domingo, 25 de novembro de 2012

Venezuela investiga causas de acidente com aviões da força aérea

A Venezuela deu início às investigações para determinar as causas do acidente envolvendo dois aviões da Força Aérea que resultou na morte de uma pessoa e deixou outras duas feridas.

"A Comissão Investigadora de Acidentes Aéreos das Forças Armadas Bolivarianas averigua as causas do acidente", declarou o ministro venezuelano da Defesa, Alfredo Molero.

Ele afirmou também que o choque entre as aeronaves OV-10 Bronco "ocorreu no ar, durante uma demonstração, causando a queda dos equipamentos". "Os tripulantes conseguiram ejetar-se a tempo, permitindo que saíssem ilesos do acidente", acrescentou.

Sobre a morte do piloto José Rafael Marín Barrios, Molero disse que o major "executou um ato heroico ao conduzir seu avião a uma área despovoada, evitando uma tragédia maior".

Segundo o ministro, as aeronaves caíram próximas à base aérea El Libertador, em Palo Negro, no estado venezuelano de Aragua.

Fonte: ANSA

Dois aviões militares colidem na Venezuela

Dois aviões de assalto North American OV-10 Bronco da Força Aérea da Venezuela (Aviación Militar Bolivariana de Venezuela (AMBV)) colidiram no ar durante um voo de treino, na última quinta-feira (22).

Equipe de salvamento próximo ao local da queda

Cada aeronave levava a bordo dois pilotos. O piloto de uma das aeronaves morreu ao não conseguir ejetar-se na tentativa de levar o avião em queda para fora da zona residencial. Os outros três, conseguiram ejatar-se e foram encaminhados ao Hospital Militar de Maracay.

O acidente trágico ocorreu perto da base aérea Palo Negro no Estado de Aragua. Lembre-se que os dois aviões de assalto ligeiros OV-10 Bronco participavam no ensaio de uma parada militar alusiva ao 92º aniversário da criação da Força Aérea da Venezuela.

Fontes: El Universal / ASN / Rádio Voz da Rússia - Imagem via El Universal

Piloto pede noiva em casamento com mensagem gigante em campo

Pedido inusitado foi feito pelo instrutor britânico Stuart Black.

Annette MacKenzie viu a mensagem enquanto fazia aula de pilotagem.

O instrutor Stuart Black pediu sua noiva, Annette MacKenzie, em casamento com uma mensagem gigante escrita em um campo agrícola que podia ser vista por Annette do avião enquanto ela fazia uma aula de pilotagem, segundo o jornal inglês "Daily Mail".

Inicialmente, o noivo tinha planejado fazer o pedido no Natal, mas, como ele estará a serviço da Força Aérea britânica no Golfo durante quatro meses, ele decidiu antecipar.

Stuart Black pediu sua noiva em casamento com uma mensagem gigante escrita em um campo agrícola

Fonte: G1 - Foto: Reprodução

Empresa americana lança programa que detecta passageiros de 'alto risco'

Ele identifica pessoas com mais chance de se comportar de maneira distinta.

Alguns temem que o sistema induziria a preconceitos raciais ou religiosos.


No Natal de 2009, os passageiros de um voo com destino a Detroit entraram em pânico quando o jovem nigeriano Omar Farouk Abdulmutallab tentou detonar explosivos que levava em seu corpo em pleno ar.

O ataque a bomba não deu certo, mas colocou em xeque os sistemas de segurança dos aeroportos americanos implementados após os atentados de 11 de setembro de 2011.

Mas, agora, uma empresa de tecnologia diz que com seu novo software tal incidente nunca teria acontecido e que Abdulmutallab teria sido detectado como um passageiro de "alto risco".

Detector de ameaça

O programa, desenvolvido por uma empresa dos EUA, emprega uma técnica conhecida como "avaliação de perfil de risco", que identifica indivíduos ou grupos de pessoas com maior probabilidade de se comportar de uma maneira distinta do resto da população.

A análise é feita a partir do processamento de todos os dados sobre o passado e os comportamentos de um determinado indivíduo, para detectar, assim, se eles representam uma ameaça.

No entanto, alguns já temem que o sistema induziria a preconceitos raciais ou religiosos, uma vez que um passageiro poderia ser considerado suspeito apenas por ser muçulmano ou porque nasceu em países árabes.

A empresa que desenvolveu o programa, a SAS Software, reitera, entretanto, que o sistema é "imune" a tais falhas.

Segurança

As autoridades britânicas já estão recebendo os dados de cada passageiro com destino à Inglaterra.

"Os perfis de risco podem variar. Os dados disponíveis não têm nada a ver com discriminação racial ou lugar de origem."

"Estas são as mesmas técnicas usadas por bancos ou companhias de seguros para determinar a quem devem ou não conceder um empréstimo", disse ele.

O programa funciona através da alimentação de dados de passageiros, muitos dos quais já são recolhidos por autoridades de alfândega de alguns países.

Todas as companhias aéreas, por exemplo, que viajam para o Reino Unido deve apresentar o que é conhecido como Advance Passenger Information (API) a partir do momento da decolagem.

Mas outros dados usados pelo programa envolvem uma combinação de fatores, tais como se o passageiro pagou a sua passagem de avião em dinheiro, se já figurou em uma lista de suspeitos ou, mesmo, se foram recentemente em um país com problemas de segurança.

Todos estes dados são processados para serem "lidos" por agentes de imigração, que podem, assim, analisar o perfil de risco de cada passageiro antes do embarque.

Contrabando

Ian Manocha, vice-presidente da SAS Software, disse que o princípio funciona tanto para passageiros de companhias aéreas quanto detransporte de carga.

A Alfândega da Coréia do Sul informou que, depois de adquirir o programa, conseguiu aumentar em 20% as apreensões de produtos ilegais.

"Os agentes de fronteira têm grandes quantidades de informação disponíveis, que não são exploradas", afirmou Manocha.

Entretanto, ele admitiu que o programa não teria sido capaz de detectar explosivos escondidos em cartuchos de tinta de impressão como em um avião que partiu do Iêmen aos Estados Unidos em 2010.

Naquela ocasião, uma tragédia maior foi evitada por um informante infiltrado na Al-Qaeda.

Mas, em relação a Omar Farouk Abdulmutallab, Manocha disse que estava "confiante de que o nigeriano teria sido detectado".

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Fonte: BBC via G1 - Foto: PA

Como funciona um motor com turbina a gás de um avião [infográfico]

Veja quais são os principais componentes do motor e como eles combinados podem fazer um avião gigante levantar voo.


Não é raro ligarmos a televisão e nos deparar com a notícia de que um avião sofreu um acidente. Ficamos intrigados facilmente ao perceber que algo tão grande e aparentemente resistente é danificado por pássaros, balões e outros objetos que não parecem representar séria ameaça.

Chega a ser contraditório quando ouvimos sobre uma tragédia e, em seguida, alguém lembra que “o avião é um dos meios de transporte mais seguros do mundo”. Pois é, pelas estatísticas, ele é realmente seguro, mas isso só é válido quando nada interfere no funcionamento de seus motores.

Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons

É graças aos motores, que alguns chamam de "turbinas", que um avião enorme pode levantar voo com tanta facilidade. Entretanto, você tem noção de como funcionam os motores de uma aeronave? Sabe o motivo pelo qual o avião pode cair caso um desses mecanismos tenha alguma falha? Hoje, vamos explicar um pouco sobre esses gigantes do ar e seus motores.

O funcionamento do motor com turbina a gás

Fonte da imagem: Montagem/Tecmundo - Original: Wikimedia Commons

01. Dentro do invólucro protetor, há quatro principais componentes: ventoinha, compressor, combustor e turbina;

02. Uma enorme ventoinha, instalada na parte da parte da frente, gira em alta velocidade para coletar o ar;

03. Toda essa quantidade de ar sugada é direcionada para o compressor;

04. O compressor é composto por diversos rotores que giram em alta velocidade em torno dos estatores;

05. No processo de compressão, o volume do ar é diminuído até trinta vezes;

06. O ar comprimido é forçado a entrar no combustor;

07. Neste estágio, o ar é misturado com o combustível (que vem de um reservatório) e aquecido a 2.000 °C;

08. O gás altamente comprimido é direcionado para a turbina, onde ele será descomprimido, revertendo o trabalho do compressor, e expelido em alta velocidade, gerando o empuxo para locomover a aeronave;

09. Esse processo acontece em altíssima velocidade e constantemente. Claro, a velocidade de rotação dos componentes do motor varia conforme a aceleração determinada pelo piloto.

Motores muito fortes

Os motores com turbina a gás produzem uma força de empuxo violenta. Um Boeing 737-100, que é o modelo mais simples da série, tem potência suficiente para transportar até 49 toneladas de carga (incluindo bagagem, passageiros e o peso da aeronave).

Boeing 737-300 - Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons

Esse valor do peso máximo é determinado como “peso máximo de decolagem”, pois é a quantidade limite que pode fazer parte do peso quando o avião está saindo do chão. Um valor superior ao máximo suportado impediria que aeronave decolasse, mas isso não quer dizer que os motores não teriam força suficiente para carregar mais carga em solo.

Próximo da velocidade do som

Agora que você já tem uma noção de como funciona o motor, resta a pergunta: qual é a velocidade máxima do avião? Bom, isso depende de diversos fatores. Algumas aeronaves têm dois motores, mas possuem dimensões reduzidas, e outras têm quatro e são de tamanho avantajado.

Airbus A380 com quatro motores - Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons

Além disso, a velocidade máxima varia conforme a fabricante do motor, o peso da aeronave, as dimensões e, quando em atividade, ainda depende da quantidade de passageiros. Segundo as informações da Boeing, as aeronaves da série Boeing 737, por exemplo, atingem velocidade máxima de mach 0,81, ou seja, 1.000 km/h — uma aeronave quase tão rápida quanto o som.

Qualquer interferência gera problemas

Como você pôde ver, quando um avião está em operação, tudo acontece em alta velocidade. É por isso que se um pássaro for em direção a um dos motores e se chocar com a ventoinha, o funcionamento da aeronave pode ser altamente comprometido.

Os motores com turbinas a gás estão preparados para trabalhar com ar. Qualquer outro elemento, seja um balão ou um pássaro, que por ventura entre em um dos compressores já pode causar danos e desestabilizar a aeronave, visto que o empuxo não será devidamente produzido.

Agora, você já tem ideia de como os motores com turbinas a gás fazem para levantar aviões gigantes. Claro, existem diversos outros tipos de motores, mas, de forma geral, eles trabalham de maneira parecida.

Fontes: MTU Aero Engines, Boeing, HowStuffWorks via Fabio Jordão (Tecmundo)

Caça F-22 cai em base aérea na Flórida; piloto sai ileso

Um caça F-22 da Força Aérea dos EUA caiu na quinta-feira na base militar de Tyndall, na Flórida, mas o piloto conseguiu ejetar-se de forma segura e não ficou ferido, afirmou uma porta-voz da base.

O Raptor F-22, um dos mais avançados aviões de guerra norte-americanos, retornava de uma missão de treinamento de rotina quando caiu, por volta das 15h30 (horário local), informou a porta-voz Ashley Wright.

O avião da Lockheed Martin Corp pegou fogo quando atingiu o chão, porém bombeiros debelaram o incêndio rapidamente, ela disse. A causa ainda está sendo investigada.

A Rodovia 98 nas proximidades foi fechada por cerca de duas horas, como precaução. O piloto, que não foi identificado, não sofreu nenhum ferimento grave, disse Ashley.

A Força Aérea parou de voar em caças F-22 por cinco meses em 2011, após alguns pilotos sentirem tontura nos controles. A Força Aérea culpou a falta de suprimento de oxigênio para os pilotos.

Fonte: Ian Simpson (Reuters) via G1

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Sobre a WebJet Linhas Aéreas


WebJet Linhas Aéreas era uma empresa aérea brasileira que operava no conceito low cost low fare (companhia aérea de baixo custo, baixa tarifa). Com sede localizada na cidade do Rio de Janeiro, iniciou suas operações aéreas em julho de 2005. Voava na sua primeira fase entre Rio de Janeiro (Galeão), São Paulo (Guarulhos), Brasília, Porto Alegre e Florianópolis.

Histórico

A Webjet Linhas Aéreas surgiu em 2005. Por conciliar segurança, eficiência operacional e preços baixos, a companhia foi conquistando cada vez mais o público brasileiro. Em 2007, a Webjet passou a ser controlada pela GJP Participações, holding comandada por Guilherme Paulus, acionista da CVC Turismo e proprietário da GJP Hotéis e Resorts.



Em 2009, a empresa decidiu adotar o modelo de negócios "low cost, low fare", consagrado mundialmente por oferecer tarifas mais baixas, acessibilidade para passageiros de todas as camadas sociais e pagamento de serviços de forma opcional, como no caso das refeições a bordo, por exemplo. Em 2011 a GOL anunciou a compra da Webjet.

Site da Webjet anuncia a 'unificação' com a GOL

Leia mais sobre o histórico da Webjet clicando AQUI

Destinos

Mais de mil voos semanais, unindo 16 destinos do Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste do Brasil.

Frota

A Webjet operava uma frota de aeronaves antigas, em sua maioria da década de 1990, sendo composta por 20 Boeing's 737-300 e 737-800 com capacidade para 148 e 184 passageiros, configurados em classe única.

Foto: Antonio Cruz/ABr

Cargas

A Webjet mantém parceira com a empresa Tec Cargo para o transporte de cargas. A Webjet ampliou o seu foco quando resolveu explorar, de maneira compartilhada, os negócios com carga. Para tanto, formou uma aliança estratégica com a empresa de logística, do jovem empresário Luiz Guilherme Zancaner, especializada na remessa TECA - TECA.

Fontes: Wikipédia / O Globo - Imagens: Reprodução

Gol anuncia fim da Webjet

Com a decisão, companhia aérea demite 850 funcionários

A companhia aérea Gol anunciou nesta sexta-feira o fim das atividades da controlada Webjet, com corte de cerca de 850 postos de trabalho em decorrência dessa decisão.

Em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a companhia informou que a primeira medida é a extinção das operações de voo. A Webjet possui um modelo de operação com base em uma frota composta majoritariamente por aviões modelo Boeing 737-300, de idade média elevada, alto consumo de combustível e defasagem tecnológica.

Ainda de acordo com o comunicado, com os novos patamares de custo do setor no Brasil, esse modelo deixou de ser competitivo. Como consequência do encerramento das operações, a Webjet desliga aproximadamente 850 colaboradores entre tripulação técnica, tripulação comercial e manutenção de aeronaves.

Área de embarque do Terminal 4 no aeroporto de Guarulhos: 
operações da Webjet eram realizadas no local

"Clientes e passageiros da Webjet serão integralmente assistidos pela Gol, e terão seus voos garantidos, permanecendo a Gol, a partir dessa data, responsável por todos os serviços de transporte aéreo e assistência a esses passageiros. Nesse sentido, todas as providências necessárias serão tomadas", disse a companhia.

A Gol anunciou a compra de 100% do capital Webjet no dia 8 de julho de 2011, por R$ 310,7 milhões, sendo R$ 96 milhões de desembolso para o controlador, o empresário Guilherme Paulus, e os R$ 214,7 milhões restantes de dívidas.

No início de outubro, a Gol anunciou uma redução de R$ 26 milhões do desembolso a Paulus. No mesmo mês, a companhia aérea havia concluído a aquisição de 100% do capital social da Webjet Linhas Aéreas. Com isso, a empresa, por meio de sua subsidiária VRG Linhas Aéreas, passou a ser titular da totalidade do capital social da Webjet.

Com essa decisão e as consequências dela decorrentes, a companhia avalia que haverá um aumento de custos no último trimestre de 2012, mas não forneceu mais detalhes. A Gol argumenta que com essas medidas a operação deve ficar mais eficiente a partir de 2013.

Em relação à frota Boeing 737-300 da Webjet, a companhia planeja a devolução das 20 aeronaves até o fim do primeiro semestre de 2013, sendo que 16 aviões serão devolvidos até o fim do primeiro trimestre do próximo ano.

Nesse cenário de redução de sua frota, a Gol prevê uma redução da oferta doméstica (ASK) entre 5% e 8% no primeiro semestre do ano de 2013 na comparação com o mesmo período de 2012. Ainda segundo a companhia, as medidas foram necessárias para recuperar as suas margens operacionais e manter a sustentabilidade do negócio.

Fonte: iG - Foto: Dubes Sônego

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Portugal: Avião faz pouso de emergência em Lisboa

Partiu de Faro, mas problemas técnicos obrigaram a parada no Aeroporto da Portela

O Boeing 757-330(WL), prefixo D-ABOM, da companhia aérea alemã Condor, que partiu do aeroporto do Funchal com destino a Munique, na Alemanha (voo DE-4667), aterrissou hoje (22) de emergência no aeroporto da Portela, em Lisboa, confirmou à Lusa fonte oficial da ANA.

De acordo com a mesma fonte, "o avião, que transportava 264 passageiros, pediu para aterrissar em Lisboa, devido a problemas técnicos", o que aconteceu às 14:20 (hora local).


Como é procedimento de rotina nestes casos, os meios de emergência do aeroporto foram postos em alerta, mas não foi necessária a sua intervenção, adiantou. Segundo a mesma fonte, esta aterrissagem de emergência levou um avião da TAP, com destino a Lisboa, a optar por aterrissar em Faro.

Fontes: tvi24 / Aviation Herald - Imagem: MaiorTV - Atualizado com os dados da aeronave e do voo em 23.11.12 às 11:50 hs.

Plano de voo da Delta inclui aviões velhos

Uma aeronave estacionada em um vasto hangar nesta cidade exibe uma pintura reluzente, 160 assentos imaculados de couro azul e um cheirinho de avião saído da fábrica. Mas esse recém-chegado membro da frota da Delta Air Lines está longe de ser novo.


O bimotor MD-90-30 que a empresa comprou da China Southern Airlines Co (foto acima - prefixo N960DL). tem mais de 13 anos. Ele é um dos 49 aviões desse modelo, fabricado pela McDonnell Douglas, que a companhia aérea americana está adaptando, depois de comprá-los a preços de liquidação de empresas que ficaram felizes por descartar uma aeronave cuja fabricante foi absorvida pela Boeing Co. há vários anos.

A maioria das grandes empresas aéreas prefere comprar aviões novos, dotados dos últimos acessórios de alta tecnologia. A Delta, porém, tem uma das frotas mais antigas nos Estados Unidos e já se acostumou a ter sucesso nadando contra a corrente.


A segunda maior aérea americana surpreendeu o setor ao ser a primeira a comprar uma refinaria de petróleo, numa iniciativa para controlar o seu mais alto e mais volátil custo operacional: o combustível aéreo. Ela administra uma enorme subsidiária de manutenção, que cuida dos seus próprios aviões e também presta serviços a terceiros, enquanto outras companhias aéreas abandonaram essa atividade ou reduziram sua escala.

A empresa sediada em Atlanta, no Estado de Geórgia, também é a que tem mais flexibilidade trabalhista no setor, embora também pague os melhores salários. Nos EUA, onde a adesão a um sindicato é decidida pelos funcionários de cada empresa, a vasta maioria dos empregados da Delta não é sindicalizada.

Hoje, a Delta está numa posição privilegiada, num momento em que a indústria aérea americana passa por uma muito necessária transformação para se parecer mais com outros setores que geram lucros e rendimentos estáveis para os acionistas. Depois de décadas de expansão excessiva, desperdício e foco em participação de mercado em vez de lucratividade, o novo plano de voo consiste em fixar preços de passagens que possam cobrir os custos, sair de mercados não rentáveis e, sobretudo, controlar os custos com mão de ferro.

Curiosamente, o esforço de redução de custos vem se concentrando em um ativo que a maioria das aéreas evita: aeronaves mais antigas. Especialistas no assunto dizem que, com uma manutenção cuidadosa, aviões mais velhos podem voar com segurança. De acordo com dados coletados pela Boeing, apenas 12 dos 36 acidentes de aviões comerciais ocorridos em 2011 e que destruíram aeronaves ou causaram danos substanciais envolveram aviões de 20 anos ou mais.

Além dos MD-90, a Delta está arrendando 88 aviões Boeing 717 com idade média de 11 anos. Mesmo incluindo os custos mais altos de combustível e manutenção, a Delta estima que economizou pelo menos US$ 1 bilhão na compra dos MD-90 comparado com uma aquisição de aeronaves novas, tornando seu custo por assento quase 10% mais baixo do que o de um 737. A empresa não revelou o quanto está economizando com o 717, mas o seu executivo de estratégia de frota garantiu que a empresa "está felicíssima com a compra".

Essas apostas podem sair caras se o preço dos combustíveis disparar, se as aeronaves exigirem mais manutenção do que o esperado, ou se tiverem problemas de segurança. Por enquanto, a empresa está prosperando com seu plano de economia e usando o dinheiro extra para pagar dívidas, remodelar o interior das aeronaves, investir em novos terminais e acrescentar atrativos para os passageiros em voo, como internet sem fio.

A empresa está em seu terceiro ano consecutivo no azul e prestes a reduzir sua dívida líquida (dívida menos caixa) de US$ 17 bilhões em 2009 para US$ 10 bilhões em 2013.

Em junho, a Fitch Ratings elevou a classificação de crédito da Delta em dois níveis, para B+, devido à "rápida reestruturação do seu perfil de dívida e suas operações", disse Sara Rouf, analista da Fitch. Embora a nota ainda não seja de grau de investimento, Rouf destacou que considera a empresa atualmente "o nome mais forte no setor aéreo dos EUA, o qual por si só já melhorou muito".

Para os passageiros, os aviões mais velhos não significaram atrasos: nos três primeiros trimestres deste ano, a Delta teve um índice de pontualidade de 86,3% nos voos domésticos, ficando em quarto lugar entre as 15 maiores aéreas americanas.

Em 2005, quando a empresa pediu concordata, tinha os mesmos problemas que o restante do setor. Havia um excesso de companhias aéreas nos EUA e também um excesso de aviões. As grandes sofriam com o aumento dos custos e a baixa produtividade. O combustível também estava encarecendo.

A empresa aproveitou sua recuperação judicial para eliminar US$ 2 bilhões em despesas anuais e lançar uma grande ampliação de rotas internacionais. Em 2008, um ano depois de sair da proteção judicial, adquiriu a Northwest Airlines Corp., que também estava saindo de uma concordata.

A empresa combinada é chefiada por Richard Anderson, um advogado de 57 anos que trabalhou 14 na Northwest antes de passar pelo setor de seguros de saúde. Sua primeira ação como diretor-presidente da Delta foi negociar a compra da Northwest e ajudar a Delta no processo de integração. Um dos conceitos que Anderson adotou da Northwest é que vale a pena conservar alguns aviões mais antigos.

Não há consenso sobre quando um avião fica muito velho. A FAA, agência reguladora do setor aéreo nos EUA, e especialistas em segurança do setor acreditam que um avião pode voar durante 30 anos ou mais, desde que tenha boa manutenção e que a operadora siga todas as orientações do fabricante e das autoridades, que exigem mais inspeções e reparos à medida que a aeronave envelhece.

A frota da Delta tinha idade média de 16,6 anos no fim de setembro, comparado com 12 anos na United Continental e na US Airways.


Sem dúvida, alguns analistas veem problemas na estratégia de manter aviões mais antigos. A maioria das concorrentes da Delta já trabalha com menos modelos de aeronaves, visado simplificar a frota e reduzir os custos de treinamento, manutenção e peças de reposição. Buscam também a economia de combustível que os novos modelos prometem.

A Delta não está imune à atração dos aviões novos. No ano passado, ela encomendou cem novos Boeing 737-900, que não são os modelos mais recentes da fabricante, mas a sim da sua linha anterior, e por isso custaram mais barato. "Nossa estratégia é o oportunismo", disse Nat Pieper, vice-presidente da frota da Delta.

Fonte: Susan Carey (The Wall Street Journal) - Imagens: Reprodução

United não é responsável por falha de segurança no 11/9, diz juiz dos EUA

Acusações foram feitas por arrendatário de propriedade do WTC.

Juiz, no entanto, determinou que empresa não podia ter previsto eventos.

A United Airlines não é responsável por supostos lapsos de segurança em um aeroporto, os quais permitiram que sequestradores embarcassem num avião da American Airlines que colidiu em uma das torres do World Trade Center em 11 de setembro de 2001, determinou um juiz federal.

O juiz Alvin Hellerstein aceitou nesta quarta-feira (21) um pedido da United e de sua controladora, a United Continental Holdings, pela rejeição de acusações de negligência registradas por Larry Silverstein, o arrendatário de uma propriedade do complexo World Trade Center.

A decisão refere-se à destruição do 7 World Trade Center, que desabou horas após ser perfurado por destroços da colisão do voo 11 da American Airlines, controlada pela AMR, com o 1 World Trade Center, uma das torres gêmeas.


Dois dos sequestradores do voo 11, Mohammed Ata e Abdul Aziz al Omari, iniciaram sua viagem a Nova York no aeroporto Portland International Jetport, no Estado do Maine (foto acima). Lá, eles embarcaram num voo da companhia aérea Colgan Air, controlada pela US Airways, até o aeroporto Logan, em Boston, de onde passaram ao avião norte-americano.

Silverstein argumentou que, como a United está entre as companhias aéreas que operavam o único ponto de segurança do aeroporto de Portland, ela é legalmente responsável pela liberação de todos os passageiros e perdeu uma "clara chance" de evitar o sequestro.

O juiz, no entanto, determinou que a United não tem uma obrigação quanto a Silverstein, já que a empresa, atualmente a maior companhia aérea dos EUA, não podia ter previsto os eventos que levaram à destruição da torre.

Os atentados de 11 de setembro mataram mais de 3 mil pessoas em Nova York, Washington e na Pensilvânia.

Fonte: Reuters via G1 - Foto: AP

Preço das passagens aéreas caiu 43% entre 2002 e 2011

Até 2002, não existiam assentos por menos de R$ 100, enquanto em 2011 cerca de 16% das passagens aéreas foram comprados nessa faixa de preço


O preço médio da tarifa de passagens aéreas nacionais caiu 43% entre 2002 e 2011, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). No mesmo período, a procura por passagens cresceu quase 200%. Segundo Cristian Vieira, gerente de Análise e Estatísticas e Acompanhamento de Mercado da Anac, o aumento na demanda e a queda de preços devem-se, em larga medida, à mudança de atuação do Estado nesse mercado.

Vieira diz que, até 2002, não existiam assentos por menos de R$ 100, enquanto em 2011 cerca de 16% das passagens aéreas foram comprados nessa faixa de preço e, nesse mesmo ano, 65% das passagens foram compradas por menos de R$ 300. Ele acrescenta que, com a desregulação de preços, 63% dos assentos comercializados em 2011 tiveram valor abaixo do mínimo de quando havia regulação máxima e mínima de preços.

Segundo Vieira, hoje as empresas aéreas são livres para estipular o valor das tarifas cobradas, desde que não haja concorrência "predatória". Mas nem sempre foi assim. Antes de 1989, o Estado fixava os preços das passagens aéreas. Foi nesse ano que o Estado começou a estipular limites mínimo e máximo do valor das tarifas domésticas. Em 2001, houve a implantação da liberdade tarifária no transporte aéreo em viagens nacionais.

Em 2004, depois de uma promoção de passagens por R$ 50, as empresas passaram a ter que registrar valores promocionais com no mínimo cinco dias de antecedência. Desde 2010 não existe a obrigatoriedade, as empresas precisam apenas registrar posteriormente os valores executados no mês.

Rafael Scherre, gerente de Regulação Econômica da Anac, diz que os resultados da desregulação de preços foram novas rotas e serviços, a queda dos preços e o aumento do número de passageiros.

Marcelo Guaranys, diretor-presidente da Anac, avalia que hoje a população sofre “algumas dores do crescimento”, mas que o desafio é fazer com que a infraestrutura acompanhe o crescimento da demanda por viagens aéreas.

Rogério Coimbra, secretário de Política Regulatória de Aviação Civil, diz que agora a atenção é para o consumidor. “Antes a preocupação era proteger as empresas” disse. Coimbra explica que hoje a regulação deve se voltar para a infraestrutura aeroportuária.

Juliana Pereira, secretária Nacional do Consumidor, acredita que o crescimento deve ser olhado com cautela e que a atenção das empresas aéreas deve estar voltada para os consumidores que não tinham acesso a viagens de avião e agora têm. “Essas pessoas precisam de informações básicas, como onde é o banheiro do avião. Nivelar os usuários de transporte aéreo pelo premium é bobagem”, diz a secretária. “Falta informação básica e isso não é caro para as empresas”.

Fonte: Agência Brasil via Exame.com - Foto: Sara Haj-Hassan

Projeto de lei prevê que empresa de transporte informe sobre trombose

Aprovado por comissão do Senado, ele pode seguir a sanção presidencial.

Coágulos em veias podem aparecer durante viagens mais longas.

Projeto de lei aprovado pelo Senado nesta quarta-feira (21) pode obrigar empresas de transporte coletivo a orientar passageiros sobre medidas a serem adotadas durante as viagens para evitar a trombose venosa profunda, que é causada pela formação de coágulos nas veias, de acordo com informações da Agência Senado.

A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) aprovou a proposta em decisão terminativa. Se não houver recurso para levar o projeto a votação em plenário, ele poderá seguir para a sanção da presidente Dilma Rousseff. O texto inicial é do agora ex-deputado Ciro Pedrosa (PV-MG).

Coágulos

Quem passa quatro horas ou mais dentro de um ônibus ou de um avião, deve tomar cuidado com a trombose. Ela consiste na formação de coágulos no sangue, e normalmente começa nas pernas. O sangue fica mais grosso e aumenta o risco de entupimento de alguma veia.

Na viagem, o risco aumenta porque a pessoa passa muito tempo sentada. Se as pernas ficam para baixo e paradas por muito tempo, a falta de movimento piora a circulação do sangue.

Algumas dicas básicas podem ajudar a evitar a trombose em viagens. Os cuidados começam antes do embarque, na hora de se vestir. Procure usar uma meia elástica – de preferência uma meia de compressão – e calçados bem confortáveis.

Outra dica é mover bastante as pernas durante a viagem. Se estiver no avião, levante-se e ande um pouco, mesmo que não precise ir ao banheiro. No ônibus, tente descer em todas as paradas, ainda que não queira comprar nada.

Também é importante beber bastante água para manter o corpo bem hidratado, o que evita que o sangue engrosse demais – nada de bebida alcoólica, portanto.

A trombose não acontece só durante a viagem, é um risco ao qual todos estão sujeitos. A melhor maneira de evitá-la é fazendo atividades físicas, pois o exercício ativa a circulação.

Quem já tiver a circulação comprometida – como os diabéticos, por exemplo – precisa redobrar os cuidados. Obesos, grávidas e mulheres que tomam pílula anticoncepcional, principalmente se forem fumantes, também entram no grupo de risco.

O principal sintoma da trombose é um inchaço na perna, em especial se uma fica maior que a outra. Vermelhidão, aumento de temperatura e dores na panturrilha também podem indicar a doença.



Fonte: Bem Estar via G1


Portugal: Trás-os-Montes pode ficar sem avião dentro de uma semana

Carreira aérea transmontana custa 2,5 milhões de euros e tem 10 mil passageiros por ano

A companhia Aerovip prepara-se para parar a carreira área Bragança/Vila Real/Lisboa na terça-feira, dia em que termina o contrato de concessão, disse à Lusa fonte da empresa.

Carlos Amaro, consultor da Aerovip, referiu que a empresa não está a vender bilhetes para depois do dia 27 e que já foram comunicados despedimentos a alguns trabalhadores.

O advogado salientou ainda que, neste período, a operadora não teve qualquer contacto por parte do Governo.

A única informação que chegou à empresa foi, segundo explicou, uma carta remetida pela ANA. 

Neste documento, a ANA refere que "foi comunicado pelo Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC) ao Aeroporto de Lisboa, a decisão do Governo português de fixar obrigações de serviço público para os serviços aéreos regulares nesta rota por mais quatro anos, estando no entanto omisso o operador que, como detentor do contrato, irá operar essa rota".

Por isso mesmo, a ANA questionou a Aerovip sobre se "continuará a operar a rota após o dia 27".

Uma pergunta que Carlos Amaro diz que tem que ser colocada diretamente ao Governo.

A ligação aérea entre Bragança, Vila Real e Lisboa é assegurada através de concursos públicos de concessão realizados de dois em dois anos.

A última concessão expirou em janeiro e o Governo decidiu prorrogar o contrato com a Aerovip, que termina a 27 de novembro. Entretanto, deveria ter sido lançado um novo concurso público, o que não aconteceu.

A companhia aérea já anunciou também que vai avançar com uma ação em tribunal contra o Estado para reclamar o pagamento de cerca de 800 mil euros.

A verba em causa diz respeito, segundo Carlos Amaro, ao período de cerca de quatro meses em que a empresa esteve a operar após o fim da concessão e o visto do Tribunal de Contas (TC) para o contrato de prorrogação do serviço.

Entretanto foi lançada a petição on-line "Não ao fim da ligação Aérea Bragança-Lisboa!", que foi subscrita, até ao final da tarde de hoje, por 1118 pessoas.

No texto da petição pode ler-se que "acabar com a ligação aérea entre Bragança e Lisboa é danosa para o Nordeste Interior e é mais uma machadada para que o Interior se afunde".

Fontes: Agência Lusa / RTP - Imagens via Aerovip

Governo do Amapá recupera avião Bandeirante abandonado em São Paulo desde 2009

Embraer EMB-110P1 Bandeirante, prefixo PP-EIX, do Governo do Amapá

Pousou às 13h desta quarta-feira, 21, no Aeroporto Internacional de Macapá, o avião Bandeirante que pertence ao Governo do Estado do Amapá (GEA) e que estava abandonado desde 2009, na oficina da Embraer, em Gavião Peixoto, São Paulo.

A aeronave foi enviada para manutenção, mas não houve nenhum empenho da gestão anterior para buscar o patrimônio, o que ocorreu somente em 2011, quando o governador Camilo Capiberibe determinou ao chefe de Divisão de Transportes Aéreos da Secretaria de Estado dos Transportes, Victor Jr., que tomasse todas as medidas necessárias para buscar o avião.

“Pagamos uma dívida da aeronave desde 2006 no valor de R$ 809 mil, fizemos uma licitação para a reforma e recuperação e agora o avião volta novamente a ficar à disposição do Estado”, comentou o diretor Victor Jr.

O chefe de Divisão de Transportes Aéreos disse que na oficina da Embraer um cidadão inglês pediu para entrar na aeronave e ficou maravilhado pelas condições do avião. “É o mais conservado do mundo, dito pelo próprio fabricante da aeronave, a Embraer”, comentou Victor Jr., explicando que o avião é um Embraer E110 P1, modelo Bandeirante versão Executiva, para dois tripulantes e dez passageiros, comprado pelo Governo do Amapá em 1989.

Mais do que devolver o patrimônio ao Estado, o retorno da aeronave também significa economia para os cofres públicos. Ano passado, só transportando doentes do interior para a capital, o governo pagou mais de R$ 1 milhão.

Fonte: www.correaneto.com.br - Foto: Antonio Sena via Agência Amapá 

Operadora brasileira de turismo lança pacote de viagens ao espaço

Uma operadora brasileira de turismo começou a oferecer nesta semana viagens ao espaço em parceria com a holandesa Space Expedition Curaçao (SXC), que já vende este pacote em países como Estados Unidos, Alemanha, Canadá e Reino Unido.

'Destinos Especiais e Espaciais' é o nome do pacote que a agência de viagens Sanchat Tour, com sede em São Paulo, começou a oferecer pela internet a um preço de US$ 107 mil por uma viagem de 60 minutos a bordo da nave espacial Lynx.


A primeira decolagem comercial da Liynx, projetada pela empresa americana XCor Aerospace e com capacidade para duas pessoas, o piloto e o turista, está prevista para março de 2014.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Piloto de jatinho que se acidentou em Congonhas deixa hospital

Polícia espera ouvir Michael Gaail e o copiloto em breve


O empresário Michael Rumpf Gaail, de 66 anos, que pilotava o avião que se acidentou em Congonhas, na zona sul de São Paulo, no dia 11 deste mês, recebeu alta do hospital Santa Paula na terça-feira (20), depois de nove dias internado. Ele sofreu traumatismo craniano e chegou a ficar na UTI por dois dias.

Na segunda-feira (19), o copiloto, Rafael Ferreira, de 21 anos, também foi liberado do Hospital Israelita Albert Einstein. O delegado Joel Alonso, da Polícia Federal do aeroporto de Congonhas, espera poder intimar ao menos o Rafael para prestar depoimento ainda esta semana.

O jato executivo Cessna CJ3, de prefixo PR-MRG, passou direto pelo fim da pista auxiliar quando pousava em Congonhas e caiu em um gramado, próximo ao muro do aeroporto. A aeronave vinha de Florianópolis (SC). Além do piloto e do copiloto, a mulher de Michael, Elaine Damasceno Gaail, de 37 anos, também estava a bordo. Ela não se feriu com gravidade e saiu do hospital no dia do acidente.

Elaine esteve na Polícia Federal alguns dias depois para pegar alguns pertences que tinham ficado na aeronave. Ela não chegou a prestar depoimento, e segundo o delegado, ainda estava em choque.

Peritos do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) e investigadores da PF estão trocando informações sobre o que pode ter causado o problema que evitou que o avião parasse. A Aeronáutica tem um prazo de seis meses para concluir a apuração do caso.

Fonte: Fernando Mellis/R7 - Foto: Eduardo Enomoto/R7

Brasileiro pode pegar 20 anos de prisão por tentar viajar na primeira classe

Um brasileiro pode ser condenado a 20 anos de prisão nos Estados Unidos por envolver-se em uma confusão com a tripulação de um voo de São Paulo a Miami para tentar viajar na primeira classe, uma disputa que terminou com o homem algemado durante o trajeto e depois preso.

Segundo consta da documentação registrada nesta terça-feira (20) no tribunal federal de Miami, Rodrigo Pérez Figueiras se declarou inocente das acusações feitas, entre elas intimidação e alteração do plano de voo.


O incidente ocorreu em 5 de novembro durante o voo 998 da American Airlines. O homem, que viajava na classe econômica, se sentou várias vezes em uma poltrona da primeira classe apesar de os funcionários da companhia terem chamado a sua atenção.

O brasileiro chegou a agredir um membro da tripulação e tentou morder outro. O capitão interveio e, com ajuda de outros passageiros, ele foi algemado e imobilizado. Ao aterrissar em Miami, Rodrigo foi detido e permanece preso à espera da sua sentença, que ainda não tem data para ser anunciada.

Fonte: UOL Notícias - Foto: Wikimedia Commons

Mortos em queda de helicóptero no Rio são retirados da mata

Sylvestre Neto, de 34 anos, e Felipe Berredo, de 18, morreram no acidente.

O aluno Felipe Berredo tinha 18 anos - Foto: Reprodução/Facebook

Os corpos de Sylvestre Travassos Neto, de 34 anos, e Felipe Berredo, de 18, foram retirados da mata na tarde desta quarta-feira (21) e já estão no Instituto Médico Legal (IML), no Centro do Rio. Eles morreram no acidente com um helicóptero na Grota Funda, em Guaratiba, na Zona Oeste, na manhã desta quarta-feira (21).

Amigos de profissão do piloto Sylvestre Travassos Neto afirmaram que ele era experiente e tinha mais de mil horas de voo. Segundo o policial da Coordenadoria de Recursos Especiai (Core) e instrutor de voo Leonardo Aranha, o professor Silvestre jamais colocaria a vida dele e de um aluno em risco. Felipe Berredo, de 18 anos, também morreu no acidente com a aeronave da escola de aviação Rio 22.

"Esse garoto trabalhou comigo e era um cara super experiente. Ele nunca colocaria o aluno em uma situação de risco iminente. Antes de qualquer voo, ele firmava com o aluno as condições meteorológicas e as regras. Tenho certeza que ele não colocou o aluno dentro de uma nuvem", afirmou Aranha, que trabalha em uma escola onde o piloto Sylvestre já trabalhou.

Corpos das vítimas do acidente de helicóptero são retirados da mata
Foto: Janaína Carvalho/G1

Conforme mostrou o RJTV, a área onde aconteceu o acidente costuma ser usada para voos de instrução, pois é uma área com número menor de aeronaves. Contudo, o tempo na parte da manhã estava bastante nublado e, portanto, com baixa visibilidade.

De acordo com o instrutor de voo Bruno Dinelli, que deu as aulas teóricas para Felipe, o jovem era muito dedicado e estava terminando o curso para piloto.

"Primeiro são 4 meses de aula teórica para piloto privado, depois são mais 40 horas de aulas práticas. Depois disso, o aluno passa por mais 5 meses de aula teórica para piloto comercial, para então realizar 60 horas de aula prática para essa modalidade. Ele era um garoto super dedicado, que estava sempre interessado nas aulas, nunca faltava e só queria concluir o seu curso para poder exercer a atividade remunerada", declarou Dinelli.

Além de piloto, Sylvestre era professor de jiu-jitsu - Foto: Reprodução/Facebook

Além de instrutor de voo, Sylvestre Neto também era mestre de jiu-jitsu em uma academia em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio. Ele fazia parte de um projeto do Instituto Reação, do judoca Flavio Canto, que oferecia bolsas para alunos da Cidade de Deus, também na Zona Oeste, segundo informou o amigo e professor de jiu-jitsu, Rodrigo Abreu, de 32 anos.

“Vamos reunir todo mundo para saber o que vamos fazer, para saber até mesmo se o jiu-jitsu vai continuar na academia. Ele era um cara excepcional, recebia todo mundo sorrindo, uma pessoa super do bem. Ele dava bolsa para quem não podia pagar. Tirava do próprio bolso para ajudar as pessoas”, declarou Abreu, que contou ainda que o Silvestre pretendia se casar em junho do ano que vem.

O acidente


O caseiro Júlio César Jesus Pinto, de 40 anos, contou que tudo aconteceu muito rápido. "Ele veio da Barra no sentido Santa Cruz e só ouvi o estrondo. Cheguei lá e estava tudo destruído. Um corpo estava pendurado na árvore e outro caído no chão do lado de fora do helicóptero. Na hora do acidente tinha muita neblina, não dava para ver nada. Até carro tinha que ter cuidado para passar aqui na estrada. A visibilidade era péssima", disse o Júlio, que trabalha em um sítio próximo ao local do acidente.

O caminhoneiro Marcelo da Silva Gama, 37 anos, viu o momento em que a aeronave estava sem controle. "Ele vinha embicado para baixo e cheguei a comentar com o meu colega que aquele helicóptero estava caindo. Ele bateu numa jaqueira e caiu de vez. Acho que se não tivesse batido nessa árvore, eles teriam sobrevivido. Aqui, quando tem neblina, não dá para ver nada. Sempre tem acidente de carros e caminhões nessa região", afirmou o caminhoneiro.

Corpos das vítimas do acidente de helicóptero são retirados da mata
Foto: Janaína Carvalho/G1

Por volta das 10h, a aeronave, que pertence à empresa Rio 22, foi encontrada totalmente destruída. No mesmo horário, peritos foram para o local do acidente. Uma equipe do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) chegou por volta das 12h e foi a responsável pela liberação dos corpos. Segundo a Cenipa, o resultado da perícia, que esclarecerá as causas do acidente, deve ficar pronta em 30 dias.

Helicóptero ficou totalmente destruído e e com pedações presos nas árvores
Foto: Janaína Carvalho/G1

Fonte: G1

Leia também: Amigo de piloto morto em queda de helicóptero descarta imprudência.

'Visibilidade era péssima', diz caseiro que viu acidente de helicóptero no Rio

Instrutor e aluno morreram em acidente na Grota Funda, Zona Oeste.

Aeronave foi encontrada totalmente destruída, nesta quarta-feira (21).


Abalado e também assustado, o caseiro Júlio César Jesus Pinto, de 40 anos (foto acima), contou na manhã desta quarta-feira (21) que o acidente com um helicóptero na Grota Funda aconteceu muito rápido  Segundo ele, assim que chegou ao local, a aeronave já estava totalmente destruída. Duas pessoas morreram.

"Ele veio da Barra no sentido Santa Cruz e só ouvi o estrondo. Cheguei lá e estava tudo destruído. Um corpo estava pendurado na árvore e outro caído no chão do lado de fora do helicóptero. Na hora do acidente tinha muita neblina, não dava para ver nada. Até carro tinha que ter cuidado para passar aqui na estrada. A visibilidade era péssima", disse o Júlio, que trabalha em um sítio próximo ao local do acidente. 

Por volta das 10h, a aeronave, que pertence à Escola de Aviação Rio 22, foi encontrada totalmente destruída. No mesmo horário, peritos foram para o local do acidente.

Fonte e foto: Janaína Carvalho/G1

Acidente com helicóptero na Serra da Grota Funda, Rio, tem dois mortos



Duas pessoas morreram em um acidente envolvendo o helicóptero Robinson R22 Beta, prefixo PR-UTJ, na Serra da Grota Funda, em Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, na manhã desta quarta-feira (21). A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do Corpo de Bombeiros.

Até as 9h30, não havia informações sobre a circunstância do acidente nem a identificação das vítimas. Por volta das 10h, a aeronave, que pertence à Escola de Aviação Rio 22, foi encontrada totalmente destruída. No mesmo horário, peritos foram para o local do acidente.

O G1 entrou em contato com a empresa e, segundo as primeiras informações, as vítimas seriam um instrutor e um aluno.

Clique aqui para assistir a reportagem.

Fonte: G1 - Fotos: Reprodução/TV Globo

Embraer tem mais aviões na China do que no Brasil

Apesar de ter enfrentado momentos complicados no país - com desativação de fábrica e bloqueio para exportação - fabricante brasileira deve de 5% a 10% do seu faturamento aos chineses


A Embraer colocou o pé na China há 12 anos. De lá para cá, a companhia passou por altos e baixos: teve importações bloqueadas e chegou a desativar sua fábrica. Mas a empresa conseguiu vender cerca de 160 aviões, dos quais 130 encontram-se em operação. "Temos mais aviões voando na China que no Brasil", resumiu Frederico Fleury Curado, diretor-presidente da companhia, ao falar sobre a evolução dos negócios no país. "Nossas aeronaves fazem aproximadamente 400 rotas entre cidades na China", completou.

Durante a Conferência Brasil-China realizada nesta tarde, em São Paulo, o executivo afirmou que o mercado chinês representa de 5% a 10% dos negócios da empresa. Em 2000, a Embraer inaugurou um escritório de representação em Pequim. Em 2002, foi a vez de a companhia abrir uma fábrica em Harbin, norte do país asiático, em uma joint-venture com a Avic (Aviation Industries of China).

De acordo com Curado, a percepção de que a China é um destino longínquo já ficou para trás. "Quem está do outro lado do mundo somos nós: dois terços da população mundial estão hoje na Ásia", disse.

Clique aqui para continuar lendo a matéria de Marcela Ayres no Portal Exame.com.

Ladrões roubam R$ 3 milhões em iPads minis no Aeroporto Internacional JFK, em Nova York

Durante o final de semana, funcionário do aeroporto foi preso suspeito de fornecer informações para o roubo. 


De acordo com o jornal The New York Post, um assalto coordenado levou dois lotes contendo um total de 3.600 iPads minis (cujo valor total ultrapassa US$ 1,5 milhão, ou R$ 3 milhões) do Aeroporto Internacional JFK, em Nova York.

Durante o final de semana, a polícia prendeu o funcionário do aeroporto Renel Rene Richardson. De acordo com colegas de trabalho, Richardson agiu estranhamente antes do assalto e realizou várias perguntas a respeito de detalhes específicos dos lotes de iPad minis que estavam armazenados no local. 

Ainda assim, a polícia não confirmou se há mais envolvidos no caso. Também não há notícias a respeito do paradeiro de toda a mercadoria roubada.

Aeroporto JFK

Fonte: The New York Post via Cássio W. Barbosa (Tecmundo) - Imagens: Divulgação (Apple) / Getty

Transporte de presos em voo comercial gera insegurança

Parentes pedem informações à companhia aérea que transportou detento de Catanduvas juntamente com demais passageiros.


Parentes e amigos de passageiros que embarcaram na tarde de segunda-feira (19) em um voo da companhia aérea Azul em Cascavel se surpreenderam com a informação de que dois presos da Penitenciária de Catanduvas estavam seguindo viagem na mesma aeronave.

No voo que seguiu para Campinas, no interior de São Paulo, também embarcaram agentes do Depen  (Departamento Penitenciário Nacional) que fizeram a escolta dos presos.

Os familiares de passageiros que aguardaram a saída do voo no terminal se mostraram revoltados com a situação, principalmente com a falta de informação por parte da companhia área.

"Meu filho está nesse voo. Os presos entraram pela porta traseira do avião. Pessoas de bem não deveriam viajar com bandidos. Temo pela segurança do meu filho. Não sabemos o que pode acontecer quando esse voo chegar ao destino", disse Inês Cecatto, mãe de um dos passageiros.

"Não sabemos o que pode acontecer. Com certeza vai ter gente armada dentro do voo", comentou Olívio da Silva Silveira parente de passageiro.

A CGN entrou em contato coma assessoria de imprensa da Azul, que comunicou que iria apurar a situação para prestar mais informações. No local, a reportagem foi informada de que, por uma medida de segurança do próprio Depen, o embarque dos presos não é informado aos demais passageiros.

Outra informação repassada à reportagem é que a compra das passagens dos presos é feita informando apenas o nome e o número da identidade, também como forma de sigilo do Depen.

O único que teria autonomia para impedir o voo é o comandante da aeronave.

A reportagem tentou entrar em contato com o Depen em Brasília e com a direção da Penitenciária em Catanduvas, mas ninguém atendeu às ligações nos números de telefone disponíveis.

Azul

Em nota enviada no fim da tarde, a Azul explicou a situação: “A Azul Linhas Aéreas informa que o transporte de passageiros sob custódia é comum e é regulamentada na aviação brasileira. Todas as empresas aéreas estão sujeitas à esta determinação. A companhia sempre que solicitada pelas autoridades aeronáuticas e policiais cumpre a estas resoluções dentro dos parâmetros de segurança”.

Fonte: Alexandre Moura (CGN)

Quase 100 casos de raios laser apontados para aviões em Vitória


Fonte: Folha Vitória via Fórum Contato Radar

Air France cria app que descobre músicas no céu

Ferramenta “Music in The Sky” está disponível para iPhone e pode ser baixada gratuitamente na App Store. Para encontrar músicas basta apontar aparelho para o alto

Ferramenta permite que o usuário descubra novos sons dependendo de onde o usuário está localizado

A Air France criou o aplicativo “Music in The Sky”, que permite encontrar músicas ao apontar o iPhone para o céu e adicioná-las a uma playlist.

A ferramenta pode ser baixada gratuitamente por meio da App Store e permite que o usuário descubra novos sons dependendo de onde estão localizados. De Paris a Tóquio, cada “céu” possui as suas próprias faixas.

A ideia da companhia aérea é oferecer ao público músicas que até então estavam disponíveis apenas a bordo das aeronaves da empresa. Para comemorar o lançamento, faixas inéditas de Francois & The Atlas Mountains, Eugene McGuinness, Villagers, Melody's Echo Chamber e Tomorrow’s World serão reveladas.  

Além disso, a Air France Music permitirá que os usuários ganhem convites para shows e até bilhetes aéreos ao descobrirem jogos “escondidos” nas nuvens.


Fonte: Leticia Muniz (Mundo do Marketing) via Exame.com - Imagem: Reprodução

Novo avião da Embraer é testado em túnel de vento holandês

Ensaio mostra simulação de pouso, de decolagem do KC-390, maior aeronave já construída pela indústria aeronáutica brasileira

O cargueiro KC-390 da Embraer, que promete brigar por um mercado dominado pelo americano Lockheed Hercules C-130, fará o primeiro voo teste em 2014. Mas, antes disso, são necessárias horas e horas de testes, que incluem visitas periódicas a túneis de vento na Inglaterra, França, EUA e Holanda, onde ocorreram os ensaios mais recentes.

A NLR (sigla em inglês para Laboratório Aeroespacial Nacional Holandês) e a DNW (abreviatura para Túneis de Vento Germânico-Holandeses) são as empresas responsáveis pela operação em Marknesse, cidade a 100 km de Amsterdã. O complexo demanda cerca de 3 MegaWatts, quantidade de energia suficiente para abastecer uma cidade de 15 mil habitantes.

O relacionamento com a fabricante brasileira vem desde os anos 1990, segundo explica Henri Vos, gerente de desenvolvimento de negócios da DNW. "Desde que a Fokker pediu concordata em 1996 a DNW tem buscado mais clientes ao redor do mundo", diz. Além do KC-390, já passaram pelas instalações holandesas embriões dos jatos comerciais brasileiros ERJ-170 e ERJ-190.

Modelos em escala 1:6 com indícios do futuro desenho do KC-390 são produzidos e analisados em túneis subsônicos, considerados de baixa velocidade (leia-se menor que Mach 1, ou 1225 km/h). Segundo o executivo, os testem incluem, por exemplo, simulação dos procedimentos de pouso e de decolagem em que a varredura de laser aponta áreas na fuselagem que podem sofrer avarias com turbulência.

Veja como é o teste em túnel de vento

   
 (Para legendas em Português, selecionar "legenda" e "Português (Brasil)"

Sem precisar números, Vos diz que fabricantes chegam a desembolsar 70 mil euros por dia para utilizar as instalações de vento que tem por objetivo mitigar erros de projeto antes da produção dos protótipos. "O computador diz que tal configuração é a ideal e então você realiza o teste com o modelo em escala e percebe que as projeções não estavam certas", explica.

Além da fabricante brasileira, nomes como a francesa Airbus e a norte-americana Boeing também estão entre clientes do centro aeroespacial holandês.

Num dos galpões da NLR, uma asa pertencente a um caça F-16 passa por análise. "Sacrifica-se um para saber se o lote pode continuar voando após um limite de horas de voo", afirma o engenheiro Marcelo Muller.

No caso da Airbus, uma dieta à base de fibras e alumínio foi capaz de emagrecer um de seus jatos em 1 tonelada. "Isso permite a cada avião levar um cinco mil passageiros a mais por ano", segundo Michel van Ierland, responsável pelo marketing da NLR. "Não sabemos como vamos voar no futuro, mas temos muitas ideias", conclui.

Representantes da NLR e da DNW integram a missão comercial holandesa de 175 empresas, institutos de pesquisa e universidades que acompanha a visita oficial do Príncipe de Orange e da Princesa Máxima ao Brasil nesta semana.

Leia também: Empresas São José dos Campos assinam cooperação aeroespacial com holandeses.

Fonte: Vinícius Oliveira (iG)