Boeing 737-30001 unidade na Flex
03 unidades na Gol
01 unidade na Pumaair
20 unidades na Webjet
Número de passageiros: 146 a 189
Peso Máximo de decolagem: 68,4 t
Peso Máximo de pouso: 56,2 t
Foto: Marcos Oliveira - AroundWorldImages (Airliners.net)
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Boeing 737-300
Airbus A340-500
Airbus A330-200
A Superintendência Regional do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) autorizou a realização do Red Bull Air Race na tarde da última sexta-feira. A organização do evento se comprometeu a tomar uma série de providências para preservar o Parque do Flamengo.

O lendário caça Sea Harrier já vê seu substituto: o jato Lockheed Martin F-35 Lighting realizou, em 18 de março, seu primeiro pouso vertical, segundo o site da Revista Popular Science. Com 13 minutos de vôo, o piloto Graham Tomlinsom posicionou o avião a 45 metros do chão, pairando no ar por um minuto, e então desceu.
O avião De Havilland Canada DHC-8-314Q Dash 8, prefixo OE-LSB, da companhia aérea austríaca InterSky, realizando o voo 3L-284 a partir de Zurique, na Suíça, para Elba, na Itália, com 48 passageiros e três tripulantes a bordo, estava em aproximação final para o Aeroporto Marina di Campo (EBA/LIRJ) quando tocou em cabos de uma rede elétrica situada ao lado de uma estrada a cerca de 1.000 metros da pista.
Uma das hélices foi danificada, mas a tripulação foi capaz de prosseguir e realizar um pouso seguro na pista 16 L, aproximadamente às 17:30 (hora local - 15:30 Z).
O aeroporto informou que a linha tem uma tensão de 15kV, situada a uma altura de nove metros (30 pés) do solo no local onde foi cortada pelo avião.
A companhia aérea disse que o avião estava poucos metros fora do percurso de voo planejado quando atingiu o cabo. O piloto tem várias décadas de experiência.
"Os passageiros, aparentemente, não se deram conta do incidente. A situação transcorreu em relativa calma", disse Claus Bernatzik, diretor da companhia aérea. Afinal, o avião de 20 toneladas, a uma velocidade de, provavelmente, 130 a 150 km/h arrebentou o fio. E também não era uma linha de energia especialmente forte, informou o CEO. "No momento, só sabemos que os cabos estavam pendurados em altura elevada e que o avião tinha ido para a abordagem alguns metros fora do planejado", completou Bernatzik.
O aeroporto não tem publicado procedimento de aproximação por instrumentos para a pista 16/34, bastante curta, com apenas 949 metros (3.100 pés) de comprimento e 23 metros (75 pés) de largura.
Mapa do local
Aproximação visual da pista 16
Gráfico do Aeroporto
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Fontes: news.at / Aviation Herald - Gráficos: ENAV - Mapa: Cortesia/Google Earth
O avião, o Airbus A320-232, prefixo N466UA, com 113 passageiros e cinco tripulantes a bordo, estava em voo já a 80 minutos quando a tripulação encontrou uma ameaça de bomba escrita à mão em uma parede do banheiro do avião.
"Uma aeromoça observou escrito na parede de um banheiro na parte de trás que afirmava 'bomba a bordo, vão morrer', informou o Inspetor-Chefe da Polícia da Filadélfia, Joe Sullivan.
A tripulação notificou as autoridades e prosseguiu o voo para seu destino.
O Airbus pousou em segurança por volta das 19:00 (hora local) e dirigiu-se à uma área remota do aeroporto, onde o aguardavam policiais da Filadélfia, do FBI e funcionários da TSA ( Transportation Security Administration).
Os passageiros foram levados para um local seguro para falar com os investigadores, enquanto os membros da tripulação foram levados para um local separado para interrogatório, de acordo com investigadores.
A bagagem a bordo do avião foi revistada em scanners. As autoridades disseram que nenhum dispositivo suspeito foi encontrado.
Fontes: PTI / Aviation Herald - Imagem: Reprodução/CBS
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Um Airbus A320 da companhia aérea polonesa Wizzair aterrissou às 16:35 (hora local) deste sábado (2) no Aeroporto de Sofia (SOF/LBSF), na Bulgária, com o trem de pouso em chamas. Todos os 149 passageiros e os sete tripulantes escaparam ilesos.
Quando o avião se imobilizou, as chamas foram rapidamente extintas e todos os passageiros evacuados sãos e salvos. A pista de aterrissagem ficou fechada por várias horas.
Pilotar – e ter um avião particular – deixou de ser privilégio apenas de consumidores do primeiríssimo topo da pirâmide de renda. As tecnologias dos ultraleves evoluíram e muitos desses aviões se comparam hoje aos jatos executivos, mas com custo de manutenção bem inferior. Os ultraleves deixaram de ser aqueles aviões abertos para pequenos passeios ao redor de sítios ou fazendas. Hoje, eles têm estrutura fechada, piloto automático, GPS e velocidade acima de 200 quilômetros por hora, além de amplo painel. E os preços são próximos aos de um carro de luxo. Com R$ 139 mil é possível comprar um ultraleve avançado. O valor é mais baixo, por exemplo, do que uma Mercedes-Benz C-200 Classic, que custa cerca de R$ 146 mil, ou um Audi A4, que sai por R$ 150 mil, em média, ou ainda um Land Rover Freelander, 2.3, que sai por nada menos do que R$ 167 mil.
O dólar e o euro mais baixos e o aumento do poder aquisitivo da população ajudam a alavancar as vendas desses tipos de aeronaves. As linhas de crédito também contribuem, com encargos também menores que os empréstimos para automóveis. Hoje, é possível financiar as aeronaves em até 48 vezes a juros de 0,97% pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), desde que esteja no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ). Entre os compradores estão pequenos empresários, profissionais liberais e médicos.
Os fabricantes informam que as vendas dobraram nos últimos dois anos. Os cursos de piloto para esse tipo de aeronave acompanham a evolução de vendas e o número de alunos também duplicou nos últimos anos também. “Os ultraleves hoje estão mais seguros e com tecnologia mais avançada. É possível comprar o avião com valor abaixo do carro de luxo”, afirma Nelson Gonçalves, sócio da Flyer Indústria Aeronáutica, de Sumaré, interior de São Paulo.
Gonçalves foi também fundador da Associação Brasileira dos Fabricantes de Aeronaves Leves (Abrafal), em 1983. Naquela época, lembra, a estrutura dos ultraleves era outra. “Eram oito cabos de aço na parte superior e oito na parte inferior, com dois tubos para segurar a cauda. Os aviões eram todos abertos e com cinto de segurança. Hoje, muitos já são como jato executivo”, diz. A Flyer entrega atualmente oito aeronaves por mês e nos últimos cinco anos a demanda de aeronaves da empresa cresceu 80%, avalia Gonçalves. A tecnologia disponível atualmente para a aviação está mais acessível, avalia Carlos Filho, consultor da Starflight. “E o nível de segurança está grande, com velocidade comparável à de um avião, mas com custo operacional em torno de 30% mais baixo”, afirma Carlos Filho.
A situação caótica de muitas estradas brasileiras ajuda a engordar o mercado de ultraleves, na avaliação de Hugo Silveira Homem de Carvalho, gerente da Aerobravo Indústria Aeronáutica, com sede em Belo Horizonte. “As condições de transporte são lamentáveis no país. E hoje temos ultraleves com tecnologia mais avançada do que avião de médio porte”, afirma Carvalho. Nos últimos cinco anos, as vendas de ultraleve da Aerobravo dobraram. “Todos os equipamentos de navegação de uma aeronave de médio porte são encontrados hoje nos ultraleves”, observa.
Na UltraleveBH, escola de pilotagem para ultraleves, o número de alunos dobrou nos últimos cinco anos. Atualmente, a escola tem cerca de 20 alunos matriculados, sendo que nos últimos cinco anos essa média era de sete a oito. O curso de 25 horas tem duração de três meses e custo médio de R$ 7 mil. “O ultraleve de hoje voa em condições semelhantes ao monomotor, mas sem taxas. Deixou de ser uma aeronave só para dar voltinhas”, observa Carlos Cirilo da Silva, diretor da escola.
Fonte: Geórgea Choucair (Estado de Minas) - Foto ilustrativa (modelo Bravo 700): Aero Bravo
Até 2013, o grupo LAN pretende investir US$ 2,830 bilhões na ampliação de suas operações pela América Latina, onde a disputa crescente da liderança envolve diretamente as pretensões com o grupo Avianca/Taca e a brasileira TAM. Os investimentos da empresa chilena estão programados para US$ 412 milhões durante 2010, uma grande ofensiva em 2011 com US$ 1,1 bilhão, outros US$ 513 milhões em 2012 e US$ 877 milhões em 2013.
Entre os 423 voos nacionais da TAM programados para sair hoje, 28 foram cancelados e 36 estão com atrasos, segundo dados da Infraero atualizados as 16 horas. Em termos percentuais, os números estão dentro da média de outras companhias aéreas, apesar de o Sindicato Nacional dos Aeronautas informar, em sua página na internet, que os funcionários da companhia iniciaram à meia-noite de hoje a "Operação Colaboração 0.30", em que desaceleram para 30% o ritmo de suas atividades.
As oito pessoas que estavam na estrutura foram resgatadas sem ferimentos
VLS-1 será lançado da Base de Alcântara, assim como o Cyclone 4
Segundo o diretor de política espacial e investimentos da AEB, Himilcon Carvalho, o foguete 100% nacional, será conhecido como Veículo Lançador de Satélite 1 (VLS-1). Trata-se de uma versão atualizada do modelo que era desenvolvido quando aconteceu o acidente do Centro de Lançamento de Alcântara.
Modelo mais seguro
“Olhando de fora, os modelos parecem iguais. A configuração é a mesma, mas houve várias alterações em sistemas internos, elétricos e computadores de bordo, que transformam o novo foguete num modelo mais seguro”, explica Himilcon. Segundo ele, o VLS-1 terá a capacidade de levar satélites de tamanhos pequeno e médio, com carga aproximada de até 200 kg. O primeiro a ser levado deverá ser o satélite universitário Itasat.
Até o lançamento do VLS-1, estão previstos testes no ano que vem e em 2013. Uma maquete em tamanho real da plataforma já está sendo erguida. Antes de tudo isso, porém, outro foguete brasileiro pode chegar ao espaço, desenvolvido em parceria com a Ucrânia: o Cyclone 4. A previsão é que equipamento leve para o espaço, já no ano que vem, a nova versão do satélite CBERS, decolando a partir da Base de Alcântara. A versão atual do CBERS, desenvolvida em parceria com a China, já faz o monitoramento da Amazônia.
Apesar de o Brasil não ter pretensões de realizar exploração de outros planetas, segundo Himilcon os últimos avanços fazem com que o Brasil já seja visto como uma nação respeitada no cenário da pesquisa espacial.
“O CBERS já fez a distribução de mais de um milhão de imagens, a maior do mundo. A capacidade de observação do espaço já é importantíssima para apoiar políticas públicas, como prevenção a desastres e controle do desmatamento, e estamos avançando muito nisso. Dá para dizer no exterior que o Brasil entrou na corrida espacial”, afirma.
Emergentes na corrida espacial
O Brasil tenta consolidar seu programa espacial num cenário em que vários países emergentes da exploração do espaço, como Índia, China e Japão, têm obtido muita importância. Isso se deve ao fato de a Nasa já não contar com tantos investimentos.
Há duas semanas, um ator inusitado mostrou que também quer seus 15 minutos de fama no espaço e foi recebido com ironia. Durante a visita do primeiro-ministro da Rússia, Vladimir Putin, à Venezuela, o presidente Hugo Chávez afirmou que os russos aceitaram ajudar os venezuelanos a desenvolver satélite e fábrica de componentes.
Chávez já havia manifestado a vontade de criar uma espécie de “Nasa bolivariana”, mas não foi levado a sério por ninguém. Agora, foi ironizado pelos EUA. “O governo da Venezuela esteve em grande parte inativo esta semana por causa da escassez de energia”, disse o porta-voz da Casa Branca Philip Crowley. “Talvez devesse se concentrar em assuntos terrestres mais do que nos extraterrestres”, arrematou.
A CAMINHO DO ESPAÇO SIDERAL
Dimensões do VLS-1
Primeiro foguete totalmente construído por cientistas brasileiros, o VLS-1 terá 19 metros de comprimento e um de diâmetro. Ele pesará 50 toneladas e poderá levar satélites de até 300 kg.
Cyclone 4 será maior
Já o Cyclone 4, parceria entre Brasil e Ucrânia, terá 40 metros de comprimento, 4 de diâmetro, pesará 200 toneladas e poderá colocar em órbita um satélite com até 5,3 toneladas .
Novos protagonistas
Recentemente, outros países além de EUA e Rússia têm se destacado nas pesquisas espaciais. Em 2003, a China fez o seu primeiro voo tripulado para o espaço, tornando-se o terceiro país a conseguir este feito. Índia e Japão também têm conseguido vários avanços.
Taxi Lunar
Recentemente, a Nasa informou alguns de seus planos, apesar de cortes em verbas: vai focar na viabilização da ida do homem a Marte e ajudar empresas privadas a criarem serviços de transporte orbital, além de lançar satélites para monitorar mudaças climáticas.
Fonte: João Ricardo Gonçalves (O Dia Online) - Foto: Divulgação