sexta-feira, 23 de maio de 2014

Após barulho em avião, voo é cancelado no Aeroporto de Goiânia

Segundo passageiro, som semelhante a 'buzina de moto' ocasionou pane.

Azul informou que fato ocorreu por conta de 'manutenção não programada'.

Imagem: Reprodução da TV

O voo 2443 da companhia aérea Azul, que partiria do Aeroporto de Goiânia para Minas Gerais na manhã desta quinta-feira (22) foi cancelado devido a problemas técnicos. O avião ATR-72 já estava pronto para decolar quando, segundo os passageiros, o piloto informou a todos sobre a pane. O fato ocorreu depois que um barulho diferente foi ouvido dentro da aeronave.

"Na hora que acionava [o barulho], ficava um som tipo de uma buzina de moto", explica o administrador de empresas Eduardo Castro. O voo iria fazer uma escala em Uberlândia, antes de chegar a Belo Horizonte, seu destino final.

Em nota enviada ao G1, a assessoria de imprensa da Azul informou que o cancelamento ocorreu por conta de uma "manutenção não programada".

Os passageiros ficaram cerca de 40 minutos dentro do avião até serem informados de que teriam de sair por conta do problema e voltar ao saguão do aeroporto. Depois disso, a aeronave foi levada para o pátio da empresa, onde passou por uma manutenção.

A companhia ofereceu alimentação e encaminhou os passageiros para a sala de embarque enquanto os mecânicos tentavam fazer os reparos necessários. No entanto, 4 horas depois, eles foram informados que o voo havia sido cancelado.

A Azul ofereceu duas opçãos aos passageiros: um embarque em outro voo às 17h ou continuar a viagem por terra. Segundo a companhia, a maioria optou pela segunda medida e foi de van até o destino. "É uma opção melhor do que a outra, que é pegar voos mais tarde", afirmou a dentidas Vaneida Dustamantes. 

Após voo ser cancelado, avião foi levado para manitenção
Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Clique AQUI e assista a reportagem.

Fonte: G1 GO, com informação da TV Anhanguera

Aviões passam próximos em pouso e decolagem simultâneos nos EUA

Voo com 161 a bordo descia enquanto jato com 50 levantava voo.

Pistas são cruzadas, e proximidade chegou a algumas dezenas de metros.


Dois aviões quase colidiram quando decolavam no dia 24 de abril no Aeroporto de Newark, nos Estados Unidos, noticiou a rede CNN nesta terça-feira (20).

Um avião Embraer ERJ-145 operado pela empresa ExpressJet recebeu autorização para decolar no mesmo momento em que um Boeing 737 da United Airlines pousava numa pista perpendicular.

Num site que publica transmissões do controle de tráfego aéreo, é possível ouvir o áudio do momento do incidente. Na gravação, fica claro que a torre de comando de Newark deu instruções para o 737 “dar a volta” e circundar o aeroporto. Também foram dadas instruções para que o piloto do ERJ-145 ficasse atento para o avião maior. “Sim, estávamos descendo com o nariz e ufa, ele passou realmente perto”, respondeu o comandante alertado.

O 737 passou a cerca de 123 metros na vertical e 46 metros na horizontal do Embraer. A emissora CBS informa que jatos de passageiros devem manter uma distância mínima de 2 milhas (mais de 3 km). Havia 161 pessoas a bordo do 737, que vinha de San Francisco, e 50 no ERJ-145, que voava para Memphis.

A United disse que “está trabalhando” com a autoridade de segurança áerea americana (NTSB). A entidade informou que não houve feridos ou qualquer tipo de dano por causa do incidente. O relatório final que apontará as causas do que ocorreu pode demorar meses para sair.

Site da emissora CNN mostra ilustração do momento em que
os aviões passaram próximos - Foto: Reprodução/CNN

Fonte: G1, em São Paulo

terça-feira, 20 de maio de 2014

Piloto morre após bater em avião pilotado pelo pai no Distrito Federal

De acordo com a polícia, Frederico Medeiros de Melo, de 33 anos, sobrevoava uma região de fazendas quando bateu em outra aeronave.


O piloto do ultraleve Rans S-6ES Coyote, prefixo PU-PFU, morreu, nesta segunda-feira (19), no Distrito Federal, depois de bater, no ar, num outro avião pequeno, pilotado pelo pai dele.

A aeronave caiu de bico no chão em uma chácara, próximo à BR-251, área rural de São Sebastião. O prefixo PU-PFU confirma que era um aparelho experimental, proibido para fins comerciais, mas muito usado para lazer e treinamento de pilotos - um tipo de ultraleve.

O acidente foi por volta das 14h30. De acordo com a polícia, Frederico Medeiros de Melo, de 33 anos, sobrevoava uma região de fazendas, no entorno do Distrito Federal, quando bateu em outra aeronave. O local da queda é um descampado.

Para os especialistas, sinal de que o piloto pode ter tentado um pouso de emergência. “Não sei dizer se foi na asa, mas topou um no outro. Um desequilibrou um pouquinho e conseguiu equilibrar de volta. Aí o outro desequilibrou. O outro que equilibrou veio atrás do outro ver o que tinha ocorrido. Ele rodou um pouquinho aqui baixinho, mas depois se mandou”, conta Maria Aparecida Bastos, testemunha do acidente.



Apesar da batida em pleno ar e mesmo com algumas partes da fuselagem danificadas, a segunda aeronave conseguiu voar. Até pousar no Aeroclube de São Sebastião, interior do Distrito Federal, a aeronave foi guardada dentro de um hangar. A Polícia Civil isolou a área e abriu inquérito para investigar as causa do acidente.

Mas o alívio após o pouso, não durou muito tempo. Ubiratan de Melo, de 62 anos, soube que o piloto do outro avião estava morto. Esse piloto era o filho dele. “Ficando comprovado que o pai foi o causador do acidente, ele responderá por homicídio culposo, só que numa situação dessa ele não é apenado, a pena dele já é muito mais grave do que a pena da Justiça. Ele perdeu um filho”, afirma o delegado Erito Pereira da Cunha.


Fontes: G1 / ASN - Fotos: Reprodução da TV / Daniel Ferreira (D.A.Press) / Corpo de Bombeiros / R7

Avião britânico enviado para busca de nigerianas tem problema técnico

Aeronave ajudaria na busca das mais de 200 nigerianas sequestradas.

Avião foi forçado a pousar no Senegal para passar por reparos.

Foto: EPA/Cpl Laura Bibby (RAF) / MOD

A Grã-Bretanha informou nesta segunda-feira (19) que uma aeronave militar de vigilância despachada para ajudar na busca das mais de 200 alunas nigerianas sequestradas quebrou durante o trajeto.

O avião, um RAF Sentinel (foto acima), foi acionado no domingo, depois que a Nigéria aceitou a oferta de ajuda do primeiro-ministro britânico, David Cameron. O artefato deveria se juntar a aeronaves dos Estados Unidos na procura das estudantes, raptadas no mês passado pelo grupo islâmico Boko Haram.

“O Sentinel se atrasou no trajeto por causa de um problema técnico que está sendo investigado”, disse uma porta-voz do Ministério da Defesa britânico à Reuters. “No momento não podemos informar o tempo de chegada previsto para a aeronave.”

A mídia local relatou que o avião, que a Grã-Bretanha disse que será operado de Accra, em Gana, foi forçado a pousar no Senegal para passar por reparos.

Fonte: Reuters via G1

Avião desaparecido na Malásia pode ter sido derrubado por acidente durante exercícios militares

Queda teria sido encoberta e dados confusos desviaram as buscas.

Um livro lançado nesta segunda-feira (19) no Reino Unido sugere que o avião da companhia aérea Malaysia Airlines, desaparecido misteriosamente em 8 de março sem deixar rastro, pode ter sido derrubado acidentalmente durante exercícios militares dos Estados Unidos e Tailândia.


Flight MH-370 — the Mystery (Voo MH-370 — o mistério, em tradução livre), escrito pelo jornalista e escritor anglo-americano Nigel Cawthorne, afirma que o acidente foi encoberto e que inclusive foram fornecidos dados confusos para desviar a busca da aeronave para locais errados, segundo publicaram hoje jornais britânicos sobre o livro.

Para os familiares das 239 pessoas de 14 países diferentes que viajavam no avião, um Boeing 777 que desapareceu há 72 dias, a publicação deste livro chega "cedo demais" e é "bastante insensível', de acordo com o Daily Mirror.

Segundo seu autor, os parentes dos passageiros do MH-370 nunca saberão "com segurança" o que se passou realmente com o avião. Cawthorne sustenta a teoria no depoimento de um funcionário de uma plataforma petrolífera da Nova Zelândia, Mike McKay, que assegurou ter visto um avião em chamas cair no Golfo da Tailândia.

Além disso, no momento em que se perdeu a comunicação com o piloto, no Mar da China Meridional, eram realizados exercícios militares, segundo Cawthorne diz em seu livro.

A mãe de um dos passageiros, o australiano Rod Burrows, afirmou que "não há absolutamente nenhuma resposta" sobre o ocorrido, o que é "devastador para as famílias".

"Existem tantas teorias que só quero acreditar em uma, que todos estavam inconscientes e não perceberam o que ocorria. Isso me ajuda a me manter sã. Tudo o que quero é que alguém encontre um pedaço do avião", disse Irene Burrows ao Daily Mirror.

Segundo Cawthorne, que vive em Londres, os países envolvidos nos exercícios militares puderam encobrir as provas enviando as equipes de resgate para lugares errados.

"Apesar de tudo, não se encontraram destroços no oceano Índico, o que em si mesmo é suspeito", argumenta o autor. O escritor especula, além disso, que a caixa-preta pode ter sido lançada na costa da Austrália para confundir as equipes de busca.


Fonte: EFE via R7 - Imagens: Reprodução

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sábado, 17 de maio de 2014

Queda de avião no Laos mata 22, entre eles membros do governo

A bordo estavam os ministros da Defesa e Segurança Pública.

Prefeito da capital do país também viajava na aeronave.




O avião militar Antonov 74TK-300, prefixo RDPL-34020, do Governo do Laos, no qual viajavam o ministro da Defesa, Douangchae Phichit, e outros representantes do Estado, caiu neste sábado (17) na província de Xiang Kuang, no norte do país, deixando, pelo menos, 22 mortos.

As autoridades não confirmaram o número de mortos ou sobreviventes no acidente com a aeronave, na qual viajavam mais de 20 pessoas, segundo o Ministério da Defesa.

Além de Phichit, o ministro da Segurança Pública, Thongban Saengaphon, o prefeito de Vientiane, Soukan Mahalat, e o chefe do departamento de Propaganda do Partido Comunista de Laos, Chuang Sombounkhan, morreram, segundo o jornal "Bangcoc Post".

O ministro da Defesa do Laos, Douangchay Phichit
Foto: Arquivo/AP Photo

O avião partiu pela manhã de Vientiane com destino a Xiang Kuang, para que os representantes do Estado comparecessem a eventos militares, que foram adiados por causa do acidente.

Em outubro do ano passado, 49 pessoas morreram, entre tripulação e passageiros de 11 nacionalidades, quando um avião da companhia Lao Airlines caiu no sul do país.


Oficial tira fotos do local do acidente com avião militar do Laos
Foto: Reuters

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Fontes: G1 / ASN

Avião da TAM estoura pneu ao pousar e para no final da pista

Voo com 144 passageiros decolou de Congonhas e pousou em Rio Preto.

Passageiros foram retirados aos poucos; voos podem sofrer atrasos.

Foto: Nilson Clemente (TEM VC)

Um problema durante o pouso do Airbus A320-233, prefixo PR-MAA, da companhia aérea TAM assustou passageiros na manhã deste sábado (17), no aeroporto de São José do Rio Preto (SP).

O voo JJ3740 decolou às 7h55 de Congonhas com 144 passageiros a bordo e chegou ao interior de São Paulo por volta das 8h40. Ao pousar, o pneu estourou e o avião parou somente no fim da pista (foto acima). 

De acordo com um dos passageiros, o empresário Wander Neto, a aeronave balançou muito na decolagem. “Ao decolar, a cabine trepidou mais do que o normal. Mas o voo foi tranquilo. Somente na hora de aterrissar, ouvimos um forte estrondo e o avião começou a balançar demais, principalmente perto da cabine, só parando no fim da pista”.

Passageiro mostra equipes na pista, ao lado do avião
Foto: Wander Neto

Foto: Reprodução da TV

Segundo o passageiro, o piloto informou que o pneu dianteiro havia estourado e, por isso, houve o incidente. "Não houve pânico, os passageiros estão calmos e estamos recebendo assistência", completa Neto. Os passageiros foram retirados aos poucos da aeronave através de um ônibus. 

Leia também: Passageiros reclamam de demora para evacuação de aeronave da TAM.


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Fontes: Site Desastres Aéreos / Natália Clementin (G1 Rio Preto e Araçatuba)

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Avião em pane aterrissa com segurança no Aeroporto dos Guararapes (PE)

Aterrissou, às 12:05 desta quinta-feira, no Aeroporto Internacional dos Guararapes - Gilberto Freyre, o voo 3800 da TAM, que fazia o trecho Curitiba-Rio- Recife. Pouco antes do meio dia, o comandante da aeronave, um Airbus A320, que transportava 171 passageiros e seis tripulantes, entrou em contato com a torre de controle e informou sobre uma pane no avião.

Um plano de emergência foi montado e aeronave conseguiu chegar ao sol de forma segura, sem que ninguém ficasse ferido. De acordo com a Infraero, foi feito um pouso de emergência e o avião aterrissou na área verde da pista, sendo em seguida rebocado para o hangar, a fim de passar por manutenção.

Os passageiros que prosseguiriam viagem para Brasília foram realocados em outras aeronaves. Ainda segundo a Infraero, a pista de pouso ficou interditada até as 12h10, o que não teria causado prejuízo para o tráfego aéreo, uma vez que não havia pousos ou decolagens previstos. No Hospital da Aeronáutica, a equipe médica ficou de prontidão para atender possíveis ocorrências.

Fonte: diariodepernambuco.com.br

Itamaraty confirma condenação de brasileiro por ameaçar voo nos EUA

Francisco Fernando Cruz foi condenado a 12 meses e um dia.

Estudante está preso em Miami desde 9 de janeiro.

O Itamaraty confirmou nesta sexta-feira (16) a condenação do brasileiro Francisco Fernando Cruz (foto ao lado), preso no dia 9 de janeiro em Miami, nos Estados Unidos, por enviar emails à polícia e à TAM Linhas Aéreas com ameaça de bomba em um avião da empresa. Segundo o Itamaraty, o estudante, de 23 anos, foi condenado pela Justiça norte-americana a doze meses e um dia de prisão.

Na quinta-feira, em entrevista ao G1, Cláudia Cruz, mãe do estudante, informou que o filho tinha sido condenado a cinco meses de prisão. Cláudia afirma que o consulado em Miami explicou que a pena, na prática, é menor do que 12 meses e um dia, visto que ele já cumpre prisão. Segundo o Itamaraty, Francisco será solto em janeiro.

Cláudia diz que o filho entrou em contato após a decisão e disse que estava consciente da punição. “Ele estava tranquilo e disse para eu não ficar preocupada. Ele sabe que errou e me falou que poderia ser pior. Nós estamos no processo de aceitar. Sabemos que a punição era preciso, afinal, ele errou e tinha que pagar por isso”, diz a cabeleireira, que mora em Sorocaba.

Em nota, o Consulado-Geral do Brasil em Miami informou que segue acompanhando o caso no intuito de prestar a assistência cabível ao brasileiro e sua família e que não divulgará informações adicionais a respeito do caso no intuito de preservar a privacidade dos envolvidos.

Entenda o caso

O sorocabano foi preso no dia 9 de janeiro em Miami, nos Estados Unidos. Segundo o FBI, Francisco, que morava nos EUA há dois anos, havia enviado no dia 8 um e-mail ao Departamento de Polícia de Miami (MDPD) e à TAM Linhas Aéreas alertando sobre a existência de uma bomba em um avião da empresa.

A mensagem informava: "Flight must not take off. Targeted. It will go down. Retaliation. Cargo is dangerous. Be advised" (Voo não deve decolar. Marcado. Vai cair. Retaliação. Carga é perigosa. Estejam avisados). Segundo a polícia americana, o Departamento de Polícia de Miami rastreou a origem da mensagem e concluiu que ela foi enviada de um computador na Montclair State University, em Montclair, Nova Jersey.

A polícia teve acesso às imagens que mostram o terminal de computador usado para enviar a mensagem. "A segurança pública de quem viaja é fundamental, e quaisquer ameaças feitas para perturbá-la serão investigadas sem impunidade", declarou JD Patterson, diretor do MDPD.

Na época, a assessoria da TAM Linhas Aéreas afirmou que foi notificada pelas autoridades do EUA sobre a suposta presença de bombas a bordo de uma de suas aeronaves. “Para garantir a segurança dos clientes e da tripulação, a companhia, como já fez em outras circunstâncias de alarme falso, reforçou a inspeção de todas as cargas despachadas, assim como aos passageiros”, diz a nota. Ainda segundo a TAM, após investigações, foi confirmada que a ameaça era falsa. "Nenhum risco foi detectado à segurança do voo JJ8043. A aeronave decolou normalmente, no horário previsto", completava a nota.

Fonte: G1 Sorocaba e Jundiaí - Foto: Reprodução/Facebook

FAB diz que avião da Azul não corria risco de colidir durante decolagem

Piloto decidiu frear bruscamente para evitar batida; voo seguia para Maceió.

A Força Aérea Brasileira (FAB) disse nesta quinta-feira, 15, por meio de nota, que o avião da Azul com destino a Maceió (AL) não corria o risco de colidir contra outra aeronave no Aeroporto de Aracaju. Na tarde desta quarta, um piloto da companhia aérea freou bruscamente o avião na hora da decolagem para evitar a batida.

Segundo a FAB, os tráfegos conhecidos no momento do incidente eram o da aeronave da Azul, que decolaria da pista 11, e um helicóptero que se aproximava do aeródromo pela direita.

O órgão garante que o trajeto feito pelo helicóptero era um "procedimento normal" e "não cruzaria a rota de decolagem que seria utilizada pela aeronave da Azul". De acordo com a FAB, "em função de trajetos totalmente distintos, não havia risco de colisão entre as duas aeronaves".


Empresa divulga nota

São Paulo, 15 de maio de 2014 – “A Azul Linhas Aéreas Brasileiras informa que a aeronave que faria o voo 4101, que faz a rota entre Aracaju e Maceió teve sua decolagem abortada por sua tripulação após receber indicação de potencial conflito de tráfego devido à indicação da presença de outra aeronave em sua trajetória. Após o ocorrido, a aeronave retornou ao terminal onde foi posteriormente inspecionada pelos técnicos de manutenção e liberada para o voo com atraso de uma hora. A companhia lamenta eventuais transtornos aos seus Clientes e ressalta que tal ação foi uma manobra de caráter preventivo, executada sem colocar em risco a segurança dos ocupantes e sem causar danos à aeronave.”

Fontes: O Estado de S. Paulo / primeiraedicao.com.br - Foto: Reprodução

Em Londres, piloto consegue pousar avião com asa quebrada

Momento de tensão durante um voo de Londres à Itália. Os passageiros perceberam que uma das asas simplesmente havia quebrado no ar.


Nesta quinta-feira (15), os 61 passageiros do voo WX-281 entre Londres e a cidade italiana de Florença, passaram por um tremendo susto a bordo da aeronave em que viajavam, o British Aerospace Avro 146-RJ85, prefixo EI-RJI, da empresa Cityjet, companhia regional da Air France.

De acordo com o jornal National Post, os ocupantes do avião ouviram um estrondo forte e perceberam a anormalidade. A tripulação foi avisada, que repassou a mensagem ao capitão.

Em poucos minutos, o avião pousou de forma segura e nenhum dos 61 passageiros ficou ferido.

 

Fontes: RedeTV / Aviation Safety - Foto via Twitter @seenfromatrain

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Portugal: Pequeno avião faz aterrissagem de emergência e deixa dois feridos leves

O avião Reims-Cessna F150L, prefixo CS-AYJ, operado pela Leávia, fez uma aterrissagem de emergência na zona de Possanco, perto da Comporta, no concelho de Alcácer do Sal (no mapa ao lado, no detalhe), no Distrito de Setúbal nesta quinta-feira (15). 

Os dois passageiros, um casal na casa dos 30 anos, ficaram feridos sem gravidade e nem sequer chegaram a ser transportados ao hospital.

As causas do acidente são ainda desconhecidas das autoridades.

A Rádio Renascença sabe que tudo começou com um telefonema de uma testemunha ocular para a Proteção Civil às 15h28 (hora local) dando conta do avistamento de um avião – aparentemente – em dificuldades.

Quando procuravam a aeronave, as autoridades receberam a informação por parte do piloto de que teria conseguido aterrissar.



Clique AQUI para assistir a reportagem.

Fonte: Rádio Renascença (Portugal) - Mapa via Wikipédia - Foto via tvi24

Piloto da Azul freia avião que estava decolando para evitar colisão no ar

Outra aeronave apareceu na rota do avião que estava prestes a sair do Aeroporto de Aracaju; choque aconteceria 20 segundos após a decolagem. Um piloto da companhia aérea Azul teve de frear bruscamente o avião na hora da decolagem para evitar uma colisão com outra aeronave no Aeroporto de Aracaju, em Sergipe. O voo sairia às 12h35 desta quarta-feira, 14, com destino a Maceió, em Alagoas.

Segundo o relato do piloto aos passageiros do voo, se a medida não tivesse sido tomada as aeronaves teriam colidido 20 segundos após a decolagem. Um dos passageiros do voo da Azul, o alagoano Luciano Cabral, filmou o momento em que o piloto descreve por que tomou a decisão de abortar a partida e postou em seu Facebook.

Amigos, hj tive um grande susto... Estava no avião em
Procedimento de decolagem numa velocidade que já passava 150km e o piloto fez um freio de emergência pq viu uma outra aeronave vindo em nossa direção..segundo o piloto em aproximadamente 20 segundos seria uma colisão frontal !!! Agradecimentos e rezando pelo habilidade do piloto da Azul !!! Valeu mesmo ! Vejam o vídeo onde após parar o avião o piloto veio explicar oq aconteceu para os passageiros ! Hj as orações são de agradecimento !!!!



O piloto explica no vídeo que a aeronave à frente não era visível porque operava "por instrumentos". Apenas o Sistema Anticolisão de Tráfego (TCAS) identificou a possível batida. O equipamento, que se comunica com outras aeronaves, informa ao piloto os procedimentos para evitar uma colisão.

Como o avião da Azul estava no chão, a solução encontrada pelo comandante foi a de acionar o freio. "(A aeronave) estava em torno de 120 metros da gente, a 1 quilômetro de distância do nosso prolongamento. Deus me livre, a gente acertaria ele em 20 segundos depois de decolar", diz o piloto. "Então tivemos que abortar a decolagem. Essa é uma decisão muito rápida."

Conflito de tráfego

Em nota, a Azul afirmou que teve a decolagem abortada "após receber indicação de potencial conflito de tráfego" por causa "da presença de outra aeronave em sua trajetória". A aeronave foi inspecionada por técnicos e liberada para o voo com atraso de uma hora. A companhia disse "lamentar eventuais transtornos" e ressaltou que a ação foi "de caráter preventivo".

Procurada para explicar o incidente, a Aeronáutica, responsável pelo controle de tráfego aéreo, disse na noite desta terça que "está averiguando" o caso.

 

Fonte: Mônica Reolom (O Estado de S. Paulo)

Nota do Autor: Segundo apuração deste Blog, a aeronave era o Embraer ERJ-195AR, prefixo PR-AXN.

Avião bimotor aterrissa de "barriga" em Santa Inês (MA)

A aeronave é propriedade de um empresário do ramo de postos de combustível.




O avião Piper PA-31T Cheyenne II, prefixo PT-LNG, pousou "de barriga" na pista principal do Aeroporto João Silva, em Santa Inês, interior do Estado do Maranhão, na manhã de terça-feira (13). O incidente aconteceu por volta das 10h, após o trem de pouso do avião não ter sido acionado pelo piloto. Seis pessoas estavam no avião, e ninguém ficou ferido. A pista foi liberada algumas horas depois.

A Agência Nacional de Aviação Comercial (Anac) foi informada sobre o incidente.

A aeronave é propriedade de um empresário do ramo de postos de combustível do Maranhão e partiu de São Luís com destino a Santa Inês.

"O avião está com todas as revisões em dia. Sei que foi um incidente causado pelo piloto, mas não coloco a culpa nele, pois todos nós somos passíveis de erro. Esse profissional trabalha há muitos anos pra mim, e, graças a Deus, todos estão bem", disse o empresário João Rolim.

Fontes: Imirante.com / ASN - Fotos: Reprodução / Notas do Daniel Aguiar

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Aeronave faz pouso forçado no aeroporto de Sinop (MT)

Com falha no trem de pouso de uma aeronave monomotor, piloto faz pouso forçado no Aeroporto Presidente João Figueiredo em Sinop.


O avião é o Cessna 210N Centurion, prefixo PT-WHT e pertence a uma empresa do estado. A bordo estavam o piloto, o copiloto e mais dois passageiros.

De acordo com as informações, o piloto havia iniciado o pouso quando uma falha mecânica fez com que o trem de pouso dianteiro recolhesse, provocando um choque contra o chão do bico da aeronave, que foi arrastando na pista até parar. As pessoas que estavam abordo não se machucaram e passam bem.

Devido ao imprevisto, os voos ficaram suspensos por aproximadamente 1h, tempo suficiente para remoção da aeronave da pista.

O Corpo de Bombeiros foram comunicados e estiveram acompanhando o caso. A aeronave permanecerá no aeroporto até a perícia concluir o trabalho. 

Clique AQUI para ver mais fotos e informações.

Fontes: cenariomt.com.br / ASN - Foto: Só Notícias

Nenhum aeroporto da Infraero ficará 100% pronto para a Copa


Dos oito aeroportos administrados pela Infraero com previsão de obras para a Copa do Mundo, nenhum ficará 100% pronto antes do início da competição, daqui a 29 dias.

São eles: Afonso Pena (Curitiba), Confins (Belo Horizonte), Deputado Luís Eduardo Magalhães (Salvador), Eduardo Gomes (Manaus), Galeão (Rio de Janeiro), Marechal Rondon (Cuiabá), Pinto Martins (Fortaleza) e Salgado Filho (Porto Alegre).

O levantamento da reportagem foi feito com base na "matriz de responsabilidades", documento no qual o Brasil lista o que pretende fazer para a Copa, e em informações da Infraero -que já trabalha oficialmente com dois cronogramas para as obras, um pré e outro pós Copa.

Os atrasos mais graves estão em Fortaleza, Porto Alegre e Curitiba.

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Novo relatório do acidente do voo Rio-Paris confronta Air France e Airbus


A construtora aeronáutica Airbus e a companhia aérea Air France mantêm suas diferenças sobre as causas do acidente que em 2009 provocou a morte dos 228 ocupantes de um voo entre Rio de Janeiro e Paris, após a publicação de um relatório que aponta os pilotos como responsáveis.

A Air France anunciou nesta quarta-feira que pedirá a nulidade desse estudo, elaborado por sete analistas e que indicou que o comportamento dos pilotos fez com que o aparelho caísse no Atlântico no dia 1º junho de 2009, poucas horas após decolar do Rio.

A companhia aérea considerou que a perícia, encomendada pelos juízes relatores do caso a pedido da Airbus, "foi feita de forma unilateral", sem que a companhia "fosse convidada a participar de sua elaboração".

"Os elementos deste relatório fazem uma apresentação parcial falseada das causas do acidente, o que atenta contra os direitos fundamentais e de defesa da Air France", acrescentou a companhia aérea.

Segundo a companhia, o estudo "omite vários elementos que concernem ao funcionamento do avião".

Tanto a Air France, proprietária da aeronave que caiu, como a Airbus, construtora do aparelho, foram indiciadas na causa que segue aberta na França.

O relatório em questão, revelado ontem por diversos meios de comunicação, muda a tese dos dois estudos oficiais feitos até agora e que sustentavam que no dia do acidente falharam elementos técnicos e humanos, o que apontava para uma responsabilidade compartilhada entre a empresa e a companhia aérea.

Esta nova perícia afirma que pode "estabelecer-se claramente o predomínio de fatores humanos nas causas do acidente".

Além disso, os membros da tripulação não aplicaram o procedimento previsto para este tipo de situação.

O relatório se referia diretamente à responsabilidade da companhia aérea e criticava "a ausência de direções claras por parte da Air France" e a "insuficiente formação dos pilotos", também imputável à companhia.

De acordo com as conclusões do Escritório de Investigação e Análise (BEA) emitidas em 2012, o acidente aconteceu depois que o gelo bloqueou as sondas de medição da velocidade do A330, o que fez com que os pilotos desconhecessem esse dado quando atravessavam uma área de turbulências.

Nesse momento não aplicaram o protocolo adequado e elevaram o rumo do avião, até que este perdeu sua horizontalidade, deixou de planar e se colocou em situação de queda livre.

Uma circunstância que não souberam interpretar os pilotos, que acharam que estavam subido quando, na realidade, o avião perdia altura.

Depois do acidente, o modelo de sondas de medição de velocidade que equipava o avião foi mudado em todos os aparelhos, o que prova, segundo a Air France, que não se pode descartar os fatores técnicos como causadores do acidente.

No cenário da disputa entre o fabricante e a companhia aérea está o pagamento das multimilionárias indenizações às famílias das vítimas.

Fonte: EFE via Terra

Austrália destina R$ 203 milhões para busca de avião malasiano


O governo australiano destinou o equivalente a R$ 203 milhões para ajudar nas buscas pelo avião da Malaysia Airlines desaparecido desde 8 de março de 2014, segundo o jornal International Business Times AU.

Em comunicado emitido em Camberra – capital da Austrália -, o governo planeja continuar as buscas pela aeronave por mais dois anos com esse orçamento.

A Austrália tem liderado as operações de busca pelo avião, principalmente no sul do Oceano Índico, aproximadamente 2 mil quilômetros a sudoeste de Perth, cidade localizada na costa oeste do país.

Apesar das buscas na região, até hoje nenhum vestígio concreto da aeronave foi localizado. O avião decolou de Kuala Lumpur, na Malásia, com destino a Pequim, na China; transportava 239 pessoas e deveria ter pousado seis horas depois no país.

Fonte: Epoch Times - Foto ilustrativa: Charaka Ranasinghe/Wikimedia Commons

10 questões ainda não respondidas sobre o avião desaparecido

A busca pelos supostos restos do voo MH370 da Malaysia Airlines continua no sul do Oceano Índico, mas algumas questões importantes sobre o desaparecimento da aeronave continuam sem respostas. 


O Boeing 777, que decolou da capital malaia, Kuala Lumpur, em direção a Pequim no dia 8 de março, levava 239 pessoas a bordo, a maioria delas chinesas.

Já se sabe que o avião abandonou a sua rota original e que um aparelho que permite a localização da aeronave, o chamado transponder, foi desligado.

Nesta semana, o governo da Malásia também afirmou que novos dados confirmam que o avião caiu em algum ponto do sul do Oceano Índico, onde imagens de satélite identificaram dezenas de objetos que se acredita que sejam destroços do avião.

Porém, alguns detalhes, assim como as razões por trás do ocorrido, ainda permanecem um mistério. A BBC preparou uma lista de dez perguntas em relação ao caso que intrigam leigos e especialistas.

Clique AQUI e confira a matéria completa.

Air France recorre para anular contra-análise de acidente com voo Rio-Paris

Relatório atribuiu queda do AF 447 a 'reação inapropriada da tripulação'.

Voo que ia do Rio de Janeiro a Paris caiu em junho de 2009, matando 228.


A Air France anunciou nesta quarta-feira (14) que vai apresentar um recurso para anular o relatório de contra-análise judicial que havia sido solicitado pela fabricante europeia Airbus no âmbito da investigação sobre o acidente com o voo Rio-Paris em junho de 2009.

"A Air France constatou que essa contra-análise foi feita de maneira unilateral e não contraditória, em violação ao princípio de processo justo, já que a companhia não foi convidada a participar dos trabalhos dos especialistas", indicou a direção da empresa à AFP.

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Queda de avião mata aluno e professor em Cachoeira do Sul (RS)

Acidente ocorrido no sábado foi semelhante ao de janeiro, com a mesma empresa e o mesmo modelo de avião no município.


A queda de um avião de instrução matou aluno e professor, neste sábado, no interior de Cachoeira do Sul, na região central. De acordo com o Corpo de Bombeiros, morreram, neste fim de semana, o piloto e professor cachoeirense Mateus San Martin, 38 anos, e o aluno Dênio Darlan Bianchini da Silva, 26 anos, que era natural de São Francisco de Assis, na Fronteira Oeste. Se não mudássemos a data e os nomes das vítimas, pareceria o mesmo acidente ocorrido a menos de quatro meses atrás.

No fim de janeiro, a história se repetiu com a mesma empresa de formação de pilotos, o mesmo modelo de avião e com ambas as aeronaves, durante uma aula de voo, caindo de bico no chão, fazendo, na hora, duas vítimas. San Martin era funcionário da Aero Agrícola Santos Dumont, empresa também cachoeirense que forma pilotos vindos de todas as partes do país, especialmente na área de aviação agrícola.

Ele e o aluno tripulavam o Cessna 140A, prefixo PT-AGS, operado pela Aero Agrícola Santos Dumont Ltda., usado em instrução primária de voo, que caiu por volta das 17h30 deste sábado (10), em uma propriedade rural na localidade de Três Vendas, a cerca de 15 quilômetros do Centro de Cachoeira do Sul. 

Quando os bombeiros chegaram ao local, as vítimas já estavam mortas, presas às ferragens. A enfermeira Aline Dickin, 35 anos, mora em Santa Cruz do Sul, mas estava em Cachoeira, na casa da irmã, afirma ter visto todo o acidente e, inclusive, testemunhou para a polícia e especialistas.

— O avião estava sobrevoando a região há um tempo, quando ele passou por cima da casa onde eu estava, ouvimos um barulho forte e, de repente, ele começou a cair, como se fosse um parafuso, e caiu reto no chão. Foi tão forte, que boa parte do bico ficou pra baixo da terra. Não conseguimos imaginar o que causou o acidente — afirma Aline.

A Polícia Civil e peritos foram ao local logo depois. Neste domingo, o Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa) foi a Cachoeira do Sul para analisar as circunstâncias do acidente.

Em 29 de janeiro, o instrutor Arthur Panseira Demétrio, 22 anos, também da Santos Dummont, e o aluno Darlan Kabata dos Santos, 31 anos, morreram na queda de outro Cessna 140. O acidente ocorreu durante uma aula de voo, quando a aeronave retornava para o aeroporto de Cachoeira do Sul, a cerca de dois quilômetros da pista.

Na época, o caso ganhou grande repercussão, porque Arthur, um piloto catarinense, havia feito o pedido de casamento à noiva dentro do avião, no ar,43 dias antes do acidente justamente em Cachoeira do Sul.

ZH entrou em contato com a Santos Dummont, mas a empresa não quis se manifestar sobre o assunto. Segundo o especialista do Seripa, major Eduardo Michelin, a entidade é responsável apenas por avaliar as circunstâncias dos acidentes, e não culpar ninguém, apenas evitar que outros casos ocorram.

— A Polícia Civil é responsável pela parte criminal e a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) é quem permite o funcionamento e fiscaliza as escolas de aviação — explica Michelin.

Segundo ele, o primeiro acidente envolvendo a Santos Dumont, de janeiro, ainda está sendo analisado. ZH entrou em contato com a Anac, mas não obteve retorno.

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Fontes: Vanessa Kannenberg (zh.clicrbs.com.br) / ASN

Notícias Gerais de Maio - 3




























Piloto de monomotor faz pouso de emergência em lavoura do Paraná

Acidente aconteceu no sábado (10), em Foz do Iguaçu.

Segundo equipes de socorro, piloto teve apenas ferimentos nas mãos.


O avião monomotor Cessna 182Q, prefixo PT-SNI, operado pela empresa Big Truck Transportadora Ltda., fez um pouso de emergência, na tarde de sábado (10), no meio de uma plantação de milho em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná. O incidente foi próximo a um aeroporto particular da cidade, para onde a aeronave se dirigia.

Testemunhas disseram ter visto o avião particular voando baixo e fazendo um barulho diferente do habitual. 

Apesar da manobra perigosa, o piloto conseguiu aterrissar o avião, que ficou danificado e, até as 19h30 deste sábado, ainda não tinha sido retirado do local.

Até a publicação desta reportagem a Força Aérea de Foz do Iguaçu ainda não havia informado qual foi o motivo que levou o piloto a forçar o pouso. Segundo equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), o piloto teve apenas ferimentos leves nas mãos e foi liberado.



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Fontes: G1 / ASN - Fotos: Reprodução/RPCTV e Enrique Alliana

Avião bimotor faz pouso forçado em aeroporto de Goiás

Piloto sobrevoou a cidade de Jataí durante 3 horas antes de aterrissar.

Tripulantes não se feriram e comemoraram ao sair da aeronave.



Tripulantes comemoraram o pouso bem-sucedido
Fotos: Reprodução/TV Anhanguera e plantaodepoliciajti.com.br

O avião bimotor Beechcraft 58 Baron, prefixo PT-WMM, fez um pouso forçado na manhã desta sexta-feira (9) no aeroporto de Jataí, sudoeste de Goiás. Segundo o piloto Carlos Fernando de Faria, a aeronave apresentou um defeito no trem de pouso pouco antes da aterrissagem e precisou descer de barriga na pista (veja vídeo abaixo). Ele e mais duas pessoas que estavam na aeronave não se feriram.

Para evitar que o avião pudesse pegar fogo durante a manobra, o piloto ficou sobrevoando a cidade por cerca de três horas para gastar todo o combustível. A pista também foi molhada com uma espuma especial para minimizar os riscos de faíscas e explosões.

De acordo com o piloto, a manobra foi a última alternativa possível. “Nós arremetemos porque o trem de pouso não estava abaixado. Fizemos de tudo e chegamos a conclusão que o pouso seria de barriga”, disse o piloto.


Logo após a aterrissagem, os tripulantes saíram rapidamente da aeronave, comemorando o sucesso do pouso. O proprietário do avião, que estava a bordo, teve uma queda de pressão após o pouso e foi atendido ainda na pista do aeroporto e, segundo o Corpo de Bombeiros, passa bem.

O G1 entrou em contato com a assessoria do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) e aguarda retorno para saber se as causas do incidente já começaram a ser investigadas.

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Fontes: G1 GO, com informações da TV Anhanguera / ASN

Leia também: Técnicos fazem perícia em avião que fez pouso forçado em Jataí, GO.

Lei torna apuração de acidentes aéreos sigilosa


A presidente Dilma Rousseff sancionou na sexta-feira (9) uma lei que protege o sigilo dos dados contidos nas caixas-pretas dos aviões, assim como as informações prestadas voluntariamente por testemunhas, em caso de investigações de acidentes aéreos.

Pela nova lei, as pessoas que se dispuserem a prestar informações durante o procedimento de investigação aeronáutica em relação aos desastres ou incidentes ficarão protegidas e não poderão ser enquadradas criminalmente pelos dados fornecidos.

Caso a Justiça e a polícia queiram identificar responsabilidades em acidente específico, que estava sob investigação do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), um outro inquérito terá de ser aberto. O repasse dos dados colhidos no inquérito no Cenipa para outro inquérito só poderá ser feito mediante decisão judicial.

A lei permite, no entanto, que polícia e Justiça usem como provas em inquéritos os dados das caixas-pretas, assim como as transcrições das conversas da cabine. A lei foi proposta pela Aeronáutica, em 2007, após a crise aérea desencadeada com os acidentes da Gol, em 2006, que deixou 154 mortos, e da TAM, em junho de 2007, que matou 199.

O diretor do Cenipa, brigadeiro Dilton José Schuck, afirmou que, "embora a iniciativa da lei tenha sido da Aeronáutica, as empresas aéreas foram consultadas e o resultado é um consenso da comunidade aeronáutica". Ele salienta que a nova lei segue o que preconiza a Organização Internacional da Aviação Civil (OACI), órgão ao qual o Brasil é signatário, "para preservar as fontes voluntárias que prestam esclarecimentos e alimentam de informações que venham a auxiliar na identificação dos fatores que levaram à ocorrência do acidente, para que eles não se repitam". O brigadeiro lembrou ainda que a apuração do Cenipa não segue o ritmo de um processo judicial.

Fonte: Veja.com (com Estadão Conteúdo) - Imagem: Reprodução

"Drone" quase se choca com avião de passageiros nos EUA


Um avião Bombardier CRJ200 do grupo American Airlines, voando com a bandeira da US Airways‎, esteve prestes a se chocar em pleno voo com um "drone" (avião não tripulado) no último mês de março na Flórida, revelou um responsável da Administração Federal de Aviação (FAA) dos Estados Unidos.

Em uma conferência oferecida em San Francisco e que vazou na imprensa local na última sexta-feira, o diretor do Escritório de Integração de Sistemas de Aviação Não Tripulados, Jim Williams, contou que, no dia 22 de março, um avião que voava a 701 metros de altura perto do aeroporto regional de Tallahassee (Flórida) esteve a ponto de se chocar com um "drone". "O piloto disse que, ao tê-lo visto passar tão perto do avião, estava convencido que o aparelho havia colidido", explicou Williams. No entanto, ao aterrissar foi realizada a correspondente inspeção e se comprovou que a aeronave não tinha sofrido nenhum dano.

O "drone", que "era pequeno e estava coberto por uma camada de pintura de camuflagem", se encontrava a uma altura de 701 metros, muito acima do permitido para os usos recreativos destas aeronaves. 

A FAA não foi capaz, por enquanto, de identificar o "drone" nem a pessoa que o estava manejando. O incidente, que tinha permanecido oculto ao público até que Williams o revelou na quinta-feira em uma conferência na qual se abordava o futuro e a regulação que deve aplicar-se aos aviões não tripulados, põe em evidência os riscos do grande aumento no número de "drones" que planam no espaço aéreo americano. 

Por sua parte, o grupo American Airlines (o avião afetado era operado pela US Airways, pertencente ao grupo), afirmou que está "consciente" do incidente e que está "investigando" o caso. "O risco que um pequeno 'drone' se introduza nos motores de um avião é muito real e os resultados poderiam ser catastróficos", alertou Williams.

A FAA trabalha há tempo em um esquema regulador para os aviões não tripulados, embora por enquanto mantenha a proibição de seu uso comercial, o que lhe valeu a rejeição de várias empresas como por exemplo a Amazon, que já anunciou publicamente estar trabalhando em um sistema de distribuição de produtos por meio destes aparatos.

Fonte: EFE - Imagem (ilustração): Reprodução