| Owen John Baggett |
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sexta-feira, 29 de maio de 2026
História: Owen John - O homem que derrubou um avião usando apenas seu revólver
quinta-feira, 14 de maio de 2026
A história do B-17 "Swamp Ghost"
Mas como ele chegou lá em primeiro lugar?
Este B-17 Flying Fortress (41-2446) em particular foi entregue às Forças Aéreas do Exército dos Estados Unidos (USAAF) em 6 de dezembro de 1941 - apenas um dia antes de os japoneses atacarem Pearl Harbor. Onze dias depois, o bombardeiro partiu da Califórnia para Hickam Field em Pearl Harbor, Havaí. Por um curto período, a tripulação ficou baseada em Wheeler Field em Wahiawa e voou em missões de patrulha para a Marinha até fevereiro de 1942.
Um pouso inesperado
A lenda
Alfred Hagen, um piloto e construtor comercial da Pensilvânia, voltou sua atenção para o Swamp Ghost e queria libertá-lo da desintegração do pântano. Em novembro de 2005, ele obteve uma licença de exportação para o B-17 em troca de US$ 100.000. Durante quatro semanas eles trabalharam na aeronave, desmontando-a para despachá-la para fora do país.
quarta-feira, 13 de maio de 2026
Por que o Supermarine Spitfire é tão icônico?
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| Um Supermarine Spitfire (Foto: Simple Flying) |
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| Vários Supermarine Spitfires em formação (Foto: Domínio Público/Wikimedia Commons) |
Um pouco de história
Fraquezas de desempenho
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| Um Spitfire visto voando sobre o campo (Foto: Kevin Hughes/Shutterstock) |
Então, por que todo esse hype?
O Museu Imperial da Guerra, no Reino Unido, dedicou um tempo para examinar mais profundamente a história da popularidade do Spitfire e chegou a algumas conclusões. Primeiro, o Spitfire era muito mais chamativo do que o Hurricane, com um revestimento de aço reforçado monocoque que fazia o Hurricane de design tradicional parecer desatualizado.
segunda-feira, 4 de maio de 2026
Top 5: As maiores aeronaves militares da Segunda Guerra Mundial
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| (Foto: Arquivos Federais Alemães/Wikimedia Commons) |
1. Messerschmitt Me 323 Gigant
- Função: Transporte pesado
- Número produzido: 213 (com 15 conversões)
- Motores: 6 × Motores de pistão radial refrigerados a ar Gnome-Rhône
2. Boeing B-29 Superfortress
- Função: bombardeiro estratégico
- Número produzido: 3.970
- Motores: 4 × motores de pistão radial Wright R-3350-23 Duplex-Cyclone
3. Douglas XB-19
- Função: bombardeiro pesado
- Número produzido: 1 protótipo
- Motores: 4 motores de pistão radial Wright R-3350-5 Duplex Cyclone
4. Hughes H-4 Hercules (também conhecido como 'Spruce Goose')
- Função: transporte aéreo estratégico
- Número produzido: 1 protótipo
- Motores: 8 × Pratt & Whitney R-4360 Wasp Principais motores de pistão radial
5. Blohm & Voss BV 238
- Função: bombardeiro de barco voador
- Número produzido: 1 protótipo
- Motores: 6 motores de pistão Daimler-Benz DB 603G
Hoje na História: 4 de maio de 1943 - Ataque aliado na 2ª Guerra contou com o ator Clark Gable na equipe
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| Sr. e Sra. Clark Gable |
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| O Tenente Clark Gable com um cinto de cartuchos de metralhadora calibre .50 |
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| O Capitão Clark Gable manejando uma metralhadora BrowningAN-M2, calibre .50, a bordo de um bombardeiro B-17 (Foto: Força Aérea dos EUA) |
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| Cartaz da produção de Gable, “Combat America”. |
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| O 'The 8 Ball', o Boeing B-17F-25-BO Flying Fortress 41-24581 (Foto: Força Aérea dos EUA) |
domingo, 3 de maio de 2026
Top 5: As maiores aeronaves militares da Segunda Guerra Mundial
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| (Foto: Arquivos Federais Alemães/Wikimedia Commons) |
1. Messerschmitt Me 323 Gigant
- Função: Transporte pesado
- Número produzido: 213 (com 15 conversões)
- Motores: 6 × Motores de pistão radial refrigerados a ar Gnome-Rhône
2. Boeing B-29 Superfortress
- Função: bombardeiro estratégico
- Número produzido: 3.970
- Motores: 4 × motores de pistão radial Wright R-3350-23 Duplex-Cyclone
3. Douglas XB-19
- Função: bombardeiro pesado
- Número produzido: 1 protótipo
- Motores: 4 motores de pistão radial Wright R-3350-5 Duplex Cyclone
4. Hughes H-4 Hercules (também conhecido como 'Spruce Goose')
- Função: transporte aéreo estratégico
- Número produzido: 1 protótipo
- Motores: 8 × Pratt & Whitney R-4360 Wasp Principais motores de pistão radial
5. Blohm & Voss BV 238
- Função: bombardeiro de barco voador
- Número produzido: 1 protótipo
- Motores: 6 motores de pistão Daimler-Benz DB 603G
quarta-feira, 29 de abril de 2026
Hoje na História: 29 de abril de 1945 - Aliados ajudam holandeses com a "Operação Manna" na II Guerra Mundial
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| Um Avro Lancaster, da Força Aérea Real, joga pacotes de comida na Holanda durante a Operação Maná, em 1945 (Foto: Centro Internacional de Comando de Bombardeiros) |
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| Um Avro Lancaster da Força Aérea Real joga pacotes de comida de seu compartimento de bombas enquanto voava em um nível muito baixo sobre a Holanda durante a Operação Maná |
terça-feira, 21 de abril de 2026
Avião kamikaze: a história do Zero, um dos melhores caças da 2ª Guerra
Jiro Horikoshi criou um avião que fez o Japão acreditar que poderia vencer os EUA. Conheça esse engenheiro – cuja vida virou um filme indicado ao Oscar.
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| (Imagem: Rafa Nunes/Superinteressante) |
Na verdade, o Mitsubishi A6M Zero era um ponto fora da curva. Assim como seu criador, Jiro Horikoshi. Pequenino, de rosto afilado e sempre de óculos, o engenheiro era conhecido pela paixão por aviões e pela inovação obsessiva. A maior bilheteria do Japão em 2013 foi uma animação inspirada na vida de Horikoshi: Vidas ao Vento, de Hayao Miyazaki, indicado ao Oscar – que o diretor venceu em 2002 com A Viagem de Chihiro. Além de sucesso, o filme criou polêmica: um inventor de aviões de guerra ter alma de artista?
Jiro nasceu em 1903, numa cidadezinha a 120 quilômetros de Tóquio, quando o Império do Japão estava em plena expansão pelo Pacífico. O menino sonhava em ser um ás da aviação, mas um severo problema de visão redirecionou o sonho: não queria mais pilotar, mas criar aviões.
Ele sempre foi um aluno obstinado: passava horas estudando, devorando livros e revistas, inclusive em idiomas estrangeiros. “Eu mergulhava em revistas que vinham repletas de histórias das batalhas aéreas e dos aviões da grande guerra da Europa”, escreveu Jiro Horikoshi em sua autobiografia (sintomaticamente, o título do livro desvia o foco do criador para a criação: Zero Fighter – o registro de seu nascimento e glória. Não se sabe quase nada sobre sua vida pessoal).
Depois da formatura, em 1927, Horikoshi entrou no braço da Mitsubishi no setor de aviação. As empresas japonesas disputavam a tapa os pedidos da Aeronáutica, principal cliente da época. Dois anos após a admissão, foi enviado para conhecer concorrentes pelo mundo. Nos EUA, decifrou os segredos da linha de montagem. Na Alemanha, foi estagiário no projeto de um cargueiro – que acabou servindo de base para um bombardeiro no Japão.
Enquanto os chefes celebravam a transferência tecnológica, Horikoshi comemorava outro discreto contrabando. Em sua bagagem estava o elemento fundamental dos aviões do futuro.
Rumo ao Zero
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| (Imagem: Rafa Nunes/Superinteressante) |
A primeira parte desse sonho é uma aeronave que, na opinião dos especialistas, é aquela que melhor define o seu criador. O Mitsubishi A5M trazia as marcas do que ficou conhecido como “Design Horikoshi”: a fuselagem como uma peça única, do nariz até a cauda, que vai se afunilando; as asas dianteiras que surgem com a perfeição de uma pluma; o estabilizador vertical e a cauda que evoluem a partir de uma linha central. Foi um sucesso.
Até que surgiu uma nova encomenda: um avião ultraleve com artilharia pesada. Numa sociedade em que experiência é o maior cartão de visitas, é surpreendente que Jiro, com 37 anos, tenha sido escolhido para tocar o projeto. Ou nem tanto: “Os militares queriam alguém que pensasse diferente, que pudesse produzir algo completamente novo”, conta Shinji Suzuki, historiador do Departamento de Aeronáutica e Astronáutica do Japão. Horikoshi trabalhou incansavelmente no projeto durante dois anos. Virava noites na prancheta, ficou doente, de cama. Até que chegou o primeiro voo, em 1939. A nova máquina cumpria todos os requisitos: leveza, agilidade, alcance, poder. Era feita de zicral, uma evolução do duralumínio. E ganhou o nome de Mitsubishi A6M Zero, ou simplesmente Zero, referência ao ano de lançamento, 1940 – ou 2600 na contagem da Era Imperial.
A chegada do Zero garantiu ao Japão a conquista da China. “Com duas metralhadoras e dois canhões de 20 mm, os Zeros estavam mais bem armados que qualquer outro avião que os enfrentasse”, descreve Masatake Okumiya, ex-piloto da Marinha Imperial. Sua velocidade de 480 km/h permitia alcançar qualquer aeronave inimiga. Em dois meses e 22 ataques, o Japão venceu o conflito sem que nenhum dos 153 Zeros usados tivesse sido abatido.
Soberba e legado
As vitórias arrasadoras dos Zeros encorajaram as lideranças da Marinha Imperial Japonesa a dar um passo mais arriscado. “Nossa inteligência garantia que, na batalha, o Zero seria equivalente a cinco caças inimigos”, diz Okumiya. Foi com essa confiança que os japoneses escalaram a aeronave para liderar o famoso ataque a Pearl Harbor, que jogou os EUA na guerra.
Hoje há consenso de que os japoneses não esperavam vencer os americanos. A ideia era atacar primeiro para depois buscar uma saída diplomática. Só que a diplomacia nunca veio. “Fomos convencidos de que o conflito seria encerrado antes que a situação ficasse catastrófica para o Japão”, registrou Horikoshi em seu diário. “Agora, desprovidos de qualquer movimento firme do governo, estamos sendo conduzidos para a ruína. O Japão está sendo destruído.” Em 1945, os nazistas foram derrotados na Europa e os Estados Unidos se voltaram para o Pacífico – com novos e modernos aviões.
Quando as bombas atômicas caíram sobre Hiroshima e Nagazaki, a bela criação de Horikoshi já não cruzava os ares. Os últimos Zeros foram usados como munição nas missões suicidas dos tokkotai, conhecidos no Ocidente como kamikazes.
A derrota acabou com a indústria aeronáutica japonesa. Mas seus avanços foram parar em carros e até trens-bala. Numa época em que o Japão ainda engatinhava na tecnologia, a obsessão por inovação de Horikoshi, falecido em 1982, marcou. Se ele criou o maior símbolo de força do Japão Imperial, por outro lado, nunca foi entusiasta da guerra. Se depender da animação Vidas ao Vento, Jiro vai ser lembrado como um homem que, antes de qualquer coisa, só queria fazer um belo avião.
Via Roberto Maxwell (super.abril.com.br)
sábado, 18 de abril de 2026
História: O "Esquadrão 303" - Os Heróis Poloneses na Batalha da Grã-Bretanha
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| Pilotos do Esquadrão 303: F/O Ferić , F/Lt Ten Kent, F/O Grzeszczak, P/O Radomski, P/O Zumbach, P/O Łokuciewski, F/O Henneberg, Sgt Rogowski, Sgt Szaposznikow (em 1940) |



































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