
O estudo foi aprovado no início do mês pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano Ambiental, depois de receber parecer favorável da Comissão de Análise Urbanística e Gerenciamento da prefeitura. O EVU foi entregue ao superintendente do aeroporto, Jorge Herdina.
A obra é necessária para a expansão comercial dos negócios do Estado e para a realização da Copa de 2014 na Capital. Para isso, porém, será preciso a conclusão da remoção dos casebres situados na cabeceira, na Vila Dique. Além disso, o aumento é vital para a instalação de equipamentos mais modernos para voo em neblina.
Sem a ampliação da pista, não pode ser instalado o equipamento ILS-2, que propicia pousos e decolagens em dias de pouca visibilidade.
Para instalar os dois conjuntos de aparelhos que compõem o ILS-2, o glideslope e o localizer, é necessário colocá-los onde estão hoje as vilas.
Mesmo que a retirada das casas seja rápida, só as obras nas pistas levarão três anos, porque é necessário aterramento de áreas alagadiças e descanso do terreno, antes de pavimentá-lo.
Fonte: Zero Hora - Foto: estado.rs.gov.br
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