sábado, 13 de junho de 2009

Navio mercante encontra peça em área de buscas do voo 447

Fotos de peça foram enviadas à Marinha pelo comandante de navio.

No total, 44 corpos já foram resgatados; outros seis estão em navio francês.


Um navio mercante que passava pela área de buscas do voo 447 da Air France recolheu uma peça de tamanho médio, supostamente de destroços do avião, informou neste sábado (13) o vice-almirante da Marinha, Edson Lawrence, durante entrevista coletiva.

Clique aqui e veja fotos da peça encontra neste sábado

De acordo com o vice-almirante, o navio tem bandeira de Antígua e Barbuda e partiu de Montevidéu, no Uruguai, com destino à Inglaterra. O comandante da embarcação, segundo a Marinha, tentou entrar em contato via rádio com as embarcações que fazem as buscas no local, mas não conseguiu resposta. Imagens da peça foram, então, enviadas por e-mail para a Marinha.

Análises ainda serão feitas para verificar se peça encontrada pertence ao avião da Air France - Foto: Força Aérea Brasileira/Divulgação

Vinte e um corpos das vítimas do acidente com o avião da Air France chegaram a Recife na tarde deste sábado. Eles estão no Instituto de Medicina Legal da capital pernambucana.

Segundo a Marinha, os trabalhos de busca foram prejudicados neste sábado devido ao mau tempo. As buscas aéreas foram paralisadas ainda pela manhã.

No total, 44 corpos já foram resgatados. Outros seis corpos estão a bordo do navio francês Mistral, e só poderão entrar na lista oficial quando forem levados para navios brasileiros. De acordo com o vice-almirante da Marinha, ainda não há previsão de chegadas desses corpos.

Fonte: G1

Ocupantes sobrevivem a queda de helicóptero em Portugal

Helicóptero Bell 206 Jet Ranger, prefixo CS-HFE, da empresa Helisul, cai na Serra da Estrela

Foto: A aeronave ficou imobilizada numa escarpa no maciço central da serra da Estrela. Socorro foi muito complicado devido aos difíceis acessos - Foto: Nuno André Ferreira

"Foi um milagre não terem morrido todos." O desabafo de um bombeiro espelha o sentimento geral de todos aqueles que ontem viram a forma como um helicóptero ficou preso numa escarpa, em Alvoco da Serra, Seia, em pleno maciço central da serra da Estrela. A queda da aeronave, da Helisul, provocou três feridos – o piloto e dois realizadores de uma produtora alemã que realizavam filmagens para um spot publicitário de um carro de luxo.

O acidente verificou-se às 17h50, tendo o alerta sido dado por uma patrulha da GNR que estava no local a acompanhar os trabalhos da empresa alemã. "A certa altura deixámos de ouvir o barulho do helicóptero e fomos à procura dele. Depois de algumas buscas demos com o aparelho já desligado na ribanceira", contou fonte da Unidade de Trânsito da GNR.

Ao que tudo indica, o piloto ter-se-á apercebido de qualquer anomalia na aeronave e efectuou uma aterragem de emergência. No entanto, a hipótese de queda não está afastada completamente. As causas do desastre estão a ser investigadas por técnicos do Instituto Nacional de Aviação Civil (INCAC).

Clique aqui e assista a reportagem da RTP sobre o acidente

Os feridos graves são os dois realizadores alemães, de 36 e 41 anos, enquanto o ferido ligeiro é o piloto da aeronave, de 39 anos e nacionalidade canadiana. O piloto, que terá tentado estacionar o heli na EN338, sem sucesso, foi o último a sair da máquina. "Se foi uma aterragem forçada, o piloto teve uma perícia extraordinária", referiu um militar da GNR.

Bombeiros temiam explosão

O receio de que o helicóptero resvalasse pela escarpa ou explodisse, já que ainda tinha muito combustível, obrigou a redobrado cuidado por parte dos bombeiros e dos militares da GNR.

"Foi uma operação de socorro complicada porque a aeronave ficou num local muito difícil. Além disso podia resvalar pela serra ou então incendiar-se", referiu António Alves, comandante dos Bombeiros Voluntários de Loriga.

Os feridos graves foram resgatados do local de helicóptero e levados para os Hospitais da Universidade de Coimbra e da Covilhã, onde ficaram internados.

Os restantes membros da produtora alemã, quando chegaram ao local e viram a forma em que ficou o helicóptero, não aguentaram a emoção, abraçaram-se todos e choraram.

Estrada com curvas sinuosas

O local onde se verificou o acidente fica entre a Lagoa Comprida e Alvoco da Serra, Seia, num dos locais com a paisagem mais espectacular da serra da Estrela. Não é por acaso que a produtora escolheu aquela zona para fazer o trabalho publicitário. A EN338, que está em óptimo estado, serpenteia a serra e tem centenas de curvas sinuosas e em forma de cotovelo. Sempre que há um nevão, aquela via é das primeiras a ser cortada ao trânsito. A equipa alemã andava desde manhã a fazer imagens e estava a concluir os trabalhos.

Pormenores

Os dois feridos graves sofreram vários traumatismos na coluna vertebral e fracturas nos membros, mas não correm risco de vida. Um bombeiro de Loriga ficou ferido depois de ter caído na escarpa onde estava a aeronave, na altura em que socorria uma das vítimas.

Bernardo Echeverri, director de Operações da Helisul, esteve no local do acidente.

Prestaram socorro trinta bombeiros, auxiliados por 12 veículos e dois helicópteros – um do INEM e um Kamov da Protecção Civil.

Fotos: TVI24

Fontes: Luís Oliveira (Correio da Manhã - Portugal) / ASN

Vazamento de hidrogênio adia lançamento do ônibus espacial "Endeavour"

A NASA anunciou o adiamento do lançamento do ônibus espacial Endeavour, que será responsável pela maior missão já feita à Estação Espacial Internacional (ISS), quando 13 astronautas estarão reunidos no espaço, o maior número em toda a história.

A abertura da estrutura rotativa (à esquerda) na rampa de lançamento 39A no Centro Espacial Kennedy, da NASA, na Flórida, revela que o ônibus espacial Endeavour já se preparava para o lançamento na missão STS-127 - Clique na foto para ampliá-la

Vazamento de hidrogênio. De novo.

A causa do adiamento foi um vazamento de hidrogênio na estrutura responsável pelo abastecimento do tanque principal do Endeavour. O problema foi o mesmo que adiou o lançamento do Discovery em Março deste ano, elevando a estatística para duas ocorrências em três lançamentos.

O ônibus espacial Atlantis voou há poucas semanas para consertar o Telescópio Espacial Hubble, mas não apresentou o problema.

Agora o tanque principal, que já estava 98% cheio quando o problema foi detectado, terá que ser totalmente esvaziado, o que levará pelo menos 24 horas. Só depois é que os técnicos poderão verificar o problema e tentar encontrar uma solução.

Na verdade, nem mesmo o problema foi identificado quando o lançamento do Discovery foi adiado. "Não encontramos nada errado. Mas alguma coisa está acontecendo, porque a fuga ocorreu duas vezes em três lançamentos", disse Mike Moses, coordenador da missão, em entrevista coletiva sobre o adiamento.

O adiamento foi feito, em princípio, por 4 dias. Mas poderá ser mais longo, porque a próxima janela de lançamento do Endeavour acontecerá em 17 de Junho, a mesma data do lançamento das missões LRO e LCROSS para a Lua - veja Próxima parada: a Lua.

Válvula de suspiro

O vazamento de hidrogênio, que aconteceu fora dos tanques do ônibus espacial, foi verificado no conjunto de válvula e encanamento que conecta uma estrutura de serviço fixa na torre de lançamento a uma seção intermediária do tanque externo do ônibus espacial.

A válvula é uma espécie de respiro que retira excesso de hidrogênio do tanque, evitando um aumento exagerado na pressão, e o leva por meio de um encanamento fixo para um local onde ele é queimado em segurança. O que ocorreu foi que a válvula deixou escapar hidrogênio demais pelo respiro.

O enchimento dos tanques começa poucas horas antes do lançamento devido à necessidade de sua manutenção em temperaturas baixíssimas. Os técnicos perceberam o vazamento assim que começou o abastecimento, que transfere 1,8 milhão de litros de oxigênio e hidrogênio para o interior dos tanques.

O vazamento de hidrogênio aconteceu fora dos tanques do ônibus espacial, no conjunto de válvula e encanamento que conecta uma estrutura de serviço fixa na torre de lançamento a uma seção intermediária do tanque externo do ônibus espacial - Clique na foto para ampliá-la

Missão

A nave tinha previsto entregar e instalar os últimos módulos do laboratório científico Kibo, levar novos equipamentos ao complexo e substituir um dos ocupantes da ISS.

O astronauta que será substituído é o engenheiro japonês Koichi Wakata, que voltará à Terra como tripulante do ônibus espacial após permanecer quatro meses na estação espacial.

A missão de 16 dias é uma das mais longas entre as realizadas pelas naves, cujos sete tripulantes devem fazer cinco caminhadas em torno do complexo.

A tripulação do "Endeavour" será comandada por Mark Polansky, que terá como piloto o astronauta Doug Hurley e contará com os astronautas especialistas Tim Kopra, Tom Marshburn, Dave Wolf, Christopher Cassidy e Julie Payette, da Agência Espacial do Canadá.

Kopra substituirá Wakata na ISS, o que transformará a estação em uma reunião de astronautas americanos, japoneses, canadenses e cosmonautas russos.

As atividades extraveiculares (EVA) serão realizadas por Wolf, Kopra, Marshburn e Cassidy.

Durante essas caminhadas, os tripulantes do "Endeavour", além de instalar as peças finais do laboratório Kibo, adicionarão duas plataformas ao módulo japonês.

Uma ficará instalada permanentemente no complexo e será usada em experiências científicas, enquanto a outra voltará à Terra no compartimento de carga do ônibus espacial.

Os astronautas também levarão reposições às equipes da estação espacial, incluindo uma antena, um dispositivo de bombeamento, além de seis baterias para o painel solar mais antigo do complexo.

Também renovarão o fornecimento de água na estação espacial.

A Nasa prevê realizar outras sete missões à ISS, após as quais as naves serão retiradas em 2010 para ser substituídas a partir de 2015 pelas do programa Constellation.

Fontes: Site Inovação Tecnológica / EFE via G1 - Imagens: NASA

Beija-flor 'voa mais rápido do que um avião caça', diz estudo

CURIOSIDADE

Pesquisador dos EUA disse que ave cobre quase 400 vezes o comprimento de seu corpo em um segundo, enquanto caça cobre 150 vezes.

Um estudo da Universidade Berkeley, no Estado americano da Califórnia, revelou que o beija-flor macho atinge uma velocidade proporcionalmente "maior do que a de aviões caça" quando mergulha durante um voo para impressionar as fêmeas.

O pesquisador americano Christopher Clark usou fêmeas de beija-flor empalhadas para induzir os pássaros a fazerem uma exibição impressionante, que ele registrou com câmeras especiais para capturar objetos em alta velocidade. As câmeras capturavam imagens de 500 quadros por segundo.

As aves da espécie conhecida como Anna, que vivem no sudoeste dos Estados Unidos, atingiram velocidades que cobrem um trajeto 383 vezes o comprimento de seu corpo a cada segundo.

De acordo com Clark, o espaço percorrido medido, levando-se em conta o comprimento do corpo da ave e a velocidade máxima atingida pelo animal, foi "maior do que a de um avião caça com sua câmara de combustão auxiliar ligada (o que ajuda a aumentar a velocidade) ou do ônibus espacial durante a reentrada na atmosfera".

O caça pode chegar a cobrir 150 vezes a medida do seu comprimento em um segundo, e o ônibus espacial, 207 vezes.

Mas os caças têm capacidade de acelerar mais e ultrapassar os beija-flores.

Nos últimos estágios de seu mergulho, quando as aves abrem as asas para um voo ascendente, "a aceleração instantânea dos beija-flores é maior do que a de qualquer organismo de que se registrou previamente manobras aéreas", disse Clark.

E ele atinge essa velocidade sem a ajuda de um poderoso motor de jato, acrescenta.

O especialista diz que o estudo é um exemplo de como tais exibições, realizadas com a intenção de atrair uma parceira para o acasalamento, podem ser observadas para verificar os limites das habilidades dos animais.

O mergulho do beija-flor da espécie Anna é mais veloz do que a do falcão peregrino, cuja velocidade máxima chega a cobrir 200 vezes o comprimento de seu corpo a cada segundo.

O trabalho foi divulgado na revista "Proceedings of the Royal Society B".

Fontes: BBC Brasil via G1 / National Geographic - Foto: Nararé Varela

Projeto Aeroporto Florianópolis - Aeroporto Internacional Hercílio Luz

Características do projeto:

Área do terminal de passageiros: de 8.440 m² para 33.800 m²

Balcões de Check-in: 36

Pontes de embarque: de zero para 04

Novo pátio de aeronaves: de 20.187 m² para 141.700 m²

Capacidade de aeronaves: de 05 para 12

Novo estacionamento de veículos: de 500 vagas para 1.850 vagas - 4.900 m²

Capacidade prevista do terminal de passageiros: 2.700.000 passageiros por ano

Capacidade instalada do terminal de passageiros: 980.000 passageiros por ano

Movimento de passageiros em 2006: 1.630.141 passageiros

Imagens do projeto do novo Aeroporto Internacional Hercílio Luz (Florianópolis/SC):


Fontes: Infraero / Eduardo Alba (SkyscraperCity)

Infraero abre licitação para o Aeroporto Hercílio Luz (SC) dia 27 de julho

Mesmo sem ter sido uma das cidades escolhidas para a Copa 2014, Florianópolis está na planificação prioritária da Infraero.O Aeroporto Internacional Hercílio Luz (SC) continuará com o ritmo de melhorias, já apresentado para recepcionar o Fórum Mundial do WTTC, em maio. A estatal publicou edital de licitação dos projetos básico e executivo do novo Terminal de Passageiros (TPS) com data de abertura das propostas agendada para 27 de julho próximo.

O investimento estimado é da ordem de R$ 295 milhões. As obras devem ser iniciadas em agosto de 2010, com conclusão prevista para junho de 2012. Com o novo TPS, a capacidade do aeroporto irá passar dos atuais 980 mil para 2,7 milhões de passageiros por ano.

Serão implantadas cinco pontes, que vão possibilitar o embarque e desembarque de passageiros com maior rapidez, mais conforto e condições ideais de segurança e acessibilidade. A capacidade do pátio de aeronaves será elevada de cinco para 12 posições de estacionamento. O número de pontos comerciais do aeroporto também aumentará, de 41 para 64. O estacionamento do aeroporto será ampliado de 500 para 1096 vagas. Além disso, haverá vagas para ônibus de turismo.

Como obra complementar, será construido um prédio de apoio à área comercial e uma Central de Utilidades com uma estrutura para trabalho das empresas prestadoras de serviço às companhias aéreas que atuam no Hercílio Luz.

Fonte: Brasilturis - Foto: farm1.static.flickr.com

Organização Mundial de Saúde declara pandemia da nova gripe

Comitê de emergência se reuniu na quinta-feira (11).

Porta-voz: 'Isso não significa que o vírus tenha se tornado mais grave'.




A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou na quinta-feira (11) que a nova gripe A (H1N1) encontra-se em situação de pandemia, declarou um oficial norte-americano. O comitê de emergência da OMS se reuniu por teleconferência e decidiu aumentar o nível de alerta para o mais alto, da fase 5 para a 6, o que significa que o vírus está provocando a primeira epidemia global de gripe em 41 anos.

A decisão foi motivada pelo aumento dos casos de infecção pelo vírus nos EUA, Europa, Austrália, América do Sul e em outros lugares. Mais cedo, o governo da Suécia já havia informado a imprensa da decisão da OMS.

"Neste estágio inicial, a pandemia pode ser caracterizada como sendo moderada em sua severidade" diz o comunicado enviado aos seus membros, em que a OMS informou que o nível de alerta para a gripe suína foi elevado da fase 5 para 6, o topo da escala, já que há um surto global do vírus. A organização pediu que as nações não fechem suas fronteiras nem restrinjam viagens e comércio. "Continuamos em diálogo com os produtores de vacina contra gripe", disse.

A fase seis, que se traduz em que uma epidemia global está em andamento, significa que já há focos que se contagiam em nível comunitário em pelo menos outro país de uma região da OMS diferente da primeira na qual foi detectado, no caso, o vírus A(H1N1).

Até agora, um total de 27.737casos foram comunicados à OMS por parte de 74 países, com 141 mortes. O país que lidera a lista de atingidos é os Estados Unidos, com 13 mil casos; seguido pelo México - onde houve os primeiros casos -, com cerca de 6 mil; o Canadá, com mais de 2 mil; e a Austrália, que já superou mil casos. Os outros Estados com maior número de casos são Espanha, Japão, Reino Unido e Chile.

Vírus

Na quarta-feira (10), a diretora-geral da OMS, Margaret Chan conversou com os ministros de saúde dos países mais afetados pelo vírus. Segundo a porta-voz da OMS, Fadela Chaib, Chan consultou "os ministros dos sete ou oito países mais afetados".

A OMS havia reconhecido nesta semana que a declaração de uma pandemia era iminente, e disse que ainda não havia ocorrido porque era preciso preparar o mundo para que entenda esse passo corretamente.

"O vírus continua se estendendo pelo mundo, e a atividade do mesmo está aumentando em diferentes países. Estamos cada vez mais perto de uma situação pandêmica, mas a OMS está trabalhando duro para preparar os países e as pessoas", disse o diretor-geral adjunto, Keiji Fukuda.

"Queremos que seja muito bem entendida a mensagem se declaramos a fase 6 de pandemia, isso significa que o vírus se estende e que há contágios estáveis em comunidades em países de várias regiões", assinalou Fukuda.

Porém ele esclareceu que "isso não significa que o vírus tenha se tornado mais grave, que a doença seja mais séria e que a taxa de mortalidade tenha aumentado".

Fonte: G1 (com agências)

Ministério da Saúde registra mais quatro casos da nova gripe no país

Um paciente foi diagnosticado no DF e outros três em São Paulo.

Com anúncio, número de infectados no Brasil sobe para 58.

Levantamento divulgado neste sábado (13) pelo Ministério da Saúde confirma o registro de mais quatro casos de infecção pelo vírus Influenza A (H1N1) no Brasil. Um paciente foi diagnosticado no Distrito Federal e três em São Paulo. Com as ocorrências, o número de infectados pelo vírus no país subiu de 54 para 58 pessoas.

"Dois pacientes (um de SP e outro do DF) foram infectados pelo vírus A (H1N1) no exterior. Os outros dois casos (ambos de SP) foram infectados por contato direto com pessoa que já havia sido diagnosticada com a doença e que a contraiu também no exterior. Todos os pacientes estão em tratamento e passam bem", informou o Ministério da Saúde.

Do total de casos confirmados, 14 são de transmissão autóctone (ocorrida dentro do território nacional), todos com vínculos epidemiológicos com pacientes procedentes do exterior. "Desse modo, a transmissão no Brasil é limitada e não há evidência de sustentabilidade da transmissão de pessoa a pessoa do vírus da Influenza A (H1N1)", informou o governo.

O Ministério da Saúde acompanha 73 casos suspeitos de Influenza no país. As amostras com secreções respiratórias dos pacientes estão em análise laboratorial. Além disso, 462 casos foram descartados até o momento.

Os números referem-se a informações repassadas pelas Secretarias Estaduais de Saúde até às 9h30 desta sexta-feira (12). Apesar do aumento nos casos e do anúncio de “pandemia”, feito pela Organização Mundial de Saúde (OMS) nesta quinta-feira (11), o Ministério da Saúde afirma que a situação no país é tranquila.

Fonte: G1

Suspeita de gripe suína barra avião em Florianópolis

Aeronave que seguia para Brasília ficou parada por cerca de uma hora por causa de passageira que poderia estar infectada

Um avião da companhia aérea Gol ficou parado cerca de uma hora no pátio do Aeroporto Internacional de Florianópolis por causa de uma passageira com sintomas de influenza A (H1N1) – gripe suína. A aeronave seguia de Buenos Aires, na Argentina, para Brasília, com 97 passageiros a bordo, e tinha escala prevista na capital de Santa Catarina.

Segundo informações da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), uma equipe da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) levou a passageira, uma brasileira, a um hospital de referência para fazer exames.

Os passageiros que estavam no voo foram retirados para que a aeronave passasse por um processo de desinfecção. Das 97 pessoas a bordo, 45 ficaram em Florianópolis e o restante embarcou, por volta das 12h30 para Guarulhos, em São Paulo, onde estava prevista a próxima escala.

Fonte: Abril.com (com Agência Brasil)

TAM já alterou todos os sensores nos equipamentos Airbus

Os sensores de velocidade dos 124 aviões Airbus da TAM Linhas Aéreas já foram modificados, seguindo a recomendação feita pelo consórcio europeu fabricante das aeronaves. A reafirmação foi feita pelo presidente da empresa, David Barioni, durante um encontro com lideres empresariais, em São Paulo. Na frota da TAM, são 16 os equipamentos A330.

Da mesma forma, o vice-presidente comercial Paulo Castello Branco, havia garantido que as alterações já haviam sido processadas, durante a apresentação do TOP TAM, realizada no início da semana.

O Ministério Público do Rio de Janeiro, em decisão anunciada ontem, determinou um prazo de seis meses para que a TAM e a Air France, substituam os sensores de velocidade de seus aviões. O promotor Rodrigo Terra, da Defesa do Consumidor e do Contribuinte do Rio de Janeiro, afirmou que o Ministério Público verificou que o sensor de velocidade está no centro das investigações da França sobre o desastre ocorrido no último dia 31 com o Airbus A330-200 da Air France, que fazia a rota Rio-Paris.

Ele tomou por base as declarações do secretário francês de Transporte, Dominique Bussereau, de que as investigações sobre as causas da tragédia concentram-se atualmente em uma série de erros de leitura da velocidade enviados pelo avião durante os últimos minutos do voo.

A Air France, anunciou nesta semana que vai acelerar a troca de todos os aviões da frota de de A330 e A340. Nos A320 a troca já havia sido providenciado a troca anteriormente.

Fonte: Brasilturis

Três morrem em acidente de avião na Irlanda do Norte

Três pessoas morrreram nesta sexta-feira (12) em um acidente de avião em Kilkeel, no Condado de Down, na Irlanda do Norte.

Foto de destroços do avião acidentado cobertos pelos bombeiros - Foto: Sky News

O avião Jodel DR.1050, prefixo G-ATGE, caiu ao lado de uma estrada e explodiu em chamas, matando o piloto e os dois passageiros. Sabe-se que tinham decolado na Ilha de Man.

Mapa do local do acidente, Kilkeel - Imagem: BBC

Foto do avião antes do acidente, em 10/03/2003 - Foto: Paul Chandler

Moradores do local informaram que o clima no momento da queda era de baixa visibilidade, pois o céu estava muito nublado. É o segundo acidente aéreo na área em uma quinzena. No anterior um homem morreu e outro ficou ferido.

Clique aqui e assista a reportagem sobre o acidente (em inglês).

Fontes: BBC / ASN / Sky News

Três corpos chegam a Noronha em fragata da Marinha

Outros 21 corpos devem chegar a capital pernambucana neste sábado.

No total, 44 corpos foram retirados do oceano na área de buscas.




Os três corpos das vítimas do acidente com o avião da Air France que estavam a bordo da Fragata Constituição chegaram a Fernando de Noronha às 11h30 deste sábado (13). As três vítimas do acidente com o voo 447 foram resgatadas na última quinta-feira (11).

Os militares informaram ainda que a aeronave Hércules C-130 da Força Aérea Brasileira (FAB) já está posicionada para trazer ao Recife 21 dos 25 corpos que passaram por perícia preliminar em Fernando de Noronha.

Depois de chegar à Base Aérea, eles serão levados para o Instituto de Medicina Legal (IML) do Recife. Os outros quatro corpos ainda não têm previsão de chegada.

Na contagem oficial, são 44 corpos encontrados, mas na última sexta-feira (12) o navio anfíbio Mistral, da França, recolheu outros seis corpos. A Marinha informou que só vai considerá-los na contagem oficial quando eles estiverem em embarcações brasileiras. Outros 16 corpos já passaram por perícia no IML.

Conversa com familiares das vítimas

O embaixador francês encarregado dos contatos com as famílias das vítimas do voo 447 da Air France, Pierre-Jean Vandoorne, chegou ao Rio na manhã deste sábado. Segundo o cônsul geral da França no Rio de Janeiro, Hughes Goisbault, o embaixador está no Hotel Guanabara, no Centro do Rio, onde conversará com os parentes de passageiros, após encontro com autoridades militares e representantes da Air France.

Fonte: G1

Empresas aéreas não disputarão aeroportos

Liberdade de participação de capital estrangeiro, veto às companhias aéreas, prazos e formas de disputa são algumas das regras já delineadas para o marco regulatório da concessão de aeroportos, que será concluído até o fim de julho. A informação é do diretor da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Marcelo Guaranys.

As normas valerão para os aeroportos de Viracopos (Campinas), o Internacional Antonio Carlos Jobim (Galeão), o de São Gonçalo de Amarante (Natal) e um terceiro da região metropolitana de São Paulo. A forma de disputa e administração desses quatro terminais vai guiar a concessão dos demais aeroportos do País.

"Não estamos prevendo nenhuma limitação ao capital estrangeiro ou necessidade de haver empresas brasileiras", afirma Guaranys. Ele acrescenta que uma empresa estrangeira terá liberdade para criar uma subsidiária no País e administrar sozinha um determinado aeroporto.

Mas o marco regulatório deverá vetar a participação de companhias aéreas, afirma o diretor da Anac - apesar de empresas como TAM e Azul terem interesse em investir em terminais próprios de passageiros. "É uma questão concorrencial. Se a agência permite a participação de uma empresa que tem interesse direto na administração do aeroporto, a gente pode estar fazendo com que ela feche o mercado para novas empresas entrarem."

O prazo de concessão não será fixo e igual para todos os aeroportos. Vai depender do intervalo de tempo necessário para a consolidação dos investimentos em cada terminal. A disputa será determinada com base em dois formatos principais. O primeiro é o de outorga onerosa, pela qual o investidor pagará um valor para remunerar o Tesouro pelos investimentos realizados pelo governo em aeroportos já existentes.

A segunda alternativa será conceder o aeroporto para quem oferecer a menor tarifa aeroportuária. Isso se traduzirá em menos gastos aos consumidores, pois as companhias aéreas repassam aos passageiros o que pagam pela utilização dos aeroportos. Dependendo do terminal, poderá haver um modelo misto. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Alberto Komatsu (Agência Estado)

Greve de dez dias dos pilotos da Portugália chega ao fim

Presidente da TAP perdeu a paciência com os profissionais

Os pilotos da Portugália concluem este sábado uma greve de dez dias. Um período que rendeu polémica entre o presidente da TAP, Fernando Pinto, e o Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC).

A paralisação começou a 4 de Junho (quinta-feira) e só vai acabar esta noite, um minuto antes de soarem as doze badaladas.

Fernando Pinto chegou a afirmar que as greves dos pilotos da Portugália punham em causa a viabilidade da empresa e recentemente acabou por dizer que estava perdida a paciência com os pilotos da Portugália, que estavam a ultrapassar todos os limites, e que nenhuma empresa resiste a tantas paragens. O presidente disse também, numa entrevista à Lusa, que a Portugália «pode ser para vender», como está para a acontecer com a Groundforce.

Os pilotos da PGA, que já tinham parado durante seis dias este ano, reivindicam a adopção de um Regulamento de Utilização num contexto «seguro e sustentável, através da instituição dos mecanismos de dissipação da fadiga recomendados».

Fonte: IOL Diário (Portugal) - Foto: Divulgação

Internautas fazem piadas de humor negro em site

Apesar da comoção mundial em torno do acidente do Airbus da Air France, que culminou com a morte das 228 pessoas a bordo, o site de relacionamentos Orkut tem servido de palco para humor negro e até mesmo para ofensas gratuitas a perfis de vítimas do voo. A comunidade “Voo AF447 – Destino ao além” contava, até a noite dessa sexta (5), com 1.278 membros. Em três dias, 22 tópicos foram abertos com piadas e paródias sobre o maior desastre aéreo da história do Brasil. Num dos tópicos, um membro diz: “Aí, galera, vocês que estão aí em cima, curtam sua nova vida aí no céu”. Em seguida, outro responde: “Otário, eles estão no fundo do oceano”.

Num outro fórum de mau gosto, uma enquete chegou a ser feita sobre o possível paradeiro da aeronave e 58% dos membros votaram que o Airbus “foi abduzido”. Internautas com perfis falsos também criaram a comunidade “Voo 447 está na Ilha de Lost”, em referência ao seriado de televisão americano.

Perfil

Não bastassem as piadas, fakes invadiram o perfil de uma das vítimas do acidente, o oceanógrafo capixaba Leonardo Veloso Dardengo, 31 anos, para ofender o jovem, causando revolta em amigos do rapaz no Orkut e em pessoas que nem conheciam Dardengo, mas postaram recados de pesar pela morte do capixaba. Entre as provocações feitas, estavam postagens como “descanse com os tubarões”, “bem feito” e “está muito gelada a água?”.

Ofensas à parte, a maioria dos quase 2,7 mil recados deixados na página da vítima são mensagens positivas e orações, na maioria de desconhecidos sensibilizados com a tragédia. “Não te conhecia, mas espero que esteja em paz! Ainda há esperança! Vamos ter fé em Deus”, escreveu uma jovem. Outra internauta completou: “O País inteiro está triste. Força para todos. Deus sabe o que faz”. Além disso, das 374 comunidades criadas sobre o voo 447, a maioria presta solidariedade às vítimas.

Fonte: JC Online

Nota do Autor:

O mesmo ocorreu nos acidentes com o voo 1907 da GOL, com o voo 3054 da TAM, com a morte da menina Isabella Nardoni e por aí vai. A insensibilidade e idiotice de alguns não tem limite.

Dias antes, internauta postou no Orkut que o avião da Air France cairia

As emissoras de televisão estão se desdobrando e fazendo uma cobertura isenta. Todas elas estão com muita experiência depois de quedas recentes de aviões no país: Gol, na Amazônia e TAM, em São Paulo. Muita gente tem comentado e os veículos tem feito de tudo para chamar a atenção dos leitores, espectadores, ouvintes e internautas.

Pesquisando e conversando com as pessoas sobre o acidente, recebemos a informação de que alguém no Orkut teve uma premonição. Muita gente esperava se tratar de Mãe Dinah ou coisa parecida mas não: se tratava de um internauta anônimo que postou um comentário sobre um sonho numa comunidade dentro do Orkut.

A comunidade fala sobre OVNIS, UFOS e coisas afins. Porém, um dos tópicos de discussão era sobre a interpretação de sonhos. Flávio é morador do Rio de Janeiro e postou no dia 29 de maio o seguinte relato: "Hoje eu tive um sonho espetacular e sinistro mas não tem nada a ver com ufologia (acho que não!). Estava eu olhando da janela de casa, no céu um objeto parecido com um avião voando numa velocidade um pouco maior do que a normal que se escondeu atrás de um morro, depois virou e apareceu novamente".

Logo em seguida, Flávio descreve que vê um avião da Air France: "Vejo mais adiante um avião comercial da Air France (ora lembrava um concorde, ora lembrava um boeing) que começou a embicar pra baixo e foi caindo, caindo, caindo... Ele caiu de bico no mar, sem fazer muito estrondo e sem esborrifar (sic) muita água". Flávio prossegue contando alguns detalhes de um suposto acidente. A diferença é que aparece um segundo avião: "Depois avisto um outro avião que vai subindo quase na vertical, um boeing e eu pensei 'caramba, vai estolar!'".

Flávio conta que em seu sonho o segundo avião ainda tenta pousar na água de barriga. Ele tenta planar, mas acaba parando sobre a água e fica boiando, segundo o relato do internauta. O cenário muda e ele se vê numa praia observando com pessoas ao seu redor o acontecimento. Ele finaliza com uma frase forte: "Senti uma energia muito estranha, sei lá".

As pessoas a seguir comentam que o sonho não tem significado algum. "Flávio, um sonho turbulento, mas nada demais significa! Fique em paz!", responde a internauta que usa o apelido de 'Estrela Dalva'.

Tentamos um contato com o Flávio, o internauta que fez o relato. Porém, sem sucesso. Sonhos premonitórios são muito comuns, mas demoram muito para serem decifrados e nem sempre esses sonhos tem a ver com a realidade em que vivemos e por isso podem parecer fantasiosos.

Logo depois da tragédia, Flávio deletou o comentário. Segundo outros participantes da comunidade, ele não quer se promover e nem ter fama com esse sonho de um dia trágico da aviação internacional.

Clique sobre a imagem abaixo e veja o print screen do post do internauta no Orkut:


Fonte: Blog do Luciano Dias - Imagem: reprodução

Nota do Autor:

Sobre alterar a data de publicação de uma mensagem no Orkut.

Não sei se é possível, mas ainda que seja, há comentários embaixo do post, ou seja, exigiria que um grupo de pessoas se organizasse pra fraudar a história, todos mudando as datas de publicação dos posts. Improvável, mas possível. De qualquer forma, postei pela curiosidade do fato.

Família de E-Jets da Embraer a caminho da entrega da 600ª aeronave

Empresa trabalha de modo contínuo e positivo diante da crise econômica mundial.

A Embraer se aproxima de outro marco significativo, representado pela entrega do 600° E-Jet, programada para o terceiro trimestre deste ano. Em 2008, a Empresa entregou, em junho, o 400° E-Jet à operadora norte-americana Republic Airlines e o 500° à francesa Regional, subsidiária da Air France, em dezembro.

“Entregar 600 E-Jets apenas cinco anos após a entrada em serviço do primeiro Embraer 170 representa uma enorme conquista para a Embraer e é um marco atingido por apenas poucos programas na história da aviação. A rápida expansão da frota mundial para 52 companhias aéreas em 34 países mostra que a filosofia de ajuste da capacidade das aeronaves à demanda, ou rightsizing, introduzida pela nossa família de E-Jets tem aplicações verdadeiramente globais”, disse Mauro Kern, vice-presidente executivo da Embraer para o Mercado de Aviação Comercial.

Desde o primeiro vôo comercial em março de 2004, mais de 110 milhões de passageiros voaram nos E-Jets da Embraer. A Empresa atribui o sucesso do programa à diversidade de aplicações nas quais as empresas aéreas estão operando a frota, bem como às capacidades operacionais da aeronave. Companhias aéreas como a Air Canada estão utilizando seus E-Jets em rotas principais, configurados com cabines diferenciadas e sistemas de entretenimento de bordo. Devido à sensação de uma cabine maior, as operadoras também estão utilizando seus E-Jets para rotas de longa distância, algumas das quais com mais de cinco horas de vôo.

A versatilidade da plataforma dos E-Jets é também evidenciada nas operações de companhias aéreas de baixo custo nos EUA, Europa e América do Sul. A JetBlue Airways, dos EUA; a Flybe, do Reino Unido; a NIKI, da Áustria; e a Azul, do Brasil, usam os E-Jets da Embraer para atender cidades onde aeronaves maiores não são tão econômicas.

Segundo análises de mercado da Embraer, os clientes utilizam seus E-Jets em quatro aplicações principais: ajuste da capacidade dos aviões à demanda em rotas operadas por aeronaves narrowbody (53%), crescimento natural da demanda em rotas operadas por aeronaves menores (24%), abertura de novos mercados (17%) e substituição direta de aeronaves de tamanho semelhante (6%).

Os E-Jets também operam em condições ambientais extremas, desde o frio do Ártico na Finlândia até as temperaturas quentes dos desertos da Arábia Saudita e norte da Austrália, voando, respectivamente, com as empresas Finnair, Saudi Arabian e Airnorth. Essas modernas aeronaves apresentam altos índices de confiabilidade operacional e disponibilidade (acima de 99%), excelente conforto, baixo consumo de combustível e custos operacionais reduzidos em todo o mundo.

Família Embraer 170/190 de E-Jets

A família Embraer 170/190 de E-Jets é composta por quatro jatos comerciais com 70 a 122 assentos, fruto de um projeto de engenharia avançado que apresenta desempenho destacado, grande economia operacional, baixo nível de emissão de poluentes e uma ampla cabine.

Os E-Jets têm velocidade de cruzeiro máxima de Mach 0,82, voam a uma altitude de até 12.497 metros (41.000 pés) e possuem alcance de 4.400 km (2.400 milhas náuticas). O alto grau de comunalidade entre as quatro aeronaves – Embraer 170, Embraer 175, Embraer 190 e Embraer 195 – resulta em excepcional redução nos custos de treinamento, manutenção e peças de reposição para os operadores. Outro destaque é o emprego da moderna tecnologia fly-by-wire, que aumenta a segurança operacional e reduz a carga de trabalho dos pilotos e o consumo de combustível.

A família de jatos Embraer 170/190 oferece conforto superior com o projeto da fuselagem em dupla-bolha, que inclui duas entradas principais para passageiros e duas portas de serviço, que minimizam o tempo de permanência em solo. Os E-Jets oferecem muito mais espaço ao passageiro que qualquer outra aeronave de tamanho equivalente.

Com grande aceitação, cerca de 900 pedidos firmes já foram recebidos em todo o mundo. Trata-se de uma comprovada família de jatos que tem auxiliado companhias aéreas a ajustar capacidade à demanda em rotas operadas por aeronaves narrowbody com baixa taxa de ocupação, substituindo jatos regionais de 50 assentos e aeronaves antigas e ineficientes. Os E Jets estão sendo utilizados para desenvolver novos mercados com menores custos e mais eficiência.[ www.EmbraerCommercialJets.com.br]. Para melhor avaliação dos benefícios gerados por essas aeronaves ao substituir jatos mais antigos; [www.eforefficiency.com].

Perfil

A Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A. - NYSE: ERJ; Bovespa: EMBR3) é uma Empresa líder na fabricação de jatos comerciais de até 120 assentos e uma das maiores exportadoras brasileiras. Com sede em São José dos Campos, no Estado de São Paulo, a Empresa mantém escritórios, instalações industriais e oficinas de serviços ao cliente no Brasil, Estados Unidos, França, Portugal, China e Cingapura. Fundada em 1969, a Embraer projeta, desenvolve, fabrica e vende aeronaves para os segmentos de Aviação Comercial, Aviação Executiva e Defesa. A Empresa também fornece suporte e serviços de pós-vendas a clientes em todo o mundo. Em 31 de março de 2009, a Embraer contava com 17.375 empregados – número que não inclui empregados de suas subsidiárias não-integrais OGMA e HEAI – e possuía uma carteira de pedidos firmes a entregar de US$ 19,7 bilhões. [ www.embraer.com.br ].

Fonte: Portal Fator Brasil - Foto: Divulgação

Passageiros da TAP voam cada vez menos em classe executiva

Desde Janeiro, a companhia aérea liderada por Fernando Pinto perdeu 6% dos passageiros em classe executiva. Os gestores optam cada vez mais pela económica.

Carlos Martins e Belmiro de Azevedo têm pelo menos uma coisa em comum. Sempre que viajam dentro da Europa, o presidente da Martifer e da Sonae, respectivamente, trocam as comodidades da classe executiva pelos baixos preços da classe económica. Martifer e a Sonae são algumas das empresas que têm contribuido para prejudicar os resultados das companhias de aviação, que, a nível mundial, lidam com uma quebra da procura das classes executivas na ordem dos 19%, segundo a associação internacional do sector da aviação (IATA).

As classes ‘premium', seja a primeira ou a executiva, são aquelas que permitem às companhias ganhar dinheiro. Só 7% a 8% dos passageiros a nível mundial utiliza as classes ‘premium' para viajar em rotas internacionais, mas esta pequena percentagem representa qualquer coisa como 25% das receitas das companhias aéreas membros da IATA.

Só a TAP perdeu entre Janeiro e Maio cerca de 6% dos passageiros em classe executiva, "com especial incidência nos Estados Unidos e na Europa". Fonte oficial da transportadora aérea justifica esta quebra com "a diminuição da actividade económica global". E a recuperação pode demorar: "Sem prejuízo das iniciativas tomadas pela TAPao nível da promoção, só se espera um regresso aos níveis anteriores no âmbito da normalização económica."

Fonte: Hermínia Saraiva (Económico - Portugal)

Interpol pede vigilância sobre instrutor de voo de Joinville (SC)

A Interpol diz que ele é ex-militante de "organização terrorista" ligada à Al Qaeda. Seu nome consta dos arquivos do órgão, que integra polícias de todo o mundo. Está num documento chamado "difusão azul", que orienta que o suspeito seja encontrado e sua localização, informada. Serviços de inteligência brasileiros, que criaram anteontem um núcleo para o estudo do terrorismo, o monitoram há cinco anos -sem ter, até agora, detectado sinais que confirmem as suspeitas.

O franco-tunisiano Manar Mohamed Skandrani, 48, casado, pai de dois filhos brasileiros, dirige uma oficina de carros e acaba de montar sua segunda escola de treinamento para pilotos de aviões e helicópteros em Joinville (SC).

Ele nega envolvimento em planos ou ações terroristas. Declara ter sido simpatizante da organização Al Nahda, mas, ao contrário do que pensa a Interpol, diz achar que ela não tem relações com a Al Qaeda --o grupo responsável pelos atentados de 11 de Setembro.

De inspiração fundamentalista, a Al Nahda despontou em reação ao regime presidencialista vitalício instalado na Tunísia em 1956, quando o país se tornou independente. Foi, então, declarada ilegal. O site da organização, que atua no norte da África, informa que seu propósito é falar sobre política, cultura e ideias relacionadas ao mundo islâmico e árabe.

"Na minha vida lá [na Tunísia], tinha mais simpatia pelo Nahda do que por qualquer outro partido. Mas deixei a atividade política em 1999."

Em Joinville, Skandrani, ou "seu Manar", como é chamado pelos 17 empregados, comanda a oficina Dreicar. A empresa está em nome da mulher, Maria Cristina de Almeida. "Olha essa máquina [elevador de carros]. Custou R$ 220 mil, coisa de primeiro mundo. Tenho câmeras que permitem o cliente observar o serviço pela internet."

Sobre a origem do seu dinheiro, afirma que "é tudo legal", economias dos tempos em que trabalhava, na Europa, como importador de carne. Diz que chegou a ganhar entre R$ 30 mil e R$ 40 mil por mês.

Sua nova escola de aviação, a Dreifly, foi criada em dezembro, também em nome da mulher. Tem autorização da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) para ministrar aulas teóricas de voo até 2014 e funcionará no endereço da oficina.

"Vim para o Brasil trabalhar com kebab [sanduíche típico árabe]. Mas sempre tive paixão por aviação. Por ideia de um amigo, abri a primeira escola." Trata-se da Asa Azul, hoje inativa. Por que a segunda? "É para dizer que um muçulmano tem direito a viver em paz. Após o 11 de Setembro, só uma pessoa louca vai abrir escola de aviação para terroristas. Mas não vou deixar o alvo do kebab."

Inicialmente reticente ao ser procurado pela Folha em Joinville, Skandrani depois cedeu e se pôs a falar. Deu quatro horas de entrevista pessoalmente e, depois, por telefone. Em um português misturado com inglês, espanhol e francês, conta que mantém a Polícia Federal a par de todos os seus passos.

Afirma que pratica sua religião em casa e, às vezes, vai a mesquitas em Curitiba ou Florianópolis. Não convive com os poucos árabes da vizinhança.

Quanto aos atentados de 2001, ele diz que o governo dos EUA foi o responsável, para "criar um inimigo da vez".

Skandrani conta que perdeu o visto de permanência no Brasil. Diz que esteve na PF e no Ministério das Relações Exteriores, em Brasília, para descobrir o porquê. Sem sucesso.

"Na minha cabeça, isso aconteceu para evitar conflito com os americanos. A PF sabia de tudo que eu fazia. O Brasil não quer problema, e está certo."

Quando ainda tinha visto, Skandrani foi preso no Brasil em 31 de outubro de 2007, sob a acusação de crime de falsidade ideológica. Ele desembarcava em Guarulhos, vindo da Alemanha, sem declarar que levava consigo 14,7 mil, conforme o processo judicial relativo ao caso. A lei manda informar quantias acima de US$ 10 mil.

Foi denunciado. Responde a ação que tramita na 4ª Vara da Justiça Federal em Guarulhos. Apesar de não ter visto, ele não poderia ser deportado. Na ação, há uma determinação para que fique no país.

Procurada, a Embaixada da Tunísia não respondeu aos e-mails. A PF não quis comentar a situação de Skandrani.

Fonte: Andréa Michael (Folha Online)

Otan decide enviar primeiros aviões Awac para o Afeganistão

Um dos Awac's-3A Sentinel da OTAN com a fuselagem pintada em comemoração aos 50 anos da entidade

Operação das aeronaves exigirá contingente extra de 250 militares, dos quais cerca de 100 serão das Forças Armadas alemãs. Alemanha garante que aviões de vigilância terão uso exclusivamente civil.

Após meses de debates, os ministros da Defesa da Otan decidiram nesta sexta-feira (12/06), ao final de uma reunião em Bruxelas, enviar pela primeira vez aviões de vigilância Awac para o Afeganistão. De acordo com o secretário-geral da aliança militar, Jaap de Hoop Scheffer, três ou quatro aeronaves serão utilizadas para apoiar as tropas da Isaf (Força Internacional de Assistência à Segurança) no Hindukush.

Segundo Scheffer, no Afeganistão não há um controle completo do espaço aéreo por radar a partir do solo, e as aeronaves cumprirão essa tarefa a no ar. Os aviões Awac serão utilizados apenas para fins civis e não militares, afirmou o governo alemão.

A decisão foi tomada após a França, que era contra o envio, alegando altos custos, rever sua posição. A Otan calcula que os custos totais da operação ficarão entre 80 milhões e 100 milhões de euros por ano, sendo que a Alemanha assumirá 16% do valor.

Aprovação do Bundestag

A operação das aeronaves exigirá um contingente extra de 250 militares, dos quais cerca de 100 serão da Bundeswehr (Forças Armadas da Alemanha). O envio dos aviões depende, portanto, da aprovação do Bundestag (câmara baixa do Parlamento alemão).

A aprovação parlamentar não deverá ser um problema, já que foi o próprio governo alemão quem exigiu que os aviões fossem enviados para elevar a segurança no Hindukush. Os deputados deverão votar o novo mandato para a Bundeswehr no Afeganistão ainda antes do início do recesso parlamentar, em julho.

Já há mais de 3,6 mil soldados alemães no Afeganistão. O número deverá ser elevado em 8 mil em agosto próximo, durante as eleições presidenciais. Ao todo, a Isaf mantém cerca de 60 mil militares no país.

Fins militares

O uso dos Awac é polêmico na Alemanha. Ao contrário dos aviões do tipo Tornado, os Awac podem tirar fotos digitais e enviá-las automaticamente a uma central, o que permite que sejam utilizados para auxiliar em combates.

A Bundeswehr nega que os aviões terão uso militar. De acordo com o ministro alemão da Defesa, Franz Josef Jung, a Bundeswehr já monitora a metade do transporte de pessoal e de materiais no Afeganistão.

A aviação civil será expandida no país, afirmou Jung, e incluirá uma rota entre Frankfurt e Cabul, cujo início das operações está previsto para breve. Por isso, a utilização dos Awac é necessária, argumentou.

Os aviões Awac pertencem à Otan e estão estacionados em Geilenkirchen, na Alemanha. Awac é a sigla para Airborne Warning and Control System, ou Sistema Aéreo de Alerta e Controle.

Sobe número de ataques insurgentes

Também nesta sexta-feira, o general David Petraeus, que comanda as ações militares dos EUA no Oriente Médio, afirmou que os ataques insurgentes no Afeganistão atingiram na semana passada o nível mais elevado desde dezembro de 2001, data da queda do regime talibã.

De janeiro a maio, o número de ataques rebeldes aumentou 59% em comparação com os primeiros cinco meses de 2008, segundo um relatório da Otan.

Em maio de 2009, as ações rebeldes ultrapassaram a marca de 1,4 mil pela primeira vez desde agosto de 2008. Os dados incluem ataques contra forças da Isaf, contra alvos militares, policiais, governamentais afegãos e contra civis.

Em discurso em Washington, Petraeus disse que a situação no Afeganistão deteriorou. Ele espera "tempos difíceis" nos próximos meses.

Fontes: AS/AFP/AP/DPA/Reuters - Revisão: Augusto Valente - Foto: NATO E3A

Aeroporto de MT deverá dobrar capacidade de passageiros para Copa

Depois de 10 anos de espera, finalmente as obras do Aeroporto Internacional Marechal Rondon (Cuiabá), localizado em Várzea Grande, MT, poderão ser concluídas até a Copa do Mundo de 2014. Isso porque, é uma exigência da Fifa a readequação do espaço. A capacidade de passageiros deverá ser duplicada, saindo de 1,5 milhão para 3 milhões, e um novo terminal de passageiros deverá ser construído.

Apesar de recém-inaugurado o segmento B para desembarque, o local já está pequeno e em “horários de pico” e o congestionamento da esteira é constante. De acordo com o secretário de Turismo de Estado, Yuri Bastos, um novo terminal deverá ser construído com saída para a Avenida 31 de Março.

A idéia é dividir o número de passageiros nos terminais e garantir um melhor atendimento aos turistas, principalmente durante a Copa. Ainda não é possível mensurar qual será o número de visitantes para o evento.

A Infraero garantiu que as obras nas cidades-sedes da Copa serão prioridades. Em caixa, o órgão já tem R$ 8 bilhões. No entanto, o secretário de Turismo ainda não pode afirmar quando será iniciada a construção de um novo terminal.

Quanto a última polêmica, sobre o calote de R$ 2 milhões que a Infraero deu na empreiteira Geosolo, responsável pelo término da obra no aeroporto, Yuri Bastos, diz não ter conhecimento e apenas informou que esteve com o diretor da empresa no Rio de Janeiro e teve a garantia das obras.

Atualmente, o complexo conta com um terminal de passageiros amplo, com dois pisos, praça de alimentação, lojas, juizado de menores, câmbio, terraço panorâmico, Correios, locadoras, lanchonetes, elevadores, escadas rolantes e climatização. Há também o terminal de logística de carga (Teca), que no ano passado registrou o transporte de 4,7 mil toneladas.

Histórico

O aeroporto Marechal Rondon foi inaugurado em 1939, com o pouso do trimotor Junker-52 da Syndicato Condor Ltda. A princípio o campo de aviação era localizado onde, hoje é a Vila Militar, na cidade de Cuiabá. A pista de pouso, primeira obra do aeroporto foi inaugurada em 1956. No ano seguinte, a sede do canteiro de obras foi transformada numa estação de passageiros que, precariamente, abrigava diversas companhias de aviação.

Em 1964 foram iniciadas as obras do novo terminal de passageiros, entregue ao público no mesmo ano. Em fevereiro de 1975, a Infraero assumiu a administração do Aeroporto Marechal Rondon e deu início à execução de várias obras para atender as necessidades do complexo aeroportuário. A partir de 1996, o Aeroporto Marechal Rondon se tornou internacional.

Fonte: Alline Marques (Olhar Direto) - Foto: Fabio (skyscrapercity.com)

Primeiros 16 corpos de ocupantes do voo 447 estão irreconhecíveis

Os 16 corpos das vítimas do voo 447 em processo de identificação estão irreconhecíveis e em adiantado estado de decomposição. A maioria está inteira, dizem militares da Aeronáutica em Fernando de Noronha. Até ontem, nenhuma vítima foi identificada.

Veja nomes de ocupantes do voo 447

Veja onde conseguir informações sobre o voo


Os exames estão sendo realizados no IML (Instituto de Medicina Legal) de Pernambuco, em Recife, por uma força-tarefa constituída de peritos brasileiros e franceses.

Dois parentes de vítimas foram ontem a Recife, na tentativa de fazer o reconhecimento visual. "É direito inegável das famílias ver os corpos", disse Nelson Faria, pai do passageiro Nelson Marinho. Os dois parentes, porém, foram barrados. Segundo a Polícia Federal, o estado dos corpos invalida um eventual reconhecimento.

Também não será permitido o acesso das famílias aos objetos pessoais encontrados com os mortos. As peças estão lacradas, e qualquer alteração poderá ser classificada como "contaminação de prova", atrapalhando o processo de investigação.

Fonte: Agência Folha

Destroços indicam possível desintegração de Airbus

Especialistas em aviação dizem não haver evidência de fogo ou explosão.

Ao todo, 37 peças do avião foram encontradas no oceano.




Entre os 37 destroços do voo 447 encontrados pela Marinha no Oceano Atlântico, e apresentados pela primeira vez nesta sexta-feira (12), há peças praticamente intactas, como uma maleta laranja operacional, poltronas da tripulação e máscaras de oxigênio. Para o consultor e engenheiro aeronáutico americano Robert Ditchey, aliados ao estabilizador já recolhido, eles apontam para a "forte conclusão" de que o A330 se desintegrou no ar. "Não há nenhuma evidência de fogo ou explosão. Há mais chances de o avião ter se partido no ar."

Veja fotos dos destroços

As imagens dos destroços mostram que as necropsias não detectaram queimaduras nos corpos. Peritos acreditam que as mortes tenham sido provocadas por politraumatismo ocasionado pelo choque com a água em alta velocidade.O brigadeiro Ramon Borges, diretor-geral do Departamento de Controledo Espaço Aéreo(Decea), confirmou haver "possibilidades técnicas" de uma aeronave desintegrar-se parcialmente no ar.

"Se não há nada queimado e se os corpos encontrados representarem uma boa amostragem dos diferentes assentos, podemos, sim, eliminar a hipótese de uma explosão no ar", diz o especialista em aviação Respício do Espírito Santo, do Instituto Brasileiro de Estudos Estratégicos e de Políticas Públicas em Transporte Aéreo (Cepta). Mais cauteloso, o diretor técnico do Sindicato Nacional das Empresas Aéreas (Snea), comandante Ronaldo Jenkins, prefere esperar o encontro do "corpo" do avião para falar da desintegração, mas admite que não há indícios de explosão.

"Existe um número pequeno de explicações possíveis para o avião partir em pleno voo e uma dessas explicações é quando se tem uma perda de controle que leva a uma sobrecarga estrutural - quando as forças encontradas pelo avião são maiores do que o desenho do avião permite", observa Ditchey. Fotos do estabilizador vertical (peça ao qual está acoplado o leme) sugerem até agora que ela tenha sido arrancada.

Uma possibilidade para isso ocorrer é quando o avião atinge velocidade superior à suportada pela estrutura - quando isso ocorre, fissuras na fuselagem aparecem, transformam-se em buracos, despressurizam o avião e acabam por fazê-lo partir. Isso pode ter ocorrido, por exemplo, caso o piloto receba uma leitura errada da velocidade dos pitots e acelere. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: G1

Airbus precisa de 3,6 mil milhões de euros para financiar A350

A Airbus vai pedir um empréstimo de 3,6 mil milhões de euros a quatro Governos europeus para financiar o desenvolvimento do A-350

Este empréstimo representa, de acordo com a agência Bloomberg, 30% do custo total (12 mil milhões de euros) do novo avião da Airbus, que deverá estar concluído em 2013 e transportar 350 passageiros.

O empréstimo de 3,6 mil milhões de euros deverá ser solicitado a quatro países europeus: França, Alemanha, Espanha e Reino Unido.

O A-350 (ilustração acima) vai concorrer com os modelos da Boeing 787 Dreamliner (ilustração abaixo) e o 777, que transporta cerca de 368 passageiros.

Este empréstimo poderá, no entanto, reacender uma antiga disputa entre a União Europeia e os Estados Unidos sobre os subsídios a dar às construtoras aéreas. Tanto a UE, como os EUA, apresentaram, em 2004, uma queixa à Organização Mundial do Comércio, que se deverá pronunciar sobre esta questão no próximo ano.

"Reiteramos a posição de que a Airbus deve financiar o desenvolvimento de aviões com o seu próprio dinheiro e empréstimos comerciais", afirmou um dirigente da Boeing, citado pela Bloomberg.

Os quatro Governos europeus vão estar reunidos no próximo dia 15 de Junho, no Festival Aéreo de Paris, para discutir o empréstimo à Airbus.

Normalmente, os Governos europeus fornecem, em forma de empréstimo, um terço do custos de desenvolvimento dos aviões da Airbus. A Boeing e os Estados Unidos alegam que a Airbus está a ser ilegalmente subsidiada quando recebe estes empréstimos estatais.

A Airbus e a União Europeia afirmam que a empresa tem pago os seus empréstimos e que estas ajudas são permitidas à luz de um acordo bilateral assinado em 1992.

Fonte: Ana Luísa Marques (Jornal de Negócios - Portugal) - Imagens: divulgação

Airbus diz que seus aviões são seguros



O diretor-geral da Airbus, Fabrice Brégier, disse que seus aviões são "seguros", após as dúvidas surgidas sobre o possível envolvimento dos sensores de velocidade no acidente com o avião da empresa que se acidentou no Oceano Atlântico, enquanto pediu cautela até que se conheçam os motivos.

Fonte: EFE via UOL Notícias

TCU determina rescisão de contrato de Correios com aéreas

O Tribunal de Contas da União (TCU) determinou a "rescisão imediata" dos contratos da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) com as empresas Skymaster Airlines, Beta Brazilian Express Transportes Aéreos e a Aeropostal Brasil Transporte Aéreo. De acordo com o ministro do TCU, Walton Alencar Rodrigues, relator do processo, essas empresas simularam competição em pregão realizado pelos Correios para a contratação de serviços de transporte aéreo de cargas da Rede Postal Aérea Noturna (RPN).

A fraude, no entendimento do TCU impediu a isonomia entre os participantes no pregão e prejudicou os Correios na obtenção da melhor proposta para a prestação dos serviços. A direção dos Correios foi procurada, mas nenhum assessor foi localizado para comentar a decisão do TCU.

As três companhias, por decisão do Tribunal, não poderão participar, nos próximos cinco anos, de licitações que envolvam recursos da administração pública federal por terem sido consideradas "inidôneas" pelo TCU. O Tribunal permitiu aos Correios a possibilidade de contratação emergencial para a prestação dos serviços, mas limita essa permissão a um prazo máximo de 180 dias. Segundo TCU, ainda cabe recurso da decisão.

Fonte: Agência Estado via G1

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Combate a incêndio via aérea

Avião para combate à incêndios floretais - Foto: bombeiros.mt.gov.br

Os incêndios florestais provocam grandes prejuízos, tanto humanos (perda de vidas) quanto ambientais (danos na fauna e na flora), causando também conseqüências econômicas consideráveis: destruição de "habitat", prejuízos florestais e custos para combater o fogo. Entre outros métodos de combate aos incêndios florestais, os aviões e helicópteros tem-se mostrado bastante eficientes e podem ser usados para lançar água ou retardantes químicos sobre o fogo.

Tradicionalmente, o combate aos incêndios florestais pode ser realizado de diversas formas ou métodos. Quando a intensidade do fogo permite a aproximação da brigada à linha de fogo adota-se o método direto. Mas quando não é possível empregar o método direto e se a intensidade do fogo não for muito grande então é adotado o método paralelo ou intermediário.

Já no caso de incêndios de grande intensidade é usado o método indireto. E nos incêndios de copa, de grande intensidade em áreas e em locais de difícil acesso às brigadas de incêndio pode ser usado o combate aéreo, com o emprego de aviões e helicópteros, especialmente construídos ou adaptados para o combate ao incêndio.

Para se ter uma idéia, somente nos EUA, entre 1960 e 1988, aviões e helicópteros de todos os tipos e tonelagens efetuaram mais de 48 mil horas de vôo por conta de atividades florestais, lançando cerca de 20 milhões de litros de água sobre mais de 1.050 incêndios florestais. A quantidade de água necessária para o combate varia, principalmente, em função da quantidade de material combustível disponível para queima. Estima-se que para controlar um fogo de campo, utilizando um avião modelo Ipanema, para uma distância estimada de 15 km entre a pista de decolagem e o foco de fogo, esta aeronave poderá fazer cerca de três decolagens por hora.

Helicóptero do Ibama ajudando os bombeiros no combate ao fogo em reserva no RS - Foto: Nauro Junior (Zero Hora/Ag. RBS)

As aeronaves usadas no combate aéreo a incêndios florestais podem ser vantajosas devido a sua capacidade de atacar rapidamente o incêndio, antes que ele adquira tamanho e violência e também podem rapidamente alcançar regiões com terrenos inacessíveis às equipes de terra e lançar grandes quantidades de água ou de retardantes químicos sobre o incêndio e em curtos intervalos de tempo. Aeronaves também conseguem mudar rapidamente de um incêndio a outro, extinguindo focos iniciais distantes entre si e protegendo homens e materiais. Alem disso, elas também podem ser empregadas em outras atividades, tais como no patrulhamento aéreo da área a ser protegida, transporte de homens e equipamentos de combate terrestre.

As estratégias podem ser divididas basicamente em dois tipos: ataque direto e indireto.

No primeiro caso, as descargas de água são lançadas diretamente sobre as chamas (no caso de incêndios pequenos) ou sobre os pontos mais quentes ou de atividade mais intensa (em incêndios de grandes proporções), identificados pela cor mais escura e maior densidade de fumaça. Também é empregado para cortar e reduzir uma frente de chamas. Ou para diminuir a temperatura ambiente e permitir maior aproximação dos homens que trabalham na extinção por terra.

No caso de ataque indireto, as descargas de água são lançadas adiante do incêndio, a fim de obter uma linha de contenção (aceiro molhado, por exemplo) onde o incêndio não ultrapassa ou então diminui de intensidade permitindo a aproximação do combate terrestre. Este tipo é especialmente útil e possível, quando se utilizam retardantes químicos, pois pode se estabelecer verdadeiro corta-fogo ou reforçar os já existentes.

A utilização de aviões e helicópteros no combate de incêndios florestais tem sido uma alternativa cada vez mais empregada no Brasil, sendo um método eficaz e que possibilita a aproximação de equipes de combate para perto das chamas, e também uma maneira de se fazer o monitoramento de áreas de riscos de incêndios.

O Brasil ainda está começando os estudos e investimentos neste assunto, mas com a adaptação de aeronaves agrícolas para o combate, pode se tornar uma alternativa interessante para empresas do ramo.

Fonte: Vladimir Leonardo Zanca (Major do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso e piloto de helicóptero) para o Mídia News

Vai começar a maior missão já feita à Estação Espacial Internacional

O ônibus espacial Endeavour deverá partir do Centro Espacial Kennedy neste sábado (13), às 08h17, no horário de Brasília. A bordo, 7 astronautas, o que fará com que a tripulação da Estação Espacial Internacional (ISS) seja de 13 pessoas nos próximos 16 dias. Além dos ocupantes do ônibus espacial, a ISS conta com uma tripulação permanente de seis astronautas.

Muita gente falando

A missão, chamada STS-127 é 127ª missão dos ônibus espaciais, a 29ª para a ISS, a 23ª do ônibus espacial Endeavour e o 3º lançamento de um ônibus espacial em 2009. Durante os 16 dias de duração da missão serão realizadas 5 caminhadas espaciais. Até sua aposentadoria, prevista para 2010, estão planejadas mais 7 voos dos ônibus espaciais.

A NASA manifestou alguma preocupação com o sistema de comunicações com os controles em terra. Com 13 astronautas e quatro robôs trabalhando de forma quase contínua, é possível que haja alguma sobrecarga nos canais de voz, uma vez que a maioria das atividades é acompanhada passo-a-passo pelos controles em terra das agências espaciais norte-americana, russa e japonesa.

Varanda espacial

O principal objetivo da STS-127 é a instalação de um laboratório externo, ligado ao módulo japonês Kibo (Esperança). Essa espécie de varanda espacial terá seu próprio braço robótico e será capaz de manusear equipamentos e experimentos científicos entre os lados interno e externo do laboratório, dispensando as demoradas caminhadas espaciais.

O laboratório externo mede 5,60 metros por 4 metros, com 5 metros de altura total, podendo conter até 10 experimentos científicos simultaneamente. O laboratório conta com seu próprio sistema de intercâmbio com o lado externo da estação, permitindo que o braço robótico seja utilizado para levar os experimentos para o lado externo e trazê-los de volta para o interior da ISS.

Quatro robôs espaciais

Com o robô pertencente ao Kibo, a ISS passa a contar com três robôs permanentes, que incluem ainda o Canadarm, o braço robótico principal e mais antigo, e o Dextre, instalado durante a missão STS-123.

Durante a missão estará em operação ainda o braço robótico do próprio Endeavour, utilizado para retirar os materiais do compartimento de carga do ônibus espacial.

Programação da missão STS-127

Veja a programação dos principais eventos da missão, dada na sequência dos dias pela possibilidade de adiamento do lançamento:

Dia 1

Lançamento

Abertura do compartimento de carga

Acionamento do braço robótico do Endeavour.

Dia 2

Inspeção detalhada do lado externo do Endeavour, em busca de eventuais danos causados durante o lançamento.

Dia 3

O Endeavour faz uma manobra completa ao redor da ISS, conhecida como "cambalhota", em que os astronautas da estação fotografam o ônibus espacial para novas análises de seu exterior.

O Endeavour acopla-se à ISS e os astronautas desembarcam na estação.

Dia 4

A "varanda espacial", o lado externo e exposto do módulo japonês Kibo, é instalado durante a primeira caminhada espacial.

Durante a caminhada espacial, os astronautas deverão ainda soltar os parafusos de um tanque de amônia que será trocada na próxima missão, liberar um trilho de carga que está travado desde a missão STS-119 e instalar um sistema de cabides para pendurar peças sobressalentes no eixo principal da ISS.

Dia 5

Dia quase livre, com alguma eventual nova inspeção do ônibus espacial, se alguma área de suspeita tiver sido encontrada.

Dia 6

Segunda caminha espacial. As primeiras peças sobressalentes serão colocadas no cabide instalado no Dia 4. As peças incluem uma antena, uma bomba de sucção e um mecanismo de trilho que permite que uma espécie de carro automatizado mova-se ao longo do eixo principal da ISS.

Será instalada ainda uma nova câmera de vídeo que permitirá acompanhar os experimentos científicos feitos no lado externo do laboratório Kibo.

Dia 7

Instalada a segunda parte da varanda espacial, através da qual é feita a conexão com o módulo externo.

Dia 8

Terceira caminha espacial. Preparação da varanda espacial para os primeiros experimentos e substituição de seis baterias que fornecem energia para o eixo central da ISS.

Dia 9

O braço robótico do laboratório japonês Kibo transfere a primeira carga de experimentos para o exterior da estação.

Dia 10

Quarta caminha espacial. Substituição de duas outras baterias, em prosseguimento do trabalho do Dia 8 e instalação de uma segunda câmera de vídeo para acompanhamento das experiências científicas feitas no lado externo da ISS.

Dia 11

Dia de folga da tripulação.

Dia 12

Primeira carga de experimentos do laboratório externo é completada e transferida para o Endeavour, para ser trazida de volta à superfície.

Dia 13

Quinta caminhada espacial. Remoção das capas de cobertura do robô Dextre, reconfigurações elétricas e instalação de dois novos sistemas de colocação de cargas e substituição de uma câmera externa da estação por um modelo tecnologicamente atualizado.

Dia 14

Despedida das duas tripulações e fechamento da conexão entre o Endeavour e a ISS.

Dia 15

Endeavour se desacopla e faz um voo ao redor da ISS, quando é feita a última inspeção de sua proteção térmica para reentrada na atmosfera.

Dia 16

Preparações e checagens para aterrissagem.

Dia 17

Aterrissagem no Centro Espacial Kennedy.

Fonte: Site Inovação Tecnológica - Imagens: NASA