Homem era o único ocupante da aeronave, modelo Robinson R44. Queda aconteceu por volta de 8h40 no bairro Testo Central.
O helicóptero modelo Robinson R44 Raven II, prefixo PR-MPL, caiu em Pomerode, no Vale do Itajaí, na manhã desta quinta-feira (21), e o corpo do piloto, identificado como Hans Ulrich Frank, de 71 anos, foi encontrado carbonizado. Ele, que era o dono do helicóptero desde 2014, estava sozinho na aeronave, que ficou totalmente destruída, segundo o Corpo de Bombeiros.
A queda ocorreu por volta de 8h40 em uma área de campo no bairro Testo Central. Uma equipe dos Bombeiros Voluntários foi a primeira a chegar na ocorrência e encontrou o helicóptero em chamas.
"Após a extinção do incêndio, foi confirmado o óbito do único ocupante. O local, de difícil acesso, permanece isolado", detalhou a corporação, em nota.
Hans é piloto há vários anos e era apaixonado por aeronaves. Empresário em vários ramos, se destacou como fundador da TDV Dental, do ramo de produtos para odontologia, com sede no bairro onde ocorreu o acidente. Informações sobre o velório.
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| Hans Ulrich Frank, de 71 anos, morreu em queda de helicóptero em Pomerode (SC) (Foto: Reprodução) |
O local é conhecido pela tranquilidade e casas com terrenos amplos e verdes. Conforme o bombeiro Carlos Hein, um morador ligou para o 193 logo depois das 8h. No local, as equipes encontraram bastante nevoeiro e pouca visibilidade.
Os bombeiros informaram que durante sobrevoo na região foi identificada uma torre de alta tensão danificada a 400 metros do local da queda.
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| Torre danificada após ter possivelmente sido atingida por avião que caiu em Pomerode (Foto: NSC TV/Reprodução) |
A causa do acidente será investigada pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), que foi acionado.
Helicóptero que caiu não tinha autorização para voar
O helicóptero modelo Robinson R44 estava com o Certificado de Verificação de Aeronavegabilidade (CVA) vencido desde agosto de 2024, segundo o registro da aeronave disponível no site da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
O documento serve para comprovar que a aeronave atende aos padrões de segurança e manutenção exigidos pelas autoridades aeronáuticas. Sem renovação, conforme a agência, a operação da aeronave não é permitida.
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