terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Boeing 787 Dreamliner atinge recorde de velocidade e distância


O Boeing 787-8 Dreamliner é o primeiro avião a oferecer voos de longa distância em aviões de médio porte (210-250 passageiros em três tipos de classes), permitindo que as companhias aéreas abram novas rotas diretas, preferida pelo público que viaja. O avião é 20% mais econômico do que os aviões de tamanho similar.

O sexto 787, ZA006, equipado com motor General Electric GEnx, partiu do campo da Boeing em Seattle às 11h02 do dia 6 de dezembro e definiu a distância recorde da sua categoria (440,000-550,000 lbs.) com 10,710 nmi (19,835 km) voando para Dhaka, em Bangladesh, com crédito de 10,337 nmi (19,144 km). Este recorde foi anteriormente atingido pelo Airbus A330 com base de voo em 9,127 nmi (16,903 km), em 2002.

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Caça cai logo após decolagem na Índia, mas pilotos escapam

Dupla conseguiu se ejetar a tempo.

Acidente ocorreu em Wadegaon, subúrbio da cidade de Pune.


Destroços de caça Sukhoi-30 MKI da Força Aérea da Índia que caiu nesta terça-feira (13) em Wadegaon, próximo a Wagholi, subúrbio da cidade de Pune. A queda ocorreu logo após a decolagem, da base aérea de Lohegaon. Os dois pilotos conseguiram se ejetar a tempo.


Fonte: AP via G1 - Foto: AP


Japão: Governo deverá anunciar esta semana aquisição de aviões de combate F-35


O governo japonês escolheu o avião de combate F-35 da construtora norte-americana Lockheed Martin para renovar a frota da Força Aérea de Autodefesa e o negócio deverá ser anunciado ainda esta semana, revela a imprensa nipônica.

De acordo com a agência noticiosa japonesa Kyodo e o jornal Yomiuri, o anúncio deverá ser feito na sexta-feira após a reunião do conselho de segurança nacional, mas o porta-voz da Lockheed Martin disse que a empresa não foi ainda informada de qualquer decisão e o Ministério da Defesa japonês recusou-se a comentar as notícias avançadas.

O jornal Yomiuri indica que o Japão deverá adquirir cerca de 40 aviões de combate por cerca de oito bilhões de dólares americanos (6 bilhões de euros). Quatro dos caça deverão estar ao serviço da Força Aérea japonesa em 2016 e outros 40 a 50 nos anos seguintes.

Fonte: Agência Lusa via SIC Notícias

Embraer: fabrica na China deve ter resolução até março


A Embraer espera que até março a questão de sua fábrica na China esteja resolvida. "Estamos em fase final de negociação com o governo chinês. Acredito que teremos uma resolução positiva ate o final do primeiro trimestre", afirmou hoje Frederico Curado, presidente da Embraer.

No último mês de abril, durante visita da presidente Dilma Rousseff à China, a Embraer fechou acordo para produzir no país o jato executivo Legacy 600, o que evitaria o fechamento da fábrica que a companhia possui desde 2002 na cidade de Harbin, em parceria com a estatal Aviation Industry Corporation of China (Avic).

Anteriormente, a Embraer produzia no local o modelo 145, para o segmento de aviação comercial, mas a China, que está incentivando o desenvolvimento da sua indústria de aviação, não quis que a empresa continuasse produzindo no país aeronaves comerciais.

Curado também disse que não há uma previsão de quando sairá o resultado da concorrência da qual está participando nos Estados Unidos. "Estamos de dedos cruzados, mas não tivemos nenhuma indicação de quando sairá o resultado", afirmou.

A Embraer disputa um contrato que pode chegar a cerca de US$ 1,5 bilhão com o governo americano. A empresa participa com seu A-29 Super Tucano de uma concorrência para fornecer aviões leves para o Departamento de Defesa dos Estados Unidos. Inicialmente, seriam 20 unidades, mas o número pode crescer para cerca de 100 aviões.

A Embraer provavelmente está sozinha nessa disputa - o governo americano não confirma se ela é a única finalista -, já que há cerca de um mês a Força Aérea dos Estados Unidos (USAF, na sigla em inglês) eliminou o avião AT-6 Texan II, da americana Hawker Beechcraft, da disputa para o programa Light Air Support (LAS), do Departamento de Defesa.

A versão básica do Super Tucano custa entre US$ 10 milhões e US$ 15 milhões. Se vencer essa concorrência, a venda para o governo americano seria a maior de aviões Super Tucano já realizada pela Embraer desde o seu lançamento.

A Embraer, porém, está sendo investigada pela Securities and Exchange Comission (SEC, a comissão de valores mobiliários dos Estados Unidos) por possível descumprimento de leis contra prática de corrupção no exterior. Se condenada, pode ser impedida de vender aviões para o governo americano, já que uma das penalidades é a proibição de fazer negócios com o governo dos Estados Unidos.

Fonte: Silvana Mautone e Fernanda Guimarães (Agência Estado) via Veja.com - Foto: Divulgação/Embraer

Embraer assina amanhã acordo com empresas portuguesas

Embraer assina amanhã com empresas portuguesas um acordo para a produção de componentes do KC-390, o cargueiro militar da empresa brasileira.


Este acordo está a ser "apadrinhado" pelo ministério da Economia, que tem promovido os contactos entre a fabricante brasileira de aviões e as empresas portuguesas, nomeadamente a OGMA e a Empresa de Engenharia Aeronáutica (EEA).

Em causa está a produção de três componentes e a fuselagem do cargueiro militar, a ser fabricada na OGMA.

O cargueiro militar KC-390 da Embraer vai receber um financiamento público até 57 milhões de euros para que parte do avião seja produzido em Portugal. O projecto será financiado por fundos do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) e fontes alternativas de financiamento caso o QREN não seja suficiente ou não se aplique, segundo um despacho publicado em Diário da República.

Fonte: Cátia Simões (Económico/Portugal)

Airbus entrega avião 7.000 à US Airways


A norte-americana US Airways, que é a companhia que a nível mundial tem a maior frota de aviões do fabricante europeu, recebeu ontem o “7.000 Airbus”, um A321, o modelo de maiores dimensões e mais capacidade da “família” A320, que é também a que equipa em exclusivo a frota de médio curso da TAP.

O “7.000 Airbus” foi entregue apenas dois anos depois do “6.000”, destaca o fabricante europeu, que recorda que entregou em 1974 o seu primeiro avião, um A300B2, que foi para a Air France.

A companhia francesa foi também o cliente do “1.000 Airbus”, um A340-300, entregue 19 anos depois, em 1993.

Para chegar ao “2.000 Airbus” o fabricante europeu levou seis anos e para chegar ao “3.000 Airbus” o tempo foi reduzido para três anos, caindo para dois anos quando se tratou da entrega do “5.000 Airbus”, um A330-200 que foi para a australiana Qantas em Dezembro de 2007.

O “6.000 Airbus” foi um A380, o maior avião comercial de passageiros do mundo, que integrou a frota da Emirates em Janeiro de 2010.

A Airbus destaca o facto de o “7.000 Airbus” ter ido para a frota da US Airways, que não só tem o maior conjunto de aviões da “família A320” em actividade, com um total de 220, como também opera a maior frota do novo modelo mais amigo do ambiente, o A320neo.

O fabricante europeu destaca ainda que desde o seu lançamento, a “família A320” soma mais de 8,2 mil aviões encomendados por 340 clientes.

Fonte: PressTur (Portugal)

Avião não tripulado americano cai em ilha das Seychelles

Queda ocorre dias depois que o Irã afirmou ter derrubado uma aeronave espiã americana que sobrevoava seu território

Autoridades americanas afirmaram nesta terça-feira (13) que um avião não tripulado caiu no aeroporto internacional de Mahe, a principal ilha do arquipélago de Seychelles, sem causar vítimas.


A Embaixada dos Estados Unidos em Maurício infirmou que o avião americano de modelo MQ-9 Reaper (similar ao da foto acima) não estava armado e caiu na manhã desta terça-feira sem deixar feridos.

Em comunicado, foi informado que a pista do aeroporto abriu para o tráfego normal. Os militares americanos e a equipe civil do aeroporto de Seychelles estão trabalhando juntos para remover os destroços da aeronave.

Os Estados Unidos têm utilizado seus aviões não tripulados nessa área para monitorar militantes ligados à Al-Qaeda que estão na Somália. As causas da queda do avião estão sob investigação.

A queda dessa aeronave não tripulada ocorre dias depois que um avião desse tipo, porém de modelo RQ-170, caiu no Irã. De acordo com autoridades iranianas, o avião teria penetrado o espaço aéreo iraniano vindo do Afeganistão e suas unidades o fizeram aterrissar sem maiores danos a 250 km da fronteira, na região desértica de Tabas.

Na segunda-feira, o presidente Barack Obama pediu ao Irã que devolvessem o avião iraniano, o que foi descartado pelo governo do país persa nesta terça. “O avião invadiu o Irã e nossas forças responderam. Agora ele é propriedade do Irã e nós vamos decidir o que fazer com ele”, afirmou o ministro da Defesa do Ahmad Vahidi, cobrando desculpas dos EUA.

Fonte: iG (com AP e AFP) - Foto: Reprodução/USAF

Avião apresenta problema no aeroporto do Recife e voo é adiado

Pássaro de grande porte se chocou contra um dos motores da aeronave.

Voo saiu da Bahia e deveria seguir viagem para Ceará, Maranhão e Piauí.


A aeronave Embraer 190-200IGW, prefixo PR-AYD, da Azul Linhas Aéreas que fazia um voo com destino a Teresina, que deveria ter decolado às 9h04 desta terça-feira (13), do Aeroporto Internacional dos Guararapes - Gilberto Freyre, no Recife, continua no pátio. Segundo a Infraero, uma ave de grande porte se chocou contra um dos motores do avião, que vinha de Salvador realizando o voo AD-4208. O avião deveria seguir viagem para Teresina, com escalas em Fortaleza e São Luís.

Um passageiro relatou que um urubu foi 'engolido' pela turbina.

Acredita-se que a colisão tenha acontecido no momento do pouso na Capital pernambucana, que aconteceu às 8h22. Ainda não existe previsão para uma nova saída do voo 4208, mas ele não foi cancelado. Em nota, a Azul informou que não houve feridos e que o avião está passando por uma vistoria para saber a gravidade dos danos causados.

Fontes: G1 / Aviation Herald - Foto: Reprodução/TV Globo

Sobe para 14 o número de mortos em queda de bimotor nas Filipinas

Acidente aconteceu no sábado (10) em bairro de Manila.


Três crianças estão entre as vítimas.


As autoridades das Filipinas elevaram para 14 o número de mortos, incluindo três crianças, após a queda do pequeno avião Beechcraft 65-80 Queen Air, prefixo RP-C824, registrado para Aviation Technology Innovators, sobre um colégio que causou um incêndio em uma favela da metrópole de Manila.

O acidente aconteceu no sábado (10) em um bairro de Parañaque, uma das cidades que formam Manila, informou à rádio local Ramon Gutierrez, chefe da Autoridade de Aviação Civil das Filipinas.

Mais de 50 casas ficaram queimadas no bairro de barracos, construídos com materiais altamente inflamáveis e apinhadas umas em cima das outras, como ocorre em muitas áreas pobres das Filipinas.

Entre as vítimas fatais estão o piloto e o copiloto, aparentemente os únicos ocupantes do pequeno avião, assim como vários crianças e adultos no lugar do acidente.


Fontes: EFE via G1 / ASN

Irã descarta devolução e afirma que drone americano é de sua propriedade

Foto liberada pela Guarda Revolucionária iraniana mostra
o avião de reconhecimento RQ-170 Sentinel
O Irã descartou definitivamente nesta terça-feira a restituição a Washington do avião teleguiado (drone) espião ultra-secreto dos Estados Unidos que capturou no início de dezembro em seu território, com a alegação de que agora o aparelho é de propriedade da República Islâmica.

"O avião espião americano é uma propriedade da República Islâmica, e vamos decidir o que vamos fazer com ele", declarou o ministro iraniano da Defesa, Ahmad Vahidi, ao comentar a demanda de Washington de devolução do aparelho.

"O avião deles violou (o espaço aéreo iraniano) e agora, ao invés de apresentar um pedido de desculpas, de maneira sem vergonha nos pedem que devolvamos o aparelho", completou o ministro, citado pela agência Isna.

Na segunda-feira, o presidente Barack Obama afirmou que Washington havia solicitado a restituição do avião teleguiado (drone) de observação RQ-170 Sentinel, do qual o Irã se apoderou em 4 de dezembro, quando o aparelho estava 250 Km dentro do espaço aéreo iraniano.

A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, anunciou que Washington havia transmitido una demanda formal a Teerã, mas destacou que não esperava uma satisfação.

O porta-voz do ministério iraniano das Relações Exteriores, Ramin Mehmanparast, comentou de maneira irônica a demanda americana.

"Parece que Obama esqueceu que o espaço aéreo iraniano foi violado e que aconteceu uma operação de espionagem", afirmou, antes de completar que o presidente americano deveria pedir desculpas e reconhecer a infração.

Segundo a imprensa americana, o aparelho era procedente do Afeganistão e estava em missão de observação das instalações nucleares iranianas para a Agência Central de Inteligência (CIA).

Na semana passada, um canal de televisão iraniano exibiu imagens do drone, do qual as Forças Armadas de Teerã afirmam ter assumido o controle para forçá-lo a pousar sem maiores danos.

Um parlamentar iraniano afirmou, segundo a televisão estatal iraniana, que o país pretende copiar o drone para equipar suas forças.

"O aparelho possui capacidades tecnológicas muito elevadas e representa uma das aquisições científicas mais importantes dos Estados Unidos", destacou o general Vahidi.

"A capacidade do Irã em termos de aviões teleguiados é muito elevada. Nossos engenheiros construíram ótimos aparelhos de reconhecimento e ataque", completou Vahidi, confirmando implicitamente o projeto.

Mas autoridades americanas manifestaram dúvidas sobre a capacidade do Irã de explorar tecnologicamente o drone capturado.

Em 2010, Teerã anunciou que trabalhava em um programa de aviões teleguiados de observação e de ataques furtivos, sem revelar detalhes sobre as capacidades dos aparelhos ou o nível alcançado na execução do projeto, que deve culminar em 2011.

Fonte: AFP

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Em enterro de vítima do AF 447, pai acusa falha mecânica

Nelson Filho é a primeira vítima do acidente a ter um enterro formal.
Seu corpo foi um dos 104 retirados do oceano na operação que ocorreu em junho deste ano
O corpo do mecânico de engrenagens Nelson Marinho Filho, uma das vítimas da queda no Atlântico, em maio de 2009, do voo 477, da Air France, foi sepultado às 17h desta segunda-feira no cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, zona oeste do Rio de Janeiro. O corpo de Nelson Filho foi um dos 104 retirados do oceano na operação que ocorreu em junho deste ano e o primeiro dentre esses a ser enterrado. No total, 18 dos 103 corpos identificados são de brasileiros. Na cerimônia, seu pai, Nelson Marinho, presidente da Associação das Famílias das Vítimas do Voo 447, demonstrou indignação.

"Antes, parecia que nem era verdade, a gente não acreditava. Hoje, finalmente, há um encerramento, com o funeral do meu filho. Isso conforta um pouco mais, mas não encerra completamente, porque a luta continua. Eles falam que houve falha humana, e já está provado, com os meus documentos, que não foi. Foi esse avião, o A330, que tem defeito de fabricação", acusou.

Os 18 corpos resgatados começaram a chegar ao Brasil no fim de semana. A informação é do fundador da associação brasileira de vítimas do acidente aéreo, Maarten Van Sluys. Segundo ele, até o fim da próxima semana, todos os corpos devem ser enterrados. "Eu preciso, agora, da ação das autoridades brasileiras", disse Marinho. "É muito revoltante. Você cerca de carinho um filho, e ele se vai da noite para o dia."

Marinho garante que lutará pela punição da empresa Airbus, fabricante da aeronave. De acordo com ele, outros seis aviões do modelo apresentaram o mesmo problema depois da tragédia do voo 447. Ele rechaça as informações apresentadas em relatório pelo Escritório de Investigação e Análise (BEA) de que o acidente poderia ter sido evitado pelo piloto e afirma que há inúmeros relatos de problemas mecânicos neste modelo.

Marinho entregou um documento do Sindicato de Pilotos Franceses com inúmeras reclamações sobre defeitos neste modelo de aeronave à presidente Dilma Rousseff, ministro Celso Amorim, e então ministro da Defesa Nélson Jobim. Sem resultados, ele recorreu este ano ao presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Cesar Peluso, pedindo uma investigação paralela feita pelo Brasil sobre as responsabilidades do acidente.

"Precisamos de uma investigação paralela feita por brasileiros. Quando colocamos um órgão francês para investigar as causas de um acidente que envolve duas empresas francesas (a Airbus e a AirFrance), há interesses daquele país diretamente envolvidos", afirmou.

A escolha do enterro em Sulacap foi opção do filho mais velho de Nelson, devido à proximidade do local com a natureza. Para finalizar a homenagem à vítima, que sonhava em ser paraquedista, todos respeitaram o toque de silêncio. No fim de semana, os corpos de um casal morto no acidente foram cremados em Porto Alegre.

O trabalho de retirada dos corpos das vítimas do AF 447 do fundo do mar foi feito em várias etapas. A última foi encerrada há alguns meses. De acordo com a perícia francesa, os restos mortais das vítimas incluem ossos como o fêmur, o que facilita a identificação.

O acidente do AF 447

O voo AF 447 da Air France saiu do Rio de Janeiro com 228 pessoas a bordo no dia 31 de maio de 2009, às 19h (horário de Brasília), e deveria chegar ao aeroporto Roissy - Charles de Gaulle de Paris no dia 1º às 11h10 locais (6h10 de Brasília). Às 22h33 (horário de Brasília) o voo fez o último contato via rádio. A Air France informou que o Airbus entrou em uma zona de tempestade às 2h GMT (23h de Brasília) e enviou uma mensagem automática de falha no circuito elétrico às 2h14 GMT (23h14 de Brasília). Depois disso, não houve mais qualquer tipo de contato e o avião desapareceu em meio ao oceano.

Os primeiros fragmentos dos destroços foram encontrados cerca de uma semana depois pelas equipes de busca do País. Naquela ocasião, foram resgatados apenas 50 corpos, sendo 20 deles de brasileiros. As caixas-pretas da aeronave só foram achadas em maio de 2011, em uma nova fase de buscas coordenada pelo Escritório de Investigações e Análises (BEA) da França, que localizou a 3,9 mil m no fundo do mar a maior parte da fuselagem do Airbus e corpos de passageiros em quantidade não informada.

Após o acidente, dados preliminares das investigações indicaram um congelamento das sondas Pitot, responsáveis pela medição da velocidade da aeronave, como principal hipótese para a causa do acidente. No final de maio de 2011, um relatório do BEA confirmou que os pilotos tiveram de lidar com indicações de velocidades incoerentes no painel da aeronave. Especialistas acreditam que a pane pode ter sido mal interpretada pelo sistema do Airbus e pela tripulação. O avião despencou a uma velocidade de 200 km/h, em uma queda que durou três minutos e meio. Em julho de 2009, a fabricante anunciou que recomendou às companhias aéreas que trocassem pelo menos dois dos três sensores - até então feitos pela francesa Thales - por equipamentos fabricados pela americana Goodrich. Na época da troca, a Thales não quis se manifestar.

Fonte: Jornal do Brasil via Terra - Foto: Jadson Marques/Futura Press

Avião faz pouso forçado em Senador Guiomard, no Acre

O bimotor não teve permissão de pousar no aeroporto de Rio Branco


Fez um pouso forçado na tarde desta segunda-feira (5/12) o avião bimotor Embraer EMB-810C - Seneca II, prefixo PT-EEK, da empresa Ortiz Táxi Aéreo. O bimotor estava a serviço de uma empresa de transporte de valores que saía de Rio Branco para abastecer o banco de Brasil de Tabatinga, cidade do Amazonas.

Ao retornar da cidade amazonense, o avião não teve permissão para pousar no aeroporto de Rio Branco, assim realizou um pouso forçada no município de Senador Guiomard.

De acordo com informações do piloto Rene Galiatti, ele percebeu que o avião não tinha mais combustível e fez um pouso forçado e desceu em frente à futura Zona de Processamento de Exportação do estado (ZPE).

Os ocupantes que de se dividiam em 4, sendo dois seguranças, o piloto e copiloto, não sofreram ferimentos. O avião permaneceu no local durante toda a noite.


Fonte e foto: oriobranco.net

Americana é demitida por se recusar a carregar cão doente em avião


A norte-americana Lynn Jones, que trabalhava como carregadora de bagagens do aeroporto de Reno-Tahoe, no estado de Nevada (EUA), foi demitida após se recusar a carregar um cão doente em um avião.

Ela destacou que perdeu o emprego porque insistiu que o cão deveria ser levado a um veterinário. Segundo Lynn, seu supervisor a mandou embarcar o cão no avião, pois não era problema deles se o animal estava doente.

Como se negou, o supervisor a mandou para casa e depois a demitiu. De acordo com a emissora de TV "KRNV", a direção do aeroporto recebeu mais de 250 e-mails e 100 telefonemas de pessoas pedindo a recontratação de Lynn.

Fonte: Globo.com via Tribuna da Bahia - Foto: Marilyn Newton/Reno Gazette-Journal/AP

Avião perdido no Irã era usado para espionagem, diz jornal

Um avião não-tripulado perdido pelos Estados Unidos no Irã era usado pela CIA (agência de inteligência americana) para missões secretas, informou nesta terça-feira o jornal The Washington Post, que cita fontes governamentais.


No domingo, o governo do Irã afirmou que suas defesas aéreas tinham derrubado um avião RQ170 (similar ao da foto acima), um dos aparatos mais avançados da pequena frota aérea da CIA, na região fronteiriça com o Afeganistão.

Os Estados Unidos e a Otan admitiram que tinham perdido contato com um de seus aviões não tripulados, mas não deram mais detalhes sobre o modelo e a região onde ele teria se perdido.

"Os informantes disseram que aparentemente os militares do Irã têm agora em suas mãos um dos aparatos de espionagem mais avançados na pequena frota da CIA, um avião desenhado para evadir as defesas inimigas", publicou o jornal.

A CIA utilizou os aviões não tripulados RQ170 para missões clandestinas no espaço aéreo de outros países, inclusive a observação durante meses de um prédio no Paquistão onde estava escondido o chefe da Al-Qaeda, Osama bin Laden. Em maio, uma incursão de forças especiais americanas no Paquistão matou Bin Laden.

O jornal afirmou que uma porta-voz da CIA e um porta-voz do Pentágono evitaram responder se o aparelho perdido no Irã cumpria missões da CIA no momento.

Os aviões RQ170 têm um revestimento especial e estão moldados como um morcego, com uma forma desenhada para penetrar as defesas aéreas de outros países sem serem detectados.

Fonte: EFE via Terra - Foto via futuroliteral.files.wordpress.com

Modelo tem mão decepada ao descer de monomotor e esbarrar em hélice

Lauren Scruggs, de 23 anos, havia sobrevoado Dallas com um amigo.

Familiares acreditam que ela queria agradecer ao piloto após o pouso.


Uma modelo americana de 23 anos sofreu sérios ferimentos ao esbarrar sem querer na hélice do monomotor Aviat A-1C-180 Husky, prefixo N62WY, que acabara de pousar ao norte de Dallas, no Texas, na noite de sábado (3). Lauren Scruggs teve uma mão decepada e sofreu cortes na lateral esquerda do rosto e no ombro.

Scruggs é editora de uma revista online de moda e já trabalhou no departamento de figurino do seriado "Gossip Girl". Ela tinha acabado de descer do avião com um amigo após um voo noturno para ver as luzes de Natal na cidade, quando caminhou de encontro com a hélice no nariz do pequeno avião, que ainda estava girando.

Os pais da jovem disseram nesta terça-feira (6) que ela está respondendo aos chamados e se recupera lentamente. Ela passou por uma série de cirurgias no final de semana, de acordo com o noticiário americano ABC News.

"Foi realmente um horrível acidente. Acredito que ela tenha ido agradecer ao piloto", afirma o pai da modelo, Jeff Scruggs. Segundo os familiares, ela não havia consumido bebidas alcoólicas naquela noite.

Fontes: ASN / G1 - Foto: Reprodução/ABC News

Avião da Embraer testará novo tipo de biocombustível

Biocombustível de levedura

Uma nova modalidade de bioquerosene de aviação, produzido a partir de leveduras geneticamente modificadas, será testado no voo de um jato da Embraer no primeiro semestre do próximo ano, possivelmente durante a conferência ambiental Rio+20.

A informação foi dada por representantes da própria Embraer e da Amyris, detentora da tecnologia de produção do combustível, durante o seminário Combustíveis Alternativos para Aviação, realizado em São José dos Campos (SP).

"A levedura é a mesma usada na fermentação do pão ou da cerveja", disse Luciana Di Ciero, diretora da Amyris, empresa de origem americana que mantém instalações no Techno Park de Campinas. "Só que, modificada geneticamente, ela produz um produto, o farneseno, que além de ser um combustível em si, também pode ser modificado quimicamente para dar origem a vários produtos, como bioquerosene de aviação".

O insumo consumido pela levedura é o açúcar, que pode ter qualquer origem - desde o açúcar de cana ao que poderá, eventualmente, ser produzido a partir de celulose, como esperam os pesquisadores que desenvolvem os chamados biocombustíveis de segunda geração.

Bioquerosene de aviação

Em sua apresentação durante o evento, Alexandre Tonelli Filogonio, engenheiro de Desenvolvimento de Combustíveis Alternativos da Embraer, lembrou que a ênfase atual nas pesquisas de biocombustíveis para aviação envolve a busca pelos chamados drop-in, produtos de origem renovável que sejam o mais parecidos possível, em suas propriedades químicas e físicas, com o querosene de aviação de origem fóssil, de modo que possam ser usados nos aviões já existentes, sem a necessidade de adaptações na mecânica ou na performance dos aparelhos.

Ao menos por enquanto, desenvolvimentos como o Ipanema, avião da Embraer construído especialmente para consumir etanol, devem continuar a ser exceções restritas a nichos específicos. O Ipanema, por exemplo, vem sendo adotado na pulverização de plantações.

Já existem duas tecnologias, aprovadas por órgãos reguladores internacionais, para a produção de bioquerosene de aviação, usada numa mistura com pelo menos 50% de querosene de aviação de origem fóssil. Se aprovada, a versão da Amyris será a terceira. "O mais complicado é a certificação", disse Luciana. "Estamos prevendo o final do processo para 2015 ou 2016".

Filogonio lembrou que o setor da aviação está sob forte pressão para reduzir suas emissões de gases causadores do efeito estufa. Já a partir de 2012, todas as emissões de voos com origem ou destino em países da União Europeia passarão a fazer parte do ETS, o sistema europeu de comércio de permissões para lançar gases do efeito estufa na atmosfera.

"A aviação é responsável por 2% a 3% das emissões mundiais", disse Filogonio. "Mas, à medida que outros setores vão adotando estratégias renováveis, como a energia solar, eólica, o etanol, a participação proporcional do setor aéreo tende a crescer, e a aviação torna-se vidraça nessa questão".

O uso de biocombustível tem o potencial de reduzir as emissões líquidas e CO2 do setor quando se leva em conta o ciclo completo do produto, considerando-se o dióxido de carbono retirado da atmosfera pelas plantações que servem de matéria-prima. Participantes do seminário lembraram que é preciso um acompanhamento cuidadoso para garantir que realmente haja captura de carbono no ciclo completo.

Alfred Szwarc, representante da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), depois de destacar o crescimento do mercado de aviação no Brasil, chamou atenção para a necessidade de políticas de incentivos. "Em 30 anos envolvido no setor de energias alternativas", disse ele, "nunca vi um projeto avançar sem algum tipo de incentivo".

Plataforma Brasileira

Também durante o evento, o diretor técnico da Curcas Diesel Brasil, Claudio Eberling, apresentou a Plataforma Brasileira de Bioquerosene de Aviação, uma iniciativa que reúne, além da Curcas, a Embrapa Bioenergia e a Associação Brasileira de Produtores de Pinhão-Manso (ABPPM).

O grupo pretende ter, até 2014, uma unidade de produção de biocombustíveis, incluindo biodiesel e bioquerosene de aviação, já implantada e em operação no Sudeste brasileiro. O Estado de São Paulo consome cerca de 60% do querosene de aviação usado no Brasil.

Eberling citou, além das restrições que entrarão em vigor na Europa, a meta da IATA, a organização internacional das empresas de transporte aéreo. Em 2009, a IATA assumiu o compromisso de congelar as emissões de CO2 do setor até 2020. Nota emitida pela associação, na época, prometia que, mesmo com o crescimento da demanda por viagens aéreas, "as emissões da aviação não aumentarão".

"Em parte isso virá de tecnologias novas, melhoria na infraestrutura dos aeroportos e, também, com o uso de energias renováveis", disse Eberling. A IATA espera que, a partir de 2015, 1% do querosene de aviação originário de petróleo seja substituído por bioquerosene, chegando a 6% em 2020.

A Plataforma Brasileira contempla a pesquisa para o aprimoramento das plantas que poderão servir de matéria-prima - com ênfase no pinhão-manso (Jatropha curcas) -, o processamento, o refino, a logística e a chegada ao consumidor final.

"Hoje, para suprir a necessidade de produção de bioquerosene, será necessário o uso de várias matérias-primas", disse Eberling em sua apresentação, reconhecendo que, ao menos por enquanto, a produção de pinhão-manso não dá conta da demanda esperada. Segundo ele, hoje o Brasil consome 5 milhões de toneladas anuais de querosene de aviação. Com a meta de substituição de 1% desse total por bioquerosene até 2015, a massa necessária de combustível renovável, apenas no Brasil, seria de 50.000 toneladas.

Além de outras fontes vegetais, o executivo citou o possível uso de gordura animal e a reciclagem de óleo de fritura de grandes restaurantes e lanchonetes.

Eberling destacou ainda a realização, no fim de novembro e início de dezembro, do 2º Congresso Brasileiro de Pesquisa em Pinhão-Manso e do Workshop Pan-Americano de Sustentabilidade nos plantios de Pinhão-Manso. "O objetivo é promover, na jatropha, a escalabilidade com sustentabilidade", disse ele, mencionando estudos que vêm sendo realizados em países como Estados Unidos, México, Colômbia e Brasil.

O seminário Combustíveis Alternativos para a Aviação foi realizado pela Organização Brasileira para o Desenvolvimento da Certificação Aeronáutica (DCA-BR).

Fonte: Carlos Orsi - Inovação Unicamp - Imagem via pilotoligado.com.br

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

UE detalha medidas tomadas em disputa Airbus vs Boeing na OMC


A União Europeia detalhou os 36 passos que tomou para cumprir as exigências de um painel do Órgão de Resolução de Litígios (ORL) da Organização Mundial de Comércio (OMC) após os Estados Unidos terem reclamado dos subsídios que a UE deu à Airbus.

Entre as medidas tomadas para atender ao prazo de 1o de dezembro da OMC, a UE citou o pagamento pela Airbus de 1,7 bilhão de euros (2,29 bilhões de dólares) em financiamento estatal.

"Como resultado desta análise, a UE adotou uma série de medidas que se referem a todas as formas de efeitos adversos, a todas as categorias de subsídios e a todos os modelos de avião da Airbus cobertos pelas exigências e recomendações do ORL", afirmou a UE em um documento de seis páginas.

O bloco disse que as medidas impactarão em todas as categorias de subsídios cobertas pelas normas da OMC: contribuição de capital, suporte de infraestrutura, ajuda regional e empréstimos de Alemanha, França e Espanha.

Empréstimos desses três países serão pagos, taxas e leasings aumentarão para trazer suporte de infraestrutura em linha com os princípios do mercado e contribuições de capital e ajudas regionais "chegaram ao fim", segundo a UE.

Seis modelos de Airbus serão incluídos: A300, A310, A320, A330, A340 e A380, assim como os derivados.

Por outro lado, a UE fez uma queixa semelhante na OMC contra as ajudas dos EUA à Boeing, maior concorrente da Airbus.

O chefe do escritório de Representação Comercial (USTR) dos Estados Unidos, Ron Kirk, recebeu o relatório queixa da UE na quinta-feira mas ainda não se pronunciou se ficou ou não satisfeito ou com os passos tomados pelo bloco europeu, pedindo tempo para examinar as medidas.

Uma porta-voz do representante de Comércio se negou a fazer comentários depois que a UE publicou o documento nesta sexta-feira, alegando que a análise estava em andamento. Um representante da Boeing também não se pronunciou.

Especialistas em comércio duvidam, no entanto, se as medidas da UE vão agradar aos EUA, o que pode causar medidas regulatórias. A Airbus havia dito na quinta-feira que as medidas da OMC precisavam de pequenas mudanças pela UE, o que uma fonte da indústria norte-americana classificou como risível.

Fonte: Tom Miles (Reuters) via G1

Empresa aérea americana lança aplicativo para rastreamento de malas

A companhia aérea Delta Airlines lançou um aplicativo para iOS e Android que, além de fazer o check-in, também é capaz de rastrear sua bagagem despachada. O Fly Delta, como é chamado o app, já está disponível gratuitamente na loja de aplicativos das duas plataformas.

App da Delta Airlines rastreia bagagem despachada
Pior que ficar esperando sua mala aparecer na esteira no aeroporto é quando ela não aparece e a empresa não sabe onde foram parar suas coisas. Pensando nisso, a Delta Airlines lança um aplicativo para aparelhos com os sistemas da Apple e do Google, capaz de rastrear a localização de sua mala a partir do seu bilhete de embarque e também realizar o check-in.

Calma! O aplicativo não é capaz de mostrar a localização da mala em um mapa a partir de uma antena GPS. Ele checa se a mala está no seu próprio voo e o momento em que ela sai do avião e vai em sua direção na área de desembarque. Todas as informações são apresentadas para o usuário em uma tela com o horário de controle e por onde a bagagem passou, algo bastante similar ao que existe em serviços de rastreio de encomendas.

Para checar a última atualização da bagagem, basta apontar a câmera do smartphone (ou tablet) para o bilhete do despacho da mala e aguardar o resultado. É simples e poupa muito tempo na hora de procurar a esteira em que sua mala aparecerá, já que isso também é mostrado nas informações do app.

Fonte: Mobilepedia via André Fogaça (para o TechTudo) - Imagem: Reprodução

Uso de aviões sem piloto em missões militares se espalha pelo mundo

Presente em diversos continentes, o sistema chegou também ao Brasil, onde existem fábricas. O Sem Fronteiras examina o impacto dessa nova tecnologia na maneira moderna de fazer guerras, hoje e no futuro.


Fonte: Sem Fronteiras (Globo News) via G1

Aeroportos regionais não têm segurança

Ladrões entram no Campo dos Amarais, em Campinas, para roubar pilotos. Passageiro tenta pegar carona em avião já na pista do Aeroporto Leite Lopes, de Ribeirão Preto. Catadores de papelão circulam por hangares em Sorocaba. Esses são apenas alguns flagrantes da insegurança que atinge os quase 700 aeroportos regionais.

Preocupada com isso e com os grandes eventos que o Brasil receberá nos próximos anos, como a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016, a Polícia Federal planeja assinar convênios com as polícias estaduais para aumentar a segurança de quem usa a aviação nacional.

"É inviável, em face das nossas atribuições, manter uma segurança nesses 700 aeroportos. Não há policiais disponíveis. Em razão disso, há um plano para que a PF fique só em grandes aeroportos internacionais ou de intensa movimentação de passageiros, como o de Congonhas", confirma o delegado Roberto Ciciliati Troncon Filho, superintendente regional da PF em São Paulo.

Só em São Paulo são quase 80 aeródromos públicos. Incluem de pequenos aeroclubes a aeroportos com grande movimentação regional, como os de Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e Bauru. Mesmo pistas regulares são usadas sem qualquer restrição por traficantes de drogas e ladrões.

Há suspeita, por exemplo, de que parte das joias roubadas no assalto à agência do Itaú tenha saído pelo Campo dos Amarais. E casos em que o assalto aconteceu na pista. Em setembro, um instrutor e um aluno ficaram sob ameaça de arma por cinco minutos, até que o suspeito revirasse a aeronave e fugisse, com dinheiro e pertences.

No restante do País, a situação não é diferente. Mesmo parte das pistas de pouso que recebem voos internacionais, como as de Uruguaiana (RS), Navegantes (SC), Corumbá (MS) e Boa Vista (RR), não conta com posto fixo da PF, que só é chamada quando há necessidade urgente.

Segundo a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), isso acontece porque a demanda por esse tipo de voo é pequena nesses locais.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: G1