

Com doutorado em astronomia na Universidade de Massachusetts, Nozette trabalhou para a Casa Branca entre 1989 e 1990, e para o departamento de Energia até 1999, quando teve autorização especial para ver documentos secretos relacionados a armas nucleares.
"A pena máxima prevista" para o acusado "é a morte", destaca o governo federal nos documentos verificados pela AFP.
"As acusações são extremamente graves", afirma o governo, lembrando que Nozette "tentou passar informações secretas e muito sensíveis".
Segundo os documentos, Nozette representa "um grave risco de vazamento e, como ainda possui informações secretas, um risco sério para a segurança nacional".
Os documentos revelam ainda que Nozette pediu cerca de "dois milhões de dólares por suas atividades de espionagem".
Fonte: AFP
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