domingo, 26 de abril de 2009

Rubens Barrichello vai para o espaço. Como turista.

Em mais uma polêmica alimentada pela equipe Brawn GP, a notícia que circulou ontem não trata apenas de corrida em um circuito. Será mesmo pelo espaço. O piloto brasileiro Rubens Barrichello deverá ser um dos próximos integrantes da Virgin Galactics, a companhia que já realizou uma série de viagens com tripulações onde um é o ‘turista espacial’.

Ontem, Richard Branson, o multimilionário dono da empresa – que é patrocinadora da escuderia Brawn GP, pela qual Barrichello está disputando o mundial de Fórmula Um – anunciou que o piloto brasileiro e o tricampeão mundial Nikki Lauda, aceitaram participar do programa de turismo espacial da Virgin que vai entrar em nova etapa, com a construção de um ônibus para 7 pessoas, um piloto e seis tripulantes, e que deverá estar pronto no final deste ano.

A partir de então, serão 18 meses de testes para o programa de lançamento, onde a nave seria colocada em órbita conjugada a um avião. Branson e sua família também estarão entre os passageiros da primeira viagem. Barrichello, que confirmou sua inclusão, teria pago US$ 200 mil (pouco mais de R$ 400 mil) pelo bilhete de turista espacial. Já Nikki Lauda, que é dono de uma empresa aérea (a Lauda Air) e habitualmente pilota seus aviões, afirmou que pretende ser o piloto desta nova experiência.

A viagem deverá durar 2h30 e o SpaceShuttle ShipTwoo deverá alcançar a altitude de 109 km. Os ocupantes do ônibus ficarão de 4 a 5 minutos sob o estágio da gravidade zero. Após retornarem à Terra, todos serão considerados, oficialmente, astronautas.

As primeiras viagens serão semanais e acontecerão a partir da base de lançamento do Deserto da Califórnia (EUA). Depois dos primeiros vôos, a Virgin Galacty pretende que as viagens possam ter uma ou duas edições diárias, de acordo com o número de compradores. Será construído um Centro Especializado de Treinamento no estado do Novo México (EUA) que funcionará como base central do projeto.


Enquanto curte a possibilidade do ‘sonho de criança’ (como anunciou o seu ingresso neste projeto), Barrichello participa neste domingo de mais uma corrida, o GP do Bahrein, onde larga em sexto lugar.

Fonte: Agência Estado via Brasilturis

Carro feito com avião de guerra quer recorde de velocidade

O veículo foi construído a partir de um antigo caça e tem cerca de 17 m de comprimento

A fuselagem do caça foi comprada por US$ 25 mil, há 10 anos, para ser transformada em carro de corrida

Um estudo mostra o fluxo de ar em torno no veículo - as áreas laranjas indicam onde a velocidade se aproxima à do som

O Bloodhound, projeto semelhante ao Eagle, quer alcançar uma velocidade de 1000 milhas por hora

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Quando Ed Shadle era menino, era possível comprar um carro velho por US$ 200, desamassar a carroceria com um martelo, equipá-lo com um motor poderoso, pintá-lo de vermelho brilhante e levá-lo aos subúrbios da cidade para disputar rachas de semáforo a semáforo, até que a polícia chegasse para acabar com a diversão.

Shadle tem 67 anos agora e se aposentou como engenheiro de campo da IBM. Mas continua a correr. Há 10 anos, ele e seu amigo Keith Zanghi compraram mais uma daquelas velharias no Maine, repararam os amassados, alteraram alguns detalhes externos, instalaram um motor poderoso e pintaram o veículo de vermelho.

Acontece que o veículo é um caça Lockheed F-104 Starfighter, um interceptador monoturbina que dominou os céus nos anos 50 e 60, atingindo velocidades até Mach 2,2.

"No mundo pós 11 de setembro, dificilmente nos deixariam comprá-lo", diz Shadle. Mas, em 1999, eles saíram do ferro-velho com o avião, pagando US$ 25 mil.

E no ano que vem, talvez em 4 de julho, o dia da independência dos Estados Unidos, eles planejam levar o North American Eagle ao deserto de Black Rock, Nevada, e bater com ele o recorde de velocidade terrestre, correndo a cerca de 1.300 km/h, ou 80 km/h acima da velocidade do som. Shadle será o piloto.

O Eagle está enfrentando séria concorrência. No ano passado, Richard Noble e Andy Green, do Reino Unido, que romperam a barreira do som ao estabelecer o recorde de 1.227 km/h em 1997, anunciaram o projeto Bloodhound, um programa de três anos para construir um carro acionado por foguetes e jatos e capaz de velocidade da ordem dos 1.600 km/h.

O Bloodhound conta com patrocínio do setor privado, apoio técnico de universidades e algumas verbas de financiamento educacional do governo britânico. O Eagle, de sua parte, conta com 44 voluntários que dedicam férias e finais de semana a construir o mais poderoso dos carros envenenados.

Doadores ofereceram equipamentos e contribuições técnicas vitalmente importantes para o Eagle, mas como a maior parte dos voluntários eles o fazem basicamente por diversão. Zanghi diz que ele e Shadle investiram cerca de US$ 250 mil no Eagle, ao longo dos últimos 10 anos, com apenas uma idéia em mente: "O que desejamos", diz Shadle, em voz rouca e com um meio sorriso cinematográfico, "é andar rápido".

Era essa a idéia em um domingo recente no aeroporto de Spanaway, uma pequena pista de pouso privada alguns quilômetros ao sul de Tacoma, Washington. O Eagle chegou por volta das 10h em seu reboque personalizado, e uma hora mais tarde estava posicionado de maneira resplandecente sobre o asfalto da pista. Do nariz à cauda, o comprimento é de 17,06 metros, e o peso é de 5,9 toneladas. O veículo é acionado por uma turbina a gás General Electric LM1500, mais conhecida como J79 quando acionava o F-104.

A turbina foi emprestada pela S&S Turbine Services, uma empresa canadense que reconstrói J79s para repressurizar poços de gás natural. A turbina atual foi alterada de forma a gerar 42,5 mil HP de potência, mas para o recorde a S&S está preparando um motor que ficará perto dos 50 mil HP.

As regras são simples: cronometre a velocidade do veículo em percurso medido de uma milha (1.609 metros); inverta a direção, fazendo o mesmo percurso no sentido oposto; e extraia a média das duas velocidades. Shale diz que o Eagle precisaria percorrer cerca de 13 quilômetros em cada direção: dois quilômetros para se aquecer e atingir velocidade de 250 km/h, mais seis quilômetros para acionar o pós-queimador e levar o veículo à velocidade de recorde, uma milha no percurso medido e mais oito quilômetros para parar.

O veículo precisa ter no mínimo quatro rodas, duas das quais direcionáveis, e retornar ao ponto de partida em 60 minutos. E é tudo. "Na Fórmula 1 ou Nascar, as regras são grossas como a Bíblia; aqui, apenas meia página", diz Shadle.

Mas considerem os desafios envolvidos: a borracha dos pneus se derrete a velocidades superiores a 560 km/h, de modo que o Eagle utiliza rodas especiais de liga de alumínio, com ranhuras para melhor tração em superfícies macias. Elas não funcionam no asfalto ou concreto. Os freios são ímãs de ligas especiais que geram potência de frenagem equivalente a 4,7 mil HP, à medida que o tambor magnetizado se aproxima da roda de alumínio, desacelerando-a gradualmente sem jamais tocar nela. O grande imponderável é a barreira do som. No céu, a onda de choque simplesmente se dissipa. Mas em terra ela pode se refletir no chão e lançar o veículo ao ar. Porque cada carro é único, o problema precisa de uma solução diferente a cada tentativa. A modelagem em computador ajuda - mas apenas até certo ponto.

Noble, do projeto Bloodhound, conhece bem o desafio.

"Nós o fizemos uma vez, e agora temos de repetir", ele disse em entrevista por telefone. "As forças são imensas - havia uma força de 15 toneladas exercida contra a frente do veículo, ao estabelecermos o recorde. É preciso dedicar muito tempo à aerodinâmica".

Fonte e imagens: The New York Times (Tradução: Paulo Migliacci) via Terra

Uma ‘invenção’ para achar aviões acidentados

Professor da UFRJ propõe uma nova função para o luminol

Usado pela polícia para ajudar a desvendar crimes, o luminol, que identifica substâncias como sangue, mesmo após o local ter sido lavado, poderá ser utilizado também para localizar aeronaves que caem em lugares de difícil acesso e, consequentemente, encontrar com rapidez as vítimas. A ideia é do farmacêutico Claudio Cerqueira Lopes, 53 anos, professor de Química da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), criador do luminol brasileiro, mais eficaz que o dos Estados Unidos.

O luminol puro reluz durante 30 segundos. Já misturado a outras substâncias, prolonga em até duas horas a luminosidade, que pode ser percebida por satélite. O produto, que é líquido, será acondicionado em sacos de polipropileno, desenvolvido também por Cerqueira, e ‘colado’ na fuselagem do avião. Segundo o professor, a ideia é colocar um milhão desses sacos — cada um pesando apenas 0,1 grama — nas aeronaves. “Com o impacto da queda, ele se espalhará e ‘iluminará’ o local. Dessa forma, a aeronave pode ser localizada e, se houver sobreviventes, eles serão resgatados rapidamente. Se houver mortos, a família terão acesso aos corpos e saberá o destino dos parentes”, explicou o professor, PhD em Química e doutor na mesma área pelos EUA.

O produto foi apresentado este mês na Latin America Aerospace and Defense, no Riocentro. Cerqueira espera apoio para conseguir testá-lo. O luminol criado por ele foi patenteado pelos EUA depois do caso Isabella Nardoni, a menina que morreu ao ser jogada da janela em São Paulo, em 2008.

Fonte: Maria Inez Magalhães (O DIA Online)

Nos Estados Unidos, não tem farra de passagens

Lá, os parlamentares têm que comprovar todos os gastos com dinheiro público



É sexta-feira, dia de plenário vazio no congresso nacional americano. Deputados e senadores já deixaram Washington e viajaram para as suas bases eleitorais.

Nos Estados Unidos, as passagens aéreas pagas com dinheiro público só podem ser usadas em viagens oficiais ou para levar e trazer o parlamentar do estado dele para Washington. Cada gabinete é obrigado a mostrar - para quem pedir - a relação de todas as passagens.

As regras são bem claras. É proibido usar os bilhetes aéreos para viagens pessoais ou campanhas políticas. Parentes não podem ganhar passagens, a não ser em casos excepcionais, previstos em lei. Se o deputado ou senador quiser participar de um congresso patrocinado por uma empresa privada, quem paga o transporte é o patrocinador.

Tudo fica registrado em vários sites, na internet. É uma informação pública. Eleitor, adversário político, todos podem saber, facilmente, para onde o parlamentar viajou. O mesmo vale para os assessores. É só digitar o nome e a informação aparece. Por exemplo, pelo nome do deputado Barney Frank, de Massachussets, pode-se ver a lista de viagens que ele fez, no ano passado.

As passagens são pagas com a verba de gabinete que, no caso dos deputados, pode chegar ao equivalente a R$ 183 mil por mês.

Para evitar erros e abusos, os partidos oferecem aos parlamentares um manual bem simples, com perguntas e respostas sobre o uso de passagens aéreas, pagas com dinheiro público. "Posso pagar a passagem para um convidado participar de um encontro político?", pergunta um deputado. A resposta é "não".

Fonte: Bom Dia Brasil (TV Globo)

Esquema de venda de passagens na Câmara é revelado

Novas denúncias de comércio dos bilhetes aéreos que a Câmara paga para os deputados deram mais argumentos aos que defendem a moralização do uso das passagens



Uma comissão de sindicância descobriu que agências de viagem tinham acesso direto ao departamento de passagens da Câmara em um esquema clandestino de venda de bilhetes.

Entre os deputados, apesar disso tudo, ainda é grande a resistência ao projeto que tenta botar um freio na farra das passagens.

A votação será aberta. Na terça-feira, quem estiver contra as mudanças terá que dizer no microfone, no plenário.

O projeto limita o uso das passagens aéreas aos deputados e assessores autorizados por escrito, e apenas para voos nacionais.

Mas são grandes as pressões para que o projeto libere o uso das passagens para os parentes dos deputados.

“Defendo que seja feito esse ajuste que possa dar oportunidade de deslocamento da esposa e dos filhos quando necessário”, afirma o deputado Rômulo Gouveia (PSDB-PB).

Novas denúncias de comércio dos bilhetes aéreos que a Câmara paga para os deputados deram mais argumentos aos que defendem a moralização do uso das passagens. Até agora, 18 deputados têm os nomes relacionados com a venda ilegal das passagens. Um esquema que só pode ocorrer com a participação de alguém do gabinete do deputado.

O passageiro compra e paga a passagem para a agência de turismo. A agência fica com o dinheiro, mas não emite o bilhete. Um funcionário da agência entra em contato com o gabinete do deputado e pede que a passagem seja emitida pela cota do parlamentar, em nome do comprador do bilhete. É a Câmara que paga a companhia aérea.

Por fim, o dinheiro que a agência recebeu do passageiro é dividido com o gabinete do deputado.

O dono da agência Infiniti, de Brasília, Márcio Bessa, admitiu a emissão de passagens para clientes dele na cota do deputado Aníbal Gomes (PMDB-CE). Mas, segundo Márcio, Aníbal Gomes estava pagando uma dívida que tinha com a agência.

“Eu tinha que saldar a dívida junto com a minha empresa. E era a única forma que eu podia saldar essa dívida”, conta Márcio Bessa.

Nesta sexta-feira, a comissão de sindicância da Câmara constatou que o ministro Eros Grau e o presidente do Supremo Tribunal Federal foram vítimas da máfia de venda de passagens.

O ministro Gilmar Mendes pagou as passagens dele e da mulher para os Estados Unidos em julho do ano passado, mas os bilhetes foram emitidos na cota do deputado Paulo Roberto (PTB-RS). O código de emissão da passagem pela Câmara foi trocado, para esconder a irregularidade. O deputado acusou um ex-funcionário.

A comissão de sindicância descobriu também que funcionários de agências de turismo que integravam o esquema tinham a senha de deputados e pediam a emissão das passagens aéreas diretamente à Câmara.

O corregedor disse que todas as denúncias serão investigadas.

“Caso fique comprovado que algum parlamentar participou da venda de passagens, não há outro caminho a não ser configurar a quebra de decoro parlamentar e evidente que esse deputado responderá conforme as leis do Código de Ética”, declarou o deputado ACM Neto (DEM-BA), corregedor da Câmara.

O projeto que limita o uso das passagens na Câmara manteve um privilégio para os líderes partidários. Eles continuarão tendo direito a uma cota até 25% superior à dos outros deputados. O Senado já acabou com esta cota extra.

Fontes: G1 / Jornal Nacional (TV Globo)

sábado, 25 de abril de 2009

Avião "capota" após pouso de emergência em Imperatriz (MA)

O avião Aero Boero AB-115, prefixo PP-FLL se acidentou por volta de 16h30 deste sábado (25). O piltoto fazia um teste no avião quando precisou realizar um pouso de emergência, numa lagoa localizada a 2 km do aeroporto Renato Cortez Moreira, no bairro Bacuri, em Imperatriz, no Maranhão.

Durante o pouso de emergência, o avião foi de encontro a uma cerca de arame farpado e acabou virando (pilonou).

Duas pessoas que estavam no monomotor foram levadas para um hospital de Imperatriz. O piloto José Maria e uma médica identificada por Drª Hilma tiveram ferimentos leves.

O Corpo de Bombeiro isolou a área onde o avião tombou. A Infraero deverá divulgar nos próximos dias as causas do acidente.

Fonte: Imirante.com - Fotos: João Rodrigues

Ministério da Saúde anuncia medidas para evitar a entrada da gripe suína no país

Voos procedentes do México e nos Estados Unidos serão monitorados para evitar a entrada de pessoas infectadas pelo vírus

O Ministério da Saúde divulgou hoje uma nota informando que o Brasil intensificou o monitoramento nos aeroportos para evitar a entrada de pessoas infectadas pelo vírus da gripe suína, nos voos procedentes do México e nos Estados Unidos. Segundo a nota, não há evidências da circulação do vírus influenza em humanos no Brasil nem suspeita ou registro de gripe suína causada pelo mesmo agente identificado. O documento informa que o consumo de produtos de origem suína não representa risco à saúde das pessoas.

O Gabinete Permanente de Emergência — formado por representantes do Ministério da Saúde, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento — já foi acionado e se reunirá diariamente em Brasília para acompanhar a evolução epidemiológica da situação e indicar as medidas adequadas ao país. A tripulação das aeronaves vinda dos Estados Unidos e do México será orientada a informar os passageiros, ainda durante o voo, sobre os sintomas que definem casos suspeitos, como febre acima de 39 graus, acompanhadas de tosse ou dores de cabeça, nos músculos e nas articulações. Aqueles que apresentarem esses sintomas serão orientados a procurar o posto da Anvisa no aeroporto de desembarque no Brasil e, se necessário, encaminhados para unidades de referência de atendimento na rede pública de saúde.

Um material educativo com informações sobre os sintomas, medidas de proteção e higiene será distribuído aos passageiros desses voos, bem como as orientações para que procurem assistência médica. A nota recomenda que os profissionais de saúde das redes pública e privada fiquem atentos para a notificação de possíveis casos suspeitos, e que os viajantes com destino aos dois países afetados pela doença fiquem atentos às recomendações dos governos das áreas afetadas. As coordenações estaduais de vigilância em saúde foram orientadas para comunicar imediatamente a ocorrência de casos suspeitos ao Ministério da Saúde, por meio das 19 unidades que integram a rede do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (Cievs).

Fonte: Agência Brasil via Zero Hora

Brasileiros detidos na Espanha serão mandados de volta ao Brasil

O Ministério de Relações Exteriores (MME) informou neste sábado que quatro brasileiros detidos no aeroporto de Madri serão mandados de volta ao Brasil.

O técnico em informática Márcio Menezes, sua mulher, Marluce Borges Rosado, seu filho de 4 anos, Felipe Rosado Menezes, e sua cunhada, Marilu Borges Rosado, foram detidos pelas autoridades espanholas na manhã de hoje (por volta das 5h no horário de Brasília), quando tentavam entrar naquele país, onde iriam passar um período de férias.

Apesar de todos eles terem mostrado que tinham dinheiro suficiente para custear as despesas com estadia e alimentação, de terem comprovado ter emprego e residencia fixos no Brasil e de terem apresentado até suas passagens de volta, a entrada deles na Espanha não foi permitida e a previsão é de que eles saiam de lá ainda hoje num voo de volta ao Brasil.

Eles passaram o dia em fechados em uma sala no aeroporto, junto com outros 15 brasileiros na mesma situação.

De acordo com o Itamaraty, em contato com o Consulado do Brasil na Espanha, descobriu-se que os brasileiros foram impedidos de ficar porque não apresentaram um documento chamado "carta-convite" - uma espécie de autorização dada pela polícia espanhola antes de o turista deixar seu país de origem.

O Itamaraty explica que as informações sobre a obtenção desta documentação estão explicadas de forma detalhada em seu site e faz um alerta aos brasileiros que pretendem viajar a qualquer país da União Européia para que obtenham a tal carta-convite para evitar esse tipo de situação, já que não é de hoje que as autoridades de lá endureceram a fiscalização na entrada de turistas.

Além disso, é recomendável que o brasileiro também viaje portando o telefone do consulado brasileiro no país em que pretendem ir, informação que também é obtida no site do MME, no endereço www.abe.mre.gov.br.

O MME informou ainda que o consulado brasileiro solicitou que as autoridades espanholas produzam uma espécie de relatório informando detalhadamente o porquê da não entrada destes brasileiros em Madri.

Fonte: Jornal do Brasil

Tripulante de avião britânico internado com "sintomas de gripe"

Um tripulante de avião da companhia britânica British Airways foi internado em Londres com "sintomas de gripe" depois da chegada do vôo procedente do México, informou uma fonte de hospital para onde foi levado, neste sábado.

O homem, com identidade não revelada, está "com gripe e responde bem ao tratamento", disse.

Um porta-voz da British Airways confirmou que o tripulante esteve no vôo BA242 procedente da Cidade do México com destino ao aeroporto de Heathrow, que pousou às 14H00 locais (13H00 GMT).

Fonte: AFP

Saiba mais: gripe suína

Imagem do vírus H1N1 da gripe suína (CDC/Reuters)

Perguntas e respostas sobre a gripe suína

A gripe suína, que causou 20 casos de mortes confirmadas no México e dez casos de infeção confirmadas nos Estados Unidos, vem sendo motivo de muitas interrogações entre a população ante o alerta das autoridades sanitárias.

P. O que é a gripe suína?

R. Trata-se de uma doença respiratória que começa em criadores de porcos, um vírus gripal do tipo A que pode se propagar rapidamente.

P. É transmissível ao ser humano?

R. Sim, começando, em geral, por pessoas que estejam em contacto com esses animais.

P. Pode-se contrair a doença comendo carne de porco?

R. Não, como recordou neste sábado em Paris o Ministério da Agricultura. "A gripe de origem suína no México não se transmite pela carne, mas por via aérea, de pessoa para pessoa".

A temperatura de cozimento (71º Celsius) destrói os vírus e as bactérias, precisam os Centros de Controle de Enfermidades dos Estados Unidos (CDC).

P. Trata-se de um novo tipo de gripe suína?

R. Assim como no ser humano, os vírus da gripe sofrem mutação contínua no porco, um animal que possui, nas vias respiratórias, receptores sensíveis aos vírus da influenza suínos, humanos e aviários.

Os porcos tornam-se, então, "crisóis" que favorecem o aparecimento de novos vírus gripais, através de combinações genéticas, em caso de contaminações simultâneas.

Esses tipos de vírus híbridos podem provocar o aparecimento de um novo vírus da gripe, tão virulento como o da gripe aviária e tão transmissível como a gripe humana.

Esse tipo de vírus que o sistema imunológico humano desconhece poderia ter as características necessárias para desencadear uma pandemia de gripe.

P. Quais são os países afetados até o momento?

R. Exceto México e Estados Unidos, únicos países em que se registraram casos, as autoridades de Peru, Chile, El Salvador, Honduras, Colômbia, Nicarágua, Brasil e Costa Rica ativaram planos de vigilância sanitária.

No Canadá, a ministra da Saúde, Leona Aglukkaq, pediu à população para manter-se alerta.

P. Existe vacina contra esta doença?

R. Só para os porcos. Não para o ser humano. Segundo as autoridades mexicanas, que citam a Organização Mundial de Saúde (OMS), a vacina existente para humanos é para uma cepa anterior ao vírus, com o qual não é tão eficaz. Mas "a produção de vacina pode tornar-se possível na medida em que o vírus tenha sido identificado".

O Tamiflu, o medicamento que contéme oseltamivir, utilizado contra a gripe aviária, é eficaz diz a OMS.

A vacina contra a gripe estacionária humana não protege contra a gripe suína.

P. Por que a OMS está em estado de alerta?

R. "Porque há casos humanos associados a um vírus de gripe animal, mas também pela extensão geográfica dos diferentes focos, assim como pela idade não habitual dos grupos afetados", explicou a OMS em comunicado.

Fonte: AFP

Entenda como a gripe suína se espalha entre humanos

Segundo especialistas, vírus não passa facilmente de humano a humano.

Contato com porcos aumenta risco, mas consumo de carne suína é seguro.


O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC, na sigla em inglês) divulgou algumas informações sobre o vírus H1N1, a chamada gripe suína, que está causando preocupação no México e nos EUA. Há suspeita de que 60 mortes tenham ocorrido por conta dele no território mexicano.

A análise do vírus sugere que é ele tem uma combinação de características das gripes suína, aviária e humana. Essa versão especificamente não havia sido vista antes pelos cientistas. Mas, felizmente, a conclusão inicial é a de que o vírus se espalha mais facilmente entre os porcos, e o contágio de humano para humano não é tão comum e simples quanto o da gripe comum.

A maioria dos casos ocorre quando pessoas têm contato com porcos infectados ou objetos contaminados circulando entre pessoas e porcos. Não há contaminação pelo consumo de carne ou produtos suínos. Cozinhar a carne de porco a 71 graus Celsius mata o vírus da gripe suína, assim como outros vírus e bactérias.

Os sintomas da gripe suína em humanos são similares àqueles da gripe convencional - febre repentina, tosse, dores musculares e cansaço extremo. Esse novo surto, aparentemente, também causa mais diarreia e vômitos que a gripe convencional.

Vacinas estão disponíveis aos porcos para a prevenção da gripe suína. Não há vacina para humanos, embora o CDC esteja formulando uma. A vacina contra a gripe convencional pode ajudar a prover proteção parcial contra o vírus suíno H3N2, mas não contra o H1N1, como o que está circulando agora.

Reservatório e misturador

Os porcos têm uma constituição que os permite serem infectados por gripes humanas ou aviárias. Quando um vírus da gripe de diferentes espécies infecta porcos, eles podem se misturar dentro do animal e novos vírus mutantes podem ser criados - como a cepa do H1N1 vista agora.

Esse vírus pode ser retransmitido dos porcos de volta para os humanos, que até podem se contaminar entre si, mas num processo bem mais difícil do que em uma gripe convencional.

Fonte: G1 (com informações da Reuters)

Espanha pede que voos oriundos do México informem sobre passageiros doentes

Os pilotos dos voos procedentes do México terão que informar as torres de controle dos aeroportos espanhóis sobre qualquer passageiro que apresente sintomas da gripe suína, segundo recomendações do Ministério da Saúde do país.

Além disso, os aviões serão obrigados a levar material e equipamentos de proteção suficientes para cada passageiro.

Estas foram as recomendações gerais feitas hoje pelo Ministério da Saúde da Espanha após a detecção de surtos de gripe suína nos Estados Unidos, onde oito casos já foram confirmados, e também no México, que já registrou 20 mortes e tem mais de mil casos suspeitos.

Segundo as recomendações do Governo espanhol, os aviões que seguirem para o México terão que viajar com luvas, máscaras e roupões.

Quanto aos voos que tiverem o país norte-americano como país de origem, foi recomendado que as tripulações tomem as devidas precauções com os passageiros que apresentarem sintomas de febre, mal-estar geral, tosse ou dificuldade respiratória.

Caso seja detectada a presença a bordo de passageiros com estes sintomas, eles terão que ser isolados dentro da aeronave, preferencialmente na parte de trás.

Além disso, os doentes usarão um único banheiro, terão que usar máscara para evitar a possível transmissão da doença a outras pessoas e serão atendidos por um único tripulante, que deverá usar luvas, máscara, roupão e óculos.

Fontes aeroportuárias confirmaram à Agência Efe que, "por enquanto", não foi dada nenhuma ordem para que os passageiros de voos vindos do México passem por algum tipo de controle no aeroporto de Madri, como aconteceu no Japão, onde a temperatura dos viajantes está sendo tirada na hora em que desembarcam.

Fonte: EFE via G1

Escudo térmico para astronautas

NASA prepara próxima viagem à Lua

Imagem ao lado: Módulo ‘Orion’, que levará os astronautas à Lua por volta de 2020

Ao mesmo tempo que prepara as comemorações do 40º aniversário da chegada do primeiro homem à Lua, no próximo dia 21 de Julho, a NASA acaba de seleccionar o material que funcionará como escudo térmico para proteger os astronautas quando forem retomados os voos para a Lua.

O material será utilizado para proteger o módulo ‘Orion’ (muito semelhante à ‘Apolo’), que levará e trará de volta os astronautas.

O escudo térmico terá a forma de um disco, instalado na base do módulo ‘Orion’. Deverá ser capaz de manter o calor longe da restante estrutura do módulo, desgastando-se de forma controlada, suportando uma temperatura que faz a maioria dos materiais fundirem-se instantaneamente (a 2760 graus centígrados) durante a reentrada na atmosfera.

Curiosamente, o material escolhido pela Agência Espacial norte-americana recaiu sobre o Avcoat, já usado na protecção dos módulos ‘Apolo’, há mais de 40 anos, e em algumas áreas dos vaivéns espaciais nas suas versões iniciais.

O Avcoat é feito de fibras de sílica com um preenchimento de resina epóxi, aplicado sobre uma base.

Fonte: Correio da Manhã (Portugal) - Imagem: NASA

Avião com 206 pessoas a bordo faz pouso de emergência na Rússia

Um avião russo Tupolev Tu-204, da Red Wings Airlines, com 206 pessoas a bordo fez hoje (25) às 13:10 (hora local) uma aterrissagem de emergência no aeroporto de Sochi, balneário russo às margens do Mar Negro, aparentemente devido a um problema numa das turbinas.

"Segundo informações preliminares, o pouso de emergência foi provocado por uma falha numa das turbinas do avião", disse à agência "Interfax" um porta-voz do Departamento para Situações de Emergência de Sochi.

A aeronave tinha decolado do aeroporto de Vnukovo, em Moscou, e seguia para o balneário egípcio de Sharm el-Sheikh, informou o Governo russo.

Fontes do aeroporto de Sochi disseram que o capitão do voo, que transportava 198 passageiros oito tripulantes, pediu permissão para pousar depois que percebeu problemas num dos motores.

O Tu-204, o último modelo de passageiros da fabricante russa Tupolev, começou a operar em 1994. Com capacidade para 221 passageiros e um custo aproximado de US$ 35 milhões, ele é o primeiro avião russo equipado com turbinas importadas.

Um Tupolev Tu-204 da Red Wings

Fontes: EFE via G1 / Interfax - Foto: Juergen Lehle

Nevoeiro impede voo da Gol de pousar na Bolívia

O voo 7460 da Gol, saindo de Campo Grande (MS), com destino a Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, não pôde pousar no País vizinho durante a madrugada e teve que voltar à Capital sul-mato-grossense.

Segundo informações da Infraero, a Aeronave decolou às 23h28 em Campo Grande e ao chegar na Bolívia havia um nevoeiro intenso.

O avião voltou para Campo Grande e os passageiros tiveram que esperar o tempo melhorar. Às 3h50 novamente a aeronave decolou para a Bolívia e desta vez não houve problemas.

Fonte: Campo Grande News

Robô Spirit volta a rodar em Marte, 15 dias após pane

A jornada fez o Spirit avançar 1,7 metro em direção a seu destino, 150 metros à frente

Ilustração do robô sobre rodas Siprit, em Marte desde 2004

O robô Spirit da Nasa rodou na quinta-feira, 23, pela primeira vez desde 8 de abril, reagindo a comandos enviados por engenheiros que ainda investigam os "ataques de amnésia" e outros sinais de comportamento errático que o equipamento vem manifestando nas últimas semanas.

A jornada fez o Spirit avançar 1,7 metro em direção a seu destino, 150 metros à frente. O robô já superou sua expectativa de vida em Marte em mais de 20 vezes.

Nesta semana, engenheiros do laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, na Califórnia, consideraram que seria seguro enviar ao Spirit ordens para um deslocamento na quinta-feira. Eles estimaram que, se o robô tivesse outro episódio de amnésia, a reação à ordem seria útil para o diagnóstico do problema.

Nas últimas duas semanas, o Spirit falhou, por três vezes, em registrar os dados dos eventos do dia na memória não-volátil. Essa memória perdura mesmo quando o equipamento está sem energia, ou quando o robô "cochila" para poupar eletricidade.

"Esperamos ver mais eventos de amnésia, e queremos descobrir mais sobre eles", disse a chefe da equipe de sequenciamento do robô, Sharon Laubach.

A equipe também está investigando outros dois problemas apresentados pelo robô recentemente: ele não respondeu a três sessões consecutivas de comunicação e ficou ligando e desligando seu computador nos dias 11, 12 e 18.

O Spirit e seu gêmeo, Opportunity, completaram suas missões originais de três meses em Marte em abril de 2004, e continuaram a fazer pesquisas científicas em pontos opostos do planeta.

Fonte: Terra - Imagem: NASA

Ex-BBB entra em pânico durante voo para Belém

Na última terça-feira (21), ao retornar de um evento no sul do Pará, a ex-Big Brother Brasil 9 Mirla Prado enfrentou momentos de puro desespero, no voo JJ 3871, da TAM, que ia de Brasília para Belém.

A moça revelou a O Fuxico que uma parte da porta de emergência da aeronave se desprendeu, obrigando o piloto a arremeter várias vezes e pedir que a tripulação, que estava acomodada no centro do avião, se deslocasse para outros assentos, devido à despressurização.

“Após 10 minutos de voo, a porta de segurança quebrou e ouvimos a despressurização. Foi um horror! As aeromoças estavam tão nervosas que, ao deslocarem as pessoas para os assentos da frente e dos fundos, aumentaram ainda mais o desespero de todos. Por sorte, o voo estava vazio e voamos com a aeronave inclinada”, conta Mirla, que ainda confessa:

“O tempo todo vinha na minha mente o drama daquele engenheiro, que foi jogado para fora do avião. Passei dois dias em estado de choque”.

Entre gritos e choro, Mirla diz que pensou em ligar para casa e se despedir da família.

“Quase liguei meu celular, mas aí comecei a rezar e me mantive firme. Acho triste uma empresa desse porte não ter manutenção. Decidi que vou processar a TAM, por colocar nossas vidas em risco”.

Em nota enviada ao site O Fuxico, a assessoria da TAM nega que a porta tenha se desprendido e diz que a aeronave arremeteu devido ao mau tempo.

“A TAM informa que não procede a versão de que uma saída de emergência da aeronave em questão tenha se desprendido. A companhia informa ainda que aeronave arremeteu uma vez, durante os procedimentos de aterrissagem em Belém, devido ao mau tempo, pousando depois normalmente. A arremetida é um procedimento comum na aviação civil, realizado para garantir o pouso em segurança”.

Fonte: O Fuxico via 45Graus

Passageiro descontrolado desvia rota de voo nos EUA

Foto: Charles Krupa (AP)

O avião no Aeroporto de Boston após o pouso de emergência - Foto: WHDH-TV

Um passageiro descontrolado forçou na madrugada de hoje (25) um avião da companhia Delta Airlines a realizar uma aterrissagem de emergência em Boston (Massachusetts), informa imprensa local.

O avião, o Boeing 767-332ER, prefixo N1613B, que tinha decolado de Nova York com destino a Tel Aviv (Israel) com 206 passageiros e 11 tripulantes a bordo, no voo 86, aterrissou no aeroporto de Logan depois de Itay Atmor, de 22 anos, tentar invadir a cabine do piloto, informou a emissora de TV "WHDH".

O jovem golpeou violentamente a porta da cabine com a intenção de entrar, mas cinco passageiros conseguiram segurá-lo e deitá-lo no chão da aeronave, segundo fontes aeroportuárias citadas pela emissora.

Depois, com a ajuda de alguns membros da tripulação, conseguiram levá-lo de volta a seu assento e mantê-lo controlado até a aterrissagem.

Atmor, que foi acusado de interferir no trabalho da tripulação, foi trasladado a uma delegacia da Polícia no aeroporto.

A Polícia está investigando se o jovem sofreu um ataque de pânico ou estava sob efeito de álcool ou drogas, segundo a mesma emissora.

Fonte: EFE via G1 / The New York Times / ASN

Jato executivo Phenom 100 da Embraer é certificado pela EASA

O jato executivo Phenom 100, da categoria entry level, recebeu ontem (24) o Certificado de Tipo da European Aviation Safety Agency (EASA), autoridade de aviação civil da Europa, para operações diurnas e noturnas – Regras de Vôo Visual (Visual Flight Rules – VFR) e Regras de Vôo por Instrumentos (Instrument Flight Rules – IFR), com distância de separação vertical mínima (Reduced Vertical Separation Minimum RVSM) e em condições pré-determinadas de gelo.

A aeronave também foi certificada, em dezembro do ano passado, pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e pela Federal Aviation Administration (FAA), autoridades de aviação civil do Brasil e dos Estados Unidos. “Estamos honrados em receber a certificação do Phenom 100 pela EASA conforme planejado, o que confirma que a aeronave cumpriu ou ultrapassou todas as especificações originais e abre caminho para as primeiras entregas na União Européia”, disse Maurício Almeida Filho,diretor de Programas da Embraer – Aviação Executiva. “A Embraer está comprometida em oferecer produtos de qualidade para o mercado de jatos executivos, fornecendo a eles certificação completa e suporte técnico e de manutenção.”

“O Phenom 100 é o primeiro jato executivo em sua categoria onde todo o processo de certificação foi realizado sob a responsabilidade da EASA. A aviação é um negócio internacional e este projeto provou mais uma vez que nosso objetivo comum é aumentar a segurança. Agradecemos à ANAC e à Embraer pelo entusiasmo e precisão”, disse o Dr. Norbert Lohl, Diretor de Certificação da EASA.

Algumas das características de projeto da aeronave que ultrapassaram as metas previstas incluem velocidade máxima de cruzeiro de 390 nós (True Air Speed – TAS), 10 nós mais rápido que o prometido, e consumo de combustível até 3,6% menor que o estimado inicialmente. Os níveis de ruído externo registraram margem de 33 EPNdB (Effective Perceived Noise in Decibels ou ruído efetivo percebido em decibéis) quando comparados com os requisitos do Estágio IV estabelecidos pela Organização de Aviação Civil Internacional (OACI). O maior intervalo entre manutenções programadas – 600 horas de vôo ou 12 meses – dá ao Phenom 100 uma grande vantagem sobre os concorrentes, resultando em apenas cinco paradas para manutenção programada em cinco anos. O desempenho de decolagem e subida também é melhor que o esperado. O compartimento de bagagem, que já era o maior da categoria, ganhou mais 227 litros de volume (8 pés cúbicos), passando de 1.274 litros (45 pés cúbicos) para 1.501 litros (53 pés cúbicos).

O jato executivo Phenom 100

Conforto superior, desempenho excepcional e baixos custos de operação são requisitos imprescindíveis no projeto do jato Phenom 100, o melhor da sua classe. A aeronave oferece aos pilotos e passageiros conforto e estilo sem paralelo em sua categoria. Desenvolvida em parceria com a BMW Group Designworks USA, a sensação de ambiente agradável e relaxante é ainda enfatizada pelas amplas janelas e a comodidade proporcionada pela maior cabine em sua classe.

A funcionalidade da cabine de pilotagem e as qualidades de vôo da nova aeronave permitem a operação por apenas um piloto. Empregando a experiência em projeto e engenharia da Embraer, o jato Phenom 100 foi concebido para alta utilização e disponibilidade. Para segurança e confiabilidade adicionais, o jato oferece um sistema brake-by-wire com a funcionalidade antiderrapante na configuração padrão.

O Phenom 100 foi lançado pela Embraer em 2005 e é o jato executivo mais confortável da categoria entry level, acomodando quatro passageiros na configuração executiva típica (club seat configuration). O compartimento de bagagem traseiro tem capacidade total de 1.501 litros (53 pés cúbicos), volume suficiente para transportar malas e equipamentos de golfe e esqui. Espaço adicional para armazenamento na parte dianteira da aeronave e armários internos oferecem até 453 litros (16 pés cúbicos) extras, elevando a capacidade total do jato ara 2.010 litros (71 pés cúbicos).

Baseado no sistema de aviônica da Garmin, que é completamente integrado e totalmente digital, a cabine de comando Prodigy® oferece aos operadores dos jatos Phenom mais vantagens que qualquer outro conjunto de aviônica atualmente no mercado. A cabine de pilotagem dispõe de três monitores intercambiáveis de 12 polegadas, sendo dois Monitores Primários de Vôo (Primary Flight Displays – PFD) e um Monitor de Função Múltipla (Multi- Function Display – MFD). O sistema integra todas as informações primárias de vôo, navegação, comunicação, topologia, tráfego, meteorologia, instrumentação dos motores e sistemas de alerta à tripulação, e apresenta a informação consolidada nas três telas coloridas de alto brilho e alta definição, que são plenamente legíveis à luz do sol. Dois motores PW617F-E da Pratt & Whitney Canada com 1.695 libras de empuxo cada equipam o jato. O alcance com quatro ocupantes é de 1.178 milhas náuticas (2.182 km ou 1.356 milhas) com reservas NBAA IFR (35 minutos de espera e alternativa de 100 milhas náuticas). A aeronave tem capacidade de voar a 12.497 metros (41 mil pés), atingidos em subidas diretas, mesmo com peso máximo. Além disso, o Phenom 100 foi projetado para decolagens e pousos em pistas curtas e para voar à velocidade máxima de Mach 0,70, ou 390 nós (True Air Speed – TAS). Estas características permitem aos clientes voar sem escalas de São Paulo a Buenos Aires, Argentina; de Recife a Brasília; de Buenos Aires ao Rio de Janeiro; ou de Caracas, Venezuela, a Manaus.

O jato recebeu o IF Award, na Alemanha, como melhor produto, em 2006, e melhor interior, em 2007, bem como o Good Design Award, na China, pelo melhor projeto, em 2006. Em maio de 2008, os editores da revista norte-americana Robb Report elegeram o Phenom 100 o melhor dos melhores jatos executivos (Best of the Best Business Jet). Nas condições econômicas de janeiro de 2009, o Phenom 100, na configuração básica, tem preço de US$ 3,6 milhões para certificação FAA (Estados Unidos), US$ 3,65 milhões para certificação ANAC (Brasil) e US$ 3,68 milhões para a certificação EASA (União Européia). www.EmbraerExecutiveJets.com.

Fonte: Portal Fator Brasil - Imagens: divulgação

NASA pode adiar regresso do homem à Lua por falta de dinheiro

Decisões definitivas só em Maio

Os novos foguetes Ares, com os quais a NASA planeja ir à Lua

O regresso do homem à lua pode estar mais longe do que se previa. A agência espacial norte-americana, NASA, não tem orçamento suficiente para cumprir o programa Constelação, que deveria enviar astronautas para a lua em 2020. Mas só em Maio, quando for divulgado o orçamento oficial, é que se saberá se os planos ambiciosos lançados por George W. Bush em 2004 podem mesmo ter seguimento.

Embora a NASA tenha planeado os custos do programa Constelação até 2025, os números podem não ser realistas. O projecto foi estruturado prevendo uma derrapagem orçamental de apenas 25 por cento, segundo um relatório do Gabinete de Orçamentos do governo norte-americano, mas um estudo do mesmo gabinete, que data de 2004, concluiu que os projectos levados a cabo pela NASA ultrapassam, em média, mais 50 por cento do que o previsto.

Mike Griffith, ex-administrador da NASA, culpou a Casa Branca, especialmente a Administração Bush, pela falta de dinheiro. Griffith explicou que a quantia disponível para este projecto tinha caído de 4000 milhões de dólares até 2015 para 500 milhões de dólares.

“Com apenas 500 milhões de dólares, este trabalho não pode ser feito”, afirmou o administrador ao Clube Espacial Nacional, citado pelo jornal britânico “Guardian”.

Por isso, adianta o jornal britânico, o regresso à Lua pode ter de ser adiado, e corre até o risco de ficar sem efeito.

A NASA já apresentou um relatório com cenários alternativos para tentar lutar contr a falta de dinheiro. Retirar investimento aos projectos que envolvem satélites e telescópios, abrandar o ritmo de construção do Ares V, o foguetão de grande potência que levará os astronautas à lua nesta missão, ou uma injecção de 75 mil milhões de dólares são algumas hipóteses para viabilizar o esperado regresso do homem à lua.

Fonte: Público (Portugal) - Imagem: NASA

Balão bate em torre e fere 13 turistas no Egito

O choque de um balão com uma torre de telefonia celular feriu 13 turistas estrangeiros no sul do Egito, informaram à Agência Efe fontes policiais.

Segundo informações, os feridos, sete dos quais estão em estado grave, são oito franceses, dois britânicos, um canadense, um dinamarquês e um coreano. Outros 14 turistas que estavam no balão e o piloto saíram ilesos do acidente.

Ao choque com a torre de telefonia celular aconteceu quando o balão sobrevoava a região de Luxor, rica em monumentos do antigo Egito.

As fontes disseram que o balão saiu de sua rota e que o cesto com o piloto e os passageiros caiu após o impacto.

Os feridos graves foram levados de helicóptero para hospitais do Cairo.

Fonte: EFE via G1 - Mapa: AFP

Companhias aéreas estrangeiras fazem mistério após fim do piso de tarifas

Redução imediata de preços nas tarifas aéreas internacionais ainda é algo tratado com reserva pelas companhias estrangeiras que têm voos para o Brasil, apesar da liberação do piso para os preços das passagens pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), decidida esta semana pelo órgão regulador.

Enquanto algumas empresas como United Airlines preferem não comentar o assunto, outras, como a Iberia, afirmam que é muito cedo para avaliar o impacto da medida "apesar de ela oferecer uma maior transparência tarifária aos passageiros".

Entre as poucas que se manifestaram, a British Airways vê necessidade em estimular a demanda por causa da crise internacional que afetou passageiros de negócios e de turismo.

"Numa situação como temos agora, você tem que estimular as pessoas a viajar (...) A liberdade tarifária existe no mundo inteiro e agora podemos fazer coisas como vendas especiais de um dia, promoções relâmpago", afirmou o diretor comercial da British Airways no Brasil, José Antonio Coimbra.

Pelas novas regras da Anac, o piso das tarifas internacionais caiu 20 por cento. Com isso, o preço mínimo a ser cobrado para os Estados Unidos, ida e volta, por exemplo foi a 566 dólares, ante 708 dólares anteriormente. Até julho o piso cairá 50 por cento, deixando de existir em 2010.

"As empresas estão escondendo o jogo, não querem soltar muito foguete neste momento porque podem ter medo de haver alguma liminar judicial criando problema (na decisão da Anac). Além disso, ninguém quer perder o fator surpresa", afirmou o diretor da Multiplan Consultoria Aeronáutica, Paulo Bittencourt Sampaio.

Sampaio aposta que as tarifas internacionais cairão 20 por cento até maio, recuando outros 20 por cento em meados do segundo semestre, quando devem se estabilizar. O consultor considera uma queda de 50 por cento difícil de ocorrer. "Só numa situação desesperadora de falta de demanda elas fariam isso", afirmou.

No primeiro trimestre, o número de passageiros transportados em voos internacionais a partir do Brasil caiu 11 por cento sobre igual período do ano passado, para 5,15 milhões, segundo dados da Anac. A estatística da agência considera apenas os voos feitos por empresas aéreas nacionais. A maior parte desses passageiros, 85,46 por cento, foi transportada pela TAM.

O diretor-geral da portuguesa TAP para América Latina, Mário Carvalho, evita fazer comentários mais precisos sobre tarifas. "Neste momento, não existe nada nesse sentido de preços baixando automaticamente. Mas isso não significa que se, mais para frente, identificarmos necessidade em determinada linha, não poderemos abrir tarifas mais baixas", disse o executivo.

Na avaliação dos executivos de British Airways e TAP e do consultor Sampaio, o fim gradual do piso das tarifas internacionais não deve gerar um incremento imediato no fluxo de passageiros ao exterior.

"Acho que estamos numa fase complicada para fazer projeções... O aumento do tráfego não depende só das tarifas aqui. Depende do comportamento das diversas economias", disse o consultor, referindo-se à crise econômica global.

Fonte: Alberto Alerigi Jr. (Reuters/Brasil Online) via O Globo

Lucro da Honeywell cai 38% no 1º trimestre

A empresa de tecnologia aeronáutica Honeywell lucrou US$ 397 milhões no primeiro trimestre deste ano, 38% a menos do que em 2008, o que atribui à queda da demanda de seus produtos devido à recessão econômica que atingiu em cheio as companhias aéreas.

A companhia americana, maior produtora mundial de painéis de comando de aviões, embora fabrique de termostatos de edifícios a compressores de automóveis, detalhou hoje que sua receita entre os dois períodos comparados diminuiu 14%, ficando em US$ 7,57 bilhões.

Além de seus produtos de aviação, a empresa também foi afetada pela queda dos mercados automobilístico e imobiliário tanto nos Estados Unidos quanto em outros países.

Fonte: EFE via G1

Centro espacial alemão capta os primeiros sinais da nova geração de satélites GPS

Os sinais L5 serão transmitidos como padrão na próxima geração de satélites GPS, denominada IIF, que vai começar a operar no final de 2009. O sistema europeu de navegação por satélites Galileo também vai transmitir um sinal similar, como parte de um serviço de Salvamento de Vidas. Os dois sistemas serão complementares nessa área.

O Sistema de Posicionamento Global (GPS) está prestes a ser modernizado e vai fornecer serviços de navegação cada vez mais confiáveis e precisos em um futuro próximo. Em 24 de março, um satélite GPS foi enviado ao espaço para a transmissão de um novo sinal de navegação na frequência L5.

Apenas alguns dias após o lançamento, cientistas do Centro Aeroespacial da Alemanha (DLR, na sigla em alemão), receberam pela primeira vez os sinais L5, usando uma antena de 30 metros de diâmetro situada na cidade de Weilheim.

Os cientistas fizeram uma análise com alta precisão do sinal e comprovaram, independentemente dos operadores norte-americanos, os benefícios adicionais do sinal L5.

Serviços críticos

No futuro, o sinal L5 terá um papel central na navegação satelital, principalmente em áreas críticas, como a aviação. Além disso, em combinação com outros sinais de navegação já em uso, permitirá a correção de alguns erros de propagação na ionosfera com maior precisão.

Fonte: MundoGeo

EUA obriga avião a mudar rota por transportar jornalista colombiano

Um avião que ia da França para o México foi obrigado a desviar sua rota depois que o governo norte-americano o proibiu de trafegar em seu espaço aéreo, pois a aeronave levava o jornalista franco-colombiano Hernando Calvo Ospina.

De acordo com o governo dos EUA, o jornalista, que é colaborador da revista Le Monde Diplomatique, está na lista de passageiros não autorizados a passar por seu espaço aéreo.

Um porta-voz da Air France, companhia responsável pelo voo, confirmou o incidente e disse que estão estudando as medidas de recurso que podem apresentar às autoridades americanas.

Segundo informa a agência de notícias Efe, o jornalista soube naquele momento que estava na lista de pessoas proibidas de utilizar as rotas aéreas nos EUA. Quando o avião aterrissou no México, autoridades do País o interrogaram sobre o acontecido.

Críticas aos governos dos EUA e da Colômbia

Em seu último livro, intitulado "Colômbia, Laboratório de Bruxarias" - em livre tradução - Calvo Ospina criticou a operação do Exército colombiano que acabou com a morte do dirigente guerrilheiro Raúl Reyes no começo do mês de março.

Segundo o jornalista, a operação foi uma "sabotagem" da Colômbia e dos EUA para dificultar o processo de libertação dos reféns em poder das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).

Fonte: Portal Imprensa

Rolls-Royce assina contrato MissionCareTM de US$106 milhões para suporte de motores dos KC-130J dos fuzileiros americanos

A Rolls-Royce acaba de anunciar a assinatura de um contrato MissionCareTM de US$106 milhões com o Comando Naval de Sistemas Aéreos dos Estados Únicos (NAVAIR), para fornecer suporte às aeronaves de reabastecimento KC-130J, impulsionadas por motores Rolls-Royce AE 2100D3, utilizadas pelo Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos (USMC, United States Marine Corps). O contrato cobre um ano base mais três anos opcional, e é o segundo contrato de suporte para o AE 2100D3 que a Rolls-Royce recebe este ano.

Dennis Jarvi, presidente de Defesa Norte-Americana da Rolls-Royce, declarou: “A Rolls-Royce tem fornecido serviços de suporte para o programa KC-130J do USMC desde 2003, e estamos satisfeitos de expandir esse longo relacionamento. O MissionCare resultará em maior prontidão para as missões, com custos mais previsíveis parra o USMC, suportando o sistema de propulsão ao longo da totalidade de seu ciclo de vida.”

O MissionCare é um amplo programa de serviços para motores, otimizado para atender os clientes militares da Rolls-Royce. O contrato MissionCare dos KC-130J é na verdade do tipo “potência por hora” — uma única rubrica de contrato é utilizada para pagar um preço fixo baseado nas horas voadas. O desempenho de contrato é medido quase que exclusivamente em relação o padrão de desempenho em termos de disponibilidade de motores da frota.

Sob os termos do acordo, que é administrado pelo NAVAIR no Naval Air Test Center, em Patuxent River, Maryland, a Rolls-Royce fornecerá gerenciamento de motores, suporte, identificação de problemas, suprimento de peças e apoio logístico para a aeronave, que opera em três bases aéreas dos fuzileiros: Miramar (Califórnia), Cherry Point (Carolina do Norte) e Okinawa (Japão).

Perfil

- O AE2100D3 é um motor turboélice leve e modular, com potência de 4.600 shp. A linha de motores de “núcleo comum” AE é produzida pela Rolls-Royce e fabricada em Indianápolis (Indiana). Juntamente com o AE 3007 e o AE1107C-Liberty, essa linha de comprovados motores já totalizou mais de 21 milhões de horas de serviço.

- A Rolls-Royce tem acordos de serviço com todos os ramos das Forças Armadas americanas, incluindo a Força Aérea, os Fuzileiros, o Exército e a Marinha, além da Guarda Costeira.

- O C-130 tem sido a principal aeronave de transporte tático e missões especiais do Departamento de Defesa dos Estados Unidos desde 1956, impulsionada por motores Rolls-Royce T56. A versão “J” do avião, impulsionada por motores AE2100D3, dá prosseguimento a esse legado.

- A Rolls-Royce, um dos líderes mundiais no fornecimento de sistemas de energia e serviços para uso em terra, no mar e no ar, estabeleceu posições fortes em quatro mercados globais — aeroespacial civil, aeroespacial militar, marítimo e de energia.

- A empresa tem uma ampla base de clientes que inclui mais de 600 companhias aéreas, 4.000 operadores corporativos e governamentais de aviões e helicópteros, 160 forças armadas, mais de 2.000 clientes no setor marítimo, incluindo 70 marinhas de guerra, e clientes de energia em aproximadamente 120 países. Com instalações em 50 países, a Rolls-Royce emprega 39.000 funcionários em todo o mundo, e tem negócios sediados no Reino Unido, Estados Unidos, Canadá, Alemanha, Escandinávia e China. A presença global permite ao Grupo acesso a oportunidades internacionais de crescimento de longo prazo, com sua tecnologia, presença, parcerias e pessoal.

- Em 2008, a Rolls-Royce e seus parceiros investiram mais de £800 milhões em pesquisa e desenvolvimento, e dois terços desse total têm o objetivo de melhorar ainda mais o aspecto ambiental de seus produtos. A principal área de investimento em tecnologia objetiva reduzir a emissão de ruídos e gases.

- A Rolls-Royce tem uma longa história com as forças armadas brasileiras. A frota da Força Aérea Brasileira inclui: Hercules C-130s impulsionados pelo motor T56, caças AMX e treinadores Xavante. Todos possuem equipamento e tecnologia Rolls-Royce.

- A Marinha do Brasil opera uma frota de helicópteros que inclui o Navy Lynx, impulsionado pelo Gem, e o motor Model 250 impulsiona aeronaves Bell e Eurocopter.

- Separadamente, mais de 900 aeronaves impulsionadas pelo Rolls-Royce Model 250 e 14 helicópteros Lynx impulsionados pelo Gem estão operando na América do Sul atualmente, com aproximadamente 700 motores Model 250 em operação no Brasil. A cidade de São Paulo tem o segundo maior mercado de operação de helicópteros do mundo.

- Atualmente, os motores Rolls-Royce estão presentes principalmente em helicópteros Bell, embora possam ser encontrados em helicópteros Sikorsky operando em transporte de pessoal em serviços de exploração de petróleo “offshore”, Agusta, e em alguns modelos antigos da Eurocopter, produzidos localmente pela Helibras.

Em janeiro de 2008 a Rolls-Royce certificou um novo motor para helicópteros, o RR300, que representa mais uma alternativa potente e confiável a um preço competitivo. O lançamento do helicóptero Robinson R66, equipado com o RR300, representará, a médio prazo, uma excelente opção para o mercado da América do Sul.

Fonte: Portal Fator Brasil - Foto: Joe Stremph

"Os extraterrestres existem", diz ex-astronauta da NASA

Antigo astronauta da NASA afirma que esta é uma realidade escondida por todos os governos

Edgar Mitchell, antigo astronauta da NASA, que já esteve na Lua, garante que os extraterrestres existem e que durante a sua carreira teve conhecimento de várias visitas de OVNI ao planeta Terra, todas elas escondidas, noticiou o jornal inglês "The Telegraph".

O homem de 77 anos, membro da tripulação do "Apollo 14" afirmou que fontes da agência espacial descrevem os alienígenas como "pessoas pequenas que a nós nos parecem estranhas".

Em entrevista para a rádio "Kerrang" revelou que a tecnologia humana "não é nem um pouco tão sofisticada" como a dos alegados visitantes. Alertou ainda para o fato de serem hostis, mas que "a esta altura já foram embora".

O antigo astronauta acredita que "não há dúvidas de que existe vida no universo. Nós não estamos de todo sozinhos. Estou certo disso". Edgar Mitchell considera-se "privilegiado por saber que já fomos visitados por extraterrestres no nosso planeta. O fenômeno dos OVNI é real".

O motivo para a generalidade das pessoas não estar ciente daquilo que o astronauta acredita ser uma realidade deve-se ao fato de "ter sido abafado por todos os governos nos últimos 60 anos", no entanto "lentamente foram existindo algumas fugas de informação e alguns de nós fomos privilegiados por termos sido informados sobre esse facto".

Edgar Mitchell conta que esteve «nas reuniões dos serviços secretos militares» e sublinha que "fomos visitados".

A NASA reagiu prontamente e afirmou que a organização "não vigia OVNI. A NASA não está envolvida em nenhuma espécie de camuflagem acerca da existência de vida extraterrestre neste planeta ou noutro sítio qualquer do Universo".




Fonte: TVI24 (Portugal)

Relâmpagos atingem aviões próximo a Filadélfia (EUA)

Na quarta-feira (22) três aviões foram atingidos no intervalo de uma hora por relâmpagos durante uma tempestade elétrica com chuva, vento e granizo na Filadélfia, na Pensilvânia, nos EUA

Imagem ilustrativa

O primeiro avião a ser atingido foi o Embraer ERJ-170SU, prefixo N817MD, da Republic Airlines em nome da US Airways. O voo RW-3407/US-3407 vindo de Montreal, QC, no Canadá, fazia a aproximação para o pouso no Aeroporto Internacional da Filadélfia (PHL), quando o avião foi atingido por um forte relâmpago. A tripulação não declarou emergência e prosseguiu para uma aterrissagem segura.

O Boeing 717-23S, prefixo N991AT, da AirTran Airways, foi a segunda vítima da tempestade elétrica. O voo FL-626, que levava a bordo 96 passageiros e uma tripulação de sete membros, declarou emergência durante a abordagem para a pista de pouso do Aeroporto Internacional da Filadélfia, relatando que o avião tinha sido atingido por um raio diretamente no cone do nariz. A pista 27L ainda estava ocupada pela aeronave N817MD, o que retardou a aterrissagem.

A terceira aeronave vítima dos raios foi o Rolladen-Schneider LS8-18, prefixo N818FM (foto abaixo). O planador estava prestes a aterrissar no Aeroporto Mid Atlantic Soaring Center (W73), mas caiu a 100 metros da pista em meio a uma tempestade de raios e fortes ventos. O piloto sofreu ferimentos moderados. A aeronave ficou seriamente danivicada pelo impacto.

Foto: James Robinson (Evening Sun) - clique na imagem para ampliá-la

A fuselagem de muitos aviões comerciais é feita principalmente a partir de alumínio, que é um bom condutor de eletricidade. E os aviões são projetados de tal forma que, quando um raio o atinge a maioria da corrente elétrica permanece do lado de fora da aeronave.

Ônibus espacial voará de cabeça para baixo no conserto do Hubble

Telescópio Espacial Hubble e ônibus espacial Colúmbia, durante a última missão de reparos, ocorrida em 2002

A NASA anunciou que a missão de conserto do Telescópio Espacial Hubble não apenas está confirmada, mas que também, devido ao bom andamento dos trabalhos, ela poderá ser antecipada em um dia, com o lançamento do ônibus espacial Atlantis podendo ocorrer no dia 11 de Maio.

Risco de choque com lixo espacial

A confirmação veio depois da eliminação do entrave mais sério à missão: o temor do choque com lixo espacial, principalmente depois do choque entre um satélite russo e um norte-americano, ocorrido em Fevereiro deste ano e que espalhou uma verdadeira chuva de novos detritos espaciais pela órbita da Terra.

O perigo é maior na missão de reparo do Hubble porque o telescópio fica a uma órbita mais alta (600 km) do que a Estação Espacial Internacional (350 km). Quanto mais elevada a órbita, maior é a chance de que detritos atinjam o ônibus espacial.

Nas últimas semanas, as estimativas apontavam para 1 chance em 185 de que um impacto viesse a ocorrer. O nível mínimo de segurança admitido pela NASA para autorizar a decolagem dos ônibus espaciais é de 1 em 200. Nos últimos dias, novas análises diminuíram a probabilidade da ocorrência do choque para 1 em 221, o que fez os coordenadores da missão darem a confirmação para sua continuidade.

Marcha a ré e de cabeça para baixo

Ainda assim, duas medidas adicionais serão tomadas para minimizar os riscos para os astronautas.

Depois de cada caminhada espacial, assim que os astronautas retornarem para o interior do ônibus espacial, o Atlantis será trazido para uma órbita mais baixa, onde a segurança é maior. No dia seguinte, ele retorna para junto do Hubble para a continuidade dos serviços.

A segunda medida de segurança será fazer com que o ônibus espacial voe com a cauda voltada para a frente e com a sua área de carga voltada para a Terra. Ou seja, o Atlantis voará de cabeça para baixo e como se estivesse dando marcha a ré, uma configuração inédita e oposta ao que é comumente adotado. Esse posicionamento minimizaria os danos de um eventual impacto com o lixo espacial, porque a cabine não seria diretamente atingida.

Ônibus espacial de reserva

Embora esteja sendo chamada de missão de reparo do Hubble, o telescópio espacial receberá um upgrade radical, passando a contar com instrumentos muito mais precisos e poderosos do que aqueles que já foram capazes de transformá-lo no instrumento científico mais famoso de todos os tempos.

O "conserto" exigirá cinco caminhadas espaciais, em uma missão com duração de 11 dias.

Durante toda a missão, o ônibus espacial Endeavour permanecerá de prontidão para uma eventual missão de resgate, caso algo saia errado. Este procedimento, de manter um segundo ônibus espacial de reserva e pronto para o lançamento, é adotado desde o acidente com o Colúmbia.

Fonte: Site Inovação Tecnológica - Fotos: NASA

Azul abre novas rotas a partir de Vitória

Em breve, o capixaba poderá fazer voos diretos para cidades do Paraná, do Mato Grosso e Rio Grande do Sul

Em breve, o capixaba poderá fazer voos diretos para Londrina (PR), Maringá (PR), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT) e Caxias do Sul (RS). Essas cidades devem ser os próximos destinos da Azul Linhas Aéreas Brasileiras, partindo de Vitória. A informação é do dono da aviadora, David Neeleman, que esteve nesta quinta-feira na Capital e deu uma palestra para executivos da Câmara de Comércio Americana.

Assista à reportagem da TV Gazeta

O empresário norte-americano disse ainda negociar as novas rotas, mas, segundo ele, o anúncio oficial não deve tardar. Hoje as rotas da Azul, partindo do Aeroporto Eurico Salles, são: Campinas (SP), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), Navegantes (SC), Recife (PE) e Manaus (AM). Para algumas dessas cidades, o Rio de Janeiro, por exemplo, os voos não são diretos, há uma escala em Campinas, base da companhia no país.

Neeleman tem uma explicação simples para esse "contratempo". "Estamos, sim, interessados nas rotas tradicionais, mas o nosso grande objetivo é abrir o mercado, queremos novas rotas. Em um mês, a Azul saltou de 85 mil passageiros para 150 mil, só com esses novos mercados. De Campinas para Salvador eram 32 viajantes diários, hoje são mais de 500. O mercado existe precisamos explorá-lo".

O executivo ignora a crise e diz que a aviação brasileira precisa de uma sacudida. "O mercado ainda é muito pequeno, principalmente se pensarmos no tamanho do país, no número de habitantes e no PIB. Esse mercado deve ser três ou quatro vezes maior do que é hoje. O problema é que temos um duopólio no Brasil (TAM e Gol), que detém 93% do mercado. Várias cidades com potencial hoje não são atendidas por essas empresas. Se tivermos tarifas baixas e bons serviços, as pessoas vão viajar de avião. A crise não vai atrapalhar". Hoje, cerca de 10 milhões de pessoas viajam de avião no Brasil por ano.

Para ganhar mercado, o dono da Azul planeja mais voos para destinos pouco explorados, reservas facilitadas e programas para atrair a classe C. David Neeleman garantiu que a Azul vai dar crédito para essa faixa de renda na compra de passagens. "Sem ela, não há como triplicar o mercado brasileiro. Vamos investir na classe C". O dono da Azul prometeu também descontos nas terças, quartas e sábados, dias em que a ocupação das aeronaves é de 65%. O objetivo dele é atingir 80%.

Companhias já podem reduzir preço do tíquete

Foi publicada, ontem do "Diário Oficial da União", a determinação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) que libera as tarifas da passagens aéreas internacionais. O preço mínimo estabelecido já pode ser reduzido em até 20%. A determinação vale para destinos em todos os continentes, com exceção da América do Sul, região que já tinha contemplada anteriormente no ano passado. Após três meses da publicação, o desconto permitido será de 50%; após mais três meses, o abatimento será elevado para 80%; seis meses mais tarde, não haverá preço mínimo. Ou seja: a mudança só estará completa dentro de um ano.

Lucro da JetBlue

US$ 12 milhões


É quanto a companhia aérea de baixo custo JetBlue lucrou, no 1º trimestre. A JetBlue foi fundada por David Neeleman. A receita operacional caiu 2,9% entre os períodos comparados, ao passar para US$ 793 milhões.

Fonte: Abdo Filho (Gazeta Online)

Preços caíram até 60% na América do Sul

Na América do Sul, a flexibilização do preço das passagens, que vigora desde setembro de 2008, provocou uma queda de até 60% no preço das passagens para algumas capitais do continente.

Uma passagem de ida e volta entre Curitiba e Buenos Aires, que antes tinha como piso o patamar de US$ 250 o trecho, agora pode ser comprada por US$ 99 em períodos promocionais. As quedas seguiram na mesma proporção para Santiago, no Chile, e Montevidéu, no Uruguai.

Para a gerente da operadora Meridiano Viagens e Turismo, Mariana Novak, as promoções recuperaram a procura por viagens, que havia caído com a elevação do dólar, desde setembro do ano passado. Segundo ela, o movimento para destinos sulamericanos cresceu 30% no primeiro trimestre deste ano em relação ao trimestre anterior e quase se equipara se comparado ao mesmo período do ano passado.

Para o consultor de aviação Mauro Martins, além da maior competitividade e consequente queda nos preços. a flexibilização fez dobrar o número de voos diários entre o Brasil e seus vizinhos.

Fonte: Gazeta do Povo

Crise deve atrasar conclusão do maior aeroporto do mundo

A cidade de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, anunciou que o novo aeroporto, planejado para ser o maior do mundo em número de passageiros e volume de cargas, terá sua inauguração atrasada devido à crise financeira global.

O ambicioso aeroporto internacional Al-Maktoum e todo o complexo turístico ao redor custará US$ 33 bilhões e está sendo erguido no deserto, nos arredores de Dubai, a 40 km do centro da cidade.

Pelo projeto, o Al-Maktoum terá o tamanho combinados dos aeroportos de Heathrow, em Londres, e o O'Hare, em Chicago, nos Estados Unidos, dois dos mais movimentados do mundo.

"O novo aeroporto não ficará operacional antes de junho de 2010, um ano a mais do que o previsto. Mas mesmo esta nova data está em aberto", disse Paul Griffiths, presidente da Dubai Airports, em uma entrevista à imprensa dos Emirados Árabes Unidos.

O atraso é apenas um reflexo de como a crise está atingindo países da região como Arábia Saudita, Kuwait e Omã, que viveram um período de prosperidade com o petróleo a US$ 147 por barril e que, agora, estão tendo que se ajustar a uma cotação média de US$ 50.

Megaprojetos

Os "ajustes" no projeto, de acordo com a Dubai Airports, seriam para lidar com a crise financeira, que fez cair a demanda por viagens e o fluxo de cargas.

Nos últimos meses, revistas de negócios anunciaram que dezenas de bilhões de dólares em outros projetos de arranha-céus, condomínios e hotéis de luxo foram paralisados ou cancelados em Dubai como resultado da crise econômica.

Segundo dados da empresa de consultoria Roland Berger Strategy Consultants, os dez maiores megaprojetos da região dos países do Golfo Pérsico somam juntos US$ 176 bilhões.

Destes, os quatro maiores são de Dubai, que juntos totalizam US$ 105 bilhões, entre o novo aeroporto, complexos hoteleiros, orla marítima e uma zona franca de negócios.

Mas com a economia global enfrentando uma recessão, analistas questionam os investimentos em grandes projetos em Dubai e em países do Golfo.

"Durante um período com altas na cotação do petróleo, os países do Golfo, e principalmente Dubai, acumularam riquezas que os levaram a megaprojetos audaciosos e investimentos em outros países", disse o economista e cientista político Fares Ishtay, da Universidade Libanesa.

Depois de chegar a exorbitantes US$ 147 por barril, em julho de 2008, a cotação caiu para em média de US$ 50, causando um vácuo nas finanças dos países exportadores no Oriente Médio.

"Depois da euforia, governos do Golfo passaram a gastar mais. Mas com o menor preço do petróleo, um número de projetos de infraestrutura ficaram ameaçados. Está mais difícil agora", afirmou.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) salientou que com a cotação atual, os Emirados e a Arábia Saudita conseguem equilibrar seus orçamentos. Os países do Golfo disseram que um preço "justo" seria de US$70 a US$75 o barril.

"Sem grande volume de dinheiro, megaprojetos como o novo aeroporto de Dubai dão a impressão de obsessão e negócio arriscado", enfatizou Ishtay.

Segundo o relatório Global Economic Outlook (Perspectiva Econômica Mundial) do FMI, divulgado nesta semana, a economia dos Emirados Árabes deve encolher 0,6% neste ano.

Fonte: BBC Brasil - Foto: sleetapawang.spaces.live.com