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Ela entrou no cockpit do 747 e jogou gás nos pilotos - 30 de outubro de 1990
No meio do Atlântico, a 9.000 metros de altitude, uma passageira invade o cockpit do Boeing 747 da VARIG e dispara gás lacrimogêneo direto na face dos pilotos — que ficam incapacitados enquanto o avião segue sozinho com 372 pessoas a bordo. Essa é a história real do Voo VARIG 709, das falhas em cadeia que tornaram aquilo possível, e do comandante que acordou no meio da madrugada e salvou todo mundo.
O Mistério do Bombardeiro Peruano que Invadiu o Brasil: O Enigma do Canberra FAP 245 - Em 1972, um bombardeiro peruano invade o espaço aéreo brasileiro e cai misteriosamente em Alegrete, no Rio Grande do Sul. Dois tripulantes são encontrados vivos. O terceiro desaparece — e só seu capacete e paraquedas são achados. Afinal, o que aconteceu com o Canberra FAP 245? Um erro de navegação, tempestade, ou algo mais sinistro? Esta história apareceu na Revista da Força Aérea 176, em 1990. Quem trouxe à tona foi o Major Aviador A. Camazano.
O que era pra ser apenas mais um voo se transformou na maior tragédia aérea da história da antiga Iugoslávia. No vídeo de hoje, conheça o triste acidente que vitimou mais de 180 pessoas no antigo território iugoslavo. A falta de compreensão entre o controlador e os pilotos, fizeram com que um MD-82 atingisse brutalmente o solo, enquanto realizava a aproximação.
O piloto que desapareceu - Lito Lounge Ivan Mizanzuk EP. 06 T3
Ivan Mizanzuk conversa com Lito Souza sobre alguns dos maiores mistérios envolvendo aviação, desaparecimentos, Operação Prato, ufologia, Área 51, Bob Lazar, tráfico de drogas nos anos 80 e casos reais investigados no podcast Projeto Humanos.
Em 3 de maio de 1963, um Convair 340 da Cruzeiro do Sul decolou de Congonhas com 50 pessoas a bordo, entre elas, um deputado federal que presidia uma CPI criada exatamente para investigar acidentes aéreos no Brasil. Um minuto depois da decolagem, uma campainha soou no cockpit. O que aconteceu a seguir é uma das histórias mais impressionantes da aviação brasileira.
Em 1994, o Cessna Citation VI (PT-OMV) decolou rumo a Bogotá levando empresários importantes, incluindo Cau Hansen. Uma falha de comunicação invisível, baseada na ilusão do idioma, transformou uma aproximação de rotina em uma das tragédias mais tristes da aviação sul-americana. Entenda como o cérebro humano e uma sílaba perdida mudaram a segurança aérea para sempre.
No episódio de hoje, Lito Sousa recebe Andressa Caggiano, ex-comissária de bordo da Emirates que passou vários anos vivendo intensamente os bastidores da aviação internacional.
Em 11 de julho de 1973, o voo 820 da Varig, operado por um Boeing 707, se aproximava de Paris quando um incêndio invisível começou a se espalhar pela cabine. O que parecia um voo normal rapidamente se transformou em uma das maiores tragédias da aviação mundial.
Vocês devem estar se perguntando, de onde veio esse fogo, o que foi o ruído gravado pela caixa preta do Voo ValuJet Airlines 592? Lito, você sempre fala que o avião tem vários sistemas de detecção de fogo, tem extintores e tudo mais, não é? Pois bem, nem sempre foi assim. Muita coisa aconteceu para que a aviação chegasse nesse nível de segurança que nós temos hoje em dia... e esse acidente, mesmo tendo sido uma tragédia, uma fatalidade que tirou a vida de 110 pessoas, ele contribuiu em muitos aspectos para que muitos sistemas e procedimentos fossem aprimorados. Vamos entender um pouquinho mais sobre o que realmente aconteceu...
Os investigadores descobriram que no porão do voo 592 iam alguns CANISTERS de oxigênio, e no documento que foi entregue aos pilotos pela oficina de manutenção terceirizada, elas estavam descritas como "vazias''. Esses MINI CILINDROS de oxigênio na verdade eram os geradores químicos de oxigênio que funcionam para que os passageiros possam respirar em caso de despressurização. Sabe quando os comissários falam pra gente “em caso de despressurização, máscaras cairão automaticamente do compartimento superior?” Pois bem, ali no tal compartimento superior existem esses cilindros que geram oxigênio para as máscaras dos passageiros, E no voo 592, a empresa ValuJet estava justamente transportando esses cilindros para outra base de operação deles para que fossem substituídos, já que estavam vencidos.
Aí começa uma sequência fatal de erros: 5 caixas desses cilindros tinham sido colocadas no compartimento frontal de carga do DC-9, porém, além de terem sido mal acomodadas, os “pins” de segurança, ou seja, os gatilhos dos cilindros estavam sem um lacre ou uma tampa que prevenisse a ativação desse oxigênio. Outro erro cometido pelo pessoal que despachou a carga foi de escrever no documento apresentado à tripulação que esses cilindros supostamente estavam vazios, quando na verdade estavam cheios, o que muda bastante o cenário, já que existe um risco em transportar oxigênio, porque se ele é acidentalmente liberado, ele vai produzir calor.
Além de tudo isso, ainda tem outro ponto importante: cilindros como esses são considerados artigos perigosos, e na época do acidente, a Valujet não tinha autorização do FAA para transportar esse tipo de produto. Viram quantos planetas se alinharam? Mas não para por aí... Pra completar a crônica da morte anunciada, o tipo de compartimento de cargo onde foram acomodados esses cilindros era classe D, ou seja: era um porão que é totalmente confinado, selado, sem interação com o ar exterior, então se algum tipo de fogo iniciasse ali, ele seria extinto sozinho pela falta de oxigênio, já que sem oxigênio, não tem combustão, concordam?
Por essa razão, não era necessário na época, para certificar a aeronave, que os porões classe D tivessem detectores de fumaça nem sistema de extinção de fogo, já que qualquer fogo que surgisse ali não afetaria a segurança do voo. Como vocês podem imaginar, muita coisa mudou depois desse acidente com o Voo ValuJet Airlines!
Um voo comum da Cathay Pacific se transforma em um dos pousos mais desafiadores da história recente da aviação comercial. O Airbus A330-300, com 309 pessoas a bordo, sofre falhas em ambos os motores durante a aproximação para Hong Kong. Mas graças à habilidade e sangue-frio da tripulação, uma tragédia foi evitada.
Neste vídeo, você vai conhecer todos os detalhes do voo CPA780, os problemas causados por contaminação no combustível, o papel do polímero SAP, e como os pilotos Malcom Waters e David Hayhoe salvaram centenas de vidas. Um verdadeiro caso de estudo para a segurança na aviação!
No episódio de hoje Lito conversa com Ricardo Trajano, que foi o único sobrevivente do trágico voo 820 da Varig que ocorreu em 11 de julho de 1973. O avião fazia a rota Rio de Janeiro - Londres passando por paris, mas o voo acabou se acidentando em sua escala logo antes de pousar no Paris.
A personal trainer que venceu o pavor de voar de avião! Batemos um papo sem filtros sobre como é passar pela primeira arremetida, dicas essenciais de saúde para evitar a trombose em voos longos (a famosa Síndrome da Classe Econômica) e a importância da musculação para a longevidade.
Em 17 de abril de 2018, um Boeing 737 da Southwest Airlines decolou do aeroporto LaGuardia em um voo de rotina para Dallas. Aos 32 mil pés de altitude, uma pá do motor esquerdo se partiu — desencadeando uma série de eventos que despressurizou a cabine, quebrou uma janela e colocou 144 passageiros em risco iminente de morte.
No comando estava Tammie Jo Shults: ex-piloto de caça da Marinha americana, uma das primeiras mulheres a voar o F/A-18 Hornet — e que passou anos ouvindo que não podia voar simplesmente por ser mulher.
Neste vídeo, contamos a história completa do voo Southwest 1380: a falha técnica, a resposta da tripulação, a tragédia da passageira Jennifer Riordan e as consequências para a segurança da aviação mundial.