terça-feira, 16 de setembro de 2014

Avião monomotor cai na zona rural de Boa Vista do Tupim, na Bahia

Acidente aconteceu na tarde de segunda-feira e não deixou vítimas.

Responsáveis pela aeronave seriam de Feira de Santana.

Avião caiu na zona rural do município de Boa Vista do Tupim
Foto: PMBVT/Jornal da Chapada

O monomotor Paradise P-1, prefixo PU-SEH caiu na zona rural do município de Boa Vista do Tupim, na Chapada Diamantina, na Bahia, na tarde de segunda-feira (15), informou a Polícia Militar na cidade.

Segundo testemunhas, o piloto e o copiloto foram atendidos no hospital da região, mas sem ferimentos graves. O G1 entrou em contato com a Aeronautica, que ficou de apurar a situação. 


Acidente não deixou vítimas
Foto: PMBVT/Jornal da Chapada

O proprietário de um hotel de Boa Vista do Tupim afirma que conversou com os responsáveis pela aeronave e eles teriam dito que eram de Feira de Santana. Piloto e copiloto já teriam deixado a cidade, segundo informou o morador.

O avião tem registro na Agência Nacional de Aviação Civil como de propriedade particular experimental. Não há detalhes sobre a cusa do acidente.


Fontes: G1 / Site Desastres Aéreos 

Leia também: Avião envolvido em acidente capotou durante pouso forçado na BA, diz FAB.

Piloto do MH370 cortou oxigênio da cabine e avião afundou inteiro, diz livro

O piloto do voo MH 370 da Malaysia Airlines, que desapareceu em março com 239 pessoas, teria deliberadamente despressurizado a cabine – matando a maioria dos passageiros -, e depois pousado o avião no mar, onde ele afundou inteiro, sem deixar destroços.

Geoff Taylor (à esquerda) e Ewan Wilson

A afirmação foi feita por dois investigadores de acidentes aéreos, Geoff Taylor e Ewan Wilson, no livro 'The Truth Behind the MH 370 Loss' (ou 'a verdade por trás da perda do MH 370). Eles não integram as equipes oficiais de investigação do caso, mas afirmaram que a publicação é resultado de um estudo que analisou todos os cenários possíveis da tragédia.

Segundo os autores, o piloto Zaharie Ahmad Shah despressurizou a cabine, o que fez com que máscaras de oxigênio caíssem do teto. O suprimento de ar, no entanto, teria sido suficiente para apenas 20 minutos. Depois deste tempo os passageiros morreram asfixiados.

"Como o voo era noturno, é possível que muitas pessoas não tenham visto as máscaras caindo. Elas devem ter morrido em poucos minutos", dizem os autores.

O livro afirma ainda que Zaharie trancou o copiloto do lado de fora da cabine e sobreviveu respirando seu próprio suprimento de ar, que durou cerca de 40 minutos. Depois ele pressurizou novamente a cabine e pousou o avião no mar, onde ele afundou inteiro, sem deixar destroços aparentes.

Fonte: UOL - swns.com

Airbus venderá unidades em revisão da sua divisão de Defesa e Espaço

A Airbus revelou nesta terça-feira (16) planos para vender meia dúzia de unidades conforme direciona o foco na unidade de Defesa e Espaço para as atividades de aviões de guerra, mísseis, lançadores e satélites.

Anunciando os resultados de uma revisão de portfólio, o maior grupo aeroespacial da Europa disse que venderá seus ativos de comunicação segura Professional Mobile Radio e vai considerar a venda de atividades de satélites comerciais e não governamentais.

A empresa também confirmou planos de vender uma fatia de 49% na fornecedora de submarinos Atlas Elektronik e disse que buscará compradores para a companhia de sistemas e software ESG e três unidades menores: a fornecedora de sistemas ambientais baseada nos Estados Unidos Fairchild Controls, a fabricante alemã de simuladores de cabines Rostock System-Technik e a AvDef, pequena empresa de aviação no sul da França.


Para seus negócios eletrônicos restantes de segurança e defesa, "alternativas industriais adicionais serão exploradas" para encorajar o crescimento, disse a Airbus em comunicado.

A medida ocorre semanas após uma reorganização das atividades de lançadores espaciais em conjunto com a francesa Safran, e deixa a fatia da Airbus no consórcio para o Eurofighter e mísseis MBDA, assim como sua própria aeronave A400M, no centro de um portfólio focado em aeronáutica e espaço.

Fonte: Sabine Siebold (Reuters) via BOL Notícias - Imagens: Reprodução

Estado Islâmico derruba avião militar sírio, diz grupo de monitoramento

Esta é a primeira vez que o grupo extremista consegue abater um jato militar.


Moradores carregam partes do avião para caminhão após ele ter caído em Raqqa
Fonte: Reuters/Stringer

Combatentes do EI (Estado Islâmico) derrubaram um avião militar sírio MiG usando armas antiaéreas nesta terça-feira (16), conseguindo pela primeira vez abater um jato militar desde a declaração de um califado transfronteiriço em junho, informou um grupo que monitora a guerra civil na Síria.

O avião caiu nos arredores da cidade de Raqqa, reduto do Estado Islâmico, 400 quilômetros a nordeste de Damasco, durante ataques aéreos sobre o território controlado pelo grupo militante, de acordo com um morador.

O Observatório Sírio para os Direitos Humanos, grupo de monitoramento que reúne informações a partir de uma rede de ativistas no terreno, registrou a ocorrência de cinco ações aéreas em Raqqa nesta terça. Rami Abdulrahman, que comanda a organização, citou fontes ligadas ao Estado Islâmico dizendo que um avião foi derrubado.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, autorizou na semana passada a realização de ataques aéreos de forças norte-americanas contra o Estado Islâmico na Síria, ampliando uma ação que já vinha ocorrendo contra os militantes no Iraque.

A Força Aérea síria tem bombardeado territórios controlados pelo Estado Islâmico nas Províncias de Raqqa e Deir al Zor praticamente todos os dias desde que o grupo tomou a cidade iraquiana de Mosul, em junho.

A Síria se ofereceu para participar de uma coalizão que os Estados Unidos estão formando para enfrentar o Estado Islâmico, mas governos ocidentais consideram o presidente sírio, Bashar al Assad, parte do problema e descartam a hipótese de uma cooperação.

Fonte: Reuters via R7

Voo inaugural do avião de passageiros Yak-242 acontecerá em abril de 2016

As primeiras fuselagens do quarto avião do Projeto MS-21 já foram desenvolvidas. A partir de abril de 2016, o primeiro Yak-242 estará pronto para decolar, anunciou o vice-primeiro-ministro russo Dmítri Rogózin.

Modelo será equipado com motores de fabricação russa - Foto: wikipedia.org

Em reunião com o premiê Dmítri Medvedev no final da semana passada, Rogózin disse que “as fuselagens de um novo avião de passageiros do Projeto MS-21 (em russo MC-21) já estão em processo de montagem”. 

Foto: RIA Nóvosti

Foto: airinsight.com

De acordo com os planos para a fabricação do novo avião, que será colocado em operação sob o nome Yak-242, a primeira decolagem está prevista para abril de 2016.

O vice-premiê ressaltou que foram feitas 150 encomendas do modelo, que será equipado com motores de fabricação russa. “Esse avião para 180 passageiros é a maior demanda nesta classe. Já temos mais de 150 pedidos”, disse Rogózin.

“A Aeroflot, por exemplo, fez um pedido de 50 aviões”, continuou. “A Corporação Irkut tem expectativa de produzir um total de 900 aviões, com até 50 veículos por ano.”

O vice-primeiro-ministro revelou também os planos de desenvolver uma produção em massa do Sukhôi Superjet-100 (SSJ-100). “A empresa pode produzir até 50 modelos SSJ-100 por ano, com início a partir de 2015.”

Publicado originalmente pela agência Itar-Tass via Gazeta Russa

Assentos de avião não se adequam à anatomia humana, diz estudo

Segundo a pesquisa, 1 em cada 20 pessoas tem razão em reclamar do extremo desconforto nas poltronas da classe econômica.


Reclinar ou não reclinar? Eis a questão debatida calorosamente entre passageiros de três voos que foram forçados a pousar quando alguns deles começaram a brigar por causa de assentos reclinados. 

Mas será que as pessoas são realmente o problema? Talvez a verdadeira questão seja a de que maioria dos assentos de avião não é projetada para acomodar totalmente o corpo humano em suas várias formas e tamanhos.

"Estamos nos digladiando, mas os bancos não foram projetados corretamente", disse Kathleen M. Robinette, professora e chefe do departamento de Design, Habitação e Merchandising da Universidade Estadual de Oklahoma. "Os assentos não servem para a gente".

Ela entende do assunto, pois é autora da pesquisa antropométrica realizada pela Força Aérea, com um consórcio de 35 organizações, publicada em 2002 que é amplamente utilizada por fabricantes de assento e outros projetistas.

A pesquisa, chamada de Projeto Civil Americano e Europeu sobre Recursos Antropométricos de Superfície, mediu os corpos de 4.431 pessoas na América do Norte, na Holanda e na Itália. Uma enorme quantidade de dados sobre os indivíduos foi coletada, indo de altura e peso até tamanho do sapato e do sutiã. Robinette e seus colegas reproduziram imagens em 3D dos indivíduos, permitindo medições detalhadas nas posições em pé e sentado.

Para projetistas de assentos, os dados mais relevantes vieram de medições das pessoas sentadas, incluindo a distância das nádegas até o joelho, a largura dos quadris e a altura dos joelhos.

Os dados deram uma visão precisa das variações da forma humana, Kathleen disse, mas as medidas não foram utilizadas corretamente.

Os projetistas muitas vezes acham que quase todos ficarão confortáveis se o assento for projetado para o homem que se encaixa em 95% das medições, ou seja, são maiores que quase todos (excetuando-se 5%) – e, teoricamente, que todas as mulheres. Mas, mesmo nesse grupo, existem grandes diferenças.

Tomemos a medida entre as nádegas e o joelho dos maiores homens no estudo: no grupo norte-americano, a média era de 67 centímetros, mas os holandeses eram maiores, com 70 centímetros. Leva-se em conta também o fato de que ninguém em um avião se senta com as costas retas e joelhos dobrados a 90 graus, além de variações no comprimento da panturrilha e da coxa.

O resultado é que as medições realmente não representam formas diferentes do corpo e variações no modo em que as pessoas se sentam.

Além disso, escolher o 95% dos homens significa que os outros 5%, cerca de 1 em cada 20 homens, estarão usando assentos pequenos demais. "Isso corresponde a 10 pessoas em cada avião que ficarão desconfortáveis, bem como as que estão ao lado delas", disse Kathleen.

Uma grande falha no design de assentos, no entanto, é que o homem usado como modelo não é necessariamente maior que uma mulher, particularmente nas partes do corpo em contato com o assento.

Em termos de largura de quadril, mulheres são maiores que homens. No estudo, 95 por cento das mulheres norte-americanas tinham uma largura de quadril de 50 cm em comparação com 43,5 cm dos homens.

De acordo com o SeatGuru.com, site que coleta dados sobre tamanhos de assento de dezenas de companhias aéreas, a largura adotada pela classe econômica típica varia entre 43 e 45,7 centímetros. Isto significa que os assentos serão confortáveis para muitos, mas, para cerca de 1 em 4 mulheres, ele será muito pequeno nos quadris, fazendo com que 'invadam' o assento adjacente.

Na verdade, a parte mais larga do corpo são os ombros, motivo pelo qual acabamos por bater cotovelos e ombros com passageiros ao nosso lado, ou nos inclinando na direção da janela ou do corredor para evitar o contato com o vizinho de assento.

A questão vai além do conforto. Kathleen observa que os passageiros espremidos e que se tocam continuamente estão mais propensos a espalhar vírus ou outras doenças. As pessoas confinadas em lugares apertados e que não podem se mover confortavelmente também se arriscam a desenvolver "hot spots" – princípio das escaras que ocorrem em pacientes acamados que não são movidos com frequência.

A preocupação maior é o risco de coágulos sanguíneos, incluindo uma condição que pode ser fatal chamada trombose venosa profunda.

"Quando sentamos de um modo em que não podemos nos mover, surgem pontos de compressão após meia hora, mais ou menos. A dor e o desconforto são seu corpo dizendo que algo está errado, e no avião, há o risco de coágulos de sangue. Esse é um problema grave que estamos subestimando", explica Kathleen.

Quando se trata do assento reclinável, a medida de conforto mais importante é a distância entre eles, medida de qualquer ponto em um assento até o mesmo ponto do da frente ou atrás dele.

De acordo com o SeatGuru, a distância entre os assentos é a somatória do espaço para sentar e esticar as pernas. A medida nos voos de curta duração é de cerca de 79 centímetros na maioria dos aviões, variando de apertados 71 centímetros em algumas companhias aéreas a espaçosos 97 em outras. 

"Essa distância é o que mais preocupa os passageiros", disse Jami Counter, diretor do SeatGuru e do TripAdvisor. "Quando falamos em um padrão de 78 centímetros, isso é bem apertado; 71 é terrivelmente apertado. Os aviões parecem realmente apertados e lotados".

Os funcionários da Recaro Aircraft Seating, empresa alemã fabricante de assentos, disseram que o projeto precisa levar em conta os requisitos de segurança, peso, conforto dos passageiros e necessidades de espaço do avião, e precisa ser suficientemente flexível para poder ser usado em vários layouts das aeronaves.

Novo modelo com encosto fino pode ser o fim do problema


A Recaro introduziu um novo assento com encosto mais fino, o que dá mais espaço para as pernas do passageiro de trás. Os projetistas também moveram o bolso do assento para cima da mesinha.

A Recaro recebeu encomendas de mais de 200 mil assentos desde que introduziu esse modelo no final de 2010.

"Claro, é possível instalar assentos em uma aeronave a uma distância mais confortável um do outro, para que todo mundo tenha espaço suficiente para as pernas", disse Rene Dankwerth, vice-presidente de pesquisa e desenvolvimento da Recaro, em resposta por escrito. "No entanto, o preço da passagem certamente aumentaria".

Com quase dois metros de altura, o professor associado de Ciência Comportamental na Booth School of Business da Universidade de Chicago Devin Pope sabe o risco de se sentar atrás de alguém que gosta de reclinar o assento.

E comparou o fato ao clássico experimento de economia chamado o Jogo do Ditador, em que uma pessoa recebe US$10 e pode ficar com tudo ou dividi-lo com alguém. Surpreendentemente, o 'ditador' muitas vezes opta por dividir o dinheiro.

"Às vezes, as pessoas realmente se importam umas com as outras", disse. "Acho que isso mostra por que muita gente não reclina o encosto da cadeira".

Fonte: The New York Times via iG

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Avião cai em condomínio na Argentina e mata duas pessoas

Ex-dono de empresa de aviação civil pilotava aeronave.

Três casas foram danificadas no acidente.







Um avião de pequeno porte caiu na tarde deste domingo (14) em um condomínio na cidade de Tigre, região norte da província de Buenos Aires, e matou Gustavo Andrés Deutsch, 78 anos, ex-dono da empresa de aviação civil argentina Lapa e sua esposa, O acidente ocorreu por volta das 15h, horário local.

"Temos duas vítimas a lamentar, os tripulantes do avião, um casal", únicos ocupantes da aeronave, disse o prefeito de Tigre, Julio Zamora em entrevista coletiva no exclusivo bairro de Nordelta, construído sobre pequenas ilhas no delta do rio Paraná.

Segundo Zamora, o acidente causou "a destruição total de uma propriedade e o incêndio parcial de outras duas residências vizinhas, todas vazias".

De acordo com o jornal El Clarín, a aeronave teria como destino o aeroporto Jorge Newbery, na capital argentina.

Testemunhas afirmam que o avião voava a baixa altitude, supostamente com a intenção de realizar um pouso de emergência. Ainda segundo o jornal, a aeronave da Tango Jet era do modelo Beechcraft 300LW Super King Air, e tinha matrícula LV-WLT






Fontes: ASN / G1 (com agências internacionais) - Fotos: AFP / InfoBae / MinutoUno

Professora que teve a casa destruída após avião cair desabafa: 'indignação'

Vítima diz que não foi procurada por empresa de avião para receber ajuda.

Aeronave que levava Eduardo Campos sofreu um acidente em 13 de agosto.

Uma professora de Santos, no litoral de São Paulo, que teve seu apartamento destruído pelo jato particular que levava o presidenciável Eduardo Campos (PSB) e sofreu um acidente aéreo na cidade, postou um desabafo em uma rede social sobre a situação que vive um mês após a tragédia. De acordo com a postagem, ela não foi procurada pelos proprietários do avião, que afirmam ter realizado uma proposta para vítimas que sofreram perdas materiais. 

Dona de apartamento destruído em acidente aéreo posta desabafo
Foto: Reprodução/Facebook

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Pilotos de avião alegam "fadiga extrema" e cobram mudança em lei


Os pilotos da aviação brasileira alegam que estão trabalhando com "fadiga extrema", em virtude da legislação ultrapassada, e cobram mudanças nos turnos. A lei 7.173/84 determina que o período de trabalho dos profissionais do setor seja de até 60 horas semanais.

A Câmara ainda analisa o projeto de lei (PL 4824/12), que amplia direitos trabalhistas dos aeronautas. O projeto tem caráter conclusivo e precisa ser analisado pelas comissões de Viação e Transportes; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e ainda Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para o vice-presidente do Sindicato Nacional dos Aeronautas, a jornada atual de 60 horas, somada ao modo de formulação das escalas, torna praticamente impossível o descanso adequado entre as viagens. O comandante Adriano Castanho alega que não são raros os casos de pilotos que dormem profundamente durante um voo. "Temos o relato de um piloto combinar com o outro: "Olha, eu estou cansado e vou dar uma descansada, tudo bem?' E quando ele acorda o outro piloto também está dormindo", ressalta.

A situação tem obrigado os profissionais do setor a adotarem outras alternativas para se manterem acordados. Ouvido pela reportagem da Rádio Estadão, um tripulante - que por temer represálias prefere não se identificar - relatou que é comum uso de medicamentos para ficar acordado. "Na verdade os pilotos já entram cansados no avião. Pra tentar mitigar esta questão, é tomar bastante café, e por vezes tomar algum medicamento."

O presidente da Comissão Nacional de Estudos de Fadiga explica que há um projeto parado no Congresso com o objetivo de alterar a lei. Enquanto não ocorre a aprovação, o comandante Paulo Licatti defende que é importante que as companhias aéreas sejam mais sensíveis à questão.

Seguro


A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) está envolvida diretamente na reformulação da lei. O presidente, Eduardo Sanovicz, não vê ligação entre a fadiga extrema e a segurança.

Para ele, viajar no Brasil é algo extremamente seguro, sendo preciso muito cuidado para não se fazer alarde de uma situação que não existe.

"Não existe nenhum tipo de risco, não existe nenhum tipo de insegurança ligada a esse tema. Se alguns aeronautas estão denunciando que se sentem cansados, isso significa que a gente pode reestudar isto, e estamos fazendo isto", afirma o presidente da Abear.

Fonte: Estadão Conteúdo - Foto via Aeromagazine

Avião pousa em Roma após alerta de bomba

Airbus A320 da Middle East Airlines carregava 118 passageiros em voo entre Genebra e Beirute.


O avião Airbus A320-200, prefixo T7-MRC, da companhia aérea libanesa Middle East Airlines  (MEA) aterrissou neste domingo (14) no aeroporto romano de Fiumicino depois que o comandante da aeronave ativou o protocolo de perigo de bomba, alertado sobre a presença de um pacote desconhecido a bordo.

O fato aconteceu quando a aeronave atravessava o espaço aéreo italiano como parte de seu trajeto entre Genebra e Beirute (voo ME214), segundo informaram a imprensa local. As mesmas fontes acrescentaram que os tripulantes de cabine alertaram o comandante de que tinham localizado uma mala que não pertencia a nenhum dos passageiros.

O comandante ativou o alarme como medida preventiva quando sobrevoava a região da Apúlia, no sul da Itália, e, após pedir permissão para aterrissar em Fiumicino, rumou à capital italiana. A partir desse momento, o avião foi escoltado por dois caças Eurofighter até o aeroporto, onde foi estacionado em uma zona isolada e rodeado pelas forças da ordem.

Após o desembarque dos 118 passageiros e dos sete membros da tripulação que viajavam a bordo, os artífices da Polícia de Fronteiras italiana submeteram a aeronave aos controles e às inspeções pertinentes. Estas operações obrigaram as autoridades do aeroporto a fechar duas pistas divisórias, o que causou alguns atrasos no tráfego aéreo durante cerca de três horas.

Após a inspeção, as autoridades italianas não encontraram nenhum rastro de material explosivo a bordo, por isso que permitiram a decolagem da aeronave, que aconteceu em torno das 17h30 local (12h30, em Brasília), depois que os passageiros passaram de novo pelos controles de segurança.

Fontes: EFE via R7 / Aviation Herald - Foto: aerotelegraph.com

Piloto de avião que caiu na Bahia tem alta após mais de 50 dias internada

Ana Maira Moraes realizava voo panorâmico por plantação quando caiu.

Fotógrafo Rui Rezende também estava em aeronave e já recebeu alta.

Fotógrafo Rui Rezende e piloto Ana Maira Moraes estavam 
em avião que caiu - Foto: Reprodução/TV Bahia

A piloto Ana Maira Moraes, uma das duas vítimas da queda de um avião experimental na divisa entre Barreiras e Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia, recebeu alta do Hospital do Subúrbio, em Salvador, na manhã desta segunda-feira (15).

"A memória dela está voltando. Mas é um período normal para quem sofreu um traumatismo craniano encefálico. Com o tempo, ela vai recuperar tudo. No momento, ainda está em fase de recuperar. Ela não lembra do momento do acidente, lembra de antes, mas do momento não", disse ao G1 o namorado de Ana Maira.

O acidente ocorreu no dia 24 de julho e fotógrafo Rui Rezende, que também estava na aeronave, recebeu alta médica no dia 3 de setembro. Os dois chegaram a ficar em coma induzido durante o período que estiveram hospitalizados.

Local onde caiu o avião com Rui Rezende, no oeste da Bahia
Foto: Sigi Vilares/Blog Sigi Vilares

A Força Aérea Brasileira (FAB) informou que a dupla realizava um voo panorâmico por cima de uma plantação de algodão, que seria fotografada por Rezende, quando caiu. Ainda não há informações sobre o que provocou o acidente.

Fonte: G1 BA

domingo, 14 de setembro de 2014

Aviação cresce na América do Sul, mas integração é baixa, diz BID


A América do Sul é uma das regiões do planeta com maior crescimento no transporte aéreo esperado para os próximos 20 anos. No entanto, o continente é pouco conectado, com oferta de assentos concentrada em apenas quatro empresas e poucos voos regulares fora das capitais. As conclusões são de um estudo do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) apresentado nesta quarta-feira durante reunião do Cosiplan, o Conselho de Infraestrutura e Planejamento da Unasul (União de Nações Sul-Americanas), no Rio de Janeiro.

O encontro, que vai até quinta-feira e reunirá representantes de todos os países sul-americanos, visa aprofundar as discussões sobre a situação da aviação regional na América do Sul, enfatizando a possibilidade de dar maior grau de liberdade para as rotas sub-regionais. A ideia é avaliar o cenário da integração aérea no continente, diagnosticar o sistema de aeroportos da região e retomar estratégias de conectividade que dependem de maior protagonismo dos governos nacionais.

“Desde a colonização ibérica, feita a partir do litoral, os países da América do Sul estão de costas uns para os outros. Mas o forte crescimento econômico, em especial no interior, tornou inadiável a necessidade de uma forte integração pelo modal aéreo, tanto de carga quanto de passageiros”, afirmou o ministro da Aviação Civil, Moreira Franco. Ele abriu o encontro do Cosiplan, juntamente com os ministros Miriam Belchior (Planejamento) e Luiz Alberto Figueiredo (Relações Exteriores). 

Segundo o estudo do BID, a América Latina deverá responder, entre 2013 e 2032, por um aumento expressivo na demanda por transporte aéreo: o crescimento esperado é de 6,9% ao ano segundo a fabricante de aviões americana Boeing, o que torna a região o lugar do planeta onde o modal aéreo mais crescerá nesse período. Dados da europeia Airbus projetam o crescimento em 6%, atrás apenas do Oriente Médio. De qualquer forma, esse crescimento será maior do que a média global da última década – 4,6% ao ano. Somente entre 2007 e 2014, a oferta de assentos em vôos regionais na América do Sul cresceu de 16,4 milhões para 22,7 milhões.

Esse incremento vem na esteira do aumento do PIB da região e é fortemente influenciado pela explosão da demanda no Brasil. Em toda a América Latina, por exemplo, a rota que mais teve aumento percentual foi São Paulo-Fortaleza (11% entre 2002 e 2012), e o aeroporto que mais cresceu em movimentação foi Confins (37% no mesmo período).

Segundo o BID, porém, nem o tamanho do mercado, nem as mudanças regulatórias implantadas desde 2006, que abriram o mercado em vários países, têm bastado para impulsionar a conectividade aérea dentro da região. Expressivos custos aeroportuários, elevadas taxas de embarque internacional, altos custos de aquisição de combustível e a ausência de incentivos para a criação de rotas aéreas regionais são algumas dificuldades, além da baixa demanda de certas regiões, o que leva as maiores empresas – Latam, Avianca, Aerolíneas Argentinas e Gol, que concentram 80% da oferta – a não ter interesse comercial por essas rotas.

O programa brasileiro de aviação regional, coordenado pela Secretaria de Aviação Civil, será exposto na oficina do Cosiplan como uma possível baliza para a integração aérea sul-americana. Além dos investimentos em infraestrutura de 270 aeroportos regionais, o Brasil está também implementando subsídios às companhias aéreas que operem rotas regionais. “A política de aviação regional vai ao encontro do diagnóstico elaborado pelo BID. O programa brasileiro pode servir de exemplo ao resto do continente”, afirma João Batista Lanari, assessor especial de Relações Internacionais da SAC. 

Fonte: Rafael Massadar (mercadoeeventos.com.br) - Foto: Reprodução

sábado, 13 de setembro de 2014

Passageiros optam por avião, e trem noturno fica mais raro na Europa


Para seus fãs, os trens noturnos resumem o que o projeto de integração europeia tem de melhor. São eficientes em termos de uso do tempo, ambientalmente sustentáveis e irresistivelmente românticos: você adormece em um país e acorda em outro, e existe sempre a possibilidade de fazer amigos no caminho.

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Passageiros podem etiquetar a própria bagagem no aeroporto de Congonhas


A doméstica Rai dos Santos, 42, bem que tentou, mas não conseguiu usar a mais recente novidade do aeroporto de Congonhas: uma máquina que permite imprimir o cartão de embarque, pesar a própria mala e etiquetá-la.

"Moça, agora dou o 'continuar', é?", disse, a uma atendente que a auxiliava, pouco antes de desistir.

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Com greve de pilotos, Air France vai operar 40% de seus voos na segunda

A Air France vai operar apenas 40% dos seus voos nesta segunda-feira (15), com pilotos começando uma greve de uma semana em função dos planos da companhia aérea de cortar custos para recuperar participação de mercado de empresas de baixo custo, disse a companhia em um comunicado neste sábado.

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Malaysia Airlines registra outro problema em voo

Tripulação conseguiu conter a crise. Ninguém ficou ferido.


O avião Boeing 737-800, prefixo 9M-MXI, da Malaysia Ailrnes no voo MH-198 com destino a Hyederabad, cidade indiana, precisou retornar ao aeroporto de Kuala Lampur após a tripulação detectar um problema mecânico no sábado (13).

Segundo o portal noticioso India.com, a tripulação executar o plano emergencial com sucesso e a aeronave pousou sem relatos de feridos ou vítimas fatais.

A Malaysia Ailrines enfrenta em 2014 o pior ano de sua história. Até agora, 2 acidentes fatais foram registrados: um no Oceano Índico – a aeronave sequer foi localizada – e outro na Ucrânia.

Fonte: Portal Vox - Foto: AP

Passageiros de avião da Gol tiveram que esperar até sete horas por bagagens no Galeão

Viajantes denunciam que companhia aérea deu preferência a cinco funcionários da CBF que transportavam 40 malas.

Malas de funcionários da CBF foram levadas do Galeão por um caminhão

Passageiros que estavam voltando de Miami, nos Estados Unidos, em um voo da Gol, precisaram esperar até sete horas para pegar as bagagens. O problema teria acontecido porque as cerca de 40 malas de cinco funcionários da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) sobrecarregou o compartimento de bagagens da aeronave, que desembarcou no fim da madrugada no Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão). Com isso, a companhia transferiru as malas de alguns passageiros para outros voos.

A demora deixou passageiros como a economista Daniele Machado, de 34 anos, revoltados. Ela contou que precisou esperar de 4h30m, hora em que o avião pousou, às 11h30m para conseguir sair do Galeão com a bagagem. Segundo ela, os problemas começaram logo no início da viagem.

— Fui retirada da minha poltrona, que foi dada aos funcionários da CBF. Só pude voltar ao meu lugar porque reclamei que tinha pago mais caro por ela. Me senti desprivilegiada. Vou processar a Gol — disse Daniele.

O administrador de empresas Sérgio Cruz, de 32 anos, também estava no voo. Segundo ele, cerca de 30 passageiros ficaram sem as malas no momento do desembarque. Ainda de acordo com o administrador, um caminhão foi usado para transportar as malas do grupo da CBF. Ele também prometeu acionar a Justiça.

— Vou processar a Gol. Estamos passando por muitos transtornos. Além dos nossos objetos pessoais e presentes para os amigos, as malas tinham remédios — reclamou Sérgio.

A Gol informou que, devido à grande quantidade de bagagens despachadas no voo G3 7711 (Miami-Rio de Janeiro), alguns volumes foram direcionados para outro voo por questões de segurança. Em nota, a empresa lamentou os transtornos causados aos passageiros e disse que as bagagens já foram entregues.

A CBF e a Receita Federal foram procuradas pela reportagem do Globo, mas não se pronunciaram sobre o caso.

Fonte: Waleska Borges (O Globo) - Foto: Leitor

Um mês após queda de avião, moradores ainda calculam prejuízos

Moradores tentam retomar rotina, mas alguns precisam até de remédio.

Vítimas aguardam indenização dos responsáveis pelo jato de Campos.

Dono da academia observa área atingida pelo Cessna; o local foi aterrado

Um mês depois do acidente aéreo que matou o candidato à Presidência da República, Eduardo Campos (PSB), e mais seis pessoas em Santos, no litoral de São Paulo, comerciantes e moradores que trabalham e vivem na área atingida ainda calculam os prejuízos. Eles aguardam uma posição da Justiça sobre indenizações e a definição dos culpados pela tragédia da manhã de 13 de agosto.

Um dos casos mais críticos é o do dono da Academia Mahatma, que fica na Rua Alexandre Herculano, no bairro Boqueirão. O estabelecimento, que funcionava há 40 anos e fica ao lado do terreno onde o avião Cessna caiu, está fechado para o público. Embora a fachada esteja intacta, a estrutura interna foi danificada e o prédio não possui seguro.

Juarez aguarda indenização dos responsáveis pelo acidente

Os danos materiais vão desde rachaduras, aparelhos de musculação, vidros e telhados quebrados até as três piscinas da academia, que apresentam infiltrações e vazamentos. Benedito Juarez Câmara, de 69 anos, é dono do imóvel e afirma que ainda não é possível calcular os prejuízos. "Olha, o que eu sei é que me cobraram R$ 180 mil só para avaliar e identificar os problemas da piscina. É muita coisa para arrumar e não tenho dinheiro. Para ser sincero, não sei por onde começar. Se pudesse, sumia e só voltava daqui um ano", lamenta.

Até o dia do acidente, Câmara conta que tinha cerca de 800 alunos e 16 funcionários registrados na empresa. Trinta dias depois, o cenário mudou bastante. Segundo ele, foi necessário demitir alguns prestadores de serviço e remanejar 10% dos alunos para uma academia próxima. "Tive que contar com a ajuda de amigos. Como a academia está fechada e o número de alunos caiu bastante, tive que achar alguma solução imediata. Conversei com um amigo e estou mandando alguns alunos para lá, mas tenho que pagar por esse 'aluguel' também", conta.

Piscinas apresentam problemas de vazamento e a cerâmica está soltando

O empresário reclama da falta de responsabilidade e da demora para a identificação dos culpados. "Enquanto ficam no jogo de empurra, ninguém se responsabiliza. Ninguém dá uma satisfação. Cada um fala uma coisa. Já apareceu um advogado dizendo que vai fazer isso e aquilo e sumiu. Claro que fico triste pelo que aconteceu com as vítimas, mas preciso da academia funcionando para sobreviver", relembra.

Até o momento, Câmara conseguiu apenas que a fabricante dos aparelhos de musculação faça uma revisão de emergência. Alguns funcionários têm tentado manter a limpeza do local, mas muita poeira e fuligem ainda estão impregnados em boa parte dos equipamentos e piscinas.

Com muito otimismo, o espaço poderá ser reaberto em seis meses. Para isso, será necessário contratar técnicos para fazerem um orçamento e um laudo da reforma. O problema, segundo o empresário, é financeiro. "Se eu tivesse dinheiro dava para fazer, mas não tenho. Tudo que construí ao longo de 40 anos está aqui. Só consegui pagar os funcionários esse mês porque eu recebo as mensalidades adiantadas. Mas tem aluno que pagou pacote por semestre e estou tendo que devolver o dinheiro integral. É um prejuízo incalculável ainda, porque fora os danos materiais, tem ainda o tempo parado", relata.

Veterinária foi obrigada a suspender atendimentos por dez dias

Rotina


A veterinária Priscila Dias Jens é proprietária de um pet shop, também na Rua Alexandre Herculano. O estabelecimento fica na área atingida pela queda do avião, teve vidros quebrados e o gesso do teto de duas salas destruído. "Nem o seguro nós esperamos. Precisei fazer uma reforma imediata e gastar do próprio bolso. Fiquei dez dias sem trabalhar e tinha que ficar transferindo os animais para outra clínica. A reforma básica ficou entre R$ 5 mil e R$ 6 mil, mas nessa conta não está incluído o prejuízo de ficar parado. Como fica?", questiona.

Priscila conta ainda que, nos fins de semana, por exemplo, costumava atender pelo menos 50 animais somente pela manhã. A rotina só está voltando ao normal agora. "Ainda estou montando a planilha de gastos para arrumar uma maneira de ser indenizada e também apresentar tudo à seguradora. A rotina só começou a voltar ao normal esta semana", explica.

Claudia e a filha Stephany receberam doações
Foto: Clô Macia/Arquivo Pessoal

Recomeço


Claudia Quirino dos Santos morava com a filha, o irmão e a mãe no apartamento onde a turbina do avião caiu. Tudo ficou queimado, não foi possível salvar nenhum documento ou par de roupa. "Estamos tentando recomeçar a vida. Tenho muito que agradecer à solidariedade de todos que doaram roupas e acessórios para nós. Eu e minha família realmente perdemos tudo", diz.

O apartamento em que Claudia vivia com a família era alugado, mas todos os pertences eram deles. Ela estima que o prejuízo financeiro esteja em torno de R$ 40 mil. São dois prejuízos, o emocional e o financeiro. Têm dias em que eu paro para chorar, porque fico lembrando de tudo. No lado financeiro, estamos pagando, por exemplo, coisas que eu nem tenho mais, que ficaram queimadas depois do acidente. Infelizmente, nenhum responsável nos procurou. Os donos do apartamento foram solidários, não me pediram fiador, nem três meses adiantados de aluguel. Deus está colocando pessoas boas no nosso caminho. A vida está començando de novo para nós", agradece.

Remédio


A decoradora Zuleika Saibro mora em um sobrado na Rua Vahia do Abreu, atrás do terreno onde a aeronave caiu. Ela estava em casa no momento do acidente e acordou com o barulho da queda. Por conta do susto daquele dia, ela explica que ainda é difícil ter uma noite tranquila de sono. "Qualquer barulhinho eu acordo assustada. Preciso tomar remédio tarja preta para dormir, porque toda aquela cena da minha casa com vidros quebrados, a gritaria na rua e a fumaça ainda estão muito vivas na minha mente", relata.

Zuleika diz que ela e o marido ainda não fizeram nenhuma estimativa do quanto vão gastar, mas afirma que o trauma psicológico é maior do que o financeiro. "Em todo canto da casa têm sinais de vidro quebrado e outras coisas que fazem lembrar da tragédia. Temos que esperar a perícia para poder entrar com pedido de notificação aos responsáveis pelo avião", diz. Dos fundos da casa da decoradora é possível observar toda a área que foi destruída. Nas últimas semanas, a Prefeitura de Santos fez uma divisão com tapumes no terreno, como se fossem muros, delimitando os espaços que pertencem a cada residência. O local foi aterrado e quem olha de cima só percebe que houve uma explosão na região por conta das manchas de queimado nas paredes dos prédios vizinhos, janelas quebradas e telhados cobertos com lonas.

Decoradora ainda toma remédios para se recuperar do trauma

Fonte e fotos: Orion Pires (G1 Santos)

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Um mês após acidente aéreo, Boqueirão ainda não voltou à normalidade.

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Açores: voo que regressou a Ponta Delgada aterrou normalmente

Avião aterrissou cerca das 20:00 horas locais (21:00 em Lisboa) e os passageiros seguiram viagem para Toronto, no Canadá.


O avião da SATA Internacional que teve de regressar sábado (13) à tarde a São Miguel devido a uma avaria já aterrissou em Ponta Delgada, "sem recurso a qualquer procedimento de emergência" e os passageiros seguirão viagem para Toronto.

O porta-voz da companhia açoriana, Luís Filipe Cabral, acrescentou à Lusa que o voo Ponta Delgada/Toronto teve que regressar a São Miguel devido "a uma avaria no sistema de despressurização" e "por procedimento de segurança o aparelho regressou", dado tratar-se de "uma viagem de longo curso". 

De acordo com o porta-voz da companhia, o avião aterrou cerca das 20:00 horas locais (21:00 em Lisboa) e "os passageiros vão embarcar ainda hoje para Toronto noutro equipamento".

Luís Filipe Cabral referiu ainda que o avião teve que "sobrevoar a ilha de São Miguel para gastar combustível para poder efetuar a aterragem em segurança no aeroporto" João Paulo II, em Ponta Delgada.

Fonte: cmjornal.xl.pt - Foto José António Rodrigues

42% dos acidentes aéreos registrados em 2014 ocorreram em Mato Grosso


Mato Grosso já responde por 42% dos acidentes aéreos registrados em 2014 pelo Sexto Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa VI), órgão da Aeronáutica e que possui em sua jurisdição os estados de Mato Grosso, Goiás, Tocantins e Distrito Federal. 

De um total de 19 ocorrências registradas neste ano, oito foram contabilizadas no Estado, já com a somatória do acidente ocorrido no último domingo (7), na cidade de Tangará da Serra, que matou o empresário Ernesto Sergio Varnier, 20 anos e deixou feridos o filho dele, de 20 anos, e o piloto, Reginaldo Souza Oliveira, 31 anos. Os três ocupavam um avião Cesnna, que caiu por volta das 13h30, explodindo na sequência.

Em 2013, o ‘ranking’ também se manteve. De um total de 37 ocorrências registradas pelo Seripa VI -, 21 casos - o equivalente a 56% das ocorrências - foram registradas no Estado, sendo que em quatro delas há o registro de fatalidade. Em todo o país, foram 127 ocorrências no mesmo período. 

Estatística do Seripa ainda revela ainda que falha no julgamento de pilotagem (19.69%), seguidas de aplicação de comandos (10.46%) são fatores contribuintes para queda das aeronaves, conforme registros no período de 2004 a 2013.

“Normalmente os fatores contribuintes são os mais variados possíveis”, cita o tenente coronel aviador Márcio Vieira de Mattos, pontuando a quantidade expressiva de aeronaves em decorrência do potencial agrícola do Estado. Em janeiro de 2014, dados do Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB), apontou uma frota de 446 aeronaves no Estado. Ele explica que os laudos resultantes dos processos investigatórios de cada acidente atendido pelo Seripa VI auxiliam na formatação de novas normatizações de segurança aeronáutica. “Não apontamos culpa ou responsabilização criminal, e, sim, instrumentos que possam garantir defesa para eventos desse tipo. Supervisionamos as atividades de prevenção de acidentes. O que deveria existir para evitar que piloto errasse, o que se pode disponibilizar para tornar mais efetiva as normas de segurança”.

O Seripa é om órgão ligado ao Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), uma organização do Comando da Aeronáutica com a finalidade de planejar, gerenciar, controlar e executar as atividades relacionadas com a prevenção e investigação de acidentes aeronáuticos.

Fonte: Patrícia Neves (Olhar Direto - com CenárioMT)

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Avião monomotor com dois passageiros cai em fazenda no Paraná

Os tripulantes sofreram ferimentos leves, diz Secretaria Municipal de Saúde.

Acidente ocorreu na quinta-feira (11), na área rural de Farol.

Ocupantes tiveram ferimentos leves

Duas pessoas ficaram feridas após uma aeronave leve esportiva Inpaer Conquest LSA cair em uma fazenda na área rural de Farol, no centro-oeste do Paraná, na quinta-feira (11). Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, enfermeiras de uma unidade de saúde foram chamadas por volta das 14h para prestar atendimento ao piloto e ao dono da aeronave. Tanto a Polícia Militar quanto o Corpo de Bombeiros não foram chamados para atender ao acidente.

Ainda conforme a Secretaria Municipal de Saúde, as vítimas disseram às enfermeiras que iam de Londrina para Goioerê, no noroeste do estado, quando houve uma pane na aeronave. O órgão não soube informar os nomes e nem as idades dos ocupantes.

Polícia Militar e Corpo de Bombeiros não foram chamados para atender o acidente

Fontes: G1 PR / Site Desastres Aéreos - Fotos: Marcos de Souza/ Arquivo pessoal

Falha no motor causou queda de avião no aeroporto de Teresina (PI)


O monomotor Cessna 172, que caiu na noite do dia 16 de dezembro do ano passado, no aeroporto de Teresina, no Piauí, sofreu uma falha no motor. Esse foi um dos fatores contribuintes identificado pela equipe do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aéreos (Seripa) para o acidente que matou quatro pessoas.

As vítimas foram os alunos do curso de formação de pilotos da Faculdade CET (Centro de Educação Tecnológica), Marcus Escórcio, Marcos Ronald, Guilherme Rodrigues e o instrutor Rodrigo Viana, do aeroclube do Ceará, que dava aula de instrução de voo quando a aeronave caiu.


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Passageira flagra explosão de turbina de avião na Espanha

Avião da empresa russa Transaero tinha acabado de decolar de Barcelona.

A aeronave, um Boeing 767, voltou ao aeroporto em segurança.


Uma passageira flagrou o momento em que a turbina do avião onde ele estava explodiu na segunda-feira passada (8).

O avião da empresa russa Transaero tinha acabado de decolar de Barcelona, na Espanha, para realizar o voo UN-252 em direção a Moscou, Russia, quando uma das turbinas começou a pegar fogo. As imagens mostram as chamas saindo do local.

A aeronave, o Boeing 737-700, prefixo EI-EUX, voltou ao aeroporto em segurança.

Clique AQUI para assistir o vídeo.

Fontes: Globo News / Aviation Herald - Imagem: Reprodução da TV

Portugal: pequeno avião cai em Sagres


Caiu na manhã de sexta-feira (12), ao largo de Sagres, uma avioneta Cessna 152, prefixo CS-AYH,  do Aeroclube de Portimão, que era pilotada por um português de 74 anos. 

Os destroços foram encontrados a Sul do porto da Baleeira, mas o único passageiro do avião ainda não foi encontrado. 

Segundo contou à SIC Notícias o capitão Carvalho Pinto, da Capitania do Porto de Lagos, o nevoeiro que se faz sentir naquela região, por esta altura, é fortemente apontado como uma das causas que terá levado à ocorrência do acidente. 

O alerta foi dado pelas 11:00 por uma embarcação de pesca que se encontrava a cerca de uma milha e meia a duas milhas a sul do Porto da Baleeira. 

Segundo o relato dos tripulantes da embarcação, a aeronave voava a baixa altitude tendo depois, presumivelmente, embatido na água, disse o comandante, acrescentando que após terem sido contactados os aeródromos de Portimão e Lagos foi comunicado que uma aeronave que tinha saído às 10:15 de Portimão se encontrava incomunicável e desaparecida dos radares. 

Carvalho Pinto disse, ainda, que após o alerta saíram os meios de salvamento sedeados em Sagres, tendo sido encontrados diversos destroços presumíveis da aeronave, um dos quais, o motor, não tendo sido encontrado a cabine. No local, com profundidade entre os 20 a 30 metros, estão vários elementos de socorro a efetuar buscas apoiados por três meios marítimos.


Fonte: Notícias ao Minuto com Agência Lusa (Portugal) - Foto: Divulgação

Um detido por falsa ameaça de bomba no aeroporto de Seattle (EUA)



Um passageiro foi detido, nesta quinta-feira (11), depois de fazer alegadamente uma falsa ameaça de bomba num avião que se preparava para descolar do aeroporto de Tacoma, em Seattle, nos Estados Unidos, informaram as autoridades.

O avião da companhia Southwest Airlines, com destino a Denver (Colorado) partiu com um atraso de várias horas, uma vez que os agentes da polícia e do FBI, após retirarem o passageiro, passaram em revista a aeronave em busca do suposto engenho explosivo.


"Pouco depois de abandonar o terminal, o capitão do voo 3677, com destino a Denver, comunicou às autoridades uma potencial ameaça à segurança a bordo do aparelho", indicou a Southwest Airlines em comunicado.

O avião foi conduzido para uma zona "remota" do aeroporto, tendo os passageiros sido retirados e a bagagem examinada.

Uma pessoa, cuja identidade não foi divulgada, foi detida pelo FBI e está a ser sujeita interrogatório.

O incidente no aeroporto de Seattle teve lugar no dia em que se assinalou o 13.º aniversário dos atentados de 11 de setembro, durantes os quais morreram mais de 3.000 pessoas.

Fonte: Agência Lusa - Imagens: Reprodução