terça-feira, 25 de maio de 2010

Embraer: inovação é chave para crescimento da indústria

O presidente da Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer), Frederico Fleury Curado, disse hoje (25) que a inovação é a chave para acabar com o baixo desempenho da indústria de transformação.

Segundo ele, no ano passado o setor registrou deficit de US$ 8,5 bilhões na balança comercial de produtos acabados. A indústria registra superávit no comércio de baixa e média tecnologias, mas é deficitária em alto grau em produtos de alta tecnologia na indústria de transformação.

Curado vê tendência de lenta recuperação do comércio internacional, desequilíbrio macroeconômico a nível mundial e aumento do protecionismo. Por isso, ele acredita que o Brasil tem que se preparar para concorrer de forma mais acirrada, com a internacionalização das empresas.

O presidente da Embraer defendeu a elevação da Câmara de Comércio Exterior (Camex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior, "ao nível da Presidência da República", o daria ao órgão mais força para organizar a exportação do país.

Ele criticou o fato de o país "exportar tributos", o que precisa ser superado pelo próximo governo. Fleury Curado falou na Confederação Nacional da Indústria (CNI), em debate com os principais candidatos à Presidência da República.

O empresário defendeu que a inovação seja o tema central dos debates sobre competitividade. Ele disse que apenas 0,16% do Produto Interno Bruto (PIB) está associado a investimentos para inovação, o que coloca o Brasil muito abaixo dos países líderes em inovação.

Fonte: Lourenço Canuto (Agência Brasil) via Portal Exame

Governo do Tocantins apresenta proposta de implantação de base aérea no estado

O governador Carlos Henrique Gaguim realizou, na tarde desta terça-feira, 25, em Brasília, visita de cortesia e boas-vindas ao novo comandante do VI Comar da Aeronáutica, brigadeiro Sérgio Mingorance. A reforma dos aeroportos do Tocantins foi um dos assuntos abordados.

As características do Estado para o transporte aéreo regional e nacional, a localização estratégica do Tocantins, bem como a integração com outros modais de transporte foram apresentadas ao brigadeiro pelo governador. “Gostaríamos inclusive de implantar uma base aérea”, disse Carlos Henrique Gaguim, ao detalhar o projeto de consolidação de logística e desenvolvimento do Estado.

O comandante foi receptivo à ideia e disse que Palmas poderá ser uma das opções. “Dentro da estratégia da FAB, queremos reduzir a utilização do espaço aéreo do Rio de Janeiro, transferindo para o interior do país”, justificou o brigadeiro.

A reforma e ampliação dos aeroportos, inclusas na primeira fase do Programa Plano de Investimentos de 2010, do PROFAA – Programa Federal de Auxílio a Aeroportos, também foram debatidas no encontro. O convênio, referente à ampliação e reforma dos aeroportos, está em andamento.

O subsecretário de Representação, Evandro Campelo, o coordenador técnico, Paulo Martorelli, acompanharam a reunião.

Fonte: O Girassol

Cabo Verde pondera acordo aéreo com a UE

O governo de Cabo Verde deverá, em breve, assinar um "acordo aéreo horizontal" com a União Europeia (UE), primeiro passo de um processo que levará a uma política de "céus abertos" à navegação aérea com os "27".

A iniciativa foi anunciada segunda- feira no Parlamento pelo ministro de Estado e das Infra-estruturas, Transportes e Telecomunicações de Cabo Verde, Manuel Inocêncio de Sousa, ao ser interpelado sobre a política de transporte e circulação de pessoas e bens.

Inocêncio de Sousa, que não adiantou mais informações sobre o acordo, sublinhou que o Estado, através da assinatura de quatro "pacotes", abriu o espaço aéreo cabo-verdiano às companhias dos principais países europeus precursores do turismo para o arquipélago.

"De uma situação em que as ligações aéreas intercontinentais de Cabo Verde eram garantidas só a partir da ilha do Sal, exclusivamente por duas companhias aéreas, para três ou quatro capitais europeias, temos hoje cerca de 20 companhias a ligar quatro aeroportos do arquipélago", disse o ministro, acrescentando que os resultados da política em discussão "são inquestionáveis".

No entender de Inocêncio de Sousa, citado pela agência cabo-verdiana Inforpress, as melhorias são conhecidas também a nível dos transportes aéreos domésticos.

Nesse sentido, lembrou que a frota doméstica dos Transportes Aéreos de Cabo Verde (TACV) foi renovada, tendo aumentando a sua capacidade de 144 para 184 lugares, e a entrada no mercado local de uma nova companhia, a Halcyonair.

Quanto ao processo de privatização da transportadora aérea de bandeira, a TACV, Inocêncio de Sousa sublinhou que a crise da aviação civil internacional e as dificuldades internas da própria companhia não permitiram ao governo conclui-lo, pelo que, disse, continua- se à procura de parceiros interessados.

Fonte: Agência Lusa/Diário Digital - Mapa: enciclopedia.com.pt

TAM vê possibilidade de expansão no acordo entre Brasil e Europa

O presidente da TAM Linhas Aéreas, Líbano Barroso, acredita que o Brasil precisa se abrir cada vez mais para o tráfego internacional de passageiros. Diante do acordo assinado nesta terça-feira entre o Brasil e a União Europeia - que prevê a designação de companhias aéreas dos países membros como europeias e não pelo país de origem -, a TAM estuda inclusive atuar em trechos dentro da Europa, ao invés de fazer apenas a conexão direta com o continente.

Com o acordo firmado entre o Brasil e o continente europeu, a expectativa é de que haja aumento no número de voos internacionais, já que uma companhia alemã, por exemplo, poderá solicitar o trecho a partir de qualquer outro país da Europa para o Brasil. Da mesma forma, uma empresa brasileira poderá realizar voos dentro da Europa.

De acordo com Barroso, "onde houver oportunidades de negócios, a TAM poderá entrar", contanto que não se trate de uma área coberta por um parceiro da Star Alliance.

"Na verdade, é muito mais eficiente nós usarmos um parceiro do que ter que colocar uma nova base, uma nova equipe", lembrou, frisando a entrada apenas em mercados ainda não atendidos.

As companhias brasileiras representam apenas 36% de todo o tráfego diário internacional no país, sendo que o resto é feito por companhias internacionais.

O presidente da TAM acredita que, apesar de o acordo com a Europa significar maior concorrência, ele abre também uma situação favorável para a companhia. "Nós podemos até expandir nosso mercado na Europa".

A TAM voa para Paris três vezes ao dia. Voa também para Frankfurt, Madri, Milão e Londres uma vez ao dia. A partir de agosto, vai colocar mais dois voos, ambos a partir do Rio de Janeiro, sendo um para Frankfurt e outro para Londres.

Ainda nos planos internacionais da empresa, a TAM poderá passar a realizar voos diretamente para a Bogotá, na Colômbia. O pleito já foi realizado, mas ainda não está confirmado.

Na América Latina, a TAM pretende ampliar também a atuação para a Argentina, cuja capacidade já está totalmente atingida. "Se a Argentina ampliar o tráfego bilateral, nós vamos querer mais voos", admitiu Barroso.

Fonte: Juliana Ennes (Valor Online) via O Globo

Governo argentino veta aumento de voos partindo do Brasil

O aumento do número de brasileiros que viajam para a Argentina já provoca gargalos nas companhias aéreas, que desejam ampliar as frequências para o país vizinho. O governo argentino, no entanto, vem se recusando a ceder aos pedidos da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), disse nesta terça-feira a diretora-presidente do órgão, Solange Vieira. Ela disse que as saídas para o mercado argentino, que representam 16% dos voos internacionais, tem forte potencial de crescimento no curto prazo.

Atualmente, são 133 frequências semanais para a Argentina. A Anac já solicitou mais 30 ao governo de Cristina Kirchner, que, no entanto, mostra-se reticente, temendo prejudicar as companhias locais.

"As empresas estão no limite de frequências para a Argentina, e a demanda continua crescendo. Espero que o governo de lá pense a respeito disso, porque eles estão perdendo ao segurar o aumento de voos vindo do Brasil", disse a diretora da Anac, ao participar de conferência de aviação civil entre Brasil e União Europeia, no Rio.

Os voos internacionais para os Estados Unidos representam 23% do total que sai do Brasil, seguido pela Argentina (16%) e Portugal (10%). Somente com o incremento de 10% nas frequências, a proporção para a Argentina pode subir para 18%.

Dados da Anac relativos ao ano passado indicam que foram transportados, ao todo, 128 milhões de passageiros, dos quais apenas 12 milhões relacionados a voos internacionais.

"O mercado internacional no Brasil ainda não é nada, há muito potencial para crescer", observou Vieira.

Ela comentou também que a Anac trabalha para diversificar os pontos de partida para o exterior. O objetivo é tirar o peso de Rio e São Paulo, e ampliar a presença de cidades do Nordeste, principalmente. Em 2008, 80% dos voos internacionais partiam do Rio ou de São Paulo.

Fonte: Cirilo Junior (Folha Online)

Anac aprova voos da Avianca Brasil para Exterior

O empresário German Efromovich, controlador da Avianca na Colômbia e no Brasil, entre outras aéreas, está muito feliz. “A Anac aprovou nossa solicitação, e a Avianca vai voar para a Colômbia”, disse Efromovich ao Portal Panrotas durante a Cúpula União Europeia – América Latina da Aviação Civil, que prossegue até amanhã (quarta, dia 26) no Rio de Janeiro. O executivo afirmou que os voos devem começar em julho.

A portaria da Anac foi publicada ontem no Diário Oficial da União, à página 8. Segundo a agência, foi autorizado sete frequências por semana de serviços regulares mistos entre os dois países.

Até então a Gol, por meio da marca Varig, e a Avianca colombiana operam rotas entre as duas nações.

Fonte: Portal Panrotas

Infraero: obras em aeroportos da Copa custarão R$ 5,4 bi

As melhorias previstas nos 16 aeroportos brasileiros vinculados às 12 cidades que vão sediar a Copa do Mundo vão absorver investimentos de R$ 5,4 bilhões até 2014, incluindo obras de infraestrutura e instalações de módulos temporários para aumentar a capacidade de trânsito de passageiros. O diretor de engenharia da Infraero, Jaime Parreira, disse hoje que, do total de investimentos previstos, 61% serão realizados pela própria empresa e 39% pela União, com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Parreira explicou que os módulos que serão construídos em aeroportos, como o de Guarulhos, consistem em estruturas pré-fabricadas nos moldes da instalada no aeroporto de Florianópolis (SC). A vantagem desse tipo de construção, segundo ele, é a rapidez do empreendimento e o preço mais baixo. A estimativa é de que esse tipo de módulo, que pode consistir apenas em sala de espera de passageiros, mas também em terminais com check in, café e restaurantes, tenha custo de R$ 2,5 mil por metro quadrado. Por outro lado, uma infraestrutura definitiva tem custo de R$ 6 mil a R$ 7 mil por metro quadrado.

No que diz respeito especificamente a Guarulhos, Parreira disse que 50% das obras definitivas do Terminal 3 deverão ser entregues até 2013 e, até 2014, serão concluídos três módulos no local, que ampliarão a capacidade em 6,5 milhões de passageiros ao ano. Esses módulos terão investimentos totais de R$ 68 milhões. A durabilidade dessas estruturas é de 10 a 15 anos e, de acordo com o executivo, elas podem ser deslocadas para outros aeroportos, se necessário.

Segundo ele, as construções das obras definitivas e dos módulos nos aeroportos das cidades-sede da Copa visam não apenas a realização do evento esportivo, mas também o crescente aumento da demanda no setor aéreo. Parreira participou hoje da Cúpula União Europeia-América Latina de Aviação Civil, no Rio.

Parceiras

O presidente da TAM Linhas Aéreas, Líbano Barroso, disse que a empresa tem interesse em participar de parcerias público-privadas (PPP) para a realização de obras em aeroportos brasileiros. Segundo ele, "a orientação do grupo é que se houver oportunidade de parcerias desse tipo em aeroportos é de nosso interesse, para passageiros e carga", disse em entrevista, após participar da Cúpula União Europeia-América Latina de Aviação Civil.

Ele citou os Estados Unidos como exemplo de sucesso nesse tipo de parceria. Sobre os acordos no setor aéreo entre Brasil e União Europeia, anunciados hoje pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, Barroso disse não conhecer detalhes. Mas ele não acredita em um acirramento da competição para a empresa. "A competição já existe, não temos proteção ou subsídio, nosso negócio já é competir", afirmou.

Fonte: Jacqueline Farid (Agência Estado)

Gol parcela bilhetes para feriados no Hipercard

A Gol e a Hipercard anunciaram uma parceria, pela qual os clientes da companhia que comprarem bilhetes com o cartão, até 31 de maio, terão a facilidade de dividir o valor da passagem em até dez vezes sem juros.

O objetivo da parceria é facilitar as compras para o Dia dos Namorados, feriados e férias de julho. No entanto, a validade da promoção independe da data de embarque e trecho escolhido.

Para participar, o cliente deve efetuar a operação pelo site da Gol, com uma parcela mínima de R$ 45,00.

Fonte: Portal Panrotas

Ibéria defende marco regulatório internacional para setor aéreo

As barreiras para a entrada de empresas estrangeiras no controle de companhias aéreas foram consideradas o maior entrave para a consolidação do mercado brasileiro e da América Latina como um todo.

O presidente da Ibéria Líneas Aéreas, da Espanha, António Vasquez, acredita que, para a criação de companhias globais de aviação, seria necessário ter marcos regulatórios multinacionais.

"O que não existe hoje é a facilidade regulatória para fazer empresas transoceânicas", disse. Ele acredita ser necessário derrubar barreiras ao capital, à criação de rotas e às operações entre os países. Somente dessa forma, acrescenta Vasquez, será possível criar, de fato, um mercado globalizado para a aviação.

"A indústria de linhas aéreas é veículo de globalização, mas é uma das indústrias que está menos globalizada, devido às barreiras que originam, do ponto de vista da indústria, uma grande fragmentação regulatória", disse.

Diante da fragmentação corporativa ainda existente no setor, Vasquez acredita haver espaço para novas fusões e aquisições. A América Latina teria espaço para crescimento orgânico, com o aumento de frequências e de rotas, além da possibilidade de crescimento não orgânico, com união de companhias já estabelecidas.

Perguntado sobre os projetos da Ibéria em relação a possíveis aquisições, o presidente afirmou ter a necessidade de estar "sempre aberto" para isso, mas alertou ser necessário, primeiro, ter que mudar o marco regulatório. "Senão, vai ser impossível", disse.

Fonte: Juliana Ennes (Valor Online) via O Globo

Companhia aérea indeniza cliente vítima de trombose por falta de espaço em voo

"SÍNDROME DA CLASSE ECONÔMICA"

A 10ª Vara Cível do Rio de Janeiro condenou a KLM Companhia Holandesa de Aviação a pagar R$ 40 mil por danos morais ao empresário Gilberto Silveira Batista, de 54 anos, vítima trombose venosa profunda, conhecida como “síndrome da classe econômica”, uma doença que atinge pessoas que têm a mobilidade limitada durante longo percurso de viagem aérea.

De acordo com a decisão, a empresa ainda terá que devolver ao empresário os valores gastos com tratamentos médicos e hospitalares, aluguéis de instrumentos hospitalares e medicamentos, com correção monetária.

Segundo a juíza Marisa Simões Mattos, houve falha na prestação do serviço no tocante à segurança, uma vez que a companhia aérea não informou ao passageiro os riscos que as longas viagens aéreas acarretam, com as poltronas extremamente apertadas, a falta de movimentação por mais de quatro horas e a baixa umidade dentro da aeronave.

A magistrada alegou que estudos médicos alertam para “o malefício patológico que as condições das aeronaves modernas provocam, em caso de longas viagens; a busca pelo maior lucro faz com que as companhias aéreas diminuam cada vez mais o espaço frontal de suas poltronas, obrigando seus passageiros a ficarem em uma única posição, com as pernas em quase 90º, por muitas horas seguidas”.

“Essa situação, aliada ao ar extremamente seco no interior do avião (a umidade pode chegar a 2%), e à pouca ingestão de líquidos durante a viagem, constituem condições extremamente favoráveis à formação de coágulo e trombose venosa profunda”, afirmou a juíza.

Ela disse ainda que o princípio da boa-fé objetiva, previsto nas relações de consumo, impõe deveres de lealdade e de informação máxima sobre os riscos que o objeto contratual pode acarretar. “No serviço de transporte aéreo não é diferente”, observou Marisa.

“A fim de evitar o avanço dessa nova síndrome em todo o mundo, bastaria que as companhias aéreas aumentassem o espaço entre os assentos e avisassem a seus passageiros, nas viagens muito longas, para movimentarem suas pernas e ingerirem líquidos, pelo menos a cada uma hora”, ressaltou a magistrada.

Histórico

A ação de indenização foi ajuizada em abril de 2004. A viagem, no entanto, ocorreu entre 30 de maio e 8 de junho de 1999. Gilberto Silveira embarcou primeiramente em um voo no Rio com destino a Amsterdã. No dia seguinte, 31 de maio, partiu para Jacarta, depois para Singapura e, por último, para Bali, onde foi a trabalho. No dia 7 de junho de 1999 ele deu início à viagem de volta, refazendo todo percurso.

Morador da Tijuca, Zona Norte do Rio, e pai de dois filhos, o empresário diz no processo que, em virtude da obstrução da sua capacidade de locomoção, deixou de praticar esportes porque não podia firmar a perna no chão e fez uso de cadeiras de rodas.

Fonte: Última Instância (com informações da assessoria de imprensa do TJ-RJ)

Crise na Europa pode acelerar privatização de aeroportos no continente

A crise europeia deverá acelerar o processo de privatização dos aeroportos, de acordo com o diretor-geral do Conselho Europeu de Aeroportos, Oliver Jankovec. Ele considerou a estrutura empresarial essencial para atender à demanda por infraestrutura.

"Os governos não querem mais investir em infraestrutura. Os aeroportos vão ter que fazer isso sozinhos", acredita.

Ele defendeu também a liberalização total em termos de rotas e de capacidade para que as companhias aéreas tenham acesso a novos mercados. A livre escolha fomentaria a criação de novas rotas e aumentaria a concorrência entre as companhias.

"A aviação vai crescer. Ainda há muita procura e, para transformar isso em novos voos, precisamos de liberalização", disse Jankovec.

E não é só a Europa que defende a abertura dos mercados. O diretor-executivo da Associação Latino-Americana de Transportes Aéreos (ALTA), Alex de Gunten, acredita que, para o crescimento do mercado aéreo, é preciso eliminar as barreiras ao crescimento, com maior flexibilidade e igualdade de condições entre os players.

Ele considera também a tributação um grande entrave ao crescimento. No Brasil, por exemplo, o preço do combustível de aviação é cerca de 50% mais caro, sendo que 80% do que é consumido no país é produzido internamente. "Isso faz com que se perca competitividade", disse.

Fonte: Juliana Ennes (Valor Online) via O Globo

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Jorge Tadeu

Turbulência em voo da United deixa seis feridos

Seis pessoas foram levadas ao hospital depois que um avião da United Airlines sofreu forte turbulência sobre o Oceano Atlântico e foi forçado a fazer um pouso de emergência nesta terça-feira (25) em Montreal, no Canadá.

O voo UA-935 decolou às 05h05 (hora local) do Terminal 1 do Aeroporto de Heathrow, em Londres, Inglaterra, e foi apanhado pela turbulência quando sobrevoava o mar na região de Labrador.

O Boeing 777-222/ER, prefixo N794UA, que dirigia-se para Los Angeles, na Califórnia, nos EUA, com 196 passageiros e 15 tripulantes, foi desviado inicialmente para o Aeroporto Internacional O'Hare, em Chicago, Illinois, mas, em seguidam, optou pelo Aeroporto Internacional Trudeau, em Montreal, por estar mais próximo e em razão dos passageiros feridos a bordo.

Duas horas e dez minutos após ter sofrido com a turbulência, o voo 935 aterrissou em segurança às 12h10 (hora local).

Imagem do satélite meteorológico GOES-E

As autoridades disseram que cinco ambulâncias foram enviadas para o aeroporto e os feridos receberam tratamento ainda a bordo da aeronave.

Uma aeromoça fraturou um braço e um passageiro foi tratado de uma lesão no tornozelo, disse um dos funcionários da ambulância. outra passageira, uma mulher grávida, sofria de dores abdominais. A extensão das outras lesões não são conhecidas.

A companhia aérea disse que um outro voo estaria disponível mais tarde, para pegar os passageiros e levá-los para Los Angeles.

Fontes: CBC News / Aviation Herald - Gráfico: AVH/NASA - Foto: CBC

Acidente com avião de treinamento na Turquia

Um avião de treinamento da da Marinha da Turquia caiu nesta terça-feira (25) em Istambul, na Turquia, durante um voo de treinamento.

O avião Cessna T-41D Mescalero (Ce.R172), prefixo 10113, da Turkish Air Force Hava Harp Okulu Wing Serçe Kol Sq., caiu no meio de uma praça, mas, surpreendentemente, os dois tripulantes a bordo sobreviveram e nenhum ferimento ocorreu em solo.

Caminhões de bombeiros correram para a área que foi pulverizada com uma espuma especial para evitar a propagação do incêndio causado pelo derramamento do combustível da aeronave.

Fontes: defencenet.gr / ASN - Foto: defencenet.gr

Avião bate em teto de prédio no Canadá e explode matando duas pessoas

Um pequeno avião explodiu nesta nesta terça-feira (25) ao bater contra o teto de um prédio do escritórios - de dois andares - em Markhan, em frente ao Aeroporto Buttonville, em Toronto, no Canadá.

Os dois ocupantes da aeronave morreram. A Polícia de Toronto ainda não disse quais são as possíveis causas.

Quando as equipes de resgate chegaram ao local do acidente, a fuselagem do avião ainda estava em chamas. "Soou como uma bomba caindo", disse ao jornal canadense Carmelina Compepiello, que trabalha perto do prédio.

Os bombeiros conseguiram controlar o incêndio logo depois de chegar ao local do acidente. O prédio foi completamente evacuado.

Algumas fontes informam que a aeronave era um Cessna, outras, um Cirrus.



Fontes: EFE via Terra - Fotos: AP

Lufthansa é eleita melhor empresa aérea da Europa

Nos últimos meses, 18 milhões de passageiros de mais de 100 países participaram da maior pesquisa de opinião de passageiros do mundo sobre tráfego aéreo e elegeram a Lufthansa a melhor empresa aérea da Europa. A empresa foi agraciada com o World Airline Award em Hamburgo, na Alemanha, na respectiva categoria.

No ranking das empresas aéreas em rotas transatlânticas, a Lufthansa obteve um excelente terceiro lugar. Os passageiros deram especial importância ao quesito serviço. Na categoria especial First Class Lounge, a Lufthansa também foi indicada para o World Airline Award, o que a coloca entre as seis melhores empresas aéreas do mundo.

A pesquisa foi realizada pelo instituto de pesquisas de opinião especializado em tráfego aéreo Skytrex. O estudo pesquisou mais de 35 diferentes aspectos de satisfação dos clientes por empresa aérea, analisando tanto o produto a bordo quanto os serviços oferecidos pelas empresas aéreas nos aeroportos. A Skytrex realiza este estudo independente anualmente desde 1999.

Fontes: Brasilturis

Líbia e Burundi assinam acordo de cooperação aérea

A Líbia e o Burundi assinaram segunda-feira em Tripoli um acordo de cooperação no domínio do transporte aéreo que estipula a organização de voos aéreos regulares entre Tripoli e Bujumbura pelas companhias aéreas dos dois países.

O secretário do Comité Popular Geral líbio dos Assuntos Sociais, Ibrahim Cherif, e o ministro burundês dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Augustine Nzanzie, assinaram igualmente a ata da 13ª sessão da Comissão Mista dos dois países que encerrou os seus trabalhos segunda-feira na capital líbia.

Este documento abrange a promoção da cooperação entre os dois países nos domínios do investimento, do comércio, da energia, do ensino, do transporte e das comunicações.

Os trabalhos da 13ª sessão desta comissão mista decorreram segunda-feira sob a co-presidência de Cherif e de Nzanzie.

Eles abrangeram vários dossiês relativos à consolidação da cooperação entre os dois países em diversos domínios e permitiram examinar a acta da 12ª sessão da comissão mista.

Fonte: Panapress - Mapas: seed.pr.gov.br

Ciência pesquisa nave para ir às estrelas

As naves para chegar lá são apenas teóricas — mas por que não sonhar?

“O espaço é grande”, escreveu Douglas Adams em seu livro O Guia do Mochileiro das Galáxias. “Não dá para acreditar o quanto ele é desmesuradamente, inconcebivelmente, estonteantemente grande.” Ele não estava exagerando. Até a nossa mais próxima estrela, a Proxima Centauri, está a alarmantes 4,2 anos-luz de distância — mais de 200 000 vezes a distância da Terra ao Sol. Ou, se preferir, o equivalente a 50 milhões de viagens de ida e volta à Lua.

Essas grandes distâncias parecem colocar as estrelas muito além do alcance dos exploradores humanos. Suponha que tivéssemos conseguido uma carona na Voyager 1 da NASA, a sonda espacial interestelar mais rápida construída até hoje. A Voyager 1 está agora se dirigindo para fora do sistema solar a cerca de 17 quilômetros por segundo. Nesse ritmo, seriam necessários 74 000 anos para chegar a Proxima Centauri — certamente não estaríamos vivos para apreciar a vista.

O que seria necessário então para o ser humano poder alcançar as estrelas dentro de seu período de vida? Para começar, precisaríamos de uma nave espacial que pudesse acelerar pelo cosmo em velocidade próxima à da luz. Propostas não faltam: veículos movidos a repetidas explosões de bombas de hidrogênio, ou a partir da aniquilação de matéria e antimatéria. Outros lembram veleiros gigantes com velas reflexivas e movidos por feixes de laser.

Todos estes planos ambiciosos têm suas falhas e não há certeza de que possam realmente decolar. Agora há duas novas possibilidades radicais na mesa que podem de fato nos levar — ou melhor, aos nossos descendentes distantes — a alcançar as estrelas.

Em agosto, o físico Jia Liu, da Universidade de Nova York, apresentou seu projeto de uma espaçonave movida a matéria escura. Logo depois, os matemáticos Louis Crane e Shawn Westmoreland, da Universidade do Estado de Kansas, em Manhattan, propuseram planos para uma nave movida por um buraco negro artificial.

Ninguém pode negar que a construção de uma nave movida por buracos negros ou matéria escura seria algo formidável. E mesmo assim, surpreendentemente, parece não haver nada na nossa compreensão atual da física que nos impeça de construir qualquer uma delas. Além do mais, Crane considera que os estudos de viabilidade como os que ele propõe abordam questões da cosmologia que outras pesquisas não consideraram.

Combustível sob demanda

Veja a nave de matéria escura de Liu, por exemplo. A maioria dos astrônomos está convencida da existência da matéria escura graças à forma como sua gravidade arrasta estrelas e galáxias, como vemos com nossos telescópios. Essas observações sugerem que a matéria escura supera a matéria visível do universo em um fator de seis para um — portanto, uma nave movida a matéria escura teria uma oferta abundante de combustível.

Liu inspirou-se numa nave espacial audaciosa proposta pelo físico americano Robert Bussard em 1960. O projeto “ramjet” de Bussard utilizava campos magnéticos gerados pela embarcação para recolher o fino gás do espaço interestelar. Em vez de usar foguetes, a nave seria impulsionada submetendo o gás hidrogênio recolhido a fusão nuclear e ejetando os subprodutos para gerar empuxo.

Como a matéria escura é abundante em todo o universo, Liu visualiza um foguete que não precisaria levar combustível. Isto supera de imediato um dos inconvenientes de muitas outras naves propostas, cujo suprimento de combustível enorme acrescenta muito ao peso e dificulta a capacidade de aceleração. “Um foguete de matéria escura iria pegar seu combustível no caminho”, diz Liu.

Seu plano é dirigir o foguete usando a energia liberada quando as partículas de matéria escura aniquilam umas às outras. Aqui é onde a ideia de Liu depende mais da física especulativa. Ninguém sabe do que a matéria escura é realmente feita, apesar de existirem inúmeras teorias do mundo subatômico que preveem potenciais candidatos a matéria escura. Uma das teorias pioneiras diz que a matéria escura é feita de neutralinos, partículas que não têm carga elétrica. Neutralinos são curiosos porque eles são suas próprias antipartículas: dois neutralinos colidindo sob certas circunstâncias irão aniquilar um ao outro. Se as partículas de matéria escura se aniquilarem dessa forma, irão converter todas as suas massas em energia. Um quilo do material vai gerar cerca de 1 017 joules, mais de 10 bilhões de vezes mais energia do que um quilo de dinamite, e força suficiente para impulsionar o foguete.

Menos certo ainda é o detalhe de como um foguete de matéria escura poderia funcionar. Liu imagina o motor como uma “caixa” com uma porta aberta na direção do movimento do foguete. Quando a matéria escura entra, a porta é fechada e a caixa é reduzida para comprimir a matéria escura e aumentar sua taxa de aniquilação. Ocorrida a aniquilação, outra porta se abre e os produtos são jogados para fora do foguete. Todo o ciclo se repete continuamente.

Liu lembra que quanto mais rápido seu foguete de matéria escura viajar, mais rápido ele vai colher a matéria escura e acelerar. A velocidade exata a que ele pode chegar depende da densidade da matéria escura ao redor, da área de coleta do motor e da massa do foguete. Em seus cálculos, Liu supõe que a nave pese 100 toneladas e tenha uma área de coleta de 100 metros quadrados. “Esse pode ser um foguete capaz de chegar perto da velocidade da luz em poucos dias”, diz ele. Assim, o tempo de viagem até Proxima Centauri seria reduzido de dezenas de milhares de anos para apenas alguns anos.

Há um pequeno problema, no entanto. Para trabalhar de forma mais eficiente, o foguete de Liu teria de voar através de regiões densas de matéria escura. Até onde sabemos, a maior concentração de matéria escura fica a 26 000 anos-luz de distância do centro da Via Láctea. Ainda assim, Liu argumenta que ninguém fez um mapa detalhado da matéria escura em nossa galáxia e espera que concentrações mais próximas sejam encontradas. Mas se isso não é suficiente para frustrar a empreitada, há outra questão: como construir uma caixa de motor que não vaze matéria escura? “Este é o calcanhar de aquiles da ideia”, diz Crane. A matéria escura, por sua própria natureza, interage muito fracamente com a matéria normal e pode passar através dela. Esta pode ser a razão pela qual experiências na Terra não conseguiram até agora captar qualquer passagem de partículas de matéria escura.

Crane acha que imaginar um foguete feito de um material que ainda não sabemos se existe é um salto de fé grande demais. Ele prefere lidar com física e tecnologias mais estabelecidas. Liu é destemido. Ele aponta para as teorias que preveem uma grande quantidade de partículas além das partículas de matéria normal e escura, como as que concebem dimensões extras. “É possível que exista um tipo de matéria que interaja com força suficiente com as duas [matérias]”, diz ele. “Ela poderá ser usada para construir uma caixa.”

Para chegar até as estrelas, você precisa espremer cada joule de energia de seu combustível. Foguetes químicos são terrivelmente ineficientes, convertendo apenas de 8% a 10% da sua massa em energia. Mesmo a fusão nuclear converte menos de 1% do combustível em energia. Um foguete de antimatéria seria o estado da arte. “É certeza que você pode extrair 100% da energia da aniquilação matéria-antimatéria”, diz Crane. “No entanto, para começar, a antimatéria é altamente ineficiente para ser produzida, e é um material perigoso — se toca a sua nave espacial, manda-a para o além.”

Crane está convencido de que a única opção é, de fato, a radiação Hawking. Na década de 70, Stephen Hawking mostrou que os buracos negros não são completamente negros: eles podem “evaporar” quando toda a sua massa se converte numa feroz chuva de partículas subatômicas. Essa radiação, acredita Crane, poderia ser usada para impulsionar uma nave pela galáxia afora.

Viagem de 100 anos

Buracos negros pequenos emitem radiação Hawking muito maior do que grandes buracos negros estelares, conforme as equações que descrevem esses objetos. Crane calculou que um buraco negro pesando 1 milhão de toneladas seria uma fonte de energia perfeita: é pequeno o suficiente para gerar bastante radiação Hawking e alimentar a nave, mas grande o suficiente para sobreviver sem irradiar toda a sua massa durante uma viagem interestelar típica de 100 anos de duração. “Para minha surpresa, existe um candidato “perfeito”, diz Crane.

A primeira pessoa a propor o uso de um miniburaco negro para a propulsão foi o escritor de ficção científica Arthur C. Clarke, em seu romance Terra Imperial. Recentemente, Hawking também divulgou a ideia, defendendo a caça de um buraco negro pré-existente. Crane não está certo de que isso funcionaria. “Quais são as chances de se encontrar um vagando pelo sistema solar?”, questiona ele.

A alternativa seria fazermos o nosso próprio buraco negro. Para criar um, diz Crane, você precisa concentrar uma tremenda quantidade de energia num pequeno volume. Ele visualiza um laser de raios gama gigante “carregado” por energia solar. A energia seria recolhida por painéis solares de 250 quilômetros de diâmetro, orbitando a apenas poucos milhões de quilômetros do Sol e absorveria a luz solar durante cerca de um ano. “Seria um esforço gigantesco, industrial”, Crane admite.

Pesando 1 milhão de toneladas, o buraco negro resultante seria aproximadamente do tamanho de um núcleo atômico. O próximo passo seria manobrálo para a área focal de um espelho parabólico preso ao fundo de uma espaçonave. A radiação Hawking é constituída por diversos tipos de partículas subatômicas, mas as mais comuns são os fótons de raios gama. Alinhados em feixes paralelos pelo espelho parabólico, estes seriam os produtos expelidos pela nave e a impulsionariam para frente.

Candidato perfeito

De acordo com Crane, seu buraco negro de 1 milhão de toneladas poderia acelerar até perto da velocidade da luz em algumas décadas. Se isso é lento demais para você, há um jeito de abreviar as coisas. Um buraco negro menor emitiria mais radiação Hawking, assim poderia impulsionar a nave mais rapidamente, desde que houvesse matéria extra para alimentá-lo. Viajando a essa velocidade em sua nave, o tempo passaria mais devagar para você. Portanto, você envelheceria mais lentamente do que seus amigos e família na Terra. “Pode ser possível atingir a galáxia de Andrômeda a 2,5 milhões de anos-luz de distância dentro de uma vida humana”, diz Crane. Por mais espantoso que tudo isso possa parecer, Crane reitera que, em sua visão, esta é a única forma viável de viajar para as estrelas.

Além dos desafios tecnológicos, Crane acredita que naves movidas a buracos negros podem também ter implicações filosóficas importantes. Crane começou a pensar em buracos negros artificiais 12 anos atrás, quando o físico Lee Smolin, agora no Perimeter Institute for Theoretical Physics do Canadá, em Waterloo, Ontário, pediu que ele lesse o manuscrito de seu livro The Life of the Cosmos.

Ninguém sabe o que acontece na singularidade de um buraco negro, o ponto onde o espaço e o tempo se tornam tão deformados que as leis da relatividade são quebradas. Os últimos cálculos de Crane o fizeram perceber como é curioso que possa haver um buraco negro do tamanho exato para alimentar uma nave. “Por que existe um candidato tão perfeito?”, pergunta ele. A única razão para uma civilização inteligente fazer um buraco negro é poder usá-lo para viajar pelo universo. “Se esta hipótese estiver certa”, diz ele, “vivemos num universo que está otimizado para a construção de naves espaciais.”

Fonte: Marcus Chown (New Scientist) via INFO Online - Imagem: New Scientist

Astronauta na ISS registra formação de tempestade no Atlântico

O astronauta japonês Soichi Noguchi divulgou nesta terça-feira uma imagem registrada da Estação Espacial Internacional de uma tempestade sobre o oceano Atlântico. Noguchi não deixa claro em qual região foi registrada a foto, mas pode se tratar de um sistema de baixa pressão observado por cientistas e que pode se tornar a primeira tempestade tropical do ano, mesmo há uma semana do início da temporada de furacões. As informações são da ABC.

Segundo a TV americana, o sistema de baixa pressão observado ocorre nas Bahamas e o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos afirma que há uma chance entre 30% e 50% de se tonar uma tempestade subtropical ou tropical - que são mais fracas que furacões, mas podem se transformar nestes.

Apesar da possibilidade da tempestade ficar mais forte, os cientistas não acreditam que ela trará destruição, no máximo altas ondas na costa, já que deve se direcionar ao mar aberto. Apesar disso, tempestades desse porte antes da temporada de furacões são incomuns.

Fonte: Terra - Foto: Reprodução/NASA

TAP inaugura rota de Marrakesh, no Marrocos

Marrakesh torna-se o 10º destino da TAP na África

A transportadora aérea TAP vai iniciar, em junho, a operação de três voos semanais para Marrakesh, no Marrocos, também conhecida por “Cidade Rosa”, devido às suas muralhas de tons ocre. Com a nova rota, a TAP passa a servir dez destinos no continente africano, informa a empresa em comunicado.

A operação, em aviões Embraer de 49 lugares, realiza-se às terças, sextas e domingos, com partida de Lisboa às 17h15 ( hora de Lisboa) e chegada às 18h55. No sentido inverso, os voos saem da cidade marroquina às 19h35 e pousam em Lisboa às 21h15.

Marrakesh é a segunda maior cidade do Marrocos. Com quase mil anos de história, possui diversos monumentos, classificados pela Unesco como patrimônio cultural e arquitetônico da humanidade, e tem um clima agradável. A praça Djemaa el-Fna é o ícone desta grande metrópole. O visitante é surpreendido por uma mistura exótica de músicos, encantadores de serpentes, malabaristas, contadores de histórias, curandeiros e artesãos.

Para marcar a abertura da nova rota, a TAP lança uma campanha especial, com tarifas a partir de US$ 999 mais taxas.

O início de operações para Marrakech vem reforçar a presença da TAP no Marrocos, país onde já serve a cidade de Casablanca, com 15 voos por semana. No conjunto, a TAP aumenta agora a sua oferta para 18 voos semanais para esse país e dá assim mais um passo em sua estratégia de crescimento na África.

Fonte: Portugal Digital