quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Pista auxiliar de Congonhas ficará maior para decolagem

A pista auxiliar do Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, ficará 120 metros maior durante as operações de decolagem. O Ministério da Defesa aceitou anteontem rever os critérios de utilização das áreas de escape, criadas após a tragédia com o Airbus A320 da TAM, que deixou 199 mortos em 17 de julho. Embora a mudança atinja principalmente a aviação geral (jatos executivos e táxi aéreo), as empresas aéreas regulares dizem que também serão beneficiadas, uma vez que não terão mais de dividir a pista principal com os aviões menores.

Desde que as pistas foram encurtadas, em 15 de setembro, apenas 10% das aeronaves que costumam operar em Congonhas tinham condições de utilizar a pista auxiliar, o que, segundo fontes militares, contribuía para as longas filas de aviões nas pistas de taxiamento. "Com essa modificação, será possível dividir melhor o fluxo do aeroporto", avalia o tenente-coronel Delany Lopes, chefe de Operações em Congonhas. "Enquanto estivermos aproximando um avião para pouso na pista principal, por exemplo, será possível alinhar outra aeronave na pista auxiliar. O ganho é de alguns segundos, mas num aeroporto com movimento intenso isso é crucial."

Quando anunciou a adoção de áreas de escape em Congonhas, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, determinou uma redução de 120 metros em cada uma das cabeceiras da pista auxiliar e de 150 metros na pista principal. Para especialistas em aviação, no entanto, a medida era tecnicamente equivocada, já que não haveria necessidade de uma área de escape na traseira do avião no momento da decolagem. De certa forma, a decisão dos técnicos do governo "corrige" a configuração anterior.

Nos procedimentos de pouso, a pista auxiliar continuará operando com o comprimento atual (1.195 metros), ou seja, com 120 metros a menos em cada cabeceira. Por enquanto, a pista principal, de 1.640 metros de extensão, não sofrerá modificações. Apesar de parecer insignificante, o ganho de 120 metros permitirá que mais aeronaves tenham condições de decolar na pista auxiliar e carreguem mais peso - seja em carga, quantidade de combustível ou passageiros.

Fonte: Agência Estado

Pane obriga volta de avião da TAM com jogadores a Belém

Os passageiros do vôo 3449 da TAM, que saiu na manhã de hoje de Belém (PA) com destino Brasília (DF), passaram por um susto. Após 51 minutos de vôo, a aeronave retornou ao Aeroporto Internacional de Belém. Segundo a TAM houve necessidade de manutenção no painel da aeronave, mas não informou que tipo de pane. A delegação do Clube do Remo estava na aeronave.

O vôo, que transportava 174 passageiros, decolou de Belém às 6h09 horário local(7h09 horário de Brasília). Um tempo depois, os passageiros foram informados que a aeronave retornaria à capital paraense. "O comandante disse pelo sistema de som apenas que o avião havia apresentado um problema e que precisava retornar a Belém", disse o passageiro Mário Fernando.

Fernando, que é chefe da delegação do Clube do Remo, viajava com a equipe para uma partida contra a Portuguesa pela Série B do Campeonato Brasileiro, em São Paulo. "Recebemos poucas informações da companhia aérea. Estamos aguardando no aeroporto e talvez só possamos embarcar à tarde", reclamou o passageiro.

Em entrevista à imprensa local, o jogador Darley também reclamou do atraso. "A gente está acordado desde às 5h, o vôo sai atrasado e ainda retorna. E ainda temos um jogo importante pela frente. Ninguém informa nada direito. É um descaso total", disse. A delegação é formada por 26 pessoas entre jogadores e equipe técnica.

Houve boatos de que o uso de celular de passageiros durante o vôo possa ter prejudicado a comunicação com o Cindacta, mas a TAM não confirmou essa informação.

A assessoria de imprensa da TAM em São Paulo informou que o vôo não foi cancelado. A aeronave está passando por manutenção no aeroporto de Belém. Os passageiros devem ser remanejados para outro vôo.

Fonte: Terra

Casal aventureiro exibe fotos e avião em exposição

Nova decolagem sobre a beleza dos rios brasileiros.
(Foto: Margi Moss)

Expedição Rios Voadores conta a trajetória dos rios e massas de ar pelo país. Gérard e Margi Moss reúnem fotos e vídeos num túnel sensorial no Leblon.

Não importa se em 80 ou 100 dias, já imaginou a volta ao mundo feita num avião particular? O 'brinquedinho', usado pelo casal Gerard e Margi Moss nessa aventura, está pendurado em pleno Shopping Leblon, na Zona Sul do Rio, a partir desta quinta-feira (18) até o dia 5 de novembro.

Lá estão fotos, vídeos e documentos em um túnel sensorial da mostra "Expedição Rios Voadores".

Na exposição, os exploradores, junto com cientistas, aprofundam o conhecimento do que chamam de Rios Voadores, que são correntes de ar que carregam umidade do Norte ao Sul do Brasil, muitas vezes responsáveis pelas chuvas na região sudeste do país.

Juntos em terra e no ar, o inglês Gerard concilia a paixão de voar com a curiosidade de engenheiro para idealizar os projetos, que divide com a professora e companheira de desafios, a queniana Margi. Ela registra as aventuras com fotos e levantando dados ambientais. Os dois são naturalizados brasileiros.

Serviço

A exposição funciona de segunda a sábado, das 10h às 22h, e domingos e feriados, das 15h às 21h. A mostra fica no 1º piso do Shopping Leblon (Av. Afrânio de Melo Franco 290, Leblon). Maiores informações no telefone (21) 3138-8000.

Fonte: G1

Passageiros aguardam vôo para Lisboa durante 60 horas no Recife

Avião da BRA que sofreu pane em Natal (Foto: Reprodução/ Globo News)

Empresa aérea afirma que as 35 pessoas que precisam embarcar viajarão nesta quinta. Elas reclamam da falta de agilidade para resolução do problema.

Passageiros de um vôo da empresa BRA, que iria para Lisboa, enfrentam espera para embarcar desde a madrugada de terça-feira (16), no Recife. Eles reclamam da falta de agilidade e de informações para a resolução do problema. O embarque estava inicialmente marcado para 2h30 de terça no Aeroporto Internacional de Guararapes. A espera já compeltou 60 horas.

De acordo com o passageiro Adriano Dias de Oliveira, a BRA havia assegurado que eles embarcariam na quarta-feira (17) em outras companhias aéreas. “Fomos todos para o aeroporto, mas não foram todos que conseguiram viajar. Tivemos que voltar para o hotel e ficamos sem notícias para saber quando essa situação será resolvida”, afirma Oliveira, que tinha planejado uma viagem pela Europa com a esposa. “Com esse atraso, acabamos perdendo reservas em hotéis”, diz.

Segundo a assessoria de imprensa da BRA, depois de realocar alguns passageiros em vôos de outras companhias, os 35 passageiros que ainda precisam embarcar vão viajar no vôo 7556 da BRA, às 17h20 desta quinta-feira (18).

Fonte: G1

SP: juizados em aeroportos recebem 378 reclamações

Os juizados especiais cíveis estaduais instalados nos aeroportos de São Paulo registraram 378 reclamações nos dez primeiros dias de funcionamento. Somente na quarta-feira, foram 40 reclamações. Em Congonhas foram 15 atendimentos e 5 acordos. No Aeroporto Internacional de Guarulhos, das 25 reclamações, 13 tiveram conciliação, um índice de 52%.

Desde a instalação dos juizados, no último dia 8 de outubro, já foram contabilizados 229 atendimentos em Cumbica e 149 em Congonhas. A média de acordos nas duas unidades gira em torno de 40%.

O objetivo dos juizados é atender os casos mais comuns de reclamações nos aeroportos, tais como falta de informação aos passageiros, overbooking, atrasos e cancelamentos de viagens, extravio e violação de bagagens.

Os postos atendem causas de competência estadual e federal e funcionam de segunda a sexta-feira, das 11h às 19h, e aos sábados, domingos e feriados, das 14h às 19h.

Fonte: Terra

Acidente em avião afeta pouso da seleção equatoriana

Um avião de carga da companhia colombiana Suramericanas teve um dos pneus do trem de pouso estourado, em um acidente sem vítimas ocorrido nesta quinta-feira, no Equador. O acidente afetou o pouso da seleção equatoriana na capital do país. A informação é da Agência Ansa.

A direção do aeroporto internacional Mariscal Sucre, de Quito, onde aconteceu o acidente, informou que o aeroporto foi fechado após o acidente "devido a imprevistos que surgiram durante a troca do pneu danificado".

Também foi feita a descarga da aeronave, para que essa fosse levada até sua plataforma.

Devido à interdição do aeroporto, o avião que transportava a seleção equatoriana de futebol vinda do Brasil não pôde aterrissar em Quito.

Fonte: Terra

Após 35 anos, sobrevivente dos Andes fala

Sobreviventes da tragédia nos destroços do avião

Fernando Parrado, o Nando, passou três dias inconsciente antes de despertar e descobrir que o avião que levava sua equipe de rúgbi para jogar um amistoso no Chile havia caído, em meio à cordilheira dos Andes.

A queda aconteceu no dia 13 de outubro de 1972. Quando ele acordou descobriu, além de tudo, que sua mãe, Eugenia, estava morta, e que sua irmã, Susana, agonizava. Recuperou-se, e permaneceu junto a ela até vê-la partir para o outro mundo.

As duas parentes de Parrado não foram as únicas vítimas. Os sobreviventes, a mais de quatro mil metros acima do nível do mar, estavam rodeados de cadáveres, não tinham o que comer e nem como se abrigar. O verão estava se aproximando. Mas, na montanha, a temperatura não variava muito, ficava sempre perto dos 30 graus negativos.

Tampouco sabiam como se comunicar e chamar a atenção das equipes de resgate; precisavam de instrumentos até para se proteger das avalanches, uma das quais, a pio das que viriam a sofrer, tirou a vida de várias outras pessoas. Só restaram os 16 que ainda podem contar a história.

Suportaram, nestas condições, 72 dias, até 22 de dezembro, quando um tropeiro chileno avistou duas figuras esqueléticas à beira de um rio de montanha: eram Roberto Canessa e Parrado, que - à luz de um final anunciado - decidiram apostar tudo e se lançaram em busca de ajuda em uma jornada quase suicida, que durou dez dias e culminou com o resgate de ambos.

Esses 10 dias se transformaram em lenda, milagre etc., mas, passado tanto tempo, nem mesmo os protagonistas daquela longa caminhada conseguem explicar de que forma conseguiram se orientar em meio aos campos nevados da inóspita e invencível cordilheira.

Parrado, uma semana depois do acidente que o lançou às trevas, descobriu que as buscas pelo avião desaparecido haviam sido suspensas, que eles haviam sido dados como perdidos e que não contavam mais para o mundo.

Em meio a essa história, Parrado atraiu a curiosidade internacional, talvez por sua decisão irrecorrível de enfrentar a adversidade, desafiar o frio e encontrar a salvação. Sua boa forma de jogador de rúgbi e sua juventude o ajudaram, mas a situação que viveu seria extrema para qualquer pessoa.

Ele sempre usou o termo sorte para descrever o que aconteceu. A palavra milagre remete à religião católica, praticada pelos uruguaios. Mas, no caso de Parrado, mais que a fé foi a força física que permitiu que ele encontrasse a salvação, e com isso salvasse os companheiros.

Ele já declarou em mais de uma entrevista que "no meu caso, creio que o rúgbi influiu mais que a formação religiosa". Talvez ele também encontre dificuldades para reconhecer um lado místico em sua experiência, dada a ira contida que a perda de duas das pessoas que mais amava ainda provoca.

Parrado vive em Montevidéu, Uruguai, com a mulher Veronique e as filhas Verónica e María Cecilia. É empresário, produtor de televisão e faz palestras sobre sua experiência e sobre formas de enfrentar os contratempos.

Escreveu, em colaboração com o jornalista norte-americano Vince Rause, o livro "Milagro em los Andes".

Esta é a conversa que ele manteve com Terra Magazine horas antes de embarcar em um avião, com destino desconhecido, e disposto a não se colocar mais à disposição quando o jornalismo exige que se pronuncie sobre dias que o marcarão para sempre.

Terra Magazine - O senhor prefere dar poucas ou nenhuma entrevista...

Parrado - Sim, confesso que não tenho grande simpatia pelos jornalistas. O jornalismo, com exceções, é profissão de carniceiros. Além disso, o que eu tinha a dizer sobre o assunto, disse em meu livro.

Mas é que houve muito sensacionalismo sobre vocês.

É verdade. Mas esse sensacionalismo de que você fala em minha opinião é a essência do jornalismo. E esta foi uma experiência muito limítrofe para que desejemos nos submeter a esse tipo de assédio.

Por que o senhor decidiu escrever o livro?

Entre outras coisas, para deixar de dar entrevistas.

Na noite antes de se decidir que partiria em sua expedição final, Parrado disse que, se chegou a dormir por algum tempo, foram não mais que alguns poucos minutos de sono intermitente.

"Na noite anterior coloquei roupa adequada para a montanha, uma camiseta de algodão, calças de lã, umas calças de mulher. E três jeans. Estava tão magro que tudo me servia. Quatro pares de meias, todas cobertas com sacos de supermercado. Um gorro de lã na cabeça; eu tinha uma sensação de claridade fantástica. Suponho que tenha sido por ter tomado uma decisão, e sentir que ela era irrevogável. Não dava para voltar atrás. Pensava em meu pai, na dor de meu pai, e a minha vista ficava mais clara. Havia feito algumas viagens exploratórias, mas essa era a definitiva. Todos pareciam sentir isso. Eu também. Mas já era um fato. Era uma decisão. Estava deixando o grupo. Algo me dizia que ia voltar a vê-los. Mas era hora de partir. Meu pai sempre foi uma pessoa prática. Creio que herdei isso dele. As coisas que se deve fazer, e que se pode fazer, devem ser feitas. E ali não havia mais opção. E era necessário que nos apressássemos. Queria que a partida fosse a mais rápida possível; a única coisa que se consegue quando a gente fica enrolando é voltar atrás em nossas decisões".

Canessa também estava bem decidido?

Sim, tanto quanto eu.

Há um momento do livro que parece revelador: "A premente necessidade que me impulsionava a caminhar para o oeste era a mesma que levaria alguém a pular de um edifício em chamas. Com que lógica você sabe que chegou o momento de saltar para o vazio? Naquela manhã, eu soube a resposta. Sorri para Carlitos (Páez Vilaró) e depois me virei antes que ele pudesse ver a angústia em meus olhos. Meu olhar se fixou por um longo momento no montículo de neve amolecida que marcava o lugar em que minha mãe e minha irmã estavam enterradas".

Aquele momento... Aquele momento foi decisivo. Eu o simplifico. No tempo posterior à morte de Susana e de mamãe, reprimi todo o impulso emocional. "Se eu morrer", lembro de ter pensado, "meu pai nunca saberá como a consolei e como lhe dei calor, e o quão tranqüila parecia em sua tumba de gelo".

A partir daquele momento, tudo foi vertigem. Dez dias no limbo ou no inferno. Dois alpinistas debilitados, estressados e consumidos pela angústia, a mais de três mil metros de altura e sem equipamentos, a uma temperatura devastadora.

Meus batimentos cardíacos dispararam, o sangue ficou espesso, a freqüência respiratória se acelerou até a hiperventilação e a umidade que eu perdia ao expulsar o ar me desidratava. Estávamos com sede, o tempo todo. Não havia gelo que a saciasse.

Essa era a situação quando começou a parte mais escura e incerta da viagem. Privados de orientação segura, tudo se reduzia a escalar e viver, ou tropeçar e morrer.

Jamais estive tão concentrado. A minha mente, minha cabeça, nunca mais voltou a experimentar uma conexão tão íntima com minha animalidade. Não sei como dizer isso. Mas me esqueci de mim mesmo. Eu não era eu. Eu era minha família e todos os amigos que esperavam. Perdi o medo (estava aterrorizado). Perdi o cansaço (estava esgotado). Era um desejo, um desejo de escalar, atravessar a montanha, descer a planície. Foi um momento único, inesquecível. Se tenho que pensar em Deus, Deus me invadiu naquele momento. Estava vivo, mas vivo de verdade, a vida fluía. E eu esperava. Só alguns dias depois nos sentimos arrasados.

Isso aconteceu quando enviaram o terceiro acompanhante de volta ao avião, ficaram com sua comida e apostaram forte no rumo oeste, o mesmo que insistiram o amigo que voltaria memorizasse. Seguiam uma intuição, e uma vaga sombra de que abaixo se abria um vale. Mas sim, lá se abria o vale, um rio, algumas vacas e finalmente, ao longe, um camponês, um tropeiro que na manhã do décimo dia, os colocou em contato com o resto do mundo.

Com Roberto, anos depois, tentamos refazer aquele caminho de volta, do lugar onde nos encontraram até o avião, com todos os requisitos de segurança exigidos para um percurso naquele terreno e naquelas condições, descansados, alimentados e equipados. Ainda assim, foi impossível. Não pudemos. Estávamos sendo acompanhados por uma equipe de apoio. Ela nos recolheu e nos colocou em um helicóptero. Não sei como fizemos. Dessa vez me lembro que chorei sem parar. De uma vez, tudo escureceu e clareou. Mas nunca pude explicar como fizemos, então, para chegar ao nosso destino.

Festa: Terra Magazine

Comandante da Aeronáutica: frota está sucateada

O comandante da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito, disse nesta quarta-feira, em depoimento reservado à Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados, que a frota de aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) está sucateada. Segundo ele, das 719 aeronaves existentes, apenas 267 têm condições de voar.

O brigadeiro disse que 220 aeronaves se encontram no parque de manutenção da Aeronáutica e outras 232 não podem voar por falta de peças. Saito disse ainda que o plano de revitalização de equipamentos da FAB está atrasado.

Redação Terra

Varig lança promoção para clientes Smiles

O cliente Smiles da Varig com saldo superior a 25 mil milhas pode emitir um bilhete de ida e volta em classe econômica, pagando somente US$ 300, para vôos no período de 29 de outubro a 15 de dezembro de 2007. A ação faz parte da promoção Smiles e Money para a inaugurar a rota para a capital inglesa.

Os bilhetes podem ser emitidos em uma loja da companhia ou por meio da Central de Atendimento Smiles, no Brasil pelos telefones 4003-7001 ou 4003-7007, de segunda a sexta, das 8h às 20h e no Reino Unido pelo número +44 207 660 0283, de segunda a sexta, das 9h às 19h.

Fonte: Invertia

Avião vindo dos EUA arremete no aeroporto de Guarulhos

Uma aeronave que fazia o vôo 963 da companhia aérea American Airlines arremeteu nesta quarta-feira ao tentar pousar no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. O avião havia decolado de Dallas, nos Estados Unidos.

Segundo a empresa, a luz que indica a ativação do trem de pouso da aeronave não acendeu e, como medida de segurança, o piloto decidiu fazer uma nova checagem no sistema.

A administradora Aparecida Gonzales, que estava no vôo, afirmou que não houve tumulto no avião e que o pouso foi tranqüilo.

Fonte: rádio Jovem Pan

Avião com cocaína é apreendido no interior de SP

Foto: reprodução da TV Globo

Um avião carregado de cocaína foi apreendido na tarde desta quarta-feira pelo Departamento de Investigações Sobre Narcóticos (Denarc) no aeroporto do município de Guararapes, na região de Araçatuba, no interior de São Paulo. Quatro ocupantes - dois brasileiros, um paraguaio e um colombiano - foram presos.

De acordo com a Secretaria Estadual de Segurança Pública (SSP) de São Paulo, o piloto José Alcir Batista, o co-piloto Luís Augusto Barros, o paraguaio Carlos Campuzana Diaz e o colombiano Theo Castilhos Cortez aterrissaram no aeroporto por volta das 17h. A aeronave - modelo Cesna 210 - está avaliada em US$ 130 mil.

Segundo informações preliminares, o avião partiu carregado de cocaína de Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, e teria viajado quase sete horas até chegar no interior paulista.

No aeroporto de Guararapes, investigadores da Divisão de Inteligência e Apoio Policial (Diap) do Denarc aguardavam, há três dias, a chegada da aeronave suspeita.

O delegado Everardo Tanganelli Júnior disse que a aeronave, a droga aprendida e os quatro presos serão levados para a capital paulista. "Vamos trazer a droga e os presos para São Paulo até a sede do Denarc onde teremos mais detalhes da operação, como a quantidade de droga apreendida", disse.

Fonte: Terra

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Avião da Rico faz pouso de emergência em Manaus

Painel de controle da aeronave sinalizou superaquecimento em turbina.
Aeronave voltou a aeroporto 20 minutos após decolagem.

Um avião Boeing 737-300 da Rico Taxi Aéreo com 83 passageiros fez um pouso de emergência hoje pela manhã no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, em Manaus.

Sete carros do corpo de bombeiros foram para o local, mas segundo a assessoria de imprensa da empresa, os passageiros estão todos bem e o que houve foi "um susto" provocado por uma pane no motor. O avião está previsto para decolar amanhã.

O problema aconteceu no vôo que ia de Manaus para Rio Branco, com escala em Porto Velho, levando 71 passageiros e 6 tripulantes. Segundo a assessoria de imprensa da empresa, o painel de controle da aeronave sinalizou um superaquecimento na turbina direita. O piloto desligou a turbina que estaria com problema e, seguindo as normas de segurança, retornou ao aeroporto.

O avião passou por vistoria, feita pela equipe de manutenção da empresa aérea, que indicou o travamento da válvula de controle da temperatura do óleo, o que ocasionou um aviso errado de superaquecimento. A válvula foi substituída, segundo informou a assessoria da Rico.

A empresa informou que deve decolar com a aeronave ainda nesta tarde. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), no entanto, ainda não confirma a autorização para a decolagem.

Fonte: G1

Sobrevivente do acidente da TAM conta: 'Não queria morrer queimado. Pedi por Deus e me joguei'

Valdinei Nascimento Muricy, de 33 anos, pediu ajuda a Deus três vezes e se jogou. O funcionário da TAM Express, último sobrevivente do maior acidente aéreo do país a sair do hospital, após 50 dias de internação, relembra aquele 17 de julho, quando o avião da TAM atravessou a pista em Congonhas e bateu no prédio, matando 199 pessoas.

- Tinha tentado descer do 3º andar pelo mastro de uma bandeira. Mas, estava fervendo que queimei as mãos. Pensei: Não quero morrer queimado. Pedi por Deus três vezes e me joguei. Fui ter certeza de que estava vivo três dias depois, quando acordei na UTI - conta Valdinei.

Após seis cirurgias, três ortopédicas e três plásticas, ele saiu do Hospital Santa Bárbara, em 6 de setembro. Está vivendo em um quarto de hotel, vizinho ao Aeroporto de Congonhas.

- O pior foi quebrar o fêmur, ombro e cotovelo esquerdos. Também queimei muito a perna esquerda. Tive de fazer enxertos.

Hoje, após três meses do acidente, diz que está ótimo, que não tem pesadelos e não precisou de acompanhamento psicológico. Segue programação rigorosa de fisioterapia e, nas horas vagas, recebe visitas, ouve música, lê livros e usa a internet. Pede para todos os seus visitantes recitarem a seu lado um salmo da Bíblia, sobre alguém que se salva da morte. "Abrindo a Bíblia achei esse salmo. É uma forma de agradecer por esta nova chance".

O que lembra daquele dia?

Da fumaça, do calor. Andei abaixado até a janela. Liguei para um tio e pedi para ele não deixar que meus pais ligassem a TV. Sabia que aquelas imagens estavam sendo veiculadas. Eles têm idade avançada e poderiam ficar preocupados.

Não teve medo de se jogar daquela altura?

Estou lendo o livro "O que Podemos Aprender com os Gansos", além do "Jesus é o Maior Psicólogo que Já Existiu". E esse primeiro livro fala de tentativas... Eu não queria morrer queimado e tentei sobreviver. Primeiro tentei descer pelo mastro de uma bandeira. Queimei as mãos. Depois me joguei.

Considera um milagre?

Deus esteve comigo... Quando acordei na ambulância tive noção que estava vivo. Mas só fui ter certeza que sobreviveria três dias depois, no hospital. Acho que Deus ajudou, mas todos, desde o bombeiro que me recuperou na rua, até a equipe que ainda me ajuda hoje, são responsáveis por eu estar vivo. E eu também estou fazendo a minha parte. Quero andar.

E sua amiga (Michele), que também se jogou mas não resistiu?

Em respeito à família dela, não falarei sobre isso. Ela está num lugar melhor que nós.

Como é sua recuperação?

Os médicos dizem que estou bem. As queimaduras melhoraram. Estou conseguindo ficar de pé, mas ainda uso cadeira de rodas.

Quando volta a andar?

Não sei. A previsão de recuperação é de seis meses. Faço fisioterapia. Anteontem consegui lavar o rosto e escovar os dentes sozinho. Estou muito feliz.

O que mais faz para passar o tempo?

Uso o computador, escuto música e recebo muitas visitas dos meus amigos. Gosto de Madona e RPM. São músicas pra cima! Também tenho uma programação diária puxada. São cerca de 2 horas de terapia ocupacional, 1h30 de fisioterapia e mais um outro tanto de exercícios por minha conta própria. Faço quatro refeições diárias com supervisão de uma nutricionista. Já recuperei 5 quilos. Fiquei muito magrinho depois da internação.

O que pretende fazer quando estiver 100%?

Visitar meus pais, que não puderam vir para cá. Moram no interior da Bahia.

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Sem aviões, Varig suspende linha Rio-Frankfurt

Rota para Buenos Aires está inoperante há dois meses.
Empresas de arrendamento de aviões têm cobrado dívidas da Varig.

A Gol enfrenta outro obstáculo para fazer decolar a operação internacional da Varig, depois de descobrir e pagar velhas dívidas, de US$ 17,5 milhões, nos aeroportos internacionais.

A nova dona da Varig está com dificuldades em conseguir aviões. Por isso, a Varig já suspendeu uma linha para Frankfurt, saindo do Rio, e ainda não retomou a rota para Buenos Aires, inoperante há dois meses. A falta de aviões tem duas explicações. A primeira delas é que o mercado está aquecido e existem poucos aviões para serem vendidos ou arrendados no mercado internacional.

A outra razão é que as empresas de arrendamento de aviões estão cobrando parte das velhas dívidas de leasing da Varig, que chegam a R$ 2 bilhões, para poder liberar aviões de grande porte em seu poder. A Gol não quer pagar para não abrir um precedente de sucessão de dívidas.

A nova Varig suspendeu a rota para Frankfurt em 20 de setembro, quando remanejou o avião que voava para a Alemanha para poder reinaugurar a linha São Paulo-Paris-Roma. A Gol, que comprou a Varig em março por US$ 320 milhões, substituiu a linha direta do Rio pela rota Rio-São Paulo-Frankfurt.

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou que a VRG pode suspender seus vôos no exterior, mas tem seis meses para retomar a rota, sob pena de perdê-la. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".

EADS confirma atraso em entrega de avião militar

A companhia européia EADS confirmou que as entregas do avião de transporte militar A400M demorarão pelo menos seis meses, com a possibilidade de outro semestre de atraso, informou hoje o grupo aeronáutico em Madri.

A demora ocorreu em função do lento progresso no desenvolvimento do motor, do excesso de tempo usado nos programas de desenvolvimento dos sistemas, e no de testes em vôo, que diferem dos aviões comerciais da Airbus.

O ministro da Defesa francês, Hervé Morin, anunciou possíveis atrasos na entrega do avião. O aparelho está sendo feito na fábrica da EADS em Sevilha, na Espanha, onde sua linha de montagem final está em produção. São estudadas medidas para atenuar os efeitos do atraso. As conseqüências financeiras estão sendo avaliadas e serão divulgadas junto com o anúncio de resultados correspondentes aos nove primeiros meses do ano.

O gigante da aviação comercial A380 já sofreu um atraso de 18 meses do programa inicial para ser entregue à companhia aérea Singapore Airlines, na segunda-feira em Tolouse, na França. O primeiro A400M está em produção na nova linha de montagem final de Sevilha e seu primeiro vôo está previsto para o segundo semestre de 2008.

Trata-se de um avião de transporte militar de quatro motores, que pode carregar até 37 toneladas, com capacidade para levar helicópteros ou até 120 soldados com equipamentos. O novo simulador de sistemas A400M foi apresentado em uma demonstração totalmente operacional no fim de julho de 2007.

A EADS é líder global da indústria aeroespacial, de defesa e serviços relacionados. Em 2006, a empresa teve receita no valor de 39,4 bilhões de euros e contava com 116 mil empregados. A companhia inclui a fabricante de aviões Airbus, a Eurocopter - maior fornecedora de helicópteros do mundo - e a EADS Astrium, líder européia em programas espaciais, do foguete Ariane ao sistema de navegação por satélite Galileu.

Fonte: EFE

TJ condena Varig a indenizar em R$ 6,6 mil por vôo perdido

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG) confirmou sentença do juiz Jaubert Carneiro Jaques, que condenou a empresa aérea Varig a indenizar um médico, por danos morais, no valor de R$ 5 mil, e danos materiais, no valor de R$ 1.651,32, que perdeu o vôo que o levaria a Punta Del Este, no Uruguai.

Segundo o TJ-MG, o oftalmologista comprou uma passagem para Punta Del Este, onde iria proferir palestra em um congresso de medicina. Segundo os autos, em dia 11 de março de 2004, ele embarcou em Belo Horizonte às 10h40 e chegou em São Paulo às 11h50, onde iria embarcar às 13h para a cidade uruguaia. Ao chegar à sala de embarque internacional, deparou-se com uma grande fila, provocada pela greve da Polícia Federal, e foi informado de que seu vôo atrasaria.

O médico alega que foi procurar informações no balcão da companhia aérea e lhes esclareceram que seu vôo já havia partido, mas que, às 20h20, teria outro. Ficou esperando durante esse tempo e, ao embarcar, foi informado, já dentro do avião, de que este não poderia decolar devido aos problemas técnicos.

O passageiro pernoitou em São Paulo e, no dia seguinte, optou por voltar para Belo Horizonte. Foi então que ele ajuizou ação pleiteando indenização por danos morais e materiais, sob a alegação de que firmou um contrato de transporte com a Varig, mas não chegou ao seu destino final, o que lhe acarretou prejuízos.

A companhia, em sua contestação, alegou que em decorrência da greve da Polícia Federal os passageiros eram chamados para seus vôos na fila, sob a orientação do comando de greve, não havendo, portanto, responsabilidade por parte da mesma. Além disso, o cancelamento do vôo se deu por defeito técnico, caracterizando, assim, caso de força maior. Cabe recurso.

Fonte: Invertia

Primeiro Airbus A380 aterrissa em Cingapura

Funcionários do aeroporto de Changi observam a aproximação do Airbus A380, que, depois de ser entregue à empresa Singapore Airlines na segunda-feira (15), chegou a Cingapura, onde obteve
recepção calorosa. A 'festa' para a aeronave faz parte dos preparativos para o novo comercial
inaugural da aeronave, marcado para o dia 25. (Foto: AFP)

O primeiro A380 entregue pela Airbus a uma companhia aérea aterrissou hoje no aeroporto de Cingapura, de onde fará seu primeiro vôo comercial sob a bandeira da Singapore Airlines em 25 de outubro, rumo a Sydney.


Detalhe do 'avião gigante' da Airbus, após pouso no aeroporto de Changi, em Cingapura.
A aeronave tem capacidade de transportar até 853 passageiros. (Foto: AFP)

O maior avião comercial foi recebido pelo primeiro-ministro cingapuriano, Lee Hsien Loong, e os presidentes da Singapore Airlines, Stephen Lee, e da Airbus, John Leahy.

O consórcio europeu Airbus teve problemas com a compatibilidade de alguns programas e com um sistema relacionado à fuselagem, por isso a entrega do aparelho à companhia aérea foi realizado com 18 meses de atraso.

Estes problemas na fabricação, as perdas milionárias que representaram e a mudança de cinco presidentes da Airbus nos últimos meses prejudicaram a imagem da empresa. O A380 em breve encontrará um sério concorrente no Dreamliner 787 de Boeing.

A estréia comercial do A380 será realizada em oito dias com a rota Cingapura-Sydney. As passagens foram leiloadas pela internet, e o lucro será destinado a causas beneficentes. Após o primeiro vôo, o avião viajará de Cingapura a Londres.

Fonte: EFE

Air France e Delta criam empresa para vôos transatlânticos

A companhia aérea francesa Air France e a americana Delta Air Lines anunciaram hoje a criação de uma empresa comum para dividir rendas e custos em vôos transatlânticos, a partir de abril.

A empresa conjunta deverá administrar os vôos transatlânticos partindo das cidades-base da Air France e Delta, além dos vôos das duas companhias entre o aeroporto de Heathrow, em Londres, e os Estados Unidos, segundo um comunicado conjunto. Todos os vôos serão operados com um code-share.

A partir de 2010, a empresa conjunta vai operar também os vôos transatlânticos partindo da Europa, Mediterrâneo, Estados Unidos, Canadá e México.

As companhias aéreas calculam que o volume de negócios da empresa conjunta será de US$ 1,5 bilhão em sua primeira fase e de mais de US$ 8 bilhões na segunda.

Para o presidente da Air France, Jean-Cyril Spinetta, o acordo oferecerá "uma melhora sem precedentes" para clientes das duas companhias aéreas.

Fonte: Invertia

Infraero: Empreiteiras devem ser investigadas a pedido da CPI

As 14 maiores empreiteiras do País devem ser investigadas pelo Ministério Público Federal por suspeita de irregularidades em obras a pedido do Senado que irá constar no relatório final da CPI do Apagão Aéreo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Entre as empresas envolvidas estão OAS, Odebrecht, Gautama, Camargo Corrêa e Queiroz Galvão. Todas serão investigadas por suspeitas de irregularidades no setor.

As contrutoras estão sendo acusadas pela comissão de terem cometido superfaturamento em empreendimentos que foram contratados pela Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero), com média em torno de 400%.

De acordo com o O Estado de S. Paulo, A quebra de sigilo telefônico ainda deve ser sugerida assim como quebras de sigilos fiscais e bancários das emrpeiteiras e de funcionários públçicos que possam estar envolvidos no esquema.

Companhias aéreas querem privatizar terminais do Galeão

O destino do Aeroporto Internacional Galeão-Tom Jobim, no Rio de Janeiro, foi discutido nesta terça-feira em reunião entre o secretário estadual de Transportes, Júlio Lopes, e representantes das principais companhias aéreas do País. Lopes ouviu dos empresários a proposta de privatizar parte do terminal de cargas do aeroporto, hoje totalmente controlado pela Infraero.

"Uma parte das empresas pleiteia, e eu acho que o ministro (da Defesa, Nelson Jobim) vai concordar que metade do terminal de cargas de exportação seja terceirizado para elas, em operação conjunta com a Infraero. Eu acredito que o ministro vai dar um passo, numa quebra de paradigma importante para o setor aeroportuário brasileiro", afirmou.

Uma das propostas é retomar o número de vôos internacionais que nos últimos anos foram desviados para São Paulo. Segundo o secretário, o Galeão recebe hoje nove milhões de passageiros por ano, mas tem condições de aumentar a capacidade para 12 milhões já em 2008.
"Nós acreditamos que vai haver uma verdadeira revolução no aeroporto. Vamos dar um grande passo na conquista de um novo Tom Jobim para aumentar em alguns milhões o volume de passageiros".

Os empresários pediram ainda o aumento dos efetivos da Receita Federal e da Polícia Federal, além da implementação de uma linha de ônibus circular, ligando o Galeão à Rodoviária Novo Rio e ao Aeroporto Santos Dumont.

As sugestões serão encaminhadas a Jobim, que deve anunciar no próximo dia 24 mudanças no aeroporto, com o objetivo de desafogar a malha aérea nacional, hoje concentrada nos aeroportos de Guarulhos e Congonhas, em São Paulo.

Fonte: Agência Brasil

Assista ao vídeo de apresentação do Airbus A380

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Congonhas: A320 terão software para erro em manetes

O desembargador federal Roberto Haddad deu na noite desta terça-feira prazo de 30 dias para que as empresas que operam com aviões Airbus A320 no Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, instalem um software que impede que as manetes do avião fiquem fora da posição correta durante o pouso.

"A medida é um complemento às demais normas de segurança exigidas para o pouso e decolagens em Congonhas, tendo em conta que a falta de tal equipamento vem sendo apontada como uma das falhas que possibilitaram o acontecimento com o vôo 3054", disse.

Haddad se referia à tragédia com um A320 da TAM ocorrido em 17 de julho. Na ocasião, 199 pessoas morreram quando a aeronave colidiu contra prédios próximos a Congonhas depois de tentar pousar na pista principal do aeroporto.

Número de passageiros Haddad também decidiu revisar as restrições impostas ao Aeroporto de Congonhas em setembro. O desembargador revogou o limite de 130 passageiros por aeronave.

Fonte: Reuters

Parte de passageiros que aguardava no Recife embarca para Lisboa

Parte dos passageiros de um vôo da BRA, que sairia do Aeroporto Internacional de Guararapes, no Recife, com destino a Lisboa, vai fazer a viagem por outras companhias, segundo a assessoria de imprensa da empresa aérea. O embarque, programado para as 2h30 desta terça-feira (16), não aconteceu porque a aeronave que pousaria na Capital pernambucana entrou em “manutenção não-programada” em Natal.

De acordo com a assessoria, a aeronave teve problemas técnicos no compressor do motor durante o trajeto para o Brasil. O avião partiu de Lisboa, passou por Madri e parou Natal, onde está em manutenção desde o início da manhã desta terça, ainda sem previsão de encerramento. A aeronave passaria por Recife e voltaria para a Europa.

Segundo a assessoria de imprensa da BRA, alguns passageiros, que aguardavam o avião no Recife, já embarcaram em vôos de outras empresas aéreas e outros aguardam em hotéis até serem realocados.

Fonte: G1

Passageiros aguardam vôo para Lisboa desde as 2h no Recife

Passageiros de um vôo da empresa BRA, que iria para Lisboa, enfrentam espera no Aeroporto Internacional dos Guararapes desde a madrugada desta terça-feira (16). Eles reclamam do atraso e ainda não têm previsão da hora do embarque, inicialmente marcado para 2h30.

O avião, que partiu de Lisboa, passou por Madri e por Natal, deveria chegar ao Recife para, em seguida, retornar à capital portuguesa.

Segundo a assessoria de imprensa da BRA, a aeronave não decolou em Natal porque está em manutenção, ainda sem previsão para término.

Ainda de acordo com a assessoria, os passageiros começaram a ser acomodados em hotéis e já é negociada a possibilidade de viajar por outras companhias aéreas.

Justiça revoga limite de passageiros em Congonhas

TRF decidiu que empresas devem usar tabela internacional de relação pista/peso.
Desembargador modificou decisão anterior que fixava limite de 130 passageiros.

Pista de Congonhas sofre mais restrições. (Foto: Eduardo Nicolau/AE)
O Tribunal Regional Federal da 3ª Região decidiu mudar a limitação no número de passageiros por aeronave no Aeroporto de Congonhas, Zona Sul de São Paulo.

Ao contrário do que determinava uma decisão do TRF anunciada no mês de setembro, não será mais proibido o pouso e decolagem com mais de 130 passageiros.

Segundo uma liminar do desembargador Roberto Haddad, anunciada nesta segunda-feira (15), a partir do dia 30 deste mês, as companhias aéreas devem se basear numa tabela internacional que dimensiona a correta relação entre o tipo de pista e o peso da aeronave.
De acordo com o desembargador, essas tabelas foram fornecidas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e seu uso é mais apropriado do que simplesmente fixar um número limite de passageiros, pois as companhias poderiam compensar o peso na carga.

Além do número de passageiros, o desembargador também fez outras mudanças na sua decisão anterior, atendendo pedidos da Anac e da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero). As determinações têm caráter liminar e podem ser modificadas quando forem julgadas pelos desembargadores. A decisão anterior foi baseada em ação do Ministério Público Federal. Procurado pelo G1, o órgão não havia retornado até o horário de publicação desta reportagem.

Uso dos manetes

Na nova decisão, Haddad determina que as empresas que usam aviões Airbus A-320, aeronave que sofreu um acidente no aeroporto no dia 17 de agosto causando a morte de 199 pessoas, devem instalar softwares que evitam o uso inadequado dos manetes da aeronave. A polícia investiga se o manejo inadequado desse equipamento contribuiu para o acidente. Todas as companhias aéreas devem adotar o procedimento no prazo de 30 dias.

O desembargador também deu mais prazo para que as empresas treinem seus funcionários com conhecimentos específicos para atuar em Congonhas. Pela atual decisão, as companhias terão 120 dias para providenciar o curso a partir da data que forem comunicadas da decisão judicial.

Haddad também atendeu a um pedido da Infraero e retirou da empresa a responsabilidade de fiscalizar o cumprimento das medidas determinadas pela Justiça. Segundo o novo texto, é de "única e exclusiva responsabilidade da Anac a fiscalização dos procedimentos operacionais das companhias aéreas".

Falha mecânica

A nova liminar também esclarece que não podem pousar ou decolar de Congonhas, aeronaves que tenham falhas mecânicas relevantes que possam afetar diretamente a segurança dos vôos. Na decisão de setembro, o desembargador havia dito que "aviões com qualquer defeito mecânico deverão ser desviados para Guarulhos ou outro aeroporto com pista extensa, para que haja mais segurança na realização da aterrissagem".

Fonte: G1

Defeito interrompe vôo da comitiva de Lula na África


Um problema técnico obrigou um avião da comitiva do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na África a retornar à capital do Congo, Brazzaville, cerca de uma hora depois de decolar em direção a Johanesburgo, na África do Sul.

O avião, um Boeing 737 apelidado de "Sucatinha", levava um grupo de 25 empresários que acompanham o presidente e 25 jornalistas que fazem a cobertura da viagem.

Segundo a tripulação, um problema técnico não-identificado, descrito por eles como um problema de medição no painel de controle, levou à decisão de retornar ao aeroporto da capital congolesa por precaução.

Não houve pânico a bordo. Alguns passageiros afirmaram ter percebido o que teria sido o desligamento de uma das turbinas do avião quando ele ainda estava no ar, mas outros disseram não ter notado problemas até o retorno da aeronave ao Congo.

O Sucatinha, com mais de 30 anos, era um dos três aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) que transportavam membros da comitiva de Lula na África.

O avião que transporta o presidente - o "Aerolula", um Airbus - e os ministros que o acompanham na viagem já havia decolado antes do Sucatinha e seguiu sem problemas para Johanesburgo.

O incidente obrigou a FAB a trocar a aeronave com problemas por outra do mesmo modelo, que levaria a Brasília funcionários da Presidência e do Itamaraty que participaram da organização da visita ao Congo.

Lula começou sua visita de quatro dias à África na segunda-feira, quando desembarcou em Uagadugu, capital de Burkina Faso.

De lá, seguiu para o Congo e visita ainda África do Sul e Angola. Esta é a sétima visita de Lula à África desde que assumiu a Presidência.

Fonte: BBC Brasil

Detalhes do Airbus A380

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Empresas argentina e alemã trarão 'avião gigante' ao Brasil

Primeiro Airbus A380, entregue para a Singapore Airlines. (Foto: AFP)

A Lufthansa e Aerolíneas Argentinas deverão ser as primeiras a voar no Brasil com o A380. A companhia alemã chegou a marcar um vôo teste com o novo avião da Airbus, em novembro do ano passado, no Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim (Galeão, no Rio), mas teve de adiar a estréia por causa de atrasos no projeto e na entrega. Já a empresa argentina vai receber dois A380 a partir de 2010 e poderá usá-los na rota São Paulo-Buenos Aires-Madri.

A Lufthansa informa que mantém interesse em usar o A380 “no longo prazo” no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo. A companhia encomendou 15 modelos A380 e faz atualmente 14 vôos semanais entre o Brasil e a Alemanha. Por meio da Swiss, pertencente ao grupo, são mais sete vôos diários entre São Paulo e Zurique.

A Aerolíneas Argentinas será a primeira empresa da América do Sul a receber o A380. Na semana passada, o grupo controlador da Aerolíneas, o espanhol Marsans, assinou um compromisso de compra de quatro A380, dentro de uma encomenda de 61 aviões - um pedido de US$ 6,5 bilhões, conforme preços de tabela. Parte dos aviões será destinada a outras empresas do grupo, como a Air Comet, da Espanha.

A Airbus entregou na segunda-feira o primeiro exemplar de seu A380, o maior avião de passageiros da história, para a empresa Singapore Airlines. Destinado a competir com o 747 da empresa americana Boeing, o A380 pode transportar de 525 a 853 passageiros. Na próxima terça-feira, o avião partirá de Toulouse (França) com destino a Cingapura e fará seu primeiro vôo comercial no dia 25 de outubro para Sydney, vôo para o qual os lugares foram vendidos em leilão, cujo dinheiro será destinado a obras de caridade.

Fonte: G1

Gol pode enterrar destroços de Boeing em MT

A empresa aérea Gol avalia a possibilidade de enterrar os destroços do Boeing 737-800 que caiu na floresta amazônica, localizada na terra indígena Capoto Jarina, próximo do município de Peixoto de Azevedo, em Mato Grosso. A reportagem visitou o local do acidente na quarta-feira da semana passada e o cacique Bedjai Txucarramae, da aldeia Piaraçu, reclamou que a Gol e a Aeronáutica ainda não retiraram os destroços que estão espalhados na mata.

A assessoria de imprensa da Gol informou que a empresa não descuidou de suas responsabilidades com relação aos destroços que permanecem no local. Um laudo preliminar encomendado pela Companhia apontou que não há possibilidade de contaminação do ar e do solo pelo combustível do avião, mas como as peças continuam na superfície, espalhadas por centenas de metros ao redor da clareira principal, a companhia avalia a viabilidade de enterrá-las.

Todavia, a assessoria imprensa não informou quando a empresa apresentará o laudo final de qual será o destino dos destroços, e caso sejam enterrados, quando isso ocorrerá.

O Centro de Comunicação Social da Aeronáutica, ao ser questionado sobre a responsabilidade da retirada dos destroços, informou que é responsabilidade da Força Aérea Brasileira (FAB) resgatar os corpos das vítimas. Além disso, de acordo com normas internacionais, a inutilização das peças da aeronave se faz necessária para que não sejam reutilizadas.

"A parte que cabia à Aeronáutica foi feita. O local foi liberado para a polícia e o proprietário dos destroços, no caso, a Gol. Até o momento a Aeronáutica não recebeu nenhuma solicitação ou não tem nada em andamento de auxilio para retirada dos destroços", destacou a assessoria de imprensa do Cecom-Saer.

O Cecom-Saer acrescentou que a legislação internacional prevê que na hipótese dos destroços não poderem ser retirados do local, a fuselagem deve ser pintada de uma outra cor, semelhante a laranja. Para não ser confundido com um novo acidente.

Fonte: Terra

Peru: avião com 85 passageiros faz pouso de emergência

Um avião com 85 passageiros fez hoje um pouso de emergência no Aeroporto Internacional Jorge Chávez, em Lima, Peru, devido a falhas técnicas no trem de aterrissagem, sem informações sobre vítimas, informaram fontes do terminal aéreo.

Em seu deslocamento à cidade nortista de Piura, o Boeing 747 da companhia aérea peruana Aerocondor retornou a Lima, onde sobrevoou o local por uma hora até queimar todo o combustível e prevenir um possível incêndio.

Funcionários do aeroporto, junto com um grupo de bombeiros e socorristas, esperaram em terra a aterrissagem do avião, que foi feita sem problemas. Os passageiros desembarcaram e foram levados para os salões de espera do aeroporto.

Fontes: Agência Internacionais

Dois aviões se chocam em aeroporto de Londres

Dois aviões colidiram na noite desta segunda-feira em uma das pistas do aeroporto de Heathrow, em Londres, informou o porta-voz dos bombeiros. "Não há feridos e os passageiros foram retirados dos aviões", disse.

Um porta-voz de Heathrow confirmou que "dois aviões estão envolvidos em um acidente ocorrido em uma pista na noite de segunda-feira". Um dos aparelhos é um Boeing 747 da British Airways que se dirigia à Cingapura.

O outro avião é um Airbus A340 da Air Lanka. Um porta-voz da Bristish Airways descreveu o acidente como uma "colisão menor" e anunciou uma investigação para esclarecer o caso.

"Nosso avião teve uma colisão menor com outro aparelho em uma das pistas", disse o porta-voz da companhia aérea britânica. "Os engenheiros estão inspecionando o avião para avaliar possíveis danos. Os passageiros desembarcaram e foram levados novamente para o terminal aéreo.

A British Airways ofereceu aos passageiros o reembolso do bilhete ou uma noite no hotel, a espera de outro vôo nas próximas horas.

Fonte: AFP

Marta Suplicy defende regionalização dos aeroportos do País


A ministra do Turismo, Marta Suplicy, disse nesta segunda-feira que os aeroportos brasileiros precisam se regionalizar para permitir maior movimentação de passageiros. "Vôos curtos em aviões pequenos com poucos passageiros seriam uma alternativa para a melhoria da aviação neste momento", afirmou.

Para Marta, o governo federal continua preocupado com a situação dos aeroportos, com a redução de vôos e com os recentes acidentes aéreos. "Precisamos descentralizar e apostar na regionalização", apontou.

"Estamos caminhando, sim. Hoje é fundamental o entendimento entre os governadores e os prefeitos para que tudo dê certo", disse.

A ministra participou da assinatura da liberação de R$ 1,5 milhão para a ampliação do leito do trenzinho da Maria Fumaça, em Campinas, no interior de São Paulo.

Marta disse que já conversou com o ministro da Justiça Nelson Jobim para pedir a volta dos vôos charters no Aeroporto de Congonhas, na zona sul da capital paulista. Segundo ela, são boas as condições de uso das pistas.

"Em aeroportos menores, onde não há condições de pousos, o governo federal pode estudar com carinho a liberação de verbas, pelo BNDES, por exemplo, para alavancar o movimento de passageiros a nível regional e fazer crescer em todo o territorio nacional", afirmou.

Turismo

A ministra comentou a situação do turismo e disse que os brasileiros devem procurar hotéis e restaurantes quando viajarem. "Brasileiro viaja muito, temos dados que mostram isso, mas em geral ele fica na casa de parentes, da sogra, do irmão", disse.

"É importante que ele procure os hotéis, freqüente restaurantes, que não amole os parentes e que descubra outros caminhos de lazer", completou de forma descontraída.

Marta afirmou que no Chile se viaja duas vezes mais que no Brasil. "A Áustria recebe 30 milhões de turista e nós recebemos apenas 5 milhões por ano", disse, em outra comparação.

Para a ministra, o Brasil deve investir no turismo religioso como forma de aquecer o setor. "Temos que apostar no filão do turismo religioso, um nicho pouco explorado. Veja o movimento no Vaticano e em Portugal. E nós temos tantos exemplos da nossa religiosidade. Estive no Círio de Nazaré e fiquei muito impressionada", contou.

Marta destacou ainda que o turismo traz emprego, renda e que hoje emprega dois milhões de empregados formais. Segundo ela, a capacidade é de absorver outros 1,7 milhões de pessoas até o final deste ano. "Com uma geração de divisas em torno de R$ 7,7 milhões", completou.

Maria Fumaça

Para a ampliação do trecho entre a Estação Anhumas até a Praça Arautos da Paz do trenzinho da Maria Fumaça, em Campinas, o Ministério do Turismo liberou R$ 1,5 milhão, a Petrobrás R$ 1,5 milhão e a Prefeitura outros R$ 300 mil.

A licitação para as obras será aberta ainda este ano e a conclusão dos trabalhos dederá ser feita em 6 meses. A Maria Fumaça liga Campinas a Jaguaiúna, em 25 km de linha férrea.

A linha pertencia anteriormente à Companhia Mogiana de Estrada de Ferro, hoje preservada, e é administrada e explorada pela Associação Brasileira de Preservação Ferroviária.

Fonte: Terra

Aeroportos: juizados resolvem 42,3% dos casos no feriado

Os juizados especiais dos aeroportos de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília registraram 130 reclamações, entre sexta-feira e domingo, durante o feriado prolongado de Nossa Senhora Aparecida. Desse total, 55 atendimentos resultaram em acordo, o equivalente a 42,3% dos casos.

Segundo informações do Supremo Tribunal Federal (STF), o juizado instalado no Aereporto Internacional de São Paulo (Cumbica), em Guarulhos, contabilizou o maior número de queixas, com 45 atendimentos e 18 acordos. A maioria dos casos estava associado a atrasos e cancelamentos de vôos.

Segundo a funcionária Maria da Penha Silva, a presença do juizado provocou mudanças de comportamento. "As companhias aéreas estão mais atentas e prestativas, pois antes mesmo do ajuizamento, ou seja, no momento da reclamação feita no balcão, o problema do passageiro muitas vezes é resolvido", disse.

Fonte: Terra

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Engenheiro é indicado para diretoria da Anac

O governo encaminhou ao Senado mais uma indicação para a diretoria da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Foi indicado o nome do engenheiro civil Alexandre Gomes de Barros, atualmente professor assistente na Universidade de Calgary, no Canadá. A mensagem de encaminhamento foi publicada hoje no Diário Oficial da União.

De acordo com a assessoria do Ministério da Defesa, o nome foi sugerido pelo ministro Nelson Jobim ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva na última quinta-feira. Já foram levados ao presidente outros quatro nomes para a diretoria da Anac: o do brigadeiro-engenheiro Allemander Pereira Filho; o do economista Marcelo Pacheco dos Guaranys; o do engenheiro de infra-estrutura aeronáutica Cláudio Pinto Alves; e o da economista Solange Vieira.

Com a renúncia de quatro dos cinco diretores da Anac, o único que permanece no colegiado é o presidente da agência, Milton Zuanazzi. Segundo a assessoria do Ministério da Defesa, Solange Vieira deverá ocupar o cargo. Por enquanto, ela comanda a recém-criada Secretaria de Aviação Civil do Ministério da Defesa.

As indicações de Cláudio Pinto Alves e Solange Vieira ainda não foram encaminhadas ao Senado, de acordo com a assessoria do Ministério da Defesa.

O Palácio do Planalto encaminha os nomes dos escolhidos para a diretoria da Anac ao Congresso Nacional. Na Comissão de Infra-Estrutura da Casa, eles são submetidos a uma sessão de perguntas sobre a área em que vão atuar. Se forem aprovadas na comissão, as sugestões seguem para votação no plenário da Casa. Por enquanto, nenhuma das indicações foi apreciada pelo Plenário do Senado.

Graduado pela Universidade Estadual de Campinas, Alexandre Gomes de Barros é mestre em Pesquisa Operacional e Transportes pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e doutor em Engenharia de Transportes pela Universidade de Calgary, no Canadá.

Fonte: Agência Brasil

Gravação mostra nervosismo de controladores em Brasília

Do início da busca do Boeing desaparecido até a confirmação da colisão com o Legacy, o nervosismo e o desespero dos controladores ficaram registrados na gravação de duas horas e meia de conversas telefônicas do Cindacta-1.

Os controladores Lucivando de Alencar e Leandro Barros trocaram ligações com o Cindacta-4 (Manaus) progressivamente tensas a partir de 17h07, sem inicialmente suspeitar do acidente.

Primeiro, chega a informação do pouso de emergência do Legacy na base da serra do Cachimbo.

Só 26 minutos depois começa a busca pelo vôo 1907. Brasília liga para os centros de Manaus e Recife, porque ambos tinham visualização no radar da região por onde o Boeing deveria estar -nenhum enxerga o avião.

Às 17h36, o controlador Lucivando de Alencar conversa com o assistente Leandro de Barros, que mostra a primeira suspeita de colisão.

"E aquele gringo lá?", pergunta Lucivando.

"O quê?", responde Leandro.

"Não tem nada a ver com esse cara não, né? O gringo lá que tava descendo em emergência?"

"Não..."

Brasília cobra de Manaus, com agressividade, o vôo:

"Meu camarada, é o seguinte, vocês me passaram um tráfego aqui, Gol 1907 (...) e até agora nada, cara. Não "tá no radar. E até agora não me chamou. Esse cara "tá voando?"

Cinco minutos depois, Manaus ainda não sabe ao certo a altitude do Legacy.

"Um lá passou perto dele, hein? Não, mas alguém "tava no 380 ou era 360, é aí que "tá minha dúvida".

Ele se refere ao plano de vôo do Legacy, mas o jato estava voando autorizado em 370 (37 mil pés), em rota de colisão com o Boeing.

Às 17h44, é confirmado o estado de "alerta" e a Gol é acionada.

Às 17h51, Manaus traz a notícia de que o Legacy informou ter colidido com algo.

Às 18h35, os controladores são avisados de que a visualização do radar e a escuta das freqüências estavam sendo feitas para desvendar o acidente.

Fonte: Folha de S.Paulo

Gol obtém financiamento de US$ 310 mi para 21 aeronaves

A companhia aérea Gol anunciou nesta segunda-feira que obteve linha de crédito de US$ 310 milhões para adiantamento do pagamento de 21 aeronaves 737-800 Next Generation (NG), que serão entregues entre 2008 e 2009.

O financiamento foi realizado por meio de um grupo composto por oito bancos e liderado pelas instituições Calyon e Citigroup, informou a Gol em comunicado.

Fonte: Reuters

FAB oculta falha de rádio em acidente da Gol

Das quatro freqüências que os pilotos do Legacy poderiam ter usado, duas estavam indisponíveis para o controlador e outra, inoperante

Procurada, a Aeronáutica informou que não pode especular sobre "hipóteses" relativas à investigação ainda em curso

Ao culpar apenas um controlador brasileiro e os pilotos norte-americanos pela falha de comunicações que contribuiu para a colisão com o vôo 1907 da Gol, a FAB (Força Aérea Brasileira) oculta deficiências no sistema de rádio no Cindacta-1 que atrapalharam as tentativas de contato entre o Legacy e o centro em Brasília no dia do acidente, há um ano.

As transcrições completas das conversas de rádio entre o controle e aviões na região do acidente, obtidas e analisadas pela Folha, provam também que o Cindacta-1 recebeu e ignorou pelo menos três chamadas do Legacy antes da batida.

O motivo está ligado às limitações de equipamentos: das quatro opções de freqüência que os pilotos americanos poderiam ter usado, conforme a carta aeronáutica brasileira, duas estavam indisponíveis para o controlador e uma nem sequer estava em operação.

Em resumo, havia apenas uma freqüência possível e os pilotos americanos nunca receberam instrução para sintonizar nela, conforme já foi divulgado. Esse erro, segundo Inquérito Policial Militar da FAB sobre o comportamento de seus integrantes no dia, é do controlador Jomarcelo dos Santos, denunciado por homicídio às Justiças Civil e Militar.

Mesmo assim, o Legacy tentou fazer chamadas nas freqüências "corretas", mas as limitações no Cindacta-1 prejudicaram suas chances.

Freqüências

A região do acidente se chama setor 7 no mapa do espaço aéreo. Na carta aeronáutica, são listadas as freqüências que devem ser usadas na região: 123,30 MHz, 128,00 MHz, 133,05 MHz e 135,90 MHz. Cada setor tem sua lista própria.

Os pilotos devem ser informados pelo Cindacta qual delas devem usar, enquanto os controladores escutam e transmitem em até seis freqüências simultaneamente em seu console (estação de trabalho). Em 29 de setembro de 2006, porém, os controladores do setor 7 só tinham à disposição a freqüência 135,90 Mhz. As outras cinco eram dos setores 8 e 9, que também vigiavam naquele dia.

As revelações não eximem os controladores de responsabilidade pelas falhas já comprovadas nas investigações: autorizar altitude em rota de colisão para o jato, negligenciar o monitoramento do Legacy e não acionar procedimentos previstos para falhas de comunicação que poderiam ter evitado o acidente.

Nem tampouco tira a responsabilidade dos pilotos Joseph Lepore e Jan Paladino por voar com o transponder (equipamento que alimenta o sistema anticolisão) desligado.

Contudo, explicita que o funcionamento do sistema de rádio da FAB -instrumento que é a base do controle aéreo- tem falhas. Na época do acidente, a cobertura de radar de parte do setor 7 não ia para Brasília, criando uma "zona cega" de transição rumo a Manaus. Esse problema já foi resolvido.

Procurada para esclarecer essas questões, a FAB informou que não pode especular sobre "hipóteses" relativas à investigação ainda em curso.

As transcrições são assinadas pelo major Fernando Siqueira, chefe do Sipacea (Seção de Investigação e Prevenção de Acidentes e Incidentes) e foram cruzadas pela reportagem com laudos da Polícia Federal e com a caixa-preta do Legacy.

Após sair de São José dos Campos, o Legacy passou a ser monitorado pelo Cindacta-1, que passaria as freqüências que deveriam ser usadas em cada setor da rota. Nos dois primeiros setores, os contatos ocorreram com sucesso. Quando o jato chega ao setor 5, o controlador o orienta a alternar o rádio para 125,05 MHz para falar com o próximo setor, o 7. Ele não deu uma segunda opção, conforme a praxe. O problema é que essa freqüência é do setor 9 e seu alcance é insuficiente no setor 7. Ou seja, o piloto recebeu uma freqüência inútil após a saída da região de Brasília.

A FAB culpa o controlador Jomarcelo dos Santos por não instruir o avião em tempo a usar a freqüência 135,90 Mhz, específica do setor sob sua responsabilidade, o 7. Mas não explica por que a freqüência de outro setor era usada pelo jato.

O motivo, segundo controladores ouvidos pela Folha, está ligado à qualidade das freqüências. Eles consideram que, no setor 7, há dificuldades, por ser o início da região amazônica. A FAB nega. Segundo sargentos ouvidos, a prática era escolher freqüências que, no dia e no local, estivessem "melhores".

Os pilotos não sabiam do problema com a freqüência que usavam. A caixa-preta mostra que falas de rádio em português eram ouvidas, indicando falsa normalidade, já que eles não podiam ser ouvidos.

Ainda assim, Jan Paladino diz ter percebido que ficaram muito tempo sem falar. Daí, fez 12 chamadas para Brasília, entre as 16h48 e as 16h52. Ao menos três foram nas freqüências 123,30 MHz e 133,05 MHz pois o Cindacta-1 conseguiu degravá-las, ainda que o controlador não as tenha ouvido na hora. Tentativas feitas na freqüência 128,00 Mhz não deixariam rastro, já que não funcionava.

Às 16h53, tudo indica que o jato estava sintonizado na 135,90 Mhz, porque escuta a última chamada, "às cegas", de Brasília. Responde imediatamente, mas na transcrição o Cindacta registra: "N600XL não contesta". N600XL é o código do jato. Mesmo sem anotar direito as instruções, o piloto diz que entendeu e tentou a combinação correta para Manaus, 126,45 MHz, entre outras tentativas -sem resposta. Às 16h56, colidem com o Boeing da Gol, e 154 pessoas morrem.
Fonte: Folha de S.Paulo

Airbus entrega primeiro avião A380 em meio à crise

A Airbus entregou nesta segunda-feira em Toulouse (sul) o primeiro exemplar de seu A380, o maior avião de passageiros da história, com 18 meses de atraso e em pleno escândalo de informações privilegiadas que teria envolvido vários diretores da empresa proprietária, EADS.

Destinado a competir com o 747 da empresa americana Boeing, o A380 é o maior avião de passageiros da história da aviação civil. Pode transportar de 525 a 853 passageiros.

Esta entrega, para a companhia Singapore Airlines, é feita com 18 meses de atraso em relação ao programa inicial devido a problemas de fabricação e coordenação entre as diferentes fábricas da Airbus. O A380 é construído com peças fabricadas em quatro fábricas européias, em Espanha, Grã-Bretanha, Alemanha e França, onde é realizada a montagem final.

Estes atrasos teriam gerado um crime de informação privilegiada do qual são acusados dezenas de executivos do grupo europeu EADS, matriz da Airbus.

Thomas Enders, presidente da Airbus desde o final de agosto, agradeceu "os engenheiros, técnicos e membros da equipe", assim como os clientes e empresas terceirizadas. "Agradecemos o apoio dado à Airbus e sua fidelidade nos momentos difíceis", declarou em uma cerimônia que reuniu mais de cerca de 500 pessoas no centro de entregas da Airbus.

"Com a entrega de hoje iniciamos um novo capítulo na história da aviação civil", afirmou Chew Choon Seng, diretor da Singapore Airlines.Escondido atrás de uma grande cortina, o gigante foi levado para o edifício principal do centro de entregas para ser apresentado aos espectadores, jornalistas e funcionários da empresa e da Singapore Airlines.

A Airbus tem atualmente 189 pedidos confirmados e compromissos de compra de 16 clientes para este avião, principalmente da região do Golfo, da Ásia e da Europa.

O A380 da Singapore Airlines é uma versão particularmente luxuosa e espaçosa que pode reunir 471 passageiros, contra os 450 da versão ampliada do Boeing 747.

Na terça-feira o avião partirá de Toulouse com destino a Cingapura e fará seu primeiro vôo comercial no dia 25 de outubro para Sydney, vôo para o qual os lugares foram vendidos em leilão, cujo dinheiro será destinado a obras de caridade.

A entrega do A380 foi atrasada devido a problemas de industrialização. Estas dificuldades deixaram clara a falta de integração entre os diferentes componentes europeus da Airbus e levou à simplificação da direção franco-alemã.

O surgimento há cerca de dez dias de suspeitas relacionadas a possíveis crimes de informação privilegiada dentro da EADS que envolveriam os principais acionistas privados e dirigentes do grupo, entre eles Enders, ofuscou a celebração.

A isso se soma o plano de reestruturação Power8 da empresa aeronáutica que prevê a supressão antes de 2010 de 10.000 postos de trabalho.

Fonte: AFP

domingo, 14 de outubro de 2007

Avião pousa após alerta de bomba em Atenas

Um Boeing 767-300 da TUI Netherlands com 288 pessoas a bordo fez um pouso de emergência neste domingo em Atenas, após um falso alerta de bomba, informaram as autoridades gregas.

O avião, que tinha decolado às 21h local da ilha grega de Kos, no sudeste do mar Egeu, com destino a Amsterdã, fez o pouso de emergência às 21h40 local após um telefonema anônimo comunicar a presença de uma bomba no Boeing, segundo as autoridades.

O aparelho, que chegou ao aeroporto internacional da capital grega, foi levado a um hangar para ser revistado, mas nada foi encontrado.

O avião deve decolar rumo a Amsterdã por volta da 0h local.

Fonte: AFP

Vôo que rompeu a barreira do som completa 60 anos nesta semana









Americano Chuck Yeager, com 84 anos, relembra feito histórico realizado em 1947.

"Não vá arrebentar o seu traseiro", teria dito militar que chefiou teste.

A lenda de Yeager

O piloto americano Chuck Yeager lutou contra os alemães a bordo de um avião na Segunda Guerra Mundial, foi retratado no filme "Os Eleitos", mas nada chega perto da maior de suas realizações: no próximo dia 14, completam-se 60 anos desde o vôo histórico em que Yeager rompeu a barreira do som pela primeira vez na história.

Yeager, então com apenas 24 anos, realizou a façanha do avião experimental Bell X-1, que era impulsionado por um foguete. O projeto do Bell X-1 era, na época, o mais importante conduzido pelo Comitê Consultivo Nacional de Aviação (Naca) dos Estados Unidos. E o piloto diz que ainda está voando - e quebrando a barreira do som, em velocidades superiores a 1.100 km/h, como nos velhos tempos.

"O vôo supersônico permitiu que os EUA voassem mais rápido que o inimigo e, o mais importante, abriu as portas do espaço: Guerra nas Estrelas, satélites", disse Yeager em entrevista por escrito, na qual recontou com seu estilo lacônico suas memórias como piloto de testes.

De fato, dez anos depois da façanha de Yeager, os Estados Unidos lançou o Mercury, seu programa de vôo espacial tripulado que criaria as bases para as naves Apollo e acabaria colocando seres humanos na Lua.

Traseiro em risco

Yeager contou a conversa que teve com seu mentor em 1947, o coronel Albert Boyd, chefe da Divisão de Testes de Sistemas Aeronáuticos da Naca. "Ultrapasse Mach 1 [a velocidade do som] assim que der, não me vá arrebentar o seu traseiro e não vá me deixar a Força Aérea em maus lençóis", teria dito Boyd.

Ao longo de sua carreira, Yeager acabou chegando à patente de brigadeiro e voou pelo mundo inteiro. Segundo ele, quebrar a barreira do som ainda é o seu feito que mais lhe dá "uma sensação de realização". "Fiz o que o velho nos mandou fazer", diz ele, referindo-se outra vez a Boyd. Seu avião acabou ganhando o apelido de "Glennis Glamurosa", em homenagem à sua mulher.

Desde o dia histórico, Yeager diz que quebrar a barreira do som virou quase uma rotina para ele - as vezes em que o fez seriam "tantas que não dá nem para contar". "No dia 21 de setembro, voei num F-16 e rompi a barreira do som de novo, para comemorar o aniversário de 60 anos", afirma o aviador.

Mas Yeager diz que as velocidades supersônicas nunca serão rotina na aviação comercial, apesar dos muitos projetos mundo afora. "Não é econômico", afirma.

Fonte e Fotos: France Presse

Resgatados corpos de 18 vítimas de avião militar caído na Colômbia

Equipes do Exército da Colômbia recuperaram os corpos das 18 vítimas do acidente de um avião bimotor que se chocou contra uma montanha, informaram hoje fontes oficiais.

"Os corpos dos 15 militares e os 3 tripulantes foram resgatados na sexta-feira, nas horas da tarde, e foram enviados a seus locais de origem", disse hoje à agência Efe o coronel Edgar Ortega, da IV Brigada do Exército.

Ortega disse que, durante o resgate, feito por via aérea, não houve nenhum problema apesar da atividade guerrilheira na região.

A aeronave, um LET-410, de fabricação russa, foi dada por desaparecida na segunda-feira e só avistada na quinta-feira por uma esquadrilha militar.

O bimotor se chocou contra o Cerro Bravo, a uma altura de 12.000 pés, no município de Cubaral (sul).

O avião tinha sido fretado pelas Forças Armadas para transportar 15 militares de uma brigada móvel que realiza uma operação contra o comando central das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).

Fonte: G1

Cliente sortudo ganha avião em churrascaria de Chitãozinho e Xororó

O grupo de churrascaria Montana Grill, que pertence à dupla sertaneja Chitãozinho e Xororó, encontrou um jeito pouco "convencional" para premiar um de seus clientes. Em sorteio realizado no domingo, a dupla anunciou o ganhador de um avião monomotor.

Antônio Pedro Oliveira, de Florianópolis, foi o ganhador do Inpaer modelo Conquest 180, sorteado na promoção "Embarque nesse Sabor". Ele preencheu cupom em uma unidade da rede em Porto Alegre.

O sorteio foi realizado em um programa de TV, na noite de domingo. Segundo o grupo, mais de 650 mil pessoas estavam concorrendo ao avião na promoção, que começou em julho.

A churrascaria fez contato com o "sortudo" nesta segunda-feira, mas ainda não há data prevista para a cerimônia de entrega do prêmio.

A rede conta com 70 lojas de fast-food e cinco churrascarias nas cidades de São Paulo, Campinas, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Brasília.

Fonte: Terra

A Esquadrilha da Fumaça em Canoas (RS)

Tucano da esquadrilha da fumaça (Foto: Rodrigo Leiria Fatturi/VC no G1)

Esquadrilha da Fumaça faz acrobacias no céu (Foto: Rodrigo Leiria Fatturi/VC no G1)

O show aéreo da Esquadrilha da Fumaça foi realizado neste sábado, 13/09, durante a Exposição Aeronáutica (Expoaer), evento tradicional na Base Aérea de Canoas, cidade da região metropolitana de Porto Alegre (RS).

Em sua 13ª edição, a exposição promovida pela aeronáutica permitiu aos visitantes conhecer o dia-a-dia da base aérea, as instalações, os artefatos bélicos, e principalmente as aeronaves que se encontram no local.

Em algumas das aeronaves é possível entrar na cabine, colocar o capacete, e encarnar o verdadeiro espírito aventureiro de ser um piloto. Além disso, existem diversas barracas que vendem roupas e acessórios sobre a aviação, e sobre o mundo da aeronáutica. Uma das mais requisitadas pelo público, é a das réplicas em miniatura dos mais diversos modelos e tamanhos das aeronaves fabricadas até hoje.

O ápice da exposição é guardado para o final: o esquadrão de demonstração aérea, mais popularmente conhecido como a Esquadrilha da Fumaça.

Fundada em 14 de maio de 1952, a esquadrilha voa até hoje com seus Tucanos, unindo o azul de suas asas ao azul do céu, divulgando nossa tecnologia e a capacidade de nossos pilotos, sendo sempre a atração principal dos eventos de que participa. As crianças e os pais se emocionaram com as incríveis manobras e acrobacias realizadas no céu.

Fonte: G1

Avião da Gol decola do Recife com defeito na turbina

Um avião da Gol (vôo 1729) que decolou do Aeroporto dos Guararapes Recife-Gilberto Freyre, no bairro da Imbiribeira, Zona Sul do Recife, às 6h46 deste sábado (13), com destino ao Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, na Grande São Paulo, registrou problemas na turbina. De acordo com a assessoria de imprensa da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infrareo), a aeronave apresentou um problema na turbina esquerda, mas foi controlado pelo piloto.

Um funcionário da Faculdade Metropolitana, próxima ao Shopping Guararapes, em Piedade, no Jaboatão dos Guararapes, avistou o avião sobrevoando o bairro com a turbina pegando fogo. "Tava tudo pipocando, pensei que o avião ia voltar para o aeroporto, mas não". Ainda segundo a Infraero, o horário confirmado de chegada do vôo 1729 em São Paulo é às 9h40.

Uma funcionária do balcão da Gol no Aeroporto dos Guararapes afirmou desconhecer o ocorrido. O clima no local é tranqüilo, com movimento normal. O próximo vôo da Gol será o 1977, que decolará às 8h50 também com destino a Guarulhos. O vôo 6311 da Ocean Air foi cancelado por motivos não informados.

Fontes: JC Online / Rádio Jornal

sábado, 13 de outubro de 2007

Queda de avião em Bogotá deixa sete pessoas mortas

Aeronave teria caído por falhas mecânicas pouco depois de levantar vôos. Cinco vítimas estavam no avião; outras duas, em solo.

Sete pessoas morreram nesta quinta-feira (11), na queda de um avião bimotor na região oeste de Bogotá, informou o Corpo de Bombeiros da capital colombiana. As vítimas são os cinco ocupantes do aparelho e duas pessoas que estavam no solo, revelou o comandante dos bombeiros de Bogotá, Mauricio Toro.

O avião tocou quatro casas e se incendiou em um terreno do distrito de Fontibón, no oeste da cidade, , poucos minutos após decolar, aparentemente por falhas mecânicas, segundo a Aeronáutica Civil colombiana. O avião prestava serviços de ambulância e caiu após decolar do aeroporto El Dorado.

Fonte: G1

Avião pega fogo durante pouso em Istambul












O avião egípcio pegou fogo após fazer um pouso de emergência.

Ele tinha 163 pessoas a bordo, mas apenas uma ficou ferida.

Um avião egípcio com 163 pessoas a bordo pegou fogo após fazer um pouso de emergência no aeroporto de Istambul, na Turquia. Apenas um passageiro teve ferimentos leves.

O fogo na aeronave foi apagado rapidamente, segundo autoridades do aeroporto. O avião ia a Polônia, e teve que desviar a rota e pousar em Istambul por causa de um problema técnico. Na hora da aterrissagem houve uma falha nos trens de pouso, o que causou o incêndio.

Fonte: G1

Cenipa aponta erro de piloto em acidente da Team no Rio em 2006

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) concluiu que “decisões inadequadas” e “excesso de autoconfiança” dos pilotos, além da “cultura organizacional da empresa”, provocaram o acidente com o bimotor da Team Linhas Aéreas em 31 de março de 2006. O avião ia de Macaé para o Rio, bateu no pico da Pedra Bonita e explodiu, matando 19 pessoas.

O relatório afirma que os pilotos estavam em vôo visual e, portanto, assumiram plena responsabilidade pelas manobras. Apesar disso, transcrições de diálogos às quais o jornal O Estado de S. Paulo teve acesso mostram que eles nunca foram advertidos pelos controladores sobre os riscos do vôo visual num dia chuvoso, com céu encoberto.

O piloto Michael Petter Hutten e o co-piloto Jaime Eloir Albaruz tiveram aval do controle para cancelar o plano de vôo e descer a 2 mil pés (608 metros). Minutos depois, avisaram que fariam uma curva à esquerda, para fugir do mau tempo. Os controladores se limitaram a afirmar que estavam cientes da manobra. O Pico da Pedra Bonita, com 669 metros, estava logo à frente. Às 17h39, o avião bateu no morro, a 286 quilômetros por hora.

O relatório do Cenipa afirma que as tripulações da Team têm o hábito de mudar o plano de vôo para evitar filas nas aerovias com destino ao Aeroporto Santos Dumont, no Rio. Com isso, encurtam o tempo das viagens. As 28 páginas do relatório analisam basicamente regras de vôo desrespeitadas pela tripulação. Apesar disso, 4 das 17 recomendações do texto são endereçadas ao Departamento de Controle do Espaço Aéreo. O Cenipa aponta, por exemplo, a necessidade de aprimorar o treinamento de controladores que atuam nas áreas de maior demanda “no tocante à operação convencional, fraseologia (convencional, inglesa e de emergência)”.

Provavelmente, alguns desses alertas vão se repetir no relatório sobre a tragédia com o Boeing da Gol, no ano passado. “As recomendações não estão ligadas apenas ao acidente que está sendo investigado”, diz um oficial. “O Cenipa aproveitou para já mandar um recado ao controle de vôo.”

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.