do governo é que este negócio tem de ser bom para os dois lados. O Brasil precisa do avião, quer comprá-lo, quer a transferência de tecnologia. Além disso, o presidente Lula já classificou a França como o "parceiro estratégico" do Brasil, revelando a preferência pelo caça da empresa francesa Dassault. Mas, por outro lado, o governo brasileiro tem reiterado que a França, para deslanchar o seu projeto, precisa que o avião seja comprado pelo Brasil, já que o caça não ganhou nenhuma outra concorrência no mundo e que outros países estão à espera da decisão brasileira para encaminharem suas decisões. O Brasil tem o trunfo ainda maior para baixar o preço do pacote. É que, embora o pacote inicial seja de 36 aeronaves, a ideia posterior é de se chegar a 120 aeronaves, unificando a frota da FAB substituindo os Mirage, F-5 e A-1 pelos Rafale.

No relatório preparado pela Comissão da Aeronáutica, entregue ao ministro Nelson Jobim em janeiro, os preços apresentados pelas empresas foram de US$ 8,2 bilhões para o pacote da Dassault, US$ 5,7 bilhões, da Boeing e US$ 4,5 bilhões da SAAB. De posse destes valores, com o pacote do Rafale considerado ainda muito alto, o governo saiu em campo para reduzi-lo e teria chegado ao valor de US$ 6,2 bilhões, que o Planalto ainda considera alto e quer nova redução para garantir o fechamento do contrato. Também está sendo considerado muito alto o valor do US$ 4 bilhões para a manutenção dos aviões por 30 anos. O pacote inclui, além do avião, com transferência de tecnologia, peças de reposição, armas e logística.

O presidente brasileiro não tem conversado ultimamente com seu colega francês Nicolas Sarkozy. Mas Lula não se furtará de voltar a dizer a Sarkozy o que lhe disse em setembro, em Brasília, quando os dois se reuniram no Alvorada: que a França é o parceiro estratégico do Brasil, mas que o preço do Rafale é exageradamente alto e precisa ser muito reduzido. Agora, insistirá na sua tese que esta redução ainda é insuficiente. "Eles reduziram, mas nós precisamos trabalhar mais ainda este valor. Tem de seguir tensionando. Quando se faz um contrato deste tamanho, você segue discutindo um monte de cláusulas, mesmo depois de fechado o contrato", advertiu um auxiliar do presidente, salientando que o contrato "não está fechado e só vai fechar lá na ponta, quando tudo der certo".

Fonte: Agência Estado via Jornal do Comércio - Imagem: Arquivo

Sem localização de vítima de picada de cobra, helicóptero da FAB espera em Corumbá

Sem conseguir localizar a idosa de 69 anos que foi mordida por uma cobra na noite desta quinta-feira, em uma fazenda no interior do Pantanal, a 160 quilômetros de Coxim, o helicóptero da Base Aérea de Campo Grande, que está levando soro antiofídico para socorrê-la está em Corumbá, aguardando novas informações. A Base Aérea de Campo Grande foi acionada para fazer o socorro porque a propriedade está ilhada em razão da cheia do rio que passa próximo a fazenda, no Pantanal.

A primeira tentativa de socorrer a vítima, no início da tarde, foi frustrada, porque um outro helicóptero, que também levaria o soro, acabou caindo no estacionamento do Hospital Regional. A pane ocorreu no momento em que o helicóptero embarcava para a região pantaneira com o medicamento.

Fonte: TV Morena via O Globo