sábado, 5 de julho de 2008

Três pessoas morrem em queda de avião na Venezuela

Três pessoas morreram quando o avião Piper PA-31T Cheyenne II, prefixo YV1165, em que voavam, caiu nas imediações do município de Charavalle, estado Miranda, a 50 quilômetros de Caracas, na Venezuela, na quarta-feira (02).

O avião que havia decolado do Aeroporto de Paramillo (SVPM), em San Cristóbal, estado Táchira, a cerca de 800 quilômetros a sudoeste de Caracas, tinha previsão de aterrissagem no Aeroporto da Capital venezulelana (SVCS).

Segundo informações do Departamento de Proteção Civil havia tempo ruim na área de Charavalle e que o último contato da aernave com o centro de controle ocorreu às 19:21 (hora local ).

A Junta Investigadora de Accidentes Aéreos do Ministerio de Infraestructura (Minfra), já está analizando os destroços do avião para determinar a causa do acidente.

O canal privado de televisão Globovisión informou que, a bordo do YV-1175, viajavam três pessoas. O Piloto Jorge Alberto Gomez Bermudez, 50 anos e os passageiros Rafale Antonio Bracamonte Guerrero, 58 anos e Alfredo Enrique Zambrano Berbesi, 36 anos.

DADOS DA AERONAVE:

MATRÍCULA: YV1165
MATRÍCULA ANTERIOR: YV1402P
TIPO: PIPER
MODELO: PA-31T "CHEYENNE II"
SERIAL: 31T-7820067
ANO: 1978

Fontes: El Universal / Rescate - Fotos: Giovanny Motta

Pequeno avião tenta aterrissagem em estrada na Polônia e se acidenta

Uma provável avaria do motor levou o pequeno avião Zlin-526, prefixo SP-KSM, a se acidentar em Łososina Dolna, na Polônia, na quarta-feira(02).

A aeronave caiu sobre uma estrada nacional, felizmente sem deixar nenhuma baixa.

O piloto de 29 anos e o passageiro de 19 anos não tiveram ferimentos graves.

O acidente ocorreu por volta das 20:00 (hora local). Segundo a polícia, o piloto tentou aterrissar devido a uma falha do motor, mas a aeronave se destabilizou e e caiu.

Fonte: TVN24 (Polônia) - Fotos: Zbyszek / PAP

Viagem a Houston evoca corrida espacial

Quarta maior metrópole norte-americana, com mais de 2 milhões de habitantes, Houston tem a fama de ter contribuído para levar o homem a lugares antes inexplorados.

Houston contribuiu para levar o homem a lugares antes inexplorados; centro da Nasa conta história da conquista espacial

A frase "Houston, we have a problem" (Houston, temos um problema) virou um clichê da cidade que abriga o centro de controle da Nasa, a agência espacial dos EUA, responsável por colocar os astronautas Armstrong, Collins e Aldrin na superfície da Lua, em 1969, durante do governo do presidente republicano Richard M. Nixon.

Mas foi o presidente democrata John F. Kennedy o idealizador da viagem lunar pioneira quando, em 1962, declarou que, antes do fim dos anos 1970, os EUA fariam a viagem tripulada ao satélite da Terra.

Além das instalações que monitoram as missões - os lançamentos são realizados na Flórida -, o centro também celebra a conquista espacial. No museu, é possível ter uma retrospectiva dos projetos vitoriosos, como o Apollo (a 11 foi a primeira nave tripulada que pousou na Lua) e seu antecessor, o Gemini.

Também há um discreto espaço para desastres, como o da nave Challenger, em 1986, em que sete astronautas morreram. Os chimpanzés, usados no começo do programa espacial, não têm muito destaque.

O museu tem ainda vários simuladores e filmes. Em um lugar famoso pela precisão, chama a atenção o fato de vários dos eventos com hora marcada começarem com atraso, que chega a quatro minutos.

Um tour percorre o Centro Espacial Lyndon B. Johnson, batizado em homenagem ao texano que sucedeu John F. Kennedy na Presidência dos EUA - e que lutou para que o Texas fosse sede da instalação.

No passeio, de 90 minutos, são visitados alguns dos prédios que ainda são usados pela Nasa para o controle das aeronaves e algumas instalações usadas no projeto da Estação Espacial Internacional, que tem até a participação da Agência Espacial Brasileira.

Outro destaque da visita é o enorme foguete Saturno 5, usado no transporte das Apollos.

Fonte: Álavaro Fagundes (Folha Online) - Foto: Divulgação

Vôo cancelado gera confusão em Guarulhos

136 passageiros que iriam para a Venezuela não conseguiram embarcar.

Após seis horas, foram levados para um hotel; aeronave teria seguido para outro destino.

O saguão do Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, na Grande São Paulo, foi palco de uma confusão na madrugada desta sexta-feira (4). 136 passageiros da empresa aérea Varig que voariam para Caracas, na Venezuela, não chegaram a embarcar.

A aeronave teria sido utilizada para outro vôo. Os passageiros esperaram por quase seis horas. Por volta das 6h desta sexta, eles foram levados para um hotel.

Às 11h40 desta sexta-feira, a Varig informou que o vôo para Caracas foi cancelado porque a aeronave teve de ser remanejada para atender o vôo 8730 para Paris, que partiu às 23h de quinta-feira (3). Segundo a companhia, a aeronave que faria a viagem para Paris teve de fazer uma manutenção não programada.

A nota da empresa diz ainda que todos os passageiros receberam a assistência necessária e que eles embarcariam para Caracas ao meio-dia desta sexta-feira.

Fontes: G1 / Bom Dia SP (TV Globo)

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Esquadrilha da Fumaça inicia travessia do Oceano Atlântico rumo à Inglaterra

A Esquadrilha da Fumaça iniciou, no dia 3, a travessia do Oceano Atlântico rumo à Inglaterra, decolando de Salvador (BA) para Fernando de Noronha. Nesse segundo dia de viagem, foram voadas 4h10

Nessa etapa do deslocamento, a presença do avião Hércules C-130 foi fundamental. Por contar com radar meteorológico, os pilotos do cargueiro alertaram e orientaram a Esquadrilha para que ela realizasse os desvios necessários a fim de evitar formações meteorológicas mais severas.

Após um breve sobrevôo do arquipélago de Fernando de Noronha, os aviões Tucano pousaram e permanecerão em manutenção por um dia, a fim de enfrentarem o maior desafio para cruzar o Atlântico: alcançar a Ilha do Sal, distante cerca de 8 horas de vôo ininterrupto.

Em seu primeiro dia de deslocamento, a Esquadrilha da Fumaça realizou o trecho Pirassununga (SP)-Salvador (BA) testando os tanques subalares, fundamentais para a travessia do oceano Atlântico. Estes tanques extras de combustível mais do que dobram a autonomia de vôo dessas aeronaves.

Ao pousar na Base Aérea de Salvador, na tarde do dia 2 de julho, a Esquadrilha contou com uma recepção especial: o Major-Brigadeiro do Ar Aprígio Eduardo de Moura Azevedo, Chefe de Gabinete do Comandante da Aeronáutica (GABAER) e o Tenente-Coronel Aviador Ricardo Reis Tavares, ex-comandante da Esquadrilha, manifestaram pessoalmente os votos de sucesso na missão, destacando a importância da participação da Força Aérea Brasileira na maior feira de aviação militar do mundo.

Fonte: CECOMSAER

Em antigo porta-aviões dos EUA, visitantes pilotam simulador

O USS Lexington, aportado na baía de Corpus Christi, abriga museu militar e mostra como era a vida dos soldados embarcados


Talvez não seja coincidência que o "turismo de guerra" seja uma das principais atrações turísticas da terra que consagrou politicamente dois presidentes americanos que tiveram seus mandatos marcados por guerras e foi palco de várias batalhas que fazem parte da história dos Estados Unidos.

Em Corpus Christi, cidade a 296 quilômetros de Houston em linha reta, fica o USS Lexington, porta-aviões construído durante a Segunda Guerra e transformado em museu. Nele, é possível ver aviões de várias épocas, mas o melhor mesmo é fazer o tour pela embarcação para ver as condições em que os soldados viviam no Lexington, que deixou de ser usado militarmente em 1991.

Uma visita completa ao porta-aviões leva mais de duas horas. No deque, que é onde as aeronaves decolam e aterrissam, estão aviões já aposentados pelos EUA, como o F14A Tomcat, o TA-4J Skyhawk e o F4A Phantom 2.

Outro atrativo é o simulador de avião. Por US$ 4, o visitante testa sua habilidade de piloto destruindo tanques inimigos a centenas de quilômetros por hora. O ingresso para o Lexington, que funciona todos os dias da semana, custa US$ 12,95 para adultos.

Aposentado durante o governo George Bush (que foi transferido para o Lexington depois que o avião que pilotava foi atingido durante a Segunda Guerra), o "Fantasma Azul" sofre constantes reparos e está em ótimo estado de conservação - o Brasil também teve um porta-avião que foi utilizado na Segunda Guerra, o Minas Gerais, adquirido do governo britânico na década de 50, mas vendido como sucata.

O museu também é uma forma de atrair jovens para as Forças Armadas. Pelo menos um dos filmes que são exibidos no cinema do Lexington - em formato Imax, de tela gigante - poderia ser usado em um programa de recrutamento. O enredo conta a história de um jovem piloto estabelece um paralelo emocionado entre a sua função e a função do seu avô, que combateu durante a Segunda Guerra.

O museu tem um programa em que as crianças podem passar a noite no porta-aviões.

Cinco em um

Na pequena Fredericksburg, um enclave alemão com pouco mais de 10 mil habitantes e que fica a cerca de 45 minutos de carro de San Antonio, a principal atração é o Museu Nacional da Guerra do Pacífico - que marcou a entrada dos EUA na Segunda Guerra, após o ataque japonês a Pearl Harbor.

Na verdade, eles são cinco museus em um, que inclui um jardim japonês e a galeria George Herbert Walker Bush (o nome do ex-presidente está em toda parte, como no aeroporto de Houston).

O acervo tem itens como um submarino midget, usado pelo Japão, uniformes de marinheiros americanos e um casaco do famoso almirante Isoroku Yamamoto, mas a grande atração são as encenações de batalhas. Como elas só ocorrem cinco vezes ao ano, é bom conferir no site www.nimitz-museum.org quando será a próxima.

USS LEXINGTON - Aberto diariamente, das 9h às 16h, de maio a setembro, e das 9h às 17h, de setembro a maio. Ingresso: US$ 12,95. Tel.: 00/xx/1/361/888-4873. http://www.usslexington.com/

MUSEU NACIONAL DA GUERRA DO PACÍFICO - Até o fim de julho, fica aberto das 9h às 20h; o horário de funcionamento regular é das 9h às 17h. Ingresso: US$ 7. Tel.: 00/xx/1/830/ 997-4379. http://www.nimitz-museum.org/

Fonte: Álvaro Fagundes (Folha Online) - Foto: John Dupre Jr

Ações da TAM e GOL valem menos da metade do preço de julho de 2007

Os investidores do mercado acionário continuam se frustrando mais a cada novo pregão da Bovespa - Bolsa de Valores de São Paulo. Pior é se os investidores possuem em carteira ações das companhias aéreas TAM e GOL, que desde julho de 2007, época do acidente com o Airbus da TAM, em São Paulo, Congonhas, já viram desvalorização superior a 50% no preço das ações.

Para ciência, em 17 de julho de 2007, um dia antes da tragédia, as ações da TAM foram cotadas no fechamento a R$ 66,32 e as ações da GOL a R$ 56,39. Ambas as ações naquele período já vinham sofrendo desvalorizações em função da crise aérea deflagrada com a queda do Boeing 737 da GOL em setembro de 2006.

Ao final do pregão de hoje da Bovespa as ações da GOL foram cotadas a R$ 14,70 e as ações da TAM a R$ 25,39.

Com as constantes altas do barril de petróleo a tendência de curto prazo é que a desvalorização dos papéis continue e somente retorne a uma tendência de alta após uma adequação das empresas a nova realidade do mercado, com lucros menores devido alta dos custos em geral e repassando parte dos custos aos clientes, consequentemente elevando as tarifas aéreas, sob pena de comprimir ainda mais as margens de lucro.

Fonte: Aviação Brasil

Policiais usam carro para arrombar portão de heliponto

Incidente ocorreu nesta madrugada na Zona Oeste de SP.

Um helicóptero caiu de uma altura de 12 metros quando decolava do heliponto.




Policiais do Grupo de Operações Especiais da Polícia Civil (GOE) se irritaram com a demora da segurança para abrir o portão de uma empresa de táxi aéreo no Jaguaré, Zona Oeste de São Paulo, e resolveram entrar no local à força, usando um carro policial. O incidente ocorreu na noite desta quarta-feira (2), após um helicóptero ter caído de uma altura de 12 metros quando estava decolando do heliponto da empresa.

A pane no helicóptero que levantava vôo ocorreu por volta das 22h. O motor parou de funcionar e, na queda, o piloto sofreu ferimentos leves. A base e a cauda da aeronave ficaram destruídas. O Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos está apurando as causas do acidente. O prazo da investigação é de um mês.

A invasão dos policiais do GOE ocorreu durante a madrugada, enquanto técnicos da Aeronáutica faziam a perícia no local. Logo após os policiais jogarem o carro contra o portão, o segurança do heliponto abriu um portão ao lado e os policiais entraram sem violência.

O supervisor do GOE, Antônio Carlos Pinheiros, disse que a prioridade é chegar ao local do acidente, justamente para preservar vidas. Eles também isolam a área, para não haver problemas depois para os peritos. O supervisor do GOE disse também que vai apurar se houve falha na conduta dos policiais. Por enquanto, eles alegam que usaram a força porque estavam sendo impedidos, pelo segurança da empresa táxi aérea, de realizar o seu trabalho.

Fontes: G1 / SPTV (TV Globo)

Governo quer dar subsídio à aviação regional

O governo pretende oferecer subsídios para a aviação regional e baixar a taxa de embarque nos vôos que ligam o Brasil a cidades sul-americanas, como forma de incentivar a integração aérea com os países vizinhos. As medidas foram propostas ontem em reunião do Conselho de Aviação Civil (Conac) e vão ser preparadas pelo Ministério da Defesa, em conjunto com outros órgãos do governo. Para as rotas internacionais dentro da América do Sul, uma das hipóteses é reduzir - pode ser até zero - o valor da tarifa de embarque cobrada pela Infraero. Hoje incide sobre qualquer vôo ao exterior, não importa o destino, taxa de US$ 36.

Para o ministro da Defesa, Nelson Jobim, é uma incoerência ter tarifas nesse valor (para cada trecho) quando o preço dos bilhetes já chega a US$ 100 ou US$ 150, em algumas rotas. Quero ter liberdade de fixar tarifas de embarque diferenciadas , disse Jobim, após a reunião do Conac, sem descartar a possibilidade de isentar totalmente a cobrança em ligações aéreas específicas. O mínimo é zero. Ele mencionou Lima, La Paz e Quito como capitais sul-americanas que têm deficiência nas ligações aéreas com o Brasil.

Para promover mudanças nos valores, basta uma alteração pela Infraero. O problema é que, de tudo o que é arrecadado, cerca de 50% vai para o Tesouro - o restante fica com a Infraero e vai para o Fundo Aeronáutico. Por isso, a equipe econômica teria que concordar em abrir mão dessa receita. A taxa de embarque internacional era de US$ 18 e foi dobrada em 1997, como parte do pacote 51 , conjunto de medidas do governo para elevar a arrecadação e dar respostas à crise financeira do Sudeste Asiático.

Jobim anunciou a realização de três reuniões, nas próximas semanas, para debater os rumos da aviação com as companhias de âmbito nacional (TAM, Gol, OceanAir, Webjet e Azul), de aviação regional e de aviação geral (executiva). Ele disse que vai encaminhar ao Palácio do Planalto, na próxima semana, um projeto de lei que cria compensações aos passageiros pelos atrasos em vôos. A mesma promessa havia sido feito em dezembro. O projeto atrasou um pouco.

Para estimular a aviação regional, que hoje transporta 2% do total de passageiros, o ministério discute a adoção de três medidas. A principal envolve a concessão de subsídios a linhas pouco rentáveis e entre cidades pequenas. Jobim vê duas alternativas: uma sobretaxa a ser cobrada de rotas mais lucrativos ou um subsídio direto do orçamento da União. A suplementação tarifária teria como fonte o orçamento ou uma sobretaxa incidindo sobre a aviação nacional , comentou. Ele manifestou preferência pela dotação orçamentária, como forma de não onerar os demais passageiros. Seria mais adequado por tributos , disse.

Para ele, é preciso discutir desonerações tributárias na aviação regional, com descontos no ICMS sobre combustíveis cobrado pelos governos estaduais, e dificultar a entrada das companhias maiores para fazer rotas nos mesmos horários de empresas menores. A reunião do Conac teve ainda a participação dos ministros Dilma Rousseff (Casa Civil), Luiz Barreto (Turismo), do brigadeiro Juniti Saito (Comando da Aeronáutica) e de representantes da Anac, Infraero e dos ministérios da Fazenda, Desenvolvimento e do Itamaraty.

Fonte: Daniel Rittner (Valor Econômico)

Fabricantes podem transferir tecnologia de caças ao Brasil

Fabricantes procuradas pela Força Aérea Brasileira no processo de compra de novos caças expressaram nesta quinta-feira que podem incluir a transferência de tecnologia em uma eventual venda ao governo brasileiro.

A FAB quer um caça multifuncional para substituir toda sua frota nos próximos 15 anos e, para isso, já lançou um processo para adquirir ao menos 36 aeronaves, segundo a assessoria de imprensa da Força Aérea.

O plano de troca de toda a frota pode elevar o número de pedidos para 100 aeronaves.

Os seis modelos escolhidos pela FAB para participarem do processo F-X2, e sobre os quais a Aeronáutica já pediu informações aos respectivos fabricantes, são o F-18 Super Hornet, da Boeing ; F-35 Lightning II, da Lockheed Martin; o Rafale, da Dassult ; o SU-35, da Sukhoi, o Gripen, da Saab ; e o Typhoon, da Eurofighter.

O governo busca, no entanto, um acordo que envolva um generoso pacote de transferência de tecnologia, que possivelmente inclua a montagem local dos caças, para ajudar o país a desenvolver sua própria indústria de aviação e a realização no Brasil da manutenção dos equipamentos.

"A transferência de tecnologia não é um problema. A Eurofighter tem um histórico de parceria com os seus clientes", disse Valério Bonelli, porta-voz da Alenia, uma das sócias do consórcio Eurofighter. A Boeing e a Lockheed também disseram que queriam apoiar o desenvolvimento da indústria local.

"O F-35 foi desenvolvido desde o início para ser um produto para exportação, e o programa tem sido muito inovador no reino da transferência de tecnologia", disse John Kent, um porta-voz da Lockheed Martin.

Entretanto, o governo norte-americano, que compraria as aeronaves da Boeing ou da Lockheed para revendê-las ao governo brasileiro, tem a última palavra na questão da transferência de tecnologia.

O Brasil vem liderando um processo para criar um Conselho de Defesa sul-americano para ajudar na coordenação das aquisições de armas. Embora muitos vizinhos tenham recentemente renovado suas frotas, alguns fabricantes ainda vêem a maior economia da América Latina como um possível centro de importância da defesa da região.

"O Brasil é um mercado emergente e uma base exportadora em potencial para nós", disse Damian Hills, porta-voz para a Boeing Integrated Defense Systems.

O Brasil atualmente já negocia uma aliança de defesa estratégica com a França, o que inclui a construção de um submarino nuclear no país.

Fontes: Reuters/Brasil Online

Piloto amador morre em queda de helicóptero no norte do Paraná

Ele estava desaparecido desde o último sábado

O corpo do mecânico de aviões Jesus da Silveira Machado, de 44 anos, foi localizado nesta quarta-feira (02), em uma propriedade rural a cerca de 15 quilômetros de Carlópolis, no Norte do Estado. Ele estava desaparecido desde o ultimo sábado (28), após fazer um vôo panorâmico em um helicóptero de fabricação caseira.

Três amigos do mecânico, que era piloto amador, acompanharam o passeio em outras aeronaves. Eles disseram que quando o helicóptero de Machado se distanciou do grupo, acreditaram que ele quisesse conhecer de perto a paisagem do local em que estavam.

Após terminar o tempo da autonomia de vôo da aeronave que pertencia ao mecânico, os amigos decidiram alertar as autoridades. As buscas foram iniciadas na tarde de sábado, mas o corpo de Machado só foi encontrado nesta quarta, a cerca de 40 metros do helicóptero, que estava em um cafezal.

Os amigos do mecânico também disseram que ele era experiente em vôos com aeronaves de pequeno porte, mas que desta vez por algum motivo não teria cumprido o plano de vôo. A Polícia Civil investiga as causas do acidente.

Fontes: CBN / Jornale

Novo avião A330 da TAP iniciou operação no Brasil

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Foto: Pedro Santos (JetPhotos)

Foto: Jacques Panas (PictAero)

A empresa aérea portuguesa TAP realizou na última quarta-feira (02) o primeiro vôo comercial do avião A330-200, o mais novo da frota da companhia, que foi recebido diretamente da Airbus. O vôo foi realizado entre Lisboa e Salvador, na Bahia, e regresso. Com capacidade para 268 passageiros, a nova aeronave vem juntar-se à frota de onze A330-200 atualmente ao serviço da TAP.

Com matrícula CS-TOP e nome "Pedro Nunes", o novo A330-200 da TAP efetua nesta quinta-feira o segundo vôo com as cores da transportadora aérea portuguesa, no percurso Lisboa - Rio de Janeiro - Lisboa, com partida da capital portuguesa às 15h35.

O A330-200 oferece aos passageiros elevados padrões de conforto e integra diversas inovações tecnológicas. A aeronave tem uma autonomia de vôo até 12.500 km, com plena ocupação de lugares, e de compartimentos de carga capazes de acomodar e transportar paletes standard e contentores lado a lado. Dispõe igualmente de uma excelente flexibilidade operacional, que o torna apto ao serviço numa vasta gama de estrutura de linhas, possibilitando uma utilização com custos operacionais por lugar/avião bastante baixos. A sua eficiência de operação e os superiores níveis de conforto proporcionado aos passageiros traduzem-se numa vantagem competitiva.

Fonte: Jornal de Turismo

SOBRE A AERONAVE

CS-TOP TAP - Air Portugal Airbus A330-202 - cn 934

Construction Number: 934
Aircraft Type (Built as): Airbus A330-202
Reg: CS-TOP
Engines: 2x GE CF6-80E1A4
Test Registration: F-WWKZ
Delivery Date 2008-06-18
First Flight: 2008-05-29
Selcal: PQ-GM
Airframe Status: Active
Name: "Pedro Nunes"

Fonte: planespotters.net

Boeing entrega 126 aviões no trimestre, maior resultado desde 2001

A fabricante norte-americana de aeronaves Boeing informou nesta quinta-feira que as entregas de aviões comerciais somaram 126 unidades no segundo trimestre deste ano, o maior resultado para um trimestre desde 2001.

Os volumes de abril a junho são 10,53% acima dos registrados no mesmo período do ano passado, quando a fabricante entregou 114 aeronaves.

Entre os aviões há 100 dos 737 Next Generation, 18 do modelo 777, 5 do 747 e 3 do 767.

No semestre, a Boeing informou que entregou 241 aeronaves, contra 220 no mesmo intervalo de 2007, o que representa um crescimento de 9,54%.

A Airbus, principal concorrente da empresa norte-americana, ainda não divulgou o seu balanço semestral.

Fonte: Folha Online

Ex-presidente da Airbus é acusado de uso de informação privilegiada

O ex-presidente da Airbus Gustav Humbert foi acusado na quarta-feira (02) por suposto uso de informação privilegiada na investigação das vendas em massa de ações do EADS, matriz da empresa, em 2005 e 2006, por diretores da companhia antes que fossem anunciados os atrasos do avião A380.

Segundo fontes ligadas ao caso, o alemão Humbert ficou em liberdade judicial, o que inclui o pagamento de uma fiança de 350 mil euros.

Trata-se do terceiro ex-diretor do grupo europeu acusado de uso de informação privilegiada neste sumário, instruído pelas juízas Xavière Siméoni e Cécile Pendaries.

Os outros dois são os franceses Noel Forgeard, ex-co-presidente do grupo e antigo líder da Airbus, e Jean-Paul Gut, ex-diretor-geral delegado do EADS.

Humbert, de 58 anos, foi detido na segunda-feira passada para interrogatório.

Quando esteve na presidência da Airbus, entre junho de 2005 e julho de 2006, vendeu 160 mil ações do EADS em novembro de 2005, com um lucro de mais de 1,6 milhão de euros, segundo um relatório da Autoridade dos Mercados Financeiros francesa.

Humbert, Forgeard e Gut fazem parte dos 17 dirigentes atuais ou antigos da Airbus e do EADS suspeitos pela AMF de terem usado informações privilegiadas quando venderam ações do grupo, antes que o anúncio dos atrasos do A380 causasse a queda da cotação da sociedade em bolsa, em junho de 2006.

Fonte: EFE

Estrutura do Boeing 787 Dreamliner é testada com sucesso

A Alenia Aeronautica, uma empresa do Grupo Finmeccanica, concluiu com sucesso o teste de destruição do estabilizador horizontal do Boeing 787 Dreamliner. O teste foi realizado na fábrica da Alenia, em Pomigliano, cidade ao norte de Nápoles (Itália), pelos engenheiros da Boeing e por representantes das agências de regulamentação americana, FAA, e européia, EASA. O estabilizador é construído na unidade da Alenia Aeronautica que fica em Foggia, região de Puglia, no mesmo país.

Testes físicos anteriores demonstraram que o estabilizador horizontal atende aos requisitos para a certificação de resistência máxima, de até 150% mais resistência do que a carga aerodinâmica máxima jamais encontrada num vôo. Uma vez que os engenheiros da Alenia tenham alcançado este padrão, eles já terão testado o estabilizador horizontal para saber quanto de capacidade ele pode suportar antes da primeira falha.

Neste teste, a estrutura não quebrou até atingir, muito bem, 150% da capacidade máxima. O teste de destruição foi o resultado final de sete meses de trabalho conjunto entre Boeing e Alenia.

"Este é um grande feito”, disse Nazario Cauceglia, CTO da Alenia Aeronáutica. "O teste valida a inovação do seu conceito de design e consolida o espírito de cooperação estabelecido entre os engenheiros da Alenia e Boeing no cumprimento dessa tarefa tão difícil, e em todo o Programa 787", explica Cauceglia.

"A finalização bem sucedida dos testes de falha do estabilizador horizontal do 787, marca o desenvolvimento de uma nova era de inovação no design”, explica Randy Harley, vice-presidente e gerente-geral de Engenharia e Tecnologia do 787. "Trabalhando em parceria, as equipes do 787 confirmaram mais uma vez o poder de integração desta parceria”, conclui Harley.

Outros testes realizados em Pomigliano padronizaram a capacidade da estrutura para a resistência em várias situações de pressão aerodinâmica extrema, como as alterações durante subidas e descidas e a cargas extremas e assimétricas.

Depois de completar o teste de estática, a Alenia agora conduzirá os testes de fadiga. Os engenheiros da Alenia, baseados em Pomigliano, realizarão repetidos testes de flexão no estabilizador, a fim de demonstrar a habilidade do estabilizador em superar os diversos ciclos operacionais para o qual foi planejado. Para obter a certificação de cauda, os testes precisam ser realizados, pelo menos, três vezes. O programa de testes será concluído após o teste de choque com pássaros, que será realizado nas dependências da Boeing, nos EUA.

Fonte: Aviação Brasil

British Airways compra L'Avion por US$ 107,6 milhões

A British Airways anunciou que chegou a um acordo para comprar a empresa aérea francesa L'Avion por 54 milhões de libras (US$ 107,6 milhões). A L'Avion é uma empresa aérea privada que opera duas aeronaves Boeing 757 entre o aeroporto de Orly, em Paris, e o de Newark, em Nova York.

Em seguida à conclusão do acordo, que deve acontecer no fim deste mês, a L'Avion vai se tornar uma subsidiária da British Airways e será integrada à OpenSkies, nova subsidiária da companhia britânica que opera entre os Estados Unidos e a União Européia. As informações são da Dow Jones.

Fonte: Agência Estado

Itália se esforça para recuperar avião que caiu no Caribe

O chanceler italiano, Franco Frattini, enfatizou hoje, em um fórum realizado pela ANSA, o máximo empenho do governo italiano em ajudar a recuperar o avião caído em janeiro nas águas venezuelanas, perto de Los Roques, em um acidente no qual perderam a vida oito cidadãos italianos.

"Nos próximos dias o embaixador da Venezuela na Itália verá me ver para tratar" da questão, disse Frattini, respondendo a uma das perguntas enviadas ao fórum.

Frattini lembrou de ter conversado sobre o tema com o presidente Hugo Chávez e com o ministro das Relações Exteriores venezuelano, Nicolas Maduro.

Frattini disse que "um representante dos familiares e um especialista do governo" da proteção civil viajarão nas próximas horas a Caracas para dar assistência às autoridades venezuelanas nas operações de recuperação do avião.

"Estamos disponíveis para contribuir financeiramente com as operações" de recuperação do aparelho, disse o ministro, após destacar que o governo "enviou uma equipe de especialistas em recuperação em águas muito profundas".

"Tanto Chávez como o chanceler asseguraram o empenho para que as famílias de nossos compatriotas desaparecidos sejam autorizadas a seguir as tentativas de recuperar o avião que, segundo algumas hipóteses, poderia ser aquele em que viajavam os italianos", afirmou.

Estas operações são "complicadas" e não há "certeza" de que o avião seja, de fato, aquele em que viajavam os italianos, já que "naquela área caíram muitos aviões", disse Frattini.

O avião em que viajavam os italianos - dois recém-casados, duas amigas e um casal com os dois filhos - caiu no mar em 4 de janeiro a cerca de 100 quilômetros de Caracas, após decolar do arquipélago de Los Roques.

Fonte: ANSA (02/07/2008)

FAB dá início a processo para definir empresa que venderá caças ao País

Em vez de concorrência, Aeronáutica selecionou seis aviões e projeto FX-2 seguirá modelo da escolha direta

O Comando da Aeronáutica selecionou os seis aviões de combate candidatos ao posto de novo caça brasileiro de superioridade aérea e interdição. Não é uma concorrência. O Projeto FX-2 seguirá o modelo da escolha direta, considerando os critérios técnicos mais favoráveis.

Em junho, seis empresas internacionais receberam o Request for Information (RFI). O documento é uma solicitação de informações endereçado a eventuais fornecedores e caracteriza o início da fase de definição da compra.

Segundo o brigadeiro Juniti Saito, comandante da Aeronáutica, "a quantidade de 36 aeronaves é o número inicial, um primeiro passo para servir de referência nos estudos". O valor financeiro do contrato, estimado em cerca de US$ 2,2 bilhões em março, "ainda está sendo definido", segundo o brigadeiro.

O objetivo é definir uma plataforma única para as tarefas de superioridade aérea - como a conquista e a preservação do espaço - e de interdição, o impedimento de operações ilícitas ou de um inimigo. Na prática, significa que toda a frota de ataque da aviação militar será substituída pelo programa. A aeronave precisa oferecer condições para substituir os Mirage 2000C/B (cuja desativação vai começar em 2015), os F-5EM (entrando em desmobilização ao longo de 2021) e AMX (por volta de 2023). No total, a projeção envolve entre 120 e 150 aviões.

A expectativa é de que a seleção possa ser concluída até dezembro. Os primeiros compromissos seriam, então, firmados em 2009. A entrega dos novos jatos deve ocorrer a partir do segundo semestre de 2013.

TECNOLOGIA

O Comando da Aeronáutica está mantendo a transferência de tecnologia "como um dos focos do programa, de forma a capacitar o parque industrial nacional e também permitir um nível de participação efetiva em futuros avanços durante o ciclo de vida do equipamento escolhido".

Para o brigadeiro Saito, estima-se a transferência de tecnologia de 100% do valor do projeto. No entanto, há problemas nessa área. Entre os seis aviões analisados, apenas dois - o Rafale, da França, e o Su-35E, da Rússia - entram na disputa cobertos por ofertas públicas de conhecimento avançado, garantidas por declarações feitas pelo presidente Nicolas Sarkozy, em Paris, e pelo primeiro-ministro Vladimir Putin, em Moscou.

Os caças americanos não podem ser negociados, com a condição de entrega de informação tecnológica. Um deles, o moderno F-35 Lightning, está em processo de desenvolvimento. O lote operacional inicial será entregue à aviação americana somente em 2014. É o único que incorpora a engenharia stealth, de recursos de furtividade, que o tornam invisível ao radar convencional.

Não há informações sobre a posição dos governos que compõem o consórcio europeu, fabricante do poderoso Typhoon. Inglaterra, Espanha, Alemanha e Itália negociaram 707 unidades das quais 15 irão para a Áustria e 72 para a Arábia Saudita. Em ambos os casos, em regime de pacote fechado. O aparelho é extremamente caro, custa 88,4 milhões, aproximadamente R$ 221 milhões.

O projeto de construção de um caça próprio de 5ª geração "está atualmente em estudo, mas faz parte de um planejamento de longo prazo", de acordo com o brigadeiro Antonio Carlos Bermudez, chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica.

Fonte: Roberto Godoy (Estadão.com)

Anac diz que deverá proibir vôos de 25 aviões de 10 empresas por falta de segurança

Dez companhias aéreas regionais e de carga do país terão parte de sua frota impedida de voar a partir de 4 de agosto por não se enquadrarem nas exigências de segurança da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Em nota, a agência informa que 25 aviões dessas empresas não estão equipados com um sistema anti-colisão, exigido pela legislação em vigor.

A Anac também estabeleceu prazo até 18 de julho para que as companhias entreguem suas novas malhas aéreas, excluindo os aviões irregulares. Segundo a agência, as empresas mais afetadas serão a Passaredo - que terá 100% de sua frota impedida de decolar -, e a Skymaster - com 83% de seus aviões afetados.

Além dessas, serão afetadas pela medida as empresas Puma Air, Meta, Rico, Beta, TAF, Air Minas, VarigLog e Trip. O maior número de aeronaves afetadas é do modelo EMB 120-Brasília, fabricados pela Embraer: onze, ao todo.

Segundo a Anac, toda aeronave com capacidade para mais de 19 passageiros ou com peso de decolagem acima de 5,7 toneladas deve ser equipada com um TCAS II (sigla em inglês para Sistema de Alerta de Tráfego e Anti-Colisão, segunda geração). Obrigatório desde janeiro de 2006, esse aparelho emite um alerta ao piloto quando identifica o risco de colisão com o solo ou com outra aeronave no ar - inclusive orientando qual a melhor manobra para evitar um acidente.

Em nota, a Passaredo afirma que as empresas aéreas vinham negociando com a Anac um prazo até meados de 2009 para a instalação dos equipamentos. Isso, porém, foi indeferido hoje pela agência. A companhia afirmou que irá instalar os equipamentos exigidos antes do dia 4 de agosto e que, assim, não suspenderá nenhum vôo marcado para após essa data.

A Passaredo ainda disse ser incorreta a afirmação da Anac de que toda sua frota será impedida de voar. Segundo a assessoria da companhia, ela opera com quatro EMB 120-Brasília, e não três como alega a agência, e informa que dois deles já teriam o TCAS II.

Segundo a supervisora de Controle Técnico e Manutenção da Skymaster, Jamily França, a companhia não foi comunicada da decisão da Anac e, portanto, não irá comentar a medida. Segundo a agência, três DC-8 e dois Boeing 707 da companhia não têm o equipamento exigido. Também no caso da Skymaster há divergência entre o tamanho de frota efetivo e o considerado pela Anac. Enquanto a agência afirma que a empresa utiliza seis aviões, no site da companhia são listadas oito aeronaves em operação.

De acordo com a assessoria de imprensa da Anac, essa diferença se deve a uma provável falha de comunicação. A agência recebe regularmente informações das companhias aéreas sobre o tamanho de suas frotas, sendo que o relatório mais recente data do último dia 16 de junho. Os tamanhos de frota da empresa considerados, portanto, têm base nesses números, afirma a Anac. Segundo a assessoria, ao elevarem o número de aeronaves em operação, as companhias deviam informar a agência, e não esperar por sua fiscalização.

As 25 aeronaves que podem ser afetadas pela medida da companhia representam, de acordo com a Anac, apenas 5,8% do total de 496 aviões registrados para operação comercial no país.

A agência orienta que os clientes que já tenham comprado passagens aéreas com as companhias afetadas, ou contratado serviços de transporte de cargas, que peçam devolução do dinheiro pago, se forem prejudicados pela retirada das aeronaves.

De acordo com a Anac, as empresas podem regularizar a situação de seus aviões até o dia 4 instalando o equipamento. Além disso, precisarão treinar os pilotos para que o utilizem corretamente. Tudo isso só terá validade, porém, com a devida notificação à agência.

Fonte: José Sergio Osse (Valor Online)

Justiça dos EUA decide que processo da Gol deve correr no Brasil

Advogados de parentes das vítimas devem entrar com recurso em 15 dias.

Decisão foi tomada na tarde desta quinta-feira, em Nova York.

O juiz Brian Cogan, da corte federal de Nova York, rejeitou o pedido dos advogados dos familiares das vítimas do acidente da Gol em julgar o caso nos Estados Unidos. A decisão foi tomada na tarde desta quinta-feira (3) e recebida pelo advogado Leonardo Amarante na mesma data. Cabe recurso. O pedido foi feito por 120 famílias das vítimas do vôo 1907 da Gol, ocorrido em setembro de 2006 e que vitimou 154 pessoas.

Veja a cobertura completa do acidente

Veja as fotos da expedição ao local do acidente da Gol

A Justiça norte-americana havia pedido mais documentos, em abril deste ano, para decidir se o acidente com o Boeing da Gol poderia ser julgado nos Estados Unidos.

"Vamos entrar com recurso da decisão em 15 dias. O juiz decidiu encaminhar o processo para o Brasil, mas impôs algumas condições. Ele disse que as testemunhas deveriam ser ouvidas no Brasil, menos os pilotos do Legacy. Isso nós não entendemos bem", disse Amarante.

O advogado informou ainda que todas as indenizações definidas pela Justiça norte-americana deverão ser pagas, em seus valores totais, no Brasil. As famílias acreditam que a Justiça dos EUA julgaria o caso de maneira mais rápida e com indenizações maiores.

Fonte: G1