Segundo o chefe do setor de comunicação da PRF, inspetor Roberto Cabral, o cantor não teve ferimentos. Até as 20 horas desta sexta, a aeronave, com prefixo de aviões experimentais, permanecia em um posto de gasolina, próximo ao local do pouso emergencial. Cabral afirmou que Waldonys vinha de Fortaleza para um show em Natal e logo após encostar o avião em local seguro, pegou uma condução para a capital. Com o trânsito liberado na rodovia, a PRF tentou nesta sexta à noite contato com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para saber quais providências seriam tomadas.
Waldonys ficou famoso aos 15 anos ao gravar e participar de shows ao lado de Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, por muitos anos. Atualmente, o talentoso sanfoneiro tem o aplauso da crítica e, como no dizer de Luiz Gonzaga, continua "atrevido''. Depois de percorrer os palcos do Brasil, o cantor abriu temporada de seis meses nos Estados Unidos e também na Europa. Waldonys foi convidado como atração, junto com o forrozeiro Beto Barbosa, para uma apresentação hoje à noite, em uma casa de show no Cidade Verde.
Mau tempo provocou pouso forçado de Waldonys na BR-304
Depois do susto em um pouso forçado na BR-304, o artista Waldonys do Acordeon estava tranqüilo na manhã de deste sábado (01) e já realizava os procedimentos para trazer seu avião P-96 Golf, monomotor fabricado na Itália, a Natal. Além de fazer sucesso com o forró, Waldonys é piloto há 15 anos e sempre viaja na própria aeronave. Ele relatou ao Diário de Natal que o pouso foi provocado pelo mau tempo que o impediu de continuar a viagem que fazia de Fortaleza à capital do Rio Grande do Norte. Sem nenhum ferimento, logo após a descida, o músico se dirigiu rapidamente ao local de sua apresentação em Natal na noite de sexta-feira.
Waldonys conversou com a reportagem por telefone no momento em que se dirigia ao posto de gasolina onde foi deixado o avião, próximo ao trevo de entrada da BR-226, local do pouso. De lá, ele faria a decolagem para o Aeroclube de Natal para realizar o abastecimento do monomotor, seguindo para Cerro-Corá e Currais Novos onde tem outros shows marcados neste fim de semana. Depois, Waldonys retorna para Fortaleza e vai Aracaju, continuando sua turnê.
Tranqüilo, ele contou que devido à chuva forte sentiu perda de potência do motor e resolveu não insistir com a viagem. A única dificuldade encontrada foi com relação ao movimento intenso na rodovia. Waldonys realizou o pouso com sucesso às 17h30 e ele mesmo retirou o avião da pista. O cantor conta que estava preparado para a situação, mas não poderia deixar de ficar nervoso.
"Já tinha feito outro pouso de emergência há muitos anos e como este não tive nada. Mas uma coisa é o treinamento, outra é fazer de verdade''. O artista explica que é preciso muita perícia e cuidado em um momento como este, durante o qual é preciso "se preocupar primeiro com a vida dos que estão lá embaixo, depois com a sua e, por último, com o equipamento''.
Aos 35 anos e com 3.200 horas de vôo, Waldonys diz que ficou feliz com o carinho e preocupação das pessoas. "Foi uma correria, todo mundo preocupado. Saiu até na televisão lá de Fortaleza. Eu liguei logo para o meu pai e minha mãe, para que eles não se preocupassem quando vissem alguma coisa''.
Fonte: Diário de Natal Online - Foto: Marcos Sayeg (JetPhotos)






Alguns carros ficaram sob o avião acidentado em Honduras (Foto: Reuters)












A Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) vai usar falcões para manter longe da pista aves que ameaçam vôos. Segundo reportagem do jornal "Zero Hora", falcões adestrados devem ser usados a partir de julho, em fase de testes, na região do Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre. Por terra, a proteção deverá ser feita por cães. Os vôos dos falcões serão guiados pelo falcoeiro e biólogo Gustavo Trainini e ocorrerão quando os pousos e decolagens tiverem intervalo mínimo de 15 minutos. Por enquanto, os futuros "vigilantes" estão em um criatório de Canoas. Neste ano, foram registradas quatro colisões de aves com aviões na capital gaúcha. Em 2007, foram 18 e, em 2006, outras 10.






















