terça-feira, 7 de julho de 2020

Helicóptero que transportava cocaína cai na região dos Campos Gerais, no Paraná

Duas pessoas foram presas. Piloto não seu feriu.


O delegado chefe da 17ª Subdivisão Policial de Apucarana, Marcus Felipe, confirmou na manhã desta sexta-feira (3) que investigadores da cidade prenderam um homem no Jardim Colonial na tarde de quinta-feira (2), que estaria envolvido em um grande transporte de drogas.

Conforme o delegado, policiais de Telêmaco Borba repassaram que um helicóptero Robinson R44 que estava transportando uma grande quantidade de cocaína caiu na região do município de Reserva e que um apucaranense era procurado. “A investigação é de Telêmaco Borba, os policias de lá entraram em contato, informaram a queda e que um dos envolvidos na distribuição de drogas seria de Apucarana. Nossa equipe encontrou o suspeito no Jardim Colonial e ele foi preso,” detalha o delegado.


O homem tem 41 anos e já foi candidato a vereador em Apucarana. O nome dele não foi revelado. A princípio um outro suspeito que seria também do município fugiu. No local da queda do helicóptero os policias encontraram aproximadamente 97 Kg de cocaína e um quilo de crack. Toda a droga está avaliada em mais de quatro milhões de reais.

As informações são do site TN Online com CGN via radioculturafoz.com.br - Fotos: Reprodução/Polícia Civil/PR

Helicóptero cai na Baía de Guanabara; dois tripulantes são resgatados com vida

Acidente aconteceu na altura do Museu do Amanhã, na Praça Mauá. Dois tripulantes escaparam sem 'ferimentos aparentes', segundo empresa responsável pela aeronave.


Bombeiros fazem buscas por helicóptero que caiu na Baía de Guanabara — Foto: Reprodução/GloboNews

O helicóptero modelo Robinson R22 Beta, prefixo PR-OEA, da Omni Escola de Aviação, caiu na tarde desta segunda-feira (6) na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro. Duas pessoas estavam na aeronave e escaparam sem 'ferimentos aparentes', segundo a Escola de Aviação Omni, empresa responsável pelo veículo.

A Omni informou ainda que os tripulantes estavam fazendo um voo de instrução. Ambos serão submetidos a uma avaliação médica.

Os bombeiros foram chamados por volta das 14h40. O acidente, segundo a corporação, aconteceu na altura da Praça Mauá, perto do Museu do Amanhã.

Os tripulantes eram um instrutor e um aluno. Os dois foram socorridos por embarcações particulares, de acordo com informações dos bombeiros.

Por volta das 15h30, equipes da corporação faziam buscas por terra, no mar e também a partir de um helicóptero, para tentar localizar a aeronave. A Marinha também participava das buscas.

Segundo uma testemunha ouvida pela GloboNews, o helicóptero fez um barulho e uma parte da cauda soltou, antes da aeronave fazer um rodopio e adernar na baía.

O que diz a Marinha

A Marinha do Brasil (MB) informou que a Capitania dos Portos do Rio de Janeiro (CPRJ) enviou uma equipe de Busca e Salvamento (SAR) para o lcoal, assim que ficou sabendo da ocorrência. Foram deslocados para a região três embarcações e uma motoaquática.


Dois tripulantes foram resgatados com vida por uma embarcação que trafegava próxima ao Museu do Amanhã. Além disso, não foi identificada poluição hídrica até a publicação desta reportagem..

O que diz a empresa

A Escola de Aviação Omni informou que aconteceu “um incidente por volta das 14h40 num voo de instrução, próximo à Praça Mauá, na Baía de Guanabara”. A aeronave teve que fazer um pouso na água.

As duas pessoas que estavam a bordo, um instrutor identificado como Marcus e o aluno Thiago, ficaram sem lesões aparentes e passavam por uma avaliação médica.

"A habilidade e proficiência do Instrutor contribuíram para a realização do pouso na água com segurança e para a evacuação da aeronave juntamente com o aluno. O modelo Robinson 22 é um pequeno helicóptero para duas pessoas que se tornou o helicóptero padrão para treinamento de pilotos", diz a nota.

Ainda de acordo com a Omni, o “Plano de Resposta a Emergência” foi acionado e há cooperação da empresa com as “autoridades de investigação”.

Fontes: G1 / ASN

Colisão no ar entre 2 pequenos aviões nos EUA deixa mortos

Acidente ocorreu em região turística no estado de Idaho, no noroeste do país. Destroços caíram em lago e foram encontrados a 40 metros de profundidade.


Embarcações de resgate no lago Coeur d'Alene, em Idaho (Estados Unidos), após colisão entre aviões no domingo (5) — Foto: Stephanie Hammett/The Spokesman-Review via AP

Dois aviões de pequeno porte colidiram no ar no domingo (5), sobre um lago no estado norte-americano de Idaho. Ao menos oito pessoas morreram, admitiram autoridades locais nesta segunda-feira.

As aeronaves se chocaram enquanto sobrevoavam o lago Coeur d'Alene, destino turístico de veraneio no noroeste dos Estados Unidos a cerca de 600 km de Boise, capital de Idaho. Segundo um xerife local, os destroços foram encontrados a quase 40 metros de profundidade.

Uma das aeronaves era um hidroavião operado pela empresa Brooks Seaplanes, que opera voos turísticos na região do lago. Cinco pessoas, incluindo três crianças, estavam a bordo.

O outro avião era um Cessna 206, que levava ao menos duas pessoas — as autoridades não descarta que mais passageiros estivessem a bordo.

"Não acreditamos que haja sobreviventes. Acho que todos estão mortos", disse à Associated Press Ryan Higgins, representante do xerife local.
A agência federal de aviação abrirá uma investigação para determinar as causas do acidente.

"Este é o incidente mais trágico que já tivemos" na área, disse Higgins.

As aeronaves envolvidas no acidente:

de Havilland Canada DHC-2 Beaver Mk I (L-20A)
Prefixo: N2106K
Operada pela Brooks Seaplane Service Inc
6 ocupantes / 6 mortos

Cessna TU206G Turbo Stationair II
Prefixo: N6373U
Operada pela Echo Rental Co
2 ocupantes / 2 mortos

Fontes: G1 / ASN

Notícias do dia


Há 73 anos, nuvem de gafanhotos no RS deu início à aviação agrícola no país



segunda-feira, 6 de julho de 2020

Boeing prepara aposentadoria de 747 para encerrar era dos jumbos


A decisão encerra uma jornada de meio século para a aeronave pioneira de corredor duplo - Imagem: Justin Tallis/AFP

A Boeing ainda não contou aos funcionários, mas a empresa vai descontinuar o jumbo 747, encerrando uma jornada de meio século para a aeronave pioneira de corredor duplo. 

O último 747-8 sairá de uma fábrica na área de Seattle em cerca de dois anos, uma decisão que não foi divulgada, mas pode ser encontrada em mudanças sutis nas demonstrações financeiras, disseram pessoas a par do assunto.

É um momento que entusiastas da aviação temem há muito tempo, sinalizando o fim dos leviatãs de dois andares e quatro motores que encolheram o mundo.

A Airbus já se prepara para fabricar o último jumbo A380. No entanto, apesar de toda a popularidade entre passageiros, a versão final do 747 e o superjumbo da Europa nunca decolaram comercialmente, já que companhias aéreas se voltaram para aviões bimotores para voos de longo alcance.

Os jumbos também enfrentam outro problema: a pandemia de covid-19 ameaça deixar fabricantes em busca de compradores para os últimos modelos fabricados.

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Notícias do dia






Após receber Embraer de número 1.600, aérea suíça adia entregas de novos aviões


domingo, 5 de julho de 2020

Assista aos bastidores da higienização da Copa Airlines


Em um momento de preparação para a retomada, a Copa Airlines lançou um vídeo que mostra a higienização de áreas, equipamentos e produtos da cadeia de suprimentos para garantir a biossegurança de seus colaboradores e passageiros. 

Confira no vídeo parte do processo de desinfecção dos carrinhos de serviço e dos caminhões de transporte de suprimentos, sinalização das áreas no piso, preparação dos kits de viagem, instalação de tapetes desinfetantes e instalação de uma nova cabine de desinfecção.

Clique AQUI para ler toda a matéria e ver o vídeo.

Notícias do dia








Comandos Aéreos Leste e Nordeste são reativados

Número de passageiros de avião cresce em maio, mas é 92% menor que em 2019




sábado, 4 de julho de 2020

Não é só o A380. Veja outros aviões que foram um fracasso comercial


A última unidade do maior avião de passageiros do mundo já começou a ser produzida. O Airbus A380 teve uma vida curta, de apenas 15 anos desde o seu voo inaugural de testes. 

Com 251 encomendas, no entanto, o modelo está longe de ser o maior fracasso comercial da história da aviação. Já houve casos de aviões que tiveram menos de 20 unidades produzidas. 

O maior fracasso veio de um modelo que pretendia concorrer justamente com o avião mais vendido da história, o Boeing 737 e que já teve mais de 10.000 unidades produzidas.

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Notícias do dia







Fábrica clandestina de helicópteros é encontrada no leste europeu



terça-feira, 30 de junho de 2020

Conversa sobre coronavírus causa acidente aéreo que matou 97 pessoas. Entenda!

Pilotos simplesmente esqueceram de baixar o trem de pouso, causando o acidente fatal, conforme relatório divulgado neste domingo.



A queda do avião que matou 97 pessoas em maio último, no Paquistão, foi causada por falha humana. No entanto, o mais surpreendente é que o relatório preliminar da investigação indica que o motivo foi distração em razão de um diálogo sobre coronavírus.

De acordo com as gravações na caixa-preta, piloto de copiloto conversavam sobre a pandemia momentos antes da aterrisagem. Eles simplesmente esqueceram de baixar o trem o trem de pouso, causando o acidente com o Airbus A320 da Pakistan International Airlines.

“O piloto e o copiloto conversavam sobre coronavírus, o que os tirou o foco da aterrisagem. As suas famílias haviam sido afetadas pela Covid-19 e eles falavam sobre isso”. Embora preliminar, é o que consta no relatório.

A aeronave havia feito uma tentativa de aterrisagem. Na ocasião o trem de pouso foi ativado normalmente. No entanto, tiveram que arremeter. Nesse processo, o trem de pouso foi recolhido, mas não utilizado na segunda aterrisagem. O acidente ocorreu no Aeroporto Internacional de Karachi.

A informação foi divulgada no site Flight Global. Os peritos não constataram defeito no trem de pouco, conforme o mesmo relatório preliminar. “O pouso foi feito com o equipamento retraído e a aeronave tocou o solo com os motores”.

Fonte: ndmais.com.br - Foto: Reprodução

No Paquistão, quase um em cada três pilotos de avião tem uma licença falsa

No Paquistão, quase um em cada três pilotos tem uma licença falsa, concluiu uma investigação realizada após o acidente que resultou na morte de 97 pessoas no sul do país, em maio.

De acordo com a CNN, que cita o ministro da aviação do Paquistão, mais de 30% dos pilotos aéreos civis do país têm licenças falsas e não estão aptos a voar. A conclusão foi revelada por Ghulam Sarwar Khan à Assembleia Nacional do Paquistão.

O governante sublinhou que 262 pilotos “não fizeram, eles próprios, o exame”, tendo pago a outra pessoa para o fazer exame no seu lugar. “Não têm experiência de voo.”

O Diário de Notícias adianta que o Paquistão tem 860 pilotos no ativo a trabalhar nas linhas domésticas, incluindo a Pakistan Intenational Airlines (PIA), a companhia aérea do país. A PIA proibiu, entretanto, os pilotos com licença falsa de voar, uma decisão com efeitos imediatos.


A conclusão integra um relatório preliminar de uma investigação ao acidente aéreo que aconteceu em maio e que vitimou 97 pessoas em Karachi, no sul do país. O ministro Ghulam Sarwar Khan não especificou se os pilotos deste avião também teriam uma licença falsa.

O relatório aponta que os pilotos estavam a a ter uma discussão sobre o novo coronavírus momentos antes de o avião se despenhar. “Os dois pilotos estavam a discutir o coronavírus durante o voo. Não estavam focados. Estavam a falar do coronavírus e de como afetou as suas famílias”, sublinhou Khan, acrescentando que os pilotos estavam “demasiado confiantes”.

Segundo o ministro da aviação, os pilotos foram “avisados três vezes de que o avião estava demasiado alto e que não deveriam aterrar, “mas o comandante não deu ouvidos às instruções”.

Fonte|: zap.aeiou.pt

Clipping













segunda-feira, 29 de junho de 2020

Simulação mostra como vírus se espalham entre passageiros de avião



Por BETHÂNIA NUNES (bethania.nunes@metropoles.com)

Uma simulação feita na Universidade Purdue, em Indiana, nos Estados Unidos, mostra como o coronavírus pode se propagar rapidamente dentro de uma cabine de avião quando uma pessoa infectada tosse ou espirra.

Usando como base as características do vírus Sars-CoV-1, causador da gripe Sars e “parente” do novo coronavírus, os pesquisadores descreveram os riscos de contaminação envolvidos em uma viagem de avião em cabines de um Boeing 737 e um Boeing 767 totalmente ocupados.

As partículas com o vírus expelidas nas gotas de saliva no momento da tosse se espalham rapidamente pelo ar. As 10 pessoas sentadas ao redor do infectado são as que correm maior risco durante a viagem, como mostra o vídeo. Ainda assim, os aerossóis, partículas mais leves, conseguem alcançar distâncias maiores, chegando até passageiros que estejam a quatro fileiras de distância.

Como o coronavírus vai mudar as viagens de avião?

Instalações de desinfecção, check-in de sinais vitais e comissários vestindo
EPIs são algumas dessas transformações.

Por Carolina Fioratti



A pandemia de covid-19 diminuiu o fluxo nos transportes públicos, afastou as pessoas das ruas, intensificou o comércio online, transformou casas em escritórios, entre outras várias mudanças. Muitas delas devem se manter, pelo menos, até o final de 2020 – isso se alguns desses novos hábitos não se tornarem tão efetivos que ficarão mesmo após a distribuição de uma vacina. 

Para as viagens de avião, a história não é diferente. Por enquanto, os procedimentos básicos das companhias aéreas estão sendo a medição da temperatura dos passageiros e redução de lugares nas aeronaves. 

Leia mais clicando AQUI.

ESTAMOS DE VOLTA


O Blog Notícias sobre Aviação está de volta com as últimas informações sobre tudo o que acontece no meio aeronáutico.

Dia 01 de julho, o site DESASTRES AÉREOS retorna com seu banco de dados atualizado e com novas histórias sobre os principais acidentes aéreos da história.

sexta-feira, 2 de março de 2018

Banco de ocorrências - Acidentes com Helicópteros em 2015 (ANAC)

Acidentes e incidentes com helicópteros em 2015, sem vítimas


15-12-2015
Robinson R22 Beta
PT-HVW
Ultra Pilot Escola de Aviação
Rio de Janeiro - RJ
Perda de controle em voo
____________________________

11-10-2015
Robinson R22 Beta II
PR-HNE
Ace High Escola
Vera Cruz - SP
Perda de controle em voo
____________________________

16-08-2015
Robinson R44 Raven II
PT-YRT
Particular
Nova Esperança - PR
Colisão em voo com obstáculo
____________________________

30-07-2015
Bell 206B JetRanger III
PT-YLD
Particular
São José dos Ausentes - RS
Colisão em voo com obstáculo

Banco de ocorrências - Acidentes com Aviões em 2015 (ANAC)

Acidentes e incidentes com aviões sem vítimas


28-12-2015
Embraer EMB-202 Ipanema
PT-VYF
Aeroarroz Aviação Agrícola
Imbé (RS)
Perda de controle em voo
__________________________________ 

17-12-2015
Paulistinha CAP-4 (Neiva 56-C)
PP-HLH
Aeroclube de Itápolis
Itápolis (SP)
Perda de controle no solo
__________________________________

13-12-2015
Maule M-7-235B Super Rocket
PT-WPP
Particular
Bento Gonçalves (RS)
Perda de controle no solo
___________________________________ 

12-12-2015
Embraer EMB-202 Ipanema
PT-URN
Taim Aero Agrícola
Rio Grande (RS)
Pouso antes da pista
___________________________________

08-12-2015
Piper PA-24-260 Comanche C
PT-IEB
Particular
Jales (SP)
Falha de motor em voo
___________________________________ 

08-12-2015
Embraer EMB-202A Ipanema
PT-VVS
Agrosema Aero Agrícola
Aguaí (SP)
Falha de motor em voo
___________________________________ 

06-12-2015
Cessna 180D Skywagon
PT-BMU
Particular
Americana (SP)
Perda de controle no solo 
__________________________________

27-11-2015
Cessna A188B AG Truck
PT-FFB
Awaer Aviação Agrícola
Planalto da Serra (MT)
Falha de motor em voo
__________________________________

21-11-2015
Aero Boero AB 180
PP-GSE
Aeroclube de Bento Gonçalves
Garibaldi (RS)
Perda de controle no solo
__________________________________

17-11-2015
Piper Pa-25-235 Pawnee
PT-OST
Aero Agrícola Do Vale
Miracatu (SP)
Perda de controle em voo
__________________________________

09-11-2015
Embraer EMB 721 Sertanejo
PT-EDJ
Particular
Lençóis Paulistas (SP)
Pouso em local não previsto
__________________________________

08-11-2015
Cessna A188B AG Truck
PT-WCK
Destaque Aviação Agrícola
Jaguarão (RS)
Colisão em voo com obstáculo
__________________________________

28-09-2015
Cessna 152
PT-PRA
Academia Superior de Aviação Civil
Santo Antônio Leverger (MT)
Perda de controle no solo
__________________________________

22-09-2015
Cessna 210K Centurion
PR-FMP
Particular
Jacareacanga (PA)
Pouso sem trem
__________________________________

20-09-2015
AMT-200SO Ximango Patrulha
PR-SOR
Particular
Casa Branca (SP)
Falha de motor em voo
__________________________________

19-09-2015
Piper PA-46-350P Malibu Mirage
PP-AAM
Comercial Morrinho
Sta. Rita de Cássia (BA)
Perda de controle no solo 
__________________________________

27-08-2015
Piper PA-32R-301T Turbo Saratoga SP
PR-WTW
Particular
Goiânia (GO)
Sem trem de pouso
__________________________________

24-08-2015
Cessna A188B AG Truck - PT-WHY
Asas do Cerrado Aviação Agrícola
Pacaembu (SP)
Falta de combustível (Pane Seca)
__________________________________

13-08-2015
Piper PA-25-260 Pawnee
PT-OQW
Aéro Agrícola Do Vale
Itariri (SP)
Falha de motor em voo 
__________________________________ 

11-08-2015
Beech C17-L
PR-STW
Universo Air
Campinas (SP)
Perda de controle no solo
__________________________________

01-08-2015
Cessna 120
PT-KKL
Particular
Aracaju (SE)
Pouco brusco
__________________________________

25-07-2015
Neiva 55-C
PP-GUU
Aeroclube de Cruz Alta
Cruz Alta (RS)
Pouco brusco
__________________________________

23-07-2015
Cessna 208 Caravan (anfíbio) PR-PAZ
Greenpeace
Manaus (AM)
Perda do Controle em voo
__________________________________

14-07-2015
Cessna 210R Centurion II
PR-LGP
Lotérica Carvalho e Luz
Itaituba (PA)
Falha de motor em voo

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Áudio mostra desespero do piloto da Chapecoense: ‘Falha total’

Gravações obtidas por rádio colombiana reforçam hipótese de que aeronave tenha sofrido uma pane seca. 




A rádio colombiana Caracol divulgou nesta quarta-feira o áudio da última conversa do piloto da aeronave que transportava a equipe da Chapecoense e a torre de controle do aeroporto de Rionegro, perto de Medellín. Em uma conversa dramática com a controladora apontada pela rádio como Janeth Molina, o comandante da empresa LaMia, Miguel Quiroga, relatou falta de combustível e pane elétrica do avião.

Nas gravações divulgadas, o piloto afirma em determinado momento: “Solicitamos prioridade para proceder para a pista, solicitamos prioridade para proceder ao localizador. Temos problemas de combustível (…), agora falha total elétrica (…), ajuda, vetores [rota mais rápida] para proceder à pista”. Ao ser informado que havia outra aeronave se preparando para pousar, ele replica: “Emergência de combustível. Preciso descer imediatamente. Já estamos realizando a descida. Falha elétrica total. Sem combustível”.

Áudio 1


Ouça AQUI o 1º áudio.

Lamia: Lima Mike India 2933, solicitamos prioridade para aproximação porque estamos passando um problema com combustível

Torre: Lima Mike India 2933, entendo, você solicita prioridade para aterrissar igualmente por problema com combustível, coreto?

Lamia: Afirmativo.

Torre: Ok. Vamos lhe dar vetores para proceder ao localizador e efetuar a aproximação. Dentro de aproximadamente sete minutos iniciaremos a aproximação.

Áudio 2


Ouça AQUI o 2º áudio.

Torre: Lima Mike India 2933, informe seu rumo.

Lamia: Um… 1-7-9 em aproximação.

Torre: Mantenha seu rumo atual e espere para iniciar… para continuar sua descida.

Lamia: Mantendo o rumo para descida.

Áudio 3


Ouça AQUI o 3º áudio.

Nesse trecho, a controladora fala com dois outros pilotos, dos voos LAN Colombia 3020 Bogotá-Medellín e o Avianca 9656 Bogotá-Medellín Lamia: Lima Mike India 2933 solicita vetores para aproximação, senhorita.

Torre: Atento, tenho uma aeronave abaixo de vocês efetuando a aproximação e também estão fazendo a revisão da pista. Quanto tempo você pode permanecer em aproximação, Lima Mike India?

Lamia: Estou em emergência de combustível, senhorita. Por isso lhe peço de uma vez o curso final. 

Torre: Avianca 9356, inicie a aproximação agora.

Avianca 9356: Iniciando a aproximação agora. 

Lamia: Solicito descida imediata, Lima Mike India 2933.

Torre: Lan Colombia 3020, cancelada a autorização para aproximação. Vire à esquerda com rumo 0-1-0 agora.

Lan Colombia 3020: Para a esquerda, rumo 0-1-0 e que nível mantemos?

Torre: Mantenha a uns 3 mil pés.

Torre: Lima Mike India 2933, pode efetuar curva pela direita para iniciar a descida, tem trânsito a 1 milha abaixo de vocês.

Lamia: Trânsito à vista… Solicito que nos incorpore de uma vez ao localizador.

Torre: Capitão, você tem 2-1-0, necessito baixar o nível e que você vire à direita para iniciar a descida.

Lamia: Negativo, senhorita, estamos iniciado a descida.

Áudio 4


Ouça AQUI o 4º áudio.

Lamia: Senhorita, Lima Mike India 2933 está em falha total, elétrica total e combustível.

Torre: Pista livre e operável. Chuva. Lima Mike India 2933, bombeiros de avisados.

Lamia: Vetores, vetores, senhorita? Vetores para a pista?

Torre: Sem sinal no radar. Não lhe vejo. Notifique seu rumo, agora.

Lamia: Estamos com rumo 3-6-0, 3-6-0.

Torre: Vire à esquerda 0-1-0, procederia ao localizador da pista do Rio Negro, 1 milha à frente. No momento você se encontra… Correto, lhe confirmo, pela esquerda com rumo 3-5-0.

Lamia: Pela esquerda 3-5-0, senhorita?

Torre: Sim. Correto. Você está a 0,1 milha da cabeceira da pista do Rio Negro.

Torre: Não vejo sua altitude, Lima Mike India.

Lamia: 9 mil pés, senhorita. Vetores, Vetores?

Torre: Você está a 8.2 milhas da pista.

Lamia: Jesus!

Torre: Que altitude tem agora? (Sem resposta)

Torre: Lima Mike India 2933, posição? (Sem resposta)


Ouça AQUI o áudio completo


Fonte: UOL Notícias - Fotos: Divulgação

Entenda as hipóteses e dúvidas sobre a queda do voo da Chapecoense

Foto: Divulgação/Polícia da Antióquia

Quais são as hipóteses para o acidente?

A hipótese mais forte até agora é a de que ocorreu uma pane seca, ou seja, falta de combustível.


O que pode gerar essa falha?

Vários fatores. Entre eles, vazamento de combustível durante o voo, erro de cálculo da quantidade necessária para cumprir a viagem, erro de análise do desempenho de consumo do motor e até combustível de má qualidade. Desde a última terça (29), porém, a hipótese mais forte é a de que o avião não tinha capacidade de transportar a quantidade de combustível necessária para cumprir a viagem.

Quais são os indícios desta suspeita?

Um áudio divulgado por uma rádio colombiana mostra uma conversa supostamente entre a torre de controle de Medellín e o piloto da LaMia. Nela, o piloto relata falta de combustível. Depois de alguns segundos, a torre não consegue mais contato com o avião. Além disso, a distância entre Santa Cruz de La Sierra (Bolívia) e Medellín (Colômbia), de 2.985 km, é maior do que a distância que a aeronave era capaz de voar (cerca de 2.965 km), segundo o próprio site da LaMia, portanto não sobraria combustível para possíveis imprevistos.



Isso explica a tragédia?

Ainda não. É possível que a aeronave tenha sido adaptada para carregar mais combustível do que demonstra o site da companhia. Só será possível saber as causas definitivas do acidente após o término das investigações, que podem demorar meses.

Qual é a regra de combustível para voos na Bolívia?

Para fazer um voo no país, é necessário ter combustível para: 1) cumprir a viagem até o destino final; 2) chegar até um aeroporto auxiliar mais próximo de seu destino; e 3) sobrevoar 45 minutos sobre este segundo aeroporto.

O tráfego aéreo contribuiu para o acidente?

A operação dos controla-dores de voo colombiano não recebeu críticas até o momento. O sistema tinha que dar conta de diversos aviões chegando em Medellín ao mesmo tempo, alguns deles com imprevistos declarados via rádio. Supostamente, todas as aeronaves tinham condições de voar em círculos, aguardando liberação para o pouso –foi essa a orientação que a controladora colombiana deu ao piloto do voo da Chapecoense.

Se não tivesse voado em círculos, a aeronave chegaria ao aeroporto?

Talvez. O avião demoraria em torno de 4 minutos e 30 segundos a 5 minutos e 30 segundos para chegar até a pista se voasse em linha reta (isso a partir do momento em que parou de voar em círculos). O combustível durou pelo menos 14 minutos até a queda, a partir desse mesmo ponto, enquanto ele voava em círculos aguardando liberação da pista.

Trajeto do avião - Chapecoense
Trajeto do avião - Chapecoense - Editoria de arte / Folhapress

O avião que caiu já havia realizado uma viagem tão longa?


No último mês, a aeronave fez ao menos duas viagens com distâncias parecidas à do dia da queda. A mais longa ocorreu justamente na mesma rota do acidente, mas no caminho contrário. No dia 29 de outubro, o avião havia saído de Medellín com destino a Santa Cruz de La Sierra, em um voo que durou 4 horas e 32 minutos –no dia do acidente, o voo durou 4 horas e 42 minutos.

Se o avião tinha pouco combustível, porque não foi feita uma escala?

Segundo um diretor da companhia LaMia, o plano de voo previa uma parada para reabastecimento, mas ela não foi feita porque a tripulação assumiu que chegaria ao destino sem risco.

Estava chovendo forte no momento do acidente?

As informações sobre o tempo na região na noite de segunda (28) mostram que havia chuva fraca na hora da queda. Nuvens de tempestades, comuns nesta época do ano em Medellín, não foram atravessadas pelo avião.

Fonte: Folha de S.Paulo

Pane seca foi decisiva para queda de avião, diz "Anac" colombiana

As autoridades colombianas confirmaram, nesta quarta-feira (30), que o avião da delegação da Chapecoense voava com menos combustível do que mínimo exigido pela lei. Em uma concorrida coletiva de imprensa, o órgão que avalia as causas do acidente explicou que trabalha com a teoria de que a "pane seca" deu origem ao problema elétrico que acabou por derrubar a aeronave, em uma tragédia que matou 71 pessoas e feriu outras seis.

As conclusões preliminares apresentadas à imprensa partem da constatação de que não havia combustível nos destroços e da gravação das conversas entre a torre de controle e o avião da operadora boliviana Lamia, que carregava a delegação da Chapecoense e jornalistas que cobririam a final da Copa Sul-Americana.

Clique na imagem para ampliá-la

"Uma das hipóteses que trabalhamos é que [o avião] não contava com combustível e que, por isso, tenha apagado subitamente os motores. Motores são a fonte elétrica. Você pode ter uma turbina adicional, mas se não tinha combustível, vai ter uma pane elétrica", afirmou Fredy Bonilla, secretário de Segurança Aérea da Aeronáutica Civil da Colômbia, órgão com funções semelhantes às da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), agência que regula voos no Brasil.

"As normas internacionais exigem que qualquer aeronave deve viajar com combustível suficiente para chegar ao aeroporto de destino, mais 30 minutos e ainda mais 5 minutos ou 5% da distância, que é o combustível reserva. Neste caso, lamentavelmente, a aeronave não contava com combustível suficiente. Vamos investigar para saber por que a tripulação não contava com combustível suficiente", completou ele, em entrevista coletiva nesta noite. Bonilla também relatou a sequência de acontecimentos que levaram à queda da aeronave da Chapecoense. Ao se aproximar do aeroporto de Medellín, havia outros dois voos com preferência de aterrissagem, um deles um de carreira da VivaColombia que tinha declarado emergência por um vazamento de combustível.

O piloto da Lamia disse não ter problema algum e deu meia volta para esperar sua vez. Em cima da hora, então, ele avisa a torre de controle que está com pouco combustível, declara emergência, pane elétrica e cai. Bonilla afirmou que o aeroporto ainda tentou contornar a situação, passando o avião à frente na fila de preferência, mas já era tarde.

Autoridades da Bolívia também já haviam sugerido pane seca


Trata-se da confirmação de uma informação já passada pela autoridade aeronáutica da Bolívia, país de operação da Lamia, empresa dona e controladora da aeronave que caiu. O voo trágico saiu de Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, e tinha destino ao aeroporto internacional de Medellín, mas caiu em uma região montanhosa de seus arredores.

Nesta quarta-feira, mais cedo, o UOL Esporte já havia revelado que o avião voava com menos combustível do que o exigido pela lei boliviana.

Para cumprir os regulamentos de tráfego aéreo da Bolívia, a aeronave deveria ter combustível nos tanques para voar, no mínimo, por mais uma hora. A regulamentação de aviação civil boliviana prevê que, além do combustível necessário para fazer a rota prevista, aviões a jato tenham uma reserva da mais 5% (no Brasil são 10%) do tempo total de viagem, o necessário para chegar a um aeroporto de alternativa e o suficiente para outros 30 minutos de voo.

Fonte: Gustavo Franceschini (do UOL, em Medellín (Colômbia)) - Imagem: Estadão

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Nossos sentimentos


Nossas condolências ao povo de Chapecó e à valorosa torcida da Chapecoense, bem como parentes e amigos dos mortos na tragédia.


Lista de ocupantes do avião acidentado

Veja, abaixo, a relação das pessoas que estavam a bordo:
— Delegação da Chapecoense

Alan Luciano Ruschel (lateral): primeiro a ser resgatado, o atleta foi levado para o Hospital de La Ceral. De acordo com o Bom Dia Brasil, o jogador chegou em estado de choque e perguntando pela família. Ruschel teve múltiplas fraturas nos braços e nas pernas e também uma lesão na coluna (região lombar). Trabalha-se com a possibilidade de que a medula tenha sido atingida. Ele passou por cirurgia.

Ananias Eloi Castro Monteiro (meia): o jogador de 27 anos teve passagens pelo Bahia, Portuguesa, Cruzeiro, Palmeiras e Sport. LEIA MAIS

Arthur Brasiliano Maia (meia): o alagoano Arthur Brasiliano Maia, de 24 anos, era jogador do Vitória emprestado à Chapecoense. LEIA MAIS

Bruno Rangel Domingues (atacante): nascido em Campos dos Goytacazes (RJ), tinha 34 anos e passou por times como Paysandu e Joinville antes da Chapecoense. Maior artilheiro da história da Chapecoense, com 77 gols. LEIA MAIS

Aílton Cesar Junior Alves da Silva, o Canela (atacante): o jogador, conhecido como Canela, de 22 anos, nasceu em Matão (SP). Antes da Chapecoense, passou pelo Botafogo de Ribeirão Preto. LEIA MAIS

Cleber Santana Loureiro (meia): o capitão do time tem 36 anos iniciou a carreira no Sport (PE) e passou por Vitória, Santos, São Paulo, Atlético Paranaense, Avaí, Flamengo, Criciúma, o japonês Kashiwa Reysol, e os espanhóis Atlético de Madrid e Mallorca. Nascido em Abreu e Lima, deixa dois filhos, um de 14 e outro de 11 anos. LEIA MAIS

Marcos Danilo Padilha (goleiro): o jogador de 31 anos foi resgatado com vida e levado ao hospital San Vicente Fundación. A Cruz Vermelha informou que Marcos Danilo não resistiu aos ferimentos e morreu. LEIA MAIS

Dener Assunção Braz (lateral): jogador nascido em Bagé (RS), de 25 anos, passou por clubes como Grêmio e Veranópolis. LEIA MAIS

Filipe José Machado (zagueiro): o atleta de 32 anos teve passagens por Internacional, Fluminense e clubes do exterior. LEIA MAIS

Jakson Ragnar Follmann (goleiro): foi resgatado com vida e levado ao hospital San Vicente Fundación. De acordo com o Bom Dia Brasil, o goleiro reserva teve uma perna amputada.

José Paiva, o Gil (volante): o jogador de 29 anos passou por clubes como Coritiba, Santo André, Vitória, Ponte Preta, Santa Cruz e Mogi Mirim. LEIA MAIS

Guilherme Gimenez de Souza, o Gimenez (lateral e volante): antes da Chapecoense, passou por Goiás e Botafogo de Ribeirão Preto, onde nasceu. Tinha 21 anos e deixa mulher e uma filha de dois anos. LEIA MAIS

Everton Kempes dos Santos Gonçalves (atacante): o jogador de 31 anos nasceu em de Carpina, na Mata Norte de Pernambuco, tem passagem pela Portuguesa, pelo Vitória, Ceará, América Mineiro, e pelos japoneses Cerezo Osaka e JEF United Ichihara Chiba. LEIA MAIS

Lucas Gomes da Silva (atacante): o jogador de 26 anos nasceu em Bragança, nordeste do Pará. Foi revelado pelo Bragantino, passou por São Raimundo-PA, Trem-AP, Castanhal-PA, Ananindeua-PA, Londrina, Sampaio Corrêa, Tuna Luso, Icasa e Fluminense. LEIA MAIS

Matheus Bitencourt da Silva, o Matheus Biteco (volante): o porto-alegrense de 21 anos era o caçula dos "irmãos Biteco" – o mais velho, Guilherme Biteco, é meia-atacante que atualmente está no Ceará. Matheus começou no Grêmio e jogou nas categorias de base da seleção brasileira. LEIA MAIS

Hélio Hermito Zampier Neto, o Neto (zagueiro): foi resgatado com vida e levado ao hospital. Segundo o Globo Esporte, o jogador estava consciente, mas com muitos ferimentos, principalmente no rosto. O Bom Dia Brasil informou que o estado do jogador é grave devido a um trauma cranioencefálico.

Sérgio Manoel Barbosa Santos (volante): o jogador de27 anoshavia chegado neste ano à Chapecoense. Antes, estava no Água Santa, no interior de São Paulo. Recentemente, ele marcou seu segundo gol pelo novo clube e comemorava a nova fase após lesões sérias.

William Thiego de Jesus, o Thiego (zagueiro): nascido em Aracaju, tinha 30 anos e despontou no Grêmio. Passou ainda pelo Kyoto Sanga, do Japão, Bahia, Ceará, Figueirense, e Khazar, do Azerbaijão, antes de finalmente chegar à Chapecoense. Thiego estava perto de acertar com o Santos para a próxima temporada.

Tiago da Rocha

Josimar

Marcelo Augusto

Mateus Lucena dos Santos

Luiz Cezar Martins Cunha: membro da comissão técnica do clube

Sérgio Luis Ferreira de Jesus: massagista do clube

Anderson Donizette

Adriano Wulff Bitencourt: membro da comissão técnica do clube

Cleberson Fernando da Silva: membro da comissão técnica do clube

Emersson Fabio Di Domenico, o Chinho di Domenico: supervisor da Chapecoense

Eduardo Luiz Preuss, o Cadu: membro da comissão técnica do clube

Mauro Luiz Stumpf: vice-presidente de futebol da Chapecoense

Sandro Luiz Pallaoro: presidente da Chapecoense

Nilson Folle Junior: membro da diretoria do clube

Decio Sebastião Burtet Filho: membro da diretoria do clube

Jandir Bordignon: membro da diretoria do clube

Gilberto Pace Thomas: assessor de imprensa do clube

Mauro Dal Bello: membro da diretoria do clube

Edir Félix De Marco: membro da diretoria do clube

Daví Barela Dávi: empresário, viajava como convidado da direção do clube

Ricardo Philippi Porto: membro da diretoria do clube

Delfim Pádua Peixoto Filho: presidente da Federação Catarinense de Futebol
Luiz Carlos Saroli, o Caio Júnior (técnico): conhecido como Caio Júnior, ex-jogador com passagens por Grêmio, Internacional e Paraná, dentre outros, começou a carreira de técnico em 2000. Na função, passou por clubes como Palmeiras, Flamengo, Grêmio, Bahia, Vitória e Criciúma
Anderson Roberto Martins, o Boião: preparador de goleiros
Eduardo de Castro Filho, o Duca: auxiliar técnico

Marcio Bestene Koury: médico do time

Anderson Rodrigues Paixão Araújo (preparador físico): com filho do ex-preparador físico Paulo Paixão, que integrou a comissão técnica do Brasil que conquistou a Copa do Mundo de 2002, Anderson tem 37 anos. LEIA MAIS
Luiz Felipe Grohs, o Pipe Grohs: analista de desempenho do time
Rafael Correa Gobbato: fisioterapeuta da equipe

— Profissionais de imprensa
Guilherme Marques, da Globo: repórter

Ari Ferreira de Araújo Júnior, o Ari Júnior, da Globo: o cinegrafista de 48 anos trabalhou na TV Anhanguera de fevereiro de 1996 a novembro de 1997. Desde então, trabalhava na TV Globo no Rio de Janeiro, onde integrava a equipe do programa Planeta Extremo. LEIA MAIS

Guilherme Laars, da Globo: produtor

Giovane Klein Victória, da RBS: repórter da RBS TV, afiliada da TV Globo, de Florianópolis

Bruno Mauri da Silva, da RBS: técnico da RBS, afiliada da TV Globo, de Florianópolis

Djalma Araújo Neto, da RBS: cinegrafista da RBS TV, afiliada da TV Globo, de Florianópolis

André Podiacki: repórter do jornal "Diário Catarinense"

Laion Espíndola, do Globo Esporte: repórter

Victorino Chermont, da Fox: repórter dos canais Fox Sports

Rodrigo Santana Gonçalves, da Fox: repórter cinematográfico dos canais Fox Sports

Devair Paschoalon, o Deva Pascovicci, da Fox: narrador dos canais Fox Sports

Lilacio Pereira Jr., da Fox: coordenador de transmissões externas dos canais Fox Sports

Paulo Clement, da Fox: jornalista ds canais Fox Sports

Mário Sérgio, da Fox: ex-jogador e ex-técnico de futebol, atualmente era comentarista nos canais Fox Sports.

Renan Agnolin: repórter da rádio Oeste Capital, de Chapecó

Fernando Schardong: narrador da rádio Chapecó

Edson Ebeliny: repórter setorista da Chapecoense pela Super Condá

Gelson Galiotto: narrador da rádio Super Condá, de Chapecó

Douglas Dorneles: repórter esportivo da Rádio Chapecó

Jacir Biavatti: comentarista esportivo da RIC TV; viajou para fazer cobertura a cobertura pela rádio Vang FM

Rafael Henzel: jornalista da rádio Oeste Capital, de Chapecó, foi resgatado com vida e levado ao Hospital de La Ceja. De acordo com o Bom Dia Brasil, ele teve lesões vertebrais mas sua condição é estável.


—Tripulação

Miguel Quiroga: piloto

Ovar Goytia: piloto

Sisy Arias: copiloto

Romel Vacaflores: assistente de voo

Ximena Suarez: auxiliar de voo foi resgatada com vida e levada à clínica Somer de Rionegro.

Alex Quispe

Gustavo Encina: representante da companhia aérea Lamia

Erwin Tumiri: técnico da aeronave, foi resgatado com vida e levado à clínica Somer de Rionegro.

Angel Lugo: técnico da aeronave
Fonte: G1