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| Avro York LV633 'Ascalon', a aeronave pessoal de Churchill |
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domingo, 5 de julho de 2026
Hoje na História: 5 de julho de 1942 - Primeiro voo do avião Avro York
Uma ex-gigante brasileira: um pouco da história da TransBrasil
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| Boeing 767 da TransBrasil (Foto: Aero Icarus via Flickr) |
Inicialmente conhecida como Sadia
Mudança de identidade
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| O primeiro avião da transportadora foi o BAC 1-11. Cada um tinha uma libré de cor diferente, como este esquema amarelo ensolarado (Foto: Ruth AS via Wikimedia Commons) |
Dificuldades crescentes nos últimos anos
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| A chegada do Boeing 767 permitiu à TransBrasil atender ao lucrativo mercado norte-americano (Foto: Leandro Ciuffo via Flickr) |
Vídeo: O maior mistério da aviação - Triângulo das Bermudas
A história do piloto alemão que salvou avião dos EUA na 2ª Guerra Mundial
Em 1943, um ato de cavalheirismo e misericórdia impressionava em plena Segunda Guerra Mundial. Um caça alemão evitou derrubar um bombardeiro norte-americano, poupando a vida de seus tripulantes.
Um avião do modelo B-17 voa sobre uma fábrica de aviões Focke Wulf fighter na Alemanha
durante a 2ª Guerra Mundial (Imagem: Força Aérea dos EUA)
Quem era quem?
- Franz Stigler era um piloto alemão com 28 anos à época. Ele comandava um caça Messerschmitt Bf 109 (também referido como Me 109), uma das aeronaves mais produzidas na história.
- No comando do bombardeiro norte-americano estava Charles Brown, de 21 anos. Ele pilotava um B-17 Flying Fortress (Fortaleza Voadora), batizado como Ye Olde Pub (O Velho Bar).
Contexto da guerra
- A Alemanha caminhava para a derrota no fim de 1943. Esse era o clima entre os altos oficiais mais antigos. A sensação não era a mesma entre aqueles em posição mais baixa na hierarquia.
- O objetivo era prolongar a guerra para postergar a derrota. Naquele ano, a Alemanha já havia acumulado grandes derrotas, como na Batalha de Stalingrado e a perda da aliança com a Itália.
- O marechal britânico Arthur "Bomber" Harris, comandante da campanha de bombardeio anglo-americana à época, defendia ataques aéreos contra cidades com civis alemães. O objetivo era destruir o moral dos cidadãos e motivar a pressão pelo fim do conflito.
- Elmer Bendiner, tripulante de um dos B-17 durante a guerra, relatou o que Harris havia dito ao seu comandante quando assumiu o cargo. A fala está em seu livro "The Fall of Fortresses" (A Queda das Fortalezas), como esses aviões são conhecidos.
A missão
- No dia 20 de dezembro de 1943, a cidade de Bremen (Alemanha) era bombardeada pelas forças aliadas. Ali eram fabricados os caças Focke-Wulf Fw 190.
- Brown e sua tripulação decolaram com o B-17 da Inglaterra na manhã daquele dia. Após algumas horas de voo, o bombardeiro começava a ser atacado pelas forças alemãs.
- Um dos tiros que acertaram o avião rompeu a proteção transparente do nariz da aeronave. Com isso, fortes ventos entravam na cabine, em temperaturas de -50º C.
- Após o lançamento das bombas, o B-17 passou a enfrentar novos problemas para voar. A situação se tornava cada vez mais crítica conforme o bombardeiro era atacado por caças Bf 109.
- Os tripulantes do avião norte-americano foram feridos devido aos tiros que atingiam a fuselagem. A morfina, usada para aliviar a dor dos machucados, havia congelado devido às baixas temperaturas.
Um ato de honra
- Ao se aproximar do bombardeiro, Stigler viu a tripulação de perto por meio dos rasgos na fuselagem. Eles estavam feridos e abatidos com o ataque, apesar do lançamento das bombas ter ocorrido com sucesso.
- O militar alemão já havia perdido seu irmão na guerra. Em vez de abraçar a carnificina, escolheu ser piedoso em um contexto de morte.
- Ele voava do lado do B-17 e dava sinal com a mão para que eles pousassem. Os pilotos do avião dos EUA balançaram a cabeça em negativa à proposta do piloto alemão.
- Stigler poderia ser condenado por traição caso deixasse o avião fugir. Mesmo assim, ele escolheu protegê-los em vez de dar um tiro de misericórdia, atitude considerada um verdadeiro ato de cavalheirismo.
- Stigler, então, afastou-se um pouco do bombardeiro para ser reconhecido por outros combatentes alemães. Com isso, evitavam atacar a aeronave, já que o caça estava muito perto e poderiam errar o alvo.
- O alemão ainda corria outro risco. Outros pilotos ficaram em dúvida se o seu Bf 109 era aliado ou se era uma aeronave que havia sido capturada pelos inimigos.
- Stigler se aproximou novamente dos norte-americanos e gritava "Suécia", mas eles não entendiam. O local seria o melhor para pousarem, já que poderiam cair antes de encontrarem um local seguro para pouso.
- Apesar dos riscos, ele conseguiu escoltar o bombardeiro até fora da zona de guerra. Após cumprir seu objetivo, Franz Stigler retornou para o território alemão, e os norte-americanos conseguiram voltar para a Inglaterra.
Reencontro
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| Pilotos Charles Lester 'Charlie' Brown e Franz Stigler: Humanidade do alemão salvou a tripulação dos EUA (Imagem: Montagem/Wikimedia Commons) |
- A duração do voo dos dois aviões lado a lado foi de cerca de 10 minutos. Brown não sabia o nome do piloto que havia poupado sua vida e a de sua tripulação.
- Em 1986, Brown participava de um encontro de veteranos. Nesse momento, ele foi questionado sobre a missão mais memorável que teve na Segunda Guerra Mundial, citando o episódio.
- Em 1990, ele recebeu uma carta de Stigler, que vivia no Canadá. Nela, o alemão dizia ser ele quem pilotava o caça Bf 109 que os protegeu para que saíssem vivos da Alemanha.
- As forças aéreas dos dois países promoveram o reencontro. Brown e Stigler se tornaram grandes amigos, passando a se ver com frequência após isso.
- Ambos morreram em 2008, com poucos meses de diferença. Stigler em março, e Brown em novembro daquele ano.
Fontes: Ricardo Lobato, analista-chefe da Equilibrium Consultoria e especialista em assuntos de defesa, e os livros "A Higher Call", de Adam Makos com Larry Alexander, e "The Fall of the Fortresses", de Elmer Bendiner.
sábado, 4 de julho de 2026
Sessão de Sábado: Filme "Desastre no Voo US57" (dublado)
No deserto de Mojave, a startup JetZero constrói um avião inovador para competir com a Airbus e a Boeing
Um primeiro voo bem-sucedido poderia desbloquear mais investimentos, permitindo que a JetZero desenvolva jatos comerciais para a primeira produção a partir de 2030 em seu recém-inaugurado complexo fabril em Greensboro, Carolina do Norte, embora isso dependa do cronograma de certificação do projeto inovador.
Grandes obstáculos a superar
A aeronave Z4 da JetZero terá como alvo o "segmento intermediário do mercado", antes atendido pelos Boeing 757 e 767, tipicamente com 200 a 270 assentos em rotas de médio a longo alcance.
'Isto é real'
Fundada em 2020, a JetZero foi inicialmente recebida com grande ceticismo. A Força Aérea dos EUA deu um grande impulso ao projeto em agosto de 2023, selecionando a JetZero para um projeto de quatro anos, com investimento de US$ 235 milhões, para a construção de um protótipo.
Uma nova rodada de financiamento está planejada até o final deste ano, com uma possível abertura de capital até 2028, disse O'Leary, enquanto a empresa busca aproveitar o crescente interesse dos investidores em inovação aeroespacial, impulsionado pelo sucesso da SpaceX. A empresa de foguetes e inteligência artificial de Elon Musk realizou um IPO recorde no mês passado, que avaliou sua empresa em US$ 2 trilhões.
Posso usar celular no avião? O guia completo com as regras do que pode fazer
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| (Foto: depositphotos.com/kasto) |
Posso usar o celular durante o voo?
Por que preciso ativar o modo avião durante o voo?
O que posso fazer no celular com o modo avião ativado?
- Assistir filmes e séries baixados no Netflix, Amazon Prime ou Disney+
- Ouvir música baixada no Spotify, Apple Music ou YouTube Music
- Jogar games que não precisam de internet
- Ler e-books no Kindle ou outros aplicativos de leitura
- Ver fotos e vídeos salvos na galeria
- Escrever documentos no Word, Google Docs ou Notes
- Editar planilhas no Excel ou Google Sheets
- Trabalhar em apresentações no PowerPoint ou Google Slides
- Organizar e editar fotos
- Fazer anotações e listas de tarefas
Como funciona o Wi-Fi gratuito nos voos da Azul?
Posso fazer ligações durante o voo?
- Enviar mensagens de texto via Wi-Fi (WhatsApp, Telegram, SMS via internet)
- Usar redes sociais e aplicativos de mensagem
- Enviar e-mails
- Fazer videochamadas pelo Wi-Fi (quando disponível)
Que dispositivos eletrônicos posso usar além do celular?
- Tablets e iPads (no modo avião)
- Notebooks e laptops
- Câmeras fotográficas e filmadoras
- E-readers como Kindle
- Consoles portáteis como Nintendo Switch (sem conexão online)
- Fones de ouvido Bluetooth (após a decolagem)
- MacBook Pro 15″ fabricados entre setembro de 2015 e fevereiro de 2017 (a proibição foi suspensa em 2019, mas é recomendável checar com a Azul antes de viajar)
- Power banks até 27.000 mAh são permitidos na bagagem de mão (máximo 2 por passageiro)
- Drones (só desligados e na bagagem de mão)
Como economizar bateria durante voos longos?
- Carregue completamente todos os dispositivos
- Baixe conteúdo offline para evitar usar internet desnecessariamente
- Feche aplicativos que ficam rodando em segundo plano
- Diminua o brilho da tela para economizar energia
- Use o modo avião corretamente (desliga todas as conexões desnecessárias)
- Ative o modo economia de energia do seu aparelho
- Use fones com fio quando possível (Bluetooth gasta mais bateria)
- Evite jogos muito pesados que esquentam o dispositivo
O que acontece se eu não seguir as regras do modo avião?
- Advertência verbal da tripulação
- Registro no sistema da companhia aérea
- Em casos extremos de desobediência, acionamento de autoridades
Aconteceu em 4 de julho de 2002: Boeing 707 da Prestige Airlines atinge bairro na República Centro-Africana
Em 4 de julho de 2002, o Boeing 707-123B, prefixo 9XR-IS, operado pela Prestige Airlines e de propriedade da New Gomair (foto acima), realizava o voo internacional de passageiros e carga de cebolas e alhos do Aeroporto N'Djamena, no Chade para o Aeroporto Brazzaville-Maya Maya, na República Centro-Africana.
Aconteceu em 4 de julho de 2001: Queda do voo 352 da Vladivostok Air na Rússia deixa 145 mortos
- Ações de controle insuficientes por parte da tripulação, o que fez com que a aeronave entrasse em um ângulo de ataque supercrítico seguido por um estol e um giro;
- Violação de interações da tripulação em relação à separação de responsabilidades para pilotagem estabelecida pelo piloto em comando;
- Falta de controle adequado para manter os parâmetros de voo durante a aproximação, em referência ao manual de operações de voo TU-154;
- Interações fracas da tripulação.
Aconteceu em 4 de julho de 2000: Incidente com o voo 262 da Malev Hungarian Airlines - Pouso de Barriga
A aeronave normalmente utilizada neste serviço da Malév Hungarian Airlines era o Boeing 737-300. No entanto, no dia do incidente, a aeronave pretendida, a de matrícula HA-LES, teve um problema de motor e foi substituída pelo Tupolev Tu-154B-2, prefixo HA-LCR (foto acima), no último minuto. A bordo estavam 86 passageiros e oito tripulantes.
Os grandes casulos do trem de pouso característicos de Tupolev, nos quais as rodas são retraídas durante o voo, eram usados como trenós e protegiam o trem de pouso, a asa e os flaps.
A causa apontada para o incidente no Relatório Final foi que "Apesar das repetidas instruções da torre de controle, a tripulação não efetuou uma curva curta para o pouso, resultando em:
- Aeronave não alinhada com a pista a tempo (aproximação não estabilizada).
- A atenção da tripulação do cockpit foi exclusivamente dedicada à realização de manobras bruscas em baixa altitude, a fim de alinhar o avião com a pista.
- Falha ao abaixar o trem de pouso de acordo com os procedimentos aplicáveis para esta fase de voo.
- A aparente inativação do aviso sonoro quando o material rodante não foi acionado.
- Falta de Gerenciamento dos Recursos do Cockpit.
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| HA-LCR ao lado do quartel dos bombeiros do Aeroporto Internacional de Thessaloniki , em abril de 2018 |































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