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O avião de pequeno porte Embraer EMB-711ST Corisco II Turbo, prefixo PT-RIV, da Gnova Grains Agro Ltda., fez um pouso de emergência em uma plantação de milho na área rural de Londrina, no norte do Paraná. Nele estavam três agricultores, que iam destino a Rio Verde, em Goiás, para uma feira de tecnologia em agronegócio, chamada Tecnoshow.
Segundo o Aeroporto de Londrina, a aeronave decolou às 6h50 desta quinta-feira (9). Às 6h52, o piloto declarou emergência devido a perda de potência e optou por pousar na área rural. Veja aqui o momento em que o avião pousa. Apesar do susto, ninguém se feriu.
À RPC, afiliada da TV Globo no Paraná, o piloto Gustavo Schlommer contou como foram os momentos dentro da aeronave.
"Na hora não vem muita coisa na cabeça, mas a gente lembra muito do treinamento. [...] Graças a Deus estamos em Londrina onde tem muitos campos, onde conseguimos um eventual pouso forçado e colocar a aeronave em segurança. Foi uma perda de potência, não consegui manter o voo nivelado e não consegui retornar para a pista, então, por isso, eu precisei fazer o pouso forçado", relatou o piloto.
O avião é um monomotor, com espaço para quatro pessoas, e não teve nenhum dano. Os agricultores são de Londrina e, após o incidente, retornaram para as casas.
Em nota, o Aeroporto de Londrina informou que, seguindo os protocolos de emergência, acionou os bombeiros para local de pouso da aeronave, mas não houve vítimas ou feridos. Também informou que o avião foi removido às 8h05 pelo Serviços Regionais de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa).
Menos de 24 horas após acidente que matou quatro pessoas em Capão da Canoa, estabelecimento teve equipamentos e até peças da aeronave levados.
Avião cai e atinge restaurante em Capão da Canoa (RS) (Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros RS)
Menos de um dia após a queda de um avião de pequeno porte que matou quatro pessoas no litoral norte do Rio Grande do Sul, o restaurante atingido pelo acidente foi alvo de furto em Capão da Canoa.
De acordo com o proprietário do local, Douglas Roos, foram levados itens como forno, micro-ondas, panelas, coifas de alumínio e até peças da aeronave que não haviam sido destruídas com o impacto.
O crime foi percebido na manhã de domingo (5), após vizinhos alertarem sobre movimentações suspeitas no estabelecimento. Ao chegar ao local, o dono confirmou o desaparecimento dos objetos.
Avião bateu em casa no Rio Grande do Sul (Foto: Reprodução)
Em relato, ele afirmou que é difícil lidar com pessoas que se aproveitam de um momento de perda para furtar o que restou do restaurante. O espaço havia sido bastante danificado pela queda da aeronave.
Ainda segundo o proprietário, ele enfrentou chuva para tentar organizar os escombros e deve iniciar a limpeza com apoio da prefeitura.
A administração municipal informou que havia reforçado a vigilância na área do acidente para evitar esse tipo de ocorrência, mas o furto não foi impedido.
O restaurante estava vazio no momento da queda, pois passava por reformas e se preparava para reabrir nesta semana. O dono deve registrar ocorrência policial, e o caso será investigado.
Acidente ocorreu no aeroporto do município de Manicoré, nesta terça-feira (7). Não houve feridos.
Um avião de pequeno porte Embraer EMB-110P1 Bandeirante, prefixo PT-ODY, da Apui Táxi Aéreo, saiu da pista durante uma tentativa de decolagem, nesta terça-feira (7), no aeroporto do município de Manicoré, no interior do Amazonas (a 332 quilômetros de Manaus). Segundo a empresa responsável pelo voo, o acidente ocorreu após um cachorro entrar na pista. Ninguém ficou ferido.
Um vídeo gravado por uma testemunha mostra a aeronave a poucos metros da pista. Nas imagens, é possível ver um grupo com sete pessoas do lado de fora do avião. Duas delas entram novamente na aeronave, enquanto o resto do grupo aguarda do lado de fora. Não há informações sobre se o grupo estava dentro do avião no momento do susto. Assista aqui.
O voo tinha como destino Manaus e contava com 13 passageiros à bordo. A Apui Taxi Aéreo, empresa responsável pela aeronave, informou que durante a corrida de decolagem houve a invasão de um cachorro na pista. Diante da situação, o piloto reduziu a aceleração com o objetivo de evitar o atropelamento do animal e adotou o procedimento para abortar a decolagem.
"Contudo, em razão da distância remanescente disponível, não foi possível realizar a parada total da aeronave dentro dos limites da pista", diz trecho da nota.
Sem velocidade, a aeronave avançou para fora da pista, parando em uma área de vegetação. "Não houve danos à aeronave nem aos passageiros, sendo todos os ocupantes preservados em total segurança", concluiu a empresa.
Após a parada da aeronave, os passageiros foram desembarcados e conduzidos ao terminal do aeroporto.
Outro avião foi enviado à Manicoré com uma equipe técnica para avaliar se houve algum dano na aeronave e finalizar o transporte dos passageiros.
Após a análise técnica de que a aeronave estava em perfeitas condições ela decolou para Manaus. A empresa também ressaltou que toda a documentação da aeronave, tripulação e da empresa estão em dia.
A aeronave que fazia voo panorâmico teve problemas e desceu no mar. Vídeo mostra os três tripulantes, dois turistas estrangeiros e o piloto, saindo do helicóptero sem ferimentos.
O helicóptero Robinson R44 Raven II, prefixo PR-DEM, da Be Faster Servicos Aéreos Ltda., operando para a Rio2Fly, fez um pouso forçado no mar da Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste do Rio, na manhã desta sexta-feira (3). O acidente foi bem perto da faixa de areia, entre os postos 3 e 4.
Um vídeo mostra os três tripulantes saindo, antes mesmo de o resgate chegar, conscientes (veja aqui). Segundo o Corpo de Bombeiros, o piloto e dois turistas canadenses receberam apoio na areia e foram liberados, sem ferimentos.
Por volta das 13h30, o Globocop registrou o momento em que bombeiros utilizavam cordas para puxar a aeronave, na tentativa de retirá-la do mar. Os militares também contaram com o apoio de tratores. A operação foi concluída por volta das 15h.
A aeronave – modelo Robinson 44 – fazia um voo panorâmico, teve problemas e foi forçada a descer.
O piloto, o policial civil Adonis de Oliveira, experiente em voos em operações, conseguiu baixar perto da arrebentação. Ele estava de folga nesta sexta e foi contratado para um voo panorâmico que partiu do Pontal.
Tripulantes conseguiram sair da aeronave, como mostram vídeos (Foto: Reprodução)
O surfista que presenciou o pouso forçado do helicóptero na Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste do Rio relatou que o piloto direcionou a aeronave para uma área menos movimentada do mar e da areia, possivelmente para minimizar os riscos e evitar consequências mais graves.
"A gente viu que o helicóptero estava se deslocando, levemente, apontando para a praia. Aí, a gente viu algo estranho, perdendo potência. Ele buscou uma área mais vazia do mar e da areia, que é aqui no 3.100. E a gente começou a pegar as pranchas e viu que tinha uma coisa errada. Ele bateu de barriga e a gente viu que tinha acontecido um acidente", contou Luís Cláudio em entrevista ao RJ1.
Surfista Luís Cláudio viu acidente com helicóptero na Barra da Tijuca (Foto: Reprodução/TV Globo)
Ele também relatou que, ao notar a situação, pegou sua prancha junto com um amigo e foi em direção ao local para ajudar e conseguiu resgatar um dos passageiros
"Pegamos as pranchas, eu e um amigo meu. E eu resgatei um passageiro. Eram dois e o piloto. Por coincidência, era um conhecido meu, daqui da região da Barra da Tijuca, o Adônis, é um grande piloto. Para ter acontecido isso, provavelmente é um erro do maquinário. E os passageiros me pareceram americanos. Eles falavam inglês."
(Foto: Reprodução/TV Globo)
Segundo Luís Cláudio, o mar estava calmo no momento do acidente, e uma passageira teve um corte leve.
Ele avaliou ainda que o piloto tomou a decisão mais adequada ao direcionar o helicóptero para uma área mais vazia da praia, próxima a um banco de areia.
"Ele fez o procedimento que parecia mais certo a meu ver, buscou a área mais vazia da praia e perto do banco de areia. Depois que o helicóptero caiu, ele vira de cabeça para baixo. Os passageiros sobem no teto do helicóptero, nas costas, com o piloto."
O local não tinha banhistas perto, e a profundidade rasa evitou que o helicóptero fosse muito para o fundo. A falta de portas também facilitou a saída dos tripulantes.
(Foto: Reprodução/TV Globo)
A aeronave afundou cerca de 2 metros até tocar a areia no fundo e tombou, ficando com o esqui para o alto, fora da água. O acionamento do Corpo de Bombeiros para a queda de uma aeronave foi às 11h20.
"Guarda-vidas da região realizaram o primeiro atendimento, com apoio de uma moto aquática que passava pelo local, efetuando o socorro imediato das vítimas. A aeronave transportava três ocupantes, um piloto e dois passageiros, todos classificados como vítimas leves (verdes), que foram retirados da água e colocados em segurança na faixa de areia", diz a nota.
O caso foi registrado na 16ª DP (Barra da Tijuca). A Polícia Civil informou que aguarda a conclusão do laudo pericial do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), responsável pela análise técnica do ocorrido, para dar prosseguimento às investigações.
O caso foi registrado na 16ª DP (Barra da Tijuca). Em nota, a Polícia Civil informou que aguarda a conclusão do laudo pericial elaborado pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), responsável pela apuração técnica do ocorrido, para o avanço das investigações.
Helicóptero foi retirado do mar após pouso forçado na água (Foto: Reprodução/TV Globo)
O Cenipa, da Força Aérea Brasileira (FAB), disse que investigadores do Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA III) foram acionados para a ocorrência com a aeronave de matrícula PR-DEM.
"Durante a Ação Inicial, profissionais qualificados e credenciados aplicam técnicas específicas para coleta e confirmação de dados, preservação de elementos, verificação inicial dos danos causados à aeronave ou pela aeronave, além do levantamento de outras informações necessárias à investigação", diz a nota.
O piloto Adonis Lopes (Foto: Reprodução/TV Globo)
O piloto de helicóptero Adonis Lopes já esteve envolvido em outras ocorrências marcantes no Rio, incluindo um sequestro durante um voo e uma operação policial que terminou com a morte de um traficante.
Adonis é piloto da Polícia Civil e já transportou o ex-governador Cláudio Castro em viagens oficiais. O agente estava de folga nesta sexta, quando foi contratado para um voo panorâmico que partiu do Pontal.
Segundo a Polícia Civil, os criminosos pretendiam resgatar um preso e chegaram a entrar em luta corporal com o piloto durante o trajeto. Para impedir a ação, Adonis fez manobras sobre o 14º BPM (Bangu) e simulou uma queda.
Ainda segundo o relato, os sequestradores desistiram do plano ao perceberem o risco de queda da aeronave. Eles ordenaram que o piloto seguisse para Niterói, onde saltaram e fugiram.
“Eles estavam a cerca de 100 km/h na favela, tentando fugir do cerco, e disparavam contra a aeronave”, relatou.
De acordo com as investigações, Matemático foi encontrado morto dentro de um carro após a operação, que fazia parte de um trabalho integrado entre forças de segurança.
Aeronave teria colidido em um poste próximo ao fim da pista de decolagem e caiu sobre o restaurante, segundo Corpo de Bombeiros. Não havia clientes no momento.
O avião de pequeno porte Piper PA-46-350P Malibu Mirage JetPROP DLX, prefixo PS-RBK, da Jetspeed Holding Ltda., caiu sobre um restaurante em Capão da Canoa, no Litoral Norte do RS, na manhã de sexta-feira (3). Residências vizinhas também foram atingidas. Quatro mortes foram confirmadas, segundo o Corpo de Bombeiros.
O acidente aconteceu por volta das 10h40, na Avenida Valdomiro Cândido dos Reis, uma região residencial do município.
As quatro vítimas da queda do avião em Capão da Canoa foram identificadas: são os empresários Déborah Belanda Ortolani e Luis Antonio Ortolani, o sócio da empresa de aviação a que pertencia a aeronave, Renan Saes, e o piloto Nelio Pessanha.
Vítimas de queda de avião são o casal Deborah Belanda Ortolani e Luis Antonio Ortolani, o piloto Nelio Pessanha e o sócio da empresa de aviação Renan Saes (Fotos: Reprodução/Redes sociais)
O casal de empresários atuava no setor de eventos e ficou conhecido pela organização de feiras comerciais voltadas ao segmento têxtil. Juntos, eles não tiveram filhos em comum, mas formavam uma família com filhos de relacionamentos anteriores. Déborah era mãe de trigêmeos, e Luis, pai de um filho.
Naturais de Ibitinga (SP), cidade reconhecida nacionalmente como a Capital Nacional do Bordado, o casal viveu por muitos anos no município antes de se mudarem para Xangri-lá (RS), onde passaram a desenvolver parte dos negócios na cidade vizinha Capão da Canoa.
O casal estava à frente de uma feira itinerante inspirada na tradicional Feira do Bordado de Ibitinga, uma das maiores feiras de enxovais da América Latina, realizada anualmente na cidade do interior de São Paulo.
A feira organizada pelo casal utilizava a reputação do polo têxtil de Ibitinga para promover eventos comerciais em diferentes cidades do Rio Grande do Sul, reunindo expositores e produtos ligados principalmente ao segmento de vestuários, produtos de cama, mesa, banho.
Imagens registradas por câmeras de segurança da prefeitura captaram o momento em que o avião cai. Em seguida, é registrada uma explosão. Veja vídeo acima.
O piloto Renan Saes, uma das quatro vítimas da queda de um avião de pequeno porte em Capão da Canoa, gravou imagens de dentro da cabine horas antes do acidente.
A aeronave havia saído de Itápolis (SP) e fez uma parada para reabastecimento em Forquilhinha (SC). Pouco depois de decolar novamente, já no Rio Grande do Sul, o avião apresentou falha mecânica, perdeu sustentação e caiu sobre um restaurante.
Nas redes sociais, o último registro de Renan mostra o voo tranquilo sobre áreas abertas e turbinas eólicas — um contraste com o desfecho trágico.
"Conforme informações preliminares, a aeronave estaria voando em baixa altitude, momento em que passou a perder altura e veio a cair", diz comunicado da Brigada Militar (BM).
Morador viu queda de avião em Capão da Canoa (RS) (Foto: Yohann Valim/Arquivo pessoal e Reprodução/RBS TV)
O caminhoneiro Silvio Silva de Jesus Júnior testemunhou o acidente e relata que viu "um cogumelo de fogo para cima" logo após a decolagem.
"Eu vi que o avião estava vindo de lá, estava saindo do aeroporto. Ele subiu, não chegou a subir totalmente, perdeu as forças. Estava dando um barulho no motor, ele quase pegou na oficina, pegou no poste, engatou no poste e foi de bico ali e deu aquela explosão."
O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) vai apurar as causas da queda da aeronave.
"A CEEE Equatorial lamenta o acidente envolvendo um avião de pequeno porte que caiu sobre um restaurante em Capão da Canoa, no Litoral Norte, na manhã desta sexta-feira (3). A companhia informa que as equipes técnicas estão no local, prestando apoio ao Corpo de Bombeiros e atuando na eliminação de riscos de choque elétrico.
A queda da aeronave atingiu uma rede de baixa tensão, ocasionando o rompimento de cabos e interrupção pontual no fornecimento de energia na região. A área está isolada para garantir a segurança da população e das equipes mobilizadas no atendimento da ocorrência."
Um avião monomotor fez pouso forçado em uma fazenda no município de Antônio João, na região de fronteira com o Paraguai, na manhã de segunda-feira (30).
O avião Cessna T210N Turbo Centurion, prefixo PR-XIC, apresentou problemas mecânicos durante o voo, obrigando o piloto a pousar na lavoura de milho, no município de Antônio João, a 319 Km de Campo Grande, Mato Grosso do Sul.
Com o impacto, a aeronave sofreu avarias e o trem de pouso foi arrancado. Seis pessoas estavam na aeronave e foram levadas ao hospital da cidade. Destas, três foram transferidas para o Hospital Regional de Ponta Porã.
De acordo com o portal Campo Grande News, o Cessna já pertenceu ao narcotraficante e ex-major da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul Sérgio Roberto de Carvalho, sul-mato-grossense conhecido como “Escobar Brasileiro”, atualmente preso na Bélgica.
Em 2022, o avião havia sido doado ao Governo de Mato Grosso do Sul. Os atuais proprietários são Lucas Antunes e André Antunes, filhos do ex-vereador de Ponta Porã Landolfo Antunes. Entre os seis ocupantes estavam o filho e o neto recém-nascido de Landolfo.
Quando foi apreendido, em 2020, o avião já pertencia à família Antunes, que na época negou envolvimento com o major Carvalho. Em 2024, quando o Cessna era usado pela Casa Militar do Governo de Mato Grosso dom Sul após cessão feita pela Justiça Federal, um juiz de Pernambuco mandou devolver a aeronave aos proprietários.
A delegada Ana Cláudia Medina, do Dracco (Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado), informou que vai viajar até Antônio João para investigar o caso.
“A princípio, o piloto alega pane no motor e que precisou fazer esse pouso de emergência, quando estava correndo a pista, o trem de pouso acabou pegando num buraco e quebrou, por isso ficou nessa condição, mas ele percebeu a pane e tentou vir para pouso”, afirmou ela.
A área onde ocorreu o pouso foi isolada para os trabalhos de perícia. Técnicos do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) foram acionados.
Em 02.10.2023, essa mesma aeronave fez pouso de emergência em área perto de shopping, em Campo Grande (MS).
Aeronave da Delta Air Lines seguiria para Atlanta (EUA) e precisou fazer pouso de emergência na noite deste domingo (29). Ninguém se feriu, mas o incidente causou atrasos e remanejamento de passageiros no aeroporto.
O motor do avião Airbus A330-323, prefixo N813NW, da Delta Air Lines, explodiu logo após a decolagem no Aeroporto de Guarulhos, na noite do último domingo (29). O piloto precisou fazer um pouso de emergência e ninguém ficou ferido.
Um vídeo divulgado pelo canal do YouTube Aviação Guarulhos registrou o momento (veja acima).
Motor de avião explode após decolagem de voo da Delta para os Estados Unidos neste domingo (29) (Foto: Reprodução/TV Globo)
Com as explosões, parte do material chamuscado caiu no gramado ao lado da pista e iniciou um incêndio numa área de mata.
A torre de controle do Aeroporto de Guarulhos percebeu o ocorrido e comunicou o piloto, que precisou retornar à pista. O voo estava lotado, com 272 passageiros e 14 tripulantes.
O piloto declarou "mayday" e acionou os bombeiros do aeroporto. Todo o voo durou cerca de nove minutos e 12 segundos, segundo a plataforma Flightradar24. Em poucos minutos, o fogo foi extinto. Devido ao ocorrido, os outros voos foram adiados.
A aeronave é do modelo Airbus A330-323, da Delta Air Lines, e faria a rota de Guarulhos até Atlanta, na Geórgia, nos Estados Unidos (voo DL104). A decolagem estava prevista para 23h40 com chegada às 7h40.
No site da companhia aérea, a Delta Airlines informou apenas que cancelou o voo DL0104 devido a problemas mecânicos e pediu desculpas pelo inconveniente.
Bombeiros controlam as chamas em turbina de avião da Delta no Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo, neste domingo (29) (Foto: Reprodução/TV Globo)
Por meio de nota, a Delta Air Lines informou que ocorreu um problema mecânico no motor e que os passageiros foram levados de ônibus até o terminal. As equipes da Delta estão trabalhando para reacomodar os passageiros e levá-los com segurança ao seu destino. (leia a nota na íntegra abaixo)
Reprodução do voo DL104 (Via flightradar24.com)
Nota Delta Air Lines:
“O voo 104 da Delta, de São Paulo para Atlanta, retornou ao aeroporto logo após a decolagem na noite de domingo, após um problema mecânico no motor esquerdo da aeronave. O Airbus A330-300 pousou em segurança e foi recebido pela equipe de combate a incêndio aeroportuário (ARFF), e os passageiros foram levados de ônibus até o terminal. A segurança de nossos clientes e da tripulação é nossa maior prioridade. Pedimos desculpas aos nossos clientes por esse atraso em suas viagens.”
Passageira descreve terror em voo após explosão de motor em SP: 'Nunca senti tanto medo'
Passageiras do voo da Delta Airlines que teve o registrou de uma explosão no motor esquerdo na noite deste domingo (29) narraram o desespero que sentido dentro da aeronave no momento da explosão após decolagem no Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande SP.
Moradora de Atlanta, nos Estados Unidos, a vendedora de software Danielle Willig disse que só pensou na família e teve medo real de morrer, ao perceber que o avião estava em situação de emergência.
“Nunca passei por um desespero tão grande na minha vida. De ver o avião que não subia, não subia. De ter uma pessoa do meu lado me acalmando. Mas eu nunca senti esse medo de voar. Eu voo muito. Mas era um medo de morrer de verdade. De olhar e ver que o avião não subia. Eu só pensava na família”, contou ela ao Bom Dia SP, da TV Globo.
Danielle Willig mora em Atlanta, nos EUA, e disse que nunca sentiu tanto medo na vida como no voo da Delta neste domingo (29) (Foto: Reprodução/TV Globo)
“Eles acabaram voltando. Mas era tudo tão baixo e a gente dentro do avião não tinha ideia do que estava acontecendo. Logo que o trem de pouso subiu eu achei que era o barulho do trem de pouso. Um barulho normal que geralmente faz. E depois veio uns gritos lá de traz: ‘fogo, fogo, fogo’, que eu não vi porque eu estava na janela do outro lado, um pouco mais pra frente”, declarou.
Daniela disse que, depois do susto, foi encaminhada para um homem nas imediações do Aeroporto de Guarulhos, mas só conseguiu dormir uma hora.
Após ter percebido o risco que correram dentro da aeronave, não conseguiu mais pegar no sono.
“Por incrível que pareça, achei que todo mundo ficou muito calmo. Foi tudo surreal. Depois que vi os vídeos no Instagram, da pessoa falando ‘tá pegando fogo, vai cair o avião’, que me dei conta da gravidade do que a gente viveu. Só consegui dormir uma hora. Estou acabada”, contou.
A maquiadora Aline Araújo também afirmou que os passageiros não entenderam muito o que estava acontecendo dentro da aeronave.
“Não deu nem tempo de pensar muito porque foi logo depois da decolagem. A gente começou a subir o avião teve a primeira explosão foi um clarão dentro do avião, ninguém entendeu nada o que estava acontecendo. Graças a Deus o piloto foi genial, genial, quando ele falou estava super calmo e o pouso foi melhor do que a gente pensava”, disse.
A assistente contábil Renata Liehy e a maquiadora Aline Araújo, que estavam no voo da Delta Airlines (Foto: Montagem/g1/Reprodução/TV Globo)
Já a assistente contábil Renata Liehy contou que também só pensou na morte durante a situação de emergência.
“Senti mui pânico, só pânico. Medo, medo de morrer, você vê o avião pegando fogo, né, o que você vai pensar...”, declarou.
Via g1, ASN, Canal Aviação Guarulhos e flightradar24
Sistema Emas para auxiliar na parada de aviões na cabeceira do aeroporto de Congonhas SP: Tamanho é de 72 m x 47,4 m (Imagem: Divulgação/Infraero)
Um dos aeroportos mais questionáveis quando o assunto é segurança é Congonhas, em São Paulo. Afinal, alguns acidentes já aconteceram no local.
Como a cidade cresceu ao redor do aeroporto, na zona sul da capital paulista, ele acabou encravado no meio urbano adensado, ao lado de grandes bairros, e atraiu mais atenção para as operações realizadas ali com o passar dos anos.
Uma das formas de aumentar a segurança no local foi a instalação de uma estrutura que "soca" o avião no chão caso ele não consiga parar normalmente na pista.
Chamado de Emas (Engineered Material Arresting System, ou, Sistema de Desaceleração com Materiais Projetados), essa é uma cama de concreto que se deforma quando um avião passa por ela, afundando o avião e auxiliando na sua parada.
Esse sistema é similar ao das áreas de escape vistos em rodovias pelo país. Ou seja, o Emas é como uma caixa de brita de uma rodovia, encontrada em áreas de escape de estradas, como na Anchieta (SP). São saídas nessas vias para veículos, como ônibus e caminhões, que perdem o freio.
Também pode ser comparado a uma caixa de brita das corridas de Fórmula 1, onde o carro, quando sai da pista, desacelera e fica preso no local, não colidindo contra o muro, por exemplo.
A função do Emas é aumentar muito a frenagem, ou seja, a redução da velocidade, sem quebrar o trem de pouso. Ele aumenta a resistência ao avanço do avião e faz com que ele pare.
Como é em Congonhas?
Apenas a pista principal de Congonhas possui o Emas. Ele é o primeiro aeroporto do Brasil a contar com essa estrutura, que custou R$ 122,5 milhões, segundo a Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária), que administrava o local à época.
Cada cabeceira da pista possui um sistema desse, com dimensões de 64 m x 47,4 m em uma das extremidades e 72 m por 47,4 m na outra. As duas estruturas são sustentadas por vigas e pilares que comportam o peso dos aviões que operam no aeroporto, além da cama com as placas de cimento.
Essas placas são formadas por concreto e esferas de sílica, que se rompem quando há pressão sobre elas. A energia do movimento do avião indo em direção a essa estrutura é transformada em energia de rompimento das camadas das pedras do Emas. Conforme o avião vai avançando nessa "cama", ele vai desacelerando.
Para que o concreto se rompa, não é apenas o peso do avião que é levado em consideração. É preciso ponderar também a velocidade com que ele entra naquele espaço e sua direção.
Possibilidades
Ele também funciona diferente se o avião entra com o pneu rodando ou se arrastando, com as rodas travadas. Todas essas possibilidades são dimensionadas de acordo com as principais aeronaves que são operadas no local.
O projeto tem de abranger até mesmo como ocorrerá a desaceleração, tendo em vista que, se for muito rápida, pode causar danos ao corpo humano.
Via Alexandre Saconi (Todos a Bordo) - Fontes: Jorge Eduardo Leal Medeiros, professor do curso de Engenharia da USP (Universidade de São Paulo); Pablo Miranda, presidente da Kibag Brasil, empresa que instalou o Emas em Congonhas; e Thiago Nykiel, diretor executivo da Infraway Engenharia, empresa especializada em infraestrutura
Caso aconteceu na Estrada de São João Marcos, em Rio Claro, no Rio de Janeiro.
Um avião de pequeno porte TL Ultralight TL-3000 Sirius, prefixo PU-RTD, da Esquadrilha CEU, caiu e deixou pai e filho mortos no início da tarde deste domingo (29) em Rio Claro (RJ). O caso aconteceu na região de Passa Três, na Estrada de São João Marcos, por volta de 11h55.
(Foto: Divulgação/Polícia Militar)
De acordo com a Polícia Militar, testemunhas informaram que uma aeronave, com dois ocupantes, teria caído em uma área de mata no interior de uma propriedade privada.
(Foto: Divulgação/Polícia Militar)
Foram identificadas as vítimas da queda de avião como Everaldo Pereira da Costa Filho, de 73 anos, e Valentim Rufino da Costa, de 40, que estavam dentro da aeronave no momento do acidente.
Segundo o Corpo de Bombeiros, foi constatado a queda da aeronave, que teria colidido com um morro, além as duas vítimas, que já estavam sem vida, quando os agentes chegaram ao local.
A placa de identificação que auxiliou no reconhecimento da aeronave (Foto: Divulgação/Polícia Militar)
A Polícia Civil e o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) irão investigar o acidente. As equipes estão no local para preservar a segurança da área e também, para os procedimentos necessários.
Uma equipe de perícia irá para o local para levantar informações que possam ajudar nas investigações. Em seguida, os corpos serão removidos para o Instituto Médico Legal (IML).
De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil, a aeronave era experimental e estava em situação normal. Além de registro para voos diurnos.
O caso foi registrado na delegacia de Rio Claro, que está responsável pelas investigações. Até a publicação desta reportagem, as circunstâncias do acidente eram desconhecidas.
Aeronave da LATAM teve danos na turbina e passageiros precisaram desembarcar no Aeroporto de Jaguaruna (SC).
Voo precisou ser cancelado após colidir com duas aves em Jaguaruna (Foto: Divulgação/ND Mais)
Um voo foi cancelado após o avião colidir com dois pássaros no Aeroporto Regional Sul Humberto Ghizzo Bortoluzzi, em Jaguaruna, no Sul de Santa Catarina. A turbina da aeronave foi danificada e a decolagem precisou ser abortada.
O caso, chamado de “Bird strike“, aconteceu na manhã dessa quarta-feira (25), com o avião Airbus A320-271N, prefixo PR-XBC, da companhia aérea LATAM Airlines, durante a corrida para decolagem. De acordo com a administração aeroportuária, o piloto precisou retornar ao pátio.
Um voo foi cancelado após o avião colidir com dois pássaros no Aeroporto Regional Sul Humberto Ghizzo Bortoluzzi, em Jaguaruna, no Sul de Santa Catarina. A turbina da aeronave foi danificada e a decolagem precisou ser abortada.
O caso, chamado de “Bird strike“, aconteceu na manhã dessa quarta-feira (25), com um avião da companhia aérea LATAM Airlines, durante a corrida para decolagem. De acordo com a administração aeroportuária, o piloto precisou retornar ao pátio.
Após a inspeção realizada pela equipe de manutenção, foram localizados os danos. “Algumas blades (pás da turbina) esquerda estavam danificadas”, detalhou em nota o Consórcio Regional Sul Airport, responsável pela gestão do aeroporto.
Além disso, a vistoria na pista apontou que as duas aves de grande porte que atingiram o avião eram da espécie curicaca. Elas foram encontradas mortas e retiradas do local pela equipe técnica.
O voo cancelado afetou 130 passageiros e seis tripulantes, que foram desembarcados em segurança. Parte dos passageiros seguiu viagem de ônibus até Florianópolis, disponibilizado pela companhia aérea, enquanto outros optaram pela remarcação.
Apesar do incidente, o aeroporto informou que a pista foi rapidamente liberada para as demais operações. As atividades no local continuaram sem interrupções e a aeronave envolvida permanece no pátio aguardando manutenção corretiva.
Aves da espécie Curicaca atingiram as paletas da turbina esquerda da aeronave (Foto: Divulgação/ND Mais)
“Nesta manhã, durante a corrida para decolagem do voo LATAM 4770 ocorreu Bird strike, (colisão com pássaro), obrigando o piloto a abortar a decolagem e retornar para o pátio.
Após a inspeção na aeronave, realizada pela equipe de manutenção da cia aérea, foi constatado que algumas blades (pás ou paletas da turbina) esquerda estavam danificadas.
Após inspeção de pista, realizada pela equipe técnica de fiscais da Regional Sul Airport, constatou-se que duas aves (Curicaca) de porte grande, estavam mortas sobre a pista.
Diante deste cenário, a pista foi descontaminada imediatamente e liberada para as demais operações que ocorrem normalmente até o momento.
Todos os 130 passageiros, mais 06 tripulantes a bordo, do voo LATAM 4770, foram desembarcados em segurança e o voo foi cancelado.
Alguns passageiros optaram em seguir de ônibus até Florianópolis, fornecido pela empresa aérea e a maioria remarcou seus voos para o voo seguinte, que deverá ocorrer no final desta tarde.
Ate o momento, a aeronave da LATAM permanece no pátio do aeroporto para a devida manutenção corretiva.”
O ND Mais também entrou em contato com a LATAM Airlines Brasil, que por meio de nota, disse:
“A LATAM Airlines Brasil informa que o voo LA4771 (Jaguaruna-São Paulo/Guarulhos), de quarta-feira (25/3), precisou ser cancelado após um episódio de bird strike (colisão com pássaro), fato totalmente alheio ao controle da companhia.
A companhia ofereceu assistência necessária aos passageiros e reforça que adota todas as medidas de segurança técnicas e operacionais para garantir uma viagem segura para todos.”
Francisco Gomes Neto confirma conversas com companhia aérea e, sobre futuro, diz que novo produto poderá ser aeronave maior, seja comercial ou executiva.
Embraer e Gol conversam “há anos” sobre a possiblidade de venda de aeronaves menor porte para a companhia aérea brasileira. O flerte continua, mas o que parece realmente ocupar o radar do futuro da fabricante de aviões é a possibilidade de um modelo maior.
A uma plateia repleta de estudantes e pesquisadores de algumas das melhores universidades dos Estados Unidos, Francisco Gomes Neto, CEO da Embraer, voltou a dar pistas sobre o que a empresa de São José dos Campos pensa sobre o longo prazo.
“Estamos preparando um novo ciclo de produtos e, no momento, fazendo estudos sobre quais seriam esses novos produtos da Embraer. Pode ser um avião comercial, pode ser um avião executivo, maior também”, disse após palestra de abertura do Brazil Conference 2026.
Gomes Neto citou, porém, que não há uma definição nesse momento. “O que estamos fazendo é preparando a empresa.”
Atualmente, a Embraer domina o nicho de aviação regional e executiva de médio porte, mas rumores apontam caminhos que vão desde aeronaves maiores até modelos turboélice ou totalmente elétricos.
Em Boston, o executivo explicou que essa decisão será baseada em três pilares: tecnologia, produto e financiamento.
Argumentou que é preciso preparar a companhia em termos tecnológicos para o novo produto. Esse preparo será fundamental para definir qual será o novo item no portfólio da Embraer. Além disso, defendeu que será preciso ter “condições de financiamento desse desenvolvimento bem definidas”.
Só assim, conclui, será possível tomar “a decisão para que caminho nós vamos”.
Flerte com a Gol
Enquanto a decisão sobre o futuro não vem, é preciso continuar vendendo os atuais aviões. Nesse esforço, um dos alvos é a aérea Gol. Gomes Neto confirma as conversas “há anos” e é categórico: o “sim” final cabe à companhia aérea.
A Gol poderia ser a terceira companhia aérea doméstica a voar com os modelos fabricados no Brasil.
Após o lançamento da família E2 pela Azul e a recente venda de 24 jatos E2-195 para a Latam, Gomes Neto reforçou o desejo de ver a marca Embraer em todas as frotas nacionais.
“Gostaria muito de ver a Embraer voando em todas as linhas aéreas do Brasil porque, além de ser um avião eficiente e confortável, permite melhorar a conectividade entre cidades menores e gera empregos no país”, destacou.
Questionado sobre o cenário eleitoral e os rumos da indústria, o CEO manteve o tom institucional que caracteriza a gestão da companhia. Para ele, a Embraer é “apolítica” por necessidade estratégica.
“A gente precisa trabalhar com os governos, qualquer que seja o governo. Para vender aviões para fora do Brasil, é importante ter o apoio do Estado. Então, a gente vai se preparar para quem ganhar a eleição e garantir que entendam a necessidade de continuar apoiando a Embraer”, concluiu.
Aeronave de pequeno porte levava pacientes que estavam de alta médica.
O avião de pequeno porte Cessna 210L Centurion II, prefixo PT-KKF, da Piquiatuba Táxi Aéreo, caiu na manhã desta sexta-feira (27) próximo a uma aldeia da etnia Kayapó, em São Félix do Xingu, no sul do Pará. Segundo informações da prefeitura do município, ninguém ficou ferido.
A aeronave era utilizada em atendimentos do Distrito Sanitário Especial Indígena Kaiapó Pará (Dsei KPA) e transportava um casal e crianças que haviam recebido alta médica.
Imagens foram compartilhadas nas redes sociais e mostram, possivelmente a mãe e uma das crianças no chão chorando. Veja as cenas abaixo:
O voo saiu de Ourilândia do Norte com destino à aldeia Puykaranrankre, mas o avião acabou caindo na pista de pouso da comunidade indígena.
Nas cenas é possível acompanhar a aeronave já no solo após o acidente, em meio à área da aldeia. Ainda não há detalhes sobre o que pode ter causado a queda.
Em nota, a Força Aérea Brasileira (FAB) informou que investigadores do Primeiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA I) foram acionados e estiveram no local do acidente.
O avião de pequeno porte foi identificado com o número de matrícula PT-KKF e uma investigação foi aberta para identificar as causas do acidente. O resultado deve sair nos próximos dias.