quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Mais da metade dos passageiros odeia quando isso acontece no voo


Recentemente, a
eDreams, maior agência de viagens online da Europa, publicou um estudo que revela comportamentos que deixam os portugueses frustrados durante voos. Entre estas atitudes, destacam-se:
  • Reclinamento de cadeiras que aborrece 57% dos passageiros
  • Levantamento para ceder passagem, incomodando 54%
  • Passageiros ansiosos para desembarcar, irritando 32%

Por que os portugueses se irritam tanto com etiqueta no avião?


A maioria dos passageiros portugueses se aborrece quando o vizinho de assento inclina o banco (57%). Além disso, 54% manifestam desagrado em ter que se levantar para permitir a passagem de outros.

No Brasil, pesquisas e relatos de viajantes também apontam essas situações como fontes de desconforto. Reclinar o assento, sobretudo em voos curtos, frequentemente gera discussões entre brasileiros, e o incômodo de ser “acordado” para alguém passar é bastante comum nos relatos de viajantes nacionais. Em cidades movimentadas como São Paulo e grandes aeroportos como o Galeão, os mesmos tópicos surgem em fóruns de viagem, mostrando que este é um tema recorrente em rotas nacionais e internacionais.

Voos exclusivos para adultos: seria uma solução viável?


O estudo indica que 45% dos portugueses apoiariam voos, exclusivos para adultos, enquanto 31% são contra. Esta ideia é ainda mais bem recebida por jovens entre 18-34 anos, mostrando uma clara divisão geracional.

No Brasil, a proposta de voos exclusivos para adultos já foi tema de debate, especialmente nas redes sociais como Twitter e Instagram. Embora ainda não exista essa opção em companhias aéreas nacionais como a Latam Airlines ou Gol, a discussão frequentemente ressurge após experiências desagradáveis com crianças em voos longos, principalmente entre os jovens adultos.

É seguro usar aparelhos eletrônicos durante o voo?


A questão da utilização de aparelhos eletrônicos durante a descolagem e aterragem divide opiniões. Alguns passageiros sentem a necessidade de alertar a tripulação (18%), enquanto outros experimentam ansiedade ao ver estes dispositivos em uso (15%).

Atenção: Mulheres e jovens adultos parecem ser os mais ansiosos em relação a esta prática, com 24% dos jovens entre 18-24 anos demonstrando preocupação.

No Brasil, a tolerância quanto ao uso de dispositivos eletrônicos como iPhone e Samsung Galaxy também é um tema recorrente. Apesar das regras serem semelhantes, muitos brasileiros admitem sentir insegurança ao ver celulares ligados durante decolagem e aterrissagem — principalmente entre passageiros menos experientes ou idosos, que podem ficar apreensivos quanto à segurança do voo.

Como os portugueses se comparam internacionalmente?


A nível global, 44% dos viajantes são mais tolerantes com a utilização de dispositivos eletrônicos, o que sugere que os portugueses têm uma postura mais conservadora quanto às práticas de segurança recomendadas.

No contexto brasileiro, nota-se uma progressiva flexibilização dessas posturas, apesar de ainda haver quem defenda as normas mais rígidas. A cultura da conveniência e o costume cada vez maior de viajar de avião contribuem para uma aceitação mais ampla do uso de dispositivos eletrônicos, mas o debate sobre segurança persiste, inclusive em aeroportos movimentados como o de Guarulhos.

Quais lições sobre comportamento podemos tirar das viagens?

  • A irritação com o etiqueta dos vizinhos é prevalente
  • Há um forte apoio a voos exclusivos para adultos, especialmente entre os mais jovens
  • Sentimentos mistos sobre o uso de dispositivos eletrônicos mostram diferenças culturais
Da mesma forma que em Portugal, no Brasil questões de etiqueta dentro do avião continuam sendo tema frequente de debates, revelando como a convivência em ambientes apertados e regras compartilhadas afetam o bem-estar dos passageiros. Entender e respeitar diferenças culturais, tanto em viagens nacionais quanto internacionais, pode ser o passo decisivo para experiências mais tranquilas a bordo. E, com o aumento das viagens após eventos como a Pandemia de Covid-19, essas discussões sobre comportamento e regras são cada vez mais relevantes para passageiros do mundo todo.

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