quarta-feira, 21 de julho de 2010

CAvEx participa da Operação Atlântico II no Rio de Janeiro

O CAvEx - Comando de Aviação do Exército de Taubaté, no período de 19 a 30 de julho, participa da Operação Atlântico II no Rio de Janeiro.

Essa Operação é combinada a cargo do Ministério da Defesa, com a qual a Aviação do Exército se faz presente com o emprego de 13 militares e 3 helicópteros, um HA-1 Esquilo, um HM1- Pantera e um HM-3 Cougar.

Informações complementares poderão ser obtidas no site: www.mar.mil.br/atlantico2.

Fonte: Diário de Taubaté

terça-feira, 20 de julho de 2010

Encomendas de aviões comerciais surpreendem e supera defesa

As encomendas de aviões comerciais de grande porte roubaram o espetáculo no salão de aeronáutica de Farnborough, nesta terça-feira, e empresas latino-americanas compartilharam os holofotes em companhia do setor de leasing que volta a crescer.

E em um dia que era aguardado com expectativa positiva para as encomendas militares, as notícias foram em geral ruins para o setor de defesa, porque a Itália cancelou um pedido de 25 Eurofighters e um ministro britânico declarou que o setor precisa cortar custos ou sofrer um cancelamento de programas.

A companhia de aviação chilena LAN Airlines encomendou 50 Airbus 320, no valor de mais de 4 bilhões de dólares; a Flybe assinou contrato de mais de 5 bilhões de dólares para aviões produzidos pela Embraer; e novas encomendas para a Boeing são aguardadas no final do dia pelo pioneiro do leasing de aviões Steve Udvar-Hazy.

Todas essas transações parecem ter devolvido o destaque às vendas de aviões comerciais, especialmente a novos mercados que serão vistos como os mais prováveis propulsores de crescimento do setor nos próximos anos.

"A demanda vinda de companhias de aviação, em oposição a companhias de leasing, está localizada principalmente na Ásia, América do Sul, Oriente Médio e até Rússia, todos vistos como mercados em crescimento", disse Howard Wheeldon, estrategista sênior na BGC Partners.

"Minha dúvida é: onde estão os pedidos europeus e norte-americanos? Será que ressurgirão dentro de dois anos? Isso é improvável. O setor de aviação civil está melhor do que esteve, mas ainda não recuperou sua melhor forma sobre isso", disse ele.

Os orçamentos militares e comerciais contrastam fortemente. O setor privado vem gastando com mais liberdade do que nos dois anos passados. Enquanto isso, Liam Fox, o secretário britânico de Defesa, participou do evento para declarar que os programas militares do país são caros demais.

"Os atuais programas de defesa têm custo inacessível, e a realidade que não se pode contornar é que uma mudança virá", disse ele a jornalistas, acrescentando posteriormente que "o setor precisa nos ajudar, por meio de corte de custos e ganhos de eficiência".

Fonte: Tim Hepher e Rhys Jones (Reuters) via O Globo

MAIS

Mary Kirby e Jon Osbourne falam sobre o terceiro dia do Farnborough International Airshow (por Flightglobal):

Guerra Airbus-Boeing: União Europeia apela da decisão na OMC

A União Europeia, condenada recentemente devido a anos de subsídios ilegais à fabricante de aeronaves Airbus, mostrou suas cartas nesta quarta-feira e decidiu apelar da decisão da Organização Mundial do Comércio (OMC) que deu razão, em grande parte, à demanda americana de 2004.

Esse episódio constitui um novo giro na guerra que mantêm há décadas o duo Airbus-Boeing pelo primeiro lugar na fabricação mundial de aviões.

Depois de uma trégua durante os anos 1990, as duas fabricantes enfrentam-se novamente desde 2004 na OMC, apresentando demandas simultâneas nas quais denunciam subsídios públicos.

Depois de cinco anos, o Órgão de Solução de Divergências da OMC, que teve de tratar o caso mais complexo de sua história, deu sua primeira decisão oficial em 30 de junho sobre a demanda americana contra Bruxelas.

Em sua decisão de mais de 1.000 páginas, o órgão estabeleceu que os "créditos reembolsáveis" alemães, espanhóis e britânicos para o A380 constituem "subsídios à exportação proibidos" na OMC.

Concluiu ainda que 21 créditos concedidos à Airbus para o desenvolvimento da linha A300 nos últimos 40 anos representam subsídios pelas condições de pagamento a taxas inferiores as do mercado.

A reguladora do comércio mundial estimou que essas ajudas permitiram à Airbus conquistar mercados da Boeing, segundo a qual os subsídios europeus permitiram à sua concorrente deter 57% do mercado em 2006, contra 37% em 2001, tornando a fabricante europeia a número um da aviação civil em 2003.

Bruxelas reconheceu em parte as conclusões do órgão da OMC, mas decidiu apelar nesta quarta-feira, explicando em um comunicado que vários pontos da decisão devem ser "corrigidos ou esclarecidos".

Os europeus contestam "a relação de causa e efeito entre o apoio financeiro da Airbus e as consequências negativas para a Boeing".

Bruxelas estima ainda que as infraestruturas concedidas ao gigante aeronáutico europeu em Hamburgo, Bremen e Toulouse não constituem subsídios ilegais, como afirma a OMC.

Fonte: AFP

Atrasos e cancelamentos de voos serão julgados em aeroportos

Atrasos e cancelamentos de voos serão julgados em juizados especiais instalados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em aeroportos a partir desta sexta-feira (23).

Segundo o corregedor Nacional de Justiça, ministro Gilson Dipp, se todos os órgãos institucionais, como a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) e a Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária), estivessem funcionando corretamente, a criação de um juizado especial não seria necessária. “O que se demonstrou em 2007 [durante a crise aérea] e agora, é que esses órgãos por si só não estão atendendo todas as demandas que lhe são apresentadas”.

Cada unidade judicial contará com equipe de funcionários e conciliadores que, sob a coordenação de um juiz, tentará solucionar os conflitos por meio de acordo entre passageiros, companhias aéreas e órgãos governamentais. “Pretendemos instalar juizados especiais simples, nem sempre com a presença de um juiz. A nossa intenção é que funcione 24 horas, ou seja, que possa atender à demanda daqueles passageiros que chegam durante a madrugada”, afirmou Dipp.

A medida é decorrente do aumento de reclamações em relação ao serviço de transporte aéreo. Nos juizados especiais, os passageiros poderão solucionar eventuais problemas, como atrasos e cancelamentos de voos, overbooking, extravio, violação e furto de bagagens ou falta de informações.

De acordo com o corregedor a nova resolução da Anac, que aumenta os direitos dos usuários de transporte aéreo, não está sendo aplicada. “O Brasil tem excesso de regulação e pouca efetividade na aplicação dessas resoluções. Tudo aquilo que está na resolução da Anac parece que ainda não foi absorvido nem pelas companhias aéreas e também não é de conhecimento do usuário”.

As unidades judiciais serão instaladas temporariamente nos aeroportos do Galeão e Santos Dumont, no Rio de Janeiro, Congonhas e Guarulhos, em São Paulo e Juscelino Kubitschek, em Brasília. Caso o impasse não seja resolvido por meio de acordo, o cidadão pode apresentar pedido simplificado, oral ou escrito, e dar início a um processo judicial que tramitará no Juizado Especial mais próximo de sua casa.

Os primeiros juizados especiais foram instalados provisoriamente em 2007, durante a chamada crise aérea, na qual a greve dos controladores de voos prejudicou milhares de passageiros. De acordo com o corregedor, a experiência foi bem-sucedida. “Tivemos várias manifestações de órgãos como a Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo e do Rio de janeiro que queriam tornar essa experiência algo definitivo”.

O CNJ também prevê a instalação de juizados especiais similares nas 12 capitais que vão sediar a Copa do Mundo de 2014. “Não imaginávamos que teríamos de antecipar a instalação para um outro fim nos cinco principais aeroportos do país. A nossa intenção não é tornar isso permanente, mas o sucesso da medida pode provocar um prolongamento”, disse Dipp.

Fonte: DCI

Piloto desmaia e copiloto conduz o avião de volta a Montreal, no Canadá

Nesta terça-feira (20) o piloto da aeronave de Havilland Canada DHC-8-301 Dash 8, prefixo C-GNON, da Air Canada Jazz (foto acima), sentiu-se mal e desmaiou na cabine.

O avião realizava o voo QK-8788 de Montreal, em Quebec, para Saint John, em Nova Brunswick, ambas localidades do Canadá, com 32 pessoas a bordo.

Quando estava cerca de 80 milhas a leste de Montreal, o primeiro oficial alertou via rádio que o capitão havia desmaiado. O copiloto, então, conduziu a aeronave de volta a Montreal, onde pousou em segurança 25 minutos mais tarde.

O capitão se recuperou, tanto que foi capaz caminhar para fora do avião. Posteriormente, ele foi encaminhado para um hospital.

O avião partiu novamente com dois novos tripulantes e chegou a Saint John com um atraso de 2,5 horas.

Fonte: Aviation Herald - Foto (01.08.09): Frank Robitaille (Airliners.net)

Três feridos em acidente com avião de pequeno porte no Tocantins

Segundo bombeiros, equipe fotografava pontos turísticos de parque.

Peritos vão examinar a aeronave para determinar causas do acidente.

Um avião de pequeno porte caiu, por volta das 16:00 horas, com três ocupantes no Parque Estadual do Lajeado (foto), no Tocantins, na tarde desta terça-feira (20). As vítimas foram encaminhadas pelo Corpo de Bombeiros ao Hospital Geral de Palmas.

Segundo a Polícia Militar do Tocantins, uma falha mecânica obrigou o piloto a fazer um pouso forçado no Parque Estadual do Lajeado, localizado a 24 quilômetros de Palmas.

"Recebemos a informação por volta das 15h44 e nos deslocamos ao local em três viaturas sendo duas resgates e uma de comando de àrea", explicou o tenente do Corpo de Bombeiros, Cleber José Borges, um dos primeiros a chegar no local.

O avião monomotor estava a serviço da produtora de filmes O2, do cineasta Fernando Meirelles.

A assessoria de imprensa da O2, em nota, disse que o avião faria um voo de reconhecimento para as filmagens aéreas do longa-metragem "Xingu". Além do piloto havia dois publicitários no avião, um de São Paulo e o outro do Tocantins.

Em entrevista ao Site Roberta Tum o proprietário da aeronave modelo Cessna 172, Jakson Alberto Reis, informou que esteve no local e o que o piloto realizou um pouso forçado e a aeronave não teria caído.

"Estive no local de helicóptero, e constatei que houve um pouso forçado em uma área de campo. Graças a deus não houve nada mais grave", explicou.

De acordo com Reis a aeronave que possui capacidade para quatro pessoas, foi emprestada a uma produtora que captava imagens para um filme que será rodado no Estado. Com o pouso teriam sido danificados o freio de pouso, a asa e o berço do motor.

Na queda, o motor do avião se partiu, mas não chegou a explodir. O piloto Robson Rossi Marinho, de 33 anos, está em observação, o fotógrafo Guilherme Gama de Souza Ramalho, 41, teve fratura no tornozelo e o auxiliar de fotografia Caio Almeida Bretas, 29, pode ter quebrado o ombro esquerdo.

De acordo com o tenente, Caio Almeida foi o primeiro a sair da aeronave e teria pedido socorro a funcionários do próprio parque que acionou os Corpo de Bombeiros.

"Avistamos no meio do cerrado o avião e no local encontramos uma pessoa fora do avião, o fotógrafo Guilherme, que está com suspeita de fratura no tornozelo esquerdo e Caio Almeida que pode ter fraturado o ombro esquerdo. O piloto que ainda estava dentro do avião sofreu várias escoriações e ainda está sob observação no HGP", afirmou.

Ainda não há informação oficial sobre o que causou a queda do avião e o acidente será investigado.

O longa "Xingu" será dirigido por Cao Hamburger e vai contar a história dos irmãos Villas-Boas, que dedicaram seu trabalho à defesa dos índios, e criaram o Parque Nacional do Xingu, em 1961.

Fontes: Sâmia Cayres (A Notícia) / Agência Estado / robertatum.com.br via Blog Notícias sobre Aviação - Foto: Reprodução

Cientistas criam avião que pousa como um pássaro

Tecnologia permite que aeronave consiga recarregar baterias em cabos elétricos

Pesquisadores do MIT (Michigan Institute of Massachusetts) mostraram um novo sistema de controle que permite a um planador de espuma com um único motor em sua cauda pousar em cima de um poleiro, como se fosse um periquito de estimação.

O sistema pode ser usado em pequenos aviões operados por controle remoto, melhorando sua capacidade de manobrar e permitindo que eles recarreguem suas baterias ao pousar nos cabos da rede elétrica.

Imagem capturada, em teste no túnel de vento, mostra o alto ângulo de ataque na fase da manobra para "empoleirar-se"

Os pássaros conseguem pousar com precisão porque tiram proveito de um fenômeno físico complexo chamado "estol" ('stall', em inglês). Quando a ave se aproxima do poleiro, inclina suas asas para trás em um ângulo mais agudo.

O fluxo de ar sobre as asas fica turbulento e grandes vórtices se formam atrás das asas. Os efeitos dos vórtices são difíceis de prever: se um avião inclina as asas para trás demais ele pode cair.

Para projetar o sistema de controle, Russ Tedrake e seu aluno, Rick Cory, desenvolveram seu primeiro modelo matemático de um planador que pousa em em situação de estol.

Por uma série de condições de lançamento, eles usaram o modelo para calcular sequências que fizessem o planador aterrissar como um pássaro.

Os pesquisadores criaram vários controles de correção de erro capazes de colocar o planador de volta a sua trajetória quando os sensores de localização determinavam que ele tinha se desviado dela.

Por meio de técnicas inovadoras desenvolvidas no Laboratório de Sistemas de Informação e Decisões do MIT, eles conseguiram calcular com precisão o grau de desvio que os controles deviam compensar.

Os pesquisadores dizem que processadores poderosos para lidar com os algoritmos dos controles ainda devem levar alguns anos para surgir no mercado.

Até lá eles devem tocar um avião para a Força Aérea que aterrisse em cabos de energia elétrica e uma espécie de Sininho (aquela fada do Peter Pan) que pouse em lanternas para a Disney.

Fontes: R7 / MIT News via Blog Notícias sobre Aviação

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Este vídeo captura um belo Bufo-Real (Bubo Bubo - Eurasian Eagle Owl) pousando em uma posição elevada. Observe o encrespar das penas quando se aproxima do poleiro, indicando que o fluxo de ar não é nada bom, nem estável, algo similar à experiência com o pequeno planador:

Arma usa raio laser para derrubar avião na Inglaterra

Sistema foi criado pela americana Raytheon.

Equipamento será usado no futuro para defesa contra armas nucleares.

A companhia americana Raytheon demonstrou nesta terça-feira (20) uma tecnologia que utiliza raio laser para atacar aeronaves. Durante a apresentação, na feira aérea de Farnborough, na Inglaterra, o Laser Close-In Weapon System (CIWS) derrubou um pequeno avião não-tripulado.

Inventado há 50 anos, o laser vinha sendo utilizado como armamento apenas em filmes de ficção científica. A arma real, no entanto, apresenta uma diferença fundamental para os sistemas representados no cinema: como todo laser, o raio é invisível a olho nu.

Laser da Raytheon derruba avião não-tripulado na Inglaterra

De acordo com a empresa, a nova arma pode ser utilizada sozinha ou acoplada a um sistema de munição anti-aérea tradicional. A fibra produz um raio de 50 kilowatt, capaz de danificar com sucesso aviões não-tripulados (utilizados para mapear áreas e descobrir localização de soldados e bases inimigas), morteiros, mísseis e pequenas aeronaves.

O CIWS da Raytheon utiliza materiais cerâmicos e vidros para gerar o raio invisível. Em entrevista à BBC, o vice-presidente da divisão de sistemas de mísseis da Raytheon, Mike Booen, disse que o equipamento funcionará como última linha de defesa anti-aérea. No futuro, acredita, a arma será capaz de neutralizar até mísseis balísticos intercontinentais (ICBMs), utilizados para carregar ogivas nucleares.

Fonte: G1 - Foto: Divulgação/Raytheon

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Veja o vídeo:

Anúncio de vendas da Embraer não reduz apreensão dos funcionários

Em fevereiro de 2009, a empresa cortou 20% dos funcionários devido à crise e ainda não reviu os planos de contratação

Apesar do anúncio hoje da venda de pelo menos 35 aeronaves para a companhia britânica Flybe, em um contrato de US$ 5 bilhões que pode chegar a envolver até 140 novos aviões, funcionários da Embraer continuam apreensivos em relação a seus postos de trabalho.

A companhia, que em fevereiro do ano passado chegou a demitir 20% dos funcionários devido à crise, ainda não reviu os planos de contratação. Para o vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, Hebert Claros, as recentes confirmações de novos negócios pela empresa não chegam a trazer otimismo para os trabalhadores.

"Todo anúncio de venda é importante, porque significa trabalho e nós vivemos de construir aviões. O problema que nos deixa indignados é a política enraizada na empresa, com demissões e falta de aumento para os funcionários", critica o sindicalista, que também trabalha na Embraer.

De acordo com dados do sindicato, mais de 5,5 mil trabalhadores foram demitidos pela companhia no ano passado e uma média de 30 demissões têm sido homologadas por mês em 2010. Segundo Claros, a carga de trabalho aumentou para que menos funcionários mantivessem a produção das aeronaves. "Antes, eram necessários 70 operários para a montagem das asas no corpo do avião, mas agora o mesmo trabalho está sendo feito por 35 pessoas", conta.

A companhia também não concedeu aumento salarial em 2009 e, desde setembro, o sindicato aguarda decisão da Justiça sobre o reajuste. "Em nenhum momento a empresa registrou prejuízo na crise. Houve apenas redução nos lucros. Tanto que os acionistas foram remunerados normalmente durante todo este tempo", afirma.

Já a Embraer alega que o fechamento de negócios na indústria aeronáutica significa investimentos e produção de longo prazo. De acordo com a empresa, foram fabricadas 244 aeronaves em 2009 e a previsão para 2010 é de 227 aviões. Novas contratações, no entanto, dependem dos planejamentos de produção dos próximos anos, que ainda não estão definidos.

Fonte: Eduardo Rodrigues (Agência Estado)

Embraer: países em guerras mostram curiosidade por Super Tucano

Os países que atualmente estão em guerras consideradas assimétricas têm mostrado curiosidade pelo EMB-314 Super Tucano da Embraer. A informação é do vice-presidente Executivo para o Mercado de Defesa da empresa, Orlando José Ferreira Neto, em entrevista exclusiva à Agência Estado. Guerra assimétrica é um termo técnico para designar conflitos onde um lado tem poder muito maior do que o outro.

Segundo ele, existe a constatação que os atuais equipamentos não são eficientes para combater em situações de guerrilha. É o caso da guerra no Afeganistão, onde os Estados Unidos e o Reino Unido enfrentam dificuldades e resistências.

"Os equipamentos tradicionais não dão conta, um avião supersônico tem limitações para combater nessas situações de resistências", afirmou. "Há um movimento de constatação de que eles não possuem uma resposta efetiva."

Por esse motivo, países como os EUA e o Reino Unido estão querendo conhecer melhor o Super Tucano, da Embraer. No entanto, é algo que leva tempo para sedimentar e caminhar, eventualmente, para alguma negociação.

O executivo avalia que o Super Tucano é uma ferramenta adequada para situações de guerrilha, tanto que foi usado pela Colômbia em relação às Farc. O equipamento brasileiro tem capacidade para ficar patrulhando uma região por seis a oito horas e fazer um movimento quando percebe o alvo, algo que um supersônico não consegue.

Defesa

A área de defesa, que foi o embrião da fabricante nacional, chegou a responder por 3% do faturamento da Embraer há cerca de cinco anos. No entanto, vem crescendo e deve fechar 2010 em 13% do faturamento, número que tende a se manter entre 15% e 17% nos próximos anos.

O principal vetor do crescimento será a aeronave KC-390, que está sendo desenvolvida para a Força Aérea Brasileira (FAB), num contrato de US$ 1,3 bilhão para a entrega de um protótipo. "Temos ambição de fazer parcerias internacionais para esse projeto", afirmou Ferreira Neto.

Existe grande interesse de empresas estrangeiras de atuar no setor de defesa brasileiro. "Há um forte movimento europeu em direção ao Brasil", disse o executivo. Diversas companhias britânicas, por exemplo, estão procurando oportunidades de negócios, como a BAE Systems e a subsidiária inglesa da General Dynamics. A mesma expectativa é criada por fabricantes da França, Itália e Estados Unidos, conforme a Embraer. O principal atrativo é a Estratégia Nacional de Defesa, lançada pelo governo no final de 2008.

O objetivo é que o Brasil não seja somente um comprador de equipamentos, mas sim que desenvolva produção com base em parcerias, transferência de tecnologia e potencial de exportação A questão é saber a real disposição das empresas estrangeiras em dividirem a tecnologia. "Tecnologia não é algo que se transfere, é algo que se arranca", disse o executivo da Embraer

Para ele, ainda levará cerca de dois anos para que as conversas se concretizem em acordos e anúncios de negócios na área de defesa brasileira.

Fonte: Agência Brasil via Tribuna do Brasil - Foto: Divulgação/Embraer

Projeto de avião da Airbus tem piso e paredes invísiveis

Modelo apresentado durante exposição internacional de aviões, no Reino Unido, teria complexo sistema interior que permitiria ao usuário mudar de "cenário" durante o voo

Imagine você a bordo de um avião vendo tudo o que está "lá embaixo" por meio do piso transparente da aeronave? Ou transformando o seu espaço em uma área de trabalho, um quarto, um jardim zen? Essas são algumas das possibilidades do "plano fantasia" apresentado pela Airbus nesta segunda-feira, 19, na exposição internacional de aviões Farnborough Airshow, no Reino Unido.

O modelo com asas curvadas e cauda em forma de U seria mais leve, silencioso e econômico que os que temos hoje no mercado e teria um complexo sistema interior, com projeções holográficas de decoração virtual que possibilitariam a mudança dos cenários.

De acordo com o vice-presidente executivo de engenharia da Airbus, como se trata de uma aeronave idealizada, ela poderá não chegar ao mercado com todas as inovações apresentadas, no entanto, a expectativa é de que nos próximos anos possamos conferir algumas dessas novidades circulando pelos céus.

Fonte: Olhar Digital - Imagem: Divulgação

Boeing chama a velha guarda para recolocar 787 nos trilhos

Em sua tentativa de colocar o problemático programa do 787 Dreamliner de volta nos eixos e planejar sua rota para os próximos dez anos, a Boeing Co. recorreu a uma fonte inusitada: ícones aposentados da engenharia que fazem parte do seu passado.

A missão deles é discutir ideias com os atuais engenheiros e gerentes de projeto. Mas os conselhos deles muitas vezes chegam em termos francos que refletem a disposição de dar nomes às coisas como eles a veem.

Por causa disso, ex-gerentes da Boeing às vezes são ridicularizados, chamados de "burocratas", e engenheiros que participaram de projetos fracassados têm sido jocosamente acusados de "fumar maconha". Uma linguagem não muito comum no conservador império da Boeing.

Em antecipação ao Salão Aeroespacial Internacional de Farnborough, a maior feira da aviação, que começou ontem nos arredores de Londres, uma das tarefas do grupo de veteranos foi determinar como a empresa deve proceder com algumas de suas linhas de jatos mais vendidas.

Um conceito em que os membros já jogaram água fria foi o uso de turbinas com rotores abertos. Em teoria, esses motores poderiam tornar mais eficiente o uso de combustível e reduzir as emissões de poluentes, mas eles são muito barulhentos e sua segurança ainda não foi comprovada.

"Você já viu o projeto de um rotor aberto que pareça um avião de verdade?", pergunta Lars Andersen, um ex-gerente de programa do Boeing 777, que se aposentou em 2007. "O rotor aberto tem sérios problemas de engenharia e projeto", disse ele, em um encontro informal no mês passado. Além de seu papel de conselheiro, a Boeing o trouxe de volta em tempo integral para liderar um grupo que vai estudar o futuro do 777.

Alguns dos aposentados criticaram a tentativa da Boeing de buscar novas práticas de produção e montagem de partes que causaram dores de cabeça para a equipe do Dreamliner, um avião com menor consumo de combustíveis, no qual a empresa apostou uma parte do seu futuro. "A tecnologia não vende aviões", diz John Roundhill, engenheiro e ex-vice presidente de estratégia de produto e desenvolvimento, que se aposentou em 2002. "O cara que apresenta o melhor avião para o mercado ganha fatia de mercado."

Jim Albaugh, presidente da área de aviões comerciais da Boeing, recorreu a oito executivos aposentados da empresa para formar um Grupo Consultivo Sênior. "Eu estava apreensivo com fato de que nós tínhamos aposentados que estavam preocupados com a empresa e eu queria tê-los dentro da casa", disse Albaugh ao Wall Street Journal. "Eles têm algumas opinões muito fortes", disse ele.

Joe Sutter, 89 anos, é o líder extraoficial do grupo de antigos engenheiros que dão consultoria à Boeing

Em uma mesa redonda de café da manhã perto de Seattle, o líder extraoficial do grupo, Joe Sutter, de 89 anos, não poupou críticas aos esforços iniciais da fabricante de terceirizar a produção de partes fundamentais do Dreamliner, uma tentativa que fez com que o avião ficasse dois anos atrasado em relação ao cronograma. Na semana passada, diretores da Boeing advertiram que a entrega do primeiro Dreamliner pode ser adiada para as primeiras semanas de 2011, mas disseram que continuam planejando para que isso ocorra no fim deste ano. Sutter qualifica o plano como uma ideia concebida "quando os burocratas estavam gerindo o negócio".

Com relação à solução de contar com parceiros para suprir componentes essenciais, disse Sutter, "é bom que haja um grande número de caras da Boeing lá para vigiar".

De fato, esse é um recurso que a Boeing está levando a sério. No fim do ano passado, a companhia colocou funcionários dela em vários fornecedores e começou a trazer de volta parte do trabalho terceirizado para recolocar o avião nos trilhos.

Uma lenda no mundo aeroespacial, Sutter é o mais renomado veterano vivo da Boeing. Ele entrou para a empresa logo depois da Segunda Guerra Mundial e teve um papel de liderança em todas as linhas de jatos da Boeing até o fim da década de 1980. Ele é especialmente conhecido por ter comandado a equipe que desenvolveu o jumbo 747, o produto símbolo da empresa na era do jato. Ele se aposentou na Boeing há 23 anos, mas ainda mantém um escritório na unidade de Renton, no Estado de Washington, noroeste dos EUA, e trabalha pelo menos alguns dias por semana.

Muito espirituoso e robusto, Sutter mantém uma atitude independente e opiniões fortes sobre o passado, o presente e o futuro da empresa. Quando perguntado se o Sonic Cruiser — uma proposta de vida curta feita em 2001 de um grande jato que viajaria quase na velocidade da som — foi um esforço real ou simplesmente uma cortina de fumaça para confundir a rival Airbus, Sutter respondeu sem hesitação. "Foi um esforço real", disse, "de gente que estava fumando maconha."

Os companheiros de Sutter no grupo consultivo também não são pessoas sem história. Eles são engenheiros reconhecidos que participaram de todos os jatos comerciais construídos pela Boeing desde 1945. E não têm medo de dar suas opiniões ou de entrar em minúcias do negócio de aviões. Os gerentes de projeto do programa Dreamliner convidaram os membros do grupo consultivo para participar da parte mais importante do programa em dezembro do ano passado, quando eles preparavam o jato para o seu tão adiado primeiro voo.

O grupo, formado por aposentados que moram na região de Seattle, se reporta a Albaugh e deve se encontrar quatro vezes por ano, mas já se reuniu quase duas vezes mais desde que foi formado. Alguns são pagos e outros não.

Fonte: Peter Sanders (The Wall Street Journal) via Zwela Angola - Foto: Amanda Koster/WSJ

Alitalia apresenta Airbus 330 e classes Magnifica e Classica Plus

A Alitalia apresentou na semana passada em Milão o Airbus A330 "Raffaello Sanzio" (foto acima), o novo avião de longo alcance da companhia, que será utilizado durante o verão europeu para os voos que partem de Milão-Malpensa.

Com o novo A330, a Alitalia também apresentou a business class "Magnifica" (foto acima), com 28 assentos e completamente remodelada em seu interior e poltronas, a nova classe premium economy, "Classica Plus" (foto abaixo), com 21 assentos, uma novidade no mercado italiano, e a economy class, também renovada e agora denominada "Classica", com 175 assentos. No total, a aeronave pode transportar 224 passageiros e 11 funcionários de bordo. Todas as poltronas das três classes de viagem dispõem de telefone individual com o mesmo teclado.

Os novos A330 são dotados de motores de última geração que permitem níveis significativos de economia de combustível e de redução de emissões de CO2. Além do ingresso dos novos Airbus A330-200 é previsto um programa de reconfiguração da frota Boeing B777 que levará à uma homogeneização da oferta intercontinental sobre toda a frota Alitalia.

Fonte: Mercado & Eventos - Fotos: megamodo.com

Foguetes impedem secretário-geral da ONU de pousar em Cabul

O disparo de foguetes impediu que o avião que levava o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon (foto), e o ministro de Relações Exteriores da Suécia, Carl Bildt, de aterrissar hoje no aeroporto de Cabul. Eles visitam o Afeganistão para participar de uma conferência internacional. A aeronave foi desviada para a base militar norte-americana de Bagram, que fica fora de Cabul, e seus passageiros levados em helicópteros Blackhawk até a capital do país, para a conferência.

Forças da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) confirmaram que os foguetes atingiram Cabul. "Alguns foguetes desgovernados caíram na periferia da cidade de Cabul na noite passada e nas primeiras horas desta manhã", disse a comandante Katie Kendrick, porta-voz da coalizão militar internacional. Mas ela não forneceu maiores detalhes e não disse quantos foguetes foram disparados ou se algum atingiu o aeroporto.

A informação partiu primeiramente de Bildt, que relatou o desvio do avião em seu blog, confirmado por Ellinor Lundmark, porta-voz da chancelaria sueca. "Foguetes atingiram o aeroporto quando estávamos para pousar e obviamente causou uma situação instável", escreveu o ministro. "Que o Taleban e outros grupos tentariam prejudicar esta importante conferência já era algo esperado."

A conferência de hoje sobre o futuro do Afeganistão também conta com a participação do secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Anders Fogh Rasmussen, da secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, e de delegações de mais de 60 países.

Fonte: AP/Agência Estado

Passageira é indenizada por companhia após atraso

Air France é condenada a indenizar passageira em R$ 12 mil por atraso em voo

O Tribunal de Justiça de São Paulo condenou na semana passada a companhia Air France a indenizar em R$ 12,3 mil uma passageira devido ao atraso de um dia para o embarque em um voo com destino a Paris, Copenhague e Moscou, em 2001. O TJ aplicou regra da Convenção de Varsóvia.

A Air France pretendia que o tribunal paulista reformasse a sentença de primeiro grau contrária a empresa aérea. A defesa da Air France alegou que a passageira não chegou ao aeroporto no horário limite para fazer o check-in e que esta foi a razão de só conseguir embarcar no dia seguinte.

A 20ª Câmara de Direito Privado não aceitou o argumento da Air France. Segundo os desembargadores, ao contrário da alegação da empresa aérea, existia prova conclusiva do atraso de 24 horas para o embarque da passageira e que este se deu por culpa da companhia.

Para o tribunal, a relação entre a passageira e a empresa aérea é contratual e, portanto, de resultado. Como houve defeito na prestação do serviço (atraso no voo) cabe a Air France indenizar a vítima do seu erro. Na decisão, os desembargadores entenderam que o atraso se prolongou além do limite aceitável. A companhia aérea ainda não recorreu.

Fonte: JB Online via Emsergipe.com

EUA pedem revisão da libertação de condenado por Lockerbie

Líbio que explodiu avião em 1988 foi solto por estar com câncer, mas não está mal de saúde

A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, pediu nesta segunda-feira, 19, ao governo autônomo da Escócia e ao Reino Unido para revisarem os fatos e as circunstâncias que levaram à libertação do líbio Abdelbaset Al-Megrahi (foto acima, a direita), condenado pelo atentado de Lockerbie.

Em carta enviada por Hillary a quatro senadores que pediram ao Departamento de Estado americano para investigar a influência da BP na decisão de enviar Al-Megrahi à Líbia, a chefe da diplomacia americana disse que incentivou as autoridades escocesas e britânicas a avaliarem qualquer informação nova.

Em 20 de agosto de 2009, o governo escocês decidiu libertar Megrahi por razões humanitárias, com base em exames médicos que apontavam um câncer de próstata terminal.

Na ocasião, os Estados Unidos se opuseram à decisão. Hoje, Hillary diz que a libertação do líbio "é um insulto às famílias das vítimas, à memória dos que morreram no atentado de Lockerbie e a todos aqueles que trabalharam incansavelmente para garantir que se faça justiça".

A secretária de Estado destacou que qualquer decisão sobre a possível revisão do caso corresponde às autoridades escocesas, mas que os EUA "mantêm e seguirão mantendo em nossas conversas nossa inquebrável convicção de que Megrahi não deve ser um homem livre".

A polêmica surgida nos últimos dias sobre o papel da BP na libertação do líbio será abordada amanhã entre o presidente Barack Obama e o primeiro-ministro britânico, David Cameron, que se reunirão na Casa Branca.

Al-Megrahi foi o único condenado pelo atentado que matou 270 pessoas, a maioria americanas, quando um avião da Pan Am explodiu sobre a cidade escocesa de Lockerbie em 21 de dezembro de 1988. Apesar dos motivos de sua libertação, ele continua vivo e sem sinais de deterioração de sua saúde.

Segundo a imprensa britânica, a BP pressionou a favor da libertação porque buscava concessões petrolíferas no golfo líbio de Sidra.

Hillary Clinton disse que o favorecimento da BP a uma transferência de presos entre o Reino Unido e Líbia é conhecido, mas reiterou que a responsabilidade pela libertação de Al-Megrahi é exclusiva do governo escocês e de seu ministro da Justiça, Kenny MacAskill, que, apesar de ter rejeitado a transferência, libertou Al-Megrahi por razões humanitárias, o que igualmente facilitou sua entrega à Líbia.

O Senado americano convocou executivos da BP e funcionários do governo britânico para depor na semana que vem sobre essa possível influência.

Hillary pediu ao ministro de Assuntos Exteriores britânico, William Hague, para revisar e abordar as preocupações expressadas pelos senadores em sua carta e responder diretamente ao Congresso dos Estados Unidos.

A libertação de Al-Megrahi foi um erro, reconheceu o embaixador britânico em Washington, Nigel Sheinwald, mas não há nenhuma prova que sustente a suposta ligação entre a BP e a libertação do líbio, de acordo com o atual governo britânico.

Fonte: EFE via Estadão - Fotomontagem: EFE

Avião movido a energia solar está no ar há sete dias

Inventores querem fincar a marca de 14 dias de voo contínuo

Há duas semanas o Solar Impulse, um avião movido a energia solar, voou por 26 horas sem parar. Um feito impressionante para um avião com uma pessoa à bordo, mas comparado ao que realizou a aeronave não tripulada Zephyr, pode ser considerado uma brincadeira de criança. O Zephyr quebrou todos os recordes na última semana ao ficar no ar por sete dias e ainda está voando no momento em que você lê esta matéria, na tentativa de fincar a marca de 14 dias de voo contínuo, sem nenhum tipo de reabastecimento de combustível - apenas com a força da energia solar.

Com 22,5 metros de envergadura e apenas 50 quilos, o Zephyr tem painéis de energia solar extremamente finos e leves em suas asas. A energia é usada para recarregar baterias de litium, que são usadas para mover as engrenagens da aeronave durante a noite. As mais de 168 horas de voo do Zephyr perfazem o dobro do recorde não oficial de voo não tripulado de maior duração, que é de 82 horas, 37 minutos em 2008.

As aplicações potenciais para uma aeronave não tripulada incluem a observação da terra e uso para as comunicações, tanto para os setores civis quanto para os militares. A versão atual do Zephyr é 50% maior que a anterior, feita em 2006.

Fonte: estadão.com.br - Foto: greenzer.fr

Comissária furta pertences de passageiros em pelo menos 140 voos

Uma aeromoça da companhia aérea francesa Air France está em poder da Justiça após roubar bens como joias, relógios, cartões de crédito, cheques e dinheiro de passageiros enquanto eles dormiam em pelo menos 142 voos.

A comissária, Lucie R., de 47 anos, que confessou os furtos perante a Polícia, atuava principalmente na classe executiva em voos de longa distância da França para diferentes pontos da Ásia, segundo o jornal "Le Figaro".

A aeromoça esperava a que os passageiros dormissem para retirar suas posses, especialmente dinheiro vivo.

A investigação da Polícia começou no último dia 5 de janeiro, quando cinco passageiros de um Boeing 777 da Air France, que fazia a rota entre Tóquio e Paris, denunciaram o roubo de cerca de quatro mil euros em moeda estrangeira.

Após meses de pesquisas, na sexta-feira passada a Polícia a prendeu às 4:30 na pista do aeroporto de Roissy, em Paris, quandoe estava prestes a embarcar num voo com destino a Tóquio. Em seguida, a interrogou e confirmou que a aeromoça estava presente nos voos nos quais houve roubos. Ela foi formalmente acusada em 26 casos, reconhecidos por ela mesma.

Desde janeiro passado houve furtos em pelo menos 142 voos. A assaltante confirmou que iniciou a prática em março de 2009 "por problemas financeiros".

Segundo o "Le Figaro", um investigador afirmou que Lucie tinha um estilo de vida muito superior à de sua renda, e que possuía joias com pedras preciosas e outros bens caros.

Também foram encontrados em seu apartamento cartões de crédito e talões de cheques de outras pessoas.

A aeromoça, que se encontra sob poder da justiça, provavelmente enfrentará uma longa pena por delitos de roubos e tentativa de roubos agravados.

Fonte: EFE via Blog Notícias sobre Aviação

Para atrair turistas, burro é amarrado em paraquedas na Rússia

ESTUPIDEZ SEM LIMITE. QUEM É O "BURRO" NESSA HISTÓRIA?

Animal participou de uma estúpida ação de marketing em praia no sul da Rússia.

Os banhistas da praia de Golubitskaya (no mapa acima), no sul da Rússia, foram surpreendidos com o voo de um burro amarrado a um paraquedas na quita-feira (15) passada.

O animal foi lançado no céu da região a partir da praia de Golubitskaya - puxado por uma lancha - com o patrocínio de um grupo de empresários da localidade do Mar de Azov. Eles queriam atrair mais turistas para um clube de parapente na praia.

O animal, zurrando de terror, subiu acima da aldeia ao sul de Golubitskaya, enquanto ecoavam os gritos de crianças chorando abaixo.

O animal acabou pousando na orla de uma "maneira atroz", após ser arrastado pelas águas no Mar do resort Asov.

Os banhistas correram para resgatar o burro assustado e tiveram a sorte de impedi-lo de se afogar.

"O burro gritava e as crianças choravam", informou a porta-voz da policial regional de Krasnodar, Larisa Tuchkova, à agência de notícias AFP.

Ao invés de chamarem a polícia, ela disse, a maioria das pessoas se preocuparam em tirar fotos e, em seguida, bombardear um jornal local com chamadas telefônicas.

De acordo com o jornal Taman, o burro voou tão alto que as crianças na praia choravam e perguntavam aos pais: "Por que amarrar um cãozinho a um paraquedas?"

A editora do jornal, Elena Iovleva, disse: "O burro aterrissou de uma forma atroz. Ele foi arrastado vários metros ao longo da água, após o qual o animal foi retirado quase morto para a praia."

O incidente é impressionante mesmo para um país onde a crueldade animal é generalizada e veio como um choque para os moradores, disse Iovleva.

As imagens do incidente ocorrido quinta-feira passada já foram exibidas em rede nacional de televisão na Rússia.

Um porta-voz do Ministério do Interior confirmou que um clube de praia tinha realizado "um passeio com um burro num paraquedas a fim de atrair a atenção de turistas "para este tipo de entretenimento".



A polícia vai agora lançar uma investigação e, se os empresários forem considerados culpados, poderão enfrentar a acusação de crueldade contra animais. Se condenados, poderão pegar uma pena de até dois anos de prisão.

Fontes: Daily Mail / G1 via Blog Notícias sobre Aviação - Fotos: RIA Novosti / AFP / Reprodução/YouTube

Voo da TAM para Londres atrasa 2 horas por pane no Rio

Problema técnico no avião atrasou decolagem.

A aeronave, um Airbus A330, teve de seguir para manutenção.

Mais um voo internacional atrasou por causa de um problema técnico, no Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro. O voo JJ8084 da TAM, que seguia para Londres, com escala em São Paulo, ficou parado por duas horas na pista, na noite de segunda-feira (19).

Passageiros disseram que o comandante avisou que havia um problema no radar.




Segundo a companhia, o avião teve de ir para a manutenção devido a um problema técnico. Este é o quinto incidente que provoca atrasos em voos internacionais em dez dias no País. Outros quatro aviões da Air France ficaram retidos nos aeroportos do Rio de Janeiro e de São Paulo no período.

Fontes: Terra / Bom Dia RJ (TV Globo)

Companhias aéreas descumprem novas regras da Anac sobre atrasos

Pouco mais de um mês após a vigência das novas regras da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), sobre casos de atraso de voo, cancelamento e preterição de embarque, algumas companhias áreas ainda descumprem normas que garantem direitos aos passageiros. A Resolução 141 da Anac entrou em vigor no dia 14 de junho e prevê, dentre outros itens, o direito ao reembolso imediato do valor integral da passagem e a acomodação dos passageiros em caso de atraso ou cancelamento do voos.

Mas na segunda-feira, 19, um grupo de 27 passageiros que seguiriam de Salvador para Campo Grande (MS) no voo 3517 da TAM, às 7h, com conexão em Brasília e Cuiabá (MT), aguardaram mais de nove horas antes que o primeiro deles embarcasse em um voo de outra companhia para o destino final.

Paulo Vicente dos Santos, 62 anos, contou que o grupo chegou ao aeroporto às 5h30 e seguia em excursão para um congresso bienal da Igreja Baptista. A companhia aérea, no entanto, cancelou o embarque dos passageiros alegando que o aeroporto de Campo Grande está interditado há três dias devido às más condições do tempo.

“Tomaram as nossas passagens, pegaram os nossos documentos e disseram que teríamos que esperar, mas não nos informaram mais nada. Estamos quase desistindo”, disse o pastor Humberto Souza. Cada um dos passageiros teve um custo médio de R$ 1,5 mil, incluindo passagem aérea e hospedagem até a sexta-feira.

Apenas às 16h30, o primeiro passageiro do grupo foi encaminhado pela TAM para um voo em outra companhia. O horário que os demais passageiros embarcariam não havia sido definido até o fechamento desta edição.

TAM

De acordo com a assessoria de comunicação da TAM, o voo 3517 saiu de Salvador no horário previsto, mas embarcaram apenas os passageiros com destino às demais conexões. A companhia informou que o aeroporto de Campo Grande só reabriu por volta das 10h.

Segundo a TAM, até o final do dia, os 27 passageiros seriam acomodados em outras companhias, já que a empresa só teria voo para o destino na madrugada desta terça.

Fonte: A Tarde Online

Feira inglesa reúne aviões militares com tecnologia inovadora

Modelo A-400-M foi salvo graças a US$ 10 bilhões em dinheiro público.

Tecnologia mantém pressão atmosférica interior quase igual à do nível do mar.





A feira de Farnborough, na Inglaterra, é o maior evento de armamentos e tecnologias bélicas do mundo. O novo Boeing 787, por exemplo, parece igual a muitos outros jatos de passageiros. Mas é dentro que estão as grandes novidades tecnológicas.

Materiais especiais tornam o avião mais econômico, leve e resistente, o que permitirá manter internamente pressão atmosférica quase igual à do nível do mar, reduzindo o desconforto de viagens aéreas.

A outra grande atração é o avião de transporte militar europeu A-400-M, que foi salvo de permanecer apenas um protótipo graças a uma injeção de US$ 10 bilhões em dinheiro público. O A-400-M compete principalmente no lucrativo mercado de reabastecimento em voo.

Fonte: G1 (com informações do Jornal da Globo)

Aerovias regionais

Os excessos burocráticos, aliados ao desprestígio político regional, estariam prejudicando, sensivelmente, a região do Cariri, de modo específico, seu aeroporto voltado para a demanda de 30 municípios e um milhão de habitantes. Há muito, persistem os embaraços para o equacionamento de problemas meramente formais da transferência do patrimônio e da gestão do único aeródromo do sul do Ceará para o governo federal, apesar da boa vontade da parte cedente.

Como destino turístico preferencial do Nordeste, Juazeiro do Norte recebe, a cada ano, três milhões de visitantes para sucessivos eventos em torno do turismo religioso alimentado pela reverência à figura carismática do Padre Cícero Romão Batista. O Aeroporto Orlando Bezerra de Meneses possui estrutura voltada para um movimento de 50 mil passageiros por ano. Em 2009, atendeu a 250 mil visitantes da região em condições precárias.

O primeiro e estratégico problema encontra-se na resistência do pavimento da pista de pouso, limitada tecnicamente para receber aeronaves transportando apenas 70 passageiros. A demanda regional comportaria equipamentos capazes de transportar, no mínimo, 140 passageiros em cada voo. Apesar de quatro voos diários para a região, a defasagem implica no encarecimento do transporte aéreo, pois, quanto menor for a capacidade transportada da aeronave, maior será seu custo operacional. A experiência assim demonstra.

Há dois anos, por ocasião das últimas crises registradas no transporte aéreo nacional, o governo acenou com a possibilidade de estimular a retomada das aerovias regionais, abrindo espaço para um mercado interligando o interior do País e, assim, desafogar o tráfego aéreo dos grandes centros. O Nordeste comporta esse tipo de operação para reverter a ociosidade de aeroportos como os de Mossoró, João Pessoa, Paulo Afonso, Caruaru, Picos, Teresina e Parnaíba, dentre outros.

A eles o governo poderia incorporar dois outros, em fase de conclusão: os de Aracati e Jericoacoara, com expectativa de um terceiro, em Camocim, planejado, aprovado, mas sem obras iniciadas. Empresas aéreas nacionais recém-instituídas estão adquirindo aviões turboélices na Europa destinados a rotas menores, em torno de 500 km entre cada voo.

Quanto ao de Juazeiro do Norte, o Estado promoveu sua transferência para o governo federal, a Infraero elaborou projeto para ampliar a pista e o terminal de passageiros. Tudo isso, entretanto, está condicionado à homologação pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). O desinteresse tem levado esse bem público a perder recursos consignados no orçamento da União para bancar parte dos melhoramentos projetados por conta da indefinição da burocracia.

Diante desse quadro de incertezas e esgotada a tolerância para com o grave problema, a comunidade juazeirense apelou para a manifestação pública de inconformidade com o problema. Lideranças políticas e empresariais promoveram desfile público, dentro de um clima de ordem, expondo os prejuízos causados à região e exigindo uma solução na grandeza da importância do Cariri. É o fim da paciência.

Fonte: Diário do Nordeste

Oriente Médio comprará 240 aviões regionais em 20 anos, diz Embraer

A Embraer, indústria aeronáutica brasileira, divulgou nesta segunda-feira (19) um relatório com as perspectivas para a aviação regional nos próximos 20 anos. Nele, a companhia detalha a demanda esperada por aviões comerciais de 30 a 120 assentos, que são seu principal nicho de mercado. No Oriente Médio, por exemplo, a empresa estima a aquisição de 240 aeronaves, ou 4% do total a ser entregue pelos fabricantes no período.

No total, a Embraer prevê que a indústria vai entregar 6.875 unidades do segmento até 2029, sendo que o maior mercado será o da América do Norte, seguido pela Europa, China, América Latina, Ásia Pacífico, Rússia e Comunidade de Estados Independentes (CEI), Oriente Médio e África. As vendas de aviões regionais devem somar US$ 200 bilhões em 20 anos, segundo a companhia.

De acordo com a empresa, o tráfego aéreo deverá crescer, em média, 4,9% ao ano no período, com a China liderando com um crescimento anual de 7,3%. América Latina, Ásia Pacífico e Rússia e CEI deverão ter avanço de 6% ao ano. Na África, o aumento esperado é de 5% e, na América do Norte e Europa, de 3,5%.

Fonte: Opera Mundi

Manobras EUA-Coreia do Sul começam em 25 de julho

Os exercícios militares entre Coreia do Sul e Estados Unidos, cujo objetivo é enviar "uma mensagem forte" à Coreia do Norte, começarão no dia 25 de julho no Mar do Japão, anunciou nesta terça-feira o Exército americano.

As manobras, que durarão três dias, têm como objetivo mostrar a determinação dos dois países "em enfrentar qualquer tipo de ameaça que possa representar a Coreia do Norte", acrescentou a fonte.

Estes exercícios são uma resposta ao afundamento de um navio sul-coreano este ano. Seul e Washington acusam a Coreia do Norte de ter atacado a embarcação.

O anúncio foi feito após um encontro entre o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Robert Gates (foto acima), em visita a Seul, e o ministro da Defesa sul-coreano Kim Tae-Young.

"Nosso objetivo consiste em dissuadir a Coreia do Norte de cometer futuras provocações", comentou o almirante Robert Willard, chefe das forças americanas no Pacífico, durante um encontro com alguns jornalistas em Seul.

Coreia do Sul e Estados Unidos, baseando-se nas conclusões de uma investigação internacional, acusam a Coreia do Norte de ser responsável pelo naufrágio no final de março da corveta sul-coreana "Cheonan", que causou a morte de 46 marinheiros.

O primeiro exercício, que será realizado de 25 a 28 de julho, mobilizará cerca de 20 navios e submarinos, incluindo o porta-aviões nuclear americano "George Washington", de 97.000 toneladas, assim como cerca de 200 aviões, indica o comunicado.

Cerca de 8.000 militares das forças aéreas e navais de ambos os países estarão envolvidos nestas manobras.

Fonte: AFP - Foto: CNN

Controladores aéreos da França entram em greve nesta terça

Os controladores aéreos da França iniciarão na noite desta terça-feira uma greve que se prolongará até quinta-feira de manhã, sua terceira demonstração de força desde o início de 2010, em plenas férias de verão (hemisfério norte), em rejeição ao projeto de fusão aérea europeia.

Vários sindicatos convocaram para a greve os membros da Direção Geral de Aviação Civil (DGAC), integrada por 12.000 trabalhadores, dos quais 4.000 são controladores aéreos.

A medida de força, que se agravará com os anúncios de tempestades, perturbará o tráfego aéreo, principalmente nos aeroportos parisienses.

O aeroporto de Roissy-Charles de Gaulle prevê o cancelamento de 20% de seus voos e o de Orly, ao sul da capital, prevê 50% de cancelamentos.

A companhia aérea francesa Air France pretende garantir "100% dos voos de longa distância, 80% dos voos de curta e média distância em Roissy e 50% de seus voos de curta e média distância em Orly".

Os trabalhadores da DGAC rejeitam a fusão europeia do controle aéreo apoiada pela União Europeia (UE) para reduzir custos, reagrupando nove blocos em vez dos sistemas independentes que hoje são controlados por cada um dos 27 países membros. Estima-se que nos próximos 15 anos o tráfego possa aumentar em 50%.

A França integrará o "bloco da Europa Central" ao lado de Alemanha, Suíça, Bélgica, Holanda e Luxemburgo.

Os sindicatos temem um "desmantelamento da DGAC" e, com ele, dos estatutos que regem sua atividade.

Fonte: AFP

Uzbekistan Airways torna-se a mais nova operadora de Airbus A320

Novos Airbus eco eficientes de um corredor para dinamizar a rede de rotas de média distância.

A Uzbekistan Airways, a companhia aérea nacional do Uzbequistão, recebeu seu primeiro Airbus A320, numa cerimônia realizada na capital do país, Tashkent, da qual participaram funcionários do governo, diretores da Uzbekistan Airways e representantes da Airbus. Essa aeronave é a primeira de uma encomenda de 10 A320 feita diretamente ao fabricante, como parte do programa estratégico de renovação da frota da companhia.

A aeronave foi configurada com um espaçoso layout de cabine de duas classes para 150 passageiros: 12 na executiva e 138 na econômica. O eco eficiente A320 está equipado com dois motores CFM-56 da CFM International e se beneficiarão das mais recentes melhorias tecnológicas e de projeto de aeronaves, que contribuem para diminuir o consumo de combustível e as emissões de gases poluentes. O Airbus A320 da Uzbekistan Airways fará seu primeiro voo comercial no dia 19 de julho, de Tashkent para Baku.

“A Uzbekistan Airways conseguiu provar como pode ser eficiente a operação de uma frota moderna e jovem. A companhia aérea continuará a expandir e renovar a sua frota, utilizando os aviões mais modernos” disse Valeriy Tyan, Diretor Geral da companhia aérea,

“A Airbus fica feliz ao dar as boas-vindas à Uzbekistan Airways como uma nova operadora de A320 na região. Com esta entrega, a companhia aérea inicia seus planos de expansão, utilizando os aviões de um corredor mais modernos e eficientes da atualidade”, disse John Leahy, Diretor de Operações com os Clientes de Airbus. “Os passageiros apreciarão a cabine, mais espaçosa e confortável, o significativo aumento da capacidade dos bagageiros, a notável redução do ruído e o moderno sistema de Entretenimento a bordo”, afirmou o executivo.

A Uzbekistan Airways National Air Company (NAC) foi fundada em 28 de janeiro de 1982. A companhia aérea realiza atualmente voos regulares para mais de 40 cidades da América, Europa, Oriente Médio, Sudeste Asiático, Ásia Central e Comunidade de Estados Independentes (CEI). Como reconhecimento ao seu desempenho, a companhia aérea recebeu o Diploma do Fundo Internacional para a Segurança na Aviação, o Certificado da Associação Internacional de Aeroportos e o “Euromarket-2000”. A frota atual de aviões Airbus da companhia aérea está composta de três A310 e dois A300-60F.

De acordo com a última Previsão da Airbus para o Mercado Global, as companhias aéreas da CEI necessitarão mais de 1.400 aviões de passageiros, avaliados em US$ 123 bilhões durante os próximos 20 anos, para atender ao seu crescimento e à substituição de aeronaves. Espera-se que o crescimento do tráfego de passageiros na região aumente a uma média de 5,7% ao ano durante os próximos 20 anos, superior a média mundial anual, estimada em 4,7%.

Atualmente, 14 companhias aéreas na CEI operam mais de 180 aeronaves Airbus e, nos próximos anos, mais de 80 jatos deverão ser entregues.

A Família A320 (A318, A319, A320 e A321) é reconhecida como referência entre as famílias de aviões de um corredor. Com mais de 6.500 aeronaves vendidas e mais de 4.300 já entregues a cerca de 310 clientes e operadoras de todo o mundo, a Família A320 é a família de aviões de um corredor que mais vende no mundo. Com uma despachabilidade de 99,7% e períodos de operação mais longos, a Família A320 possui os custos operacionais mais baixos que qualquer outro avião de um corredor. A Família A320 é a única a oferecer um sistema de carga com contêineres, que é compatível com o sistema mundial padrão para aviões de fuselagem larga.

Fonte: Portal Fator Brasil - Imagem: Divulgação

Caos no aeroporto de Foz do Iguaçu (PR)

Por conta do clima extremo que atingiu a região fronteiriça entre a madrugada de sábado e a manhã desta segunda-feira, o Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu, principal terminal aéreo da Tríplice Fronteira, teve suas operações interrompidas durante 23 horas.

Neste período, em que chuva ou teto baixo predominaram, 18 aeronaves foram impedidas de pousar na estação, em situação que prejudicou quem estava a bordo ou teve seu voo cancelado, no solo, devido à ausência dos aviões que não conseguiram pousar no aeroporto.

O último fechamento da pista de pouso, cujos equipamentos de navegação aérea são considerados obsoletos e inadequados para condições de escassa visibilidade, foi entre as 05h30 e as 09h00 desta segunda-feira, período no qual quatro voos foram cancelados.

Além dos cancelamentos, houve registro, também, de atrasos ao longo de todo dia, em situação que pôs em xeque a estrutura das companhias aéreas que, por lei, são obrigadas a providenciar alimentação ou, em caso de atrasos superiores a quatro horas, acomodações para os passageiros prejudicados.

Os problemas no aeroporto foram duramente questionados por representantes do setor turístico iguaçuense, que queixaram-se de que a interrupção nos serviços ocorre, justamente, em período de alta temporada, prejudicando o retorno dos visitantes que cá estavam e a chegada de novos turistas.

Nunca é demais lembrar, porém, que a Copa do Mundo de 2014 será no inverno. Estará, até lá, o Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu preparado para a chegada das multidões de turistas que virão para os jogos e, na pausa da programação, viajarão para conhecer atrativos como as Cataratas do Iguaçu?

O governo federal garante que sim, mas, independente de 2014, já passou da hora de uma verdadeira reforma no aeroporto iguaçuense, que somente no primeiro trimestre, registrou acréscimo de 55,5% no número de passageiros e tem cada vez menos espaço para acomodar a demanda.

Fonte: Paraná Online - Foto: jornale.com.br

Terminal de Carga Nacional é inaugurado no Aeroporto Internacional Marechal Rondon (MT)

Localizado no antigo armazém da Vaspex, numa área de 5 mil m², sendo 1 mil m² destinados para armazenamento, foi inaugurado nesta terça (20) o Terminal de Carga (Teça) Nacional do Aeroporto Internacional de Várzea Grande/Cuiabá Marechal Rondon.

Este é o 15º Terminal de Logística de Carga Nacional da Rede Infraero a ser implantado no país. Ao todo foram disponibilizados pela Infraero R$ 200 mil para as devidas reforças e adequações do Terminal, que já conta com cargas armazenadas da empresa Avianca, segundo o presidente da Infraero, Murilo Marques Barbosa.

Para o presidente da Infraero começa agora um novo desafio. “Com a inauguração deste novo Terminal de Carga iremos transferir todas as áreas de atendimento de cargas das empresas aéreas para cá e com isso iremos expandir o Terminal de Passageiros do Aeroporto Internacional Marechal Rondon”, disse Murilo Barbosa.

De acordo com o presidente da Infraero, além da Avianca, hoje (20.07) a tarde chega ao local a primeira carga da companhia aérea Azul. “Queremos também, como próximo passo, melhorar a pista de decolagem e pouso. Para isso contaremos com a ajuda do Exercito Brasileiro”, declarou.

Presente na inauguração o prefeito de Várzea Grande, Murilo Domingos, agradeceu a iniciativa da Infraero em instalar o Terminal de Carga em Mato Grosso, pois o mesmo é de grande importância, uma vez que o Estado está crescendo e a cada dia que passa aumenta o número de passageiros no Aeroporto.

“O Aeroporto Internacional Marechal Rondon será a grande porta de entrada para Cuiabá, Várzea Grande e Mato Grosso para aquelas pessoas que aqui irão vir para a Copa de 2014. A Infraero terá uma participação muito especial para nós em relação ao evento em 2014”, disse Murilo Domingos.

Para a secretária estadual de Turismo, Vanice Marques, esse projeto da Infraero, que está sendo feito em todo o país, é muito importante para o desenvolvimento de Mato Grosso. “Estamos (Governo Estadual) hoje trabalhando junto a Infraero para melhorar essa deficiência em Mato Grosso. A inauguração vem para potencializar a estrutura de Mato grosso no âmbito nacional e internacional de carga”, comentou Vanice.

Mais obras

De acordo com o presidente da Agecopa, Adilton Sachetti, essa inauguração é a primeira atitude para as alterações que no Aeroporto devem ser feitas para a Copa de 2014. “Isso demonstra que as coisas vão acontecer. No Aeroporto a Agecopa irá auxiliar, estimular e cobrar para que em 2013 tudo esteja já pronto para a Copa das Confederações”, disse Sachetti.

Conforme Adilton Sachetti as obras em Mato Grosso por enquanto estão de vagar devido ao período de eleições que o Brasil vive neste momento, pois o mesmo dificulta o andamento, como é o caso das licitações. “Após as eleições as obras irão deslanchar. Quanto às eleições em 2012 estas não irão influenciar em nada por serem para prefeito e vereador”, declarou.

Fonte: Viviane Petroli (Jornal Circuito Mato Grosso) - Foto: Edson Rodrigues/Secom-MT

Identificados os dois mortos em acidente com avião em MT

A Polícia Civil de Mato Grosso acaba de confirmar, oficialmente, as identidades dos dois mortos na queda de um avião, domingo, na Serra de São Vicente (cerca de 100 km de Cuiabá): advogado Luís Carlos da Silva (foto), 64 anos, e o comerciante Claudemir Guareschi, 53 anos. Peritos oficiais, médicos legistas do Instituto Médico Legal (IML), fizeram a remoção dos corpos ontem à noite e deve serm liberados ainda hoje. Luís será sepultado em Goiânia (GO), onde residia e foi vice-presidente da caixa da assistência da OAB. Ainda não foi confirmado para onde irá o corpo de Claudemir.

Uma equipe da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) deve chegar ao local do acidente ainda hoje para iniciar as investigações das causas do acidente. Os destroços estão a cerca de 200 metros de uma propriedade abandonada.

O coordenador do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), tenente-coronel PM Heverton Mourett de Oliveira, o monomotor prefixo PT-NBE decolou domingo, por volta das 11h com destino ao município de Santo Antônio do Leverger, onde deveria pousar por volta das 13h (horário local). O acidente ocorreu cerca de uma hora e meia depois. Conforme Só Notícias já informou, a aeronave foi encontrada ontem à tarde, por um helicóptero da PM.

Fonte: Só Notícias - Foto: Assessoria/Arquivo

AZUL investe US$ 850 milhões na compras de 20 aeronaves ATR 72-600

A Azul Linhas Aéreas assinou hoje, dia 20, no hotel Renaissance, na capital paulista, a encomenda para a compra de 20 aeronaves ATR 72-600, mais opção para outras 20. O acordo com a fabricante francesa é de US$ 850 milhões e os primeiros aviões serão entregues no segundo semestre de 2011. As aeronaves serão configuradas com 70 assentos e terão espaço entre as poltronas de 31 polegadas, semelhante aos aviões da Embraer que a empresa possui. A previsão é de que a oferta da companhia seja ampliada em 10%.

De acordo com o presidente executivo da companhia, Pedro Janot, com a compra destes novos modelos de aeronaves, o objetivo da Azul é atender cidades menores e que estão em um raio de 800 quilômetros dos hubs utilizados pela empresa, como Viracopos, em Campinas, e Porto Alegre, por exemplo. “Existem cidades menores em desenvolvimento e que já estão com a demanda desse tipo de serviço. Com isso vamos reforçar a oferta e atender grande número de passageiros em nossos hubs atuais”, relatou.

Janot não quis revelar quais serão as rotas atendidas pelas novas aeronaves, mas informou que todas as cidades em desenvolvimento e que têm aeroportos com condições, além dos que a Azul já opera e que podem receber novas frequências. “Criciúma, em Santa Catarina, e Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, são grandes s candidatas”, disse. O executivo explicou que o “Projeto ATR” não vai se contrapor ao “Projeto Embraer” da companhia. Segundo ele, a finalidade é complementar os serviços e as rotas da Azul.

Também presente ao encontro, o vice-presidente Operacional da companhia aérea, Miguel Dau, relatou que para as rotas mais curtas, como as em que serão utilizados os turboélices da ART, foram a melhor opção, tanto em termos de tecnologia e como de economia. “Uma coisa quero deixar claro. Nós não abandonamos o projeto com a Embraer e nem a nossa estratégia inicial. Nossa intenção é reforçar essa estratégia”, garantiu.

Na última semana, a companhia anunciou que teve um aumento de 76 para 81 no número de aeronaves encomendadas junto a Embraer. As cinco aeronaves incluídas no pedido serão entregues ainda em 2010. A Azul deve fechar o ano com 26 aeronaves, todas da Embraer.

Fonte: Nadia Catalina (Brasilturis) - Imagem: Divulgação

Embraer fecha maior pedido firme desde março de 2008

A Embraer fechou a maior encomenda firme por aviões comerciais desde março de 2008, ampliando sua carteira de pedidos após seguidos trimestres de encolhimento.

A fabricante brasileira de jatos anunciou nesta terça-feira assinatura de acordo firme com a companhia aérea britânica Flybe para venda de 35 jatos Embraer 175, configurados para transportar 88 passageiros, por 1,3 bilhão de dólares.

Além disso, a Flybe -cliente lançadora do Embraer 195, de até 122 passageiros- tem opção de compra de 65 unidades e direitos de aquisição para outros 40 jatos modelo 175. Se todas as opções e direitos forem confirmados, o valor da venda chegará a 5 bilhões de dólares, considerando preços de tabela.

A divulgação do negócio ocorreu na feira de aviação de Farnborough, na Inglaterra. A Embraer também assinou uma carta de intenções para encomenda firme de 10 a 15 unidades do Embraer 190, de até 114 lugares, para a Air Lease, recém-criada empresa de leasing de aviões.

O contrato definitivo da Embraer com a Air Lease incluirá opções de compra de mais cinco unidades do modelo 190. Levando em conta o total possível de 20 aeronaves, a transação poderá chegar a 800 milhões de dólares.

As ações da Embraer reagiam em alta ao anúncio dos acordos. Às 12h39, os papéis da fabricante subiam 2,7 por cento, a 9,87 reais, contra variação positiva de 1,15 por cento do Ibovespa. Na máxima até esse horário, chegaram a avançar quase 6 por cento.

Na segunda-feira, a Embraer já tinha divulgado acordos para venda de um total de sete jatos para as companhias aéreas brasileiras Azul e Trip, por estimados 290 milhões de dólares.

Carteira de encomendas

O pedido firme da Flybe é o maior fechado pela Embraer desde março de 2008, quando a Azul firmou acordo para compra de 36 jatos por 1,4 bilhão de dólares.

Depois disso, com o agravamento da crise global pelo colapso do banco norte-americano Lehman Brothers em setembro daquele mesmo ano, a Embraer fechou poucos e modestos negócios na aviação comercial. Em todo o ano de 2009, foram vendidos apenas 23 aviões comerciais pela fabricante brasileira.

Em entrevista à Reuters em maio, o presidente-executivo da Embraer, Frederico Curado, disse prever que a carteira de pedidos (backlog) da companhia terminaria 2010 em nível parecido com o verificado no final de 2009, ou seja, ao redor de 16,6 bilhões de dólares.

A Embraer encerrou o segundo trimestre com backlog de 15,2 bilhões de reais. Incluindo o 1,3 bilhão de dólares já assegurado pela aquisição de aviões pela Flybe, o valor subiria para 16,5 bilhões de dólares.

Segundo a Embraer, os jatos modelo 175 da Flybe serão configurados em classe única. A entrega do primeiro avião à empresa aérea britânica está prevista para o segundo semestre de 2011.

Executivos da fabricante vinham afirmando há meses que as conversas com potenciais clientes na aviação comercial tinham se intensificado, mas que ainda não haviam se convertido em encomendas.

Fonte: Cesar Bianconi e Vivian Pereira (Reuters) via O Globo