quarta-feira, 18 de março de 2026

Vai viajar? Dicas para evitar gafes no banheiro em viagens internacionais! Entenda!

Descubra dicas essenciais para usar banheiros ao redor do mundo. Saiba como evitar situações nada agradáveis e se preparar para diferentes sistemas de limpeza.


Viajar para o exterior é uma experiência que todos gostariam de ter um dia, mas também pode apresentar desafios inesperados, especialmente em situações simples, como usar o banheiro. Para evitar momentos embaraçosos ou confusões, aqui está um guia prático sobre o que não fazer nos banheiros de diferentes países ao redor do mundo.

1. Não se esqueça do papel higiênico

Embora seja essencial em muitos países ocidentais, o papel higiênico não é amplamente utilizado em diversas regiões do mundo. Em países do Sudeste Asiático, Oriente Médio e partes da África, alternativas como bidês e chuveiros higiênicos são mais comuns para a higiene pessoal.

Para quem viaja e prefere manter o uso do papel, a melhor opção é levar lenços de papel descartáveis. Adaptar-se aos costumes locais pode tornar a experiência mais confortável e evitar imprevistos.

2. Não se esqueça do dinheiro para os banheiros públicos

Em algumas partes do mundo, como na Europa, é comum pagar para usar os banheiros públicos. Certifique-se de ter moedas à mão ou até mesmo cartões de débito/crédito para essa finalidade.

3. Viagem sem sufoco: a importância de saber pedir um banheiro

Quando a necessidade aperta, a última coisa que você quer é perder tempo tentando superar uma barreira linguística para encontrar um banheiro. Uma solução rápida pode ser entrar no primeiro café ou restaurante, mas ainda será necessário comunicar sua necessidade.

Por isso, uma das frases mais úteis para aprender em outro idioma, antes de viajar, é: “Onde fica o banheiro?”. Memorizar essa simples pergunta pode evitar momentos constrangedores e garantir uma experiência mais tranquila em qualquer destino.

4. Não fique perdido na hora de dar descarga

Em algumas regiões da Europa, você pode se deparar com vasos sanitários que não possuem alça, mas sim um cordão para dar descarga. Familiarize-se com os diferentes sistemas antes de se encontrar em uma situação complicada.

5. Não mexa nos botões de um banheiro japonês sem saber o que faz


No Japão, os banheiros frequentemente possuem tecnologias avançadas, incluindo lavadoras, secadoras e até música ambiente. Pressionar o botão errado pode resultar em uma experiência desconcertante, então tenha cuidado!

6. Não se esqueça de dar gorjeta ao atendente do banheiro

Em alguns países europeus, funcionários mantêm os banheiros públicos limpos e podem receber gorjetas pelos serviços prestados. Se você utilizar um desses banheiros, considere deixar uma pequena gratificação.

7. Não fique chocado com a plataforma nos banheiros europeus

Ao viajar para países como Alemanha, Holanda, Áustria e Hungria, você pode se surpreender com um tipo incomum de vaso sanitário: o modelo com plataforma plana. Diferente dos tradicionais, ele não tem um vaso com água, mas sim uma superfície plana onde os resíduos ficam antes de serem levados pelo fluxo de descarga.

8. Não faça barulho nos banheiros suíços durante o horário de silêncio

Na Suíça, respeitar o horário de silêncio é fundamental, e isso inclui evitar atividades barulhentas no banheiro entre as 22h e as 7h. Seja um vizinho cortês e evite perturbar a paz da comunidade.

9. Não se esqueça de dar descarga em Singapura

Deixar o vaso sanitário sem descarga em Cingapura pode resultar em uma multa considerável, então certifique-se de fazer sua parte para manter a higiene pública.

10. Não espere os mesmos produtos de higiene em todos os lugares

Absorventes internos, por exemplo, podem não ser tão comuns em alguns países como são em outros. Esteja preparado para encontrar marcas e tipos diferentes dos que está acostumado.

11. Não jogue papel higiênico no vaso em certos países

Em locais com sistemas de esgoto frágeis, como Grécia, Egito, China e Brasil, o papel higiênico pode entupir os canos. Certifique-se de descartá-lo corretamente, conforme as instruções locais.

12. Não se sente nos banheiros asiáticos sem se preparar

Se você está planejando uma viagem para a Ásia, é importante saber que os banheiros de cócoras são comuns em muitos países da região. Diferente dos vasos sanitários ocidentais, eles são instalados próximos ao chão e projetados para serem usados em posição de agachamento, em vez de sentados.

Para quem não está acostumado, a experiência pode parecer desafiadora no início, mas esses banheiros são amplamente utilizados por razões culturais e higiênicas. Ao viajar, vale a pena estar preparado para essa diferença e, se necessário, levar lenços de papel ou papel higiênico, já que nem sempre estão disponíveis nos banheiros públicos.

13. Não misture os chinelos nos banheiros japoneses

A etiqueta japonesa pede que você use chinelos específicos para o banheiro, separados dos chinelos de uso doméstico. Respeitar essa regra é essencial para manter a limpeza e a ordem.

Via Maurício Reis (Rotas de Viagem)

Vídeo: Teste de impacto a bordo com um Fokker F-28

A NASA lançou um Fokker F-28 com vinte e quatro manequins de teste de impacto a bordo. O objetivo era reunir dados sobre lesões de passageiros e melhorias potenciais para a segurança em acidentes de aeronaves.

Pilotos de avião do PCC a serviço do tráfico ganham R$ 750 mil por viagem, aponta investigação

De fabricação francesa e capaz de cruzar o Atlântico, a aeronave comandada pelos pilotos 'transportava grandes cargas de entorpecentes' para abastecer o mercado paulista (Foto: Reprodução)
Citados como ‘braço direito’ de João Carlos Camisa Nova Júnior, o ‘Don Corleone’ do PCC, o comandante Thiago Almeida Denz e o copiloto Renan Machado Melo eram expediente recorrente nas agendas do tráfico, atuando em rotas nacionais e internacionais com um jato francês para transportar os tijolos de cocaína do crime organizado; ambos foram denunciados por associação ao tráfico pelo Ministério Público de São Paulo; Estadão busca contato com as defesas.

Voar 4.000 km entre Boa Vista (RR) e Campinas, no interior paulista, ou mesmo de Sorocaba até as Ilhas Canárias, na Espanha, cruzando o Atlântico, não era um problema para o comandante Thiago Almeida Denz e o copiloto Renan Machado Melo, denunciados pelo Ministério Público de São Paulo por integrar o núcleo de execução aérea do Primeiro Comando da Capital (PCC) e realizar voos com compartimentos lotados de tijolos de cocaína. A remuneração, segundo a investigação, compensava o risco. Cada piloto recebia cerca de R$ 750 mil por operação doméstica e, no tráfico internacional, US$ 800 por “peça” de entorpecente embarcada.

A ficha de 'Don Corleone' na Penitenciária de Florínea, no interior de São Paulo,
onde está custodiado (Imagem: Reprodução / Estadão)
Thiago e Renan estão entre os dez acusados pela Promotoria por tráfico de drogas e associação para o tráfico por depositar e transportar 510 tijolos de cocaína (509,9 kg) e três porções de maconha prensada (2,4 kg) entre a capital roraimense e o interior de São Paulo.

A reportagem busca contato com a defesa dos pilotos. O espaço está aberto.

O serviço logístico e financeiro dos voos operados por Thiago Almeida e Renan Melo ficava a cargo de João Carlos Camisa Nova Júnior, o “Don Corleone”, e André Roberto da Silva, o “Urso”.

Camisa Nova é apontado como articulador e financiador do núcleo aéreo da organização. Proprietário da JRCN Táxi Aéreo, foi responsável por fretar a aeronave utilizada no transporte de drogas entre Roraima e Campinas e confirmou que o voo foi organizado a seu pedido, indicando que os pilotos tinham conhecimento da carga ilícita.

Já André Roberto da Silva é descrito pela Promotoria como responsável pelo apoio logístico e operacional. Titular da CIP Group, foi identificado como passageiro do voo que transportou os entorpecentes entre Roraima e Campinas. Em depoimento, afirmou que Camisa Nova lhe propôs utilizar a estrutura empresarial da JRCN Táxi Aéreo para o envio de drogas e confirmou ter viajado na aeronave ao lado dos pilotos e do próprio “Don Corleone”.

“Tanto João Carlos Camisa Nova Júnior quanto André Roberto da Silva são categóricos em apontar que Thiago tinha pleno conhecimento da existência de entorpecentes a bordo, tendo sido contratado diretamente para essa finalidade e recebendo remuneração de cerca de R$ 750.000,00 por operação”, sustenta a denúncia, subscrita pelos promotores Renata Rojo Rodrigues, João Augusto de Sanctis Garcia e Fabíola Aparecida Cezarini.

Eles integram a Promotoria Especializada em Organização Criminosa e Lavagem de Bens e Valores da Capital.

‘Carregada até o último buraco’, rumo à Europa


O avião Dassault Falcon 50 apreendido pelos federais em São Roque (Foto: Polícia Federal)
Além da investigação que apura o tráfico interestadual, Thiago Almeida e Renan Melo também são suspeitos no âmbito da Operação Mafiusi, que investiga a associação de empresários brasileiros com integrantes da máfia italiana ’Ndrangheta, voltada ao tráfico internacional de entorpecentes e à lavagem de dinheiro, com envio de cocaína para o continente europeu.

Deflagrada pela Polícia Federal, a Mafiusi revelou que, em julho de 2020, os pilotos Thiago Almeida e Renan Melo realizaram voo de Sorocaba (SP) até as Ilhas Canárias e, em seguida, à Bélgica, com compartimentos lotados de cocaína.

Segundo investigadores, o copiloto Renan relatou, por meio da plataforma criptografada SkyECC, que a aeronave estava “carregada até o último buraco” e sem fiscalização.

“Thiago e Renan são pilotos profissionais remunerados para transporte interestadual e internacional de entorpecentes, com conhecimento pleno da carga, participação em adaptações da aeronave e gestão de despesas operacionais”, aponta a Promotoria paulista na denúncia.

Dassalt Falcon 50, o jato do PCC


Dados extraídos dos celulares apreendidos permitiram identificar o uso de uma aeronave de prefixo PR-WYW, modelo Dassault Falcon 50, no transporte interestadual da droga, em voos com origem em Roraima e destino ao Aeroclube Campos dos Amarais, em Campinas (Foto: Reprodução)
De fabricação francesa e capaz de cruzar o Atlântico, a aeronave comandada pelos pilotos “transportava grandes cargas de entorpecentes” para abastecer o mercado paulista, segundo a investigação.

A aeronave, segundo o MP, foi adquirida pela empresa Jet Class Aviation S.A., de propriedade dos denunciados Marco Antonio Bruno da Silva e Guilherme de Almeida Piscelli, por meio de contrato de compra e venda com garantia firmado em 6 de maio de 2020.

A companhia, por sua vez, locou o avião à JRCN Táxi Aéreo, pertencente a João Carlos Camisa Nova Júnior, o “Don Corleone”, apontado como articulador e financiador de todo o núcleo aéreo do esquema.

Segundo a Promotoria, “a sofisticação do esquema aéreo” fica evidente no fato de que a aeronave “foi submetida a adaptações estruturais, com a instalação de compartimentos ocultos, denominados ‘mocós’”.

De acordo com o Ministério Público, no hangar do Aeroclube Campos dos Amarais, em Campinas (SP), utilizado como ponto de pouso e desembarque, foi instalada uma proteção visual preta no alambrado lateral, inexistente em outros hangares, com o objetivo de ocultar a movimentação da logística criminosa.

Os investigadores apontam que os pilotos condicionavam a realização dos voos clandestinos à presença obrigatória de passageiros a bordo, especialmente ‘Don Corleone’ e ‘Urso’, como estratégia para evitar suspeitas em eventuais fiscalizações aeronáuticas, conclui a investigação.

Via Blog do Fausto Macedo (Estadão)

terça-feira, 17 de março de 2026

Os cemitérios de aeronaves mais bizarros do mundo

Southern California Logistics Airport (uma antiga base da Força Aérea), em Victorville, Califórnia.

(via Bobak Ha'Eri , Marks Flickr Page e Mike Fiala/Getty Images)

AMARC (Centro de Manutenção e Regeneração Aeroespacial), na Base Aérea Davis-Monthan, próximo a Tucson, Arizona


Mais de 4.000 aviões militares estão na base.

(via Google Maps, Wikimedia Commons / RevolverOcelot , aviador sênior Alan R. Wycheck , US Navy , planes.cz e Popular Science )

Pátio de uma fábrica de alumínio alemã, em Grevenbrioch, onde vários aviões alemães caíram em 1945

(por Fred Ramage / Keystone / Getty Images)

O maior cemitério de jatos comerciais de passageiros nos Estados Unidos, Mojave Air & Space Port, Califórnia, 2001

(via D. Coleman 1 - 2 , Flickr / David Vienna , Google Maps , Lost America.com/Troy Paiva e Mike Fiala / Stringer)

Aeroporto Internacional Murtala Muhammed, Lagos, Nigéria

Oficiais da aviação nigeriana começaram a tentar desmontar e remover os cascos de aviões abandonados de aeroportos em todo o país no final de janeiro. As autoridades dizem que há pelo menos 65 deles, com pelo menos 13 no aeroporto internacional de Lagos.

(via Jon Gambrell e Sunday Alamba / Associated Press)

Pinal Airpark, Marana, Arizona

(via John Creasey / Flickr e Google Maps)

Aeroporto Phoenix Goodyear, Goodyear, Arizona

(via Flickr / ZeTexYann , The Hungarian Girl e The Center for Land Use Interpretation)

Roswell International Air Center, Roswell, Novo México

(via Savvas Garozis / Flickr e Google Maps)

Armazém de aviação, El Mirage Dry Lake, EUA

(via Todd Lappin / Flickr e Lost America.com/Troy Paiva)

Aeródromo Central, Moscou, Rússia

(via EnglishRussia)

Um aeródromo abandonado na Ucrânia

(via russos)

Cemitério de aeronaves abandonadas na zona de Chernobyl, Ucrânia



Edição de texto e imagens por Jorge Tadeu (Site Desastres Aéreos)