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| (Foto: Gol/Reprodução) |
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sábado, 23 de novembro de 2024
Animais em avião: como funciona e o que é preciso saber antes de viajar com seu pet
Quais são os principais aviões bombardeiros usados pela Força Aérea dos EUA?
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| B-52 (Foto: Everett Collection/Shutterstock) |
Boeing B-52 Stratofortress
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| Um Boeing B-52 Stratofortess em voo (Foto: IanC66/Shutterstock) |
Rockwell B-1 Lancer
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| Rockwell B-1 Lancer (Foto: Robert Sullivan/Flickr) |
Northrop Grumman B-2 Spirit
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| Bombardeiro B-2 (Foto: Força Aérea dos Estados Unidos) |
sexta-feira, 22 de novembro de 2024
O que acontece quando as aeronaves excedem a velocidade do som?
Voando mais rápido que o som
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| (Foto: Getty Images) |
Rompendo a barreira do som
Como ocorre o "boom"?
Supersônico sem quebrar a barreira do som
Since the weather wasn’t cooperating with @VirginGalactic this morning, @VirginAtlantic decided to fly faster than any other commercial non-supersonic plane in history at 801 mph (the speed of sound is 767mph) https://t.co/QMDNZ2NCZY #readbyrichard
— Richard Branson (@richardbranson) February 20, 2019
Quebrando a barreira mais uma vez
Vídeo: "Marcelo Tas | Lito Lounge"
O que é a barreira do som e como funcionam os aviões supersônicos?
Você provavelmente já deve ter visto demonstrações de caças quebrando a barreira do som. Esse fenômeno impressionante pode ser visto em inúmeros vídeos espalhados pela internet, mas com frequência é apresentado às pessoas em eventos públicos e solenidades de alguns países.
Mas o que é o voo supersônico e o que significa quebrar a barreira do som? Como funciona esse efeito capaz de produzir um som tão potente que consegue quebrar vidros, rachar paredes e fazer as pessoas pensarem que estão presenciando um terremoto? Entenda o conceito por trás desse fenômeno incrível e como funcionam os aviões supersônicos.
A propagação do som
Como sabemos, o som viaja como uma onda usando o ar como meio de propagação. O conceito parece abstrato, mas uma analogia facilita a compreensão: ao jogarmos uma pedra em um lago, a onda circular produzida pelo impacto é exatamente o que acontece com o som ao viajar pelo ar.
Se atirarmos várias pedras no mesmo ponto em intervalos regulares, formaremos ondas concêntricas que se expandem em uma velocidade constante. É isso que acontece com um emissor de som, como o avião e seus motores. A velocidade de propagação dessas ondas é o que é chamado de velocidade do som.
Barreira de som
Ao nível do mar, em condições de atmosfera padrão, esta velocidade é de 1.226 km/h – ou 340 m/s, medida que também é bastante utilizada – e diminui com a queda da temperatura do ar. Levando em conta esse conceito, ficou convencionado que, quando um objeto – como um avião – se desloca a uma velocidade igual à do som, ele está voando a "Mach 1". Essa unidade é uma homenagem ao físico austríaco Ernest Mach, que foi o primeiro a conseguir medir a velocidade de propagação do som no ar.
O "Mach 1", o "Mach 2", o "Mach 3", o "Mach 4" e o "Mach 5" (6.130 km/h) nada mais são do que múltiplos da velocidade do som. Acima desse valor, podemos dizer que um objeto atingiu uma velocidade hipersônica, o que só foi possível com alguns caças e aeronaves civis e militares bem específicas.
Quando um objeto qualquer se desloca na atmosfera, ele comprime o ar a sua volta, especialmente aquele que se encontra à sua frente. Assim, são criadas ondas de pressão da mesma maneira que uma pedra que foi atirada em um lago. Se o avião voa a uma velocidade abaixo da do som, as ondas de pressão viajam mais rápido, espalhando-se para todos os lados, inclusive à frente do avião. Assim, o som vai sempre à frente, como no item 1 da figura abaixo.

Porém, se o avião acelerar para uma velocidade igual à do som – o tal Mach 1 –, ou seja, da velocidade de deslocamento de suas ondas de pressão, ele estará acompanhando e comprimindo o ar à sua frente (o seu próprio som) com a mesma velocidade de sua propagação – item 2 acima. O resultado disso é um acúmulo de ondas no nariz do avião – item 4 –, ou aquela "camada de ar branca" que se forma à frente do objeto.
Caso o objeto persista com essa velocidade exata por algum tempo, seria formada à sua frente uma verdadeira muralha de ar, pois todas as ondas criadas ainda continuariam no mesmo lugar em relação ao avião. Esse é o fenômeno batizado de "Barreira Sônica".

Quebrando a barreira
Se o avião em questão continuar acelerando, ultrapassando a barreira do som, ele estará deixando para trás as ondas de pressão que vai produzindo – o item 3 na figura anterior. Contudo, o objeto que estiver viajando no ar só poderá atingir velocidade supersônicas se, entre outros motivos, sua aceleração permitir uma passagem rápida pela velocidade de Mach 1, evitando a formação da Barreira Sônica.
Quando o ar em fluxo supersônico é comprimido, sua pressão e densidade aumentam, formando uma onda de choque. Em voo supersônico – com velocidades acima de Mach 1 –, o avião produz inúmeras dessas ondas, sendo que as mais intensas se originam no nariz e nas partes dianteiras e posterior das asas, além da parte terminal da fuselagem.

Mas e aquele barulho ensurdecedor?
Essas ondas de choque produzidas quando o avião ultrapassa o Mach 1 são as responsáveis por produzir o conhecido estampido desse fenômeno. Esse barulho ensurdecedor é chamado de "estrondo sônico" e sua intensidade dependem de vários fatores, tais como dimensões do objeto, forma e velocidade de voo e altitude.
O mais interessante é saber que essas ondas de choque geradas pelo avião em voo supersônico atingirão o solo depois de sua passagem, já que o objeto é mais veloz. Portanto, uma pessoa que está no solo verá o objeto passar sem escutar ruído algum, até que o som finalmente alcance o ouvido dela. Ou seja: o avião passa antes de seu próprio som.
Quebrando coisas
O estrondo sônico, em algumas ocasiões, pode ser forte o suficiente para produzir danos materiais no solo, como quebrar vidros ou mesmo produzir rachaduras em paredes, muros e outros estragos. Por conta disso, as autoridades limitam a operação de voos em velocidades supersônicas sobre os continentes.
Mas não foi isso que aconteceu no vídeo acima, em que o voo rasante dos caças da Força Aérea Brasileira na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, destruiu quase todos os vidros da fachada do Supremo Tribunal Federal. O fail aconteceu em 2012, durante a troca da bandeira que acontece uma vez por mês na praça dos três poderes. O prejuízo, no final da história, ficou por conta da FAB.
Fonte: Eduardo Harada (tecmundo.com.br)
Pista do Salgado Filho é fechada após avião da Azul fazer pouso de emergência
O Airbus A320-251N (A320neo), prefixo PR-YSA, da Azul Linhas Aéreas, realizou algumas órbitas (trajetórias circulares de espera em voo) nas imediações de Porto Alegre, após ter decolado do Aeroporto Internacional Salgado Filho e ter apresentado problema técnico na tarde de quinta-feira, 21 de novembro antes de pousar no aeroporto de origem.
Piloto morre após bater avião contra cabo para-raios em Goiás, dizem bombeiros
O avião Cessna A188A AGwagon, prefixo PT-DRB, da Textor Aviação Agrícola, caiu na lavoura de cana-de-açúcar de uma fazenda de Quirinópolis, no sudoeste do estado, na manhã desta quarta-feira (20), após bater contra cabo para-raios, segundo o Corpo de Bombeiros. O piloto da aeronave, identificado como João Adolpho Pontes Santana Branco, morreu no local devido ao impacto.
Imagens registradas no local mostram que o avião ficou completamente destruído, com o trem de pouso virado para cima e uma das asas quebradas.
Em breve, a ocorrência estará disponível para consulta no Painel SIPAER, por meio do site do CENIPA.
Avião de pequeno porte faz pouso de emergência após pegar fogo em Palmeira das Missões (RS)
Na manhã da quarta-feira (20), a aeronave agrícola Embraer EMB-201 Ipanema, sofreu um acidente em Palmeira das Missões, nas proximidades do anel rodoviário, na BR-185, no Rio Grande do Sul.
O caso será investigado pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), que foi acionado pelos próprios operadores da aeronave logo após o acidente.
Aconteceu em 22 de novembro de 2015: Voo Avia Traffic Company 768 - Pouso duro em meio a baixa visibilidade
Em 22 de novembro de 2015, o Boeing 737-3Y0, prefixo EX-37005, da Avia Traffic Company (foto acima), operava o voo 768, um voo doméstico regular de passageiros de Bishkek para Osh, no Quirguistão.
Aconteceu em 22 de novembro de 2003: A tentativa de abate de um Airbus A300 da DHL Express em Bagdá
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| A rota prevista para o voo de carga |
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| Visualização de Circuitos Hidráulicos (Via TheFlightChannel) |
Aconteceu em 22 de novembro de 1994: Voo TWA 427 Colisão com Cessna 441 no Aeroporto de Denver
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| Um Cessna 441 Conquest II similar ao envolvido na colisão |
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| A rota prevista para o voo TWA 427 |
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| Um diagrama do local de parada das aeronaves após a colisão |








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