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domingo, 3 de maio de 2026

Qual o melhor assento para quem viaja com mala de mão? Entenda o motivo!

Os assentos da parte de trás são perfeitos para os passageiros com pouquíssima bagagem. Entenda por quê.


Antes de embarcar em uma viagem emocionante, há várias escolhas e decisões a serem feitas. O destino, a hospedagem, a duração da viagem, as roupas, a companhia aérea e até mesmo o assento no avião devem ser considerados.

Embora muitas pessoas não considerem o assento uma escolha crucial, ele pode ter um impacto significativo na qualidade da sua viagem. Se você está viajando com bagagem de mão, este artigo é especialmente útil para você!

Qual o melhor assento no avião para quem viaja com bagagem de mão?

É bastante tentador para alguns procurarem um lugar bem próximo à saída, isso irá render a você muita espera para entrar no avião. E, se você estiver viajando com bagagem de mão, é muito importante avaliar isso.

Assim, se você optar por se sentar na parte de trás do avião, é mais provável que haja mais espaço disponível no compartimento superior para a sua bagagem de mão. Isso ocorre porque os passageiros que se sentam na parte de trás geralmente embarcam primeiro.

Ficar com pouco espaço para sua bagagem nos compartimentos superiores do avião pode ser um caos para todo o percurso (e para o seu bolso se for necessário despachar por falta de espaço).

Para manter seus pertences seguros e próximos a você durante o voo, a melhor opção é escolher um assento localizado no meio ou no fundo da aeronave. Dessa forma, você pode entrar primeiro e ter mais facilidade em encontrar espaço para sua bagagem de mão. Porém, lembre-se de que outros passageiros também têm bagagem de mão, portanto, seja gentil e compartilhe o espaço disponível.

Outros motivos para escolher assentos na parte traseira da aeronave

Existem outras razões para escolher esses assentos. Se você não tem pressa para sair da aeronave, eles são uma boa opção. Além disso, os assentos do meio do avião comumente são mais estáveis durante a turbulência, o que pode ser uma vantagem.

Embora eles ofereçam mais espaço para as pernas e bagagens, a procura por assentos na parte traseira não é tão grande. Em caso de emergência, esses assentos são considerados os mais seguros da aeronave.

quarta-feira, 29 de abril de 2026

Anac lança plataforma para facilitar relação entre passageiros e empresas

Anac Passageiro: Plataforma quer melhorar relação entre passageiros e empresas aéreas
(Imagem: Reprodução/Anac)
A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) lançou nesta semana a plataforma Anac Passageiro, com o objetivo de fornecer uma vasta gama de informações aos passageiros aéreos sobre os seus direitos e tratar reclamações contra as empresas do setor.

Essa é mais uma ferramenta nas mãos do consumidor para pressionar as empresas pela resolução rápida dos problemas, já que o caminho seguido na plataforma pode evitar a judicialização do caso. Mesmo assim, as empresas continuam sob a lupa da Anac, que usará inteligência artificial para acompanhar os dados levantados na plataforma e, se for o caso, fiscalizar e sancionar as aéreas que descumprirem de maneira contumaz as determinações do órgão público.

A expectativa é que, por funcionar dentro da agência, o Anac Passageiro permita um panorama melhor e mais agilidade na resposta, que tem o prazo inicial de 10 dias para que as empresas se manifestem.

Como funciona


A iniciativa não é uma concorrente direta do serviço oferecido no Consumidor.Gov, site da Senacon (Secretaria Nacional do Consumidor, órgão ligado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública), que já trabalha para auxiliar os passageiros a terem seus direitos efetivados. Ele dispõe da ferramenta para reclamações, mas vai além.

O passageiro também poderá usar a plataforma para ter acesso a informações sobre seus direitos na hora de voar. Ali, por exemplo, é possível entender o que é e como funcionam o check-in, procedimentos de segurança e o embarque em si.

Dessa forma, é possível distinguir se houve alguma irregularidade, o que abre espaço para uma denúncia, se for o caso. A página ainda traz informações, entre outras, sobre:
  • Direitos em caso de atrasos e cancelamentos;
  • Alterações de viagem;
  • Reembolso;
  • Acessibilidade;
  • Viagem com animais;
  • Agências de turismo;
  • Viagem com crianças e adolescentes.
É possível consultar a plataforma antes mesmo da compra aérea para saber o que fazer e se a empresa aérea não está cumprindo a legislação vigente.

Um dos destaques é para a seção "O que posso transportar", que traz um guia interativo no qual o passageiro pode buscar pelo tipo de item que quer levar a bordo para saber se ele é permitido, além de encontrá-los separados em grupos para facilitar a localização. Um exemplo é o caso de power banks, os carregadores portáteis, que precisam cumprir algumas regras para serem levados no avião (leia mais aqui).

Espaço para queixas


Caso o passageiro tenha alguma reclamação sobre o serviço prestado, terá uma lista com os canais diretos das empresas que realizam transporte aéreo regular no país e de aeroportos com voos frequentes.

Também será possível fazer uma denúncia diretamente na plataforma, com mais detalhamento que no Consumidor.Gov. Se o viajante prestar uma queixa nas duas plataformas, a empresa aérea poderá identificar e dar continuidade ao procedimento apenas em uma delas.

Um dos diferenciais do Anac Passageiro é ser voltado especificamente para os problemas do setor aéreo. Não será aberto um processo administrativo sobre cada queixa apresentada, porém, a agência poderá, com base nos dados coletados e com o uso de inteligência artificial, verificar se não é o caso de iniciar um processo de fiscalização naquela empresa que apresenta o mesmo problema regularmente.

Após a reclamação, a empresa terá de oferecer uma resposta em até dez dias. Após a conclusão do procedimento, o passageiro tem 30 dias para avaliar o atendimento recebido, fornecendo dados para a agência entender como as integrantes da plataforma estão se comportando.

Para Adriano Miranda, da Superintendência de Acompanhamento de Serviços Aéreos da Anac, a judicialização é uma questão que traz custos para o setor. "Isso acaba sendo prejudicial ao próprio passageiro no fim das contas, [com valor] que acaba sendo repassado ao bilhete e quem acaba pagando é o passageiro", afirma.

"Temos uma série de ações que buscam trazer um ambiente mais estável, trazer mais empresas e conseguir fomentar mais concorrência e reverter isso de maneira positiva ao passageiro", diz Miranda.

Consumidor.Gov


A Anac acompanha trimestralmente os dados de reclamações contra empresas aéreas registrados na plataforma Consumidor.Gov. Em 2024 (último relatório divulgado), foram 73,2 reclamações a cada 100 mil passageiros transportados, uma queda de 4,6% em relação ao ano anterior.

Naquele ano, as queixas tiveram um tempo médio de resposta de 5,2 dias. Entre os temas mais reclamados no período, se destacam:
  • Alteração pela empresa aérea (24,7%)
  • Alteração pelo passageiro (18%)
  • Execução do voo (13,8%)
  • Reembolso (12,8%)
  • Transporte de bagagem (12,3%)
  • Oferta e compra (12,1%)
  • Utilização de itens opcionais (3,1%)
  • Outras reclamações (2,5%)
  • Assistência ao Passageiro com Necessidade de Assistência Especial (0,9%)

Mais ferramentas


A Anac deixa claro que não quer impedir que o passageiro recorra aos seus direitos na Justiça, mas que busca oferecer alternativas para que a resolução dos problemas seja mais rápida.

Entre outras iniciativas relacionadas ao consumidor, a Anac, em parceria com o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) e o MPor (Ministério de Portos e Aeroportos), lançou a ferramenta InfoVoo. O acesso a ela é restrito a magistrados e servidores previamente autorizados.

Na InfoVoo, juízes e desembargadores podem consultar de forma integrada dados sobre cada operação aérea, oferecendo subsídios para a tomada de decisão, principalmente no que se refere a atrasos e cancelamentos. O aumento de transparência, usando informações oficiais, pode evitar disputas desnecessárias de versões entre empresas e passageiros.

Até março esteve aberta uma consulta pública sobre a Resolução 400 da Anac, que trata dos direitos e da assistência aos passageiros aéreos. Atualmente, ela está fechada e sob análise da agência.

Brasil é recordista de processos


A judicialização no país, principalmente aquela relacionada a danos morais, é uma preocupação da indústria. Segundo a Iata (Associação Internacional do Transporte Aéreo), o Brasil é a nação com o maior número de processos contra empresas aéreas no mundo.

Peter Cerdá, vice-presidente da Iata para as Américas, explicou como a judicialização é um problema para o setor em entrevista ao UOL em 2025.

"Para cada 227 passageiros, há um processo judicial no país. Isso significa que, a cada voo que decola no Brasil, um passageiro levará a companhia aérea aos tribunais", afirmou. Em comparação, nos EUA, há apenas um processo para cada 1,2 milhão de passageiros, o que evidencia a disparidade, segundo Cerdá.

"O Brasil não pode continuar sendo o país mais litigioso do mundo [na aviação]. Simplesmente, não pode", afirmou Cerdá recentemente ao UOL.

Essa também é a percepção de outras empresas, como a Delta e, principalmente, as empresas de baixo custo, como JetSmart e FlyBondi.

Via Alexandre Saconi (Todos a Bordo/UOL)

segunda-feira, 27 de abril de 2026

O que pode causar a morte de pets em viagens de avião? Veterinárias listam cuidados

Caso do golden Joca, que faleceu nesta semana após erro de companhia aérea, acendeu o debate sobre os perigos da situação.

Joca, que aparece na foto com o tutor João Fantazzini, morreu nesta semana
em voo da Gol (Imagem: @jfantazzini Instagram/Reprodução)
A morte do cão Joca em um voo da Gol em 22 de abril de 2024, mobilizou as autoridades para identificar os culpados do acidente. O animal da raça golden retriever tinha cinco anos e faleceu durante transporte aéreo da Gollog, empresa da Gol, após um erro em seu destino final.

Infelizmente, não é a primeira vez que casos como esse acontecem. Calor, desidratação e estresse são alguns dos fatores que influenciam na saúde dos pets e é preciso que os tutores estejam atentos para evitar problemas com os mascotes nos aeroportos.

Abaixo, as médicas veterinárias Fernanda Meneses Lopes e Karine Forster explicam os pontos que merecem atenção na hora de pensar em pegar um avião com o seu pet.

Hipertermia


Para a clínica geral de cães e gatos Fernanda, a causa mais comum de morte de cães em aviões é a hipertermia, que ocorre quando a temperatura corporal ultrapassa o limite fisiológico (o normal, para os mascotes, é de 37,5ºC a 39,5ºC).

Se o pet está ansioso, por exemplo, e começa a andar em círculos na caixinha, sem conseguir relaxar, esse exercício físico vai fazer com que aumente sua frequência respiratória, para que assim o sangue seja oxigenado de forma mais rápida no organismo. Como consequência, aumenta também sua frequência cardíaca, para mandar o sangue mais rápido aos órgãos. Isso pode levar a uma parada cardíaca pelo excesso de esforço do coração.

Além disso, é comum que, nessa situação, o cão respire de boca aberta. Essa respiração ofegante serve para diminuir a temperatura corporal. Com isso, o pet perde água e tende a ficar desidratado. E o coração, batendo mais rápido, faz com que os vasos sanguíneos se dilatem para facilitar a passagem do sangue e, assim, diminui sua pressão sanguínea. Ou seja, é uma soma de fatores, que estão interligados.

— Somado a tudo isso, no caso do Joca, a maioria dos goldens que atendo estão acima do peso. O tecido adiposo também produz calor. É um paciente que está confinado em uma caixinha quente, porque é aberta só na frente, então não tem uma boa circulação de ar. E é um paciente com sobrepeso, na sua grande maioria das vezes, dentro de um porão também quente — lista a médica veterinária.

Por isso, a importância das companhias aéreas deixarem água disponível para os pets.

— Um cão tem que ingerir , no mínimo, 30ml para cada meio quilo corporal. Um paciente de 10kg tem que ter disponível 600ml. Imagina um de 47 quilos, como o Joca. É muito mais — reforça.

Jejum


Alguns pets costumam vomitar em viagens e, por isso, seus tutores optam por deixá-los em jejum antes do translado. Porém, essa decisão precisa de cuidados, uma vez que jejuns longos em ambientes fechados podem provocar hipoglicemia.

— Se o paciente está há mais de oito horas sem comer, vai começar a usar seu estoque de glicose, que é o açúcar que o corpo utiliza pra manter as funções vitais. Só que, se utiliza toda a reserva em jejum, o corpo entra em hipoglicemia. Pode ter tremor, sinal neurológico, desmaio, convulsão e pode vir a óbito também — explica Fernanda.

O período máximo e seguro de jejum de alimentos sólidos é de oito horas e, de líquido, duas horas. Se o pet costuma vomitar, a dica da médica veterinária é dar água em abundância até duas horas antes do voo.

Atenção aos ansiolíticos


É preciso ter muito cuidado com a dose dos medicamentos ansiolíticos e calmantes, que podem ser uma alternativa aos pets agitados na hora de viajar. Com a pressão sanguínea mais baixa por conta dos fatores listados acima, pode acontecer do animal estar dormindo na caixinha e parecer bem para o tutor, mas simplesmente parar de respirar durante o trajeto.

— O pulmão é um músculo, então, quanto menor a frequência respiratória, maior a chance do animal parar de respirar. Temos que ter muito cuidado nas dosagens, principalmente porque é um momento em que não vai ter apoio veterinário — reforça Fernanda.

Como não há monitoramento nos porões dos aviões, a sedação é inviável. O ideal é que seja feita uma avaliação anterior junto ao veterinário para que seja acertada (ou não) a utilização de remédios para a viagem. Em caso positivo, é preciso que a medicação seja administrada antes da viagem, para ver como será a reação do pet na hora do voo.

— Posso dar cinco miligramas para um cachorrinho e ele já ficar totalmente dopadinho, dormindo, tranquilo. E eu posso dar cinco miligramas para outro paciente que não fará nem cócegas — compara.

Pets mais idosos


No caso de viajar com animais de mais idade, a atenção deve ser redobrada, principalmente se tiver algum problema cardiorrespiratório envolvido. Com o estresse da viagem, que naturalmente faz o animal liberar cortisol e adrenalina, os batimentos cardíacos podem aumentar. Se o coração já tem problema, pode ser que não consiga bombear a quantidade de sangue necessária ao organismo.

Além disso, cães idosos têm mais dificuldade de regular temperatura corporal — assim como os filhotes. Por isso, cuidar para não viajar quando estiver muito calor ou muito frio é uma boa pedida.

Já cães diabéticos não podem ficar muito tempo sem comer e, por isso, voos internacionais com longa duração, como 12 horas, por exemplo, são impensáveis.

Cuidados do tutor


É fundamental que o tutor, antes de viajar, leve o pet ao médico veterinário para um check-up (os exames necessários variam de acordo com faixa etária e histórico do animal). Assim, será feito o atestado sanitário de viagem do animal, de acordo com as normas estabelecidas para o local onde estão indo. Também é necessário apresentar a carteirinha de vacinação do pet em dia.

— Existem especificações dentro dos órgãos públicos credenciados sobre quais as necessidades para o local específico da viagem. Também exames complementares, de acordo com a individualidade de cada pet — avalia Karine. — A dica é que os tutores se informem sobre as políticas de transportes de animais adotadas pelas companhias aéreas para escolher a melhor opção. As regras previstas para o destino escolhido ficam disponíveis em site oficial.

Por fim, é interessante que o tutor ajude o pet a se acostumar a ficar dentro da caixinha para que, assim, se sinta mais confortável durante a viagem. Compre a caixinha antes, deixe junto ao animal em casa, dê reforço positivo, com brinquedos, petiscos e cheiros de conforto.

Via Luísa Tessuto (GZH)

Como dormir bem no avião (mesmo em viagens longas)

Dicas para te ajudar, ao menos, a pregar um pouquinho os olhos durante a viagem.

(Foto: Freepik)
Talvez o Google não registre uma busca tão frequente quanto “como dormir bem no avião“. Sobretudo, uma noite inteira de sono na classe econômica de um voo longo. Embora existam inúmeros produtos para ajudar nisso, há quem não consiga pregar o olho por diferentes motivos. Por exemplo, turbulências e assentos desconfortáveis. Isso faz com que pareça ser impossível mergulhar em um sono profundo durante a viagem.

De fato, tirar aquela pestana no avião pode ser difícil, mas não impossível. Com um pouco de preparação, dá quase para trazer o conforto de suas camas. Para te ajudar, compartilhamos algumas dicas que podem promover o mínimo de descanso, mesmo em voos internacionais.

Uma dica para dormir bem no avião é escolher bem o assento


A princípio, nem todos os assentos têm a mesma “estrutura” para dormir. Principalmente quando você tem o azar de se sentar na última fileira. Além disso, existem as diferenças de comportamento de cada um. Por isso, se tiver a chance, tente marcar os assentos conforme seu perfil. Por exemplo:
  • Dorminhocos devem tentar marcar o assento da janela, pois dão maior estabilidade ao pescoço por permitir encostar na “parede” do avião.
  • Por outro lado, quem vai muito ao banheiro durante a noite deve optar pelos assentos do corredor, o que facilita a saída e entrada
  • Para quem tem o sono mais leve, a recomendação é evitar os assentos nas primeiras fileiras da classe econômica. Geralmente, é aí que ficam os assentos prioritários para quem tem bebês. Como, naturalmente, choram mais à noite (principalmente se sentirem desconforto nos ouvidos)

Tenha seu kit de dormir


Levar um kit para dormir pode ajudar a ter um sono tranquilo no avião (Foto: Freepik)
Uma dica para dormir bem no avião é ter seu próprio kit para dormir. De modo geral, ajuda muito sentir cheiros e sensações familiares por perto, inclusive por promoverem maior relaxamento. Ademais, é sempre bom levar outros itens, como:
  • Tampões ou fones de ouvido. Neste último, prefira ruído branco, pois barulhos muito intensos podem prejudicar o sono.
  • Um frasquinho de aroma, como aqueles que você tem em casa. Bastam algumas gotinhas no seu travesseiro para trazer uma sensação de conforto e acolhimento.
  • Máscara de olhos para, caso as luzes se acendam no meio do voo, você não interrompa o sono. Exceto, claro, em caso de emergência, né?
Oexman também recomenda sempre levar uma máscara de olhos caso, por qualquer motivo, as luzes se acendam no meio do voo.

Não ache que o álcool vai te ajudar a dormir bem no avião


Já falamos muito por aqui sobre os efeitos das bebidas alcoólicas durante o voo. Mas, no caso específico do sono, o álcool pode interferir na sua qualidade, pois altera as funções do cérebro e bloqueia o sono REM. Em outras palavras, não tem nada de sono restaurador para quem bebe.

O mesmo vale para os remédios para dormir. A depender do medicamento, há casos de sonambulismo em pleno voo, algo que inclusive coloca a pessoa em risco.

No entanto, pílulas de melatonina, especialmente para viajantes atravessando múltiplos fusos horários, podem ser úteis. Mas, nada de exageros, pois apenas um miligrama é suficiente. Neste sentido, o ideal é tomar cerca de 30 minutos a uma hora antes de saber que pode dormir.

Quando chegar ao destino, tente não tirar uma soneca até o horário definitivo para dormir de novo. Por fim, tome outra pílula de melatonina para, assim, cair no sono. Em caso de mudança de fuso, o ideal é continuar com o medicamento por dois a três dias após o pouso para se ajustar.

Via Luciana Gomides (Rotas de Viagem)

quarta-feira, 22 de abril de 2026

Não peça uma Coca Zero no avião se quiser ser um passageiro bom; entenda!

Servir a bebida em voos longos é desafiador para comissários de bordo devido à altitude.


Se você já esteve em algum voo, sabe que pode escolher algumas refeições e bebidas durante a viagem. Dentre as opções, uma Coca-Cola no avião pode ser uma excelente escolha, não é?

Porém, fãs da bebida diet podem perceber um desconforto tremendo entre os comissários e isso tem uma explicação bastante simples. Para saber mais detalhes, leia esta matéria completa e entenda o caso.

Por que não se deve pedir Coca-Cola Diet no voo?

Servir a bebida mais consumida no mundo durante voos de longa duração pode ser um desafio para a equipe de comissários, devido às dificuldades causadas pela altitude elevada. O maior obstáculo é despejar a bebida para os passageiros.

O fato é que a bebida adquire uma consistência diferente e ganha um teor mais espesso, sendo liberada em jatos mais fortes do que o esperado, causando possível sujeira na aeronave. Isso é quase um padrão das bebidas gaseificadas.

Seguindo a mesma lógica da Coca-Cola Diet, bebidas que contêm gás tendem a ficar ainda mais intensas e borbulhantes em elevadas altitudes, liberando CO₂ com mais facilidade. Nesse sentido, a Coca-Cola Zero é bastante espumosa.

Existe alguma forma de ingerir a bebida?

Sim, é possível beber sua Coca-Cola Diet, mas é preciso tomar alguns cuidados. Após despejar parte da bebida no copo, a equipe de comissárias espera as bolhas subirem para evitar derramamentos ao servir a bebida por completo.

terça-feira, 21 de abril de 2026

Não aperte o botão! O que mais irrita os comissários de bordo durante voo


O famoso botãozinho para chamar um tripulante está ali na cabine sempre à mão — e é para ser usado. No entanto, nem sempre nas ocasiões que todo passageiro imagina.

Não à toa, é comum atualmente ver vídeos e publicações de comissárias de bordo desabafando nas redes sociais ou até à plataformas especializadas sobre os comportamentos mais inconvenientes com que lidam durante o voo.

A ex-comissária da Delta Air Lines, Kat Kamalani, já reclamou do problema no TikTok. "Isso deixa as comissárias totalmente loucas: quando você aperta o botão se nós estamos na pista ou durante a subida ou descida da aeronave. E a razão para isso é que uma enorme questão de segurança para nós porque podemos nos machucar", explicou.

Ela ainda avisou que, caso não seja uma emergência, a comissária deve voltar imediatamente para o assento dela nestas circunstâncias. O vídeo já teve 213 mil curtidas. Assista:


Em um fórum no Reddit também da Delta, o usuário ianisboss123 fez então a "pergunta de um milhão": quando deve-se apertar o botão? Uma comissária identificada apenas como juneballoon na plataforma elencou então as situações que mais detesta.

Entre elas está uma mostra de egoísmo: quando os comissários estão atendendo a uma emergência médica e outro passageiro aperta o botão para pedir um lanche ou bebida. "Sério? Você está redirecionando a atenção de um dos membros da tripulação para si mesmo porque quer um refrigerante?".

O botão deve ser usado para chamar os comissários em situações em que o passageiro realmente precisa de ajuda ou enfrenta emergência, salientaram as tripulantes (Imagem: Getty Images)
Ela ainda considera rude quando viajantes usam o botão simplesmente para lhe entregar lixo. "Faz com que eu me sinta uma lata de lixo humana". Ela pede então que os passageiros coloquem o material no bolso que fica na porção de trás da poltrona à sua frente e espere até que a tripulação passe com a lixeira para recolher as embalagens, guardanapos e outros descartes.

Para ela, é desnecessário também o chamado para pedir um item — como, por exemplo, fones de ouvidos — que ela acabou de passar oferecendo, "deliberadamente tentando fazer contato visual com todo mundo".

O dilema da ida ao banheiro


A comissária ainda reclama de passageiros que recorrem ao botão emergencial para perguntar se podem ir ao banheiro pouco depois da aterrissagem ou decolagem.

"Apenas vá se você não consegue segurar. Você não precisa da minha permissão". Apesar disso, ela salienta que o uso do banheiro deve ser evitado após o acender das luzes para a descida, por exemplo, porque o piloto não poderá pousar — ele terá que se manter no ar e perder sua posição, o que acarretará em atrasos e relatórios da equipe de bordo.

Não é preciso avisar os comissários que vai ao banheiro, mas é preciso respeitar as
 normas de segurança (Imagem: Getty Images)
No entanto, se for inevitável a necessidade de usar o banheiro, o passageiro deve ir — exceto quando o procedimento de descida já tiver sido iniciado, o que representa um perigo também para o viajante. A comissária juneballoon ainda reclama de passageiros que usam o botão repetidas vezes, apenas para reclamar de diversos serviços (e até roubar itens do carrinho).

Annette Long, comissária da United Airlines, reforçou ao Insider que passageiros que usam o botão apenas para conseguir que o comissário retorne para pedir algo que ele acabou de oferecer são considerados rudes e irritam os tripulantes. No entanto, ela salientou que os viajantes devem, sim, recorrer ao botão quando houver mesmo uma necessidade premente.

Uma boa regra, segundo experts, é chamar os tripulantes apenas quando não puder
fazer algo você mesmo (Imagem: Getty Images)
"Se você é diabético e está em uma situação de emergência, precisa apertá-lo — duas ou três vezes até. Nos avise. Nós estaremos com você. E às vezes quando as pessoas ficam 'presas' no assento da janela com as duas pessoas ao lado deles dormindo, e tudo o que querem é um copo de água, não tem problema".

Mas a última situação deve ser a exceção, de acordo com Sara Nelson, presidente internacional da Association of Flight Attendants (Associação de Comissários de Bordo), porque você pode estar redirecionando a atenção de comissários que poderiam estar auxiliando uma mãe com um bebê, por exemplo, ou lidando com o procedimento técnico de segurança.

As profissionais concordam: quando o passageiro chama para pedir o que acabaram de oferecer, geralmente não contará com a boa vontade da tripulação (Imagem: Getty Images)
"Como regra geral, não pense nele como o seu botão de vodca tônica. Não é para pedir bebidas. Ele é realmente para uso emergencial, em primeiro lugar", disse ao site especializado The Points Guy. O botão ainda pode ter usos operacionais, segundo Sara.

"Já pedi para pessoas que farão conexão para apertarem o botão". Assim, todos os passageiros podem ver facilmente quem está com pressa para desembarcar e facilitar para que eles desçam primeiro, mantendo a saída do avião organizada.

Via Nossa/UOL

segunda-feira, 20 de abril de 2026

“Cada segundo conta”: Como aumentar as hipóteses de sobreviver a um acidente de avião “sobrevivível”

Um acidente de avião soa sempre a tragédia e as possibilidades de sobrevivência remotas.

(Foto: Melnikov Dmitriy/Shutterstock)
Primeiro ponto: Embora, nas notícias, os acidentes com grandes aviões comerciais surjam, muitas vezes, associados a um número de mortos que corresponde à totalidade ou quase totalidade dos ocupantes, é possível sobreviver à maioria dos acidentes e “a maioria das pessoas envolvidas em acidentes sobrevive”. Foi a esta conclusão que chegou Ed Galea, da Universidade de Greenwich, responsável por vários estudos relevantes sobre evacuações em caso de acidente de avião.

Esta boa probabilidade de sobrevivência não está, no entanto, relacionada com “lugares mágicos” em termos de segurança, embora haja, realmente, diferenças na taxa de sobrevivência consoante o sítio onde os ocupantes se sentam. Mas já lá vamos.

A propósito dos acidentes de dezembro, com dois voos da Azerbaijan Airlines e da Jeju Air, a CNN ouviu vários especialistas. Nos dois casos, as imagens mostram a parte da frente dos aviões completamente desfeitas, ao contrário da traseira. No caso do acidente trágico com o voo 2216 da Jeju Air, a 29 de dezembro, houve dois sobreviventes, ambos tripulantes sentados na cauda do aparelho. Os 29 sobreviventes do voo J2-8243 também estavam todos da parte de trás.

Mas os especialistas ouvidos pela CNN garantem que se trata de um mito a convicção de que voar atrás é mais seguro. “Depende da natureza do acidente. Às vezes é melhor à frente, às vezes é melhor atrás”, resume Galea. E se o acidente for fatal “não faz quase diferença nenhuma o lugar onde se está sentado”, concluiu Chen-Lung Wu, professor da Escola de Aviação da Universidade de Nova Gales do Sul, em Sydney, Austrália, corroborado por Hassan Shadidi, presidente da Fundação para a Segurança Aérea. “Cada acidente é diferente.”

E cada momento de um desastre aéreo também: uma coisa é o lugar dentro da cabine que pode representar mais hipóteses de sobrevivência a um impacto inicial; outra é o lugar que permite uma saída mais rápida do avião. Para Galea, esta última é a que importa realmente.

Voltemos à boa notícia do início, com este especialista a garantir que “uma vasta maioria dos acidentes aéreos são sobrevivíveis” e que “a maioria das pessoas [envolvidas nestes acidentes] sobrevive”. Um dos exemplos é o acidente com o voo da Jeju Air, com perda de motor devido a um incidente com aves e aterragem sem trem na pista: “se não tivesse colidido com o obstáculo reforçado de cimento no final da pista, é bastante possível que a maioria, se não todos, tivesse sobrevivido.” Os aviões são concebidos de forma a aguentarem um impacto de 16G, ou seja, uma força-G 16 vezes a da gravidade, o que torna possível sobreviver ao impacto. Já o acidente Azerbaijan Airlines, para Galea, não é o tipo de acidente que permita sobreviventes e classifica como “um milagre” o facto de duas pessoas terem sobrevivido.

Geoffrey Thomas, fundador do primeiro site a fazer um ranking das companhias aéreas pela sua segurança, o AirlineRatings, e editor do 42,000 Feet, concorda que “a maioria dos acidentes ou emergências, atualmente, não implica uma perda total do avião”. “É outra coisa, um incêndio no motor, uma falha no trem de aterragem ou uma saída da pista”, o que faz com que o principal perigo, depois do impacto inicial, seja a possibilidade de fogo a bordo.

A diferença entre a vida e a morte


Vamos então aos casos de acidente de avião em que é possível sobreviver. Se não é o lugar que faz uma grande diferença, o que é? Para estes dois especialistas, a resposta é simples: a rapidez com que é possível evacuar o aparelho. E se para uma aeronave comercial receber a certificação obrigatória para voar precisa de poder ser evacuada em 90 segundos, uma coisa é avaliação em ambiente controlado, outra é a realidade de um avião acabado de se despenhar com largas dezenas ou centenas de pessoas em pânico.

Galea fez uma investigação para a Autoridade britânica da Aviação Civil, no início dos anos 2000, em que, em vez de olhar para os acidentes em si, analisou a forma como passageiros e tripulação agiram durante uma evacuação depois de um acidente. Ao todo, estiveram sob análise 105 acidentes, todos ocorridos entre 1977 e 1999, envolvendo um total de 1917 passageiros e 155 tripulantes e uma das conclusões foi a de que os passageiros sentados nas cinco filas mais próximas de uma saída de emergência, independentemente da sua localização no avião, são os que têm melhores hipóteses de conseguir sair em segurança. Sem surpresas, os lugares junto ao corredor também oferecem mais probabilidades de sobrevivência em caso de evacuação, uma vez que não implicam ter de passar por outros passageiros.

“O que é fundamental é compreender é que num acidente de aviação cada segundo conta, cada segundo pode fazer a diferença entre a vida e a morte”, resume o especialista. E alguns dos passos que podem valer muito são simples: prestar atenção à explicação dos assistentes de bordo, garantir que sabe tirar o cinto de segurança rapidamente e planear uma eventual evacuação: qual a saída que fica perto? Sobre este último ponto, é recomendado que se conte o número de filas até lá chegar, para trás e para a frente, uma vez que é possível que a cabine esteja cheia de fumo e que não a porta não seja visível.

Caso não esteja a voar sozinho, Galea aconselha a que se sentem juntos – numa emergência, tentarem encontrar-se só vai atrasar a saída.

Geoffrey Thomas lembra outra questão, a propósito de atrasos. “Vemos cada vez mais passageiros a não deixar as malas para trás e vemos bastantes vezes que passageiros não conseguiram sair porque a evacuação se atrasa”. Um exemplo é o do voo 1292 da Aeroflot, em 2019. Das 78 pessoas a bordo, 41 morreram na sequência de um incêndio, mas as imagens mostram passageiros a sair com as malas na mão. Uma atitude que deveria ser criminalizada, defende Thomas, com o argumento de que ao fazê-lo se está a pôr em risco a vida de outras pessoas.

Com informações do site Visão

sexta-feira, 17 de abril de 2026

5 tipos de passageiros que tornam sua viagem de avião insuportável!

A viagem de avião é uma das mais seguras e bonitas que existem. Isso porque a possibilidade de ver o céu de cima proporciona uma experiência única para os viajantes.


No entanto, o grande problema costuma ser as demais pessoas que viajam no mesmo avião, sobretudo aquelas que irritam toda a tripulação. Nesse sentido, separamos alguns comportamentos que podem ser extremamente irritantes em um voo. Confira-os a seguir.

5 tipos de passageiros irritantes em um avião

1. O que gosta de chutar o assento da frente


Entre as atitudes mais irritantes que alguém pode cometer, chutar a cadeira alheia é a líder da lista. Afinal, além de muito inconveniente, é extremamente incômodo ter alguém chacoalhando seu assento durante sua viagem.

2. O rei do “CC”


Nada pior do que dividir espaço com uma pessoa com odor corporal intenso, não é? Até porque os banheiros do aeroporto são bastante espaçosos e permitem que todos façam sua higiene pessoal.

3. O barulhento


Todo mundo detesta aquele passageiro “megafone”, ou seja, que fala alto demais e incomoda as outras pessoas. Em uma viagem de avião, independentemente do horário, sempre haverão pessoas querendo descansar. Logo, é educado falar mais baixo.

4. O bebê sem limites


É óbvio que entendemos que os bebês podem ficar desconfortáveis dentro do avião, e a mudança de ambiente pode, sim, render choros e inúmeros incômodos. Por outro lado, algumas crianças não possuem limites de seus pais, e adoram fazer bagunça e arremessar brinquedos na outras pessoas, o que é desconfortável.

5. O puxador de palmas


Por mais que você ache legal, nada pode ser mais entediante do que a pessoa que puxa os aplausos quando o avião pousa. Além de ser brega, todos os outros passageiros do avião se sentirão alheios a essa atividade.

terça-feira, 14 de abril de 2026

'Mapa da turbulência' detalha rotas mais agitadas para aviões no mundo; ampliar e entender motivos

Levantamento da plataforma Turbli acordos trechos mais propostos a chacoalhar aeronaves, de forma 'leve' a 'extrema', com destaque para sobrevoos sobre os Andes.

‘Mapa da turbulência’, da Turbli, indica rotas mais agitadas para aviões em 2024 (Imagem: Reprodução)
A Turbli, plataforma especializada em medição de turbulência, lançou seu ranking de 2024 das rotas aéreas e aeroportos mais turbulentos e perigosos do mundo. O levantamento levou em consideração cerca de 10 mil rotas que conectam mais de 550 aeroportos ao redor do mundo, com base em dados coletados pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos EUA (NOAA) e pelo Escritório Meteorológico do Reino Unido, e propiciou a elaboração de um "mapa da turbulência".

Utilizando análises estatísticas e de Big Data, foi calculada a turbulência média de 20 voos mensais para cada rota aérea selecionada, tanto na altitude de cruzeiro quanto durante as fases de descida e descida. A análise é expressa por um índice de dissipação de vórtices (EDR), que classifica a turbulência em cinco níveis: leve (0-20), moderado (20-40), forte (40-60), grave (60-80) e extremos (80-100). Além disso, é considerada variação sazonal na turbulência devido a fatores como mudanças nos ventos, correntes de jato e ondas de montanha.

No mapa, as zonas mais agitadas são identificadas pelos núcleos mais quentes, de amarelo a vermelho, enquanto as menos propensas a causar turbulência são expressas na escala de núcleos branco e azul.

Com cálculos mais precisos para 2024, foi definido que a rota aérea mais turbulenta do mundo é a que liga a cidade de Mendoza (Aeroporto Internacional Governador Francisco Gabrielli, conhecido como "El Plumerillo") e Santiago do Chile (Aeroporto Internacional Arturo Merino Benítez) .

Embora seja um voo curto, de 196 quilômetros, obteve uma pontuação média de 24.684 pontos, o que se explica pela necessidade de cruzar a Cordilheira dos Andes em uma das áreas mais altas da fronteira natural entre Argentina e Chile.

Rotas comprovadas pela plataforma Turbli em 2024 (Imagem: Reprodução)
O segundo lugar no ranking Turbli ficou com uma rota entre a cidade de Córdoba (Aeroporto Internacional Engenheiro Aeronáutico Ambrosio Taravella) e Santiago do Chile — um voo de aproximadamente 660 milhas com uma pontuação média de turbulência de 20.214. Este é outro voo direto para a capital chilena que deve cruzar a Cordilheira dos Andes.

Em terceiro e quarto lugares estão dois voos domésticos. O terceiro atingiu 19.825 pontos ao medir a turbulência média entre a cidade de Mendoza e a cidade de Salta (Aeroporto Internacional General Martín Miguel de Güemes). Embora não seja necessário atravessar os Andes, os aviões podem ser afetados pelas fortes correntes de vento que eles projetaram, em um voo traçado quase paralelo aos picos andinos e com uma extensão de 940 quilômetros.

O quarto lugar pertence à rota aérea que liga a capital de Mendoza à cidade de San Carlos de Bariloche, em Río Negro (Aeroporto Internacional Teniente Luis Candelaria), que percorre uma distância de 946 milhas e teve uma média de 19.252 pontos.

A rota aérea que fecha as cinco principais características semelhantes às mencionadas, já que também passa por uma cadeia de montanhas. Trata-se de um voo entre a capital do Nepal, Katmandu, e Lhasa, capital da Região Autônoma do Tibete, no Sul da China. Ele sobrevoou o Himalaia, perto do Everest, o ponto mais alto do planeta, e alcançou uma pontuação de 18.817.

Outra rota envolvendo uma cidade argentina é mencionada no top 10. A rota aérea de Bariloche para a capital do Chile ficou em décimo lugar, com 18.475 pontos.

Top 10 geral das rotas aéreas mais turbulentas:
  1. Mendoza (MDZ) - Santiago (SCL) - 24.684
  2. Córdoba (COR) - Santiago (SCL) - 20.214
  3. Mendoza (MDZ) - Salta (SLA) - 19.825
  4. Mendoza (MDZ) - San Carlos de Bariloche (BRC) - 19.252
  5. Katmandu (KTM) - Lhasa (LXA) - 18.817
  6. Chengdu (CTU) - Lhasa (LXA) - 18.644
  7. Santa Cruz (VVI) - Santiago (SCL) - 18.598
  8. Katmandu (KTM) - Paro (PBH) - 18.563
  9. Chengdu (CTU) - Xining (XNN) - 18.482
  10. San Carlos de Bariloche (BRC) - Santiago (SCL) - 18.475
Via O Globo com La Nación

sexta-feira, 10 de abril de 2026

Como funciona a rede Wi-Fi no avião?


Entender como funciona a rede Wi-Fi no avião é uma dúvida comum entre os passageiros. Afinal, como é possível ter internet no voo se uma das primeiras orientações que é passada pelos tripulantes é justamente a de desligar (ou colocar em modo avião) os aparelhos eletrônicos, incluindo celulares, tablets e notebooks?

Em seu site oficial, a própria Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) diz que os chamados dispositivos emissores intencionais de radiofrequência precisam estar desabilitados em determinadas ocasiões: “Esta energia pode afetar a segurança da aeronave, pois seus sinais podem ocorrer nas mesmas frequências utilizadas pelos sistemas de comunicação, navegação, controle de voo e equipamentos eletrônicos, devido a grande sensibilidade dos mesmos. A empresa aérea deve mostrar que ela pode prevenir a interferência potencial que possa apresentar riscos à segurança”.

As ocasiões em que o Wi-Fi no avião precisa estar desativado são, basicamente, durante o pouso e a decolagem nos aeroportos. Por conta disso, as próprias companhias aéreas já disponibilizam serviços de Wi-Fi aos clientes durante as demais fases do voo. E é aí que entra a pergunta: como funciona a rede Wi-Fi no avião?

Duas formas


(Imagem: Reprodução/Inmarsat)
O sinal de Wi-Fi no avião funciona porque é levado aos milhares de metros de altitude basicamente de duas maneiras: pelas tradicionais torres de transmissão, instaladas por todo o mundo; ou por conexão via satélite. Ou seja: o sinal Wi-Fi funciona no avião vindo ora de cima, ora de baixo.

O meio mais tradicional é, na verdade, muito similar ao que gera sinal de Wi-Fi em situações normais, só que no sentido oposto. Enquanto uma pessoa que está em terra firme recebe o sinal vindo de cima, das antenas posicionadas em uma série de lugares, quem está no avião tem Wi-Fi captado pelas antenas colocadas na parte de baixo da fuselagem. Simples, né? Nem tanto…

Quando o avião está sobrevoando áreas em que não há torres de transmissão no chão, ou seja, quando está cruzando oceanos, por exemplo, o sinal precisa vir de outro lugar. Seria o equivalente a uma “área de sombra”, no caso de um usuário que está em terra. Nessas situações, o Wi-Fi no avião é disponibilizado de outra forma.

Lembra que falamos que o sinal utilizado viria ora de cima, ora de baixo? Pois é… nessas áreas em que não há antenas no solo, é possível acessar a internet via Wi-Fi no avião graças aos satélites — os mesmos que permitem que as pessoas que moram em áreas rurais mais afastadas também tenham acesso à internet. A diferença é que a antena não está instalada no teto da casa e sim na parte de cima do avião, para receber o sinal do satélite e rotear para os equipamentos a bordo.

A Anac diz, em sua regulamentação, que cabe às companhias aéreas prover a segurança necessária para que o uso do Wi-Fi no avião, dentro das situações já estabelecidas como legais, não interfira no funcionamento dos equipamentos das aeronaves: “A seção 91.21 do RBHA nº 91, a seção 121.306 do RBAC nº 121 e a seção 135.144 do RBAC nº 135 proíbem que dispositivos eletrônicos portáteis (PED) possam ser utilizados a bordo de aeronaves a menos que os operadores verifiquem que não causem interferência nos sistemas de comunicações e de navegação da aeronave em que serão utilizados”.

Via Canaltech e Canal Aviões e Músicas

Como evitar a embolia pulmonar durante voos prolongados

Entenda a relação entre voos mais longos com o risco de embolia pulmonar.


Muitas pessoas estão acostumadas a viajar de avião, seja a trabalho ou para conhecer novos lugares durante as férias.

No entanto, você já ouviu falar sobre os riscos que períodos longos em voos podem causar? A embolia pulmonar é um desses riscos.

Se você não sabe sobre o que estamos falando ou deseja entender melhor o assunto, trouxemos informações para ajudar a evitar essa condição, além de apresentar os sintomas e sinais do corpo. Acompanhe a seguir!

Entendendo a embolia pulmonar


A embolia pulmonar ocorre quando um coágulo de sangue bloqueia uma das artérias dos pulmões.

Embora isso possa acontecer com qualquer pessoa, existem fatores que aumentam o risco, como a falta de atividade física, cirurgias recentes, trombose venosa profunda, viagens de avião de longa duração e condições como fraturas que imobilizam o indivíduo.

Fatores de risco específicos em viagens de avião


Antes de mais nada, é importante destacar que as viagens de avião muito longas, especialmente aquelas com mais de três horas, estão relacionadas a um aumento de 2 a 4 vezes no risco de tromboembolismo.

A condição, frequentemente conhecida como “síndrome da classe econômica”, não se limita à classe de serviço no avião, mas está associada à imobilização prolongada.

Pessoas com histórico de trombose, embolia ou outros fatores de risco devem ter cuidado especial.

Sintomas da embolia pulmonar


Os sintomas da embolia pulmonar podem incluir, mas não se limitam a, falta de ar repentina, dor no peito que piora com a respiração profunda, tosse (possivelmente com sangue), inchaço nas pernas ou dor ao movimentar as pernas, pele pálida, fria e azulada, sensação de desmaio ou desmaio real e confusão mental.

Como prevenir durante voos


A prevenção da embolia pulmonar é a melhor estratégia para reduzir o risco dessa condição durante voos. Confira algumas dicas:

1. Se movimente regularmente

Em primeiro lugar, levante e caminhe pelo corredor do avião a cada duas horas. Faça exercícios leves com as pernas, como levantar e abaixar os pés, para estimular a circulação.

2. Hidratação

Beba bastante água para manter o sangue fluido. Além disso, evite álcool e cafeína, que podem contribuir para a desidratação.

3. Use meias de compressão

Essas meias ajudam a melhorar a circulação sanguínea nas pernas e podem prevenir a formação de coágulos. No entanto, é importante que sejam adequadamente ajustadas e recomendadas por um profissional de saúde.

4. Evite tomar sedativos

Medicamentos para dormir podem aumentar a imobilização, portanto, é melhor evitá-los.

5. Roupas confortáveis

Use roupas largas e confortáveis que não restrinjam a circulação durante o voo. E, o mais importante: ao identificar qualquer sintoma de embolia pulmonar, especialmente após um voo, é essencial procurar atendimento médico imediatamente. O tratamento precoce pode prevenir complicações graves e salvar vidas.

Ao se preparar para sua próxima viagem de avião, não se esqueça de que pequenas ações podem fazer uma grande diferença na prevenção de problemas de saúde sérios como a embolia pulmonar.

Via Daniele Beldon (Rotas de Viagem)

terça-feira, 7 de abril de 2026

Por que risco de embolia pulmonar aumenta em viagem de avião?

Por que risco aumenta em voo?

Caminhar durante viagens longas ajuda a prevenir a síndrome (Imagem: Getty Images)
Quem viaja por longos períodos contínuos pode estar exposto ao risco de trombose venosa, que consiste na formação de um coágulo sanguíneo que pode atingir as pernas.

A situação se agrava se esse coágulo se desprende, quando a pessoa se levanta para ir ao banheiro, por exemplo, e chega até o pulmão. Essa situação pode causar uma embolia pulmonar e, até mesmo, a morte.

O problema também pode ocorrer em quem viaja de carro ou ônibus, mas vem sendo observado e estudado principalmente nas viagens de avião.

A chance de ocorrer aumenta em voos acima de quatro horas. Ter pouco espaço para a movimentação e ficar com as pernas muito tempo paradas ajuda a represar o sangue nos membros inferiores.

Sintomas

Quando ocorre nas pernas, a pessoa começa a ter dores nas pernas, principalmente na batata da perna. A perna começa a inchar. Ela também pode ficar vermelha.

Quando o coágulo vai para o pulmão, há falta de ar (súbita, na maioria das vezes), dor torácica, dor para respirar e tosse contínua.

Quando a obstrução causada pelo coágulo é muito grande, bloqueando artérias grandes e importantes do pulmão, a pessoa pode morrer instantaneamente, como em um infarto.

Alerta e prevenção

Quanto mais tempo com a perna dobrada, pior. Essa posição restringe mais a circulação. Por isso, é recomendável esticar as pernas, fazer exercícios com os pés, movimentando-os para frente, para trás e para os lados, e caminhar no corredor do avião.

O ar do avião também desidrata a pessoa, por ser mais seco. O que pode influenciar no desenvolvimento do problema. Recomenda-se, portanto, beber bastante líquido e evitar a ingestão de bebida alcoólica, porque ela desidrata a pessoa e diminui o volume de sangue em circulação.

Ainda é possível utilizar, sob orientação médica, anticoagulantes antes dos voos. Principalmente para quem tem fatores de risco de desenvolver uma trombose, como grávidas, quem foi operado recentemente, pessoas com câncer e em processo de quimioterapia, entre outras situações.

Pessoas que têm fatores de risco para a trombose devem conversar com um médico antes de realizar um voo com mais de quatro horas de duração.

Via VivaBem - Fonte: Suely Meireles Rezende, médica hematologista

sábado, 4 de abril de 2026

Como economizar em viagens de avião: veja quanto tempo antes do voo a passagem fica mais barata

Confira dicas de melhores dias para comprar a passagem e como se planejar para a viagem não pesar no bolso.

(Imagem: Reprodução/iStock/phaisarn2517)
Comprar sua passagem aérea com antecedência pode ser uma forma de economizar. Isso é o que mostra o Estudo Anual de Taxas Aéreas da CheapAir.com, plataforma norte-americana de voos, estadias e aluguéis de carros, que estima a ‘janela’ de 74 a 21 dias antes do embarque como o período ideal para encontrar voos mais baratos.

Segundo a pesquisa, buscar por viagens cerca de 2,5 meses antes do embarque costuma ser a forma de conseguir as melhores ofertas. Já se o cliente deixar para buscar suas passagens em torno de 20 a 14 dias antes de decolar, a compra antecipada pode ser mais arriscada.

Isso porque, como explica o estudo, as companhias aéreas costumam fazer aumentos de preços mais agressivos quando a data de compra está mais próxima do dia do embarque. Caso o cliente compre a passagem para a mesma semana, por exemplo, a empresa estima que ele pagará cerca de 59% mais caro do que pagaria na ‘zona segura’ de antecedência, citada anteriormente.

Com relação aos dias da semana, há também um adendo: quarta-feira costuma ser o dia com passagens mais baratas, enquanto as viagens aos domingos costumam pesar mais no bolso.

Como se organizar


Considerando que a passagem aérea tende a ser um dos principais gastos de uma viagem, ao Terra, a planejadora financeira Mariana Banja explica que pesquisar com calma e comparar preços, ajustando melhor o valor por data, pode ser um bom caminho para economizar.

Para isso, sua indicação é a ferramenta gratuita Google Fligth, que permite que o cliente visualize e compare de forma simples os preços de passagens, a depender das datas e dos destinos. “Também vale ficar atento às promoções sazonais que as operadoras fazem, bastante vinculadas a datas comemorativas, como aniversários de cidades”, diz.

Mas, independente do desconto, Mariana reforça que é importante ficar atento para planejar e realizar uma viagem que realmente caiba no seu bolso.

“A melhor viagem que podemos fazer é aquela em que, quando voltamos, não há boletos para pagar ou uma infinidade deles. Ou ainda: as demandas do orçamento do dia a dia não estarão prejudicadas pelo passeio”, acredita.

Sendo assim, caso não haja dinheiro suficiente para realizar o projeto idealizado para ocorrer em determinada data, vale estudar outras formas de tornar a viagem possível: “Será que um ajuste no orçamento do mês por um tempo maior ajudaria a complementar a viagem? Será que uma renda extra seria o suficiente para viver esse desejo?”, reflete.

Via Redação Terra

quarta-feira, 1 de abril de 2026

Emergência de saúde no avião: entenda quais são os procedimentos que a companhia aérea deve adotar

Comissários de bordo são treinados para prestarem os primeiros socorros. Em caso de óbito, o comandante pode decidir se deseja fazer um pouso de emergência ou seguir para o destino planejado para a viagem.


O que a companhia deve fazer?


Quando alguém passa mal durante um voo comercial, a primeira reação dos comissários de bordo será perguntar se entre os passageiros há algum médico.

O profissional da saúde deverá se apresentar por causa do seu código de ética. Se ele não fizer isso, pode ser punido caso alguém saiba que ele é médico e que decidiu não prestar socorro, explica a presidente do Comite de Medicina Aeroepacial da Associação Paulista de Medicina, Rozania Sobreira.

A partir daí, o paciente é levado ao galley, espaço onde os comissários servem os lanches, que consegue comportar a aplicação dos procedimentos necessários.

Todos os voos têm uma caixa que só pode ser aberta por médicos. Nela, há medicamentos e equipamentos que permitem tratamentos mais invasivos, como a entubação.

Há ainda uma segunda caixa, que pode ser aberta por outros profissionais da saúde, como enfermeiros, e pelos comissários. Ela contém outros tipos de itens, curativos e medidor de pressão, por exemplo.

Mas nem todo voo vai ter um passageiro que trabalhe na área da saúde, por isso a função dos comissários vai muito além de servir lanches, diz Rozania. Todos possuem um treinamento para aplicar primeiros socorros, como a realização de massagem cardíaca.

Além dessas medidas, em voos mais longos, algumas companhias aéreas oferecem assessoramento remoto de médicos especializados em medicina aeroespacial, para o atendimento de quando alguém passa mal a bordo. A equipe dará orientações à tripulação de como o passageiro deve ser tratado.

O avião deve pousar?


O comandante é a autoridade máxima de voo e cabe a ele tomar essa decisão. Rozania diz que o médico do atendimento pode orientar se o caso exige o pouso, mas que não pode determinar.

Ela explica que a razão disso é porque pousar fora do planejamento pode trazer riscos para todos os passageiros e um estresse para a tripulação, agravando a possibilidade de acidentes se o tanque de combustível ainda estiver cheio - deixando o avião mais pesado e com mais riscos de bater no chão com força e ser danificado - e o aeroporto mais perto não tiver a estrutura adequada.

Em alguns casos, o comandante pode baixar a altitude do voo, indo de 8 mil pés a 6 mil, isso faz com que a pressão do ar diminua, melhorando a qualidade do oxigênio no ambiente. Isso porque é que neste momento a cabine muda as características em relação a pressurização.

"Com esse procedimento, a maioria das pessoas tem uma melhora", diz a médica.

Tem como prevenir?


Há como diminuir as chances de passar mal no avião. O ambiente da aeronave é diferente do que estamos acostumados por causa da altura, que é de cerca de 8 mil pés, equivalente ao Monte Nevado, no Chile, explica Rozania.

Apesar de o avião ser um meio de transporte muito seguro, existem algumas condições de saúde que podem ser agravadas quando em altitude, afirma a presidente.

Alguns exemplos são anemias severas, pós cirurgias, pneumonia, infecção no ouvido e casos de pressão arterial e diabetes sem medicação.

Por este motivo, cabe aos passageiros, quando possuem alguma doença, preencher o Formulário de Informações para Passageiros com Necessidades Especiais (Medif - sigla em inglês).

Depois, um profissional especializado em medicina aeroespacial da companhia irá avaliar o documento e decidir se o passageiro está em condições de realizar a viagem.

O formulário pode ser enviado em até 72 horas antes do voo e a companhia aérea deve dar o retorno com até 48 horas de antecedência. Caso a resposta seja negativa para a viagem, o cliente deverá remarcar o voo.

As cobranças de custos extras podem acontecer dependendo da política de cada empresa.

Além disso, caso o passageiro tenha alguma doença contagiosa que seja facilmente identificada, por exemplo, conjuntivite e sarampo, os comissários podem impedir o embarque.

O que acontece em caso de óbito?


Caso o passageiro acabe vindo a óbito durante o voo, o comandante pode decidir se deseja fazer um pouso de emergência ou seguir para o destino planejado para a viagem, conta a presidente.

Quando o pouso acontecer, a equipe da administradora do aeroporto já deve estar aguardando a aeronave para receber o corpo. Além disso, o avião ficará retido para perícia.

Via Vivian Souza (g1)

segunda-feira, 30 de março de 2026

Avião sujo! Comissários revelam os 5 lugares que quase nunca são limpos

Higiene nas aeronaves: desvendando os pontos menos limpos a bordo do avião, segundo os próprios funcionários.


Com o constante fluxo de milhares de passageiros atravessando os céus diariamente, existem desafios para manter um avião. Não é surpresa que as companhias aéreas sejam desafiadas a manter a higiene das aeronaves em tempo hábil.

1. Folheto de segurança: conhecendo as instruções de emergência


O folheto de segurança, aquele resumo vital das instruções em caso de emergência localizado no bolso à frente de cada assento, surpreendentemente, não é uma área limpa.

De acordo com a comissária Josephine Remo, é o lugar mais sujo do avião. Mesmo as mesinhas com bandejas costumam ser limpas, mas os folhetos muitas vezes são negligenciados. Após a leitura, uma aplicação de álcool gel é recomendada.

2. Compartimento de bagagem: um espaço tocado, raramente limpo


Os compartimentos de bagagem acima dos assentos, apesar de serem tocados por vários passageiros em cada voo, são raramente limpos. Higienizar as mãos após fechar o compartimento é aconselhável, e a limpeza adequada das malas ao retornar para casa é crucial.

3. Mesas das poltronas do avião: mais que germes comuns


As mesas das poltronas são uma área de atenção especial, pois, de acordo com a comissária Sue Fogwell, elas vão além dos germes comuns.

Um estudo de 2015 realizado pela calculadora de voo Travelmath apontou que as mesinhas têm quase oito vezes mais bactérias por polegada quadrada do que o segundo lugar mais sujo da aeronave na época. O uso de lenços desinfetantes antes de utilizá-las para refeições é uma precaução sugerida.

4. Capas dos assentos: nem sempre substituídas ou limpas


As capas dos assentos nem sempre são substituídas ou limpas entre voos, de acordo com Sue Fogwell. A substituição ocorre apenas se um passageiro relatar um incidente na poltrona, sujeito à avaliação da equipe de limpeza. Para quem se preocupa com a limpeza, a recomendação é viajar com capas descartáveis ou reutilizáveis.

5. Maçaneta e tranca do banheiro do avião: pontos esquecidos


Os banheiros são regularmente limpos, mas as maçanetas e trancas das portas nem sempre recebem a mesma atenção, conforme observado por Josephine Remo. O uso de desinfetantes para as mãos após tocar essas áreas é sugerido para os passageiros.

Em outubro de 2023, uma investigação do jornal The Washington Post reforçou essas descobertas, destacando a torneira da pia do banheiro como o ponto mais sujo do avião, seguido das mesinhas dos assentos. A atenção à higiene pessoal é fundamental para uma viagem mais segura.