segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Trip Linhas Aéreas terá 29 aeronaves até o final de 2009

Companhia aérea comemora recorde e divulga planos ambiciosos

No ano em que comemorou 10 anos de existência, a Trip Linhas Aéreas atingiu a marca de 1 milhão de passageiros transportados, quase o triplo em comparação a 2007.

A companhia que atualmente é líder da aviação regional brasileira, progrediu buscando atender as necessidades do mercado, assim, investindo constantemente na expansão de sua frota, que conta 21 aeronaves, o dobro comparado a 2007 e que deverá chegar a 29, ainda neste ano, com a chegada dos novos jatos Embraer 175, orçados em US$ 167,5 milhões. Ainda nesse aspecto, a meta da empresa é incrementar de 55 para 71 a média de assentos disponíveis por aeronave até o final de 2010.

A companhia que promove ligações entre cidades com baixa e média densidade de tráfego, pretende desenvolver sua rede de transporte aéreo por meio da integração regional, solucionando necessidades de deslocamento. “Novas rotas estão sendo estudadas. Nossa meta é chegar a marca de 100 municípios atendidos até o final de 2010”, afirmou o presidente da empresa, José Mário Caprioli.

Fonte: Brasilturis

Piloto condenado a Pena de Morte por amerrissar em Tenerife

O avião era menor, mas a situação era mais complicada. Em 16 de Setembro de 1966, a aviação espanhola viveu uma situação semelhante a da amerrissagem da última sexta-feira em Nova York.

A aeronave era um DC-3, com 24 passageiros e três tripulantes a bordo. Mas, a amerissagem forçada não foi em águas fluviais muito calmas, e sim, sobre as ondas do Atlântico ao largo da costa de El Sauzal (Tenerife). E o piloto, em vez de ser proclamado como um herói, como Chesley Sullenberger do Airbus no rio Hudson, ele foi inicialmente tratado pelas autoridades como um vilão.

"Nunca hesitei em dar a minha vida para salvar os passageiros e ainda queriam me dar um tiro", recorda agora Eugenio Maldonado, 72 (foto).

Ele sofreu um julgamento por causa de um passageiro que morreu, um ex-prefeito de Tenerife.

Ele foi condenado à morte por tribunais militares, que então regiam a aviação na Espanha, mas foi salvo pela demonstração de que a autópsia do passageiro revelou que ele morreu de um AVC e não por afogamento.

"O homem não foi capaz de nadar e se agarrou a porta do avião, enquanto outros foram embarcados num barco de pescadores. Eu disse para ele vir comigo, mas eu não tive resposta. Ele tinha os olhos abertos, mas parece que já havia acontecido o acidente vascular cerebral", completou o ex-piloto.

Prestes a se precipitar para o fundo do mar, o piloto tentou resgatá-lo, mas quase não pôde voltar para a superfície, explicou o piloto, há cinco anos, ao jornal El Dia de Tenerife.

O tribunal, contudo, considerou num primeiro instante que Maldonado foi o responsável pela morte do passageiro.

Hélice danificada

Maldonado havia decolado às oito e meia daquela manhã do Aeroporto de Los Rodeos, em direção ao Aeroporto de Las Palmas (ambos no arquipélago espanhol das Ilhas Canárias, no Oceano Atlântico, próximo a Marrocos na costa da África) e, quase imediatamente, o avião sofreu graves danos em uma hélice.

O avião, entre as nuvens, começou a perder altitude, o piloto livrou, por pouco, a aeronave de uma montanha e decidiu amerrissar sobre a crista de uma onda e tentar chegar até à costa. Porém, essa onda levantou a aeronave de tal forma, que outro avião que sobrevoava o local informou a torre que um outro avião havia afundado e todos os ocupantes provavelmente haviam morrido. Mas muito pelo contrário. Maldonado sabia que tinha apenas cinco minutos para evacuar os passageiros antes que que o avião afundasse e contou com a abençoada presença de um barco de pesca que estava próximo.

O ex-piloto, natural de Toledo, que agora vive em Málaga, tem escrito centenas de histórias para fazer um livro sobre suas experiências desse, que não foi o único incidente que sofreu durante a sua carreira.

Em 1962, sofreu queimaduras quando explodiu seu caça militar - o co-piloto morreu -, em 1982, o avião que pilotava de Londres para Madri fugiu de controle e só conseguiu aterrissar em Barajas apenas manobrando os motores e, em 1987 parte do trem de aterrissagem do seu avião se dobrou em meio a uma densa neblina em Milão.

Fonte: El Periódico de Málaga (Espanha) - Tradução: Jorge Tadeu

Estudo questiona se rastros de aviões podem afetar o clima

Quando todo o tráfego aéreo nos Estados Unidos foi interrompido após os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, os cientistas tiveram uma oportunidade inesperada para testar idéias sobre os efeitos no clima das trilhas de condensação deixadas para trás por turbinas de aviões.

A pesquisa de Hong segue outro estudo que defende que as variações de temperatura em 2001 podem ser explicadas pelo tempo claro e seco nos dias cruciais

Um estudo em 2002 sugeriu que esses rastros de fumaça podem ter efeito significativo nos padrões diários de temperatura. Mas agora uma nova análise alega que os padrões de temperatura nos EUA durante esses três dias sem vôos podem ser explicados por variações naturais na cobertura de nuvens, e não pela ausência de aviões.

Os rastros de aeronaves podem se dispersar em altas nuvens na atmosfera, semelhantes a cirros. Embora parecidas com nuvens naturais, acredita-se que elas tenham um efeito de aquecimento no planeta. Mas elas também podem moderar os extremos de temperatura diários, capturando o calor que escapa do solo e refletindo a luz solar. Isso eleva temperaturas mais baixas durante a noite e, em menor grau, reduz as altas durante o dia, sugerem os cientistas.

Com a projeção de crescimento do tráfego aéreo em 2 a 5% por ano no futuro próximo - chegando a 2050 com pelo menos o triplo do tráfego atual - os efeitos desses rastros podem se tornar um importante fator na mudança climática. Mas meteorologistas ainda não têm certeza sobre a escala do impacto desses rastros.

Teoria ou fato?

Dois estudos observaram que quando os aviões pararam de voar no período de 11 a 14 de setembro de 2001, a variação da temperatura diária média nos Estados Unidos cresceu de forma marcante.

Os três dias excederam os períodos anterior e posterior numa média de 1,8 °C. A dimensão incomum da mudança, afirma David Travis da Universidade de Winsonsin-Whitewater, que conduziu os dois estudos anteriores, sugeriu que, na ausência de rastros de aeronaves, a variação de temperatura aumenta significativamente. Mas a idéia, afirma, é "mais uma hipótese" que uma conclusão certa.

Uma pesquisa conduzida por Gang Hong, meteorologista da Universidade Texas A&M de College Station, agora sugere que essa hipótese está errada. Examinando em estações meteorológicas americanas os padrões da cobertura de nuvens e da temperatura no início de setembro entre 1971 e 2001, Hong e seus colegas descobriram que nuvens mais pesadas e baixas são a influência dominante sobre os extremos de temperatura, enquanto nuvens altas como os rastros aeronáuticos provocam, no máximo, um efeito menor. Eles acrescentam que as variações de temperatura de 2001 parecem estar dentro da variabilidade natural dessas décadas.

O trabalho de Hong não prova que os rastros não provocam mudanças na temperatura, apenas que provavelmente não desempenham um papel preponderante, afirma Ulrich Schumann, diretor do Instituto de Física Atmosférica do Centro Aeroespacial alemão de Oberpfaffenhofen, próximo a Munique.

Mas, alerta Schumann, os debates públicos exageraram os efeitos dos rastros, uma vez que os eventos de 2001 foram muito chocantes. "Alguns argumentos científicos fracos foram mal utilizados", afirma.

No alto

A pesquisa de Hong e seus colegas, publicada na Geophysical Research Letters, segue outro estudo que defende que as variações de temperatura em setembro de 2001 podem ser explicadas pelo tempo claro e seco nos dias cruciais, e que os resultados de uma modelagem climática não sustentam o argumento dos efeitos dos rastros defendido pelo grupo de Travis.

Travis, entretanto, defende suas descobertas. Ele enfatiza que nunca assumiu a premissa de que a ausência da fumaça de aviões tenha sido a única causa das largas variações de temperatura. "Sempre dissemos que foi a combinação da falta de aviões com as condições climáticas naturais", afirma.

Como a análise de Hong estudou nuvens altas em geral - e não os rastros em particular - Travis diz que não há na pesquisa conclusões específicas sobre o papel dos rastros aeronáuticos. "Seus cálculos da influência das nuvens não levou em consideração esses rastros", disse. "Eles estavam observando apenas as nuvens naturais, e não a presença ou ausência de rastros".

Ele acrescenta que o estudo de Hong demonstra que um aumento da variação da temperatura diária média de 1,8° C é extremamente raro. E embora os eventos anteriores nessa escala possam ser explicados por efeitos meteorológicos locais, diz Travis, o salto observado em 2001 não se sustenta apenas por eles.

Travis mantém que os rastros são um fator importante na mudança climática. "Cedo ou tarde esses impactos serão sentidos", disse.

Fonte: Nature News via Terra - Tradução: Amy Traduções

Primeiro turista espacial português também quer "mergulhar" em hotel subaquático

Mário Ferreira revela não querer morrer sem ir à Lua

Mário Ferreira entre o ar e a água: primeiro o espaço, depois o fundo do mar e, finalmente, a Lua

O empresário Mário Ferreira queria ser piloto de helicópteros quando era pequeno. Agora é dono da «Helitours» e tem piloto próprio para além de ser proprietário da operadora turística «Douro Azul». Tem ainda um projecto representante da Virgin Galatic – do empreendedor multimilionário britânico Sir Richard Branson que se distinguiu nos últimos 20 anos, nomeadamente no transporte aéreo de passageiros com a Virgin Airways – e constituiu aquela que será a primeira empresa de Turismo Espacial em Portugal. A «Caminho das Estrelas, SA» é o nome da agência, pioneira no nosso País. Em breve (previsto para Março ou Abril), sem data marcada devido a burocracias e testes de preparação, Mário Ferreira vai ser o primeiro português a passar férias no espaço. Não se considera um excêntrico, mas a sua próxima excentricidade será uma semana num resort subaquático. Para além da experiência, pretende essencialmente satisfazer o seu hobbie – a fotografia.

Ciência Hoje - A oferta da agência de viagens a bordo da nave Virgin Galactic vai desde os voos suborbitais aos de gravidade zero, visitas ao Kennedy Space Center e aos laboratórios onde a NASA está a finalizar os módulos que vão futuramente para a Estação Espacial. Que tipos de experiências podem encontrar os turistas espaciais em cada uma destas opções?

Mário Ferreira - Temos diversas opções dedicadas ao tema, que é sempre o mesmo, o espaço. A «Caminho das Estrelas, SA» é a primeira empresa especializada em turismo espacial que faz voos suborbitais – a grande atracção. Nem toda a gente consegue chegar lá pelo custo que ainda têm, embora os valores vão baixar bastante, mas 200 mil dólares [152,293 euros] é um preço relativamente elevado para o mercado português. A «Caminho das Estrelas» tem vindo a especializar-se nas áreas que estão directamente ligadas ao espaço sem, no entanto, ir ao espaço. Está relacionada com a preparação e com experiências, como no caso das visitas ao Kennedy Space Center, que oferecem a possibilidade de experimentar tudo ligado ao espaço. Os voos de gravidade zero são interessantes e relativamente desconhecidos em Portugal, porque só há três aviões no mundo que o fazem: um na Rússia, outro na França, mas está direccionado para as universidades, e este que é muito virado para o turismo e para pessoas que podem não ter nada a ver com o treino espacial e onde, aliás, o Tom Hanks fez as gravações para o filme «Apollo 13». Existe um outro pilar deste negócio, os brinquedos espaciais (Space Toys), com réplicas das naves, space shuttles, fotografias de astronautas que estiveram na lua, com dedicatórias originais. A empresa está também atenta a novos programas e temas ligados ao espaço, estamos em negociações com outros e queremos ser os primeiros a representar estes voos em Portugal.

C.H. - Considera que há mercado para o turismo espacial em Portugal mesmo numa época de crise?

M.F. - É um nicho de mercado muito específico mas há mercado. No ano passado vendemos quatro viagens já totalmente pagas a portugueses – o que foi acima das nossas expectativas. Este ano, temos imensas pessoas interessadas, agora a única dúvida existente prende-se com o facto de que as que estão dispostas a comprar quererem ver primeiro a nave a voar. Assim que a nave começar a voar os pedidos vão disparar.

C.H. - Quantos interessados apareceram este ano?

M.F. - Temos já seis interessados, mas não ganhavam nada por estar a pagar, porque querem primeiro ver o funcionamento.

C.H. - Qual é o valor da opção mais modesta?

M.F. - Quem quiser fazer um voo de gravidade zero gastará 3 mil euros, não é mais do que isso.

C.H. - E o pacote completo?

M.F. - As pessoas podem gastar desde 500 euros por uma visita ao Kennedy Space Center como podem pagar 200 mil dólares na viagem ao espaço.

C.H. - Esta é apenas uma opção para os excêntricos?

M.F. - Não! Acho que é uma opção relativamente cara para o nosso poder de compra, mas se considerarmos o tamanho do sonho que se realiza ao ir até ao espaço é um preço muito modesto, tendo em conta os preços que seriam pagos nos dias de hoje. Estamos a falar de 20 milhões de dólares [15,233,244 euros], ou seja, um por cento dos montantes que têm sido pagos.

C.H. - Considera-se um excêntrico?

M.F. - Não! Tenho os pés assentes na terra e conheço a tecnologia que está por detrás, estudo bastante e acompanho bastante o que está a ser feito e acredito que vai ser bastante agradável.

C.H. - Tem medo de que alguma coisa possa correr mal?

M.F. - Não. Para já ainda não. E se alguma coisa correr mal não vai ser comigo, porque ainda vão fazer muitos testes. Obviamente que, como tudo na vida, acarreta riscos, como ao andar de carro e podermos ter um acidente…

C.H. - Disse em entrevista que é um apaixonado por “coisas diferentes e originais”. Depois de uma ida às estrelas, se o céu não é o limite, qual será a sua próxima extravagância?

M.F. - Nesta altura, o meu grande objectivo é não morrer sem ir à Lua ou a um daqueles resorts que estarão disponíveis lá e pode ser que venha a acontecer.

C.H. - Há alguma coisa que não tenha feito e que gostasse de concretizar?

M.F. - Cá na Terra, não. Sinto-me bastante satisfeito. Agora, bem… Estou à espera de que abra o próximo hotel subaquático, porque um dos meus hobbies é tirar fotografias subaquáticas e adorava ficar num hotel debaixo de água. Vai abrir um nas Bahamas, outro no Dubai e estou à espera de lá ficar uma semana.

C.H. - O que queria ser quando era pequeno?

M.F. - Piloto de helicópteros.

C.H. - Por isso abriu o Helitours?

M.F. - Sim. Acabei por tirar o curso de piloto de helicópteros para aprender a voar e foi uma coisa que me agradou bastante, mas felizmente não preciso de voar porque tenho um piloto.

C.H. - Que tipo de cuidados requer a viagem (alimentação, estado físico ou psicológico, etc.)?

M.F. - Os testes médicos são bastantes exigentes. Em termos de densiometria, audição, de problemas de claustrofobia a problemas comuns e simples, mas que poderão ser multiplicados quando a pessoa se encontra no espaço. O corpo vai ser submetido a forças muito intensas. Estamos a falar de um arranque de cinco mil quilómetros por hora. É muita força e o corpo deve estar bem preparado para aguentar. Já fizemos testes, sabemos até onde é que podemos ir e algumas pessoas, infelizmente, ficaram pelo caminho por não conseguirem passar os testes todos, como alguns dos nossos fundadores.

C.H. - Quais são as principais restrições?

M.F. - Prendem-se esssencialmente com o facto de não entrar em pânico quando estamos a ser submetidos ao “Gs”, especialmente no regresso, porque a pressão é muito forte e pode criar algumas dificuldades respiratórias. Temos de respirar confortavelmente e ter pequenos espaços de ar, porque o ar estará comprimido. As pessoas têm de treinar estes aspectos e embora não tenham outras condições físicas ou médicas que os impossibilite, se não tiverem controlo psicológico não podem ir.

C.H. - A viagem dura quanto tempo?

M.F. - A viagem é muito rápida. É uma tarde, porque no espaço, em termos de gravidade zero, estaremos uns dez minutos.

C.H. - Que tipo de indumentária exige?

M.F. - Temos um fato especial que está ser desenvolvido e em termos de exigência precisamos de levar capacete, mas a capacidade da nave é tão bem feita que nem devia ser preciso. A agência que dá licenciamento pediu que se levasse. Vamos ver…

C.H. - Quais são as condições de segurança?

M.F. - São todas aquelas que estão a ser testadas. Não posso falar de nenhuma em concreto. A mais evidente é o facto de ser uma nave toda construída em carbono e ter um casco duplo, ou seja, tem uma caixa-de-ar com isolamento e se, por qualquer motivo, um objecto perfurasse a nave ficaria o isolamento. E como é feita em carbono não terá o problema de aquecimento que têm as space shuttles na reentrada e no posicionamento do ângulo correcto, dadas as placas fractárias.

C.H. -Requer algum tipo de alimentação especial?

M.F. - Obviamente que nos primeiros cinco dias antes da viagem haverá treinos específicos de habituação ao formato da cabine e a alimentação tem de ser controlada, especialmente pelas pressões a que vamos ser submetidos e temos de ter cuidado porque são quatro horas e a nave não tem casa-de-banho. Ainda não sei ao certo o que vai ser, mas as refeições estão pré-preparadas, porque quando fiz o voo de gravidade zero, no dia anterior, tive de comer o que davam, sempre servido lá e com produtos escolhidos por eles. A alimentação é controlada. Não é nada de diferente, apenas coisas pouco elaboradas, com poucos molhos, legumes…

C.H. - Sei contudo que este tipo de viagem tem efeitos no meio ambiente e que estão a ser tomadas medidas para evitar impactos negativos. Que tipo de tecnologia ou medidas estão a ser tomadas para salvaguardar o meio ambiente?

M.F. - Tem muito poucos impactos negativos no meio ambiente porque o combustível é amigo do ambiente, é natural. O rocket é apenas látex, borracha natural, num cilindro perfurado onde apenas passará gás hilariante, ou seja, não é tóxico, apenas nos poderá fazer rir. Não há resíduos.

C.H. - Pretende algum tipo de promoção publicitária com a viagem?

M.F. - Tem. Ou seja, tem vários apoios. A SIC e a Visão terão o exclusivo da viagem, mas a Taylor’s (empresa de vinho do Porto) pretende fazer uma experiência com uma garrafa de vinho Vintage. Vamos levá-la e trazê-la de volta para ver se se altera com a ausência de gravidade no espaço. Quando voltarmos, faremos uma prova para ver se existem alterações químicas ou no sabor.

Fonte: Ciência Hoje (Portugal)

Empresa chinesa recupera pista do aeroporto do Luena, em Angola

O aeroporto do Luena (LUO/FNUE), na província do Moxico, está oficialmente interdito para aviões de grande porte a partir de sexta-feira para obras na sua pista, anunciou, em Luanda, o director nacional de infra-estruturas do Ministério das Obras Públicas.

No final de um encontro com as direcções do Laboratório de Engenharia de Angola (LEA) e da empresa Soenco, fiscalizadora das obras no aeroporto do Luena, José Silva disse que as obras vão conferir melhores condições de segurança e operacionalidade às aeronaves.

Segundo ele, o uso da pista para aviões de grande porte só deverá voltar a ser feito a partir de Abril, data prevista para o termo da intervenção, sendo apenas autorizada a aterragem de aviões com carga não-superior a 20 toneladas.

A empreitada do Aeroporto do Luena, adjudicada à empresa chinesa Sinohydro Corporation Limited, consiste na ampliação da pista para 3350 metros de comprimento e 45 de largura, contra os atuais 2400 metros de comprimento e 30 de largura.

José Silva deu a conhecer que a fase intervencionada até agora está orçada em cerca de 9,5 milhões de dólares.

O encerramento do Aeroporto do Luena enquadra-se no plano global de recuperação de infra-estruturas aeroportuárias de Angola, que decorre ao nível de aeroportos e aeródromos, visando a prestação de serviços de qualidade.

Fonte: MacauHub - Foto: Angola Press

Aeroporto de Heathrow continua líder na UE

Ponte Madri-Barcelona segue como a rota mais movimentada

Como o Reino Unido continuou com o maior volume de passageiros no tráfego aéreo (217 milhões), não houve surpresa que o aeroporto de Heathrow continuasse como o de maior movimento nos países da União Européia, com 68 milhões, seguido pelo parisiense Charles de Gaulle (59,5), e o de Frankfurt (53,8),

A novidade na colocação dos principais aeroportos europeus foi a ascensão do Barajas, em Madri (51 milhões) que assumiu a quarta posição, superando o Schiphol de Amsterdam (47,7 milhões).

Barajas também liderou o tráfego de passageiros em voos domésticos (22,6 milhões). Os números do aeroporto da capital espanhola também se estendem à manutenção da liderança na ponte-aérea mais movimentada da UE, com a rota Madri-Barcelona que transportou 4,6 milhões, com 4% de aumento em relação ao ano anterior. O El Prat, da cidade catalã, foi o oitavo colocado na relação européia (32,7 milhões)

Os números da consultoria especializada Eurostat indicam que o número de passageiros via aérea na União Européia teve aumento dem7,3% em relação a 2006 e alcançou 793 milhões de pessoas. 44% dos passageiros realizaram voos entre os países da UE e 34% fora do territorio comunitario.

Romênia (41%), Letonia (27%) e Polonia (25%) foram os que mais subiram entre os países não integrantes da União Européia. A Alemanha continuou com o segundo lugar entre os países de maior movimento (163,8 milhões), depois a Espanha (163,5) e a França (120 milhões).

Fonte: Agência Estado

Obras no aeroporto de Luanda vão custar 74 milhões de dólares

O governo de Angola atribuiu 74 milhões de dólares para as obras de restauração e ampliação do Aeroporto Internacional “4 de Fevereiro”, afirmou sexta-feira em Luanda o presidente da Empresa Nacional de Exploração de Aeroportos e Navegação Aérea (ENANA).

De acordo com Jorge Correia de Melo, com essa empreitada, que terá a duração de um ano, o aeroporto contará com um terminal de passageiros modernizado com duas salas de embarque apetrechadas, 28 balcões de "check in", com capacidade para atender cerca de 3,6 milhões de passageiros por ano.

As obras, que já estão em curso, estão a cargo da empresa portuguesa de construção civil Somague e serão realizadas por fases. A primeira fase incidirá sobre o desembarque, o parque de estacionamento de viaturas e a pista principal.

A segunda etapa da empreitada vai abranger o embarque e o segundo piso.

Com essas obras aumentar-se-á para o triplo o número de tapetes rolantes para bagagens, tanto nas partidas como nas chegadas, será construído um parque de estacionamento para cerca de dez autocarros, 24 táxis e 650 viaturas diversas.

A aerogare do Aeroporto Internacional “4 de Fevereiro” foi construída nos anos sessenta, ocupa uma superfície de aproximadamente 13600 metros quadrados, os seus edifícios têm três pisos e movimenta cerca de 1,2 milhões de passageiros por ano.

No mesmo encontro com a imprensa, Jorge de Melo disse que a empresa que dirige está a proceder a obras de reparação/modernização em 30 grandes, médios e pequenos aeroportos do país.

O presidente da ENANA recordou que em 2007 o governo atribuiu 400 milhões de dólares para serem utilizados na reparação de aeroportos no âmbito do programa de reconstrução nacional.

O montante, continuou Jorge de Melo, está a ser utilizado tanto na construção e recuperação de infra-estruturas como na equipagem com meios técnicos, que incluem sistemas de ajuda à navegação aérea.

Fonte: MacauHub - Foto: Angola Press

Obama convida piloto que pousou avião em rio de NY para sua posse

O piloto de avião Chesley Sullenberger, 57, que conseguiu pousar um Airbus da empresa US Airways com 155 pessoas a bordo sobre o rio Hudson, em Nova York, na quinta-feira (15), foi convidado a participar da cerimônia da posse de Barack Obama como presidente dos Estados Unidos, em Washington, informou o jornal americano "The New York Times".

Sullenberger ganhou status de celebridade nacional, nos EUA, depois de conseguir realizar um pouso sobre o rio. O avião ficou parcialmente submerso, e todos seus ocupantes - 150 passageiros e cinco tripulantes - conseguiram sair a salvo. O resgate por embarcações que passavam no local e o Corpo de Bombeiros foi transmitido ao vivo, na TV americana.

Equipes de Nova York retiram Airbus da US Airways de dentro do rio Hudson, dois dias depois do incidente que não deixou mortos

Investigações preliminares dos dados do gravador de voz da cabine do avião da US Airways indicam que as turbinas perderam força ao mesmo tempo, segundo o Comitê de Segurança de Transportes. Conforme a porta-voz Kitty Higgins, na gravação, o capitão comenta que há pássaros na região e, em seguida, surge um barulho de pancada e de desaceleração.

O piloto teria considerado retornar ao aeroporto de La Guardia, em Nova York, de onde havia decolado, antes de decidir pousar no rio. Conforme testemunhas, o piloto pediu a passageiros que se preparassem para um impacto e, em seguida, tocou a água. A pedido da investigação, Sullenberger ainda não deu declarações à imprensa.

"Milagres acontecem porque muitas coisas rotineiras acontecem por anos e anos. Essas pessoas sabiam o que tinham de fazer e o fizeram, e o resultado foi que ninguém morreu", afirmou a porta-voz.

Segundo o porta-voz do Conselho Nacional de Segurança no Transporte (NTSB, na sigla em inglês), Peter Knudson, há suspeitas de que o radar da aeronave não tenha indicado nenhum obstáculo estranho, como pássaros.

Desde o incidente, Sullenberger já recebeu elogios públicos do presidente George W. Bush, da primeira-dama, Laura Bush, do governador do Estado de Nova York, David Paterson, do prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, e do próprio Obama, além de uma homenagem no site Facebook.

Fonte: Folha Online - Foto: Ray Stubblebine (Reuters)

Forças Aéreas da Índia têm primeira mulher co-piloto

Uma jovem indiana de 20 anos tornou-se a primeira mulher co-piloto de um avião das Forças Aéreas da Índia (logo ao lado), que permitiu a presença feminina nas cabines de pilotagem há apenas uma década e meia.

Kavita Barala, natural de Jaipur, capital do estado turístico do Rajastão, foi a primeira a aspirar ao posto de oficial de navegação de um avião de transporte AN-32, mas seu exemplo já encorajou mais duas companheiras, segundo relatou hoje a soldado à agência "Ians".

"Quando me alistei na academia das Forças Aéreas em Dundigal (no estado sudoeste de Andhra), soube que nenhuma mulher tinha optado por isso, portanto decidi me arriscar. Completei meu treino com sucesso e me transformei em co-piloto", relatou.

Como oficial de voo, ela não terá o cargo de comandantes do avião; suas funções consistem em planejar os itinerários e informar ao piloto o tempo estimado de voo e outras coordenadas.

Atualmente Kavita Barala está treinando na base aérea de Agra (no estado de Uttar, no Norte) para exercer suas funções como oficial de navegação em operações de ajuda e missões de bombardeio, mas ela pensa em voar mais alto.

"Uma vez que terminar meu treinamento, eu gostaria de me formar para pilotar em um (caça) Sukhoi-30", afirmou.

As Forças Aéreas indianas se constituíram em 1932 e contam com cerca de 170 mil integrantes. Só 784 de seus oficiais são mulheres.

Fonte: EFE via G1

Francesa Dassault reduz produção de jatos executivos

A fabricante francesa de aviões Dassault Aviation confirmou nesta segunda-feira que planeja reduzir a produção de jatos executivos, mas que não vai adiar o lançamento da nova geração de aeronaves Falcon.

"Confirmamos que estamos revisando para baixo o ritmo de produção", informou um porta-voz da companhia nesta segunda-feira, acrescentando que estava se referindo à produção de jatos executivos.

O jornal francês Les Echos publicou que a Dassault Aviation planejava reduzir a produção em 25% e adiar o lançamento da nova geração de aeronaves executivas Falcon, conhecida como Falcon SMS.

O porta-voz informou que o trabalho com o Falcon SMS segue normal.

"O projeto não está adiado. O avião foi lançado mas não dissemos quando ele estará disponível comercialmente", afirmou.

A Dassault Aviation agora planeja produzir oito jatos Falcon por mês, e não 12, entre agora e meados de 2011, publicou o Les Echos.

O porta-voz não quis discutir qualquer número publicado pelo jornal.

Fonte: Reuters

Ex-chefe da aviação chilena nega envolvimento em caso de corrupção

O ex-comandante-em-chefe da Força Aérea chilena, o general Ramón Vega, declarou sua inocência e descartou ter recebido quantias em dinheiro pela compra de 25 aviões Mirage recondicionados da Bélgica, no ano de 1994.

"Nunca falei com uma autoridade belga. (...) Nós fazemos informes técnicos, avaliamos os aspectos técnicos de um sistema de armas, não discutimos sobre as negociações, porque não nos corresponde legalmente, não fazemos acordos internacionais, tudo isso corresponde a autoridades do Governo", disse Vega ao jornal El Mercurio.

As declarações do ex-chefe da aviação chilena surgem logo após o jornal local La Nación e a rádio Bío Bío terem antecipado sua prisão, parte do processo no qual é acusado de ter recebido comissões ilegais pela compra desses aviões.

Nesta segunda-feira (19), o juiz Omar Astudillo, responsável pelo processo, citou os advogados envolvidos para manifestar sua decisão na tentativa de esclarecer o destino de US$ 15 milhões de fundos públicos destinados ao pagamento de comissões.

Junto a Vega também seriam detidos os generais Jaime Estay Viveros e Florencio Dublé Pizarro e o coronel Luis Bolton.

Em 1994, o Chile pagou à Bélgica US$ 109 milhões por 25 aeronaves Mirage Elkan, mas apenas US$ 70 milhões chegaram ao país europeu. O restante, US$ 39 milhões, ficou nas mãos da empresa encarregada pela manutenção dos aparelhos e que - segundo a investigação - havia dividido as comissões com o alto comando militar.

"A Força Aérea não tem participação nisso. Fiz a avaliação técnica e informei a quem correspondia, não negociei com ninguém", insistiu.

"Aqui não pode existir comissões, porque [as negociações] são de governo para governo, do ministro daqui ao ministro de lá", afirmou.

O ex-comandante, porém, é acusado de ocultar sua então relação de sogro com Bernardo van Meer, cidadão britânico de origem holandesa, principal negociador, que confessou ter recebido uma comissão no valor de US$ 2,7 milhões.

Fonte: DCI

Mudança de Comando no Destacamento de Controle do Espaço Aéreo de Fortaleza (DTCEA-FZ)

Mudança de Comando no Destacamento de Controle do Espaço Aéreo de Fortaleza (DTCEA-FZ) e no Quinto Esquadrão do Primeiro Grupo de Comunicações e Controle (5º/1º GCC) que funcionam subordinados administrativamente à Base Aérea de Fortaleza que é comandada pelo Cel. Aviador Manoel Araújo da Silva Junior.

O DTCEA-FZ é responsável pelo Controle do Espaço Aéreo, prestação de Informações Meteorológicas e Aeronáuticas, veiculação de mensagens rádio-operacionais e manutenção dos equipamentos eletro-eletrônicos de auxílio à navegação aérea e telecomunicações na sua jurisdição.

O Destacamento de Controle do Espaço Aéreo de Fortaleza (DTCEAFZ), então Destacamento de Proteção ao Vôo, sediado na cidade de Fortaleza, teve sua origem plantada nos anos 70. Na época, tinha por finalidade operar e manter os órgãos e equipamentos do Sistema de Proteção ao Vôo na área de Fortaleza.

Em Fortaleza, no Destacamento de Controle do Espaço Aéreo, a principal função do especialista em comunicações é a de transmitir e receber mensagens nas Estações Administrativas. Realiza as mesmas atividades nas Estações Aeronáuticas veiculando assuntos referentes à proteção ao vôo e à segurança das aeronaves.

O Capitão Especialista Aer CTA Mamede Sales Junior passou o Comando do DTCEA – FZ ao Major Aviador Ronaldo Di Ciero Miranda.

O Quinto Esquadrão do Primeiro Grupo de Comunicações e Controle (5º/1º GCC) tem por principal missão Operar e Manter, em nível orgânico, um sistema de controle de aproximação de precisão transportável; cumprir as missões de OCOAM subordinado dentro da RDA conforme determinado ou quando em desdobramentos e controlar as terminais onde estiver operando deslocado ou não mediante acordo operacional.

MISSÃO

Controle de aproximação (APP-RADAR) e Aproximação Radar de Precisão (PAR). Garante o recolhimento das aeronaves após o cumprimento da missão, mesmo em condições meteorológicas desfavoráveis.

O 5º Esquadrão do 1º Grupo de Comunicações e Controle (5º/1º GCC) foi criado pela portaria 356/GM3-R de 15 de agosto de 1986 com a finalidade de operar e manter, a nível orgânico, um Sistema de Controle de Aproximação de Precisão Transportável (MGCA) no aeródromo de Fortaleza-CE. Seu primeiro comandante foi o então Major Aviador ELMIR BANDEIRA BERNDT, natural de Pelotas, Rio Grande do Sul.

O Esquadrão opera equipamentos de origem italiana. Tem como missão atribuída a operação do Controle de Aproximação de Fortaleza (APP-FZ) e o controle das áreas condicionadas de treinamento do 1º/5º Grupo de Aviação. Possui condições técnicas e operacionais de efetuar o recolhimento de aproximação de precisão - PAR - tanto para aeronaves militares quanto civis, quando solicitado pelo piloto-em-comando, desde que este possua o treinamento adequado à realização da missão.

O Major Aviador Francisco Claudio Gomes Sampaio passou o comando do 5/1 GCC ao Major Aviador Ricardo Ferreira Botelho.

Voar para é sinônimo de segurança, carinho e responsabilidade, associado ao binômio economia e rapidez. Nas mãos dos nossos técnicos, sejam eles quais forem o vôo transcorrerá como se uma grande mão segurasse a aeronave, durante todo o seu percurso no solo ou no ar. Equipamentos caros e sensíveis, operados por pessoal altamente capacitado, gente que cruza os céus, doutrinas que se afinam com a tecnologia e o futuro.

Fonte: avol.com.br

Avião que pousou em rio teve pane simultânea nas 2 turbinas, diz caixa-preta

Investigadores agora analisam os destroços da aeronave.



O avião que fez um pouso de emergência na quinta-feira no Rio Hudson, em Nova York, perdeu força simultameamente nas duas turbinas quando havia atingido a altitude de 975 metros, revelou a análise das caixas-pretas.

O detalhe confirma as circunstâncias difíceis em que o piloto teve de fazer o bem-sucedido pouso, no qual todos os 155 que estavam a bordo sobreviveram.

Segundo as gravações da cabine, o piloto fez um chamado de rádio para o controle de tráfego aéreo, dizendo 'Mayday" (código internacional de aviação para "socorro" e reportou que o avião havia sido atingido por pássaros, perdido as duas turbinas e que ele estava voltando para o aeroporto de LaGuardia, de onte tinha acabado de decolar.

A informação foi divulgada por Kitty Higgins, do Comitê Nacional de Segurança do Transporte dos EUA.

Os destroços do avião foram rebocados no domingo e estão em uma marina em Nova Jersey. Eles serão avaliados com mais calma pela equipe de 20 especialistas que investiga o acidente.

A busca pela turbina esquerda está suspensa até terça-feira porque a presença de blocos de gelo no rio torna o local perigoso para mergulhadores.

Higgins elogiou a tripulação, liderada pelo piloto Chesley B. Sullemberger, que falou aos investigadores no sábado.

Especialistas acreditam que o incidente possa ter sido causado por pássaros que, tragados pelas turbinas, desestabilizaram o avião.

Fontes: G1 / Bom Dia Brasil (TV Globo)

Segurança aérea na Namíbia é "preocupante"

Segundo a Agência de Informação de Moçambique (AIM), existem apenas 22 controladores de tráfego aéreo, quando em circunstâncias normais, um país como a Namíbia, deveria ter no mínimo 60 controladores.

A Associação dos Controladores de Tráfego Aéreo da Namíbia (NAMATCA) advertiu que se não forem tomadas medidas drásticas num futuro próximo, o país deve preparar-se para um grande desastre aéreo, noticiou o jornal moçambicano Notícias.

Esta advertência surge numa altura em que os países da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) procuram melhorar a sua imagem, como parte dos preparativos para acolher o “Mundial” de Futebol, a ter lugar na África do Sul em 2010.

Actualmente, o sector da aviação da Namíbia debate-se com a falta de pessoal qualificado, de cursos de reciclagem para os controladores aéreos, de alocação efectiva de recursos financeiros, humanos e de equipamento.

Segundo a NAMATCA, uma das áreas críticas que precisa de uma abordagem urgente é a formação e retenção de controladores de tráfego aéreo.

Segundo a Agência de Informação de Moçambique (AIM), existem apenas 22 controladores de tráfego aéreo, quando em circunstâncias normais, um país como a Namíbia, deveria ter no mínimo 60 controladores.

Os controladores de tráfego aéreo desempenham um papel importante na aviação, destacando-se a prevenção de colisões entre aeronaves em pleno voo e a indicação das rotas dos aviões nas áreas com obstáculos e a facilitação e segurança do tráfego aéreo.

Além disso, o sector carece de sistemas de controlo adequados, tais como radares.

“O sector de Aviação da Namíbia precisa urgentemente de um Sistema de Radares. A legislação internacional determina que o Governo é responsável pelo espaço aéreo, e os radares evitam embaraços e congestionamentos de tráfego”, disse o Presidente da NAMATCA, Harold Hange.

A associação diz que o novo radar que o Governo namibiano tenciona adquirir é um protótipo que será usado como guia, não necessariamente para o controlo de aeronaves.

Por isso, “queremos sistemas compatíveis e não protótipos”, disse o Secretário-Geral da NAMATCA, George Matroos.

O chefe das operações da Agência de Aviação Civil de África (AFRO-ACCA), capitão Harry Eggerschwiler, também advertiu que se a Namíbia continuar a operar nestas circunstâncias poderá pagar um preço muito elevado no futuro.

“Estou muito preocupado com o sector de aviação na Namíbia. Se não tivermos cuidado, haverá um grave acidente. Temos de fazer algo, pois a nossa segurança está em declínio”, disse Eggerschwiler, que falava no início da semana numa conferência de Imprensa, convocada pela NAMATCA.

Fonte: África 21 Digital

Previsão da IATA para o setor aéreo em 2009

A diminuição prevista do tráfego aéreo internacional em consequência da crise econômica mundial, a renovação das aeronaves com maior eficiência são dois fatores que vão contribuir para uma redução de 4,5% nos níveis de emissão de CO2 durante o ano de 2009.

O secretário Giovanni Bisignani, confirma esta indicação destacando ainda que nos 11 primeros meses de 2008 foram entregues ao mercado um total de 1.037 aviões - com média de 20% a 30% de maior eficiencia, substituindo 881 aeronaves antigas.

O principal executivo da Associação Internacional de Transporte Aéreo considera que o trabalho conjunto das empresas, dos aeroportos e provedores de navegação aérea permitiram que fossem reduzidos 59 milhões de toneladas de CO2, o equivalente a mais de 9 bilhões de euros em combustível.

Neste sentido, Bisignani ressalta que mesmo com a crítica situação do setor aéreo, "estamos determinados a continuar oferecendo soluções efetivas que reduzem as emissões na aviação". Na atualidade, a aviação é responsável por 2% das emissões globais.

Em 2020 deverão ser alcançados 25% na melhoria da eficiência de consumo em comparação com o ano de 2005.

Fonte: Agência Estado

Funcionários da Alitalia entram hoje em greve

A nova Alitalia vai enfrentar hoje sua primeira greve, apenas seis dias depois de sua constituição, segundo convocação feita por um dos sindicatos de pessoal, o Sdl.

Este sindicato convocou a paralisação de quatro horas (de 10h00 a 14h00 local; de 09h00 a 13h00 GMT) para expressar seu descontentamento frente às reformas feitas e sua preocupação com o futuro social da empresa. O Sdl também anunciou uma greve de 24 horas em uma data ainda por confirmar.

A nova Alitalia nasceu em 13 de janeiro passado, no dia seguinte ao anúncio de uma aliança com a Air France-KLM, que tomou 25% do capital. A Alitalia, que emprega 12.000 pessoas (o plano de refundação implica a supressão de 3.000 empregos), prevê uma redução de voos em relação à etapa anterior.

Fonte: InvestNews com agências internacionais

Promoções e frota menor são armas de aéreas

Adequar os negócios à demanda menor que se desenha para 2009 será o grande desafio das companhias aéreas brasileiras neste ano. A realização de promoções, como forma de estimular a demanda, é uma alternativa que certamente será adotada, mas que terá impacto sobre as margens, segundo especialistas. Eles adiantam ainda que a redução do plano de frota também pode ser uma opção.

Os analistas explicam que o mercado de aviação é extremamente sensível à conjuntura econômica global. Isso acontece porque esse mercado está diretamente relacionado às perspectivas de negócios, no segmento corporativo, e ao mercado de turismo, que é altamente influenciado por nível de atividade e renda das famílias. No final do ano a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) reviu suas projeções para o setor em 2009 devido à crise financeira internacional. A nova estimativa da presidente da Anac, Solange Paiva Vieira, é de um crescimento entre 3% e 5% na demanda doméstica, ante previsão inicial de até 8%. A estimativa decreta o fim do ciclo de crescimento acima de dois dígitos registrado pelo setor desde 2004.

As expectativas da TAM Linhas Aéreas, presidida por David Barioni Neto, e da Gol Linhas Aéreas, comandada por Constantino de Oliveira Júnior, são de alta entre 5% e 9% em 2009. As estimativas, no entanto, são consideradas otimistas demais por muitos analistas, que preveem crescimento mais modesto para o próximo ano. Além disso, as companhias terão um novo concorrente em 2009, a Azul, fundada pelo empresário David Neeleman.

Em 2008 o setor registrou aumento de 7,4% no transporte doméstico de passageiros, ante alta de 11,9% de 2007 e crescimento de 12,3% em 2006. Analistas lembram que a desaceleração chega no momento em que as empresas vinham investindo em expansão. A oferta de assentos no País teve crescimento de 12,8% no ano passado. Sobre as vendas no mercado doméstico ao longo das próximas semanas, até o carnaval, Barioni afirma que elas estão em linhas com o crescimento de demanda que a TAM projeta para 2009, entre 5% e 9%. Em relação às vendas a partir de março, mês que marca o fim da temporada de férias a lazer e a retomada do tráfego de viajantes de negócios - cerca de 70% do público da TAM -, o executivo diz que é cedo para uma avaliação.

Para a TAM, as vendas para esse período começam a ocorrer com 40 dias de antecedência, de forma que será possível ter uma ideia o fluxo nas próximas duas semanas. Hoje, a empresa tem 129 aviões e pretende elevar o número para 131, até o fim do ano. Mas novos contratos de compra não devem ser firmados pelos próximos dois anos. Além do ambiente de queda de demanda doméstica e internacional, consequência de queda da renda das pessoas, aumento do desemprego, novo patamar do dólar, entre outros problemas trazidos com a crise, haverá uma intensificação da concorrência entre TAM e Gol.

O consultor da Multiplan Consultoria Aeronáutica, Paulo Bittencourt Sampaio, diz que as empresas aéreas não conseguirão fugir da disputa de tarifas a partir de março, quando acaba a influência das férias de verão. "As duas principais empresas do setor têm frotas grandes e esta é uma saída para encher os aviões", afirma. Ele lembra que é esperada uma redução dos passageiros de negócios, por conta da crise, o que também contribui para a retração da demanda neste ano.

Sampaio ressalta que TAM e Gol, que juntas detém mais de 90% de participação no mercado doméstico, devem comandar esse movimento "A disputa entre as duas empresas vai pautar o ano de 2009", avalia. O consultor prefere, no entanto, não arriscar quanto pode chegar a queda nos preços das passagens. Ele justifica que não se sabe ao certo a extensão e profundidade da crise.

O especialista em aviação da Bain & Company, André Castellini, concorda que as promoções devem ser utilizadas pelas aéreas para estimular a demanda em 2009. Castellini lembra que o plano de frota já anunciados por TAM e Gol indica um aumento de 6% na oferta neste ano. "Se as companhias mantiverem essa programação é natural vermos mais promoções neste ano."

Castellini acrescenta que seria mais racional que as empresas reduzissem a frota, a exemplo do que vem sendo feito no primeiro mundo. O especialista acrescenta ainda que as empresas não têm margens "tão gordas" para gastar com promoções.

"Mas ainda é difícil falar em demanda para o setor, visto que o segmento é muito dependente da economia, onde há ainda tantas incertezas", afirma. Ele lembra, no entanto, que se o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro ficar em 2% como o mercado espera, o volume de passageiros não deverá cair neste ano, mas apenas apresentar desaceleração no ritmo de crescimento. "Acho que o que TAM e Gol estão prevendo é factível", declarou.

Descontos

Apesar da alta temporada terminar a partir de março, as aéreas já trabalham para oferecer mais descontos e facilidades aos passageiros, para elevar suas taxas de ocupação neste período conturbado. A TAM anunciou a venda de passes internacionais aos clientes fora do País, para viajarem pelo Brasil e pela América do Sul pagando tarifas diferenciadas. Os programas, denominados Tam Brazil Airpass e do Tam South America Airpass, já podem ser adquiridos, desde que o cliente compre um bilhete com origem de outro país para qualquer cidade brasileira atendida pelas empresas. A partir daí, o passe promocional é emitido à parte e depois vinculado ao bilhete internacional.

Com ações nesse sentido, adotadas por empresas do setor, a equipe de análise da corretora Link Investimentos lembra que as companhias deverão registrar crescimento nos meses de janeiro e fevereiro, por conta do período de alta temporada, mas encontrarão o mercado mais retraído a partir de março. "Devemos ver aumento da concorrência depois do carnaval", diz um analista da corretora, que acrescenta não acreditar em guerra de tarifas, mas em mais promoções.

Para driblar a demanda, que deve ser menor no mercado doméstico este ano, as companhias aéreas brasileiras devem adotar promoções para tentar manter boa ocupação este ano.

Fonte: DCI

domingo, 18 de janeiro de 2009

Registros do avião que pousou no rio Hudson são revelados

As gravações da caixa-preta do Airbus A320 da companhia aérea US Airways, que fez um pouso forçado na noite de quinta-feira no rio Hudson, em Nova York, foram recuperadas segundo equipes de investigação.

Foto: O gravador da cabine do Airbus foi exibido para jornalistas em Nova York

O Airbus chegou a uma altitude de 975 metros depois da decolagem então aparentemente, colidiu com aves, segundo a Diretoria Nacional de Segurança em Transportes dos Estados Unidos. Então os motores pararam de funcionar ao mesmo tempo.

Mas, ainda é muito cedo para tirar conclusões a respeito do acidente, de acordo com uma porta-voz da diretoria.

Todos os 150 passageiros e cinco tripulantes do avião sobreviveram e foram resgatados sem ferimentos graves, num evento raro que repercutiu no mundo todo.

Eles foram resgatados do avião que já estava afundando por barcos que estavam no rio Hudson e o capitão do vôo, Chesley B "Sully" Sullenberger, foi o último a deixar o avião.

O Airbus foi retirado do rio Hudson no sábado. Imagens de televisão mostraram guindastes retirando o corpo da aeronave cuidadosamente das águas congeladas do rio Hudson.

'Pancadas'

Kitty Higgins, Diretoria Nacional de Segurança em Transportes dos Estados Unidos, confirmou no domingo que pedaços de gelo no rio Hudson atrasaram a procura por um motor que teria se separado do avião quando ele pousou no rio.

Mas ela afirmou que as informações registradas na caixa-preta parecem confirmar o testemunho do piloto de que o avião colidiu com um grupo de aves.

"Cerca de 90 segundos depois da decolagem, o capitão fez observações sobre aves", disse ela citando o registro da caixa-preta.

"Um segundo depois o gravador de voz da cabine captou o som de pancadas e a rápida diminuição do som dos motores. O capitão afirma que os dois motores perderam força e ele assumiu o comando da aeronave."

O piloto, capitão Chesley B "Sully" Sullenberger, e seu co-piloto, Jeff Skiles, descreveram para a diretoria como eles, de repente, viram "aves grandes, de cor marrom" se aproximando do avião, e depois atingindo a aeronave.

Sullenberger tomou a decisão de jogar a aeronave no rio que divide Manhatthan e Nova Jersey.

Um dos passageiros quebrou as duas pernas, os demais não tiveram ferimentos graves.

Fonte: BBC Brasil

Parentes de vítimas do acidente da TAM promovem campanha sobre segurança

A Afavitam (Associação dos Familiares e Amigos das Vítimas do Voo JJ3054) realiza neste fim de semana uma campanha de conscientização sobre segurança nos diferentes tipos de transportes. A campanha acontece em cidades litorâneas e está sendo concentrada nas praias.

As cidades que recebem o projeto são: Guarujá (litoral de São Paulo), Natal (RN), Fortaleza (CE), Recife (PE), João Pessoa (PB), Florianópolis (SC), além de diferentes praias do Rio Grande do Sul.

Segundo a associação, a campanha pretende alertar a população sobre cuidados que devem ser tomados em transportes terrestre, fluvial e aéreo. Estão sendo distribuídos panfletos, adesivos, camisetas e bonés.

No Guarujá, as ações estão concentradas nas nas praias do Tombo, Asturias, Pitangueira e Enseada. Em Porto Alegre (RS), além das praias, também está sendo feita entrega de folhetos no pedágio da rodovia BR-290 na saída da cidade para o litoral.

No dia 17 de julho de 2007 o voo JJ3054 da TAM tentou aterrissar no aeroporto de Congonhas (zona sul de São Paulo), não conseguiu e se chocou com um depósito da companhia aérea na avenida Washington Luís. O acidente provocou a morte de 199 pessoas.

Fonte: Folha Online

Avião da TAP faz pouso de emergência em Viracopos

Piloto solicitou ao aeroporto de Viracopos um procedimento de emergência por falta de combustível na aeronave

Um avião da TAP linhas aéreas vindo de Portugal realizou um pouso de emergência no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, no final da tarde deste sábado. A aeronave modelo A332 saiu de Lisboa e tinha como destino o aeroporto internacional de Guarulhos, em São Paulo. O piloto do avião solicitou ao aeroporto de Viracopos um procedimento de emergência por falta de combustível na aeronave.

Por volta das 18h17 a aeronave pousou sem problemas na pista de Viracopos, onde iria abastecer para continuar até Guarulhos. Na aeronave estavam a bordo 218 passageiros e 12 tripulantes. Todos passam bem e não tiveram a necessidade de desembarcar.

Fonte: assessoria de imprensa do Aeroporto de Viracopos via Cosmo On Line

Criada em Shanghai companhia chinesa de motores para aviões comerciais

Foi criada hoje (18) em Shanghai a companhia chinesa de motores para a aviação comercial, num sinal de que a pesquisa nesse setor está entrando numa fase essencial.

Com capital registrado de 6 bilhões de yuans, a companhia atua em design, pesquisa, fabricação, venda, reparo e consultas tecnológicas de motores e produtos complementares usados em aviões civis.

De acordo com o especialista Liu Daxiang, após 20 anos, a China deve concretizar o desenvolvimento e a produção de motores para grandes aeronaves.

Fonte: CRI - China Radio International

Exército de Mato Grosso do Sul recebe cinco aeronaves vindas de São Paulo

Um HA-1 Fennec da Aviação do Exército

O Complexo do Comando Militar do Oeste recebeu na tarde de sábado (17) as primeiras aeronaves integrantes do Destacamento de Aviação do Exército. As cinco aeronaves, modelo Fennec (HA-1), decolaram de Taubaté/SP e chegaram a Campo Grande por volta das 17 horas, após percorrerem um total de 1200 quilômetros e efetuarem pousos para reabastecimento nas cidades de Arealva/SP e Araçatuba/SP.

Cada Fennec transportava três tripulantes: um piloto, um co-piloto e um mecânico de voo. Após o pouso e a completa parada dos rotores, as tripulações foram apresentadas ao General-de-Brigada Celso Leite Rodrigues, Comandante do Centro de Operações do CMO, maior autoridade militar presente.

O evento representou mais uma etapa na implantação do 3º BAvEx (Batalhão de Aviação do Exército) em Campo Grande.

Fonte: MidiamaxNews (MS) - Foto: Guilherme Wiltgen (flickr)

Dois mortos em acidente de helicóptero francês no Gabão

Duas pessoas morreram, duas outras ficaram feridas e seis desaparecidas após o despenhamento dum helicóptero militar francês ocorrido sábado à noite ao largo das costas da capital gabonesa, Libreville, soube a PANA domingo de fonte oficial.

O helicóptero, Eurocopter EC725 Cougar que transportava 10 soldados franceses, descolou por volta das 19 horas TUC do "La Foudre", barco da Marinha Nacional Francesa que navegava a cerca de 50 quilómetros das costas gabonesas no âmbito dum exercício militar franco-gabonês.

O aparelho despenhou-se instantes depois da sua descolagem ao largo de Nyonié, uma localidade entre Libreville e Port-Gentil. As causas do despenhamento ainda são desconhecidas.

As operações de busca prosseguem com a assistência do navio La Foudre, de dois helicópteros - um Fennec e outro Cougar- ajudados por três navios da companhia petrolífera Total.

A bordo do helicóptero estavam quatro membros da tripulação dum destacamento de Aviação Ligeira do Exército (ALAT), sediado em Libreville, bem como seis comandos do 13º Regimento de Dragões Pára- quedistas, uma unidade das forças especiais estacionada em Dieuze (Moselle).

Fonte: Panapress (África)

Prestar serviço no interior de avião durante o abastecimento é atividade perigosa

Um trabalhador que exercia a função de operador de triagem e transbordo em aeronaves, atuando diretamente com carga e descarga, teve reconhecido pela 2ª turma do TRT de Mato Grosso o direito de receber o adicional de periculosidade por atuar em área de risco acentuado, próxima a inflamáveis.

Ao ajuizar a ação contra a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (EBCT), o ex-operador requereu que seu trabalho fosse reconhecido como atividade perigosa, visto que este consistia em adentrar ao compartimento de bagagem das aeronaves para vistoriar os procedimentos de carga e descarga de pacotes com correspondências, ao mesmo tempo em que os aviões eram reabastecidos.

Determinada a realização de perícia, o perito concluiu que não havia periculosidade na atividade do operador, porque o porão do avião, local onde era realizado o serviço, não se insere na área de risco.

Com base no laudo pericial, o juiz Herbert Luís Esteves, em atuação na 2ª Vara do Trabalho de Cuiabá, julgou improcedente o pedido.

Inconformado, o empregado recorreu ao Tribunal, alegando que o perito não considerou as distâncias de risco específicas para abastecimento de aeronaves, já que a Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho e Emprego (NR16) considera perigosa toda a área de operação.

A relatora, desembargadora Maria Berenice Carvalho Castro Souza, ao analisar o recurso verificou no laudo que efetivamente o abastecimento das aeronaves ocorria simultaneamente à prestação do serviço.

Ao interpretar as normas relativas à questão (artigo 198 da CLT e Anexo 2, quadro 3 da NR 16) concluiu que o trabalho desenvolvido pelo empregado no momento do reabastecimento da aeronave era realizado em condições de risco acentuado, porquanto toda a área de operação na qual ocorre o abastecimento de aeronaves é considerada área de risco.

Diante de tais fundamentos, a 2ª Turma, por unanimidade, deu provimento ao recurso do empregado para condenar a empresa a pagar o adicional de 30% sobre a remuneração de todo o período contratual não abrangido pela prescrição, bem como os reflexos da parcela deferida.

Fonte: 24HorasNews

Médicos alertam para o barulho de Congonhas

Exposição freqüente aos ruídos do aeroporto pode levar a perda auditiva

A Infraero divulgou um relatório de impacto ambiental (Rima), necessário para permitir o licenciamento de operação do aeroporto de Congonhas, em São Paulo, no qual consta que as operações do local emitem ruídos acima do permitido por lei. O barulho atinge casas, escolas e até hospitais, incomodam e prejudicam a saúde auditiva de pessoas que permanecem na área de embarque e no espaço das autoridades. Ao saber disso, a ABORL-CCF (Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial) enfatiza o risco que o excesso de barulho pode trazer as pessoas que residem e que convivem constantemente com os ruídos do aeroporto.

O som emitido por um avião pode atingir até 140 decibels (durante a decolagem), sendo que o máximo permitido pelos médicos e pela OMS é de 85db. Os pátios de aeroportos ficam no limite recomendado pelos otorrinos, já que os ruídos ficam em torno de 80 e 85 decibels. O otorrinolaringologista Marcelo Ribeiro de Toledo Piza, Diretor de Comunicação da ABORL-CCF, alerta sobre os problemas que podem acometer as pessoas que ficam expostas diariamente aos ruídos excessivos do aeroporto. "As pessoas que trabalham regularmente próximo ao aeroporto, quando expostas a níveis de ruído superiores a 85 decibels, podem apresentar diversas manifestações como irritação, zumbidos, e eventualmente diminuição da audição", diz.

Uma maneira de prevenir a perda auditiva é o uso de protetores auriculares, item obrigatório aos trabalhadores que ficam expostos ao barulho dentro de Congonhas. "As pessoas que trabalham no aeroporto em locais de exposição a ruídos, como na estacionamento das aeronaves, usam os protetores adequados para evitar o trauma acústico contínuo, que também pode levar a perda auditiva", diz Piza.

Audição em perigo

O barulho de Congonhas aumenta, literalmente, ano a ano. Quando o aeroporto foi criado, a região em volta era um descampado, os aviões menores e menos barulhentos. Atualmente, está completamente cercado por habitações e pessoas, e com um nível de ruído muito maior. ABORL-CCF recomenda medidas da Infraero para que o aeroporto se adéque às normas e funcione, para o bem dos ouvidos de todos da região, em bom som.

Fonte: Segs Portal Nacional - Imagem: Arquivo do Blog

Caixa-preta do avião que pousou em rio em Nova York é recuperada

Aeronave havia sido retirada do Hudson na noite de sábado.

Acidente ocorreu na quinta-feira, e ninguém morreu.




A equipe que investiga o pouso de emergência de um avião da US Airways, ocorrida na quinta-feira sobre o Rio Hudson, em Nova York, recuperou neste domingo (18) a caixa-preta do aparelho.

Ela foi recuperada depois que, com a ajuda de um guindaste, o avião foi retirado das águas do rio na noite de sábado

Em bom estado, a caixa-preta -que registra todas as informações do voo- foi enviada para análise em Washington. Com isso, os membros do Comitê Nacional de Segurança de Transportes esperam determinar o que causou o acidente -que não deixou mortos graças à bem-sucedida atuação do piloto.

Especialistas acreditam que o incidente possa ter sido causado por pássaros que, tragados pelas turbinas, desestabilizaram o avião.

Mergulhadores devem seguir trabalhando neste domingo no Hudson para tentar recuperar a turbina esquerda do aparelho, que desprendeu-se durante o pouso. Eles disseram já saber aproximadamente a localização do artefato.

Caixa com a gravação do áudio da cabine do voo acidentado na quinta-feira, após ter sido recuperada neste domingo (18)

Equipes de resgate içam na noite de sábado (17) o avião da US Airways acidentado na última quinta-feira no Rio Hudson, em Nova York

Especialistas acreditam que o acidente tenha sido provocado por pássaros tragados pelas turbinas

Fontes: Globonews / G1 (com agências internacionais)

Airbus A320 é retirado do Rio Hudson em NY

Aeronave estava coberta por gelo e foi usado um guindaste para a remoção

Com o avião fora da água, as equipes vão trabalhar para recuperar as gravações de voz e dados

Investigadores caminham próximo ao motores do Airbus da US Airways que foi içado das águas do rio Hudson, em Nova York

O avião Airbus A320 da US Airways foi retirado do Rio Hudson, em Nova York, nos Estados Unidos, na noite deste sábado. A aeronave estava coberta por gelo e foi usado um guindaste para a remoção.

Na última quinta-feira, o piloto Chelsey Sullenberger teve de fazer um pouso forçado nas águas do rio após colidir com aves logo após a decolagem do aeroporto La Guardia. Todos os 150 passageiros e cinco tripulantes que estavam a bordo sobreviveram ao acidente.

Com o avião fora da água, as equipes vão trabalhar para recuperar as gravações de voz e dados do aparelho, já que a forte corrente e as baixas temperaturas impediam chegar a elas. A aeronave deve ser levada a um local seguro para continuar com as investigações. A turbina esquerda ainda não foi recuperada e as buscas continuam.

Fontes: AP / EFE - Fotos: AP

sábado, 17 de janeiro de 2009

Avião que caiu no rio Hudson está coberto de gelo

Avião da US Airways passaria por inspeção neste sábado

Cauda do avião da US Airwais está cercada por gelo - Foto: AP

Investigadores tentam recuperar registros de detalhes do vôo - Foto: AP

Guindastes estão no rio Hudson para a retirada dos destroços - Foto: Reuters

O avião da US Airways que caiu no rio Hudson na quinta-feira e foi movido para a região oeste de Manhattan, nos Estados Unidos, para passar por inspeções está coberto de gelo neste sábado.

Mergulhadores e operadores de sonares buscaram dois motores perdidos da aeronave da US Airways enquanto investigadores fizeram planos de retirar o avião danificado da água para recuperar registros de detalhes do vôo.

A fabricante decidiu na sexta-feira enviar um grupo de especialistas para examinar o Airbus A320 e obter mais informações sobre o acidente.

O piloto da aeronave, que possuia 155 pessoa a bordo, fez um pouso de emergência no rio Hudson, em Nova York, após colisão com aves na quinta-feira. Todos os passageiros sobreviveram.

Fonte: Terra

Operação "Decolagem Certa"

Aviões serão impedidos de decolar

As autoridades aeronáuticas brasileiras passarão a negar autorizações de voo para aeronaves ou pilotos cujos certificados ou habilitações tenham alguma pendência na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). O objetivo da iniciativa, batizada de Decolagem Certa, é intensificar a fiscalização sobre a chamada aviação geral. O segmento, do qual fazem parte táxis aéreos e jatos executivos, concentra mais de 90% das quase 12 mil aeronaves cadastradas no País e, no ano passado, respondeu por 98% dos 102 acidentes registrados pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).

O sistema informatizado que possibilitará a checagem das informações foi desenvolvido no ano passado por técnicos da Gerência Regional 2 da Anac, responsável pela Região Nordeste, e deve estar instalado em todos os cerca de cem aeroportos públicos do País até maio. O procedimento, segundo a agência, será simples e rápido. Quando o piloto solicitar a aprovação de seu plano de voo à Sala de Informações Aeronáuticas (AIS, na sigla em inglês), o controlador de plantão deverá acessar o banco de dados e verificar a validade das habilitações, certificados e exames médicos.

Caso apareça alguma irregularidade, a autorização de voo será imediatamente rejeitada pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), braço da Aeronáutica encarregado do controle de voo no País. "O piloto poderá até desrespeitar a ordem, mas estará sujeito a duas autuações: uma por ter decolado sem o aval do controlador e outra por não estar em dia com a documentação exigida", adverte o gerente-geral de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos da Anac, Ricardo Senra. Em um guia para pilotos da aviação geral editado no ano passado pela agência, estimava-se que em 25% dos acidentes, pilotos ou aeronaves estavam com certificados e/ou habilitações vencidos. Atualmente, diz Senra, esse porcentual gira em torno de 15%.

O Decolagem Certa também deverá ajudar a Anac a aprimorar seu sistema de fiscalização, apontado por especialistas do setor aéreo como uma de suas maiores deficiências. Pelo sistema, os inspetores da agência terão como recolher indícios da prática de táxi aéreo "pirata", por exemplo - quando pilotos e aeronaves cadastradas como privados fazem transporte regular de passageiros, com tarifas muito abaixo da de mercado. "Se um jato executivo realiza muitos movimentos durante o mês, é sinal de que está sendo utilizado numa atividade diferente da que tem licença."

Acidentes nesse tipo de operação clandestina são mais comuns do que se pensa. Suspeita-se que o mais recente tenha sido o que vitimou o produtor da banda Calypso Gilberto Silva, de 46 anos. O bimotor onde estava com outras nove pessoas caiu na manhã de 23 de novembro do ano passado, no Recife. "Não temos como colocar um fiscal em cada aeroporto e nem acompanhar cada voo. Mas, como o Decolagem Certa, teremos como cruzar informações e agir em função delas", afirma o gerente da Anac. A agência dispõe hoje de 1.040 inspetores espalhados pelo País.

Embora pareça elementar, a verificação da validade das habilitações e certificados do pilotos e das aeronaves antes do voo não é obrigatória, mas vem sendo adotada em países da Europa e nos Estados Unidos.

Fonte: Bruno Tavares (Agência Estado)

Piloto que pousou em rio faz sucesso na web

Quer ficar famoso no Facebook? Pouse, com sucesso, um Boeing em um rio

C.B. Sullenberger, piloto do avião que caiu no Rio Hudson, em Nova Iorque, está fazendo um sucesso no Facebook.

Dono das precisas manobras aéreas que fizeram o aparelho da US Airway pousar na água com sucesso e sem causar a morte de nenhum do 155 passageiro, ele virou a atual celebridade entre os internautas americanos. Hoje, no momento que essa nota foi publicada, 105.271 mil pessoas se declaravam fã dele numa comunidade do Facebook.

Desde o acidente, portanto, o capitão ganhou mais de 100 fãs por minuto. Apesar do número ser bem modesto em comparação ao fãs que Barack Obama, presidente eleito dos Estados Unidos, ganhou num dia, o piloto está à frente de muitas celebridades americanas.

Apesar de não ser o mais popular do Facebook, Sullenberger pode se gabar com os colegas de profissão. Hoje, ele é o piloto mais popular da rede social. Ganha em popularidade de Amelia Earhart, a primeira mulher a pilotar um avião, e de Chuck Yeager, o primeiro piloto a quebrar a barreira do som. Juntos, eles somam cerca de 2000 fãs. Apenas.

Uma coisa é certa: pousar aviões na água com sucesso é garantia de muito susto, medo de morrer e, claro, sucesso nas redes sociais.

Fonte: INFO Plantão

Aviões com armas para Israel não podem passar por Portugal

Governo proibiu sobrevoos ou aterrissagens

Portugal deu instruções para a não autorização de sobrevoos ou aterragens em aeroportos portugueses de aeronaves que transportem material contencioso para Israel enquanto se mantiver a operação militar em Gaza, segundo fontes do Ministério dos Negócios Estrangeiros.

Contactada pela Agência Lusa, a porta-voz do MNE confirmou a informação, mas escusou-se a fazer comentários.

Segundo as fontes, a medida vem na sequência dos três apelos para um cessar-fogo na Faixa de Gaza feitos pelo ministro dos Negócios Estrangeiros português, Luís Amado, nas últimas três semanas e insere-se nos esforços internacionais para permitir um cessar-fogo duradouro entre Israel e o Hamas.

Esta medida surge também um dia depois da assinatura de um acordo bilateral entre as chefes das diplomacias de Israel e dos Estados Unidos, Tzipi Livni e Condoleezza Rice, destinado a dar garantias a Israel do não rearmamento do Hamas, movimento radical que controla a Faixa de Gaza desde Junho de 2007.

Balanço negro

Apesar das múltiplas iniciativas da comunidade internacional, designadamente da União Europeia e das Nações Unidas, para a obtenção de um cessar-fogo em Gaza, a operação militar israelita lançada a 27 de Dezembro mantém-se e nos últimos dias intensificou-se.

O mais recente balanço de vítimas da ofensiva israelita regista 1.160 mortos e cerca de cinco milhares de feridos, entre os quais 370 crianças e 85 mulheres.

Esta madrugada, uma mulher e uma criança foram mortas num bombardeamento israelita a uma escola gerida pelas Nações Unidas em Beit Lahiya, no norte da Faixa de Gaza, onde civis que fogem dos combates encontraram refúgio, segundo fontes médicas e testemunhas.

Fontes israelitas indicaram a possibilidade de Israel decretar este sábado um cessar-fogo unilateral, mas o representante do Hamas em Beirute, Osama Abu Hamdan, advertiu que os confrontos «continuarão» mesmo que isso aconteça.

«Este (eventual) cessar-fogo unilateral não prevê a retirada do Exército israelita, que enquanto permanecer em Gaza enfrentará resistência e a confrontação», disse Hamdan.

Fonte: IOL Diário (Portugal)

Galeão realiza exercício simulado do Programa de Segurança Aeroportuária

O Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão-Antonio Carlos Jobim realizou nesta sexta-feira (16/01) o Exercício Simulado de Apoderamento Ilícito de Aeronaves (Esaia) e de Ameaça de Bomba (Esab). O exercício buscou aferir o Programa de Segurança Aeroportuária em atenção às normas da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que prevê o aperfeiçoamento do sistema de acionamento nos casos de eventos reais.

O treinamento teve como cenário o prédio da administração da Infraero e o pátio de aeronaves. Os supostos sequestradores invadiram o aeroporto e chegaram ao pátio de aeronaves, onde já em área restrita, fizeram o apoderamento simulado de um avião, caracterizando o sequestro. Invasões, rendições, tomada da aeronave, ameaça de bomba foram a tônica do exercício, que teve duração de cerca de duas horas. Paralelamente, foram formados os grupos de decisão, operacional, negociação, tático e apoio, que estiveram empenhados na condução e melhor conclusão do exercício simulado.

Participaram do treinamento, além da equipe da Infraero Galeão, a Polícia Federal e o Comando de Operações Táticas da Polícia Federal (COT), o Esquadrão Anti-Bomba da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, o Batalhão de Infantaria da Aeronáutica da Base Aérea do Galeão (Binfae) e o Destacamento de Controle do Espaço Aéreo do Galeão (Dtecea-GL).

Fonte: Mercado & Eventos

Vídeo mostra pouso de emergência de avião no Rio Hudson, em Nova York



Imagens divulgadas pela Guarda Costeira dos EUA mostram o momento do pouso de emergência de um avião da US Airways, ocorrido na última quinta-feira no Rio Hudson, em Nova York.

Imagens de cinegrafista amador também mostram o avião logo após a decolagem, antes de ter problemas.

Fonte: G1 com agências internacionais