Criada no início da década de 50, a equipe de demonstração da Força Aérea Brasileira, voando os lendários aviões T-6, ganhou o carinho popular e o apelido de “Esquadrilha da Fumaça”, e em cerca de duas décadas, se consagrou como uma das melhores equipes deste tipo, no mundo todo – e ainda, consagrou um dos personagens mais carismáticos da aviação brasileira, o Coronel Braga, líder da esquadrilha por mais de uma década, e considerado o mais voado e um dos melhores pilotos de T-6 da História. Porém, quando houve, enfim, a retirada de serviço desta aeronave, sem haver uma que a pudesse substituir, a própria Esquadrilha da Fumaça teve de encerrar suas atividades, em 1977. Mas isso não seria por muito tempo, como se verá na Parte 2!
O renascimento da Esquadrilha da Fumaça, no início dos anos 80, só se tornou viável graças à consolidação da moderna indústria aeronáutica brasileira. Assim, com o aparecimento de uma nova aeronave de instrução avançada, moderna e de incrível capacidade acrobática, a Esquadrilha renasceu. E esta aeronave foi o Embraer T-27 Tucano, projetado e produzido no Brasil. Com ele, a Esquadrilha passou também a ser presente em eventos em terras distantes, como na Europa e na América do Norte, mostrando ao mundo não só a capacidade dos aviadores militares do país, mas também de sua indústria aeronáutica. E mantendo o legado do passado - despertando incontáveis vocações aeronáuticas por todo o Brasil! E tudo isso continua hoje, como mostramos nesta Parte 2, com a Esquadrilha voando o sucessor do T-27, o AT-29 Super Tucano, um modelo utilizado por diversas Forças Aéreas do mundo, incluindo as de países da OTAN!
Em ASAS E HISTÓRIAS, uma série televisiva produzida pela equipe da
Revista ASAS, e também aqui no YouTube!
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