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Os pássaros, que nesta quinta-feira obrigaram um avião a fazer um pouso de emergência no Rio Hudson, em Nova York, causaram 668 acidentes aéreos nos Estados Unidos nas últimas três décadas, segundo dados da Administração Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês) do país.
O piloto da companhia aérea US Airways comunicou um duplo ataque de pássaros menos de um minuto após a decolagem do avião que quinta-feira caiu no Rio Hudson com 155 ocupantes a bordo, segundo um porta-voz dos controladores aéreos.
A aeronave da US Airways, vôo 1549, caiu nesta tarde perto da Ilha de Manhattan, em Nova York. As causas do acidente ainda são desconhecidas. De acordo com a companhia, o Airbus A320 decolou do aeroporto de LaGuardia e viajava em direção a Charlotte, no Estado da Carolina do Norte.
O piloto Chesley B. "Sully" Sullenberger III
Em depoimento à rede CNN, o passageiro Alberto Panero afirmou que, cerca de três minutos após a decolagem, ouviu-se um barulho alto e o avião começou a cheirar queimado.
"Parecia que o piloto ia voltar (para o aeroporto de LaGuardia), quando caímos na água. De algum modo, o avião não afundou totalmente, ficou flutuando, e fomos salvos", afirmou, contando que os momentos de pânico foram poucos, pois logo todos perceberam que as coisas ficariam bem. "É incrível que todos estejamos vivos."
Outro passageiro, Fred Baretta, disse que, ao ouvir o piloto pedir que todos se preparassem para um impacto, muitas pessoas começaram a rezar. "Foi muito impressionante", contou. "Foi um grande pouso."
O prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, falou com o piloto por telefone. "Tivemos uma longa conversa e ele me disse que andou pelo avião duas vezes, após o pouso, para ter certeza de que todos tinham saído", afirmou Bloomberg. "Ele fez um trabalho maravilhoso ao pousar o avião no rio e ajudar a tirar todos de lá."
O governador David Patterson foi além e chamou o acontecimento de "milagre". "O que poderia ser uma tragédia pode ter se transformado em um dos dias mais espetaculares da história das agências de Nova York, por sua coordenação, pela grandeza dos funcionários, e por tudo que eles fizeram pelos passageiros, que vão voltar para suas famílias em segurança esta noite", afirmou.
Fonte: Último Segundo - Foto: Agências
Criada em 1939 como uma companhia aérea de serviço postal, a US Airways tornou-se uma empresa destinada ao transporte de passageiros em 1949, ainda com o nome All American Airways. No ano em que completa 70 anos, um avião da companhia caiu, na tarde desta quinta-feira, no rio Hudson, perto da Ilha de Manhattan, em Nova York. Nenhum dos 155 ocupantes do vôo (150 passageiros e cinco tripulantes) ficou ferido.
A amaragem de um avião com rodas, como a que sucedeu hoje nos Estados Unidos, é "uma manobra difícil" que só é treinada em simulador e exige tempo de preparação dos tripulantes e passageiros, sustentou à agência Lusa o piloto João Roque.
Mergulhadores nadam ao lado da fuselagem do avião no rio HudsonNenhum dos 155 ocupantes do vôo (150 passageiros e cinco tripulantes) ficou ferido. A equipe que resgatou a aeronave falou em "milagre". O acidente ainda não tem uma causa oficial.
De acordo com nota no site "Plane Crash Info" (http://www.planecrashinfo.com/), o alto volume de acessos gerado pelo acidente motivou um "corte temporário" no pleno acesso ao conteúdo. O site pede ainda que o internauta volte em outra oportunidade.
Uma multidão se forma em frente e em toda sua extensão do rio Hudson no bairro de Chelsea para acompanhar o resgate. Além dos curiosos, muitos barcos, inclusive particulares, ajudaram no rastreamento por vítimas. A principal preocupação era a temperatura da água. Nevou por toda a manhã na cidade e a sensação térmica era de - 8° Celsius. O trânsito foi bloqueado para não prejudicar os trabalhos.
Fonte: Terra - Foto: Reuters
A liberação progressiva de preços para passagens aéreas em vôos fora da América do Sul foi barrada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Foi mantido ontem veto que impede a aplicação de resolução da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que pretendia liberar descontos no dia primeiro deste mês.
Habituados a combater pragas nas lavouras, empresas de aviação agrícola fizeram ao governo a proposta de formar uma frota de combate aéreo ao mosquito da dengue.
A fila do check-in avança, o coração bate mais forte. O ato de afivelar os cintos gela as mãos e o acelerar da decolagem dá início à contagem regressiva para o fim da vida. Pode soar dramático, mas sensação parecida é sentida por 42% dos brasileiros, que sofrem da chamada aerofobia, e tem atraído pessoas até do exterior para a clínica Medo de Avião, aberta pela psicóloga Elvira Gross em agosto do ano passado em São Paulo.
O príncipe Harry iniciou hoje a carreira como piloto militar após ter se inscrito em um curso de dois anos e meio de duração ministrado pela Força Aérea britânica (Royal Air Force) para poder dirigir um helicóptero.
“Os principais aeroportos espanhóis reduziram tráfego em 2008”
No primeiro mês de atuação no mercado nacional, a Azul Linhas Aéreas Brasileiras transportou um total de 11 mil passageiros e teve uma ocupação média de quase 50%. Os números são condizentes com os planos da empresa criada pelo norte-americano David Neeleman, que ocupa o cargo de presidente do conselho. Ontem, a companhia começou a operar mais duas frequências a partir de Campinas: Curitiba e Vitória.
Avião da estreante Azul na pista do aeroporto de Viracopos
Fonte: Adriana Leite (Agência Anhangüera/Cosmo Online) - Foto: Cedoc/RAC
Um avião Airbus A320 da US Airways realizou um pouso forçado nas águas geladas do rio Hudson, em Manhattan, Nova York, na tarde desta quinta-feira (15). Sobreviventes foram vistos sobre as asas da aeronave, aguardando serem resgatados. Imagens de agências de notícias mostravam barcos já fazendo o resgate dos sobreviventes.
O avião da US Airways fez um pouso forçado no rio Hudson, na altura da rua 50 de Manhattan (Foto: Ilustração/G1)
Sobreviventes de acidente de avião em rio de Nova York aguardam socorro sobre as asas da aeronave (Foto: Reuters) Ainda não há informações sobre as causas do acidente.
Acidente foi provocado pelo mau tempo.
Acidente ocorreu nas pistas do aeroporto de Mahatchkala.

Os destroços da aeronave
O ônibus espacial "Discovery" foi instalado ontem na plataforma de lançamento do Centro Espacial Kennedy, na Flórida, de onde, em 12 de fevereiro, partirá em uma missão para o envio de provisões à Estação Espacial Internacional (ISS).
O ônibus espacial sendo levado lentamente para a Launch Pad 39A. Esse procedimento durou cerca de 6 horas - Clique sobre a imagem para ampliá-la
Os painéis aumentarão a provisão de energia que será necessária quando o grupo de ocupantes permanentes da ISS aumentar de três para seis este ano.
Os outros membros da tripulação são o piloto Tony Antonelli e os especialistas Joseph Acaba, John Phillips, Steve Swanson, Richard Arnold e Koichi Wakata, da Agência de Prospecção Aeroespacial do Japão.
Wakata permanecerá na ISS em substituição a Sandy Magnus, que chegou ao complexo em novembro como membro da missão STS-126.
O grupo realiza atualmente os testes para as quatro caminhadas espaciais que ocorrerão no decorrer da missão de 15 dias no Centro Espacial Johnson, em Houston, Texas.
Os astronautas chegarão ao Centro Espacial Kennedy em 19 de janeiro para revisar a nave, sua carga, as medidas de segurança e testar as roupas que serão utilizadas na missão.
Inicialmente, o lançamento está previsto para as 10h32 (de Brasília) de 12 de fevereiro.
Assista ao procedimento de "rolagem" da Discovery até a plataforma de lançamento:
Fonte: EFE - Foto: NASA
Oficiais do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno, com sede em Parnamirim (RN), foram a Icapuí buscar o droneO equipamento encontrado na praia do Icapuí já está identificado. Trata-se de um drone, um tipo de aeronave não-tripulada usada como alvo aéreo móvel pelas forças armadas. A hipótese, dada como a mais provável até então, foi levantada ontem por O Povo, que noticiou o caso na terça-feira com exclusividade. A certeza da identificação foi dada pela assessoria da EADS, o consórcio europeu que fabrica o objeto. Na manhã de ontem, cinco oficiais do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno, com sede em Parnamirim (RN), foram a Icapuí buscar o drone e levá-lo para ser analisado pelo órgão.
Os cinco homens chegaram em um veículo modelo Doblò. O inusitado é que o carro não tinha condições de transportar o equipamento, que mede cerca de 3 metros de comprimento. Um outro veículo, desta vez um caminhão, foi solicitado para ir do Rio Grande do Norte a Icapuí buscar o drone. Os homens da Força Aérea de Natal chegaram cedo à cidade de Icapuí e tiveram de esperar até que o caminhão chegasse, à tarde. Fardados, alguns portando coletes à prova de bala e pistolas, eles informaram que levariam o equipamento para ser estudado, mas não aceitaram ser identificados pela imprensa. O caminhão que levou o drone chegou por volta das 15h30min.
A assessoria da EADS, que fabrica o drone, afirmou que a empresa está investigando o caso a fim de saber para qual país o artefato encontrado foi vendido. Ainda falta ser esclarecido como o drone chegou à costa cearense e de que missão ele participava. É certo também que o UAV, ou Veículo Aéreo Não-tripulado (Unmanned Aerial Vehicle, em inglês), é movido por um tipo de controle remoto mais sofisticado. O modelo achado em Icapuí não carrega nenhum tipo de equipamento de observação.
Na praia de Barreiras, onde estava o drone, as histórias são muitas. Com o objeto exposto em um banco, não parava de chegar gente curiosa para tocar, observar, fotografar e saber mais. O equipamento foi encontrado no dia 24 de dezembro do ano passado. “No fim do ano, chamou muito a atenção, principalmente dos turistas que vieram pra cá. O pessoal que veio passar o Réveillon vinha bater foto. Era todo mundo animado”, conta o pescador Carlos Antônio Alves da Costa. Ele trabalha há 15 anos no mar e nunca tinha achado nada parecido.
Francisco Xavier, que mora perto de onde o drone estava exposto, disse que os pescadores chegaram até a cogitar usar o objeto como “enfeite” da praia. Pensaram em colocar pendurado em duas palhas de carnaúba para chamar a atenção dos turistas. Mas não colocaram a idéia em prática. A movimentação ontem, no distrito de Barreiras, em Icapuí, ficou por conta da presença dos militares. “Agora, acabou a novidade”, lamentou um pescador.
SAIBA MAIS
O Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI) é um órgão ligado à Força Aérea Brasileira e funciona como um centro tecnológico da Aeronáutica.
Lá, são feitas atividades de lançamento e rastreio de peças aeroespaciais, como lançamento de foguetes. Segundo o site oficial do órgão (www.clbi.cta.br), também é missão da Barreira do Inferno “executar os testes e experimentos de interesse da Aeronáutica, relacionados com a Política da Aeronáutica para Pesquisa e Desenvolvimento e com a Política Nacional de Desenvolvimento das Atividades Espaciais”.
EADS é a sigla em inglês do consórcio europeu responsável por fabricar o drone, usado pelas forças armadas, encontrado em Icapuí.
E-Mais
Quando os oficiais da Barreira do Inferno chegaram, eles tentaram impedir que as pessoas tocassem no drone, o que deixou alguns insatisfeitos. Era para evitar danos ao equipamento, alegaram os militares. “Se a gente quisesse, tinha feito o que quisesse com esse objeto”, citou um pescador.
Os militares ficaram esperando até as 15h30min, hora em que o caminhão chegou para transportar o drone. Enquanto isso, eles aguardavam embaixo de uma barraca, em frente ao banco onde o equipamento estava. Uns deitaram-se em redes. Outros jogavam sentados.
Logo que o drone foi encontrado, contam os pescadores, um estrangeiro que mora na praia de Barreiras havia corrido dali com o filho. Ele teria ficado com medo de que fosse uma bomba e disse que iria embora do lugar. Até ontem, ele ainda estava lá.
Fonte: Daniela Nogueira (O Povo) - Foto: Talita Rocha
A companhia aérea China Southern, a maior do gigante asiático por tamanho de frota, anunciou hoje que prevê perdas no balanço de suas atividades em 2008, afetadas pela redução na demanda de passageiros e pela alta nos preços do petróleo durante o período.
Um motor de desenvolvimento de tecnologia que pode ajudar a NASA a levar astronautas de volta, com segurança, à superfície lunar completou com sucesso sua terceira rodada de testes. A meta desses testes é reduzir o risco e ter progresso na tecnologia para um motor de foguete robusto e confiável que poderia capacitar os Estados Unidos para a próxima aterrissagem na Lua.