terça-feira, 25 de maio de 2010

Foto do Dia

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O Ilyushin Il-96-300, prefixo RA-96019, da Russia State Transport Company, taxiando sob 'tempo fechado' pela pista 25 do Aeroporto Internacional Kraków-Balice / Jana Pawła II (João Paulo II) (KRK/EPKK), na Cracóvia, ao sul da Polônia, em 17 de maio de 2010.


Foto: Bartosz Bera
(Airliners.net)

Juíza nega absolvição sumária de pilotos do Legacy e vê indícios de crime

A juíza federal Vanessa Curti Perenha Gasques, que assumiu os processos criminais envolvendo os pilotos americanos Joseph Lepore e Jan Paladino, do jato Legacy que se chocou com o Boeing que fazia o voo 1907 da Gol, em 2006, decidiu nesta terça-feira não proceder com a absolvição sumária dos pilotos.

Na decisão, a juíza afirma que "os elementos de convicção até aqui colecionados não permitem dizer que os fatos imputados [aos pilotos] não constituem crime. Pelo contrário, há indícios de autoria e materialidade".

A magistrada, substituta da 3ª Vara Federal de Mato Grosso, assumiu os processos que tramitam na Subseção da Justiça Federal de Sinop há duas semanas, com o licenciamento do juiz Murilo Mendes.

Destroços do avião da Gol, que caiu em 2006 após bater no jato Legacy; 154 morreram

Este processo foi iniciado em 2009, após a conclusão de laudo do perito Roberto Peterka, que aponta conduta imprópria e negligência por parte dos pilotos.

A juíza determinou também a expedição de mandado de busca e apreensão dos equipamentos do Legacy, que estavam com o Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) de Brasília e foram entregues ao representante da empresa dos pilotos.

Processo

O outro processo contra os pilotos tramita em Sinop desde maio de 2007. Em dezembro de 2008, o juiz Murilo Mendes absolveu os dois de algumas das condutas imputadas contra eles: negligência na adoção de procedimentos de emergência e eventual falha de comunicação com o Cindacta (Centro Integrado de Defesa Aérea e de Controle de Tráfego Aéreo).

O Ministério Público Federal recorreu ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região e a decisão foi anulada. Em janeiro, o processo voltou a ter seguimento.

No dia 11 de maio, a juíza intimou a defesa dos controladores de voo, também réus no processo, a comprovar e explicar a necessidade de produção de prova técnica. A defesa dos pilotos também foi intimada para explicar a importância de serem ouvidas as testemunhas arroladas que estão fora do país.

O pedido do assistente de acusação, Dante D'Aquino, de que fossem identificados os militares que dialogaram com os pilotos no dia do acidente, foi negado pela juíza. "Hoje, decorridos mais de três anos do acidente, seu atendimento revela-se improvável, além de não revelar, a meu ver, utilidade para esclarecimento do caso."

Acidente

O Boeing da Gol que fazia o voo 1907 ia de Manaus (AM) para o Rio, com previsão de fazer uma escala em Brasília (DF). Ao sobrevoar a região Norte do país, ele bateu no Legacy da empresa táxi aéreo americana ExcelAire.

Os destroços do Boeing caíram em uma mata fechada, a 200 km do município de Peixoto de Azevedo (MT). Mesmo avariado, o Legacy, que transportava sete pessoas, conseguiu pousar em segurança em uma base na serra do Cachimbo (PA).

Fonte: André Monteiro e Lívia Marra (Folha Online) - Foto: Jorge Araújo/Folha Imagem

'Curiosity' parte da Terra em 2011 e chega a Marte em 2012

Novo veículo da NASA vai funcionar como um laboratório de geoquímica orgânica

A NASA, em seu Jet Propulsion Laboratory (Laboratório de Propulsão a Jato), está preparando um novo veículo 'todo-o-terreno' para continuar a explorar Marte.

Iniciado em 1997, este programa tem enviado para o 'Planeta Vermelho' veículos cada vez mais complexos. O veículo que a Agência Espacial Norte Americana está preparando agora chama-se "Curiosity" e será lançado no final do próximo ano (entre 25 de novembro e 18 de dezembro). Chegará a Marte entre 6 e 20 de agosto de 2012.

O carro, que pesa 800 quilogramas e tem o tamanho aproximado de um automóvel, não se chocará contra o solo como os seus antecessores Spirit e Opportunity, que eram envolvidos em bolsas de ar para amparar a queda. Este vai chegar à superfície pendurado por cabos a um módulo com propulsores, que depositará com segurança as suas seis rodas na superfície.

O 'Curiosity' vai transportar um vasto e avançado conjunto de instrumentos científicos que, através de pequenas perfurações no solo e no subsolo, irá recolher amostras e realizar análises em vários pontos de Marte.

Através destas pretende-se descobrir dados sobre a formação, a estrutura e a composição química das rochas e do solo para descobrir se há compostos de carbono que pudessem ter sido componentes de alguma forma de vida.

Também se quer compreender melhor como era Marte no passado. O 'Curiosity' será quase como um laboratório terrestre de geoquímica orgânica.

As necessidades energéticas do veículo serão supridas não com painéis a energia solar, como nos veículos anteriores, mas com um gerador termoeléctrico de radioisótopos (que produz eletricidade a partir desintegração radioativa).

O veículo está sendo desenhado para funcionar durante um ano marciano (o equivalente a 687 dias terrestres) e tem mais flexibilidade operacional e mobilidade do que os seus antecessores. Pode ultrapassar obstáculos com 75 centímetros de altura e andar a uma velocidade máxima de quatro centímetros por segundo. Para o local de aterrissagem estão ainda sendo analisados quatro áreas.



Fonte: Ciência Hoje (Portugal) - Foto: NASA - Edição: Jorge Tadeu

África do Sul exalta aeroportos que receberão seleções

País faz investimentos para ampliar capacidade de terminais aéreos e receber cerca de 300 mil torcedores

Na véspera da chegada de algumas seleções que disputarão a Copa do Mundo, o órgão administrador dos aeroportos da África do Sul informou nesta terça-feira que o país está pronto para receber as delegações presentes no Mundial. "O mundo se dará conta de que estamos entre os melhores do mundo", diz o comunicado.

O subdiretor geral da Companhia de Aeroportos da África do Sul, Tebogo Mekgoe, afirmou que o aeroporto internacional OR Tambo, de Johannesburgo, duplicará sua capacidade para acomodar a maioria das seleções e cerca de 300 mil torcedores que chegarão para assistir à Copa do Mundo.

O representante do governo sul-africano também disse que o aeroporto comprou 53 novas máquinas de raio-x e investiu US$ 3,3 milhões em segurança. A seleção brasileira viajará para a África do Sul nesta quarta-feira, 26, e será a segunda equipe a chegar ao país. A primeira é a Austrália.

Fonte: AP/Agência Estado

Só assim eles chegam perto do céu

Império religioso

Valdemiro copia Edir Macedo na igreja e, agora, também no jato

Valdemiro Santiago, chefe da Igreja Mundial do Poder de Deus, está negociando a compra de um jato bimotor Global Express, de 48 milhões de dólares - igualzinho ao que o seu atual concorrente e antigo chefe Edir Macedo possui. Santiago já é dono de um jatinho e um helicóptero, comprados há menos de um ano.

Fonte: Lauro Jardim (Radar/Veja.com) - Imagem: Cortesia EFE/Corbis/Latinstock

Construtores criticam MP que estabelece novas regras para licitação de obras aeroportuárias e das Olimpíadas de 2016

Medida Provisória 489 prevê a realização de pregões para obras comuns, pouca publicidade das concorrências e criação de Autoridade Pública Olímpica para controlar execução das obras

O SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) criticou a Medida Provisória 489, de 13 de maio, que cria um regime especial de licitações para as obras aeroportuárias com vistas à Copa de 2014 e às Olimpíadas de 2016. De acordo com opinião emitida pelo sindicato, a "aplicação da MP permitirá o cerceamento da ampla participação das empresas nas licitações públicas".

A principal mudança trazida pela MP é a criação de um consórcio público de regime especial, denominado Autoridade Pública Olímpica (APO), que será dirigido pelo Governo Federal em conjunto com o Estado do Rio de Janeiro e com o Município, sede das Olimpíadas. O órgão cuidaria do planejamento e, excepcionalmente, da administração, execução e fiscalização das obras e serviços necessários

Pelo texto, a Infraero recebe autorização para inverter as fases dos processos licitatórios - que levam de seis a oito meses e começam tradicionalmente pela análise da documentação geral do candidato - e fixam-se então na capacidade técnica das empresas e só posteriormente se detêm no critério de preço. "As licitações são regidas pela Lei nº 8.666 e se a MP inverter os processos, vai contrariar aquilo que está em vigor", opina Renato Romano, assessor jurídico do SindusCon-SP.

A estatal ainda poderá realizar pregões eletrônicos para obras em geral. "A realização de pregões em obras é ilegal, isso não existe, é um absurdo. Pregão só pode ser utilizado para produtos e serviços", reclama Romano.

O texto ainda prevê comunicação de publicidade das licitações diretamente às empresas, dispensando o Diário Oficial, pré-qualificação adotada de forma generalizada, e fixação de prazos exíguos para apresentação de propostas. "Em resumo, a Medida Provisória contraria a lei de licitação e a própria Constituição Federal", finaliza Renato Romano.

O SindusCon-SP emitiu um comunidado sobre a MP. Confira a seguir:

"Apressado come cru"

Discretamente, o governo federal incluiu no texto da Medida Provisória 489, que em 13 de maio criou a Autoridade Pública Olímpica (APO), medidas discutíveis para agilizar as obras destinadas às Olimpíadas de 2016, estendendo-as para as obras de reformas e ampliações de 13 aeroportos já com vistas à Copa de 2014.

O atraso nas obras é especialmente preocupante no Aeroporto Internacional de Guarulhos André Franco Montoro (Cumbica) (foto acima), sob responsabilidade da Infraero. Sem a Copa, a situação já beira o colapso. Imagine-se o que poderá acontecer na Copa, sabendo-se que este aeroporto é o principal ponto de convergência e saída dos vôos internacionais.

A Infraero planeja desembolsar R$ 4,47 bilhões nas reformas dos 13 aeroportos, sendo que a obra mais dispendiosa será em Cumbica (R$ 952 milhões), seguida da reforma do Aeroporto Antônio Carlos Jobim (Galeão).

O problema está em que, pela MP 489, na contratação das obras, poderá ser adotada inversão de fases e de etapas nas licitações públicas, bem como sistema de registro de preços.

A inversão de fases, pela qual se seleciona primeiro a empresa ou o consórcio que oferecer o menor preço, para só depois verificar se possui a qualificação técnica requerida no edital, é polêmica e não está prevista pela Lei de Licitações.

Além das possíveis impugnações, há sempre o risco de o administrador público não realizar o exame acurado da qualificação técnica depois de ele já ter anunciado publicamente a empresa que ofertou o menor preço.

Outros pontos polêmicos da MP: para contratar "obras comuns", poderá ser utilizada a modalidade do pregão. Poderá haver pré-qualificação parcial ou total, contendo alguns ou
todos os requisitos de habilitação ou técnicos necessários à contratação.

Mais: nas licitações do tipo técnica e preço para aquisição dos bens ou contratação de obras, as propostas apresentadas poderão ser avaliadas e pontuadas conforme "parâmetros objetivos" referentes à sustentabilidade ambiental.

A licitação poderá ser informada diretamente a fornecedores. Prazos exíguos foram definidos para contestação, e a Lei de Licitações se aplicará subsidiariamente às contratações de obras, naquilo que não conflitar com a MP.

Caberá ao Executivo regulamentar todos esses pontos, ou seja, o governo federal vai definir o que seriam "obras comuns" ou "parâmetros objetivos" de sustentabilidade ambiental.

Em outras palavras, serão afrontados princípios constitucionais de impessoalidade, moralidade e publicidade que devem reger as licitações para as obras das Olimpíadas e dos aeroportos com vistas à Copa. A aplicação da MP permitirá o cerceamento da ampla participação das empresas nas licitações públicas.

Sabendo-se dos problemas detectados pela Missão Técnica do SindusCon-SP que viajou em abril à África do Sul - orçamentos de estádios estourados por elevações de custos, obras públicas inacabadas por terem começado tardiamente -, será preciso correr contra o tempo.

Entretanto, se a agilização das obras se originar em retrocessos nas licitações públicas, quem acabará pagando mais será o país. E o Brasil da Copa e das Olimpíadas correrá o risco de se transformar de vitrine em vidraça".


Fonte: piniweb.com.br

Embraer: inovação é chave para crescimento da indústria

O presidente da Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer), Frederico Fleury Curado, disse hoje (25) que a inovação é a chave para acabar com o baixo desempenho da indústria de transformação.

Segundo ele, no ano passado o setor registrou deficit de US$ 8,5 bilhões na balança comercial de produtos acabados. A indústria registra superávit no comércio de baixa e média tecnologias, mas é deficitária em alto grau em produtos de alta tecnologia na indústria de transformação.

Curado vê tendência de lenta recuperação do comércio internacional, desequilíbrio macroeconômico a nível mundial e aumento do protecionismo. Por isso, ele acredita que o Brasil tem que se preparar para concorrer de forma mais acirrada, com a internacionalização das empresas.

O presidente da Embraer defendeu a elevação da Câmara de Comércio Exterior (Camex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior, "ao nível da Presidência da República", o daria ao órgão mais força para organizar a exportação do país.

Ele criticou o fato de o país "exportar tributos", o que precisa ser superado pelo próximo governo. Fleury Curado falou na Confederação Nacional da Indústria (CNI), em debate com os principais candidatos à Presidência da República.

O empresário defendeu que a inovação seja o tema central dos debates sobre competitividade. Ele disse que apenas 0,16% do Produto Interno Bruto (PIB) está associado a investimentos para inovação, o que coloca o Brasil muito abaixo dos países líderes em inovação.

Fonte: Lourenço Canuto (Agência Brasil) via Portal Exame

Governo do Tocantins apresenta proposta de implantação de base aérea no estado

O governador Carlos Henrique Gaguim realizou, na tarde desta terça-feira, 25, em Brasília, visita de cortesia e boas-vindas ao novo comandante do VI Comar da Aeronáutica, brigadeiro Sérgio Mingorance. A reforma dos aeroportos do Tocantins foi um dos assuntos abordados.

As características do Estado para o transporte aéreo regional e nacional, a localização estratégica do Tocantins, bem como a integração com outros modais de transporte foram apresentadas ao brigadeiro pelo governador. “Gostaríamos inclusive de implantar uma base aérea”, disse Carlos Henrique Gaguim, ao detalhar o projeto de consolidação de logística e desenvolvimento do Estado.

O comandante foi receptivo à ideia e disse que Palmas poderá ser uma das opções. “Dentro da estratégia da FAB, queremos reduzir a utilização do espaço aéreo do Rio de Janeiro, transferindo para o interior do país”, justificou o brigadeiro.

A reforma e ampliação dos aeroportos, inclusas na primeira fase do Programa Plano de Investimentos de 2010, do PROFAA – Programa Federal de Auxílio a Aeroportos, também foram debatidas no encontro. O convênio, referente à ampliação e reforma dos aeroportos, está em andamento.

O subsecretário de Representação, Evandro Campelo, o coordenador técnico, Paulo Martorelli, acompanharam a reunião.

Fonte: O Girassol

Cabo Verde pondera acordo aéreo com a UE

O governo de Cabo Verde deverá, em breve, assinar um "acordo aéreo horizontal" com a União Europeia (UE), primeiro passo de um processo que levará a uma política de "céus abertos" à navegação aérea com os "27".

A iniciativa foi anunciada segunda- feira no Parlamento pelo ministro de Estado e das Infra-estruturas, Transportes e Telecomunicações de Cabo Verde, Manuel Inocêncio de Sousa, ao ser interpelado sobre a política de transporte e circulação de pessoas e bens.

Inocêncio de Sousa, que não adiantou mais informações sobre o acordo, sublinhou que o Estado, através da assinatura de quatro "pacotes", abriu o espaço aéreo cabo-verdiano às companhias dos principais países europeus precursores do turismo para o arquipélago.

"De uma situação em que as ligações aéreas intercontinentais de Cabo Verde eram garantidas só a partir da ilha do Sal, exclusivamente por duas companhias aéreas, para três ou quatro capitais europeias, temos hoje cerca de 20 companhias a ligar quatro aeroportos do arquipélago", disse o ministro, acrescentando que os resultados da política em discussão "são inquestionáveis".

No entender de Inocêncio de Sousa, citado pela agência cabo-verdiana Inforpress, as melhorias são conhecidas também a nível dos transportes aéreos domésticos.

Nesse sentido, lembrou que a frota doméstica dos Transportes Aéreos de Cabo Verde (TACV) foi renovada, tendo aumentando a sua capacidade de 144 para 184 lugares, e a entrada no mercado local de uma nova companhia, a Halcyonair.

Quanto ao processo de privatização da transportadora aérea de bandeira, a TACV, Inocêncio de Sousa sublinhou que a crise da aviação civil internacional e as dificuldades internas da própria companhia não permitiram ao governo conclui-lo, pelo que, disse, continua- se à procura de parceiros interessados.

Fonte: Agência Lusa/Diário Digital - Mapa: enciclopedia.com.pt

TAM vê possibilidade de expansão no acordo entre Brasil e Europa

O presidente da TAM Linhas Aéreas, Líbano Barroso, acredita que o Brasil precisa se abrir cada vez mais para o tráfego internacional de passageiros. Diante do acordo assinado nesta terça-feira entre o Brasil e a União Europeia - que prevê a designação de companhias aéreas dos países membros como europeias e não pelo país de origem -, a TAM estuda inclusive atuar em trechos dentro da Europa, ao invés de fazer apenas a conexão direta com o continente.

Com o acordo firmado entre o Brasil e o continente europeu, a expectativa é de que haja aumento no número de voos internacionais, já que uma companhia alemã, por exemplo, poderá solicitar o trecho a partir de qualquer outro país da Europa para o Brasil. Da mesma forma, uma empresa brasileira poderá realizar voos dentro da Europa.

De acordo com Barroso, "onde houver oportunidades de negócios, a TAM poderá entrar", contanto que não se trate de uma área coberta por um parceiro da Star Alliance.

"Na verdade, é muito mais eficiente nós usarmos um parceiro do que ter que colocar uma nova base, uma nova equipe", lembrou, frisando a entrada apenas em mercados ainda não atendidos.

As companhias brasileiras representam apenas 36% de todo o tráfego diário internacional no país, sendo que o resto é feito por companhias internacionais.

O presidente da TAM acredita que, apesar de o acordo com a Europa significar maior concorrência, ele abre também uma situação favorável para a companhia. "Nós podemos até expandir nosso mercado na Europa".

A TAM voa para Paris três vezes ao dia. Voa também para Frankfurt, Madri, Milão e Londres uma vez ao dia. A partir de agosto, vai colocar mais dois voos, ambos a partir do Rio de Janeiro, sendo um para Frankfurt e outro para Londres.

Ainda nos planos internacionais da empresa, a TAM poderá passar a realizar voos diretamente para a Bogotá, na Colômbia. O pleito já foi realizado, mas ainda não está confirmado.

Na América Latina, a TAM pretende ampliar também a atuação para a Argentina, cuja capacidade já está totalmente atingida. "Se a Argentina ampliar o tráfego bilateral, nós vamos querer mais voos", admitiu Barroso.

Fonte: Juliana Ennes (Valor Online) via O Globo

Governo argentino veta aumento de voos partindo do Brasil

O aumento do número de brasileiros que viajam para a Argentina já provoca gargalos nas companhias aéreas, que desejam ampliar as frequências para o país vizinho. O governo argentino, no entanto, vem se recusando a ceder aos pedidos da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), disse nesta terça-feira a diretora-presidente do órgão, Solange Vieira. Ela disse que as saídas para o mercado argentino, que representam 16% dos voos internacionais, tem forte potencial de crescimento no curto prazo.

Atualmente, são 133 frequências semanais para a Argentina. A Anac já solicitou mais 30 ao governo de Cristina Kirchner, que, no entanto, mostra-se reticente, temendo prejudicar as companhias locais.

"As empresas estão no limite de frequências para a Argentina, e a demanda continua crescendo. Espero que o governo de lá pense a respeito disso, porque eles estão perdendo ao segurar o aumento de voos vindo do Brasil", disse a diretora da Anac, ao participar de conferência de aviação civil entre Brasil e União Europeia, no Rio.

Os voos internacionais para os Estados Unidos representam 23% do total que sai do Brasil, seguido pela Argentina (16%) e Portugal (10%). Somente com o incremento de 10% nas frequências, a proporção para a Argentina pode subir para 18%.

Dados da Anac relativos ao ano passado indicam que foram transportados, ao todo, 128 milhões de passageiros, dos quais apenas 12 milhões relacionados a voos internacionais.

"O mercado internacional no Brasil ainda não é nada, há muito potencial para crescer", observou Vieira.

Ela comentou também que a Anac trabalha para diversificar os pontos de partida para o exterior. O objetivo é tirar o peso de Rio e São Paulo, e ampliar a presença de cidades do Nordeste, principalmente. Em 2008, 80% dos voos internacionais partiam do Rio ou de São Paulo.

Fonte: Cirilo Junior (Folha Online)

Anac aprova voos da Avianca Brasil para Exterior

O empresário German Efromovich, controlador da Avianca na Colômbia e no Brasil, entre outras aéreas, está muito feliz. “A Anac aprovou nossa solicitação, e a Avianca vai voar para a Colômbia”, disse Efromovich ao Portal Panrotas durante a Cúpula União Europeia – América Latina da Aviação Civil, que prossegue até amanhã (quarta, dia 26) no Rio de Janeiro. O executivo afirmou que os voos devem começar em julho.

A portaria da Anac foi publicada ontem no Diário Oficial da União, à página 8. Segundo a agência, foi autorizado sete frequências por semana de serviços regulares mistos entre os dois países.

Até então a Gol, por meio da marca Varig, e a Avianca colombiana operam rotas entre as duas nações.

Fonte: Portal Panrotas

Infraero: obras em aeroportos da Copa custarão R$ 5,4 bi

As melhorias previstas nos 16 aeroportos brasileiros vinculados às 12 cidades que vão sediar a Copa do Mundo vão absorver investimentos de R$ 5,4 bilhões até 2014, incluindo obras de infraestrutura e instalações de módulos temporários para aumentar a capacidade de trânsito de passageiros. O diretor de engenharia da Infraero, Jaime Parreira, disse hoje que, do total de investimentos previstos, 61% serão realizados pela própria empresa e 39% pela União, com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Parreira explicou que os módulos que serão construídos em aeroportos, como o de Guarulhos, consistem em estruturas pré-fabricadas nos moldes da instalada no aeroporto de Florianópolis (SC). A vantagem desse tipo de construção, segundo ele, é a rapidez do empreendimento e o preço mais baixo. A estimativa é de que esse tipo de módulo, que pode consistir apenas em sala de espera de passageiros, mas também em terminais com check in, café e restaurantes, tenha custo de R$ 2,5 mil por metro quadrado. Por outro lado, uma infraestrutura definitiva tem custo de R$ 6 mil a R$ 7 mil por metro quadrado.

No que diz respeito especificamente a Guarulhos, Parreira disse que 50% das obras definitivas do Terminal 3 deverão ser entregues até 2013 e, até 2014, serão concluídos três módulos no local, que ampliarão a capacidade em 6,5 milhões de passageiros ao ano. Esses módulos terão investimentos totais de R$ 68 milhões. A durabilidade dessas estruturas é de 10 a 15 anos e, de acordo com o executivo, elas podem ser deslocadas para outros aeroportos, se necessário.

Segundo ele, as construções das obras definitivas e dos módulos nos aeroportos das cidades-sede da Copa visam não apenas a realização do evento esportivo, mas também o crescente aumento da demanda no setor aéreo. Parreira participou hoje da Cúpula União Europeia-América Latina de Aviação Civil, no Rio.

Parceiras

O presidente da TAM Linhas Aéreas, Líbano Barroso, disse que a empresa tem interesse em participar de parcerias público-privadas (PPP) para a realização de obras em aeroportos brasileiros. Segundo ele, "a orientação do grupo é que se houver oportunidade de parcerias desse tipo em aeroportos é de nosso interesse, para passageiros e carga", disse em entrevista, após participar da Cúpula União Europeia-América Latina de Aviação Civil.

Ele citou os Estados Unidos como exemplo de sucesso nesse tipo de parceria. Sobre os acordos no setor aéreo entre Brasil e União Europeia, anunciados hoje pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, Barroso disse não conhecer detalhes. Mas ele não acredita em um acirramento da competição para a empresa. "A competição já existe, não temos proteção ou subsídio, nosso negócio já é competir", afirmou.

Fonte: Jacqueline Farid (Agência Estado)

Gol parcela bilhetes para feriados no Hipercard

A Gol e a Hipercard anunciaram uma parceria, pela qual os clientes da companhia que comprarem bilhetes com o cartão, até 31 de maio, terão a facilidade de dividir o valor da passagem em até dez vezes sem juros.

O objetivo da parceria é facilitar as compras para o Dia dos Namorados, feriados e férias de julho. No entanto, a validade da promoção independe da data de embarque e trecho escolhido.

Para participar, o cliente deve efetuar a operação pelo site da Gol, com uma parcela mínima de R$ 45,00.

Fonte: Portal Panrotas

Ibéria defende marco regulatório internacional para setor aéreo

As barreiras para a entrada de empresas estrangeiras no controle de companhias aéreas foram consideradas o maior entrave para a consolidação do mercado brasileiro e da América Latina como um todo.

O presidente da Ibéria Líneas Aéreas, da Espanha, António Vasquez, acredita que, para a criação de companhias globais de aviação, seria necessário ter marcos regulatórios multinacionais.

"O que não existe hoje é a facilidade regulatória para fazer empresas transoceânicas", disse. Ele acredita ser necessário derrubar barreiras ao capital, à criação de rotas e às operações entre os países. Somente dessa forma, acrescenta Vasquez, será possível criar, de fato, um mercado globalizado para a aviação.

"A indústria de linhas aéreas é veículo de globalização, mas é uma das indústrias que está menos globalizada, devido às barreiras que originam, do ponto de vista da indústria, uma grande fragmentação regulatória", disse.

Diante da fragmentação corporativa ainda existente no setor, Vasquez acredita haver espaço para novas fusões e aquisições. A América Latina teria espaço para crescimento orgânico, com o aumento de frequências e de rotas, além da possibilidade de crescimento não orgânico, com união de companhias já estabelecidas.

Perguntado sobre os projetos da Ibéria em relação a possíveis aquisições, o presidente afirmou ter a necessidade de estar "sempre aberto" para isso, mas alertou ser necessário, primeiro, ter que mudar o marco regulatório. "Senão, vai ser impossível", disse.

Fonte: Juliana Ennes (Valor Online) via O Globo

Companhia aérea indeniza cliente vítima de trombose por falta de espaço em voo

"SÍNDROME DA CLASSE ECONÔMICA"

A 10ª Vara Cível do Rio de Janeiro condenou a KLM Companhia Holandesa de Aviação a pagar R$ 40 mil por danos morais ao empresário Gilberto Silveira Batista, de 54 anos, vítima trombose venosa profunda, conhecida como “síndrome da classe econômica”, uma doença que atinge pessoas que têm a mobilidade limitada durante longo percurso de viagem aérea.

De acordo com a decisão, a empresa ainda terá que devolver ao empresário os valores gastos com tratamentos médicos e hospitalares, aluguéis de instrumentos hospitalares e medicamentos, com correção monetária.

Segundo a juíza Marisa Simões Mattos, houve falha na prestação do serviço no tocante à segurança, uma vez que a companhia aérea não informou ao passageiro os riscos que as longas viagens aéreas acarretam, com as poltronas extremamente apertadas, a falta de movimentação por mais de quatro horas e a baixa umidade dentro da aeronave.

A magistrada alegou que estudos médicos alertam para “o malefício patológico que as condições das aeronaves modernas provocam, em caso de longas viagens; a busca pelo maior lucro faz com que as companhias aéreas diminuam cada vez mais o espaço frontal de suas poltronas, obrigando seus passageiros a ficarem em uma única posição, com as pernas em quase 90º, por muitas horas seguidas”.

“Essa situação, aliada ao ar extremamente seco no interior do avião (a umidade pode chegar a 2%), e à pouca ingestão de líquidos durante a viagem, constituem condições extremamente favoráveis à formação de coágulo e trombose venosa profunda”, afirmou a juíza.

Ela disse ainda que o princípio da boa-fé objetiva, previsto nas relações de consumo, impõe deveres de lealdade e de informação máxima sobre os riscos que o objeto contratual pode acarretar. “No serviço de transporte aéreo não é diferente”, observou Marisa.

“A fim de evitar o avanço dessa nova síndrome em todo o mundo, bastaria que as companhias aéreas aumentassem o espaço entre os assentos e avisassem a seus passageiros, nas viagens muito longas, para movimentarem suas pernas e ingerirem líquidos, pelo menos a cada uma hora”, ressaltou a magistrada.

Histórico

A ação de indenização foi ajuizada em abril de 2004. A viagem, no entanto, ocorreu entre 30 de maio e 8 de junho de 1999. Gilberto Silveira embarcou primeiramente em um voo no Rio com destino a Amsterdã. No dia seguinte, 31 de maio, partiu para Jacarta, depois para Singapura e, por último, para Bali, onde foi a trabalho. No dia 7 de junho de 1999 ele deu início à viagem de volta, refazendo todo percurso.

Morador da Tijuca, Zona Norte do Rio, e pai de dois filhos, o empresário diz no processo que, em virtude da obstrução da sua capacidade de locomoção, deixou de praticar esportes porque não podia firmar a perna no chão e fez uso de cadeiras de rodas.

Fonte: Última Instância (com informações da assessoria de imprensa do TJ-RJ)

Crise na Europa pode acelerar privatização de aeroportos no continente

A crise europeia deverá acelerar o processo de privatização dos aeroportos, de acordo com o diretor-geral do Conselho Europeu de Aeroportos, Oliver Jankovec. Ele considerou a estrutura empresarial essencial para atender à demanda por infraestrutura.

"Os governos não querem mais investir em infraestrutura. Os aeroportos vão ter que fazer isso sozinhos", acredita.

Ele defendeu também a liberalização total em termos de rotas e de capacidade para que as companhias aéreas tenham acesso a novos mercados. A livre escolha fomentaria a criação de novas rotas e aumentaria a concorrência entre as companhias.

"A aviação vai crescer. Ainda há muita procura e, para transformar isso em novos voos, precisamos de liberalização", disse Jankovec.

E não é só a Europa que defende a abertura dos mercados. O diretor-executivo da Associação Latino-Americana de Transportes Aéreos (ALTA), Alex de Gunten, acredita que, para o crescimento do mercado aéreo, é preciso eliminar as barreiras ao crescimento, com maior flexibilidade e igualdade de condições entre os players.

Ele considera também a tributação um grande entrave ao crescimento. No Brasil, por exemplo, o preço do combustível de aviação é cerca de 50% mais caro, sendo que 80% do que é consumido no país é produzido internamente. "Isso faz com que se perca competitividade", disse.

Fonte: Juliana Ennes (Valor Online) via O Globo

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Jorge Tadeu

Turbulência em voo da United deixa seis feridos

Seis pessoas foram levadas ao hospital depois que um avião da United Airlines sofreu forte turbulência sobre o Oceano Atlântico e foi forçado a fazer um pouso de emergência nesta terça-feira (25) em Montreal, no Canadá.

O voo UA-935 decolou às 05h05 (hora local) do Terminal 1 do Aeroporto de Heathrow, em Londres, Inglaterra, e foi apanhado pela turbulência quando sobrevoava o mar na região de Labrador.

O Boeing 777-222/ER, prefixo N794UA, que dirigia-se para Los Angeles, na Califórnia, nos EUA, com 196 passageiros e 15 tripulantes, foi desviado inicialmente para o Aeroporto Internacional O'Hare, em Chicago, Illinois, mas, em seguidam, optou pelo Aeroporto Internacional Trudeau, em Montreal, por estar mais próximo e em razão dos passageiros feridos a bordo.

Duas horas e dez minutos após ter sofrido com a turbulência, o voo 935 aterrissou em segurança às 12h10 (hora local).

Imagem do satélite meteorológico GOES-E

As autoridades disseram que cinco ambulâncias foram enviadas para o aeroporto e os feridos receberam tratamento ainda a bordo da aeronave.

Uma aeromoça fraturou um braço e um passageiro foi tratado de uma lesão no tornozelo, disse um dos funcionários da ambulância. outra passageira, uma mulher grávida, sofria de dores abdominais. A extensão das outras lesões não são conhecidas.

A companhia aérea disse que um outro voo estaria disponível mais tarde, para pegar os passageiros e levá-los para Los Angeles.

Fontes: CBC News / Aviation Herald - Gráfico: AVH/NASA - Foto: CBC

Acidente com avião de treinamento na Turquia

Um avião de treinamento da da Marinha da Turquia caiu nesta terça-feira (25) em Istambul, na Turquia, durante um voo de treinamento.

O avião Cessna T-41D Mescalero (Ce.R172), prefixo 10113, da Turkish Air Force Hava Harp Okulu Wing Serçe Kol Sq., caiu no meio de uma praça, mas, surpreendentemente, os dois tripulantes a bordo sobreviveram e nenhum ferimento ocorreu em solo.

Caminhões de bombeiros correram para a área que foi pulverizada com uma espuma especial para evitar a propagação do incêndio causado pelo derramamento do combustível da aeronave.

Fontes: defencenet.gr / ASN - Foto: defencenet.gr

Avião bate em teto de prédio no Canadá e explode matando duas pessoas

Um pequeno avião explodiu nesta nesta terça-feira (25) ao bater contra o teto de um prédio do escritórios - de dois andares - em Markhan, em frente ao Aeroporto Buttonville, em Toronto, no Canadá.

Os dois ocupantes da aeronave morreram. A Polícia de Toronto ainda não disse quais são as possíveis causas.

Quando as equipes de resgate chegaram ao local do acidente, a fuselagem do avião ainda estava em chamas. "Soou como uma bomba caindo", disse ao jornal canadense Carmelina Compepiello, que trabalha perto do prédio.

Os bombeiros conseguiram controlar o incêndio logo depois de chegar ao local do acidente. O prédio foi completamente evacuado.

Algumas fontes informam que a aeronave era um Cessna, outras, um Cirrus.



Fontes: EFE via Terra - Fotos: AP

Lufthansa é eleita melhor empresa aérea da Europa

Nos últimos meses, 18 milhões de passageiros de mais de 100 países participaram da maior pesquisa de opinião de passageiros do mundo sobre tráfego aéreo e elegeram a Lufthansa a melhor empresa aérea da Europa. A empresa foi agraciada com o World Airline Award em Hamburgo, na Alemanha, na respectiva categoria.

No ranking das empresas aéreas em rotas transatlânticas, a Lufthansa obteve um excelente terceiro lugar. Os passageiros deram especial importância ao quesito serviço. Na categoria especial First Class Lounge, a Lufthansa também foi indicada para o World Airline Award, o que a coloca entre as seis melhores empresas aéreas do mundo.

A pesquisa foi realizada pelo instituto de pesquisas de opinião especializado em tráfego aéreo Skytrex. O estudo pesquisou mais de 35 diferentes aspectos de satisfação dos clientes por empresa aérea, analisando tanto o produto a bordo quanto os serviços oferecidos pelas empresas aéreas nos aeroportos. A Skytrex realiza este estudo independente anualmente desde 1999.

Fontes: Brasilturis

Líbia e Burundi assinam acordo de cooperação aérea

A Líbia e o Burundi assinaram segunda-feira em Tripoli um acordo de cooperação no domínio do transporte aéreo que estipula a organização de voos aéreos regulares entre Tripoli e Bujumbura pelas companhias aéreas dos dois países.

O secretário do Comité Popular Geral líbio dos Assuntos Sociais, Ibrahim Cherif, e o ministro burundês dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Augustine Nzanzie, assinaram igualmente a ata da 13ª sessão da Comissão Mista dos dois países que encerrou os seus trabalhos segunda-feira na capital líbia.

Este documento abrange a promoção da cooperação entre os dois países nos domínios do investimento, do comércio, da energia, do ensino, do transporte e das comunicações.

Os trabalhos da 13ª sessão desta comissão mista decorreram segunda-feira sob a co-presidência de Cherif e de Nzanzie.

Eles abrangeram vários dossiês relativos à consolidação da cooperação entre os dois países em diversos domínios e permitiram examinar a acta da 12ª sessão da comissão mista.

Fonte: Panapress - Mapas: seed.pr.gov.br

Ciência pesquisa nave para ir às estrelas

As naves para chegar lá são apenas teóricas — mas por que não sonhar?

“O espaço é grande”, escreveu Douglas Adams em seu livro O Guia do Mochileiro das Galáxias. “Não dá para acreditar o quanto ele é desmesuradamente, inconcebivelmente, estonteantemente grande.” Ele não estava exagerando. Até a nossa mais próxima estrela, a Proxima Centauri, está a alarmantes 4,2 anos-luz de distância — mais de 200 000 vezes a distância da Terra ao Sol. Ou, se preferir, o equivalente a 50 milhões de viagens de ida e volta à Lua.

Essas grandes distâncias parecem colocar as estrelas muito além do alcance dos exploradores humanos. Suponha que tivéssemos conseguido uma carona na Voyager 1 da NASA, a sonda espacial interestelar mais rápida construída até hoje. A Voyager 1 está agora se dirigindo para fora do sistema solar a cerca de 17 quilômetros por segundo. Nesse ritmo, seriam necessários 74 000 anos para chegar a Proxima Centauri — certamente não estaríamos vivos para apreciar a vista.

O que seria necessário então para o ser humano poder alcançar as estrelas dentro de seu período de vida? Para começar, precisaríamos de uma nave espacial que pudesse acelerar pelo cosmo em velocidade próxima à da luz. Propostas não faltam: veículos movidos a repetidas explosões de bombas de hidrogênio, ou a partir da aniquilação de matéria e antimatéria. Outros lembram veleiros gigantes com velas reflexivas e movidos por feixes de laser.

Todos estes planos ambiciosos têm suas falhas e não há certeza de que possam realmente decolar. Agora há duas novas possibilidades radicais na mesa que podem de fato nos levar — ou melhor, aos nossos descendentes distantes — a alcançar as estrelas.

Em agosto, o físico Jia Liu, da Universidade de Nova York, apresentou seu projeto de uma espaçonave movida a matéria escura. Logo depois, os matemáticos Louis Crane e Shawn Westmoreland, da Universidade do Estado de Kansas, em Manhattan, propuseram planos para uma nave movida por um buraco negro artificial.

Ninguém pode negar que a construção de uma nave movida por buracos negros ou matéria escura seria algo formidável. E mesmo assim, surpreendentemente, parece não haver nada na nossa compreensão atual da física que nos impeça de construir qualquer uma delas. Além do mais, Crane considera que os estudos de viabilidade como os que ele propõe abordam questões da cosmologia que outras pesquisas não consideraram.

Combustível sob demanda

Veja a nave de matéria escura de Liu, por exemplo. A maioria dos astrônomos está convencida da existência da matéria escura graças à forma como sua gravidade arrasta estrelas e galáxias, como vemos com nossos telescópios. Essas observações sugerem que a matéria escura supera a matéria visível do universo em um fator de seis para um — portanto, uma nave movida a matéria escura teria uma oferta abundante de combustível.

Liu inspirou-se numa nave espacial audaciosa proposta pelo físico americano Robert Bussard em 1960. O projeto “ramjet” de Bussard utilizava campos magnéticos gerados pela embarcação para recolher o fino gás do espaço interestelar. Em vez de usar foguetes, a nave seria impulsionada submetendo o gás hidrogênio recolhido a fusão nuclear e ejetando os subprodutos para gerar empuxo.

Como a matéria escura é abundante em todo o universo, Liu visualiza um foguete que não precisaria levar combustível. Isto supera de imediato um dos inconvenientes de muitas outras naves propostas, cujo suprimento de combustível enorme acrescenta muito ao peso e dificulta a capacidade de aceleração. “Um foguete de matéria escura iria pegar seu combustível no caminho”, diz Liu.

Seu plano é dirigir o foguete usando a energia liberada quando as partículas de matéria escura aniquilam umas às outras. Aqui é onde a ideia de Liu depende mais da física especulativa. Ninguém sabe do que a matéria escura é realmente feita, apesar de existirem inúmeras teorias do mundo subatômico que preveem potenciais candidatos a matéria escura. Uma das teorias pioneiras diz que a matéria escura é feita de neutralinos, partículas que não têm carga elétrica. Neutralinos são curiosos porque eles são suas próprias antipartículas: dois neutralinos colidindo sob certas circunstâncias irão aniquilar um ao outro. Se as partículas de matéria escura se aniquilarem dessa forma, irão converter todas as suas massas em energia. Um quilo do material vai gerar cerca de 1 017 joules, mais de 10 bilhões de vezes mais energia do que um quilo de dinamite, e força suficiente para impulsionar o foguete.

Menos certo ainda é o detalhe de como um foguete de matéria escura poderia funcionar. Liu imagina o motor como uma “caixa” com uma porta aberta na direção do movimento do foguete. Quando a matéria escura entra, a porta é fechada e a caixa é reduzida para comprimir a matéria escura e aumentar sua taxa de aniquilação. Ocorrida a aniquilação, outra porta se abre e os produtos são jogados para fora do foguete. Todo o ciclo se repete continuamente.

Liu lembra que quanto mais rápido seu foguete de matéria escura viajar, mais rápido ele vai colher a matéria escura e acelerar. A velocidade exata a que ele pode chegar depende da densidade da matéria escura ao redor, da área de coleta do motor e da massa do foguete. Em seus cálculos, Liu supõe que a nave pese 100 toneladas e tenha uma área de coleta de 100 metros quadrados. “Esse pode ser um foguete capaz de chegar perto da velocidade da luz em poucos dias”, diz ele. Assim, o tempo de viagem até Proxima Centauri seria reduzido de dezenas de milhares de anos para apenas alguns anos.

Há um pequeno problema, no entanto. Para trabalhar de forma mais eficiente, o foguete de Liu teria de voar através de regiões densas de matéria escura. Até onde sabemos, a maior concentração de matéria escura fica a 26 000 anos-luz de distância do centro da Via Láctea. Ainda assim, Liu argumenta que ninguém fez um mapa detalhado da matéria escura em nossa galáxia e espera que concentrações mais próximas sejam encontradas. Mas se isso não é suficiente para frustrar a empreitada, há outra questão: como construir uma caixa de motor que não vaze matéria escura? “Este é o calcanhar de aquiles da ideia”, diz Crane. A matéria escura, por sua própria natureza, interage muito fracamente com a matéria normal e pode passar através dela. Esta pode ser a razão pela qual experiências na Terra não conseguiram até agora captar qualquer passagem de partículas de matéria escura.

Crane acha que imaginar um foguete feito de um material que ainda não sabemos se existe é um salto de fé grande demais. Ele prefere lidar com física e tecnologias mais estabelecidas. Liu é destemido. Ele aponta para as teorias que preveem uma grande quantidade de partículas além das partículas de matéria normal e escura, como as que concebem dimensões extras. “É possível que exista um tipo de matéria que interaja com força suficiente com as duas [matérias]”, diz ele. “Ela poderá ser usada para construir uma caixa.”

Para chegar até as estrelas, você precisa espremer cada joule de energia de seu combustível. Foguetes químicos são terrivelmente ineficientes, convertendo apenas de 8% a 10% da sua massa em energia. Mesmo a fusão nuclear converte menos de 1% do combustível em energia. Um foguete de antimatéria seria o estado da arte. “É certeza que você pode extrair 100% da energia da aniquilação matéria-antimatéria”, diz Crane. “No entanto, para começar, a antimatéria é altamente ineficiente para ser produzida, e é um material perigoso — se toca a sua nave espacial, manda-a para o além.”

Crane está convencido de que a única opção é, de fato, a radiação Hawking. Na década de 70, Stephen Hawking mostrou que os buracos negros não são completamente negros: eles podem “evaporar” quando toda a sua massa se converte numa feroz chuva de partículas subatômicas. Essa radiação, acredita Crane, poderia ser usada para impulsionar uma nave pela galáxia afora.

Viagem de 100 anos

Buracos negros pequenos emitem radiação Hawking muito maior do que grandes buracos negros estelares, conforme as equações que descrevem esses objetos. Crane calculou que um buraco negro pesando 1 milhão de toneladas seria uma fonte de energia perfeita: é pequeno o suficiente para gerar bastante radiação Hawking e alimentar a nave, mas grande o suficiente para sobreviver sem irradiar toda a sua massa durante uma viagem interestelar típica de 100 anos de duração. “Para minha surpresa, existe um candidato “perfeito”, diz Crane.

A primeira pessoa a propor o uso de um miniburaco negro para a propulsão foi o escritor de ficção científica Arthur C. Clarke, em seu romance Terra Imperial. Recentemente, Hawking também divulgou a ideia, defendendo a caça de um buraco negro pré-existente. Crane não está certo de que isso funcionaria. “Quais são as chances de se encontrar um vagando pelo sistema solar?”, questiona ele.

A alternativa seria fazermos o nosso próprio buraco negro. Para criar um, diz Crane, você precisa concentrar uma tremenda quantidade de energia num pequeno volume. Ele visualiza um laser de raios gama gigante “carregado” por energia solar. A energia seria recolhida por painéis solares de 250 quilômetros de diâmetro, orbitando a apenas poucos milhões de quilômetros do Sol e absorveria a luz solar durante cerca de um ano. “Seria um esforço gigantesco, industrial”, Crane admite.

Pesando 1 milhão de toneladas, o buraco negro resultante seria aproximadamente do tamanho de um núcleo atômico. O próximo passo seria manobrálo para a área focal de um espelho parabólico preso ao fundo de uma espaçonave. A radiação Hawking é constituída por diversos tipos de partículas subatômicas, mas as mais comuns são os fótons de raios gama. Alinhados em feixes paralelos pelo espelho parabólico, estes seriam os produtos expelidos pela nave e a impulsionariam para frente.

Candidato perfeito

De acordo com Crane, seu buraco negro de 1 milhão de toneladas poderia acelerar até perto da velocidade da luz em algumas décadas. Se isso é lento demais para você, há um jeito de abreviar as coisas. Um buraco negro menor emitiria mais radiação Hawking, assim poderia impulsionar a nave mais rapidamente, desde que houvesse matéria extra para alimentá-lo. Viajando a essa velocidade em sua nave, o tempo passaria mais devagar para você. Portanto, você envelheceria mais lentamente do que seus amigos e família na Terra. “Pode ser possível atingir a galáxia de Andrômeda a 2,5 milhões de anos-luz de distância dentro de uma vida humana”, diz Crane. Por mais espantoso que tudo isso possa parecer, Crane reitera que, em sua visão, esta é a única forma viável de viajar para as estrelas.

Além dos desafios tecnológicos, Crane acredita que naves movidas a buracos negros podem também ter implicações filosóficas importantes. Crane começou a pensar em buracos negros artificiais 12 anos atrás, quando o físico Lee Smolin, agora no Perimeter Institute for Theoretical Physics do Canadá, em Waterloo, Ontário, pediu que ele lesse o manuscrito de seu livro The Life of the Cosmos.

Ninguém sabe o que acontece na singularidade de um buraco negro, o ponto onde o espaço e o tempo se tornam tão deformados que as leis da relatividade são quebradas. Os últimos cálculos de Crane o fizeram perceber como é curioso que possa haver um buraco negro do tamanho exato para alimentar uma nave. “Por que existe um candidato tão perfeito?”, pergunta ele. A única razão para uma civilização inteligente fazer um buraco negro é poder usá-lo para viajar pelo universo. “Se esta hipótese estiver certa”, diz ele, “vivemos num universo que está otimizado para a construção de naves espaciais.”

Fonte: Marcus Chown (New Scientist) via INFO Online - Imagem: New Scientist

Astronauta na ISS registra formação de tempestade no Atlântico

O astronauta japonês Soichi Noguchi divulgou nesta terça-feira uma imagem registrada da Estação Espacial Internacional de uma tempestade sobre o oceano Atlântico. Noguchi não deixa claro em qual região foi registrada a foto, mas pode se tratar de um sistema de baixa pressão observado por cientistas e que pode se tornar a primeira tempestade tropical do ano, mesmo há uma semana do início da temporada de furacões. As informações são da ABC.

Segundo a TV americana, o sistema de baixa pressão observado ocorre nas Bahamas e o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos afirma que há uma chance entre 30% e 50% de se tonar uma tempestade subtropical ou tropical - que são mais fracas que furacões, mas podem se transformar nestes.

Apesar da possibilidade da tempestade ficar mais forte, os cientistas não acreditam que ela trará destruição, no máximo altas ondas na costa, já que deve se direcionar ao mar aberto. Apesar disso, tempestades desse porte antes da temporada de furacões são incomuns.

Fonte: Terra - Foto: Reprodução/NASA

TAP inaugura rota de Marrakesh, no Marrocos

Marrakesh torna-se o 10º destino da TAP na África

A transportadora aérea TAP vai iniciar, em junho, a operação de três voos semanais para Marrakesh, no Marrocos, também conhecida por “Cidade Rosa”, devido às suas muralhas de tons ocre. Com a nova rota, a TAP passa a servir dez destinos no continente africano, informa a empresa em comunicado.

A operação, em aviões Embraer de 49 lugares, realiza-se às terças, sextas e domingos, com partida de Lisboa às 17h15 ( hora de Lisboa) e chegada às 18h55. No sentido inverso, os voos saem da cidade marroquina às 19h35 e pousam em Lisboa às 21h15.

Marrakesh é a segunda maior cidade do Marrocos. Com quase mil anos de história, possui diversos monumentos, classificados pela Unesco como patrimônio cultural e arquitetônico da humanidade, e tem um clima agradável. A praça Djemaa el-Fna é o ícone desta grande metrópole. O visitante é surpreendido por uma mistura exótica de músicos, encantadores de serpentes, malabaristas, contadores de histórias, curandeiros e artesãos.

Para marcar a abertura da nova rota, a TAP lança uma campanha especial, com tarifas a partir de US$ 999 mais taxas.

O início de operações para Marrakech vem reforçar a presença da TAP no Marrocos, país onde já serve a cidade de Casablanca, com 15 voos por semana. No conjunto, a TAP aumenta agora a sua oferta para 18 voos semanais para esse país e dá assim mais um passo em sua estratégia de crescimento na África.

Fonte: Portugal Digital

A380 da Air France fará voos de Paris a Londres

Entre 12 de junho e 30 de agosto, a Air France colocará em operação, excepcionalmente, um dos Airbus A380 (foto) da frota entre Paris (Charles de Gaulle) e Londres (Heathrow). Neste período, a Air France vai cobrar a econômica a partir de 79 euros (econômica) e 379 euros (executiva).

A Air France opera atualmente três aviões A380 de Paris para Nova York (Estados Unidos) e Joanesburgo (África do Sul).

Fonte: Portal Panrotas - Foto: Divulgação

Com obra, Congonhas terá até 1,5 milhão de passageiros por mês

Aeroporto ganhará mais 20 guichês de check-in, o que aumentará em 20% a capacidade de atendimento aos passageiros do terminal

A Infraero vai expandir a ala de check-in do aeroporto de Congonhas, na zona sul. A obra, necessária para a Copa de 2014, tem entrega prevista para fevereiro de 2012 e vai ampliar em 20% a capacidade do aeroporto, que será de 1,48 milhão de passageiros por mês - ou 17,5 milhões por ano. Com isso, Congonhas se consolidará como o segundo terminal aéreo do país, atrás apenas de Cumbica, em Guarulhos.

A ampliação faz parte do pacote de obras lançado pela estatal para diminuir a demanda do setor aéreo e atender, com padrões mínimos de conforto, os turistas que virão ao Brasil para o Mundial.

A intervenção criará mais 20 balcões de check-in, ocupando o espaço deixado pelo extinto 4º Serviço Regional de Aviação Civil (Serac 4). A obra representará acréscimo de 25% sobre o total de 80 guichês existentes. Hoje, com 13,7 milhões de passageiros ao ano, é como se cada check-in atendesse cerca de 500 pessoas por dia.

Horário Para conceder licenciamento ambiental ao aeroporto, a prefeitura exigiu que a operação passasse a ser das 7h às 22h . Entretanto, uma liminar foi concedida pela Justiça Federal no mês passado, o que garantiu a operação das 6h às 23h. A restrição diminui em 12% a capacidade diária do terminal.

Fonte: Destak Jornal - Foto: Flavio Melgarejo/Destak

"Não é normal" ausência de vestígios de avião desaparecido em Angola, diz comissão de buscas

A comissão de buscas do avião desaparecido desde sexta-feira, quando se preparava para aterrar no aeroporto internacional de Luanda, considera estranha a "ausência de vestígios do aparelho", depois de quatro dias de intensas operações.

O porta-voz da comissão, Pedro Gonçalves, em declarações à Rádio Nacional de Angola, disse que a situação se mantém estacionária, desde a noite de segunda feira até a meio da tarde desta terça-feira.

Segundo Pedro Gonçalves, "não é normal" que até ao momento não tenham sido encontrados vestígios do avião, um Beechcraft B200, proveniente de Ponta Negra, República do Congo, com três pessoas a bordo.

"O normal seria, durante este período de quatro dias de intensivas buscas, termos alguns vestígios", disse Pedro Gonçalves, acrescentando que vai ser aumentado o perímetro de atuação, tanto em mar como em terra.

"Estamos nesse momento a norte da Barra do Dande, a sul do Ambriz. Vamos trabalhar num raio superior a 30 e 70 milhas náuticas, assim como em terra também vamos alargar o nosso raio de ação", referiu o porta-voz.

O avião B200 emitiu o seu último sinal, a 50 quilómetros de Luanda, na província do Bengo, quando já tinha dado início aos procedimentos normais para aterrar em Luanda.

Estavam a bordo da aeronave, um bimotor turbo hélice, com capacidade para 13 passageiros, pertencente ao grupo Chicoil, dois antigos pilotos da Força Aérea angolana e um homem de negócios da Mauritânia, com vários investimentos em Angola.

A comissão de buscas, composta pela Polícia Nacional, Instituto Nacional de Aviação Civil (INAVIC), bombeiros e Marinha de Guerra Nacional e serviço de emergências médicas, continua a desenvolver os trabalhos.

Fonte: Agência Lusa via SIC - Mapa: CNN

Pantanal solicita 11 rotas a partir de Congonhas

A companhia Pantanal Linhas Aéreas pediu à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) autorização para operar 11 novas rotas no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, e a transferência de quatro rotas para o aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos (SP).

Adquirida pela TAM Linhas Aéreas no final do ano passado, a Pantanal solicitou a transferência dos voos que partiam de Congonhas com destino a Araçatuba (SP), Marília (SP), Maringá (PR) e Juiz de Fora (MG), para o aeroporto de Cumbica. Já os voos a Presidente Prudente e Bauru, ambas no interior de São Paulo, serão mantidos e passarão a operar com um avião A-319, da Airbus, a partir de agosto. Os pedidos foram realizados na semana passada, comentou em nota a empresa TAM Linhas Aéreas.

A companhia também requisitou a inclusão de 11 novas frequências a partir do Aeroporto de Congonhas para as cidades de Salvador (BA), Uberlândia (MG), São José do Rio Preto (SP), Recife (PE), Brasília (DF), Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR), Cuiabá (MT), Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro (RJ), Joinvile (SC) e Porto Alegre (RS). Segundo a Anac, a companhia realizou estes pedidos na semana passada; no entanto, ainda não há previsão de quando esse processo será analisado.

Nova rota

A empresa Azul Linhas Aéreas começará a operar, no dia 2 de agosto, três voos a partir do Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), para Brasília (DF). Com o novo destino, a companhia também oferecerá conexões para as outras cidades atendidas pela empresa.

No entanto, esta nova operação será feita exclusivamente no Terminal 2 do aeroporto de Brasília, que conta com mais espaço. As passagens para a nova rota já estão disponíveis para compra na internet.

A companhia Pantanal Linhas Aéreas pediu à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) autorização para operar 11 novas rotas no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo.

Fonte: DCI

Famílias de vítimas do voo AF 447 pedem nova fase de buscas

As famílias das vítimas do acidente do voo AF 447 da Air France (entre o Rio de Janeiro e Paris) pediram a abertura, "o mais rápido possível", de uma nova fase de buscas, apesar do fracasso anunciado nesta terça-feira da terceira tentativa, pelo Escritório de Investigações e Análises (BEA) da França.

"As famílias das vítimas seguem, um ano depois do acidente, tumultuadas entre os anúncios e os desmentidos. Uma grande confusão reina entre a Marinha nacional e o BEA", disse Jean-Baptiste Audousset, presidente da associação de famílias das vítimas "Ajuda Mútua e Solidariedade".

"Pedimos uma transparência total e o lançamento, o mais rápido possível, de uma nova fase de buscas já que é impressionante que, após um ano, somente tenha sido encontrado 3% ou 4% do avião", afirmou Audousset.

Segundo o francês, as famílias das vítimas pediram no dia 5 de novembro, durante um encontro com o secretário de Transportes, Dominique Bussereau, a presença de um representante das famílias nas buscas.

"Isto nos foi negado com o pretexto de que o BEA é o melhor do mundo, mas para nós segue sendo o fim de gozar da transparência que nos foi prometida pouco depois do acidente", afirmou.

O fim das buscas, segundo Jean-Paul Troadec, presidente do BEA, ocorreu na segunda-feira. "O navio está a caminho do porto de Praia, em Cabo Verde. As equipes e os funcionários serão desmobilizados no dia 27 de maio", disse Troadec nesta terça-feira.

"Decidimos fazer um balanço de todas as operações de busca, que começaram há praticamente um ano. Vamos reunir todos aqueles que se juntaram a nós. Será preciso pelo menos um mês ou dois para sermos capazes de fazer este balanço e eventualmente tomar a decisão de continuar as buscas", afirmou, explicando que essa decisão cabe somente ao BEA.

No dia 1 de junho de 2009, o Airbus A330 da Air France que viajava entre o Rio de Janeiro e Paris caiu no Oceano Atlântico, deixando 228 mortos, por uma razão ainda desconhecida.

Fonte: AFP via Terra

TAM fará em setembro primeiro voo com biocombustível

Provando que a sustentabilidade é uma das iniciativas da Tam, a empresa aérea fará em setembro seu primeiro voo utilizando biocombustível. O anúncio foi dado pelo presidente da companhia, Líbano Barroso, na manhã de hoje, no Rio de Janeiro, durante o seminário de aviação.

Neste voo, ainda sem data confirmada, participarão apenas a tripulação. O avião irá decolar do Galeão e fará uma viagem por 50 minutos: "A ideia é testar a eficácia antes de utilizarmos esse biocombustível em rotas regulares", explicou o dirigente.

Para uma palestra lotada,Líbano falou ainda dos novos voos saindo do Rio de Janeiro em agosto: Londres e Frankfurt.

Fonte: Diego Verticchio (Mercado & Eventos)

Nasa capta imagem das nebulosas Coração e Alma

A nebulosa do Coração (à esquerda) ao lado da nebulosa da Alma. Na parte inferior da imagem estão visíveis também as galáxias Maffei 1 e Maffei 2

A Agência Espacial Americana, Nasa, divulgou a imagem das nebulosas Coração e Alma captada pelo explorador com telescópios em infravermelho Wide (field Infrared Survey Explorer). A imagem cobre uma área do céu 10 vezes maior que a Lua cheia e está localizada a cerca de 6 mil anos-luz da Terra.

As nebulosas Coração e Alma formam um vasto complexo de formação estelar que faz parte do braço espiral da constelação de Perseu, na nossa Via Láctea. A nebulosa à esquerda da imagem é o Coração, catalogado como IC 1805 e batizado por sua semelhança com um coração humano. À direita está a nebulosa da Alma, também conhecida como a nebulosa embrionária, IC 1848 ou W5.

O braço de Perseus fica mais longe do centro da Via Láctea do que o grupo que contém o nosso Sol. O local onde estão as nebulosas Coração e Alma estendem-se por 580 anos-luz de diâmetro, cobrindo uma pequena parcela do diâmetro da Via Láctea, que é cerca de 100 mil anos-luz de diâmetro.

As nebulosas são duas fábricas de grandes estrelas, marcadas por bolhas fundidas na poeira por radiação e ventos das estrelas. A imagem infravermelha proporcionada pelo Wise permite ver as fendas envoltas em nuvens onde o gás e a poeira estão apenas começando a formar novas estrelas. Essas estrelas têm apenas alguns milhões de anos, ou seja, são jovens em comparação com estrelas como o nosso Sol que tem cerca de 5 bilhões de anos.

Também visível na parte inferior da imagem estão duas galáxias, a Maffei 1 e a Maffei 2. Ambas as galáxias contêm bilhões de estrelas e, com cerca de 10 milhões de anos-luz de distância, estão fora da nossa Via Láctea. A Maffei 1 é vista como um objeto azulado elíptico e a Maffei 2 é a galáxia espiral.

Todos os quatro detectores de infravermelho a bordo Wise foram usados para fazer esta imagem. Cada cor representa um comprimento de onda diferente. O azul e o turquesa representam a luz infravermelha em comprimentos de onda de 3,4 e 4,6 mícrons, que é dominado pela luz das estrelas. Verde e vermelho representam a luz aos 12 e 22 mícrons, que é principalmente emitido por poeira quente.

Fonte: Terra - Foto: Nasa/Divulgação

Missão Red Bull Stratos leva piloto a saltar da Estratosfera

A Red Bull associa-se àquele que já é considerado o projecto espacial privado mais ambicioso da história, a Missão Red Bull Stratos, com Félix Baumgartner a pretender ser o primeiro Homem a atingir autonomamente uma velocidade supersónica. Até aos 120 mil pés, a viagem será feita a bordo de um sofisticado balão de hélio e vai demorar três longas horas.

À medida que este grande momento se aproxima, também aumenta a pressão psicológica sobre o austríaco que ganhou fama ao saltar de alguns dos edifícios, monumentos, construções e paisagens mais emblemáticas do Planeta. "Na noite que antecede qualquer salto perigoso, é impossível não pensar que essa poderá ser a última noite da minha vida", explica Baumgartner, actualmente com 41 anos. Desta vez, a dimensão de todo o projecto cria outro tipo de expectativas e responsabilidades: "Por um lado sinto uma enorme pressão por saber que estou no centro de todas as atenções, mas mais do que isso esta é uma questão de vida ou de morte. Ninguém sabe exactamente o que acontece ao corpo humano numa descida à velocidade do som. Algumas partes do corpo serão expostas a velocidades supersônicas, enquanto que outras enfrentarão níveis subsónicos. Este será um momento crítico".

Mobilizando uma vasta equipa de profissionais com larga experiência em missões espaciais, incluindo o Coronel Joe Kitinger - que estabeleceu em 1960 o maior salto da história de uma altitude de 102 800 pés - a Missão Red Bull Stratos baseia-se naturalmente numa complexa teia tecnológica de suporte à vida e aos ambiciosos objectivos apresentados (cinco novos recordes). Numa partilha de experiências e conhecimentos que envolve a própria NASA - não é por acaso que a missão está baseada nos Estados Unidos da América - cada detalhe conta. Neste momento, está validada a total operacionalidade de 95% dos componentes envolvidos - o que implicou um intenso programa de testes dentro e fora de portas.


Para alcançar a Estratosfera e a meta dos 120 mil pés de altitude, será utilizado um enorme balão de hélio com 9 milhões de metros cúbicos de capacidade, 161 metros quadrados e 1.3 toneladas de peso construído com fibras de alta resistência. Baumgartner irá viajar durante cerca de três horas protegido de condições térmicas e de pressão extremas por uma cápsula capaz de suportar forças até 6G. Fato e capacete são o binómio que se segue, dois aspectos desenvolvidos pela mesma empresa que fornece a NASA desde os anos 40 do século passado. Finalmente, uma nota para o inovador conjunto de pára-quedas especificamente desenvolvidos para este salto. O primeiro a abrir será um pequeno pára-quedas destinado a estabilizar o voo e que está dotado de sensores que provocam a sua abertura a partir do momento que o piloto exceda os 3.5G durante mais de seis segundos.

Fonte: autosport.aeiou.pt - Imagens: Divulgação/Red Bull

Nasa abandona tentativas de contactar sonda Phoenix em Marte

A Phoenix operou em Marte durante o verão e parte do outono de 2008

Imagem de 2010 mostra silhueta reduzida da Phoenix na superfície de Marte

A Nasa encerrou as tentativas de retomar contato com a sonda Phoenix, que operou por vários meses na região ártica de Marte. Repetidas tentativas de saudar a sonda se mostraram infrutíferas, e uma nova imagem transmitida pelo satélite Mars Reconnaissance Orbiter mostra danos graves causados pelo gelo aos painéis solares do aparelho.

"A Phoenix foi bem-sucedida em suas investigações e excedeu a expectativa de vida", disse Fuk Li, gerente do programa de exploração de Marte do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, em nota. "Embora seu trabalho tenha terminado, a análise dos dados que produziu ainda continuará por algum tempo".

A Phoenix operou em Marte durante o verão e parte do outono de 2008, e obteve as primeiras provas diretas da existência de gelo no subsolo. Ela também fotografou neve, neblina e geada, revelando, pela primeira vez, um ciclo da água em outro planeta.

Na semana passada, o satélite Mars Odissey sobrevoou o local de pouso da Phoenix 61 vezes, numa tentativa final de restabelecer comunicação. Nenhuma transmissão da sonda em terra foi detectada.

A Phoenix não havia sido projetada para sobreviver ao inverno do polo norte marciano, mas havia uma pequena chance de que o aparelho tivesse tido sorte e voltasse a operar assim que o Sol voltasse a brilhar nas altas latitudes.

"As imagens de antes e depois (do inverno) são dramaticamente diferentes", disse Michael Mellon, da Universidade do Colorado em Boulder. "A sonda parece menor, e só uma parte da diferença pode ser explicada pelo acúmulo de poeira, que faz com que as superfícies sejam mais difíceis de distinguir do solo ao redor".

Mudanças aparentes na sombra projetada pela sonda são consistentes com previsões de como a Phoenix poderia ser danificada pelo inverno. Foi antecipado que o acúmulo de gelo de gás carbônico poderia entortar ou quebrar os painéis solares da sonda. Mellon calcula que centenas de quilos de gelo provavelmente revestiram o aparelho no auge do inverno.

Fonte: estadao.com.br - Imagens: NASA

Aeroporto Regional da Serra (RS) sem área definida

Caxias do Sul e outras cidades da região disputam a sede do novo terminal

Ainda deverá se arrastar por meses a disputa pela sede do novo aeroporto regional da Serra. O estudo do Departamento Aeroportuário do Estado (DAP), que vai apontar a área mais adequada para o terminal, não tem data para chegar às mãos da governadora Yeda Crusius.

Os líderes da região têm pontos de vista distintos quando o assunto é o aeroporto. Enquanto Bento Gonçalves, Farroupilha e Flores da Cunha defendem a construção na região de Mato Perso (entre Farroupilha e Flores), Caxias quer a obra no distrito de Vila Oliva, a 35 quilômetros do centro da cidade.

Um relatório da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), divulgado em 2007, apontou Vila Oliva como a melhor área, mas segundo o diretor do DAP, Fernando Magalhães Coronel, o estudo não foi conclusivo. Para ter uma resposta definitiva, a Secretaria Estadual de Infraestrutura e Logística autorizou a contratação de uma empresa para realizar imagens de satélite das duas áreas. Essas imagens foram entregues ao governo do Estado na primeira semana de maio.

Agora, os técnicos do departamento farão um trabalho de análise e comparação para apresentar um parecer definitivo.

– Não fizemos ainda um estudo como esse, que envolve duas áreas. É o trabalho mais espinhoso que estamos fazendo – comenta Coronel.

Por ter uma equipe pequena, que também é responsável por outras demandas do departamento, o diretor não se compromete com prazos.

– Nós vamos fazer o trabalho da melhor maneira possível – diz.

Enquanto os moradores da Serra aguardam pela definição, o Aeroporto Hugo Cantergiani, em Caxias, recebe melhorias. Terminal de passageiros, esteira de bagagem e sala de desembarque estão sendo ampliados.

Fonte: Vagner Benites (Pioneiro) via Zero Hora

TAM resgata sua história com projeto Vintage

Em aeronaves repaginadas, passageiros terão a oportunidade de reviver as décadas de 70 e 90 e experimentar a viagem no tempo que o museu da companhia oferecerá aos visitantes a partir de 13 de junho.

A logomarca da Tam dos anos 1970 na fuselagem de um dos A319 do projeto Vintage

Passageiros da ponte aérea Rio-São Paulo poderão, a partir do dia 24 de maio, reviver momentos que marcaram a história da TAM nas décadas de 70 e 90, em uma iniciativa inédita no setor. Batizado de Vintage, o projeto repaginará duas aeronaves com o objetivo de resgatar a memória e valorizar a cultura da empresa que nasceu no interior de São Paulo e se tornou a maior companhia aérea do País, presente em todos os Estados brasileiros e com forte atuação internacional. O Espírito de Servir e a Paixão por Voar, que fazem parte do DNA da TAM e são alicerces de seus valores, serão reforçados com atitudes, serviços e produtos que remetam ao passado.

O Vintage está inserido num projeto maior: a reforma e ampliação do Museu TAM, em São Carlos, no interior de São Paulo. Sonho dos irmãos Rolim e João Francisco Amaro, o espaço começou a ser concebido em 1993 e foi aberto, em caráter experimental, ao público em 2006 como um dos museus mais significativos do mundo e o maior mantido por uma empresa aérea na América Latina. Dois anos depois, em julho de 2008, veio a decisão reconstruí-lo, expandir sua área útil de 9,5 mil m² para 20 mil m² e torná-lo mais moderno e completo. A reabertura ao público ocorrerá no dia 13 de junho.

“O Museu TAM e o projeto Vintage são uma forma de resgatarmos o passado — não só o da companhia, mas o da aviação — para ajudar a construir e guiar nosso futuro. Nossa memória e nossos valores são o fundamento para a continuidade de uma história de desbravamento”, afirma Manoela Amaro, diretora de Marketing da TAM.

Desde o início, o tapete vermelho, a presença do comandante na porta da aeronave, a bala de boas-vindas a bordo, o sorriso dos funcionários e o respeito ao passageiro construíram a marca da TAM. “A simplicidade do ato de servir está em nossa essência e deve orientar nossa forma de pensar, agir e nos relacionar. Estamos reforçando nossa cultura com o projeto Vintage, e nosso passageiro vai poder experimentar isso. Vamos levar um pouco da experiência de nosso museu para o dia a dia da operação aérea”, diz Manoela.

O estilo vintage aparecerá tanto na pintura externa quanto no interior dos aviões, que será revestido com os mesmos padrões e texturas usados nos anos 70 e 90: carpetes, cortinas e poltronas serão idênticos aos dessas décadas. A tripulação usará uniformes de época, e haverá um serviço de bordo especialmente desenvolvido para o projeto.

“O movimento de resgate do passado deve ser reforçado no dia a dia para que todos continuem a reconhecer o que sempre fomos: apaixonados por servir e por deixar as pessoas mais felizes”, completa a diretora.

Experiências diferenciadas

Duas aeronaves A319 receberão pinturas especiais. A primeira contará com o layout utilizado na década de 70, quando foram iniciadas as operações da companhia aérea regional. A segunda trará o layout da década de 90, momento de grande expansão da TAM e de reconhecimento de seus serviços de qualidade. Ambas vão operar exclusivamente as rotas de ida e volta entre Rio de Janeiro (Santos Dumont) e São Paulo (Congonhas), em todos os dias da semana.

O interior dos aviões será ambientado de acordo com os modelos originais, inclusive com tecidos idênticos aos utilizados no passado. O vídeo de segurança, exibido minutos antes da decolagem, foi produzido especialmente para as duas aeronaves Vintage. Emprega uma linguagem descontraída e elementos de época, como figurino dos atores, animações e locução, mantendo a seriedade que o tema segurança requer.

O serviço de bordo também foi personalizado para o projeto e será exclusivo para as duas aeronaves. As refeições serão servidas na famosa e clássica maleta da década de 70. Os copos exibirão logomarcas de época, e até mesmo o jornal de bordo fará uma viagem no tempo: nas páginas do Primeira Chamada, os passageiros poderão ler anúncios antigos. Comandantes, copilotos e comissários vestirão uniformes desenhados segundo o figurino da época.

O projeto é ainda uma forma de reconhecimento aos funcionários pela qualidade de atendimento que demonstram no dia a dia. A tripulação foi selecionada especialmente para a ocasião, formando uma equipe de elite que também terá como propósito treinar os novatos. “Além de trabalhar nos voos, essa equipe apresentará a nossos funcionários recém-chegados o nível de excelência em serviços que buscamos sempre oferecer a nossos clientes”, explica a diretora de Marketing.

Fonte: Portal Fator Brasil - Fotos: Divulgação (TAM) / BravoAlpha (Airliners) via diretodocockpit.blogspot.com