sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Nepalês de 106 anos realiza sonho de andar de avião pela primeira vez

Companhia aérea levou ancião para voo de 35 minutos.

Ele havia dito em entrevista que queria voar antes de morrer.

Um nepalês de 106 anos realizou nesta semana o sonho de andar de avião. Bote Rai nunca tinha voado e havia dito em uma entrevista que queria passar pela experiência de voar de avião antes de morrer.

O ancião tem problemas de audição e vive com um sobrinho na remota Dhankuta, no leste do Nepal. Na segunda-feira (19), uma reportagem que contava sobre a vida de Rai foi publicada no jornal local “The Himalayan Times”, na qual ele disse que gostaria de voar.

Bote Rai dentro do avião da Yeti Arlines em seu primeiro voo

A companhia aérea Yeti Airlines soube do desejo e promoveu o voo. O sobrinhos que vive com Rai, Man Bahadur Rai, de 74 anos, também participou da viagem.

A viagem durou 35 minutos e levou o idoso de Biratnagar a Kathmandu. Apesar de ter sido rápido, para ele foi suficiente. Questionado se queria voar novamente, ele negou. “Não, foi suficiente”. Apesar disso, ele disse não ter ficado assustado.

Devido à idade avançada, Rai tem dificuldades para falar e não consegue se locomover sozinho.

Após a viagem, o ancião passou uma noite em um hotel em Kathmandu antes de ser levado de volta para casa.

Bote Rai recebe ajuda para sair de avião após realizar o sonho de voar pela primeira vez

Fonte: G1, em São Paulo - Fotos: Prakash Mathema/AFP

Polícia alemã investiga invasão de homem seminu a avião de Merkel

Autoridades alemãs estão investigando como um homem conseguiu passar quatro horas no jato militar usado pela chanceler Angela Merkel fazendo uma festa privada e vestindo apenas cuecas.


O homem, de 24 anos e conhecido apenas como Volkan T, entrou na cabine, apertou botões, abriu o escorregador de emergência, e disparou um extintor de incêndio por todo o interior do avião.


Com um megafone, a polícia tentou e não conseguiu convencer o homem a sair da aeronave.

Os policiais encontraram uma sacola com seus documentos de identidade e, supostamente, ecstasy e maconha, perto da aeronave.

O incidente, que aconteceu no aeroporto de Colônia no dia 25 de julho, só foi resolvido quando um cão policial mordeu a perna do homem. Ele foi levado à uma instituição psiquiátrica.

Volkan T, um fisiculturista alemão, não tinha passagem pela polícia.

"Falhas de segurança"

O jornal alemão Welt am Sonnat viu registros policiais vazados do incidente, e afirma que os documentos mostram "falhas de segurança" e "erros" da Força Aérea.

O incidente teve início quando o morador local, supostamente carregando sua sacola de drogas e enfrentando problemas de relacionamento, seguiu em direção à parte militar do aeroporto de Colônia-Bona. 

Ele passou pelo portão dizendo que estava planejando um casamento no refeitório dos oficiais e que precisa olhar o prédio novamente.

De lá, ele foi capaz de passar por cima de uma cerca de arame farpado para o aeródromo militar, sem ser detectado pelas câmeras de segurança.

Quando viu o avião do governo, uma das duas aeronaves Airbus A319 mantidas pelo exército alemão para uso dos políticos de alto escalão, Volkan T subiu numa asa, e começou a dançar de cueca. De lá, ele conseguiu abrir uma porta de emergência e entrou no avião.

A porta para a cabine do piloto estava aberta. Ele entrou "apertou botões de forma aleatória", e eventualmente ativou o alarme.

Estragos

Segundo o jornal Welt am Sonntag, o avião estava com o tanque de combustível cheio, e poderia ter sido levado até Pequim, caso o intruso tivesse o conhecimento necessário para pilotar a aeronave.

Mais três horas foram necessárias para garantir a segurança do jato. Estima-se que o homem causou danos no valor de 100 mil euros (R$ 327 mil).

A aeronave, utilizada pela chanceler Angela Merkel para viagens oficiais, é equipada com um escritório particular com dois assentos e um sofá, uma saleta para conferências e mais 32 lugares para as delegações. 

O avião já foi reparado e agora está de volta ao serviço.

Merkel estava a quilômetros de distância no momento do incidente, desfrutando de uma performance de "The Flying Dutchman" (O Holandês Voador) no Festival de Bayreuth, na Baviera.

Fonte: BBC - Foto: AFP

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Dez pessoas que você não quer, mesmo, que se sentem ao seu lado no avião

Viajar já não tem o glamour de outrora

Viajar tornou-se mais barato e qualquer pessoa com menos de 30 anos já viajou várias vezes de avião para diversos países e continentes. Além disso, viajar em negócios tornou-se hoje muito comum.

O crescimento do turismo de massas - e o espaço cada vez menor nos aviões entre cadeiras - levou à perda do glamour de outrora e sabe-se lá quem é que vamos apanhar no lugar ao nosso lado, capaz de tornar a viagem de várias horas num inferno. De acordo com a lista da revista Complex, estes 10 personagens, pelo menos, são de evitar:.

1. O bêbado 

A odisseia começou mal o avião descolou. Um Whisky, dois, três... e por aí fora. Enquanto esteve caladinho, tudo bem. O pior é quando se vira para si e começa a falar mal do trabalho, do chefe, da ex-mulher e do estado do país.

2. O nervoso

Cerca de 40% dos passageiros tem algum tipo de medo ou ansiedade ao voar, apesar deste meio de transporte ser bastante seguro: um acidente ocorre apenas em 1,2 milhões de voos e as hipóteses de morrer num acidente de aviação é de apenas 1 em 11 milhões. Mesmo assim, existe sempre o passageiro que já está hipertenso antes do avião sair do terminal. A descolagem e aterragem são sempre momentos de tensão e durante a viagem a turbulência é sempre um sinal de que a aeronave vai cair a qualquer momento.

3. O mal cheiroso

Pensava que tinha tido uma má experiência daquela vez que tinha andado no metro de Nova Iorque? Pense de novo. Apanhar um passageiro ao seu lado com mau halito, um odor corporal estranho ou descalço com pés mal cheirosos durante uma viagem de três horas é uma experiência infernal a não repetir.

4. O tipo com uma doença estranha

Ter por companheiro de viagem um indivíduo a suar, com uma temperatura corporal muito elevada e a tossir, não é muito agradável. Mas espere até ele revelar-lhe que acabou de regressar de uma expedição aos confins da Amazônia.

5. O irrequieto com uma bexiga sensível

É o tipo de passageiro que não consegue parar quieto no banco. Vira o corpo para a direita, vira o corpo para a esquerda. Cruza as pernas, descruza-as, estica os braços, roda o pescoço. Quando finalmente pára sossegado, sente uma súbita vontade de levantar-se para ir à casa de banho para depois regressar e repetir o processo.

6. O ombro amigo

Voo transatlântico ou transcontinental. Algumas horas para dormir antes de chegar ao destino para ter aquela importante reunião com o cliente nº 1 da sua empresa. Tudo corre bem até... o seu companheiro de lado começar a dormir com a cabeça apoiada no seu ombro. Uma cotovelada muitas vezes serve para afastar este intruso mas nem sempre é suficiente. Ligar os auscultadores num nível muito elevado a tocar uma faixa de Sepultura pode ser outra solução.

7. O papa pastilhas

O cenário está montado. O "Requiem" de Mozart está no seu leitor de mp3 a tocar, as luzes estão apagadas e as janelas estão fechadas. Começa lentamente a entrar em estado de sonolência... mas, eis que começa a ouvir um ruído de fundo, bastante irritante, de alguém a mascar uma pastilha de boca aberta e de forma bem ruidosa. Foi só a primeira pastilha das inúmeras que vão ser consumidas sem parar até ao final do viagem.

8. A pessoa com o bebê

A viagem começa de forma harmoniosa com a criança tranquila mas logo após a descolagem os ouvidos do bebê começam a ressentir-se da altitude. Acabou-se o sossego durante as próximas três horas! Nem os fones conseguem ser solução, o ideal é usar dois aqueles soníferos que tinha roubado à sua mãe antes da viagem.

9. A diva

Uma mulher atraente com um vestido elegante caminha pelo corredor fora e senta-se a seu lado. "Obrigado Deus!", pensa você, por finalmente ter alguém atraente após tantos voos. Nada mais errado. Maquilhar-se vezes sem conta, pentear-se, espalhar perfume para cima de si e contar a sua vida toda em alta voz é o mais próximo do inferno que você vai estar durante um voo.

10. A pessoa que devia ter comprado um bilhete extra

A obesidade é uma doença e um assunto muito sério. Todos nós podemos fazer o que queremos com o nosso corpo mas essa liberdade pode afetar a liberdade de terceiros quando um indivíduo de 200 quilos senta-se ao nosso lado num banco já por si pequeno e apertado impossibilitando-nos de respirar.

Fonte: Dinheiro Vivo (Portugal) - Imagem: Reprodução 

Conheça os aviões e helicópteros dos milionários do agronegócio

O agronegócio é um dos grandes clientes dos fabricantes de aeronaves no país. De acordo com dados divulgados pela Abag (Associação Brasileira de Aviação Geral), o setor foi um dos principais responsáveis pelo crescimento de 14% nas vendas de jatos executivos, turboélices e helicópteros no mercado nacional, entre 2011 e 2012.

O Phenom 300, da Embraer, que custa US$ 9 milhões e é um dos usados pelos fazendeiros
Foto: Embraer/Divulgação

No ano passado, empresários ligados a usinas e frigoríficos, assim como grandes produtores de grãos e gado, compraram cerca de 70% dos 35 turboélices vendidos pela Líder Aviação, que representa no país a fabricante americana Beechcraft.

"A agricultura é a mola propulsora da economia brasileira, e temos bons resultados com negócios envolvendo empresários do campo", afirma Philipe Figueiredo, diretor de vendas da Líder.

O carro-chefe da empresa é a linha King Air, que responde por 50% das vendas. O modelo King Air 250, por exemplo, que pode levar até nove passageiros a uma velocidade de até 574 km/h, sai por US$ 6,055 milhões (cerca de R$ 14,5 milhões), sem impostos.

Clique AQUI para ler a matéria completa.

Conheça o menor helicóptero do mundo

O empresário, dono da Gen Corporation, criou o menor helicóptero do mundo, que pesa 75 quilos e voa a até 100 quilômetros por hora levando uma pessoa de até 140 quilos. O compacto Gen H-4 pode chegar a 3 mil metros de altitude e pode voar por até uma hora.

Com doença congênita, criança de 4 anos é barrada em avião da GOL em Salvador

Menino é neto da coreógrafa Deborah Colker. Família precisou comprovar que doença não era contagiosa.  

Após uma semana de apresentações com casa lotada no Teatro Castro Alves, em Salvador, a coreógrafa Deborah Colker enfrentou problemas para viajar em um voo Gol, com destino a Porto Alegre e escala no Rio de Janeiro, no fim da manhã desta segunda-feira, 19. A decolagem do voo G3-1556 do Aeroporto Internacional de Salvador estava marcada para as 11h50 e tudo sugeria que cumpriria o horário.

Após o embarque de todos os passageiros e o fechamento das portas, porém, a tripulação tentou impedir que o neto da coreógrafa, um menino de 4 anos que sofre com uma doença de pele hereditária, seguisse viagem no avião. 

Deborah postou em seu perfil do Facebook uma foto com o neto. "Estou muito triste", disse
Foto: Reprodução/Facebook

Já sentados nas poltronas da aeronave, a família teria sido abordada por um funcionário da companhia aérea. Segundo Clara Colker, a mãe do garoto, foi questionada se teria algum atestado médico para a criança. "Ele está bem, tem um problema genético. Sou mãe dele e responsável por ele. Insatisfeito, o cara foi até a cabine", escreveu Clara em um desabafo nas redes sociais. Ele então voltou com outra funcionária que teria dito que o voo seguiria apenas com aval médico.

Um médico foi convocado a bordo para avaliar a situação. Segundo relatos de outros passageiros, funcionários da Infraero e agentes da Polícia Federal aguardavam do lado de fora. "Quando o médico chegou falamos: 'Ele tem uma deficiência genética! Epidermolise bolhosa!'. E o médico falou: 'Ah, Epidermolise bolhosa! Nao tem problema nenhum'."

Ainda segundo seu depoimento, o médico chegou a falar com o comandante da aeronave, que só aceitaria o diagnóstico estivesse oficializado. O profissional então teria pego uma folha de papel em braco e escrito que a criança não representaria riscos aos passageiros. Clara disse ainda que o médico não chegou a usar carimbos e folha timbrada. O caso gerou comoção e revolta entre os passageiros.

A decolagem ocorreu às 13h16, segundo a Infraero. Em nota, a Gol declarou que "preza, acima de tudo, pelo respeito aos seus clientes e aos cumprimentos das normas de voo" e que "está analisando o ocorrido e tomará as medidas cabíveis".

Leia o relato de Clara Colker, a mãe do menino:

"Estava sentada ao lado da minha mãe e do meu filho dentro do avião. Um funcionário me perguntou: vc tem atestado? Falei: do q? Do medico sobre a criança. Apontando na cara do meu filho. Falei: ele esta bem, tem um problema genético, sou mãe dele e responsável por ele. Insatisfeito, O cara foi até a cabine. Voltou uma mulher funcionaria. O constrangimento começou. Falei em tom ja ríspido. Ele eh o meu filho tem eb e nao tem problema nenhum em viajar sua doença nao eh contagiosa e ele esta bem. Ja viajei inúmeras vezes c ele para dentro e fora do Brasil. Nunca passei por isso. Basta olhar para mim, p pai e para avo q vivem agarrados nele e nao tem nada. Falei p Peu filmar o q ela ia dizer. Na hora ela disse q nao falaria se fosse filmada e q nao podemos filmar. Neste momento uma mulher a 3 filas de distancia grita p mim; chama o ministério publico! Isso eh preconceito e discriminação! Comecei a chorar. O theo vendo isso tudo. Surreal. A funcionaria saiu. Ficou 10minutos fora. Jurava q o avião seguiria viagem e ainda falei , deviam pedir desculpas p theo e para mim. Volta a funcionaria dizendo q o avião só vai partir com aval do medico. As pessoas começaram a se manifestar mt. Minha mãe q estava controlada até então levantou. Afinal de contas, meu filho passaria por uma analise de um medico q iria até nosso assento para avalia-lo! Surreal! Qd o medico chegou falamos: ele tem uma deficiência Genetica! Epidermolise bolhosa! E o medico fala: Ah ! Epidermolise bolhosa! Nao tem problema nenhum. O cenário dentro do avião era: quase tds passageiros em pé, indignados, vindo falar comigo, com meu filho. Super chateados. Mts tinham conexão e estavam perdendo suas conexões. Ja tinham 40 min de atraso. O medico foi falar com o comandante. Mesmo assim o comandante disse q nos só viajaríamos se ele , o medico, fizesse atestado. Aí nao tinha papel, nao tinha carimbo... Pegou um papel branco sem nada timbrado e fez o atestado. Minha vontade era descer do avião e Qd disse quero sair daqui. A mesma mulher, a primeira a gritar sobre o MP, disse q se nos saíssemos do avião tds desceriam conosco. Me sensibilizei demais. Estavam tds as pessoas do avião super solidarias, preocupadas com o constrangimento com o Theo. Resolvi ficar no avião. Nisso ja passava 1hora de atraso e o constrangimento mega. Theo me viu chorando. Tentei disfarçar q o avião inteiro nao estava atrasado por causa dele. Sei q ele percebeu. Sei q ele eh mais forte do q esse bando ignorante. Estou mt triste. Chegaria no rio 13h50. São 14h50 e ainda estamos no ar. Devemos chegar as 15h30. Chegamos no rio as 16h10. Como deve ser abordada uma pessoa com um problema de saúde aparente?"

Fonte: iG (com Agência Estado)

Leia também: 

 Anvisa condena procedimento da Gol ao barrar criança em avião.
 'Despreparada', diz Deborah Colker sobre abordagem a neto em avião.
 Tripulação agiu certo no caso do neto de Deborah Colker, diz sindicato. (atualizado em 27.08.13)

Helicóptero faz pouso de emergência na Marginal do Tietê, em São Paulo

Aeronave fazia voo de manutenção e aterrissou em gramado na alça de acesso da Ponte da Casa Verde, na zona norte de São Paulo; os dois ocupantes saíram sem ferimentos.

Foto: Apu Gomes/Folhapress

Um helicóptero fez um pouso de emergência na Marginal do Tietê, zona norte de São Paulo, por volta das 10h40 desta quarta-feira, 21.

A aeronave particular, modelo Eurocopter EC 120B Colibri,de prefixo PR-IVE, havia decolado do Campo de Marte 12 minutos antes com um piloto e um mecânico para um voo de manutenção e aterrissou na alça de acesso para a Ponte da Casa Verde, sentido Penha, em uma área isolada onde funciona uma estação de bombeamento da Prefeitura. Ninguém se feriu e as vítimas foram atendidas no local.

A aeronave, pertencente à Ibar (Indústrias Brasileiras de Artigos Refratários), pousou na posição normal. As hélices e a cauda tocaram, aparentemente, uma mureta de concreto e ficaram avariadas. Quatro viaturas do Corpo de Bombeiros atenderam a ocorrência e, apesar de uma fumaça branda visível depois do incidente, não houve explosão.

O taxista Claúdio Ferreira, de 52 anos, trafegava pelo local na hora do acidente e disse que viu a aeronave arrebentar um fio elétrico antes de tocar o solo. Uma peça caiu sobre o teto do seu carro, deixando uma marca pontiaguda.

Foto: Werther Santana/AE

O piloto, comandante Rodrigo Pacheco, de 35 anos, deixou o local às 12h25. Ele afirmou que o motor parou de responder enquanto seguia em velocidade de cruzeiro. Depois de avisar a torre de controle, iniciou o procedimento de descida se valendo da força do vento e da energia de rotação restante. "É a primeira vez que passo por essa situação", disse ele, que tem 15 anos de profissão. Os tripulantes eram funcionários da Helibras, responsável pelo voo teste. A empresa, que atua na fabricação e manutenção de aeronaves, afirmou que enviou técnicos ao local.

Uma equipe do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), vinculado à Aeronáutica, também esteve na área.

Veja mais fotos do local do acidente AQUI e AQUI.

Trânsito

De acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), a Marginal não teve nenhuma faixa interditada por causa da ocorrência. O acúmulo de curiosos, no entanto, gerou lentidão de 2,6 quilômetros na pista local, sentido zona leste, às 11h20.

Clique AQUI para assistir a reportagem.

Fontes: Luciano Bottini Filho e Thiago Mattos (O Estado de S. Paulo) / G1 / ASN

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Passageiro tenta abrir porta de avião em pleno voo nos EUA

Passageiro descontrolado tentou abrir porta na parte traseira da aeronave.

Voo foi desviado para o Tennessee e depois seguiu para o Texas.


Um voo da companhia AirTran Airways fez um pouso de emergência em Memphis, no estado do Tennessee, EUA, na noite desta segunda-feira (19), após um passageiro tentar abrir uma saída de emergência no avião, noticiou uma rede de televisão.

O voo 265 da AirTran tinha partido de Baltimore e estava a caminho de Austin, Texas, quando um passageiro incontrolável tentou abrir uma porta na parte traseira do avião, um Boeing 737-700, o que levou o voo a ser desviado para Memphis, informou a rede de Memphis WREG-TV nesta segunda-feira.

O porta-voz da Southwest Airlines, Brad Hawkins, disse em um e-mail na segunda-feira à TV que o voo foi "seguramente desviado para (Memphis) esta noite. Compreendo também que houve um cliente incontrolável entre os 120 a bordo (+ tripulação de 5)". A AirTran é uma unidade da Southwest.


John Greaud, vice-presidente de operações da Autoridade Aeroportuária do Distrito de Memphis-Shelby, disse à emissora que os passageiros foram retirados do avião para que os responsáveis pudessem entrevistá-los e verificar o avião. Ele disse que o homem, não identificado, não pareceu estar intoxicado.

A rede de TV disse que o homem foi detido pelo FBI por duas horas. Funcionários do aeroporto estavam trabalhando com o FBI para determinar se qualquer acusação seria feita, disse a rede. O avião mais tarde completou seu voo para Austin.


Clique AQUI para assistir a reportagem [em inglês].

Fontes: Reuters via G1 / USA Today - Imagens: Reprodução

Avião monomotor faz pouso forçado às margens de BR-060, em Goiânia

Piloto não se feriu e disse que aeronave apresentou falhas durante voo.

Apesar de combustível vazar, não houve incêndio; caso será investigado.



O monomotor Embraer EMB 201A Ipanema, prefixo PT-GSQ, usado para fazer aplicação de defensivos agrícolas realizou um pouso forçado na tarde desta segunda-feira (19), em um matagal de Goiânia. O acidente aconteceu no Setor Pilar dos Sonhos, às margens da BR-060. Segundo o Corpo de Bombeiros, o piloto da aeronave, de 39 anos, não sofreu nenhum ferimento.

O avião havia saído da capital goiana carregado de veneno para pragas e tinha como destino a cidade de Paracatu (MG). O pouso teria sido realizado, segundo o relato do piloto, porque a aeronave apresentou falhas no sistema de alimentação (bomba de combustível).


Após a descida, houve vazamento de combustível. Os bombeiros foram chamados até o local e fizeram um trabalho de resfriamento para evitar que ocorresse um incêndio.

O caso será investigado pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), informou ao G1 o sargento Almir Lopes de Castro.

Fontes: G1 GO / Site Desastres Aéreos - Fotos: Reprodução/ TV Anhanguera

Avião da Força Aérea norte-americana cai e tripulação sobrevive

Aeronave caiu em área remota no estado de Montana, EUA.

Dois pilotos e outros dois oficiais conseguiram ejetar antes do acidente.

Avião bombardeiro B-1B da Força aérea norte-americana caiu em uma área remota em Montana
Foto: Power River Examiner/Bill Stuver/AP

A Força Aérea dos EUA comunicou que um bombardeiro Rockwell B-1B Lancer, prefixo 85-0091, da Força aérea norte-americana (USAF/28th Bomb Wing) voando de Dakota do Sul caiu em uma área remota no estado de Montana, todos os quatro membros da tripulação a bordo sobreviveram com alguns ferimentos. Os dois pilotos e dois oficiais conseguiram se ejetar do avião antes que ele caísse.

Foto de arquivo fornecida pela Força Aérea dos EUA mostra o bombardeiro B-1B
Foto: Staff Sgt. Aaron Allmon/U.S. Air Force/AP

"Estamos trabalhando ativamente para garantir a segurança dos membros da tripulação; enviamos seguranças para guardar os restos do acidente, e trabalhamos em estreita colaboração com as autoridades no local", disse o coronel Kevin Kennedy em um comunicado. "Neste momento, todos os nossos pensamentos e orações estão com a tripulação e suas famílias." O acidente permanece sob investigação.

Clique AQUI e veja mais fotos do local do acidente.

Fonte: AP via G1 / ASN

Avião perde o trem de pouso e fica de 'barriga' no aeroporto de Ribeirão

Aeronave particular estava com quatro ocupantes, mas ninguém ficou ferido.

Pista do Leite Lopes ficou interditada por 1h30 e voos foram desviados.

Aeronave teve problemas e acabou batendo na pista do Leite Lopes
Foto: Márcio Maio/ Arquivo Pessoal

Um avião particular de pequeno porte teve problemas para pousar no Aeroporto Leite Lopes, em Ribeirão Preto (SP), no final da tarde deste domingo (18). Segundo testemunhas, a aeronave perdeu o trem de pouso dianteiro e acabou ficando de 'barriga' na pista. Apesar do acidente, não houve registro de feridos. O Departamento Aeroviário de São Paulo (Daesp) não deu informações sobre a ocorrência.

Márcio Laerte Maio é aluno do aeroclube da cidade e estava no local quando o acidente aconteceu. Segundo ele, o barulho provocado pelo impacto da parte de baixo da aeronave no solo foi muito alto. "A gente se assustou com o barulho e, quando viemos ver o que era, percebemos que o avião tinha quebrado o trem de pouso dianteiro", disse.

Maio disse que quatro pessoas estavam no avião e afirmou que nenhum dos ocupantes ficou ferido. "Todos os ocupantes saíram ilesos, não foi nada grave. Eles saíram caminhando normalmente, acho que foi mais susto", comentou.

A assessoria do Daesp não informou a origem do avião que se envolveu no acidente, nem o modelo da aeronave. A informação obtida no aeroporto é de que a pista ficou fechada por 1h30 para que o avião fosse retirado do local.

Voo desviado

A assessoria de imprensa da companhia aérea Passaredo informou que, por causa da interdição da pista do aeroporto, teve que desviar para São José do Rio Preto (SP) um voo que pousaria em Ribeirão Preto. Os passageiros do voo foram deslocados de ônibus para Ribeirão.

Fonte: G1

Mítica Área 51 nos EUA abrigava aviões-espiões U-2, e não ovnis

A Área 51, no deserto de Nevada, onde os adeptos das teorias conspiratórias suspeitam que a Força Aérea americana esconda provas da existência de ovnis, era na verdade base de teste dos aviões-espiões U-2, de acordo com a CIA.

Em documentos confidenciais tornados públicos sobre o programa do famoso avião-espião, a CIA afirma que a Zona 51 foi selecionada em abril de 1955 para servir de campo de testes para o aparelho. 


Sobrevoando o território, Richard Bissell, da CIA, observou o que parecia ser uma pista de aterrissagem sobre Groom Lake, um lago seco salgado.

O terreno ficava a nordeste de uma zona que pertencia a um campo de experimentação da Comissão de Energia Atômica americana no deserto de Mojave, ao noroeste de Las Vegas - como mostra um mapa da região revelado pela CIA.

Desde o início dos voos de teste e de treinamento em julho de 1955, 'a alta altitude do U-2 rapidamente levou a um efeito colateral inesperado: o aumento fenomenal de comunicações de objetos voadores não identificados (ovnis)', relata a CIA.

Na época, as aeronaves comerciais voavam a uma altitude de 3.000 a 6.000 metros. Os U-2 voam a mais de 20 mil metros, acrescentam os autores do documento.

'Essas comunicações eram muito frequentes no início da noite por parte dos pilotos comerciais que voavam de leste a oeste', ainda segundo o texto.

Se um U-2 voava em alta altitude o sol refletia nas asas prateadas, o que 'parecia para o piloto comercial, 12 mil metros abaixo, um objeto inflamado', justifica a CIA. Esse fenômeno também podia ser constatado do solo. 'Nessa época, ninguém suspeitava que o voo habitado era possível a 20 mil metros, então, ninguém pensava em ver um objeto tão alto no céu', afirmam.

Devido ao caráter ultra-secreto do programa U-2, os investigadores da Força Aérea, encarregados de averiguar as comunicações dos ovnis 'não podiam responder àqueles que lhes escreviam a verdadeira razão' desses fenômenos.

Ao longo das 400 páginas do relatório, não há qualquer menção ao extraterrestre de Roswell, cujo ovni teria caído no Novo México, em 1947, e que, segundo a lenda, teria sido escondido na Zona 51.

Clique sobre o mapa para ampliá-lo

Fonte: AFP via G1 - Imagens: Reprodução da Internet

São Paulo ultrapassa NY e tem maior frota de helicópteros do mundo

Capital paulista ultrapassou a cidade americana e conta com cerca de 2 000 pousos e decolagens por dia.

São Paulo agora é considerada oficialmente a capital mundial de helicópteros

São Paulo agora é considerada oficialmente a capital mundial de helicópteros. De acordo com um levantamento feito pela Associação Brasileira dos Pilotos de Helicóptero (Abraphe), a cidade possui a maior frota do transporte no mundo inteiro. A pesquisa leva em consideração a frota e o número de operações por asa rotativa no país e nas principais capitais mundiais. No caso de São Paulo, há 411 helicópteros registrados e cerca de 2 200 pousos e decolagens por dia. Em Nova York, são 120 aeronaves.

O estudo, concluído em agosto de 2013, ainda aponta que o Brasil conta com 1990 aeronaves registradas e se encontra em quarto lugar no ranking de países com as maiores frotas de helicópteros civis do mundo. Os Estados Unidos encabeçam, de longe, o topo da lista, com 12000; em segundo vem o Canadá, com 2776 helicópteros. Em quarto lugar está a França, com 1300; e em quinto, o Reino Unido, com 1260 aeronaves. 

Para a Associação, os resultados reforçam as ações das autoridades aéreas junto a órgãos governamentais para aprimorar a segurança de voo e a melhora do planejamento do espaço aéreo para comportar a demanda. O setor de helicópteros no Brasil cresceu, em média, cerca de 20% ao ano nos últimos cinco anos. São mais de 3.700 pilotos de helicóptero em operação.

Acidentes

Segundo levantamento preliminar divulgado pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), o número de acidentes com helicóptero no país tem caído. Em 2012, a redução no número de acidentes envolvendo esses transportes foi de 15,5%, de acordo com o órgão federal. Até 2016, a meta do IHST, entidade internacional voltada à segurança de voo por helicóptero, é reduzir em 80% o número de acidentes com helicópteros no Brasil.

Clique AQUI para assistir a reportagem do Bom Dia Brasil.

Fontes: Veja.com / Bom Dia Brasil (TV Globo) - Foto: Fernando Moraes

Cenipa muda normas e vai investigar casos de 'quase colisão' entre aviões

Até agora, aproximação entre aeronaves era avaliada só por controle aéreo.

Só acidente com morte, grave ou com drones terá investigação profunda.


O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) mudou as regras para apuração de acidentes aéreos no país. A partir de agora, somente acidentes que resultem em mortes, que envolvam aeronaves de grande porte ou com aviões não tripulados (drones, conhecidos no Brasil como "vants"), é que terão uma investigação aprofundada com a produção de um relatório final.

Outra medida é que passará a ser de responsabilidade do Cenipa investigar casos de "quase colisão" entre helicópteros e/ou aviões, que serão considerados como “incidentes graves”. É considerada uma quase colisão quando a distância mínima entre uma aeronave e outra é inferior a 500 pés (152,4 metros). A situação é chamada de “bolha de risco crítico”.

Neste caso, o TCAS (equipamento do avião que alerta sobre aproximação de outro) aciona um alarme. O risco crítico também pode ser informado pelo piloto quando uma das aeronaves não tem o aparelho.

Clique AQUI para continuar lendo a matéria.

Radar da FAB gerencia tráfego de helicópteros para evitar acidentes

Controle de 167 helipontos de SP reduziu risco de colisão em Congonhas.

Sistema pode ser conhecido pela população em feira de aviação.

Um sistema de controle de radar de helicópteros implantado pelo Serviço Regional de Proteção ao Voo da Aeronáutica na cidade de São Paulo permitiu reduzir nos últimos 7 anos o risco de acidentes entre aviões e helicópteros no aeroporto de Congonhas, na Zona Sul da capital.

Em uma tela, instalada na torre de Congonhas, um controlador fica exclusivamente dedicado ao controle de helicópteros que sobrevoam a cidade. O radar cobre 167 helipontos existentes em uma área de cerca de 60 km2.

A região de abrangência vai desde a Av. Eng. Luís Carlos Berrini, na Zona Sul da capital, passando pelas Avenidas Brigadeiro Faria Lima e Paulista, até o aeroporto de Congonhas.

Em tela, controladores acompanham tráfego em 167 helipontos na cidade de São Paulo

Segundo o SRPV, em 2004, quando o sistema começou a ser implantado, havia em média 79 alertas mensais de pilotos de grandes aviões que, ao chegar ao aeroporto, informavam sobre o risco de colisão com um helicóptero, obrigando, muitas vezes, os pilotos a arremeterem com medo de um acidente.

O alerta é emitido quando o aparelho TCAS (que reporta a aproximação entre aeronaves) é acionado. A distância do acionamento varia conforme a velocidade do avião e do helicóptero. Ele informa que a colisão pode ocorrer em um período de até 20 segundos se alguma das aeronaves não alterar a rota.

Atualmente, diz o SRPV, o número de alertas mensais é de dois, número que está estagnado desde a implantação do sistema.

Técnicos de Uruguai e Japão visitaram São Paulo para conhecer o sistema, que foi transferido, em 2013, para a nova torre de controle de tráfego aéreo do aeroporto, que ainda não foi inaugurada pela Infraero. 

Fonte: Tahiane Stochero (G1, em São Paulo) - Foto: SRPV/Divulgação 

Ladrões fretam avião, dopam o piloto e roubam aeronave

Piloto foi obrigado a ingerir um líquido e está internado em hospital.

Polícia acredita que avião pode ter sido levado para a Bolívia.

Polícia acredita que avião roubado em Mato Grosso pode ter sido levado para a Bolívia

Três homens armados doparam um piloto e roubaram um avião monomotor Piper 720 Minuano, prefixo PT-RZY, no município de Cocalinho, a 765 km de Cuiabá (MT).

De acordo com informações da polícia, os assaltantes se passaram por clientes para contratar um voo na região, obrigaram o piloto a ingerir um líquido, que seria algum tipo de sedativo e que fez a vítima desmaiar. Em seguida, os suspeitos levaram o piloto para uma região de mata e roubaram a aeronave. O roubo aconteceu por volta das 10h da última quarta-feira (14) e a polícia acredita que o avião pode ter sido levado para a Bolívia.

O piloto é funcionário de uma empresa prestadora de serviços de manutenção de Confresa, a 1.160 km da capital mato-grossense. Conforme o proprietário da empresa, que não quis se identificar, apesar da empresa dele atender a outro setor, os aluguéis de aeronaves são feitos em casos de urgência, devido à carência deste serviço na região. Ele ainda disse que o piloto está internado no Hospital Municipal de Confresa por conta da intoxicação. O piloto deve ser ouvido formalmente pela polícia, em breve.

Piloto foi rendido e obrigado a entregar avião para ladrões


De acordo com informações da Polícia Civil, os suspeitos estavam em Cocalinho e entraram em contato com a empresa em Confresa para fretar a aeronave. O combinado seria que o piloto faria uma viagem com os supostos clientes até Vila Rica, a 1.276 km de Cuiabá. No entanto, segundo o piloto, ao pousar na pista de Cocalinho ele foi rendido por três homens armados que chegaram ao local em um carro. Um dos assaltantes fugiu do local pilotando o avião enquanto os outros dois colocaram a vítima no veículo e o levaram para um local distante cerca de 15 quilômetros da cidade. A vítima foi deixada desacordada em um matagal.

Por volta das 13h, quando o piloto recobrou a consciência, ele foi até uma estrada pedir carona. Uma equipe do Corpo de Bombeiros que passava pelo local prestou socorro. Segundo informações do hospital, o piloto deu entrada na unidade apresentando fraqueza, perda de memória e de equilíbrio, sintomas que se assemelham aos causados em vítimas do golpe conhecido como 'boa noite Cinderela'.

Fonte: TNOnline / G1 MT - Fotos: Arquivo pessoal

Mudança na apuração de acidentes é aprovada

O Senado aprovou na quarta-feira passada (14) projeto que muda as regras para investigação de acidentes aéreos. Pelo substitutivo do senador Pedro Taques (PDT-MT), o Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Sipaer) terá prioridade, podendo até analisar os destroços do avião para fazer a própria perícia. O Sipaer é ligado à Força Aérea Brasileira.

Fonte: O Estado de S.Paulo

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Infraero incha número de funcionários em Congonhas

No primeiro andar de Congonhas, um funcionário fica postado diante de uma maquete do aeroporto. A função dele: observar quem entra e quem sai do refeitório de funcionários, como uma espécie de vigia -que não precisar checar o crachá de ninguém.

O posto de "vigia" de refeitório, criado há poucos meses, é reflexo do inchaço de funcionários da Infraero em Congonhas. Eram 336 trabalhadores em dezembro -em junho, o número subiu para 573.

O aumento, de 70,5%, ocorre por conta da concessão à iniciativa privada dos aeroportos de Cumbica (Guarulhos) e Viracopos (Campinas). Parte dos funcionários desses locais ou não foi aproveitada pelos novos administradores ou não quis continuar lá.

Resultado: todos foram alocados em Congonhas e no Campo de Marte, aeroporto na zona norte de São Paulo exclusivo para aviões particulares. Ali, o número de trabalhadores passou de 45 para 93.

Em Congonhas também dobrou o número de atendentes nos balcões de informações; eram dois, agora são quatro por turno.

A estatal colocou pessoal com colete de "Posso ajudar?" nas áreas de embarque e desembarque e prevê encerrar contratos com terceirizados.

Na semana passada, cerca de cem funcionários, de Cumbica e de Campinas, se apresentaram em São Paulo e esperavam para serem alocados.

São pessoas que atuavam, por exemplo, no terminal de cargas e passarão para áreas administrativas.


Sem demissões

Na empresa, havia a expectativa de que mais funcionários seriam aproveitados pelas concessionárias. Só que os salários oferecidos eram, na maioria dos casos, inferiores aos da Infraero. A maioria preferiu ficar. 

Uma solução seria dispensar o excedente. Mas quase ninguém pode ser demitido: a Secretaria da Aviação Civil e a Infraero assinaram um acordo em 2011, antes das concessões dos aeroportos, em que se comprometem a demitir, sem justa causa, no máximo sete trabalhadores por ano até 2018 -a Infraero tem 14 mil funcionários.

O acordo foi assinado com o sindicato dos trabalhadores aeroportuários, que defende sua legitimidade. Na ocasião em que foi feito havia o temor de demissões em massa com entrega de aeroportos a operadores privados.

Os funcionários da Infraero estão em greve por aumento salarial. Quem trabalha em Congonhas atribui ao excesso de trabalhadores o fato de os passageiros não terem sido afetados. O sindicato diz que a adesão é expressiva.

Outro lado

Com 14 mil empregados no país, a Infraero disse que está fazendo "todos os esforços para redistribuir os funcionários de aeroportos concedidos" à iniciativa privada.

Entre as ações em todo o Brasil estão a transferência de 402 empregados para outras localidades, a substituição de 122 trabalhadores terceirizados por funcionários próprios e a reativação de postos de trabalho, o que abrigou 367 funcionários.

Outra iniciativa foi ceder 300 trabalhadores a órgãos públicos, como a Polícia Federal -o efetivo irá atuar em funções como a checagem de passaportes no aeroporto de Cumbica (Guarulhos), a partir deste mês.

A estatal também colocou empregados com coletes de "Posso ajudar?" nas áreas de embarque e desembarque, o que até então não existia, para atender os passageiros.

Para reduzir a quantidade de empregados, a empresa adotou um programa de demissão voluntária -nem todos os funcionários podem aderir; há regras específicas.

Ainda segundo a Infraero, com as saídas no programa de desligamento e os pedidos de demissão individuais, o quadro de pessoal em todo o Brasil foi reduzido em 607 funcionários, cerca de 4%.

Outros 703 desligamentos também estão previstos, considerando a adesão de mais empregados ao programa de demissão voluntária.

Há mais uma frente na qual a estatal tenta absorver o quadro excedente: a Infraero pretende prestar serviços para operadores aeroportuários, especialmente no caso dos aeroportos regionais.

"Tal linha de atuação vai exigir um contingente de profissionais capacitados", afirma a empresa.

A Infraero não comentou a situação do funcionário que toma conta do refeitório reservado a empregados da empresa em Congonhas.

O acordo assinado em 2011 com o sindicato dos funcionários que limita demissão dos trabalhadores não será revogado.

Fonte: Ricardo Gallo (jornal Folha de S.Paulo) - Foto: Luiz Carlos Maraukas/Folhapress

Aeroporto de Chicago passa a usar lhamas para manter grama aparada

No total, 25 animais, entre lhamas, ovelhas e cabras e burros participam.

Projeto reduzirá impacto ambiental de cortadores de grama motorizados.

Avião decola em Chicago, enquanto lhama 'apara a grama' do aeroporto
Foto: AFP Photo/Mira Oberman

O Aeroporto Internacional O’Hare, de Chicago, apresentou à imprensa sua nova equipe de jardinagem. O grupo é composto por 25 animais, entre lhamas, ovelhas, cabras e burros.

Eles serão responsáveis por fazer a manutenção da vegetação arbustiva densa que se desenvolve ao redor do aeroporto, difícil de ser controlada com os equipamentos de jardinagem tradicionais. Os bichos também ajudarão a manter animais selvagens longe da pista.

A equipe do aeroporto explica que a grama alta não é apenas sinal de desleixo, mas é também um ambiente propício para pequenos roedores que, por sua vez, atraem falcões e outras aves de rapina. “Aves e aviões não combinam”, disse Rosemarie Andolino, comissária do aeroporto.

Antes, a instituição utilizava herbicidas e cortadores de grama motorizados para fazer a manutenção dos cerca de 3.200 hectares nos arredores de O’Hare. Mas áreas montanhosas e rochosas mais distantes das pistas eram difíceis de cortar e podiam danificar os equipamentos caros da cidade.

Método diminui impacto ambiental de manutenção da grama
Foto: Scott Olson/Getty Images/AFP

Outro problema eram os animais selvagens, que sempre davam trabalho às equipes responsáveis por realocar esses animais errantes que apareciam nos terrenos do aeroporto.

Foi quando Chicago resolveu seguir a iniciativa de aeroportos em Seattle, São Francisco e Atlanta e aderir a um método à moda antiga, "contratando" a equipe de ruminantes. O projeto diminuirá o impacto ambiental da manutenção das vegetações, já que reduzirá o consumo de combustíveis pelos veículos motorizados responsáveis por cortar a grama e dispensará o uso de herbicidas.

Animais pastam no Aeroporto Internacional O'Hare, em Chicago
Foto: Scott Olson/Getty Images/AFP

Os animais não poderão acessar áreas próximas às pistas e também estarão protegidos por cercas para não chegarem às rodovias próximas ao local. Eles ficarão responsáveis por uma área de 48,5 hectares, onde são encontradas as vegetações que as espécies utilizam como alimento.

No total, são 14 cabras, 6 ovelhas, 2 lhamas e 3 burros. O projeto prevê que, no inverno, os animais sejam levados para um outro local mais quente.

Fonte: AFP via G1

Notícias Gerais