terça-feira, 10 de abril de 2012

Aplicativo de celular ajuda muçulmanos a calcular horário de orações no avião

No futuro, o Air Travel Prayer Time Calculator promete também indicar a direção para Meca de qualquer ponto do planeta


Segundo a Organização Mundial do Turismo, os muçulmanos estão viajando mais e, até o ano de 2020, serão 15% os passageiros de vôos internacionais. Contudo, sob essa constatação positiva, que marca o avanço da integração de islâmicos aos fluxos econômicos mundiais, esconde-se um sutil dilema de ordem religiosa.

O Alcorão estipula que seus seguidores rezem cinco vezes ao dia e em momentos específicos. Ocorre que, durante viagens internacionais, os fusos-horários confundem a agenda dos muçulmanos e fazem com que muitos não cumpram sua crença da forma como gostariam.

Mas o aplicativo da empresa cingapuriana Crescentrating, o Air Travel Prayer Time Calculator (Calculadora de Horário para o Religioso Viajante, em inglês), pode vir a representar uma resposta para a questão. Agora, para calcular seus horários de oração, o islâmico precisa apenas informar o software sobre sua origem, seu horário de decolagem e seu destino de viagem.

Os programas disponíveis atualmente permitem apenas encontrar os horários de oração a partir de uma posição definida no planeta, e não em movimento por diversas zonas de fusos-horários.

O próximo passo é desenvolver um aplicativo para celulares capaz de também revelar a direção de Meca, cidade sagrada para a qual os muçulmanos devem se dirigir no momento de suas preces.

Em entrevista a agência de notícias francesa France Presse, Fazal Bahardeen, executivo da Crescentrating, revelou que havia uma “enorme frustração entre viajantes muçulmanos que ninguém, até hoje, havia se aventurada a solucionar”.

Para Sabry Salahudeen, executivo Pacific Royale Airways, esasa ferramenta é muito útil e há um grande mercado aguardando-a. Ele conta que trabalha no ramo de aviação civil há mais vinte anos, e que nunca viu “alguém divulgar uma ideia dessas”.

Fonte: Fillipe Mauro (operamundi.uol.com.br) - Foto: Reprodução

Internauta registra queda de ultraleve em plantação em Araranguá, SC

Acidente aconteceu nas margens da BR-101.

Segundo a Polícia Civil, os dois ocupantes morreram no local.


O ultraleve Starflight Fox V6 Super, prefixo PU-ANG, com dois ocupantes caiu por volta das 10h de domingo (8) no município de Araranguá, no sul de Santa Catarina, em uma plantação de arroz, nas margens da BR-101.

O internauta Rangel de Medeiros Possamai, de 23 anos, morador de uma casa perto da BR-101, viu o ultraleve descendo rapidamente. “A aeronave chegou a subir um pouco antes de cair em uma plantação de arroz”, disse Possamai.


Nota da redação: O Corpo de Bombeiros da região confirmou que um ultraleve com dois ocupantes caiu por volta das 10h deste domingo (8) nas margens da BR-101, próximo ao município de Maracajá (SC). Segundo a Polícia Civil da cidade, que foi chamada junto com o Instituto Médico Legal (IML), os dois ocupantes da aeronave morreram no local.

Fontes: G1 / ASN - Fotos: Rangel de Medeiros Possamai/VC no G1

Carro voador PAL-V deve ter versão comercial em 2014

Empresa holandesa busca investidores para conseguir 15 milhões de euros.

Estima-se que o veículo custará entre 250 mil e 500 mil euros.



A empresa holandesa PAL-V quebrou a famosa frase de Calderón de la Barca que diz "os sonhos, sonhos são" ao tornar realidade a fantasia de criar um carro voador, cuja versão comercial pode sair à venda em 2014. "Estamos buscando investidores em todo mundo para conseguir os 10 milhões ou 15 milhões de euros que faltam para lançar a versão comercial do carro voador, e esperamos que isso ocorra em 2014', disse à Agência Efe, Robert Dingemanse, um dos co-fundadores da firma.

Os motoristas interessados deverão tirar não somente a permissão de dirigir, mas também uma licença privada de vôo. No entanto, há um complicador maior: o preço. Estima-se que o veículo custará entre 250 mil e 500 mil euros. O PAL-V em funcionamento pode ser visto em vídeo no site da fabricante holandesa.



O diretor da empresa disse estar "orgulhoso de demonstrar que é possível fazer um carro voador". Nesta semana, após o período de provas, o veículo realizou um voo inaugural bem-sucedido, com o qual fechou a fase experimental e abriu a preparação para a saída ao mercado.

Na etapa inicial, a empresa contou com orçamento de 8,5 milhões de euros, sendo 6 milhões de euros fornecidos pelo setor privado e 2,5 milhões provenientes dos cofres públicos, oriundos dos orçamentos de três ministérios.

O automóvel de ar e terra (PAL-V, em sua sigla em inglês) funciona em solo como um veículo esportivo, capaz de alcançar 180 km/h e com desenho aerodinâmico de três rodas que "combina a comodidade de um carro com a agilidade de uma motocicleta".

No ar, o PAL-V voa como um girocóptero graças ao movimento gerado por lâminas situadas na parte superior e ao empurrão de uma hélice dobrável. A velocidade máxima no ar é também de 180 km/h e a autonomia de voo é de 350 a 500 quilômetros.

"O projeto começou graças ao financiamento do nosso sócio John Bakker, com o qual pensamos em mudar a forma de voar para poder deslocar de porta a porta", explicou Dingemanse.

Para pôr em prática a iniciativa, os inventores contaram com profissionais de alto nível vinculados ao Laboratório Aeroespacial Holandês e à Universidade de Delft, que se encarregaram de desenvolver a tecnologia.




A empresa planeja agora poder lançar em 2014 os 30 primeiros modelos ao mercado e aumentar o fornecimento no primeiro ano a até cem unidades. "Em um primeiro momento pensamos como possíveis clientes cidadãos comuns, mas também em profissionais como policiais, médicos e até empresas de transportes", indicou o diretor.

Para poder dirigir o PAL-V não serão necessárias infraestruturas especiais, pois o automóvel cumpre com as regulações existentes nos principais mercados e não requer outro combustível diferente da gasolina.

PAL-V já tem concorrente na 'categoria'

O modelo da PAL-V não é o único carro que voa a ser lançado em um futuro próximo. Se ele mais se parece a um helicóptero, seu concorrente, o Transition, tem asas de avião. Desenvolvido pela empresa norte-americana Terrafugia, o modelo foi apresentado durante o Salão de Nova York, no começo de abril.

O Transition pode rodar tanto no ar como no asfalto levando até duas pessoas. As asas retráteis possibilitam ao veículo voar e o motor é um Rotax de 100 cavalos de potência. Mais barato do que o PAL-V, o valor do Transition é de US$ 279.000 e os interessados necessitam desembolsar US$ 10.000 por uma reserva. Contudo, o processo de liberação para o veículo rodar por terra e ar ainda está em andamento.

Terrafugia Transition foi apresentado no Salão de Nova York
Foto: Stan Honda/ AFP Photo

Fontes: G1, com informações da EFE / Pedro Cavalcanti (carroonline.terra.com.br) - Fotos: Divulgação

Helicóptero pousa no meio de Bauru e assusta

Aeronave com documentação vencida pousa em terreno no Jardim Terra Branca, atrai curiosos e policiais


Os últimos dias têm sido agitados para os moradores de bairros da periferia de Bauru. Há pouco mais de uma semana, os moradores do Parque Real tiveram a rotina tumultuada com a chegada do apresentador Luciano Huck, que veio de avião do Rio de Janeiro para fazer a entrega de uma casa no bairro.

Na tarde de terça-feira (3), foi a vez do Jardim Terra Branca ganhar destaque na mídia. A surpresa também veio do céu: os moradores se espantaram com um helicóptero que pousou em um terreno do bairro, na quadra 14 da rua Venezuela.

Como a aeronave voava baixo pela região, alguns moradores, preocupados, chamaram a Polícia Militar. “A gente chama porque, se acontece alguma coisa, uma queda, explosão, pode ser pior. Então, melhor prevenir”, disse um morador que preferiu não ter o nome revelado.

O helicóptero, do modelo Robinson, com lugar para piloto, co-piloto e dois passageiros, é todo pintado de preto. Pousou sobre uma carreta, puxada por uma caminhonete S 10 com placa de Londrina-PR. A placa da carreta é de Paraguaçu Paulista, cidade onde vivem os proprietários da aeronave.

Pelo local, moradores e curiosos paravam para fotografar. “Nós nunca vimos um desse de perto. Todo mundo está vindo ver”, comentava a pedreira Sônia Aparecida da Silva, 46 anos.

Irregular

Os proprietários, que pediram para não ter os nomes divulgados, são empresários e se espantaram com a repercussão do caso. Um deles afirmou ser o piloto da aeronave. “Nunca vi isso. A gente sempre pousa sem problema”, comentou um deles, antes de serem conduzidos à delegacia.

No plantão policial, o delegado Mário Henrique de Oliveira Ramos constatou que o helicóptero estava com a documentação que certifica a segurança da aeronave – vencida desde 2007. A licença do piloto também estava vencida, desde outubro de 2010.

Eles alegam ter vindo a Bauru a pedido de um colega, que desejava que eles fizessem fotos aéreas de prédios no Jardim Terra Branca. No entanto, os policiais militares não encontraram a câmera fotográfica na aeronave.

Os proprietários informaram que o responsável pelas fotos seria um homem chamado “Marcelo”, que foi embora antes da chegada dos policiais. Marcelo seria também piloto. Os empresários não tinham mais informações sobre ele. Vizinhos que estavam pelo local confirmaram que um terceiro homem teria saído do helicóptero e ido embora em outro carro antes da chegada da polícia.

Proprietários autuados por infração

Os proprietários foram autuados por pilotar com documentação vencida e por subir e descer em local inadequado. Terão de pagar multa para reaver a aeronave.

800.000 reais: é o valor aproximado da aeronave

Infrações diversas

De acordo com assessoria de imprensa da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), o órgão é responsável por questões relacionadas à documentação. Quanto ao local de pouso, cabe à FAB (Força Aérea Brasileira) fiscalizar.

Atração

O helicóptero ficou mais de quatro horas ficou estacionado em frente ao plantão policial, na rua Azarias Leite. Muita gente aproveitou para fotografar e até filmar. "Vou por no Facebook”, disse o repositor Danilo Weser.

Sem ‘placa’ e sem autorização para pouso e voo

De acordo com o delegado que atendeu a ocorrência, compete à polícia de Bauru atuar no que diz respeito ao risco à população. Ele explica que, por estar com o licenciamento vencido, a aeronave pode apresentar falhas na segurança, que podem resultar em problemas durante o voo.

Assim como a falta de fiscalização quanto à segurança do helicóptero, o pouso em local inadequado resulta em riscos para os moradores do local. “Se acontece uma pane, esse helicóptero cai e mata alguém, os donos podem ser acusados de homicídio doloso”, diz Mário Henrique de Oliveira Ramos.

O delegado explica que, a partir do momento em que os responsáveis pela aeronave negligenciam os cuidados básicos para garantir a segurança do voo, estão assumindo os riscos de um acidente.

Outro erro cometido pelos dois homens foi ignorar a fiscalização aérea.

“O espaço aéreo de Bauru é controlado. Precisa de autorização da Infraero [Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária] para voar. Eles não podiam fazer isso”, diz o delegado.

O fato de a aeronave estar sem a numeração de identificação também chamou a atenção dos policiais. “É como se tivessem arrancado a placa de um carro. Não dá pra fiscalizar se ele cometer infrações”, ressaltou o delegado.

Fonte: Carolina Bataier e Juliana Lobato (Agência Bom Dia) - Foto: Diário de SP

Helicóptero faz pouso forçado em terreno baldio de Feira de Santana

Segundo testemunhas, o pouso foi causado por problemas técnicos


Um helicóptero fez um pouso forçado, na manhã de sexta-feira (6), em Feira de Santana, a 108 km de Salvador. A aeronave pousou em um terreno baldio, no bairro Aviário, por volta de 7h.

Segundo testemunhas, o pouso foi causado por problemas no sistema técnico do helicóptero. Ninguém ficou ferido. Segundo a TV Bahia, o piloto, que não foi identificado, seguiu viagem após a aterrissagem.

Fonte: correio24horas.com.br - Foto: Reprodução/TV Bahia

Seis pessoas morrem em acidente de helicóptero no Níger

A embaixada da China no Níger confirmou a morte de quatro passageiros chineses e dois franceses na queda de um helicóptero no deserto Tenere. A aeronave havia desaparecido no último dia 6.

Todas as pessoas que estavam a bordo, inclusive os quatro chineses e dois franceses, morreram no acidente.

Os quatro funcionários da empresa chinesa CNPC embarcaram no helicóptero em uma base em Agadem, rumo a Fachi, onde trabalhavam em um projeto. O acidente aconteceu no sertão do deserto do Saara, localização de difícil acesso, comprometendo o resgate.

De acordo com as informações preliminares do local do acidente, a queda da aeronave teria sido provocada por uma falha mecânica. A CNPC já enviou um grupo de alto nível para tratar dos assuntos posteriores à tragédia.

Fonte: China Radio International.CRI - Tradução: Lucas Xu - Revisão: Camila Olivo

Helicóptero drone da OTAN cai no norte de Afeganistão



Um helicóptero não pilotado da OTAN caiu na sexta-feira (6) à noite no norte do Afeganistão. Ainda no ar a aeronave fez-se em pedaços que batendo em terra começaram a arder.

O serviço de imprensa da Força Internacional de Assistência para Segurança no Afeganistão (ISAF) confirmou o acidente, mas ainda não relatou sobre razões do acidente.

Ao mesmo tempo, o porta-voz do movimento radical "Talibã", Zabuillah Mujahid, informou à mídia que o helicóptero da OTAN foi abatido por fogo de terra.


Fontes indicam que a aeronave era um helicóptero não tripulado (drone) MQ-8 Fire Scout (similar ao da foto acima).

Fontes: portuguese.ruvr.ru / ASN - Fotos via china.org.cn / Wikipédia

Sete feridos em aterrissagem de helicóptero britânico

Acidente ocorreu no deserto do Arizona


Sete pessoas ficaram levemente feridas no último sábado (7) e foram hospitalizadas na sequência de um acidente com um helicóptero britânico Boeing Chinook HC2 (CH-47D) da RAF (Royal Air Force) - similar ao da foto acima - durante um exercício de aterrissagem no deserto do Arizona, disse uma porta-voz do centro de treinos.

A tripulação estava praticando a aterrissagem da aeronave a 15 milhas (24 quilômetros) a nordeste de Yuma quando "algo correu mal", disse Michelle Dee, porta-voz do El Centro, na Califórnia.

Os tripulantes do helicóptero não apresentavam ferimentos graves e foram transportados para o hospital por precaução.

Fontes: tvi24.iol.pt / ASN - Foto via huffingtonpost.co.uk

Dois morrem após helicóptero bater em cabos de teleférico na Bélgica

Acidente aconteceu em Huy.

Na queda, aeronave atingiu telhado de prédio.



Duas pessoas morreram na sexta-feira (6) após o helicóptero Robinson R22 Beta II, prefixo OO-DTZ, da empresa Best in Sky, bater nos cabos de um teleférico e cair em Huy, na Bélgica. A aeronave ainda atingiu o telhado de um prédio durante a queda. Os dois mortos estavam no helicóptero.

Clique aqui e veja mais fotos.

Fontes: G1 / ASN - Fotos: Foto: Michel Krakowski/AFP

Embraer reenviará proposta de venda de caças aos EUA

A Embraer deve reenviar a sua proposta de vender 20 aviões Super Tucanos para a Força Aérea americana, uma vez que for reaberta a concorrência suspensa no fim de fevereiro pelas autoridades americanas.


O presidente da Embraer, Frederico Curado, disse a jornalistas em Washington que ficou "desapontado" com a reversão do processo – a empresa foi anunciada como vencedora em janeiro–, mas disse confiar que a companhia tenha "não o melhor, mas o único" produto adequado às necessidades da licitação.

"Ficamos muito desapontados (com o cancelamento da licitação), e esperamos, quando o processo for reaberto, que as mesmas razões que nos levaram a vencer pela primeira vez nos levem a vencer pela segunda", disse Curado.

Não há previsão para a retomada da concorrência – possivelmente em questão de semanas– nem se sabe se haverá mudança nos critérios de escolha.

A licitação no valor de US$ 355 milhões foi aberta para adquirir aeronaves de monitoramento para a Guerra no Afeganistão. A Embraer afirma que os versáteis Super Tucanos, concebidos para combater o tráfico de drogas na Amazônia, têm o perfil adequado para combater a contrainsurgência afegã.
Entretanto, a concorrência foi cancelada depois que a empresa perdedora na disputa, a Hawker Beechcraft, questionou o processo na Justiça.

Embora as autoridades tenham alegado um suposto problema na sua própria documentação, muitos observadores levantaram fatores políticos – sobretudo em relação à criação de empregos – que, crêem, podem ter influenciado na disputa.

O presidente da Embraer evitou endossar essas interpretações. "Nós temos em princípio confiar no que nos dizem", disse Curado. "Temos de crer que vamos ser selecionados novamente, o que provaria que não houve influência política na decisão."

Guerra do emprego

Um dos pontos levantados pela Hawker-Beechcraft em defesa de seu AT-6 foi o de que o avião é fabricado nos Estados Unidos.

A companhia alegou que a escolha de uma empresa estrangeira na disputa colocaria em risco 800 postos de trabalho em Kansas e Arkansas, e mais 600 em outros Estados.

A Embraer e sua parcera americana, Sierra Nevada, refutam o argumento. As empresas ressaltam que a construção das 20 aeronaves implicaria um investimento industrial em Jacksonville, na Flórida (a Embraer já tem uma fábrica em Melbourne, no mesmo Estado), a contratação de 50 trabalhadores qualificados e, por causa do alto conteúdo local do avião, a manutenção de outros 1,2 mil empregos no país.

"Nós temos um grande compromisso com o conteúdo local", disse Curado, acrescentando que o contrato também inclui a prestação de serviços e manutenção, que também exigiriam empregados locais. "O argumento de que esta é a razão para tirar o contrato da Embraer/Sierra Nevada é impreciso."

A Embraer, líder no mercado de aeronaves executivas, vê a licitação como um "nicho de mercado". Curado ressaltou que o mais importante, neste processo, é a "parceria estratégica" que a empresa travaria com o governo americano.

O Super Tucano é uma geração além do Tucano, uma aeronave usada por cerca de 15 Forças Armadas de diversos países. No caso americano, a demanda após a entrega dos 20 primeiros poderia até dobrar, segundo Curado.

O executivo, que fez parte da comitiva que acompanhou a presidente Dilma Rousseff aos Estados Unidos, disse que o governo brasileiro mencionou o tema para o governo americano durante a visita, "com delicadeza, para não ferir questões de soberania nacional".

Na sua declaração final do encontro, os governos de ambos os países anunciaram a criação de um canal de diálogo bilateral no setor de defesa. Para o presidente da Embraer, a prestação de serviços para o Departamento de Estado americano "se encaxaria perfeitamente nesse contexto".

Fonte: Pablo Uchoa (BBC Brasil) - Foto: AFP

AGX mostra seus aviões-robôs na LAAD 2012

Empresa que mais revolucionou o mercado brasileiro de Veículos Aéreos Não Tripulados (Vants) nos últimos anos, a AGX Tecnologia, sediada no pólo tecnológico e aeronáutico de São Carlos (230 Km de São Paulo), estará mostrando um de seus aviões-robôs na Feira Internacional de Segurança Pública e Corporativa (LAAD), que será realizada de 10 a 12 de abril (terça a quinta-feira), no Riocentro (Rio de Janeiro).

Com grande foco no mercado civil e mais especificamente no setor agropecuário, a AGX irá expor o modelo Tiriba e apresentar o Vant Arara por meio de vídeos na LAAD. Com características distintas, mas com várias possibilidades de adaptação para missões de segurança, ambos os Vants possuem tecnologia embarcada 100% nacional, o que os torna muito competitivos no mercado de aeronaves não tripuladas, sendo bastante acessíveis em termos de custo.

Continue lendo esta matéria no Portal Fator Brasil.

Polícia mexicana encontra avião em esconderijo de cartel

Uma aeronave ultraleve, drogas e armas supostamente pertencentes ao cartel do traficante Joaquín "El Chapo" Guzmán foram encontrados em um esconderijo subterrâneo na cidade de Mexicali (noroeste), na fronteira com os Estados Unidos.

A aeronave, que estava em péssimas condições e tinha apenas um lugar, foi adaptada para lançar granadas e era usada para transportar drogas e armas do cartel de Sinaloa, segundo a polícia.

O esconderijo foi construído perto de uma quadra de basquete em uma zona rural de Mexicali, a 2.700 km da capital mexicana.

Fonte: AFP via Terra

'Carro voador' custará o equivalente a R$ 510 mil nos EUA

Apesar de conseguir transitar por estradas, ter volante e quatro rodas, o Transition está mais para um avião que para um carro de passeio.


O veículo construído pela norte-americana Terrafugia vem equipado com asas basculantes e pode voar a cerca de 430 metros de altura, como um monomotor. A versão mais recente do protótipo está sendo exibida no Salão de Nova York.

Em fase final de testes e de homologação nos EUA, o "carro voador" só deve chegar às lojas no final do ano, mas já pode ser encomendado. Custa US$ 279 mil (R$ 510 mil).

Segundo sua ficha técnica, traz motor de 95 cv e câmbio automático, enquanto a autonomia fica próxima dos 750 km de voo. Na cabine, só há espaço para duas pessoas.

O Transition parece uma ótima alternativa para quem se depara com um daqueles congestionamentos gigantescos da cidade de São Paulo e deseja escapar dele de alguma forma. Mas para tirá-lo do chão são necessários 518 metros de asfalto livre e a pista precisa ter, ao menos, oito metros de largura, que é a envergadura das asas abertas.

E tem mais: o Código de trânsito brasileiro, assim como o de outros países, não prevê tal manobra. Pousos ou decolagens só em aeroportos, e com autorização dos órgãos responsáveis.

Fonte: classificados.folha.com.br - Imagens: Divulgação

Crivella leva pastor de carona num avião da FAB

O ministro Marcelo Crivella (Pesca) ofereceu carona num avião da FAB ao pastor evangélico Wilton Acosta, presidente do Fenasp (Fórum Cristão Nacional de Ação Social e Político). Voaram juntos de Brasília para Campo Grande (MS). Viagem de ida e volta.


O deslocamento ocorreu há quatro dias, na quinta-feira (5) da semana passada. Em texto veiculado nesta segunda (9), a pasta da Pesca informou que Crivella foi ao Mato Grosso do Sul para entregar escavadeiras hidráulicas a 13 municípios e visitar as obras de um entreposto pesqueiro.

A notícia do ministério não menciona, mas Crivella cumpriu em Campo Grande uma agenda paralela. O repórter Ítalo Milhomem informa: antes dos compromissos oficiais, o titular da Pesca, que é bispo licenciado da Igreja Universal, participou de um café da manhã com outros pastores e com parlamentares evangélicos.

Crivella foi ao café acompanhado do “carona” Wilton Acosta, primeiro a descer do avião da FAB, conforme mostra o vídeo lá do alto. Além dele e do ministro, voaram nas asas da Força Aérea uma assessora da Pesca e o deputado federal Vander Loubet (PT-MS). Recepcionou-os o governador André Puccineli (PMDB).

O petista Vander é autor das emendas que injetaram no Orçamento da União as verbas usadas na aquisição das escavadeiras hidráulicas que o ministro entregou. Em tese, sua presença no vôo seria justificável. Quanto ao pastor Wilton Acosta, não participou senão do pedaço religioso e extraoficial da agenda do ministro.

Deu-se na sede matogrossense da Igreja Mundial. Crivella brindou os presentes com uma oração. A audiência incluiu o governador Puccinelli e dois candidatos à prefeitura de Campo Grande: o petista Vander, aquele que apresentou as emendas das escavadeiras, e o também deputado Edson Giroto, do PMDB.

Ao discursar, o “carona” Wilton Acosta convocou os “irmãos” a se unirem na fé e na defesa dos bons costumes na política. Debateu-se no encontro, por exemplo, a mobilização contra a liberação do aborto de bebês anencéfalos. Um tema que vai a julgamento no plenário do STF nesta quarta (11).

Terminado o café “cristão”, Crivella foi aos compromissos oficiais de sua agenda. O pastor Wilton permaneceu na igreja. Reencontraram-se mais tarde, no embarque de volta para Brasília. Tomaram, de novo, o avião da FAB, que os aguardava na Base Aérea de Campo Grande.

O uso de jatinhos da frota da Força Aérea é regulamentado por um decreto presidencial (4.244) baixado em maio de 2002, sob FHC. Menciona as autoridades que podem voar: vice-presidente, presidentes do Senado, da Câmara e do STF, ministros e autoridades com status ministerial.

Estipula as situações em que os aviões podem ser requisitados. Pela ordem: “por motivo de segurança e emergência médica, em viagens a serviço e deslocamentos para o local de residência permanente” das autoridades.

Anota que o Ministério da Defesa e o Comando da Aeronáutica poderão “autorizar o transporte de outras autoridades –nacionais e estrangeiras”. Aos olhos da administração pública, o pastor Wilton Acosta não se enquadra no rol de “autoridades” admissíveis como passageiros.

Diz ainda o texto: “O transporte de autoridades civis em desrespeito ao estabelecido neste decreto configura infração administrativa grave, ficando o responsável sujeito às penalidades administrativas, civis e penais aplicáveis à espécie.”

Procurado, o Ministério da Pesca alegou que Crivella convidou o pastor para acompanhá-lo no voo porque Mato Grosso do Sul é o Estado natal de Wilton Acosta. A FAB reagiu à moda de Pilatos. “As informações sobre rotas, listas de passageiros e demais detalhes dos voos são de responsabilidade das autoridades transportadas”, lavou as mãos a Força Aérea.

Entrevistado pelo telefone, o pastor caroneiro reconheceu que não participou da agenda oficial de Crivella. “Fiz uma reunião em Campo Grande com os deputados, vereadores e lideranças para discutir uma estratégia de atuação da Fenasp nas Câmaras e Assembléias”, disse.

Por que diabos voou na companhia do ministro? “Nós tínhamos um agenda conjunta, não há nada de ilegal, foi autorizado e não é uma prática habitual.” Se tivesse viajado em avião comercial, o pastor teria desembolsado algo entre R$ 1.200 a R$ 1.750 para a ida e quantias semelhantes para a volta. De FAB, o contribuinte pagou os dois trechos.


Nota do autor:

Eu não esperava nada diferente dessa espécie de político. Que, aliás, é maioria neste país.

GOL poderá fazer manutenção de aviões de outras empresas

A Gol recebeu homologação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para prestar serviços de manutenção em aeronaves de outras empresas aéreas, abrindo nova oportunidade para geração de receita, informou a empresa nesta terça-feira.

O aval recebido destina-se a trabalhos de pintura (convencional e eletrostática), pesagem e recálculo de aviões de outras companhias no centro de manutenção em Belo Horizonte/Confins (MG). A autorização inclui aviões que sejam iguais aos da frota da Gol (Boeings 737-700 e 737-800 Next Generation), aeronaves Boeing 737-300 da frota da Webjet ou de outros modelos e fabricantes com dimensões adequadas ao hangar de pintura, segundo comunicado.

O centro de manutenção da empresa aérea tem capacidade para receber 120 aviões por ano após ser ampliado em 2010. "A possibilidade de oferecer serviços a outras companhias demonstra um grande avanço e maturidade no trabalho que realizamos em nosso centro, além de uma oportunidade adicional de negócios", disse em nota o vice-presidente técnico da companhia, Adalberto Bogsan.

Fonte: Reuters via Terra - Foto: Divulgação

O belíssimo reabastecimento noturno de um avião F-35 [vídeo]

Imagens muito bonitas mostram como funciona o reabastecimento de uma das aeronaves mais potentes da atualidade.


Você pode estar se perguntando: “O que existe de bonito no reabastecimento de um avião?”. Mas para milhões de apaixonados por aviação – e, principalmente, por aviação militar –, a resposta é muito mais simples do que você imagina. Com o F-35 Lighting, o processo é todo feito no ar, enquanto o avião está em voo, sendo acoplado a uma aeronave maior – que funciona como um posto de querosene (o combustível utilizado) voador.

Com as imagens noturnas, todo o sistema fica mais bonito e interessante. Você consegue imaginar a destreza necessária para que os pilotos consigam realizar o encaixe em pleno voo, fazendo com que não ocorra nenhuma falha em nenhuma das duas aeronaves? As imagens divulgadas pela Lockheed Martin (a fabricante do F-35) mostram exatamente isso que foi descrito pelo Tecmundo.

Fonte:  Renan Hamann (tecmundo.com.br)

Rússia e Polônia lembram vítimas da tragédia de Smolensk


A Polônia hoje lembra as vítimas do desastre do avião do governo polaco perto de Smolensk. Dois anos atrás, no desastre morreram 96 pessoas, incluindo o presidente Lech Kaczyński e sua esposa Maria.

Eventos oficiais com a participação do atual chefe de estado polaco Bronisław Komorowski e outros funcionários do governo serão realizados no cemitério militar em Powązki, onde foi erguido um monumento às vítimas da tragédia.

Cerimonias de luto serão realizadas também na Rússia. A delegação oficial do governo da Polônia visitará o local do acidente perto de Smolensk.

Rússia vai entregar destroços do avião de Kaczynski para Polônia


A Rússia está pronta para começar a coordenação de transferência para Varsóvia de fragmentos do avião Tu-154, que caiu perto de Smolensk tendo a bordo o presidente da Polônia, Lech Kaczynski, declarou o representante oficial da Comissão de Investigação da Rússia.

A questão será finalmente resolvida após a Rússia termine a sua própria investigação do acidente.

Fonte: Voz da Rússia - Fotos: RIA Novosti

Fetiche: Sexo no avião

Uma coisa que eu nunca entendi foi esse fetiche que as pessoas têm de fazer sexo naquele banheiro minúsculo do avião. Se usar aquele banheiro para fazer o que ele é destinado já é difícil, imagina estar ali com outra pessoa. Não consigo nem imaginar o que fazer para fechar a porta.


Passeando pela internet e pesquisando sobre o assunto descobri que essa é uma tara BEM frequente. Talvez pela dificuldade mesmo, pela adrenalina de fazer algo proibido ou ser pego. Além disso, a cara de pau necessária para entrar naquele banheirinho com outra pessoa tem que ser das maiores.

E além disso tudo que eu já esperava, descobri que uma companhia aérea americana, a Cincinnati's Flamingo Air, resolveu facilitar a brincadeira dos passageiros e apimentou os voos românticos que oferecia há 21 anos liberando o sexo dentro da aeronave.

Os casais são recebidos com champanhe e bombons e ficam separados do piloto por uma cortina — mas fique tranquilo, o piloto está ocupado demais, e usando fones de ouvido, para xeretar a diversão alheia. A cabine dos pombinhos é toda acolchoada e confere um conforto nunca visto antes por quem curte a prática de sexo aéreo.

Clique aqui para ver uma matéria de uma emissora americana mostrando como é a área interna do avião.

A "suíte" custa por volta de R$ 730 e o voo dura uma hora, com diversas opções de itinerário. A companhia afirma que 90% das reservas são feitas por mulheres que pretendem levar uma experiência mais romântica ao relacionamento.

Não sei se quem tem o fetiche do sexo no banheiro do avião toparia algo assim, já que é tudo certinho, permitido, com espaço e até regalias. Mas para quem não precisa de nenhum desses outros ingredientes, é uma boa ideia.

Ah, só pra que você saiba, sexo no avião, no Brasil, não é permitido. Você pode ser preso e tudo mais. Cuidado!

Fonte: Carol Patrocínio (@carolpatrocinio)/ Preliminares / Yahoo.com - Foto: Reprodução

Como acessar os horários dos voos da Infraero pelo smartphone

Você que está sempre viajando já deve conhecer o serviço online da Infraero, onde é possível consultar horários previstos de voos internacionais e nacionais em tempo real. Além de lhe ajudar a não perder o seu voo, você também não precisa ficar sem saber por alguém que teve o voo atrasado.

Agora, você pode realizar as consultas também pelo seu smartphone. Com o aplicativo gratuito Infraero Voos Online, você pode consultar de uma forma simples e rápida os horários de partidas e chegadas dos vôos, sem ter que ficar esperando a página da Infraero carregar no seu aparelho.

Além disso, o aplicativo oferece diversas informações úteis a respeito do funcionamento dos aeroportos. É possível, por exemplo, saber como chegar ao seu aeroporto de embarque a partir da sua localização e consultar a previsão do tempo da cidade de destino.

Todas as informações estarão disponíveis na palma da sua mão, podendo inclusive ser compartilhadas por e-mail, SMS ou nas redes sociais.

Continue lendo esta matéria no techtudo.com.br.

Alemanha: Merkel não dá carona ao marido em avião oficial

Para a mídia alemã não representa notícia de interesse público o fato de a chanceler Angela Merkel, chefe de governo, não dar carona ao marido em avião oficial.

A chanceler alemã Angela Merkel

Merkel passou a Páscoa na cidade italiana de Nápoles a fim de descansar. O avião oficial que a transportava desembarcou na sexta-feira e o corpo de segurança alemão a acompanhou à residência que alugara com dinheiro próprio.

Cerca de quatro horas depois do desembarque de Merkel em Nápoles, chegou o seu marido. Estava programado que o casal passaria a Páscoa em Nápoles. O “maridão”, no entanto, pegou um vôo comercial Berlim-Roma e, na sequência, uma conexão para Nápoles.

Por que não pegou uma “carona” com a poderosa chanceler e esposa ?

A resposta é simples. A carona em vôo oficial, segundo a legislação alemã, é muito cara. Mais de dez vezes o preço de um bilhete aéreo comercial. Por isso, o casal Merkel viajou separado. Em outras palavras, para economizar. Assim, o varão viajou como um comum mortal que, temporariamente, é esposo da chefe de governo da Alemanha. A virago, de enormes responsabilidades institucionais, cumpriu a lei e fez economia doméstica.

No Brasil, o senador Eduardo Suplicy, depois de noticiado na imprensa, correu para devolver o valor de uma passagem aérea que o seu gabinete, por sua ordem e numa relação privada, havia comprado para a namorada.

Ontem, no final da tarde, um avião alemão oficial conduziu Merkel de volta a Berlim, sede do governo e sua cidade natal. O esposo da chanceler partiu hoje cedo em vôo de carreira, com conexão e passagem paga por ele próprio e não pelo cidadão alemão.

O fato não passou em branco na mídia italiana, que, no momento, cobre o escândalo a envolver o senador Umberto Bossi, líder do partido político da Liga Norte e já demissionário da secretaria-geral, e a vice-presidente do Senado da República italiana, Rosi Mauro, de 42 anos.

Bossi pagava as elevadíssimas despesas familiares com dinheiro público referente ao financiamento de campanhas e do partido político.

Não bastasse, a Liga Norte, administrada por Bossi, pagava um “mensalão” para a vice-presidente do Senado, que fundou um sindicato e mantém o amante-cantor como chefe de gabinete.

Cerca de 500 milhões de euros foram “desviados” pela Liga Norte, segundo noticiado pela imprensa e cálculos da magistratura do Ministério Público. Dois filhos de Bossi compraram diplomas escolares na Suíça e Inglaterra. Tinham carrões de marca BMW e Porsche. A casa de Bossi foi toda reformada e a sua esposa, leitora de livros de magia negra, instalou com dinheiro público desviado, na cidade de Varese (vizinha a Milão), uma escola maternal onde se autocontratou como diretora-geral.

Líder separatista e praticante de xenofobia, Bossi, durante 20 anos, referia-se à capital do país como “Roma Ladrona” (verbis). Desde ontem, nos muros de Roma estão grudados cartazes com o título: “Lega Nord Ladrona”.

Dispensável dizer que Bossi alega que não sabia de nada. Não controlava o tesoureiro do partido e, num atentado à inteligência italiana, coloca-se em panos de quem não percebia nada. Nem quando a casa estava sendo reformada e os filhos chegavam com automóveis novos e caríssimos.

A vice-presidente do Senado, Rosi Mauro, eleita pela Liga Norte em 21 de dezembro de 2010, não vê necessidade de se afastar da vice-presidência. Ela disse aguardar o trabalho da Magistratura do Ministério, que se desenvolve em três frentes independentes: Milão, Calábria (suspeita de lavagem de dinheiro da Liga Norte pela máfia calabresa ´NDrangheta) e Nápoles.

Como no Brasil, os políticos confundem princípios. A presunção de não culpabilidade (mal chamada no Brasil de presunção de inocência) aplica-se no processo criminal. Não se aplica em política, como se viu, por exemplo, nas cassações de José Dirceu e Roberto Jefferson.

Fonte: Sem Fronteiras (Terra) - Foto: Reprodução

Boeing recebe encomenda de quatro 787 Dreamliners


A Boeing recebeu da Transaero Airlines a encomenda de quatro aeronaves 787 Dreamliners, informou nesta segunda-feira a fabricante americana. A encomenda é avaliada em US$ 744 milhões, segundo a Boeing.

O avião é mais eficiente em termos de consumo de combustível porque é construído com materiais leves em vez de metal. Segundo especialistas, a aeronave representa um marco em termos de design de aviação. A aeronave de longo alcance custa cerca de US$ 200 milhões.

Fonte: Reuters News via Terra - Foto: Getty Images

Viajante solitária

As mulheres estão mais independentes do que nunca. Por isso, é também cada vez mais comum vê-las viajando sozinhas ao redor do mundo. Se você é uma delas, aproveite essas dicas valiosas de segurança.

1. É possível viajar sozinha para qualquer país, mas é preciso levar em consideração que há regiões no mundo onde a mulher desacompanhada ainda enfrenta tantas restrições no dia a dia que a viagem acaba perdendo a graça. É o caso de alguns países muçulmanos. Em viagens para destinos menos óbvios, o melhor que a mulher desacompanhada tem a fazer é se encaixar em uma excursão. Pode não ser a opção ideal para a mulher independente, mas é prática e segura.

2. Em alguns países, os homens costumam ser mais atirados. Já é folclórico o estilo galanteador de gregos, italianos e espanhóis. Indianos e muçulmanos não ficam muito atrás quando se trata de estar diante de uma mulher sozinha. Motoristas de táxi, além de vendedores de lojas, costumam ser bastante inoportunos. Evite dar margem para muita conversa. Se você não dominar o idioma local, um olhar sério e decidido dispensa tradução.

3. Albergues, pousadas e os chamados bed & breakfast recebem com maior frequência mulheres que estão viajando sozinhas. Algumas mulheres preferem se hospedar em hotéis de grande porte, onde é mais fácil passarem despercebidas. Qualquer que seja a sua preferência, procure se hospedar num local movimentado.

4. Lembre-se de que nos países islâmicos as mulheres não podem circular com braços e pernas à mostra e, em alguns casos, é necessário cobrir os cabelos. Ademais, em outras partes do mundo as mulheres não podem entrar em templos religiosos com tops e saias curtas, inclusive no verão.

5. Quando estiver andando pela cidade, seja de noite ou de dia, demonstre segurança, como se você conhecesse bem a cidade em que se encontra. Por isso, só vá para a rua depois que tiver estudado bem o caminho que deseja percorrer.

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Infraero instala Wi-Fi grátis em nove aeroportos

A internet wi-fi gratuita será liberada apenas nos terminais de embarque

A Infraero, empresa estatal que administra os aeroportos brasileiros, vem testando o acesso gratuito à internet em nove aeroportos desde a última quinta-feira (6). Inicialmente, a empresa considera como operação “assistida”, quando o serviço ainda não está em plena capacidade nem foi aprovado para funcionamento contínuo.

O acesso à rede é feito somente a partir da sala de embarque. O passageiro e internauta interessado em curtir alguns momentos no Facebook ou Twitter — entre outras coisas, naturalmente — antes de pegar o avião deve selecionar a rede Wi-Fi gratuita e aguardar o carregamento de uma página de cadastro. O número do cartão de embarque serve de senha para validar o registro e habilitar a conexão.

Os seguintes aeroportos oferecem o Wi-Fi grátis durante o período de testes: Cumbica e Congonhas (São Paulo); Galeão e Santos Dumont (Rio de Janeiro); Belo Horizonte; Recife; Fortaleza; Brasília; e Porto Alegr - totalizando nove aeroportos com o serviço. Em Cumbica, a capacidade máxima é de 500 pessoas conectadas simultaneamente. Já em Congonhas, esse número sobe para 600.

No modelo atual defendido pela Infraero, as operadoras de telefonia devem oferecer a internet sem custo em troca de espaços publicitários nos terminais. A empresa estatal fechou acordos com três operadoras até o momento, mas só a TIM liberou o acesso à internet.

Anteriormente, a própria Infraero oferecia acesso de graça à internet durante 20 minutos. A empresa não informou o tempo máximo de conexão nas salas de embarque com a mudança no sistema de Wi-Fi grátis.

Fonte: Thássius Veloso (Tecnoblog) via Portal Administradores - Imagem: Reprodução/Instagram

Avião do futuro pode acabar com a poluição sonora

Novo projeto das asas poderia garantir muito mais velocidade e economia de combustível para os aviões.

Projeto similar, criado por uma universidade japonesa

Você sabia que um dos motivos para que os aviões realizem suas viagens pela costa é a tentativa de reduzir a poluição sonora das cidades? Pois estudantes do MIT e da Universidade de Stanford estão projetando um novo sistema de voo que pode acabar com esse problema, além de permitir velocidades muito mais altas e também a economia de combustível. O que eles propõem é a utilização de um sistema de asas compostas.

Em vez de apenas uma asa em cada lado do avião, duas delas seriam responsáveis pela criação de um “triângulo” por onde o ar passaria. Um canal de vento garantiria a sustentação das aeronaves, ao mesmo tempo em que cancelaria os ruídos causados pelo “Sonic Boom” (o estouro que ouvimos quando as aeronaves alcançam a velocidade do som).

Segundo relatado no Live Science, uma avião projetado dessa forma poderia chegar a velocidades cinco vezes mais altas do que a do som. Tudo isso sem que exista o incômodo sonoro às populações que estão nas cidades, o que também obrigaria menos voos a passarem sobre os oceanos.

Fonte: Renan Hamann (tecmundo.com.br) - Foto: Reprodução/Tohoku University

Tecnologia torna aplicação de fungicida mais rápida em Luziânia

Produtores utilizam um avião agrícola para a pulverização do produto.

Com isso, evitam pragas e doenças em plantações de arroz.


Em Luziânia, no Entorno do DF, a tecnologia tem ajudado os produtores da lavoura comunitária a combater pragas e doenças na plantação de arroz. Eles utilizam um avião agrícola para a aplicação de fungicida.

Segundo eles, é o segundo ano que o avião é usado na lavoura. O equipamento facilita o trabalho de aplicação do produto. “A vantagem é que nós temos a aplicação rápida e não tem o pisoteio na cultura do arroz, como se fosse feito por trator”, explica o técnico agrícola João de Oliveira.

A pulverização na lavoura é para combater o Bruzoni, um fungo que ataca a planta no momento do enchimento dos grãos, o que afeta diretamente a produtividade: “É a principal doença que pode cair a produção em até 80%. O enchimento do grão fica completamente prejudicado e é onde que perdemos na produtividade”, explica o técnico agrícola.

Os 300 hectares de arroz da lavoura comunitária forma plantados em dezembro de 2011 e serão colhidos no final deste mês de abril. Toda a produção será distribuída para 1.200 famílias carentes de Luziânia, que vão participar da colheita. A expectativa é de alcançar 50 sacas por hectare.

Fonte: G1 GO, com informações da TV Anhanguera

Excesso de aviões privados faz preço de hangar dobrar no Campo de Marte

Aeroporto sem linhas regulares é o 5º com maior movimento no país.

Aeronaves privadas, como jatos, pagam até R$ 18 mil por mês por vaga.

Hangar abriga aeronaves executivas, como jatos, no Campo de Marte

Mesmo sem linhas áereas regulares, o Campo de Marte, na Zona Norte de São Paulo, é o quinto maior aeroporto do país em movimento operacional, segundo a Infraero (Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária).

O aeroclube está superlotado de helicópteros e pequenas aeronaves privadas, que representam mais de 60% de sua utilização – superando o número de voos realizados para táxi aéreo, instrução, uso policial e aeromédico e transporte empresarial. Enquanto no local trafegam mais de mil aeronaves diárias, a capacidade fixa de estacionamento é de apenas 534 vagas.

Números da Infraero apontam um crescimento de 30% no fluxo de aeronaves e de 28% no número de passageiros transportados no Campo de Marte entre 2008 e 2011. Só no ano passado, 388,1 mil passageiros e 133.508 aeronaves passaram pelo local.

“A mensalidade que cobramos para hangaragem (guarda) de aeronaves dobrou de 2008 para 2012”, diz Jorge Bittar Neto, dono de dois hangares que abrigam helicópteros e aeronaves no Campo de Marte. “A superlotação existe e a demanda por vagas é grande. Sempre tem proprietário de aeronave buscando um lugar”, acrescenta o empresário, que é dono da empresa Helimarte Táxi Aéreo.

Pelo menos 23 hangares abrigam 317 vagas – outras 217 estão disponíveis no pátio. Além dos helicópteros, modelos de jatos como Cirrus, King Air e Phenom (da Embraer) e monomotores da Cessna e da Beechcraft, como o Bonanza e o Baron, são os mais frequentes na pista, segundo a Infraero. O maior avião em operação no loval tem o porte de um ATR-42, com 19 metros de comprimento e capacidade para 19 ocupantes.

Movimento de aeronaves, em especial monomotores e helicópteros, é intenso no Campo de Marte. A falta de vagas para estacionamento fez o preço do hangar dobrar nos últimos cinco anos

“Eu decidi adquirir a concessão dos hangares porque a minha frota estava aumentando e eu tinha helicópteros espalhados nos hangares dos outros por todo o Campo de Marte. Precisava juntar tudo em só lugar. E percebi que, além de faltar vaga para mim, faltava para os outros”, desabafa Bitar Neto.

A concessão do primeiro hangar foi adquirida em leilão da Infraero em agosto de 2009, e a do segundo hangar, em janeiro deste ano. Neles, estão disponíveis 12 vagas internas e 10 externas para avião e mais 16 internas para helicópteros.

A hangaragem de um jato fica em torno de R$ 18 mil mensais no Campo de Marte, segundo Bitar Neto. Já o estacionamento em uma vaga para monomotor gira em torno de R$ 3 mil a mensalidade. O atendimento avulso, só para desembarque e abastecimento no parque, é de R$ 400. Um pernoite, para decolagem logo na manhã seguinte, custa um pouco mais: cerca de R$ 600.

“A maioria dos meus clientes são executivos, empresários, que viajam a trabalho e têm de chegar a pequenas cidades onde nem sempre há linhas comerciais regulares. O país tem mais de 5,5 mil municípios e só há passagens para cerca de 170 destinos. Este tipo de pessoa não tem tempo para perder em aeroporto, passar em raio-X. A aeronave privada gera comodidade no deslocamento e rapidez”, defende Bitar Neto.

Fonte e fotos: Tahiane Stochero/G1

Milionários usam rua para pousar avião em Niterói (RJ)

Para fugir do trânsito nos fins de semana, empresários donos de ultraleves e aviões monomotores têm usado uma rua para pousar perto de casa num bairro de frente para a praia em Niterói (RJ).

Pilotos usam prolongamento de rua, entre a lagoa de Itaipu e a praia, próximo ao terreno em círculo

A Agência Nacional de Aviação Civil descobriu a irregularidade e acionou a Aeronáutica.

A rua de terra, de pouco mais de 500 metros, está localizada entre praia de Camboinhas e a Lagoa de Itaipu. Em nota, a Anac avisou que não há pista homologada no local.

May Day

O DECEA – Departamento de Controle do Espaço Aéreo, órgão da Aeronáutica, já tem olheiros e começou a investigação. Há risco real de acidentes.

Fonte: Leandro Mazzini (correiodeuberlandia.com.br)

Segurança se livra de condenação por carregar arma desmuniciada em avião

A máxima de que é injustificável a intervenção do Direito Penal quando a ofensa ao bem jurídico for inexpressiva foi seguida pelo desembargador federal Mario César Ribeiro, da 4ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região ao julgar um recurso que tratava do porte de arma expirado e vencido.

No caso, um segurança do cantor Zezé Di Camargo foi flagrado com uma pistola Taurus calibre 380 ACP, acompanhada de carregador e de 19 cartuchos não deflagrados, durante vistoria realizada pela Infraero no Aeroporto Juscelino Kubstschek, em Brasília. O homem acompanha o cantor de Maceió para Goiânia, com escala em Brasília.

Como o documento de porte de arma apresentado à Polícia estava vencido, o caso foi remetido ao Judiciário. De acordo com o desembargador, a situação deveria ser analisada conforme o princípio da ofensividade, segundo o qual "o juiz deve (em cada caso) não só verificar se o fato concreto corresponde à descrição típica, senão também sua ofensividade efetiva".

Segundo ele, o ato praticado pelo réu conquanto típico, é materialmente atípico, já que a lesão ao bem jurídico não se mostrou relevante a ponto de ensejar a intervenção do Direito Penal.

A arma foi encontrada dentro da mala do réu, no compartimento de bagagens, desmuniciada. O segurança não tem antecedentes criminais. Com informações da Assessoria de Imprensa do TRF-1.

AC 2008.34.00.000777-4/DF

Fonte: Agência Estado via R7

Acidentes aéreos e falhas alteram tecnologia de aviação

Após tragédias, órgãos governamentais e independentes investigam causas para evitar acidentes semelhantes no futuro

Falhas mecânicas, erros de comunicação, colisões no ar, incêndio a bordo. São dos acidentes que surgem os avanços tecnológicos e de treinamento que aumentam a segurança aérea. Após um acidente, órgãos governamentais e independentes investigam as causas e, ao final da investigação, divulgam um relatório com recomendações para que acidentes semelhantes não aconteçam. Confira abaixo alguns acidentes que mudaram as normas de segurança aérea.

Colisão no ar entre United e TWA

O acidente: Em 30 de junho de 1956, um avião Super Constellation da TWA e um DC-7 da United decolaram de Los Angeles com apenas três minutos de intervalo. Os dois tinham o leste dos EUA como destino. Dezenove minutos depois, enquanto manobravam para dar aos passageiros a vista do Grand Canyon, as duas aeronaves colidiram no ar, matando as 128 pessoas a bordo dos dois aviões.

O resultado: Após o acidente, o governo americano investiu cerca de US$ 250 milhões (uma fortuna para a época) na modernização dos sistemas de controle de tráfego aéreo. Além disso, a colisão também provocou a criação da Agência Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês), que até hoje supervisiona a segurança aérea nos EUA.

Colisão no ar entre Piper Archer e DC-9

O acidente: Em 31 de agosto de 1986, um pequeno avião Piper Archer sobrevoou a região do aeroporto internacional de Los Angeles, na Califórnia. Não detectado pelos controladores de tráfego aéreo, a aeronave entrou na rota de um DC-9 da Aeroméxico que se aproximava do terminal. O Piper atingiu um estabilizador horizontal do DC-9, os dois aviões perderam o controle e caíram em um bairro residencial a 30 quilômetros do aeroporto, matando 82 pessoas, incluindo 15 em terra.

O resultado: Embora a colisão no ar entre aviões da TWA e da United, em 1956, tenha melhorado o sistema de controle de tráfego aéreo, as pequenas aeronaves ainda não eram controladas. Com a colisão em Los Angeles, a FAA exigiu que pequenos aviões passassem a utilizar o transponder, dispositivo eletrônico que transmite a altitude e velocidade do avião aos controladores. Além disso, os aviões foram obrigados a ter sistemas anticolisão TCAS II, que detecta possíveis colisões com outras aeronaves. Desde então, nenhum pequeno avião colidiu com um avião em voo nos EUA.

Perda de fuselagem no Havaí

O acidente: Em 28 de abril de 1988, um Boeing 737 da Aloha Airlines, que fazia o voo entre Hilo e Honolulu, no Havaí, perdeu parte da fuselagem, deixando dezenas de passageiros voando em um "avião conversível". Apesar do incidente, os pilotos conseguiram pousar a aeronave com sucesso e apenas uma comissária de bordo morreu ao ser arremessada para fora do avião. A investigação apontou que a causa do acidente foi uma combinação de corrosão e fadiga das partes mecânicas da aeronave, que tinha 19 anos de uso e mais de 89 mil voos registrados.

O resultado: Após o acidente, a FAA iniciou um programa de fiscalização e inspeção das aeronaves para verificar a manutenção dos aviões com muitas horas de voo.

Explosão no ar de um 747

O acidente: Em 17 de julho de 1996, um Boeing 747 da TWA, com 230 pessoas a bordo, explodiu após decolar do aeroporto John F. Kennedy, em Nova York, com destino a Paris. Após cuidadosa montagem dos destroços, órgãos que investigavam o acidente descartaram a possibilidade de uma bomba ou de um ataque de míssel contra o avião. Eles concluíram que um curto-circuito causou faíscas em um sensor de medição de combustível, causando a explosão dos gases no tanque central do avião.

O resultado: Após o acidente, a Boeing desenvolveu um sistema que injeta gás nitrogênio nos tanques de combustível para reduzir as chances de explosões. A FAA, por sua vez, pediu mudanças no sistema de fiação das aeronaves para evitar fagulhas.

Queda de DC-10 na França

O acidente: Em 3 de março de 1974, um avião DC-10 da Turkish Airlines caiu nos arredores de Senlis, na França. Conhecido como "Desastre Aéreo de Ermenonville", por causa da floresta onde houve a queda, o acidente foi causado por uma fala de projeto do avião que fez a porta do compartimento de cargas se desprender da aeronave durante voo. As 346 pessoas a bordo morreram.

O resultado: Após o acidente, a McDonnell Douglas, fabricante do DC-10, implementou um completo redesenho do sistema de travamento das portas do compartimento de cargas. As modificações tiveram de ser implementadas em toda a frota produzida até então. O DC-10 parou de ser fabricado em 1988, mas ainda tem 150 unidades em operação, a maioria (85) pela empresa FedexExpress.

Colisão entre dois jumbos em Tenerife

O acidente: Em 27 de março de 1977, dois aviões Boeing 747, um da companhia holandesa Royal Dutch Airlines (KLM) e outro da Pan American World Airways (Pan Am), se chocaram na pista do aeroporto de Los Rodeos, na Ilha de Tenerife, na Espanha. Os aviões explodiram, causando a morte de 583 pessoas e ferindo 61. A investigação concluiu que houve falhas de comunicação entre a torre de controle e os aviões e também interferência de rádio nas transmissões. Além disso, os pilotos não usavam linguagem padronizada para conversar com os controladores de voo ou outras aeronaves.

O resultado: Após o acidente, autoridades do mundo inteiro padronizaram a linguagem e os termos técnicos utilizados na comunicação via rádio e adotaram o inglês como idioma oficial de trabalho.

Incêndio após pouso de emergência em Riad

O acidente: Em 19 de agosto de 1980, um Lockheed L1011-200 TriStar que partiu de Karachi, no Paquistão, pegou fogo no aeroporto de Riad. A aeronave havia decolado para a cidade saudita de Jeddah, mas piloto voltou para Riad por problemas no voo minutos após decolagem, quando houve alertas de fumaça no compartimento de carga. O piloto voltou para Riad e pousou em segurança ap

O resultado: Após o acidente, a Lockheed alterou a composição da espuma que fazia o isolamento térmico do compartimento de carga da aeronave, que era altamente inflamável. Além disso, a empresa revisou e reforçou os treinamentos para ocasiões de emergência.

Fim da Era Concorde

O acidente: Em 25 de julho de 2000, um avião Concorde da Air France que decolava do aeroporto Charles de Gaulle, em Paris, com destino a Nova York, pega fogo durante a decolagem e cai sobre a vila de Gonesse, a poucos quilômetros de distância do aeroporto. As 109 pessoas a bordo morreram, assim como quatro pessoas em solo. De acordo com a investigação, uma peça de titânio desprendida por outro avião na pista do Charles de Gaulle atingiu o Concorde e iniciou o incêndio na hora da decolagem.

O resultado: Após o acidente, todos os voos com o Concorde foram suspensos. A aeronave, que atingia velocidades muito mais altas e era considerada o futuro da aviação, foi aposentada definitivamente em 2003.

Acidente em Congonhas

O acidente: Em 17 de julho de 2007, um Airbus A320-233 da companhia brasileira TAM, que saiu de Porto Alegre com destino a São Paulo, ultrapassou o final da pista durante o pouso no Aeroporto de Congonhas, atravessou uma avenida e explodiu após colisão com um prédio do setor de cargas da própria companhia. As 187 pessoas a bordo da aeronave morreram, assim como 12 pessoas atingidas em terra.

O resultado: A investigação do acidente concluiu que a principal causa foi o posicionamento dos manetes de aceleração na hora do pouso. O manete da direita estava, por erro humano ou falha mecânica, em posição de aceleração. Além disso, foi constatado que a pista do aeroporto de Congonhas estava escorregadia e que o aeroporto não comportaria tantos voos diários. Após o acidente, o comando da Aeronáutica restringiu o uso do aeroporto em dias de chuva forte e diminuiu a capacidade operacional das pistas.

Queda de Airbus da Air France no Atlântico

O acidente: Em 31 de maio de 2009, o voo 447 da Air France decolou do Rio de Janeiro com destino a Paris. A aeronave, um Airbus A330-200, levava 12 tripulantes e 216 passageiros. A aeronave atravessou uma zona de tempestade com fortes turbulências e caiu no meio do Oceano Atlântico, matando todos a bordo. A investigação do acidente ainda está em andamento, mas evidências apontam para uma falha nos sensores de velocidade do Airbus A330.

O resultado: Um mês após o acidente, em 30 de junho de 2009, a empresa Airbus recomendou que todas as companhias proprietárias dos modelos Airbus A330 e A340 trocassem o sensor de velocidade (conhecido também como "Pitot") em suas aeronaves.

Fonte: Leandro Meireles Pinto (iG - Publicado em 16/07/2010) - Imagem: Reprodução

Sistema de satélites pode acabar com voo circular sobre aeroporto

Tecnologia de satélite para pouso de aeronaves em teste nos EUA tem como objetivo economizar combustível e reduzir atrasos


À medida que o capitão Mike Adams freava seu simulador de voo de um Boeing 737, colocando as turbinas no automático para que o avião pudesse pousar sem que ele fizesse nenhum esforço, ele demonstrava o que o futuro reserva para todos os aeroportos americanos.

No começo de junho, é isso que a Alaska Airlines fará quando começar a testar o uso da tecnologia de satélite para pousar no Aeroporto Internacional de Seattle: tudo será feito com o intuito de economizar combustível e reduzir os atrasos.

Pilotos da Alaska Airlines checam sistema de Boeing em aeroporto de Seattle

Os aviões que utilizarem essa nova tecnologia irão reduzir em cerca de 48 quilômetros sua rota de descida para o aeroporto. Eles não precisarão sobrevoar a pista de aterrisagem para aguardar permissão de pouso. E os pilotos não terão mais que mexer nos controles para manter a altitude de aterrisagem atribuída pelos controladores de tráfego aéreo.

"Isso nos ajuda a usufruir do espaço aéreo de uma maneira muito mais eficaz", disse Adams. "Além de reduzir o congestionamento. Essa é a solução para nossos problemas."

Tecnologia

O experimento de Seattle marca uma das primeiras aplicações extensivas da tecnologia de satélite depois de anos de planejamento e disputas políticas em Washington.

Substituir o sistema de controle aéreo baseado em radares, que os aeroportos do país utilizam desde a década de 1940, é um empreedimento enorme e caro. Uma estimativa oficial feita pelo governo afirma que o preço para a implementação do sistema NextGen pode chegar a custar US$ 42 bilhões até 2025.

A agência já aprovou testes para aterrisagens feitas com guias por satélites no Aeroporto Internacional de Phoenix Sky Harbor e outros testes deverão acontecer ainda este ano em Washington, Atlanta, Charlotte, Carolina do Norte e Dallas. A Delta Airlines, Southwest Airlines e a JetBlue estão experimentando com vários aspectos da navegação por satélite.


Para as companhias aéreas, aterrissagens mais eficientes podem significar uma grande economia de combustível. As autoridades estimam que as companhias aéreas que utilizam o Aeroporto Internacional de Hartsfield-Jackson em Atlanta, um dos mais movimentados do mundo, voariam cerca de 2 milhões de quilômetros a menos a cada ano, economizando quase cerca de 2,9 milhões de litros de combustível por ano, o que também permitirá que quase cerca de 10 aviões a mais possam decolar por hora.

Mas o NextGen também tem sido atrasado por divergências existentes entre as companhias aéreas e órgãos reguladores federais sobre quem irá pagar a conta. Equipar um único avião com um sistema de GPS pode custar mais de US$ 340 mil.

Fonte: Jad Mouwad (The New York Times) via iG - Fotos via NYT