Projeto inusitado está sendo construído no jardim de uma antiga base militar em Derbyshire e pode servir tanto como refúgio quanto como espaço de lazer temático.
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| Imagens do Dave Billings circulam nas redes sociais (Foto: Captura de tela/Instagram/@tornado__dave) |
O que você faria se pudesse transformar um avião em um bunker? A pergunta ganhou as redes sociais depois que um engenheiro britânico viralizou ao mostrar um projeto inusitado: converter a fuselagem de um jato comercial em um abrigo subterrâneo para emergências.
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Dave Billings, de 44 anos, está transformando a carcaça de um Boeing 737, avaliada em cerca de £4 mil, cerca de R$ 27,7 mil, m um bunker de aproximadamente 20 mil libras. A estrutura será enterrada no jardim de sua casa em Hilton, no condado de Derbyshire, na Inglaterra. A família vive em uma antiga base militar, onde o engenheiro já havia construído um primeiro abrigo subterrâneo em 2015.
Veja:
Segundo Billings, a ideia surgiu tanto por interesse pessoal quanto pela percepção de que o cenário internacional se tornou mais tenso. Ele afirma que, em caso de uma explosão a cerca de 16 quilômetros de distância, a estrutura poderia ajudar a proteger contra efeitos da radiação.
— É um bom lugar para estar se as coisas derem errado. Aconteça o que acontecer, o melhor é estar preparado — disse ele, ao comentar o projeto, segundo o The Sun.
Abrigo, sala de festas ou bar temático
Apesar da função de segurança, o engenheiro afirma que o espaço também pode ter um uso bem mais descontraído. O plano é conectar a fuselagem do avião ao bunker nuclear que já existe no terreno, criando um ambiente amplo e multifuncional.
— Se não for um abrigo antinuclear, pode virar um bar ou uma sala de festas com temática de bunker, equipada com tudo o que é necessário para que você não fique entediado lá embaixo — afirmou.
O interior ainda será decorado com ajuda especial do filho Oliver, de sete anos, que ficará responsável por escolher parte dos detalhes do espaço.
Billings diz que encara o projeto mais como um hobby do que como uma preparação para um cenário apocalíptico. Segundo ele, se estivesse realmente se preparando para o pior, aceleraria a construção.
— Faço essas coisas porque são legais. Gosto disso. Este projeto é interessante e também pode ser funcional — explicou.
Apesar do tom bem-humorado, o engenheiro afirma não acreditar que sua região seja alvo de ataques. Ainda assim, diz que prefere manter o plano pronto.
— Não acho que alguém vá bombardear os vales de Derbyshire — disse. — Mas, se a situação piorar, posso acelerar o processo.
Via O Globo
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